Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa
Mestrado Integrado em Interiores e Reabilitação do Edificado
Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa
Projeto Final de Mestrado no âmbito da Reabilitação e Interiores em Arquitetura
Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa
Curso “Oficina de Imagem- o processo fotográfico analógico e digital”
Escola Secundária Pedro Alexandrino, Póvoa de Santo Adrião
Concurso “Histórias de Abril –Um Passado com Presente”
Camâra Municipal de Odivelas
Programa de Estágios no Centro de Arte Moderna
Centro de Arte Moderna, Fundação Gulbenkian, Lisboa
Olá, chamo-me Bernardo Pires Ricardo e possuo o Mestrado em Arquitetura com Especialização em Arquitetura, Interiores e Reabilitação. Realizei como tema da minha tese de mestrado a reabilitação e ampliação do Museu Militar de Lisboa, abordando temas como a museografia e a possibilidade da arquitetura poder contribuir para a criação de experiências artístico-culturais.
Muito criativo e disponível para a aprendizagem de variadas valências, procurando também contribuir com as minhas próprias ideias e conhecimentos
Interesso-me bastante por trabalho em equipa e por modelação tridimensional, acreditando que é uma parte fundamental da criação em arquitetura, representando um avanço nas técnicas tradicionais do ato projetual.
Idiomas Softwares
Português
Nativo
Inglês
Espanhol
Autocad
Enscape
Illustrator
Indesign
Photoshop
Rhino 3D
Sketchup
Vray
Museu No Torel, Lisboa
Museu no coração de Lisboa desenhado para duas obras de arte, uma portuguesa e uma estrangeira, refletindo os usuários do Jardim do Torel.
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Nova Videoteca, Cais do Sodré
Videoteca realizada no âmbito do projeto para concurso Saint Gobain 2023. Foi realizada esta nova Videoteca no Aterro da Boavista, tendo em atenção a reabilitação integral do atual edifício dos serviços de limpeza da Camara de Lisboa.
Museu Militar de Lisboa, Santa Apolónia
Projeto de Trabalho Final de Mestrado, onde a reabilitação do MML adquiriu uma dimensão sensorial, tendo sido trabalhada a forma como a arte e a arquitetura podem alterar a forma como percecionamos espaços.
Extras
Nesta secção são apresentadas imagens de projetos pessoais, desenhos, fotografias e renders de projetos já existentes.
Este museu, situado no Jardim do Torel, em Lisboa, surge como exercício de 1º ano de faculdade, como sendo uma possibilidade de explorar formas e conceitos ainda muito soltos da legislação portuguesa.
Foi então pensada uma torre de oito metros de altura, fazendo a ligação da cota 42, cota da entrada da Escola Primária São José, à cota 50, que corresponde à cobertura da mesma escola. Esta torre foi pensada como museu de duas obras de dois artistas diferentes, Cascading Flowers de Alexander Calder, e A Mina de Vieira da Silva.
O mobile de Calder poderá ser apreciado durante todo o percurso de ascensão pelas escadas da torre até se chegar a um patamar de observação, de perto, da obra. Este patamar coloca o observador a poucos centimetros desta para que possa ter uma visão, agora, mais clara da obra, que do piso de entrada não terá.
Passando do patamar de observação, entramos no corredor que nos levará a Vieira da Silva. Após percorrermos este corredor e apreciarmos os reflexos da água trazidos por uma clarabóia, unindo este escuro corredor com o espelho de àgua acima, passamos a um corredor mais estreito que revela aos poucos, devido à diminuta luz do espaço, a obra de Vieira da Silva.
Podemos, após, passar ao pátio enterrado que nos levará à pequena piscina, que aumenta as possibilidades de alí se continuar a fazer a praia artificial no verão que lá acontece, e também ao miradouro que olha sobre Lisboa, situando-se num local oposto ao Miradouro de São Pedro de Alcântara.
Cascading Flowers, 1949
Alexander Calder Metal, Arame e tinta
Piso 0
Piso 1
A Mina
Maria Helena Vieira da Silva Tapeçarias de Portalegre em fio de lã policromado
Piso 2
Piso 3
Nova Videoteca, Cais do Sodré, Lisboa
Realizado obedecendo às ordens do concurso da Saint Gobain para o Aterro da Boavista, este projeto surge como uma primeira demonstração pela reabilitação de património público com interesse. deste complexo que existe, nesta forma, desde o fim do século XIX revela bastante interesse arquitetónico apesar de esquecido em ruas pouco frequentadas da zona ribeirinha de Lisboa. Surge então uma nova videoteca em Lisboa, com espaços de auditório, salas de visualização individual e coletiva, zonas de gravação e edição, zonas de coworking, zonas de lazer e zonas expositivas.
No piso térreo abriu-se uma galeria coberta que faz a entrada no edificio quando chove, e foi também adicionada uma pala que demarca a nova entrada nesta videoteca. Após a entrada no edificio, deparamo-nos com uma receção e loja, seguidas pela zona expositiva, passando depois às escadas escultóricas adicionadas à estrutura de vigas existente, e acabando então numa cafetaria de tons escuros para que o ambiente transmita uma sensação de paz e harmonia no espaço.
O piso superior reserva-se ao auditório, arquivo, salas de visualização individual e coletiva, casas de banho e ciclorama.
