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Com mais de 40 anos de experiência no oferecimento de soluções integrais para tratamento de água, a Hidrobart se consolida como parceira estratégica em toda a América do Sul.
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Especial
Tub os de grandes diâmetros para saneamento
Os tubos de g randes diâmetros desempenham papel essencial nos sistemas de saneamento, permitindo o transpor te eficiente de elevados volumes de água e efluentes em redes urbanas e intermunicipais
A repor tagem especial traz a ofer ta dos principais fabricantes do setor
Serviço
Guia de válvulas e acessórios
O levantamento apresenta a ofer ta nacional de válvulas para regulagem de fluxo e pressão, além de outras aplicações, como termostática misturadora, amor tecedora de vibração e retenção universal O guia também informa os materiais (aço, alumínio, bronze e plástico) e inclui acessórios, como atuadores, gaxetas, terminais e visores
Gestão hídrica
Monitoramento inteligente de hidrômetros
O projeto de eficiência hídrica com IoT – Internet das Coisas e IA – Inteligência Ar tificial implantado na Sabesp prevê a instalação de hidrômetros com dispositivos de transmissão de dados em tempo real, permitindo a coleta contínua e atualizada do consumo de água, além de reduzir os custos operacionais e promover a sustentabilidade ambiental
Serviço
Guia de produtos químicos e biológicos para tratamento de água e efluentes
Que empresas no Brasil fornecem coagulantes para tratamento de água? E oxidantes para desinfecção? Como localizar esses fornecedores? O guia traz a ofer ta de cerca de 80 tipos de produtos químicos e biológ icos voltados para essas aplicações
Abastecimento
Análise do índice de perdas na distribuição de água potável
O ar tigo analisa a evolução dos indicadores de perdas na rede de distribuição e por ligação do sistema de abastecimento de água potável em uma cidade de médio por te em Minas Gerais ao longo dos últimos 10 anos e os compara com as metas estipuladas pela Por taria nº 490 O não cumprimento pode acarretar em perda de acesso a recursos públicos federais e financiamentos
Serviço
Guia de produtos para controle de odor em ETEs
As pressões para controlar a emissão de odores em estações de tratamento de efluentes crescem a cada dia e tendem a aumentar com a expansão do setor de saneamento O guia apresenta os fornecedores de soluções capazes de conter ou neutralizar os efeitos dos gases, além de sensores, software de monitoramento e prestadores de serviços

Tub os no centro do novo ciclo do saneamento

Aimplementação do marco legal do saneamento inaugura um novo ciclo para a infraestrutura de água e esgoto no Brasil, caracterizado por volumes inéditos de investimento e por maior previsibilidade regulatória As metas de universalização até 2033 99% de atendimento em água e 90% em esgoto exigem apor tes estimados entre R$ 700 bilhões e R$ 900 bilhões, combinando recursos públicos e privados, concessões e P P Ps - Parcerias Público-Privadas Esse movimento começa a se materializar em projetos concretos, com car teiras de obras sendo destravadas em diferentes reg iões do país, sobretudo em sistemas de esgotamento sanitário, adutoras, interceptores e emissários, onde o déficit histórico é mais evidente
Nesse contexto, o mercado de tubos assume papel estratég ico Como mostra a repor tagem especial desta edição, os fabricantes relatam não apenas o aumento da demanda, mas também uma mudança no per fil técnico das encomendas, com crescente par ticipação de g randes diâmetros, soluções de maior durabilidade e sistemas capazes de reduzir custos operacionais, prazos de implantação e, sobretudo, as perdas de água Segundo o estudo Perdas de Água 2025, divulgado pelo Instituto Trata Brasil em parceria com a GO Associados, o desperdício chega a 49,78% na reg ião Nor te e a 46,25% no Nordeste Os dados evidenciam a urgência de modernizar a infraestrutura para assegurar a estanqueidade das redes e reduzir vazamentos
Como observa um dos fornecedores entrevistados na repor tagem, há um volume relevante de projetos represados que tende a avançar com a consolidação das concessões e P P Ps, impulsionando de forma consistente a demanda por tubos A avaliação é compar tilhada por outros players do setor, que destacam a necessidade simultânea de expansão das redes e de substituição de infraestruturas antigas, muitas vezes já colapsadas
Esse ambiente também tem estimulado investimentos industriais, ampliação da capacidade produtiva e diversificação de por tfólios, materiais e soluções A lóg ica é clara: atender a um mercado que cresce não apenas em volume, mas também em exigência técnica e responsabilidade operacional Para o setor de tubos, o marco legal representa mais do que uma janela conjuntural de opor tunidades; trata-se de um horizonte estrutural de longo prazo, capaz de redefinir padrões tecnológ icos e de consolidar o saneamento como um dos principais vetores de desenvolvimento industrial e ambiental do país
Sandra Mogami – Editora sm@arandaeditora com br
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Notícias
Enfil cria nova ver tical de negócios para operação & manutenção
AEnfil Controle Ambiental, especializada em soluções de engenharia para tratamento de água, efluentes, reúso e controle de emissões atmosféricas, estruturou uma nova ver tical de negócios dedicada à prestação de serviços de Operação e Manutenção (O&M), ampliando sua atuação para além do modelo tradicional de engenharia, suprimentos e construção (EPC) A iniciativa integ ra a estratég ia de crescimento da companhia, que vem acelerando sua presença em diferentes mercados ambientais nos últimos anos
De acordo com a empresa, a atual car teira de projetos já equivale a cerca de quatro anos do faturamento de 2025, estimado em R$ 400 milhões, resultado impulsionado pela diversificação de mercados como saneamento, papel e celulose e óleo e gás, além de um crescimento de 50% no quadro de colaboradores nos últimos dois anos.
Segundo Diego Tarabini, diretor da Enfil, historicamente a empresa era contratada principalmente no modelo turnkey, incluindo engenharia, implantação e uma fase inicial de operação assistida “A gente opera, treina os operadores do cliente e faz a operação assistida, mas normalmente não continua depois disso”, explica Nos últimos anos, porém, alguns contratos passaram a incorporar períodos mais longos de supor te e manutenção “Em 2024, conseguimos fechar uma venda em que vamos fazer uma operação assistida durante dez anos, visitando o cliente e dando supor te contínuo à operação”, afirma
A decisão de estruturar a O&M como uma ver tical formal foi reforça-

