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Boletim 26.03.2023

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Boletim

semanal 26.03.23 - Ed. 97

Últimas semanas para garantir seu ingresso!

ibb.org.br/pazcoacidade ibbcuritiba

ibb.org.br

Agenda

semanal

Segunda

30 Celebrando 19h30 Restauração 19h30 Grupo Resgate - Amor exigente para codependentes e dependentes químicos

(Salão das nações) 19h

Quinta 14h

00 Encontro da 3a idade (Capela IBB)

Sexta 20h00 Cross UP Adolescentes 20h00 Guardiões do Reino / Pré-Adolescentes

(IBB 02)

Sábado 20h00 Cross XP - Jovens adultos (IBB 02) 20h00 Cross GO - Jovens

Domingo e 10h45 Escola Bíblica Discipuladora

9h

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e 19h Cultos IBB Bacacheri 10h45 Culto IBB Uberaba Em breve Culto IBB Pinhais 9h, 1 h45

Culto em Inglês (Salão das nações)

11h

Culto em Espanhol - todo primeiro domingo do mês (Salão das nações)

19h

Agenda de

oração

Segunda

20h Reunião de oração Pr. Luís Cristóvão

7h às

Quinta 30 Oração (Sala de oração)

19h

Domingo e 18h às 18h45 Oração (Sala de oração)

8h às 8h45

Live de oração 21h30 - Segunda à sexta Pr. Luís Cristóvão

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eunião mães ue oram q

In ormação de hor rios pelo contato abaixo. f

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238-3823

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FALE COM A IBB

.ibb.org.br

3363 0327

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Ama onas de Sou a A evedo 3 Bacacher Curitiba - Paran z

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Anair Bonato Tosin 237 – Colombo/PR ,

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– Almirante Tamandaré/PR

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ratidão ao Sen or h

Honre o Senhor com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações; os seus celeiros fi carão plenamente cheios, e os seus barris transbordarão de vinho. Provérbios 3.9-10

Dízimos e ofertas

Envio de comprovante:

di imoeo erta@ibb.org.br

ou para 41 99118-7 58

Igreja Batista do Bacacher (C PJ: 7 .0 2. 2 /000 - 0)

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Chave pix@ibb.org.br

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Banco do Brasil Agência 3007-

C.C 2 03 -

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Santander Agência 3702

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C.C 300 722-

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Bradesco Agência 3 27

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Agência 0372

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C.C 82 - | OP. 003 5 5

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Histórias transformadas Reflexos de um encontro com Jesus

as Escrituras lemos o relato da história de uma mulher que teve um encontro trans ormador com Jesus que oi encontrada em adultério e que estava ameaçada de ser apedrejada. Ela estava cara a cara com a violência. Seus acusadores com as pedras nas mãos estavam prestes a atac -la. Eles di iam-se amparados na lei de Moisés que validava a morte de mulheres encontradas em adultério. Ou seja ela estava sem saída. Porém no percurso do ato violento os acusadores e a mulher se depararam com Jesus.

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Assim naquele cen rio de violência a mulher se encontrou inesperadamente com a compaixão. A compaixão de Jesus se apresentou como um abraço simbólico de gentile a e misericórdia. Promoveu a salvação da morte e esperança de cura para suas eridas. os olhos do Cristo compassivo ela encontrou os olhos de sabia amar e perdoar. Em sua vo nas palavras “nem eu tão pouco te condeno” (João 8. ) havia o som de uma graça que até então ela não conhecia. a sequência Jesus ressignifica sua história ao di er: “Vai e não peques mais.” (João 8. ). Ele a orientou a seguir sem retornar ao estilo de vida anterior. A história dessa mulher tem um antes e um depois. Sua experiência no encontro com Jesus resultou em uma ressignificação total de sua vida. Ela não oi mais a mesma!

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Assim naquele cen rio de violência a mulher se encontrou inesperadamente com a compaixão. A compaixão de Jesus se apresentou como um abraço simbólico de gentile a e misericórdia. Promoveu a salvação da morte e esperança de cura para suas eridas. os olhos do Cristo compassivo ela encontrou os olhos de sabia amar e perdoar. Em sua vo nas palavras “nem eu tão pouco te condeno” (João 8. ) havia o som de uma graça que até então ela não conhecia. a sequência Jesus ressignifica sua história ao di er: “Vai e não peques mais.” (João 8. ). Ele a orientou a seguir sem retornar ao estilo de vida anterior. A história dessa mulher tem um antes e um depois. Sua experiência no encontro com Jesus resultou em uma ressignificação total de sua vida. Ela não oi mais a mesma!

