Boletim Diário
ECONOMIA | EMPRESAS E MARCAS
Terda - feira, 23 de Junho de 2026, Ano 06, n0 925 Contacto: +258 871 850 850

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BCI INICIA NOVO CICLO DE GOVERNAÇÃO: NOVA COMISSÃO DESTACA TRAJETÓRIA DE CON- FIANÇA E SOLIDEZ FINANCEIRA NO PAÍS
Ahistória do Banco Comercial e de Investimentos (BCI) gerou um nível extraordinário de confiança, construído sobre a sua solidez financeira, a qualidade dos seus colaboradores e a sua proximidade com as comunidades em todo o país. A declaração é de José Furtado, que assume o presídio da nova comissão executiva da instituição, de acordo com o comunicado oficial, que dá a conhecer a composição dos seus novos órgãos de administração, aprovados pelo Banco de Moçambique (BdM) - decisão que marca o início de um novo ciclo de governação institucional.
Ao assumir a liderança executiva da instituição, José Furtado - gestor que regressa ao BCI após ter integrado a equipa de gestão do Banco entre 2013 e 2020 - destacou a trajectória e a reputação do Banco, afirmando que o BCI reúne as condições necessárias para reforçar a sua posição no mercado e responder

aos desafios do futuro. "Temos condições para continuar a construir uma instituição ainda mais forte, moderna e eficiente, melhor preparada para servir o país e os nossos clientes”, afirmou.
De acordo com um comunicado, o Con-
selho de Administração, a tomar posse nas próximas semanas, continuará a ser liderado por Carlos Agostinho do Rosário, na qualidade de Presidente Não Executivo, mantendo a responsabilidade pela definição da estratégia e supervisão das actividades do Banco.
LUCROS DO BANCO DE INVESTIMENTO GLOBAL EM MOÇAMBIQUE CAEM QUASE 35% EM 2025
Os lucros do Banco de Investimento Global (BiG) em Moçambique recuaram 34,7% em 2025, fixando-se em 184 milhões de meticais, face aos 298 milhões de meticais registados no ano anterior. Segundo o relatório e contas da instituição, citado pela Lusa, o desempenho foi afectado por "eventos macroeconómicos" com impacto directo na actividade sectorial.
Entre os principais factores apontados estão a redução das taxas de juro de referência pelo Banco de Moçambique, a persistência de pressões cambiais e a deterioração da capacidade de pagamento da dívida pública, que influenciaram a descida do rating do país.
O produto bancário recuou 28,3%, situando-se em 6,2 milhões de euros, e a margem financeira caiu 27,8%, totalizando 4,2 milhões de euros.

As operações financeiras registaram uma quebra de 53,3%, enquanto as comissões líquidas diminuíram 5,7%.
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COMUNICAMOS PARA SI:
Assessoria de Imprensa
O activo total do banco sofreu uma contracção de 20,5%, descendo para 56,8 milhões de euros. Em contrapartida, os depósitos de clientes cresceram 59,8%,
atingindo 18,7 milhões de euros, um resultado que a instituição associa à continuidade de uma estratégia conservadora e ao crescimento na actividade de serviços, intermediação e activos sob custódia.









BANCO MUNDIAL FINANCIA 250 MILHÕES DE DÓLARES NUM PROJECTO ESTRUTURANTE PARA DESENVOLVIMENTO DO NORTE DO PAÍS
OBanco Mundial (BM) aprovou, recentemente, um projecto de 250 milhões de dólares - denominado "Moz community" - para o desenvolvimento das províncias de Cabo Delgado, Nampula e Niassa no Norte de Moçambique.
O projecto que será gerido pela Agência de Desenvolvimento Integrado do Norte (ADIN), tem como objectivo fortalecer a capacidade das comunidades locais, ampliar as oportunidades económicas e de emprego, sobretudo para a juventude e investir em infra-estruturas resilientes em 56 distritos.
O anúncio foi feito esta segunda-feira (22) em Pemba, pelo ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá, na abertura da Conferência Internacional de Industrialização e Agro-negócios que decorre na capital provincial de Cabo Delgado. Segundo o ministro, trata-se de uma intervenção orientada para enfrentar as causas estruturais da fragilidade e do conflito, valorizando as comunidades como protagonistas da estabilidade e do desenvolvimento.