da por experiências recentes, como a operação, por quatro anos, de uma planta de fornecimento de água ultrapura para a Petrobras no Sul do país e contratos com companhias de saneamento, nos quais a Enfil fornece a planta, realiza a operação inicial e permanece responsável por manutenções periódicas “Percebemos que havia uma demanda clara de clientes que não têm ETA ou ETE como especialidade e precisam de supor te técnico permanente”, diz Tarabini
A nova divisão é liderada por Diogo Taranto, gerente-geral da área de Operação e Manutenção de ETAs e ETEs Para ele, a ver tical complementa o por tfólio tradicional da Enfil e amplia o escopo de atuação junto aos mercados público e privado. “A ideia é estar mais próximo do cliente e assumir a responsabilidade técnica ambiental pelo projeto, pela construção e pela operação do ativo”, afirma Segundo Taranto, esse modelo ganha relevância em um ambiente regulatório rigoroso, no qual a leg islação ambiental impõe riscos significativos às empresas “Transferir essa responsabilidade para um especialista é um passo impor tante para muitas indústrias”, observa
A ver tical de O&M passa a atuar em diferentes modalidades contratuais, como BOT - Build, Operate and Transfer, BOO - Build, Own and Operate, locação de ativos com operação e contratos de operação e manutenção (OEM), que incluem terceirização de
mão de obra “Hoje, o cliente não quer apenas a obra entregue; ele quer per formance comprovada ao longo do tempo”, afirma Taranto
Segundo ele, esse modelo oferece previsibilidade orçamentária e permite que as empresas foquem em seu core business
No setor público, a Enfil identifica um movimento semelhante, impulsionado pelo novo marco legal do saneamento Licitações mais recentes já incorporam períodos de operação como critério de desempenho e remuneração “É uma forma de dar confor to adicional ao contratante, especialmente quando não há uma engenharia totalmente definida”, explica Taranto Outro eixo estratég ico da nova ver tical é o reúso de água, apontado como um mercado em expansão. A viabilidade desses projetos depende for temente das tarifas locais de água e esgoto, tornando o reúso especialmente atrativo em reg iões com custos elevados ou escassez hídrica “Além do aspecto econômico, o reúso está diretamente ligado às agendas de ESG e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, afirma Taranto A Enfil atua com reúso há mais de dez anos, com projetos relevantes em diversas áreas da indústria e iniciativas pioneiras no uso de membranas M B R em sistemas municipais
Com a consolidação da nova ver tical, a Enfil passa a estruturar contratos de longo prazo, alguns deles exig indo equipes numerosas e operação contínua A expectativa da companhia é que, nos próximos três a cinco anos, a operação e manutenção se tornem uma fonte relevante de receita recorrente, acompanhando a expansão dos investimentos públicos e privados em saneamento, reúso e gestão hídrica no Brasil
Enfil – Tel (11) 3076-2700
Site: https://enfil com br/
ETA Lago Norte em Brasília: tecnologia de ultrafiltração implantada pela Enfil
Aqua4D: tecnologia suíça para tratamento de água sem produtos químicos
AAqua4D, empresa de origem suíça, vem ampliando sua presença na América Latina com uma tecnolog ia de tratamento de água baseada na emissão de campos eletromagnéticos de baixa frequência, capaz de modificar fisicamente o compor tamento da água sem alterar sua composição química A solução tem sido aplicada sobretudo em irrigação e ambientes industriais e prediais, com foco na mitigação de incrustações, corrosão e formação de biofilmes em tubulações e equipamentos hidráulicos
Segundo José Tomás Gillet Infante, gerente comercial da Aqua4D Latam, o sistema atua de forma preventiva e corretiva “A tecnolog ia Aqua4D age diretamente na estrutura física da água, evitando a adesão de depósitos minerais e orgânicos e facilitando a remoção de incrustações já existentes, sem o uso de produtos químicos e com impacto operacional muito baixo”, afirma. O objetivo, segundo ele, é proteger ativos como trocadores de calor, caldeiras, chillers, redes prediais e sistemas industriais, reduzindo paradas para limpeza e prolongando a vida útil dos equipamentos

O princípio de funcionamento se baseia na aplicação contínua de sinais eletromagnéticos, ajustados conforme o caudal e as características da água. “Por meio de energ ia elétrica, a unidade de controle transforma essa energ ia em sinais de baixa frequência, estudados para promover uma modificação física da água A intensidade das ondas varia de acordo com o fluxo, garantindo a eficácia do tratamento”, explica Infante Na prática, isso altera a forma como a água interage com par tículas orgânicas e inorgânicas

Nos sistemas de tubulações, esse efeito tem impacto direto sobre biofilmes e corrosão “Ao hidratar as par tículas orgânicas, o tratamento impede que elas se fixem nas paredes das tubulações Além disso, o sistema remove biofilmes existentes e dificulta sua nova formação, o que também limita a proliferação de bactérias”, diz o executivo No caso de redes metálicas, a tecnolog ia pode ainda atuar de forma preventiva contra a corrosão, favorecendo a formação de uma camada de passivação no interior das tubulações
Os resultados tendem a ser observados em prazos relativamente curtos, de acordo com a aplicação Em redes com alto teor de carbonatos, por exemplo, a liberação g radual de incrustações pode ser percebida após cerca de duas semanas de operação contínua Já em sistemas de irrigação, a redução da cristalização de sais e o aumento da retenção de umidade no solo podem ser medidos nos primeiros ciclos.
Embora tenha histórico consolidado no setor ag rícola especialmente em irrigação localizada, onde contribui
para reduzir obstruções por carbonatos, ferro e matéria orgânica , a empresa identifica g rande potencial de crescimento nos segmentos industrial e predial no Brasil. “São ambientes que convivem com problemas recorrentes de incrustação, biofilme e corrosão, e que buscam soluções sem produtos químicos, de fácil instalação e baixa manutenção”, observa Infante O sistema Aqua4D é composto basicamente por uma unidade de controle e uma unidade de tratamento instaladas diretamente na rede de água Os principais componentes do conjunto incluem o módulo eletrônico de controle e o tubo de tratamento por onde passam as ondas eletromagnéticas responsáveis pelo efeito físico na água No mercado brasileiro, a estratég ia comercial da Aqua4D inclui uma parceria com a Markeplan, empresa sediada em São Paulo, que atuará na prospecção e no relacionamento com clientes locais “A escolha da Markeplan se deve ao profundo conhecimento do mercado brasileiro e à sua rede de contatos construída ao longo de mais de 20 anos ” , afirma o gerente comercial A engenharia de aplicação, definição técnica, fornecimento dos equipamentos e supor te especializado ficarão sob responsabilidade da Aqua4D Latam, com base no Chile, enquanto a representação local cuidará do desenvolvimento comercial da marca no país
Aqua4D/Markeplan – Tel (11) 94110-28 05
Site: https://www aqua4d com/pt/
O sistema é composto por uma unidade de controle e uma de tratamento instaladas diretamente na rede de água
Sistema baseado em campos eletromagnéticos traz de 20% a 30% de economia de água
Notícias
Controle de odores ganha
protagonismo no saneamento e na indústria
Aampliação da cober tura de saneamento no Brasil e a maior pressão de órgãos ambientais vêm colocando o controle de odores no centro da agenda de concessionárias, operadores de estações de tratamento de esgoto (ETEs), elevatórias e indústrias. Em áreas cada vez mais urbanizadas, emissões de gases como sulfeto de hidrogênio (H2S), cloro, amônia e compostos orgânicos voláteis deixam de ser um problema pontual e passam a exig ir soluções estruturadas, capazes de combinar monitoramento, contenção e neutralização
Nesse cenário, a Fluid Feeder, de São Paulo, oferece um por tfólio integ rado para controle de odores, que vai de sensores e instrumentos de medição até sistemas completos de lavagem e neutralização de gases Segundo Francisco Carlos Oliver, CEO da empresa, a proposta é entregar o pacote completo. “Fazemos desde o projeto até a fabri-
cação, instalação, par tida e treinamento Não é só o equipamento, é a solução funcionando no campo ” , afirma.

Lavador de gases da Fluid Feeder
Um dos pilares dessa estratég ia são os sistemas de monitoramento contínuo, que utilizam sensores conhecidos como “narizes eletrônicos” Esses dispositivos identificam a presença de gases indesejados e, ao ultrapassar limites previamente definidos, acionam automaticamente sistemas de exaustão e tratamento “O sensor monitora o ambiente em tempo real e dispara a exaustão para evitar que o gás se espalhe e cause incômodo ou risco”, explica Oliver
A etapa seguinte é a neutralização propriamente dita, realizada por meio dos lavadores de gases, também conhecidos como scrubbers No caso dos lavadores úmidos, o gás contaminado passa por uma torre onde entra em contato com uma solução neutralizante em circuito fechado, impedindo sua liberação na atmosfera Já os sistemas secos utilizam mídias de carvão ativado, com aditivos específicos
conforme o tipo de gás, capazes de reter e neutralizar os compostos odoríferos sem o uso de líquidos “A escolha entre lavador úmido ou seco depende da vazão, do tipo de gás e do por te do processo Em g randes vazões, como em sistemas com cloro, o úmido tende a ser mais econômico Em aplicações menores e multigases, o carvão costuma ser mais viável”, detalha.
Em ETEs e elevatórias de esgoto, os desafios variam conforme o ponto do processo Áreas como g radeamentos e casas de bombas podem ser confinadas com maior facilidade, enquanto estruturas aber tas ou de g rande por te, como reatores UASB, exigem projetos específicos de direcionamento de ventilação e barreiras físicas
Fundada em 1997 e atuando como indústria desde 2001, a Fluid Feeder reg istra crescimento constante Em 2025, o faturamento avançou 25%, impulsionado principalmente por projetos de dosagem de cloro e