No segundo piso, que se encontra nas àguas furtadas, temos uma zona privada dedicada às salas de administração e ao espaço de trabalho coletivo em open space.
Corte B
Corte
Legenda de Materiais:
01- Laje Existente; 02- Perfil Metálico 50x115mm; 03- Suporte do Teto Falso; 04- Painel de Madeira de Cerejeira; 05- Tela de Projeção Ø90mm; 06- Peça em Madeira Maciça de Cerejeira; 07- Painel em Madeira de Cerejeira 20x1050x2850mm.
08- Perfil Metálico 50X70MM; 09- Parede de Gesso Cartonado Espessura 12mm; 10- Degrau em Madeira de Cerejeira; 11- Alcatifa na cor NCS S 5030-G10Y.
12- Peça Maciça em Madeira de Cerejeira; 13- Chapa de Cobre; 14- Perfil Metálico 35x70mm; 15- Painel Perfurado em Madeira de Cerejeira; 16- Perfil Metálico 35x48mm; 17- Zona Técnica e de Iluminação indireta.
Museu Militar de Lisboa, Santa Apolónia, Lisboa
Para se realizar este trabalho final de mestrado (TFM) em continuidade com o projeto do primeiro semestre do quinto ano foi necessário pesquisar, visitar, e refletir sobre os problemas e as potencialidades do Museu Militar de Lisboa (MML) na zona de Santa Apolónia. Concluiu-se que é necessário adicionar um outro edifício expandindo o atual, de modo a que o seu espólio possa ser devidamente apreciado. Atualmente há demasiadas obras expostas em salas pouco qualificadas por serem demasiado pequenas ou por não se relacionarem com as mesmas.
Na atualidade é fundamental um museu possuir ferramentas disciplinares e pedagógicas. Neste caso em particular, há a possibilidade de alertar para os perigos inerentes aos conflitos que têm surgido por este mundo fora, como a Guerra da Ucrânia e a Guerra na Faixa de Gaza. Neste sentido, abordar-se-ão trabalhos de James Turrell e Olafur Eliasson, cujas obras ajudarão a olhar para estas problemáticas com novas prespetivas.
Outro aspeto que será trabalhado nesta tese é o da Museografia, em particular o modo como a arquitetura e a museografia podem contribuir para a criação ou continuação da experiência museológica, tanto no museu existente como na proposta, abrindo portas à exposição de obras de arte relacionadas com a temática militar, quer pertençam ao espólio do museu ou tenham sido cedidas através de empréstimos para exposições temporárias.
MUSEU MILITAR DE LISBOA
Planta Piso -1
MUSEU MILITAR DE LISBOA PISO
Compartimentação
M.0.01- Pátio
M.0.02-
M.0.03- Cafeteria
M.0.04- Sala Polivalente
M.0.05-
M.0.06- Escadas de Emergência
M.0.07- Instalações
M.0.08- Cacifos
M.0.09- Zona de Circulações
M.0.10- Zona de Circulações Privada
M.0.11- Caves Manuelinas
M.0.12- Sala do 25 de Abril
M.0.13- Sala do 25 de Abril
M.0.14- Escadaria
M.0.15- Instalações Sanitárias
M.0.16- Sala do 25 de Abril
MUSEU MILITAR DE LISBOA
PLANTA PISO 1
Planta Piso 1 Escala 1:200
Compartimentação
M.1.01- Escadaria Principal
M.1.02- Sala da Guerra Peninsular e Invasões Francesas
M.1.03- Sala da Grande Guerra 01
M.1.04- Sala da Grande Guerra 02
M.1.05- Sala da Grande Guerra 03
M.1.06- Reservas Visitáveis
M.1.07- Sala D. Maria II
M.1.08- Sala D. José
M.1.09- Sala D. João
M.1.10- Sala D. Afonso de Albuquerque
M.1.11- Sala D. João de Castro
M.1.12- Sala da Répública
M.1.13- Zona de Circulação
M.1.13.a- Zona de Circulação Privada
M.1.14- Salas afetas ao Serviço Educativo e Administração
M.1.15- Sala de Trabalho da Biblioteca
M.1.16- Sala de Exposição
M.1.17- Sala de Leitura da Biblioteca
M.1.18- Receção da Biblioteca
M.1.19- Átrio da Biblioteca
MUSEU MILITAR DE LISBOA
Materiais
1- Aglomerado Melamínico de cor S 8505-Y50R
2- Dobradiça Standard de Porta
3- Peça de Madeira Maciça Pintada com a cor S 8505-Y50R
4- Perfil em Bronze Oxidado de 1mm
5- Parafuso Standard de Fixação
6- Placa de Bronze de 600x1500x1mm
7- Parede de Construção Seca constituída por gesso cartonado de 15mm, montante de 70mm e isolamento acústico
8- Teto falso em Gesso Cartonado
9- Lâmpada LED de 2700 Kelvins
T1- Teto Pintado com a cor S 1510-Y40R
T2- Teto Falso de Gesso Cartonado Pintado com a cor S 0603-Y20R
T3- Teto Falso de Gesso Cartonado Pintado com a cor S 8505-Y50R
T4-Teto Falso de Gesso Cartonado Pintado com a cor S 3030-Y70R