
PRODUÇÃO LOCAL DE CLÍNQUER PERSPECTIVA INCREMENTO DO VOLUME DE CIMENTO PARA 1,2 MILHOES DE TONELADAS
Aampliação e modernização da Fábrica de Cimentos de Moçambique, em Nacala-Porto, avaliado em cerca de 110 milhões de dólares, assinala uma mudança relevante na estrutura da indústria cimenteira nacional.
A unidade deixa de depender da importação de clínquer e passa a produzir localmente a principal matéria-prima utilizada no fabrico de cimento com uma perspectiva de crescimento para cerca de 1,2 milhões de toneladas de cimento por ano à capacidade produtiva da unidade. Inaugurado pelo Presidente da República, Daniel Chapo, durante a sua visita à província de Nampula, semana passada, o empreendimento utiliza calcário extraído em Quissimanjulo, no distrito de Nacala, para produzir clínquer, posteriormente transformado em cimento na própria unidade industrial. Com esta transformação, a fábrica deixa de ser uma operação dependente de um insumo importado para se

tornar uma unidade integrada, onde a extracção da matéria-prima e uma parte substancial do processamento passam a ocorrer em território nacional.
“Dantes, o clínquer era importado; hoje, o clínquer é Made in Mozambique”, afirmou o Chefe do Estado durante a cerimónia de inauguração.
INSS LANÇA INSTRUMENTO LEGISLATIVO QUE REFORÇA PARCERIA COM A COMUNICAÇÃO SOCIAL
Adelegação distrital do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) em parceria com a Procuradoria Distrital de Metuge, na província de Cabo Delgado, realizaram, recentemente, uma acção de fiscalização e uma palestra na empresa Sisaleira de Moçambique - vocacionada à produção e importação de sisal - para reforçar a cooperação institucional com vista a sensibilizar agentes económicos e trabalhadores sobre a importância do cumprimento da legislação laboral, com particular enfoque nas obrigações relativas à segurança social, naquele ponto do País.
A iniciativa visa promover o cumprimento das contribuições para o Sistema de Segurança Social Obrigatória (SSSO) e informar os trabalhadores sobre os mecanismos legais disponíveis para a defesa dos seus direitos, sobretudo nos casos em que as entidades empregadoras descontam as contribuições salariais, mas não as canalizam ao INSS.

Durante a visita, a equipa verificou o grau de cumprimento das obrigações legais da empresa perante o sistema de segurança social e esclareceu trabalhadores e empregadores sobre os direitos e deveres associados à inscrição e à contribuição regular.
Os participantes foram igualmente alertados para as sanções administrativas, civis e criminais aplicáveis aos infractores da legislação laboral, em especial no domínio da segurança social.