controle de odores A empresa mantém parcerias internacionais consolidadas, como com o g rupo Badger Meter, que reúne marcas voltadas à medição de vazão, qualidade da água e gases, tecnolog ias que também integ ram as soluções de controle de odores
Fluid Feeder – Tel. (11) 2302-7520
Site: https://www fluidfeeder com br/
Tecnologia integrada for talece expansão da Alphatek no saneamento
AAlphatek Engenharia vem se consolidando no saneamento brasileiro ao reunir, em uma única estrutura, desenvolvimento tecnológ ico, fabricação nacional, integ ração de sis-
temas e entrega de soluções prontas para uso Em um momento em que o marco legal acelera investimentos e impõe prazos mais cur tos, enquanto o setor convive com escassez de mão de obra qualificada, a capacidade da empresa de oferecer equipamentos plug & play, com automação embarcada e operação totalmente remota, tornou-se um diferencial estratég ico para concessionárias públicas e privadas
Com mais de 45 anos de atuação internacional e 13 anos de presença direta no Brasil, a Alphatek adota um modelo de fornecimento abrangente, no qual assume desde o fornecimento de sensores, painéis e instrumentação até a automação avançada e o comissionamento final, entregando sistemas que já chegam ao cliente
prontos para operar, sem depender de integ rações externas ou ajustes de campo complexos
Segundo João Costal, CEO da companhia, o saneamento vive hoje um cenário de for te pressão por produtividade, e isso tem impulsionado a demanda por soluções completas Ele explica que, ao contrário do modelo tradicional, em que diferentes fornecedores cuidam de painéis, bombas, automação, obras civis e telemetria, a Alphatek entrega o pacote inteiro, funcionando e já parametrizado, o que reduz riscos, tempo de implantação e necessidade de equipes especializadas Essa abordagem tem impulsionado o crescimento da empresa, especialmente entre concessionárias privadas, que operam sob contratos desafiadores e metas ríg idas de universalização.


Um dos exemplos mais emblemáticos desse conceito são os boosters compactos de água, unidades autônomas projetadas para atender reg iões altas, áreas com baixa pressão, zonas sazonais e reforços emergenciais em redes de abastecimento O equipamento, fornecido em módulo antivandalismo com proteção elétrica integ rada, utiliza algoritmos avançados de controle para ajustar a pressão conforme horário, consumo e demanda real, evitando sobrepressurizações, reduzindo perdas e prolongando a vida útil da rede A solução se tornou especialmente impor tante em cidades com topog rafia acentuada e alta oscilação de demanda, como o Rio de Janeiro, que adquiriu mais de 80 unidades recentemente, além de aplicações em reg iões litorâneas, eventos temporários e operações emergenciais durante obras em adutoras

João Costal, da Alphatek: equipamentos plug & play, com automação embarcada e operação remota
Aracaju A empresa traz para o Brasil a experiência acumulada pelo g rupo por tuguês que a orig inou, com atuação em saneamento, indústria, óleo e gás e projetos internacionais em países lusófonos e europeus
Alphatek – Tel (19) 3324-9 032
Site: https://www.alphatek.com.br/
Mérieux
NutriSciences realiza anualmente mais de 6 milhões de análises ambientais
EAlém dos produtos próprios, a Alphatek também atua como “EPCista” - Eng ineering, Procurement and Construction, integ rando obras de saneamento com engenharia, automação e fornecimento de sistemas completos Costal explica que esse tipo de atuação se tornou essencial porque o mercado não aceita mais fragmentação de responsabilidade. “O tempo é cur to, os prazos de universalização são ag ressivos e as concessionárias esperam soluções testadas e consolidadas, capazes de entrar em operação sem longos períodos de ajuste”, afirma
Para atender a esse crescimento, a Alphatek expandiu recentemente sua fábrica de Sumaré, SP, que agora soma 4500 m² distribuídos em três galpões, além da unidade em Maceió e da implantação de novas bases operacionais em For taleza, Macapá, Vitória e
m meio ao endurecimento das exigências da Por taria 888 e à ampliação da fiscalização da qualidade da água no Brasil, a Mérieux NutriSciences, com matriz em Piracicaba, SP, realiza mais de 6 milhões de análises ambientais por ano, apoiando empresas e operadores no cumprimento das normas de potabilidade e segurança sanitária
Com mais de 30 anos de atuação no Brasil a companhia, de origem francesa e par te do Institut Mérieux, está presente em 14 unidades no mercado nacional e conta com mais de 1000 colaboradores, oferecendo serviços analíticos em alimentos, água e meio ambiente, ag roquímicos, fármacos, saneantes e cosméticos majoritariamente para o setor privado
“A empresa teve início na década de 90, fundada por dois professores da U SP – Universidade de São Paulo. Em 2012, foi adquirida pelo atual g rupo francês cuja missão é auxiliar na melhoria contínua da saúde pública”, afirma Valéria Castilho, gerente nacional de operações e ESG – Envi-
ronmental, Social and Governance da Mérieux NutriSciences Brasil
Mensalmente, a companhia chega a produzir cerca de 32 mil relatórios, cada um contendo por volta de 10 análises. O por tfólio inclui 1200 tipos de testes físico-químicos, microbiológ icos, toxicológ icos e ecotoxicológ icos
No depar tamento de água, são realizados testes químicos para determinar a presença de contaminantes, incluindo metais pesados, compostos orgânicos voláteis, entre outros. A verificação da qualidade de cada tipo de água (residuária, potável e de processo) é realizada para garantir o atendimento às leg islações vigentes “Os processos que envolvem a análise são ambientalmente sustentáveis Também realizamos treinamentos e palestras em escolas para formar pessoas para que
possam, um dia, vir a trabalhar com saneamento”, pontua Valéria
As análises de água são realizadas com base na Por taria 888/2021, que define os parâmetros de potabilidade no Brasil e tornam obrigatórios testes de controle e vig ilância para garantir a segurança do consumo, abrangendo parâmetros físico-químicos e microbiológ icos (como E coli, Cryptosporidium), exig indo planos de amostragem detalhados, responsabilidade técnica e comunica-

ção de não conformidades para proteger a saúde pública “Alguns testes, chamados de parâmetros de campo, podem ser feitos in loco, porém outros, mais sofisticados e que dependem de um limite de quantificação, são realizados no nosso laboratório, em equipamentos como o cromatóg rafo”, finaliza a gerente de operações
Mérieux NutriSciences – Tel (19) 3417-4700
Site: www merieuxnutrisciences com/br/

Valéria Castilho, da Mérieux NutriSciences Brasil: análises de água com base na Portaria 888/2021


Tubos de grandes diâmetros para saneamento

Os tub os de grandes diâmetros desempenham papel essencial nos sistemas de saneamento, permitindo o transpor te eficiente de elevados volumes de água e efluentes em redes urbanas e intermunicipais.
O avanço tecnológico e novos materiais vêm ampliando a durabilidade e reduzindo perdas, como mostra a repor tagem a seguir, que traz a ofer ta dos principais fabricantes do setor.
Ameta de universalização dos serviços de água e esgoto até 2033 implica um volume expressivo de investimentos em infraestrutura Estimativas do governo federal, do B N DES e de entidades setoriais indicam a necessidade de apor tes totais entre R$ 700 bilhões e R$ 900 bilhões ao longo do período.
Esse ciclo de investimentos tem impacto direto e estrutural sobre o mercado de tubos de água e esgoto, uma vez que a maior par te dos recursos se destina à implantação e expansão de redes de distribuição, adutoras, interceptores e coletores, além da substituição de tubulações antigas A seguir, apresentamos a ofer ta de tubos de g randes diâmetros (DN acima de 300 mm) no Brasil
e estrutural, característica fundamental para redes de esgoto sujeitas à ação de gases e ácidos gerados pelo próprio efluente A linha SaniPro atende diâmetros nominais entre DN 200 e DN 1500, enquanto a SaniPro ISO cobre a faixa de DN 200 a DN 1200 Os produtos estão em conformidade com normas técnicas como AB NT N B R I SO 21138 (par tes 1 e 3), ASTM F2947 e NTS 198 da Sabesp
Do ponto de vista construtivo, os tubos utilizam sistema de junta ponta-bolsa com duplo anel elastomérico e cinta cerâmica, solução que garante vedação confiável e reduz riscos de infiltrações e exfiltrações ao longo da operação Segundo Eduardo Reis, diretor de Engenharia e Marketing da ADS Tig re, a proposta é entregar soluções que combinem desempenho técnico e
ADS Tigre
A ADS Tig re fornece as linhas SaniPro e SaniPro ISO, ambas compostas por tubos corrugados em P EAD - Polietileno de Alta Densidade voltados a aplicações não pressurizadas
O material é reconhecido pela elevada resistência química, mecânica