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essa história podemos ver os reflexos trans ormadores do encontro com Jesus que tra salvação perdão cura e trans ormação.

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Essa história também nos leva a refletir sobre a violência contra a mulher. Jesus sinali ou uma nova perspectiva para aquele contexto violento em que uma mulher seria apedrejada. Apesar da violência contra a mulher ser validada naquele cen rio histórico cultural e religioso Jesus não aprovaria aquela violência. Ao levar os acusadores da mulher a refletirem sobre a sua própria condição de pecadores ao lhes di er “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (João 8.7) eles largaram as pedras e desistiram da intenção daquele violento. z

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crito por

Clarice Ebert Es

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RT G

Aprendizados necessários O cotidiano na vida de quem é discípulo

( oco no discipulado de mulheres e

seu valor e potencial trans ormador) f

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Desde pequenos somos condicionados a desenvolver relacionamentos. J nos primeiros anos de vida os pais buscam estimular seus filhos a interagir e desenvolver ami ades estar em grupos sociais e terem relacionamentos e isso acontece de orma natural. Entretanto durante esse processo muitas ve es ocorrem dissabores e experiências traum ticas podendo gerar barreiras e isolar-se das demais pessoas. Com isso criar para si um ambiente seguro entendendo que a astar-se não passar por situações di íceis as quais despertam sentimentos traum ticos e que o melhor para si é ficar só podendo viver desta orma por muitos anos. O primeiro relacionamento relatado na Bíblia acontece na própria criação Deus ao criar todas as coisas relacionou-se com suas criações e ao criar o homem Deus viu que este era muito bom e ao se relacionar com ele o complementa criando a mulher para assim como as demais criações o homem também não estivesse só mas relacionando-se com a mulher. Rick arren em um dos seus livros di : “Muito antes de ser concebido por seus pais você oi concebido na mente de Deus”. O Senhor j havia pensado em você antes mesmo da criação do mundo você é o motivo de Deus ter criado a sua vida. Deus quer que nos relacionemos Ele em Sua infinita bondade e per eição deseja que desenvolvamos relacionamentos duradouros e ortes firmados na Palavra dEle.

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Mas e para nós mulheres como podemos compreender ,

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esse processo de pertencer e ser inserida a determinados grupos sociais? Para cada rosto belo e sorridente de tantas mulheres est uma mulher que de repente perdeu um pouco de si mesma quando se depara com a realidade que vive em seus relacionamentos como: filhas esposas mães amigas profissionais e outros mais. Enquanto pode sentir-se definida dentro de alguns ou até mesmo todos esses papéis em seu íntimo você precisa ser você – sua identidade é undamental e mais ainda importante do que todos os papeis que possa assumir. Precisa compreender quem você é e então desenvolver seu papel construindo relacionamentos saud veis intencionais e duradouros deixar de acreditar que é alguém dispens vel ou alguém substituível em seus relacionamentos você não é! – Deus lhe criou sendo única maravilhosa e conhecida por Ele – “Senhor tu me sondas e me conheces. Sabes quando me assento e me levanto; de longe conheces os meus pensamentos. Esquadrinhas o meu andar e o meu deitar e conheces todos os meus caminhos”. Salmo 3 . -3. É preciso olhar para essa verdade buscando compreender e viver o relacionamento discipular de orma intencional e pra erosa em gerar novos relacionamentos.

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Em diversos textos bíblicos encontramos passagens sobre ami ade relacionamentos e vida discipular. E o que necessariamente é vida discipular? Muitas ve es j estamos vivendo e desenvolvendo relacionamentos discipulares sem mesmo entender o que significa esse termo. Para isso devemos entender sobre o que estamos buscando viver na pr tica – Relacionamento Discipular é o encontro de duas pessoas que se relacionam intencionalmente em um propósito – seguir no compartilhar do amor e ensino trans ormando através do Espírito Santo aquilo que era alho ou ruim em algo bom e agrad vel a Deus. Contudo viver como exemplo transmitir contagiar outras mulheres a desenvolverem relacionamentos saud veis pautados no amor e nas Escrituras. Em outras palavras é influenciar na trans ormação através do exemplo que vive.

ão perca tempo em descobrir quem você é e o potencial que tem em vivenciar as maravilhas de Deus em sua vida e em seus relacionamentos busque e desenvolva relacionamentos discipulares alcançando e gerando novos relacionamentos.

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Deus lhe abençoe!

Grande abraço em Cristo Obreira Débora Galli.

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crito por

Ob. Débora Galli Es

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RT G

Ação Cross Porque juntos, o o

ais!

