views.AInterativa)éaformadefazerpublici-dade.Láatrásasempresaseramsur-preendidasquandooexecutivod

Page 1

São Paulo, 09 de outubro de 2007 – Edição 520 – www.bites.com.br

Novo desafio Paulo Castro, do Terra, assumirá a presidência do IAB

A

boa eleição é aquela que acontece por consenso. Sem panfletagem e total ausência de discursos verborrágicos. Esse é o clima em torno da escolha do futuro presidente da seção brasileira do Interactive Advertising Bureau (IAB) que acontece no próximo dia 30. Osvaldo Barbosa, diretor-geral do MSN para a América Latina, será substituído por Paulo Castro, presidente do Terra. O colégio eleitoral se reunirá apenas para formalizar a transição que colocará Castro diante de um grande desafio. É inegável que a publicidade on-line se consolidou como uma alternativa real de comunicação dos anunciantes com os seus consumidores. O que mudou desde 2002 quando a IAB surgiu com o nome de AMI (Associação de Mídia

Interativa) é a forma de fazer publicidade. Lá atrás as empresas eram surpreendidas quando o executivo da sua agência ou o rapaz da tecnologia que entendia de internet chegava com a idéia de colocar um banner em algum portal ou página de muita audiência. Tudo era medido em page views. A fase seguinte foi marcada pela primazia dos pop-up’s (as janelas involuntárias abertas na tela do PC quando o usuário visita um site), mas esse mundo está ficando para trás. A tecnologia de bloqueio de pop-up’s dos atuais navegadores é o maior impedimento para a expansão do conceito. O novo modelo de publicidade on-line envolve ações mais sofisticadas e parte de uma premissa na qual consumidor pode interferir na mensagem. Não à toa já há em-

presas pensando em fazer publicidade com a ajuda dos links patrocinados em comunidades virtuais e redes sociais, como o Orkut e o Facebook. Nos Estados Unidos, por exemplo, 24% dos internautas entre 3 e 17 anos visitam sites de relacionamento e em 2011 esse percentual será de 53%, segundo a consultoria E-Marketer. No Brasil, os investimentos das empresas em publicidade on-line chegaram a R$ 221 milhões no primeiro semestre do ano. O crescimento registrado em relação ao mesmo período de 2006 foi de 40,16%, segundo a IAB. Mesmo assim, a propaganda na internet significa menos de 3% do bolo publicitário geral do País e o grande desafio é melhorar esse desempenho em função da real dimensão da internet no Brasil. Como líder mundial em tempo de acesso à rede, o Brasil não pode investir tão pouco na publicidade on-line. “Somos um mercado em franca expansão de oportunidades e modelos que continuam surgindo a cada dia”, afirma Paulo Castro.


Turn static files into dynamic content formats.

Create a flipbook
Issuu converts static files into: digital portfolios, online yearbooks, online catalogs, digital photo albums and more. Sign up and create your flipbook.