Sandra Mogami, da Redação da Hydro
Eduardo Reis, da ADS Tig re: tubos de P EAD até DN 1500
praticidade em campo “A leveza dos tubos corrugados em P EAD, aliada à elevada resistência estrutural, gera ganhos significativos de produtividade na obra, com redução de custos logísticos e facilidade de instalação, mesmo em g randes diâmetros”, afirma
A eficiência hidráulica também se destaca como um diferencial, favorecida pela super fície interna lisa, que contribui para melhores condições de escoamento e menor perda de carga ao longo da vida útil do sistema “Além disso, os tubos não sofrem corrosão, fator que amplia sua durabilidade quando comparados a materiais tradicionais”, diz As linhas estão disponíveis inclusive na cor ocre, atendendo a requisitos específicos de concessionárias e mercados reg ionais
Em 2025, a unidade de Rio Claro, SP, dobrou sua capacidade produtiva
Esse avanço integ ra uma estratég ia de investimentos em processos industriais alinhados às normas mais rigorosas do mercado, como AB NT, ASTM, DN IT e NTS
Site: https://www adstigre com/brasil/
AG R U
A base tecnológ ica da AGR U está nos tubos de parede maciça em polietileno de alta densidade P E 100 e P E 100-RC, materiais que, segundo a companhia, combinam elevada durabilidade, resistência química e flexibilidade de instalação
De acordo com Markus Ebster, diretor de Desenvolvimento de Negócios Globais e Contas Estratég icas da AGR U, a linha destinada a saneamento cobre desde aplicações convencionais até projetos classificados como XXL “Nosso por tfólio para água potável, água bruta e esgoto vai de diâmetros externos a par tir de cerca de 20 até 3500 mm ” , afirma. Os tubos são produ-
zidos conforme as normas EN 12201 e I SO 4427, em classes que variam aproximadamente de SDR 41 até SDR 7,4, permitindo desde aplicações por g ravidade até linhas de recalque de alta pressão
As soluções incluem soldagem por termofusão de topo para todos os diâmetros, luvas por eletrofusão, além de conexões flangeadas para integ ração com válvulas e equipamentos
Um dos principais diferenciais técnicos apontados pela AGR U é o uso do P E 100-RC, material desenvolvido para maior resistência ao crescimento lento de fissuras e a cargas pontuais “Essas características são fundamentais em tubulações enterradas, especialmente em instalações sem berço de areia ou em métodos não destrutivos”, explica Ebster Ele ressalta que, diferentemente de materiais metálicos, os tubos em P E não sofrem corrosão, não são afetados por correntes elétricas dispersas nem por corrosão microbiológ ica, o que contribui para uma vida útil que pode variar de 50 a mais de 100 anos, desde que respeitados os critérios de dimensionamento e instalação
A AGR U opera linhas de extrusão de alta capacidade na Áustria e uma planta específica para tubos XXL em Charleston, nos Estados Unidos.
Nos últimos anos, a companhia intensificou investimentos para ampliar e modernizar sua estrutura produtiva Em Charleston, a planta foi concebida com acesso direto a um rio, permitindo a extrusão dos tubos diretamente na água e o reboque marítimo de trechos contínuos com até cerca de 610 metros.
Segundo Daniel Nogueira, country manager da AGR U, o cenário é de crescimento sustentado no Brasil Embora a produção de tubos de g rande diâmetro esteja concentrada fora do país, o executivo destaca a logística como um diferencial estratég ico. “A possibilidade

Tubos de P E 100-RC da AGR U: resistência ao crescimento lento de fissuras e a cargas pontuais
de extrudar tubos longos diretamente na água, como ocorre na unidade dos Estados Unidos, facilita o transpor te marítimo e o atendimento de projetos litorâneos de g rande escala, como emissários submarinos Vemos o Brasil como um mercado em franco desenvolvimento, onde sistemas de P E 100-RC tendem a ganhar espaço pela flexibilidade de instalação e pela longevidade dos ativos ”
Site: www agru com br
Amanco Wavin
As principais linhas de tubos para saneamento da Amanco Wavin são a Novafort G D, para obras de drenagem pluvial e esgoto sanitário por g ravidade em g randes diâmetros; e a PVC- O Biax, tecnolog ia de biorientação molecular aplicada em sistemas pressurizados, como adutoras de água potável, água bruta, irrigação e sistemas de recalque de esgoto
A linha Novafort G D, fabricada em PVC-U, apresenta estrutura de parede dupla – interna lisa e externa corrugada, para alta resistência mecânica Disponível de 300 a 1000 mm, com comprimento útil de 6 metros e sistema de simples encaixe por ponta e bolsa com anel de borracha, oferece classe de rig idez SN 4, garantindo desempenho seguro em profundidades variadas de instalação O sistema inclui junta elástica com anel de vedação em borracha nitrílica, que assegura estanqueidade e proteção contra
Especial

Tubos Novafor t GD, da Amanco Wavin, para obras de drenagem pluvial e esgoto sanitário por g ravidade
infiltrações e exfiltrações A solução também proporciona menores volumes de escavação quando comparada às opções tradicionais de g randes diâmetros, devido à parede interna lisa Seu dimensionamento estrutural, baseado na AB NT N B R I SO 21138-3, garante intercambiabilidade com tubos da mesma norma e confiabilidade para projetos robustos
A linha PVC- O Bia x, desenvolvida de acordo com a AB NT N B R 15750, está disponível de DN 100 a DN 400 “Trata-se de uma solução que entrega robustez, segurança e relação custo/ benefício para obras de diferentes padrões e complexidades, incluindo adução de água bruta e potável e sistemas de recalque de esgoto”, diz Ricardo Faulin, gerente de Produtos da Amanco Wavin para Brasil e Argentina
Segundo ele, g raças aos diâmetros internos otimizados – uma característica própria da biorientação molecular –, o tubo oferece desempenho hidráulico superior e alta eficiência energética
Segundo o gerente, a Amanco Wavin vem ampliando e modernizando sua capacidade produtiva por meio de investimentos contínuos, que somam cerca de R$ 198 milhões nos últimos anos, incluindo a aquisição de novos equipamentos e a otimização de processos e métodos de fabricação Em 2025, esse movimento ganhou força com o investimento
global de U S$ 92 milhões anunciado pelo g rupo Orbia, do qual a companhia faz parte, para a unidade de negócios de Construção e Infraestrutura, segmento que inclui a Amanco Wavin Os apor tes serão direcionados principalmente às unidades de Sumaré, SP, e Suape, P E, com foco na expansão da linha de tubos Bia x A previsão é de um aumento de 47% na capacidade produtiva dessas fábricas, além de um incremento superior a 470 toneladas na produção a par tir da implementação de novo maquinário holandês e italiano
Site: https://wavin.com/br
Asperbras
Com 40 anos de atuação, a Asperbras conta com seis unidades fabris que processam mais de 60 mil toneladas de produtos em PVC e P EAD por ano. As fábricas, localizadas em Penápolis, SP, Macaíba, R N, e Simões Filho, BA, geram mais de 500 empregos diretos e cerca de 1,5 mil indiretos
Nos tubos de PVC, os diâmetros variam de DN 15 a DN 500 Já em P EAD, vão de DE 20 a DE 630 “Cerca de 50% da nossa capacidade produtiva é direcionada para tubos de g randes diâmetros, acima de 300 mm ” , afirma Thiago Rosa, gerente nacional de Vendas da Asperbras
Segundo ele, as principais diferenças técnicas entre PVC e P EAD estão na flexibilidade do material e na forma de instalação. O P EAD oferece maior versatilidade para atender diferentes classes de pressão Os tubos de PVC possuem metragem útil de 6 metros, enquanto os tubos de P EAD, nos g randes diâmetros, podem ser fornecidos em barras de 6 ou 12 metros