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(Re erência ao alcance e relevância de

estarmos juntos em avor do Reino) f

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Somos seres relacionais omos criados à imagem e semelhança de um Deus relacional não poderia ser di erente. ossa nature a nos impulsiona a viver relacionamento viver em comunidade. O " açamos" de Gênesis .2 nos mostra Deus vivendo em comunidade amília Deus Pai Deus Filho e Deus Espírito Santo mais uma ve conosco não seria di erente.

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ão omos criados para vivermos isolados so inhos solit rios. Claro existem momentos em nossa vida que acabam nos a endo viver períodos mais solit rios mas sem dúvida tem de ser um período momentâneo não um estilo de vida.

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Interessante porque esse valor comunit rio o valor de sermos di erentes membros de um mesmo corpo como o apóstolo Paulo nos ensina em Romanos 2 que em Cristo nós que somos muitos ormamos um corpo e cada membro est ligado a todos os outros nos a viver projetos e desenvolvimento de ações juntos como corpo.

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Vivemos diversas ações juntos como juventude como ,

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corpo sendo parte não apenas de um ministério a Juventude Cross mas sendo parte da Igreja. Quando vivemos independentemente do projeto em unidade vivemos mais!

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Vivemos mais parecidos com Cristo vivemos mais ,

criativos vivemos mais ortes vivemos com mais disposição de servir vivemos com mais eficiência vivemos a endo mais ações di erentes e com mais capacidade. Pois imagine que um pé quisesse a er tudo que um pé a e ainda mais tudo que o ouvido a com certe a não seria nada produtivo e nem efica .

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Veja omos eitos di erentes e omos eitos corpo pois , f

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assim nos complementamos e podemos a er muito mais juntos.

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ossa capacidade de espalhar as boas novas as virtudes do Reino de Deus é muito maior quando estamos juntos. Alguns pregam outros acolhem outros acompanham outros organi am a estrutura outros oram com é outros exercem misericórdia. Fomos criados para desenvolver a vida cristã em unidade.

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Uma juventude uma igreja um corpo que caminha sobre a mesma visão sobre o mesmo Espírito caminha segundo os propósitos de Deus e assim tem muito mais a contribuir com o Reino.

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crito por

Pr. Matheus Machiavelli Es

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RT G

Qual a resposta

cristã para a prevenção da violência contra a mulher? Os dados da violência doméstica contra mulheres no Brasil são assustadores. A cada hora 30 mulheres so rem agressões ísicas. Somente no primeiro semestre de 2022 oram registradas mais de 3 mil denúncias de violência doméstica ou amiliar contra as mulheres sendo que 0% das denunciantes se declararam evangélicas. O Brasil ocupa o ° lugar no ranking mundial de eminicídios com assassinato de mulheres a cada horas. Esses dados nos mostram que a alta de amor ainda impera em muitos lares brasileiros e aí nos perguntamos: Como nós cristãos podemos ser resposta para este caos?

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A resposta para essa questão é di ícil. Segundo Valéria Vilhena em seu livro Uma igreja sem vo : an lise de gênero da violência doméstica entre mulheres evangélicas” ao longo dos tempos quando as mulheres buscam seus líderes para aconselhamento e apoio são aconselhadas apenas a orar mais jejuar e clamar a Deus pela conversão de seu companheiro. Essas atitudes segundo ela podem gerar consequências perversas para as vítimas e ainda contribuir para a perpetuação da violência doméstica nos lares cristãos. É ato que não d para tratar questões penais apenas com estratégias espirituais para isto existem Leis que devem ser conhecidas/respeitadas/cumpridas con orme nos ensina Pedro 2. 3- .

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A violência doméstica e amiliar é caracteri ada pela Lei Maria da Penha como ação ou omissão que cause morte lesão ou so rimento ísico sexual psicológico dano moral ou patrimonial contra a mulher. Assim sendo atitudes como excesso de controle ciúme manipulação e violência caracteri am relacionamentos abusivos. Fatores como a dependência química econômica e/ou emocional pouca consciência de direitos histórico de violência amiliar e questões religiosas também aumentam os riscos para as mulheres.

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Em contrapartida atores como bom relacionamento amiliar ortes vínculos a etivos apoio e suporte social de pessoas e instituições somadas a uma autoestima elevada e a autonomia econômica diminuem os riscos para mulheres.