"O projecto representa um investimento estratégico para o Norte do país, uma região que enfrenta desafios associados à fragilidade, aos impactos climáticos, limitada disponibilidade de oportunidades económicas, para além da necessidade de reforçar à coesão social", explicou Valá.
TRÁFEGO AÉREO RECUA E EXPÕE FRAGILIDADE FINANCEIRA DA ADM EM 2025PAÍS
AAeroportos de Moçambique (ADM) encerrou 2025 com uma redução significativa da actividade aeroportuária, interrompendo a trajectória de recuperação gradual observada nos anos posteriores à pandemia. O Relatório e Contas da empresa, citado pelo "O.Economico" revela que o sistema aeroportuário nacional movimentou 1.863.779 passageiros, uma queda de 9,3% em relação a 2024 e um nível ainda 14,9% inferior ao registado em 2019, antes da crise sanitária global.
A desaceleração do tráfego teve reflexos directos nas finanças da empresa pública. O volume de negócios fixou-se em 2.859,2 milhões de meticais, representando uma redução de 5% face ao ano anterior, ficando ainda 23% abaixo da meta estabelecida para o exercício e 9% inferior ao desempenho pré-pandemia.
A ADM atribui este resultado a um conjunto de factores adversos que marcaram o sector da aviação em 2025.

Entre os principais constrangimentos destacam-se os problemas operacionais enfrentados pela Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), particularmente a indisponibilidade de aeronaves da sua
frota, bem como o ambiente de instabilidade social que persistiu até Fevereiro, afectando a mobilidade de pessoas e mercadorias e condicionando a procura por viagens.





DANIEL CHAPO E CEO DA SICPA DEBATEM SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA VALORIZAR ACTIVOS SOBERANOS DE MOÇAMBIQUE
ODirector Executivo (CEO) da SICPA Holding, Philippe Amon, manifestou o interesse da empresa suíça em apoiar Moçambique na valorização dos seus activos soberanos, no reforço da transparência económica e na promoção da visibilidade internacional do País.
Falando hoje (23 de Junho) à imprensa no final da audiência com o Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, Philippe Amon classificou destacou a convergência de objectivos entre o Governo moçambicano e a empresa.
“Tivemos uma reunião muito produtiva com Sua Excelência o Presidente. Trata-se de tentar valorizar os activos soberanos de Moçambique e tentar dar uma maior visibilidade a Moçambique no cenário internacional, realçando o valor dos incríveis activos que o país possui”, disse.
A audiência enquadra-se nos esforços do Chefe do Estado para atrair investimento, fortalecer a capacidade de mobilização de receitas internas e pro-

mover soluções tecnológicas que contribuam para uma gestão mais eficiente dos recursos nacionais.
A SICPA foi fundada na Suíça há cerca de um século é reconhecida mundialmente pelas suas tecnologias de segurança e autenticação, desenvolvimento de tintas de alta segurança utilizadas na protecção da maioria das cédulas
monetárias em circulação no mundo. As soluções da SICPA são utilizadas por governos de diversos países para reforçar o controlo sobre recursos naturais e produtos industriais, melhorar a previsibilidade das receitas públicas e apoiar os processos de planificação orçamental, através de mecanismos digitais de monitoria e rastreabilidade.
INGD DESTACA O PAPEL DA TECNOLOGIA E DA COMUNICAÇÃO NA RESPOSTA A DESASTRES NATURAIS
OInstituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) participou nesta segunda-feira (22) em Maputo, na cerimónia de abertura da V Conferência das Comunicações, organizada pelos Governos de Moçambique e da República de Angola. O evento teve como objectivo reforçar a importância de um sistema de comunicações moderno, inclusivo e eficaz para o desenvolvimento do país.
Na abertura do evento, o Chefe do Estado, Daniel Chapo, destacou que a inclusão das tecnologias de informação e comunicação é fundamental para a mitigação do risco de desastres, sobretudo durante a ocorrência de eventos extremos.
Durante um dos painéis da conferência, subordinado ao tema "Comunicação em Situações Críticas em Moçambi-

que", a Presidente do INGD, Luísa Celma Meque, sublinhou que a comunicação constitui um elemento essencial para a coordenação entre as instituições responsáveis pela gestão do risco
de desastres, como o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) e a Direcção Nacional de Recursos Hídricos (DNRH), bem como para garantir que a população receba informação atempada.




Caro Leitor, mais uma publicação da B&S chega às suas mãos. Nesta 37.a edição, o CEO do Gru-
po MBC, Mário Joaquim, revela a visão, a ambição e os propósitos que estão a redefinir o futuro da
Banca & Seguros e da MBC TV. Boa leitura!a














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