Esta última opção é mais vantajosa em g randes projetos, pois reduz o número e o custo das soldas
“Estamos presentes em diversas obras pelo Brasil Nossas seis fábricas garantem ampla cober tura em todo o território nacional”, destaca. Entre os fornecimentos, está a par ticipação nas obras do Integ ra Tietê, em São Paulo
Site: www asperbrastub oseconexoes com br/
Corr Plastik
A Corr Plastik atua no fornecimento de tubos técnicos de PVC e P EAD para projetos de infraestrutura em diferentes segmentos, com aplicações em saneamento, irrigação, edificações, mineração, gás e drenagem O por tfólio da empresa contempla tubos de PVC de 20 a 600 mm e de P EAD de 20 a 1500 mm, com classes de pressão que chegam a 2 M Pa
Segundo Rafael Correa, superintendente comercial e de marketing da empresa, os materiais atendem a demandas distintas de engenharia “Os tubos de PVC são leves, resistentes e
Linha de produção de tubos de P EAD na Asperbras






















Especial

indicados para projetos que exigem elevada resistência a produtos químicos e longa vida útil, o que contribui para a redução dos custos de manutenção”, afirma Já os tubos de P EAD, de acordo com o executivo, são utilizados principalmente em sistemas de abastecimento e drenagem, “pela alta resistência à corrosão e bom desempenho em longas distâncias e em condições adversas”.
A empresa destaca que tanto o PVC quanto o P EAD podem ser empregados em obras de infraestrutura, cabendo ao projetista definir a solução mais adequada conforme as características do terreno e as exigências operacionais. “A escolha do tipo de tubo
depende essencialmente das condições do projeto e do ambiente onde será instalado”, explica Correa Nos últimos anos, a Corr Plastik tem direcionado investimentos à modernização e ampliação de suas plantas industriais As unidades fabris estão localizadas em Cabreúva, SP, e Marechal Deodoro, AL, estratég ia que, segundo a empresa, amplia a capilaridade logística no atendimento ao mercado nacional.

a 3,2 M Pa e rig idez anular entre 2500 e 10 000 N/m²
Site: https://corrplastik.com.br/
Joplas
A Joplas tem concentrado seus esforços no atendimento às demandas do saneamento por meio da Joplas Industrial, unidade do g rupo dedicada à fabricação de tubos e conexões em P R F V - Poliéster Reforçado com Fibra de Vidro para sistemas de água e esgoto A empresa oferece uma linha completa de produtos para g randes diâmetros, entre DN 100 e DN 2600, atendendo classes de pressão de 0,2
Além dos tubos, o por tfólio inclui conexões como curvas, tês, flanges, luvas de correr e peças especiais desenvolvidas sob medida. “Fornecemos todo o conjunto de conexões necessárias para adutoras e redes de esgoto”, afirma Sales Netto, gerente comercial da companhia
Os tubos em P R F V da Joplas são fabricados conforme a N B R 15 536 e oferecem durabilidade, resistência química e imunidade à corrosão, características relevantes para sistemas enterrados e expostos a diferentes condições operacionais A vida útil mínima projetada é de 50 anos, aliada a um peso reduzido em comparação aos tubos metálicos “Mesmo a norma exig indo ensaios hidrostáticos por amos-

Planta industrial da Corr Plastik em Cabreúva, SP
Linha de fabricação de tubos e conexões em P R F V da Joplas para sistemas de água e esgoto
tragem, realizamos testes hidrostáticos em 100% dos tubos, como forma de reforçar a confiabilidade e a segurança operacional”, destaca Netto
Atualmente, a Joplas dispõe de capacidade mensal de produção de aproximadamente 14,4 km de tubos de g randes diâmetros. A empresa vem investindo na ampliação e modernização de suas unidades, com a operação de duas máquinas dedicadas exclusivamente à produção de tubos em P R F V
A Joplas Industrial está localizada no polo industrial de Marechal Deodoro, AL, onde atua desde 2002 na fabricação de tubos e conexões em P R F V Complementam a estrutura a Inter fibra, em Joinville, SC, e a Joplas Sudeste, em Charqueada, SP
Site: www joplas com br
Kanaflex
A Kanaflex, com fábricas em Embu das Ar tes, SP, e Maracanaú, CE, produz tubos de P EAD de parede lisa ou estruturada e corrugados Os tubos lisos são chamados Kanalisos e atendem à demanda das redes pressurizadas de água

Eduardo Ber tella, da Kanaflex, no tubo de P EAD
e esgoto, fornecidos com diâmetros 20 a 630 mm, P N 3,2 a 25 kg f/cm² Os tubos corrugados são aplicados em redes com conduto livre, por g ravidade, com 110 a 1200 mm a linha Kanasan é oferecida nos diâmetros 110 e 160 mm e as linhas K NTS Drain e K NTS Super com 250 a 1200 mm.
Já os tubos de parede estruturada Kanaweholite são fabricados nos diâmetros 800 a 3000 mm, aplicados nas redes de água e esgoto como conduto livre ou baixa pressão
“Os tubos de P EAD são reconhecidamente muito resistentes ao ataque químico, deg radação, sedimentação e esforços mecânicos Com durabilidade maior que 50 anos, são muito fáceis de instalar em comparação com outras tecnolog ias no mercado A leveza se traduz também em segurança no manuseio, podendo reduzir

Especial
o tempo de obra em até oito vezes ” , diz Eduardo Ber tella, gerente de Marketing da Kanaflex.
Segundo ele, a empresa receberá no início de 2026 mais maquinário para produção de tubos de P EAD corrugados da linha K NTS, que aumentará a capacidade de fornecimento acima de 100% dos diâmetros de 200 a 600 mm
Site: https://www.kanaflex.com.br/
PAM Saint- Gobain
A PAM Saint- Gobain oferece uma linha de tubos e conexões em ferro fundido dúctil do DN 80 ao DN 2200, em conformidade com a AB NT N B R 7675 e N B R 15420. As linhas de produtos são divididas em aplicação de água, com revestimentos adequados ao contato com água bruta ou tratada, e esgoto, com revestimentos adequados a maior ag ressividade química e abrasiva desse efluente Ambas as linhas contam com conexões nos mesmos intervalos de diâmetros, tanto com juntas elásticas quanto flangeadas, incluindo curvas, tês, extremidades, luvas e reduções
Segundo Pedro Taves, diretor comercial e marketing da empresa, a elevada resistência à tração do ferro fundido dúctil (420 M Pa) torna os tubos da PAM Saint- Gobain conhecidos mundialmente pela longevidade, projetada para exceder os 100 anos de operação com segurança Outras vantagens incluem o não envelhecimento do material e o desempenho anticorrosivo do revestimento externo de zinco metálico (200 g/m²), que forma uma proteção galvânica Por outro lado, o revestimento interno em argamassa centrifugada protege o metal por passivação
Os tubos de ferro fundido dúctil são considerados semirríg idos quanto à deformação diametral, o que lhes

garante mais resistência a carregamentos externos (altura de recobrimento ou cargas rodantes), aliado a recomposições de valas mais simplificadas utilizando o próprio material escavado Dessa forma, oferecem elevada resistência a sobrepressões e subpressões (vácuo) sem ruptura, colapso ou aspiração de lençol freático pelas juntas “Devido ao sistema ponta e bolsa com junta elástica automática, a montagem se dá de forma mais fácil, ág il e com mão de obra menos qualificada que os materiais com juntas soldadas”, afirma o diretor. A deflexão angular admissível em cada junta possibilita a execução de curvas de raio longo, que eliminam conexões e blocos de ancoragem, diminuindo também a perda de carga concentrada e facilitando a acomodação em movimentação de solo
Site: www sgpam com br
Petrofisa
A Petrofisa atua no fornecimento de tubos e conexões em P R F VPlástico Reforçado com Fibra de Vidro voltados a projetos de saneamento que demandam g randes diâmetros e elevada resistência mecânica e química O por tfólio contempla tubos com comprimentos de 6 e 12 metros, diâmetros nominais entre 150 e 1800 mm e classes de pressão que variam de 6 a 32 kg/cm²
Além dos tubos, a empresa fornece um conjunto amplo de conexões e acessórios, incluindo curvas de 11° a 90°, tês, tês de redução, ampliações, reduções, extremidades flangeadas, carretéis, tubos com aba de vedação para ancoragem em concreto e tubos de reparo De acordo com o gerente comercial André Truppel Vernizi, essa variedade permite adaptar as soluções às diferentes configurações de obras de água e esgoto, tanto em adutoras quanto em sistemas de coleta e tratamento
Localizada em Mandirituba, reg ião metropolitana de Curitiba, P R, a estrutura industrial conta atualmente com três linhas de produção Duas delas são destinadas à fabricação de tubos de 6 metros, com diâmetros entre 150 e 600 mm, somando capacidade instalada de cerca de 18 mil metros por mês A terceira linha produz tubos de 12 metros, com diâmetros de 600 a 1800 mm, e capacidade aproximada de 7 mil metros mensais “Todas as linhas são automatizadas com sistemas CNC, o que garante qualidade dimensional e precisão ao produto final”, explica o gerente comercial
Nos últimos anos, a empresa tem realizado investimentos contínuos para modernizar o parque fabril e acompanhar a expansão do mercado de saneamento Em 2023, foi feita uma