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Como uma sobrevivente da violência doméstica tenho o privilégio de a er parte dessa igreja que é viva e atuante que integra uma estrutura social portanto exerce influência sobre ela assumindo sua posição no en rentamento da violência contra mulheres. Por meio de seus ministérios: ensina adolescentes a viverem com honra e dignidade; ajuda homens a assumirem seus papeis dentro e ora do lar e auxiliam mulheres nas diversas ases da vida. Tra lu a uma questão social se posicionado como igreja abordando e discutindo o tema da violência doméstica acolhendo e dando suporte tanto para as vítimas quanto para agressores que reconhecem e aceitam a instrução bíblica sem no entanto infligir os mecanismos legais. Ao contr rio soma es orços no sentido de colaborar com a rede de proteção às vítimas de violência doméstica. Assim como corpo de Cristo essa igreja est disposta a ajud -lo(a) então não hesite em pedir ajuda. Denuncie. Disque 80. ,

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crito por

Rejane Barragán Es

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O pecado não

o define

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Roteiro: Rompendo preconceitos e autocondenações

1 min • Quebra-gelo 0

Alguma ve você recebeu um rótulo engraçado ou não mas que lhe marcou de alguma orma? O que isso representou para você? z

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eflexão

Creia que sempre temos em Jesus o perdão total e purificação de todos os pecados e transgressões. H que se con essar e abandonar tais pr ticas sem se justificar por tê-las praticado.

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5 min • Louvor e adoração “Cantarei a lealdade e a justiça. A ti Senhor cantarei louvores!” Salmos 0 . ,

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35 min • em o de alavra T

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“Disse-lhe a mulher: Senhor d -me dessa

ua para que não mais tenha sede e não venha aqui tir -la.” João . 5

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Samaritanos e Judeus viviam conflitos sociais étnicos culturais e religiosos mesmo esperando pelo cumprimento da mesma palavra Messiânica. o entanto Jesus veio para des a er qualquer inimi ade entre humanos desejosos de uma nova vida sob Sua liderança e condução. esta conversa de Jesus com a Mulher Samaritana quero destacar algumas situações vivenciais que possivelmente refletem nossa própria história de vida.

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. o passado e em algumas situações no tempo presente a pr tica do pecado definia o car ter e nomeava a pessoa. Tirar gua no sol do meio-dia não era uma escolha para aquela mulher mas uma imposição social preconceituosa e discriminatória. Ela não poderia ser vista com outras mulheres da sociedade por conta da sua questionada reputação. Ela estava presa e adada a viver nesse enredo por toda sua vida caso não tivesse tido o encontro trans ormador com Jesus. Só Jesus poderia tra er nova identidade aquela mulher alívio a sua alma e só Jesus poderia reconstruir a história desta mulher. Só Jesus pode escrever uma nova biografia para a pessoa.

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2. O so rimento pelos erros das escolhas não são planos traçados. Certamente aquela mulher não havia planejado so rer na mão de homens abusadores que oprimem e afligem mulheres pelo pra er de vê-las sobre seu jugo. aquele tempo e contexto o desejo de constituir amília ter filhos e viver um casamento abençoado a ia parte dos sonhos de toda menina. o entanto algo aconteceu na primeira tentativa que perpetuou nas seguintes. Ela chegou a ter cinco relacionamentos desastrosos e o atual não pertencia – João . 8. Relacionamentos dis uncionais traum ticos vêm repletos de abusos tanto ísico como emocional espiritual intelectual e social. Muitas mulheres sentem-se presas a relacionamentos assim por ameaças e acusações que a impedem de gritar por socorro e buscar libertação.

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3. Jesus queria que a mulher descobrisse n’Ele a completude e sentido da vida – João . 0 . A mulher estava tão marcada pelas adversidades e dissabores da vida que não conseguia entender o que Jesus estava o erecendo para ela. A alegria e vida que a mulher buscava em outros pra eres e pessoas ela só encontraria em Jesus o único capa de saciar de uma ve por todas e para toda eternidade qualquer necessidade e anseio de sua alma va ia. Seus olhos espirituais só oram abertos quando Jesus lhe alou tudo o que havia eito – João .28 2 . H somente um poço onde se pode saciar e este poço é Jesus.

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. A Samaritana oi a primeira anunciadora do Salvador que Jesus enviou. Ela vai à cidade e prega para muitas pessoas que estavam em Samaria que o Cristo havia chegado e que tinha alado com ela coisas do seu coração. Uma grande lição que aprendemos no João .28-2 3 - 2 é que não importa nossa história de vida o que importa é o caminho que se toma após se encontrar com o Salvador. Esse oi o testemunho que ficou da mulher Samaritana na cidade. Muitas conversões ocorreram pelo testemunho dela.

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Com artil ando p

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01 Como você reagiria se ouvisse sobre a chegada de Jesus por uma mulher com a reputação da Samaritana? Por que esta seria sua reação?