Tubos de g rande diâmetro da PAM Saint- Gobain Foto: Arquivo PAM
Tubos de g rande diâmetro em P R F V produzidos pela Petrofisa, com diâmetros de até 1800 mm




Especial
readequação completa do layout produtivo No ano seguinte, houve aprimoramento do controle numérico das máquinas de enrolamento e retífica de tubos Já em 2025, a Petrofisa investiu em novas bombas injetoras de resina, com maior controle e precisão do processo. “Os investimentos continuam em 2026, com foco em ampliar ainda mais o nível de automação da fabricação”, destaca Vernizi
O novo marco legal do saneamento tende a impulsionar a demanda por tubos de g rande diâmetro nos próximos anos. Segundo ele, nesse cenário, os tubos em P R F V ganham espaço por combinarem fabricação em g randes diâmetros e pressões, elevada resistência química e ausência de corrosão “Além disso, par te da resina utilizada na fabricação tem origem na reciclagem de garrafas P ET, o que reforça o aspecto ambiental dessas soluções”, conclui
Site: https://petrofisa com br/
SteelMast
A SteelMast vem ampliando sua atuação no mercado brasileiro de sa-

neamento com foco no fornecimento de tubos de aço helicoidais de g rande diâmetro, destinados principalmente a adutoras e sistemas de esgoto Segundo o presidente e CEO da empresa, Frank Bollmann, a companhia produz tubos com diâmetros que variam de 406,4 a 2032 mm (16” a 80”), utilizando materiais como ASTM A36, ASTM A1018 do g rau 36 ao g rau 50, além de outros aços especificados conforme o projeto
Os produtos atendem classes de pressão que vão do P N 10 ao P N 100 e contam com diferentes sistemas de juntas, incluindo juntas flangeadas, butt-strap e a junta ponta e bolsa SteelConnect, desenvolvida pela própria engenharia da empresa “Esse sistema, conhecido como lap joint, é uma inovação no Brasil e permite maior rapidez e
redução de custos na montagem em campo, facilitando o acoplamento e a soldagem”, afirma Bollmann
A SteelMast também fornece peças especiais como tês, curvas, reduções, derivações e demais acessórios necessários para obras de saneamento
Entre os diferenciais técnicos, o executivo destaca a nova linha automatizada de revestimento interno e externo por pintura líquida, com aplicação de epóxi ou poliuretano “Trata-se de um equipamento moderno que garante qualidade no revestimento e atende normas como AW WA C200 e C210, N B R 9797 e NTS 285 da Sabesp”, diz Segundo ele, essa tecnolog ia contribui para a durabilidade, resistência química e vida útil dos tubos.
A capacidade produtiva instalada da SteelMast é de aproximadamente 5 mil toneladas por mês A empresa opera duas unidades fabris em Santa Catarina: uma em São Bento do Sul, dedicada à formação de tubos helicoidais de g rande diâmetro, e outra em Rio

Tubo de aço helicoidal da SteelMast, com revestimento interno e externo aplicado em linha automatizada
Neg rinho, especializada em revestimentos Nesta última, além do jateamento e da pintura líquida automatizada, há linhas de pintura eletrostática a pó e de revestimento tripla camada em polietileno “Estamos investindo também em um processo inovador de galvanização a fogo, com lançamento previsto para 2026”, acrescenta Bollmann
Site: https://steelmast com br/
Superlit/Sancotec
A Sancotec, com sede em Florianópolis, SC, representa a fabricante turca Superlit, especializada em tubos e conexões de P R F V - plástico reforçado com fibra de vidro Com mais de 60 anos de atuação, a Superlit fornece soluções para saneamento, irrigação, energ ia, aplicações industriais e proje-
tos de g rande por te em diversos continentes
Segundo Rober to Fukumaru, diretor da Sancotec, a Superlit é a única

fabricante turca que domina três tecnolog ias de produção: enrolamento filamentar contínuo, fundição centrífuga e enrolamento filamentar helicoidal Seus tubos, produzidos em fábricas em Düzce e Malatya, atendem a normas internacionais como EN, I SO, ASTM e AW WA, com diâmetros de DN 50 mm a DN 4000 mm, classes de rig idez de 2500 a 10 000 N/m² e resistência à pressão entre 1 e 32 bar (até 40 bar em projetos especiais)
A expectativa é de que, nos próximos dois anos, a Superlit avance nos estudos para instalação de uma fábrica no Brasil. “Estamos otimistas, porque a empresa tem qualidade reconhecida e pode ser competitiva mesmo com o custo do frete marítimo”, conclui Fukumaru
Site: https://sancotectank com/

Instalação de tubos de P R F V da Superlit para condução de água


Guia de válvulas e acessórios
O levantamento apresenta a ofer ta nacional de válvulas para regulagem de fluxo e pressão, além de outras aplicações, como termostática misturadora, amor tecedora de vibração e retenção universal. O guia também informa os materiais (aço, alumínio, bronze e plástico) e inclui acessórios, como atuadores, gaxetas, terminais e visores.

Empresa/ Telefone/ E-mail Ma teriais das válvulas Tipo de união
(11) 91014-1818
vendas@aerodinamica com
0800 701 8770 atendimento comercial@wavin com
(11) 98296-9913 contato@aquamecbrasil com br
(11) 99880-0631 atendimento@aquaplastic com
(11) 4524-9950 marketing@az-armaturen com br
(21) 99888-8346 cvillela@br valvulas com
(11) 3074-1199 bermad br@bermad com
(11) 97797-6000 brsan@brsan com br
(54) 2123-1000 cadval@cadval com br
(31) 2565-2005 comercial@casadasvalvulasmg.com.br
(34) 99152-1615 complastec@complastec com br
(19) 98396-7130 vendas@ecovalnet com
(11) 98326-9480 emac valvulas@hotmail com
(19) 99339-6533 vendas@engeval ind br
(11) 95135-0556 vendas@escotech com br
Regula gem ou controle de fluxo
Retenção
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(11) 99173-9272 contato@flutrol com br
(27) 2121-8300 marketing@fortlev com br
(41) 3382-2425 comercial@gemue com br
(19) 99813-8383 hidro@hidroambiental com br
(12) 98229-2497 marcos gomes@hydrostec com br
(15) 3266-2000 vendas@ibv ind br
(11) 99903-3939 vendas@inatec com br
(11) 99681-4173 vendas@invel ind br
(11) 97604-9277 vendasvalvulas@dulong com br
(54) 3441-8900 vendas@mga com br
(42) 3522-6146 montagnoli@montagnoli ind br
(11) 99585-3828 comercial@mult-hidro com br
(11) 99178-7011 vendas@niagara com br
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(47) 3703-1868 segurimax@segurimax.com.br
(11) 5080-8888 comercial@tecflux com br
(16) 99707-5610 comercial@tauana.com.br
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(11) 99134-7977 contato@unikap com br
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(11) 91082-9786 comercial@valmec com br
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Ma teriais das válvulas Tipo de união
Regula gem ou
Empresa/ Telefone/ E-mail
Controle de pressão
Outros tipos de válvulas
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A s s e n t o i n c l i n a d o
P n e u m á t i c o d e a s s e n t o a n g u l a r
D e b o i a
P a r a r e c a l q u e d e b o m b a
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Obs: Os dados constantes deste guia foram fornecidos pelas próprias empresas que dele participam, de um total de 339 empresas pesquisadas Fonte: Revista Hydro, janeiro/fevereiro de 2026 Este e muitos outros Guias HY estão disponíveis on-line, para consulta Acesse www arandanet com br/revista/hydro e confira Também é possível incluir a sua empresa na versão on-line de todos estes guias

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Monitoramento inteligente de hidrômetros

O projeto de eficiência hídrica com IoT – Internet das Coisas e IA – Inteligência
Ar tificial implantado na Sabesp prevê a instalação de hidrômetros com dispositivos de transmissão de dados em tempo real, permitindo a coleta contínua e atualizada do consumo de água e a geração de informações impor tantes para o gerenciamento do sistema, além de reduzir os custos operacionais e promover a sustentabilidade ambiental.
OJosé Hermínio da Silva Filho, Davi Lemos de Moraes, Marcio Mancusi, Maycon Rogério de Abreu, Alberto Prado Cunho e Manuel Rodrigues Perdiz, da Sabesp Ariane Albuquerque, da Vita Ambiental Engenharia
setor de saneamento no Brasil enfrenta desafios significativos relacionados à eficiência no monitoramento e gestão do consumo de água Tradicionalmente, as empresas realizam a leitura do consumo mensalmente, resultando em uma visão retrospectiva e atrasada do uso de água pelos consumidores. Esse método impede a identificação imediata de problemas como vazamentos e desabastecimentos, comprometendo a eficiência operacional e a sustentabilidade do sistema
O projeto “Eficiência Hídrica com IoT e IA: Monitoramento Inteligente em Tempo Real” prevê a instalação de hidrômetros com dispositivos de transmissão de dados em tempo real, permitindo a coleta contínua e atualizada do consumo de água Além disso, a implementação de válvulas de cor te remoto em 10 mil residências visa reduzir custos operacionais e incentivar o pagamento em dia das contas de água.
Outra iniciativa é a instalação de sensores de pressão que enviam dados a cada hora, possibilitando a detecção rápida de oscilações na pressão da rede, que podem indicar vazamentos ou desabastecimentos O sistema também utiliza IA - Inteligência Ar tificial para ana-
lisar o consumo, criar per fis detalhados dos consumidores, emitir aler tas e comparar perdas entre macromedidores e micromedidores
Com essas inovações, o projeto não apenas promete aumentar a eficiência operacional das empresas de saneamento, mas também melhorar significativamente o atendimento ao cliente e promover a sustentabilidade no uso dos recursos hídricos
Objetivo
O objetivo principal deste trabalho é implementar e avaliar a eficácia de um sistema de monitoramento em tempo real, baseado em IoT - Internet das Coisas e IA - Inteligência Ar tificial, no setor de saneamento, evoluindo a par tir da experiência adquirida com contratos anteriores da Sabesp
A empresa tem avançado continuamente no sistema de medição ao longo dos anos Antes de 1997, utilizava leituristas para verificar o consumo de água A par tir daquele ano, adotou o TACE - Sistema Técnico de Atendimento Comercial como principal meio de medição, e desde então, tem buscado desenvolver métodos

para ag ilizar a verificação e entender melhor o per fil dos consumidores
Em 2019, foi iniciado um projeto pioneiro que implementava medidores com transmissão de dados, mas que enfrentou desafios devido à infraestrutura de telecomunicações inadequada e obsolescência dos dispositivos de transmissão Em 2021, um novo contrato foi elaborado, focando em uma área restrita e introduzindo melhorias como válvulas de cor te remoto, sensores de pressão e um sistema de IA

bastecimentos com a instalação de sensores de pressão, que transmitem dados em tempo real
x Substitua a necessidade de leituristas para a entrega de contas por um sistema de cobrança automatizado baseado em IoT, proporcionando maior eficiência e precisão no faturamento
x Permita que os consumidores acompanhem seu consumo de água diariamente, por meio de uma plataforma dig ital, promovendo a conscientização e o uso responsável dos recursos hídricos
x Utilize IA para analisar padrões de consumo, criar per fis detalhados dos clientes e emitir aler tas proativos sobre anomalias no consumo
Metodologia
O presente projeto visa modernizar o setor de saneamento fazendo uso das tecnolog ias de IoT e IA, a fim de oferecer uma solução integ rada que:
x Reduza o tempo de resposta para a detecção de vazamentos e desa-
x Melhore a precisão e a atualidade das leituras de consumo de água com hidrômetros equipados com dispositivos de transmissão de dados diários
x Promova a eficiência operacional e a sustentabilidade financeira da empresa com a instalação de válvulas de cor te remoto, reduzindo custos operacionais e incentivando os pagamentos em dia.
Foi elaborado um contrato em 2021, que especificava a necessidade de cobrir 100% dos consumidores da área planejada (bairro dos Jardins, em São Paulo) com medidores com transmissores e válvulas de cor te, além da instalação de 200 sensores de pressão
O planejamento do projeto envolveu a aquisição e instalação de diversos tipos de hidrômetros, sendo 25% velocimétricos; 29% volumétricos; 15% fornecidos pela Sabesp apenas para instalação; 15% reaproveitados já instalados; e

Fig 1 – Evolução da medição na Sabesp
Fig 2 – Transmissor de dados
Gestão hídrica
16% reinstalados com transmissores existentes Todos os hidrômetros, sejam eles mecânicos, velocimétricos ou volumétricos, utilizam tecnolog ia indutiva para captação e transmissão de dados Já os medidores ultrassônicos utilizam transmissão eletrônica.
Ressalta-se que os medidores devem ser homologados e cer tificados pelo Inmetro, assim como pela unidade funcional da Sabesp, e todos os transmissores devem ser homologados pela Anatel - Agência Nacional de Telecomunicações
O benefício esperado é a proteção de 100% dos clientes na área mais impor tante da Sabesp Com esses equipamentos, é possível detectar fraudes, permitir que os clientes acompanhem seu consumo diariamente, promovendo um uso consciente e sustentável
As válvulas de cor te totalizaram 10 mil unidades e foram direcionadas a clientes com três débitos pendentes Essas válvulas, de DN 20, não atendem clientes com altos consumos, que já possuem atendimento diferenciado As válvulas de cor te utilizam a mesma tecnolog ia de transmissão

que os medidores e contêm uma válvula de esfera O benefício esperado é o maior controle de evasão e a proteção do faturamento.

Os sensores de pressão foram planejados para cobrir todos os nove setores de abastecimento da área dos Jardins, sendo instalados em pontos críticos e estratég icos para o balanço hídrico da área Esses sensores transmitem dados a cada hora, permitindo um diagnóstico horário da distribuição de água, a previsão de faltas de abastecimento e a detecção de vazamentos
O protocolo de comunicação utilizado varia entre Sig fox, LoRaWAN e N B-IoT, apontando que o contrato foi elaborado com a premissa de protocolo público, com uma evolução significativa Atualmente, os equipamentos de transmissão têm a opção de serem híbridos (Sig fox ou LoRaWAN) ou utilizarem modelos de protocolo


Fig 4 – Medidor volumétrico com transmissor instalado
Fig 5 – Válvula de cor te instalada
Fig 3 – Medidor volumétrico com indutivo

único Isso garante que a responsabilidade do contrato seja dividida entre a Sabesp e o consórcio, com penalidades para a empresa vencedora, caso não atenda ao SL A - Acordo de Nível de Serviço
A IA utilizada no projeto analisa padrões de consumo, cria per fis detalhados dos clientes, emite aler tas proativos e compara perdas entre macromedidores e micromedidores
Vale ressaltar que o contrato é de performance, ou seja, caso os dados não tenham o desempenho desejado, ele perde valor de medição com penalidades, garantindo, assim, a qualidade na coleta e transmissão de dados
Resultados
Inicialmente planejou-se a instalação de 150 mil hidrômetros, porém, devido a mudanças na área trabalhada, foram abrang idos 140 mil clientes
A área dos Jardins tem experimentado um crescimento vegetativo e ver ticalização nas residências, resultando em aumento no número de pessoas atendidas, mas redução nas novas ligações de água.
Durante a implantação do projeto, percebeu-se que alcançar 100% de proteção ao faturamento é inviável devido a problemas de sinal em locais como subsolos ou espaços inadequados para a instalação de hidrômetros com transmissores. Para mitigar essas limitações, sugeriu-se manter um percentual do TACE para atender esses casos específicos As futuras evoluções tecnológ icas podem oferecer soluções adicionais