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02 Houve algum tempo em tua vida que você so reu preconceito discriminação e condenação por algo que tivesses eito ou mesmo por tua história de vida? Qual o teu sentimento quanto a isso? Compartilhe com o grupo?

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03 Você aceitou o perdão de Jesus? J se perdoou pelas m s escolhas do passado? Hoje é o dia de avançar neste sentido afinal o pecado não nos define. )

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em o de orar

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Orem pela restauração dos corações com dificuldades para amar pecadores Agradeçam a oportunidade que Deus nos d para compartilhar da salvação á

Intercedam por pessoas que so rem preconceito e discriminação. f

crito por

Min. Ronilce Ferreira Es

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Roteiro: Rompendo preconceitos e autocondenações

Quebra-gelo Você j oi alvo de brincadeiras maldosas?J riram ou chamaram você de algum nome por exemplo: quem é á f

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ordinho oi chamado de baleia? (Deixe as crianças alarem).

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eflexão

Como você se sentiu? O que você e ? Isso ainda te deixa triste? f

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Louvor e adoração Cristo ama as criancinhas Andando com Cristo

em o de alavra

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João 4.1 a 43

A Bíblia nos ala sobre uma mulher da cidade de Samaria. Ela é conhecida como a mulher Samaritana. Os Judeus e os Samaritanos não se relacionavam bem. Assim como hoje vemos pessoas que torcem para times j viu isso? Ou pessoas que não gostam de povos de outros países ou estados? Ou ainda pessoas que ficam rindo porque alguém tem cor da pele di erente cabelo enrolado ou até se a pessoa é gordinha magrinha ou tem algum de eitinho no corpo? Então essa mulher Samaritana era rejeitada pelos judeus o povo de Israel e pior ainda ela era rejeitada pelo seu próprio povo. Mas sabe de uma coisa? Jesus estava perto de um poço de onde as pessoas tiravam gua. aquele tempo não era como hoje que a gente abre a torneira e sai gua ou vai ao mercado e compra gua em garrafinhas tinha que tirar gua do poço. Jesus não sabia que ela era da cidade de Samaria? Ou pior ser que Jesus não sabia que ela era uma pessoa que todos despre avam?

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Sim Jesus sabia de tudo isso. Mas Jesus nos ama assim como nós somos. Ele alou com ela e mais ainda Ele alou como ela poderia ter o perdão de seus pecados. Ela reconheceu que era pecadora se arrependeu e aceitou a Jesus em sua vida. Mais ainda ela oi alar com as pessoas que tratavam ela mal oi anunciar para todos. É assim que nós temos que agir. Se uma pessoa est rindo de nós devemos orar e perdoar essa pessoa por sua atitude errada. Deus nos ama Ele nos e assim como somos. ão devemos deixar que a atitude errada dos outros deixe nosso coração triste. ,

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em o de orar

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Ore pedindo que Deus tire a triste a do seu coração z

Ore para que Deus te dê amor pelas pessoas que estão te tratando mal Ore agradecendo a Deus por ter eito como você é e por te amar tanto. f

Atividade

03 e 04 de junho Uma experiência única de intimidade com Deus.

Increva-se! Local: IBB Campestre

Inscrições: ibb.org.br/cv-mulheres

In os: 08 0 (Bruna) f

41 991

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24 e 25 de junho Uma experiência única de intimidade com Deus.

Increva-se! Local: IBB Campestre

Inscrições: ibb.org.br/cv-homens

In os: 08 0 (Bruna) f

41 991

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FIQ E O DE U

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aiba ai obre nossos pró i o e e tos e participe! S m ss xm s v n

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Em março, mês das mul eres h

Começaremos o ano com uma campanha que lança lu sobre um tema sensível em nossa sociedade: a violência contra meninas e mulheres. Desenvolveremos ações de prevenção e intervenção nesta tem tica. z

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Congresso

Cada omem um guerreiro h

Increva-se

De 2 a 23 de abril na IBB Bacacheri. 1

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ratidão e ro ósito p

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Agradecemos a Deus pela doação dos 0 exemplares do livro "Curitiba de A a " da autoria de Alexandre Barros eves e ilustrações de Ingrid Osternack ambos reconhecidos pela qualidade dos seus trabalhos artísticos.

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O livro o qual apresenta de orma singular a bele a de Curitiba através de palavras e imagens j est na sua segunda edição e encontra-se disponível para compra em nossa livraria na IBB Bacacheri.

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A doação tem como propósito destinar os valores arrecadados para o pagamento das parcelas dos terrenos.

Livro do mês:

Família, o extra

ordinário lano

de Deus p

Adquira o seu na livraria IBB!


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