Em termos de transmissão de dados, foram obtidos resultados positivos, com SL A de 85% na entrega dos dados e 97% dos pontos utilizados para cobrança do consumo Para melhorar ainda mais esses números, foram instaladas novas antenas transmissoras e adaptando-se a tecnolog ia dos transmissores.
Para incluir comunidades vulneráveis, foram instalados 1000 hidrômetros em áreas próximas ao Parque Villa Lobos, especificamente nas comunidades do Japiaçu e Votoran Jardim Humaitá Alcançou-se 95% das residências, demonstrando a viabilidade
6 – Sensor de pressão instalado
de expandir o projeto para outras áreas semelhantes
Quanto à instalação das válvulas de cor te, foram instaladas aproximadamente 6000 unidades até o momento, com a expectativa de aumentar esse número na fase final de instalações. Embora a área trabalhada possua um per fil de clientes que geralmente mantêm suas contas em dia, a instalação das válvulas de cor te ainda traz benefícios significativos para a gestão de contas em atraso
Foram instalados 100 sensores de pressão, e embora a integ ração com-

Fig


Gestão hídrica
pleta com as tecnolog ias ainda esteja em desenvolvimento, já é possível visualizar as mudanças na melhora do atendimento ao cliente
Adicionalmente, com a instalação de novos hidrômetros no parque atual de ligações, observou-se um aumento de 20% no consumo reg istrado Este aumento prova que os medidores anteriormente instalados necessitavam de substituição. Apenas essa ação de troca de hidrômetros já corresponde ao valor total do contrato
Discussão dos resultados
A implantação do projeto tem demonstrado resultados promissores na fase final de implementação A análise dos dados obtidos até o momento revela diversas melhorias significativas em termos de eficiência operacional e gestão hídrica
A transição de medidores tradicionais para dispositivos com tecnolog ia IoT reduziu consideravelmente o tempo necessário para monitorar o consumo de água e processar a cobrança Com a instalação de hidrômetros equipados com transmissores de dados, a Sabesp agora pode acessar informações de consumo em tempo real. Esse avanço não apenas elimina a necessidade de leituristas, mas também permite aos clientes monitorar seu consumo diário
Embora o objetivo inicial de proteger 100% do faturamento não tenha sido plenamente alcançado devido a problemas de sinal em alguns locais, a implementação de válvulas de cor te em 6000 pontos críticos representa um avanço significativo Essas válvulas permitem um controle mais rigoroso sobre contas em atraso, embora a área estudada apresente um per fil de clientes com baixo índice de inadimplência. As válvulas de cor te, associa-
das à tecnolog ia de transmissão de dados, constituem uma ferramenta eficaz para a gestão de faturamento e controle de evasão
A instalação de 100 sensores de pressão nos pontos críticos dos nove setores de abastecimento da área dos Jardins mostrou-se valiosa para o diagnóstico da distribuição de água Embora a integ ração completa com a IA ainda esteja em desenvolvimento, a utilização desses sensores já melhorou a capacidade de resposta da Sabesp a eventuais problemas de abastecimento e vazamentos A transição de uma abordagem reativa para uma proativa é uma meta viável, uma vez que a IA esteja totalmente operacional.
A análise dos diferentes protocolos de comunicação (Sig fox, LoRaWAN, N B-IoT) destacou o N B-IoT como a solução mais eficiente, ating indo um resultado de 100% de transmissão A instalação de novas antenas transmissoras e a adaptação tecnológ ica dos transmissores são medidas em andamento que visam aprimorar ainda mais a eficiência na coleta e transmissão de dados A responsabilidade compar tilhada entre a Sabesp e o consórcio vencedor do contrato, com penalidades previstas para o não cumprimento do SL A, garante um compromisso contínuo com a melhoria do serviço.
Embora a IA ainda esteja em fase de finalização, os testes iniciais indicam um g rande potencial para transformar a gestão hídrica da Sabesp A IA promete oferecer insights detalhados sobre o consumo e compor tamento dos clientes, permitindo uma gestão mais precisa e eficiente dos recursos hídricos
A análise dos resultados obtidos até agora mostra que o projeto está no caminho cer to para revolucionar a gestão hídrica na área dos Jardins As tecnolog ias implementadas não apenas melhoram a eficiência operacional
e a precisão na medição de consumo, mas também promovem uma gestão mais sustentável e consciente da água, preparando o terreno para futuras inovações e melhorias
Conclusão
A implementação do projeto trouxe avanços significativos para a gestão hídrica na área dos Jardins A utilização de tecnolog ias de IoT e IA permitiu melhorias substanciais na eficiência operacional, monitoramento do consumo de água e proteção ao faturamento
Os resultados demonstram que a transição para medidores equipados com transmissores de dados possibilitou um monitoramento em tempo real, eliminando a necessidade de leituristas e permitindo que os clientes acompanhem seu consumo diário. Isso promove uma gestão mais consciente e sustentável da água, além de oferecer uma maior previsibilidade nas ações da Sabesp A substituição dos hidrômetros antigos por novos resultou em um aumento de 20% no consumo reg istrado, evidenciando
a necessidade de modernização dos medidores e comprovando que esta ação, por si só, pode justificar o investimento realizado
Apesar de não ter sido alcançado 100% de proteção ao faturamento devido a limitações de sinal em alguns locais, a implementação das válvulas de cor te mostrou-se eficaz no controle de contas em atraso, especialmente em áreas com baixo índice de inadimplência A instalação de sensores de pressão permitiu um diagnóstico mais preciso da distribuição de água, preparando o caminho para uma futura abordagem proativa com a integ ração completa da IA
Os diferentes protocolos de comunicação, especialmente o N B-IoT, mostraram-se eficazes, com um desempenho excepcional de 100% na transmissão de dados
Para comunidades vulneráveis, a instalação de hidrômetros ating iu 95% das residências, demonstrando que é viável estender esse tipo de projeto a outras áreas semelhantes
Diante dos resultados obtidos, recomendamos que a Sabesp continue investindo na modernização de
seus sistemas de medição e controle
A expansão do uso de tecnolog ias IoT e IA para outras áreas pode aumentar ainda mais a eficiência e a sustentabilidade dos serviços de saneamento
É crucial continuar monitorando e adaptando as tecnolog ias de transmissão de dados para garantir uma cober tura completa e um desempenho otimizado Além disso, a integ ração completa da IA deve ser priorizada para aproveitar todo o potencial de uma gestão hídrica proativa e inteligente
Referências
[1] Google Ear th Imagens de satélite https:// ear th google com/ [2] Google Maps Captura de tela de mapa www google com/maps/ [3] Yamin, Adenauer; Pernas, Ana; Camargo, Leandro Objetos em ambientes inteligentes da IoT: Tendências e D esafios Nov /2021
Trabalho originalmente apresentado no 35º Encontro Técnico AESabesp/FenasanCongresso Nacional de Saneamento e Meio Ambiente, realizado de 22 a 24 de outubro de 2024, em São Paulo



Guia de produtos químicos e biológicos para tratamento de água e efluentes

Que empresas no Brasil fornecem coagulantes para tratamento de água? E oxidantes para desinfecção? Como localizar esses fornecedores? Essas respostas podem ser encontradas no guia publicado a seguir, que traz a ofer ta de cerca de 8 0 tipos de produtos químicos e biológicos voltados para essas aplicações.
Empresa/ Telefone/ E-mail Coa gulantes Inibidores de corrosão
C a r b o n a t o d e s ó d i o ( 3 ) Á c i d o c l o r í d r i c o Á c i d o s u l f ú r i c o H i d r ó x i d o d e s ó d i o ( 4 ) O u t r o s A m i n a s n e u t r a l i z a n t e s e f í l m i c a s
F o s f a t o s N i t r i t o b o r a t o O u t
Ajuste de pH Inibidores de incrustação Decloradores, redutores e sequestrantes de O2
C a l h i d r a t a d a e m s u s p e n s ã o
(11) 99140-3987 comercial@deganivaduz com br
(19) 3755-4040 comercialc@bauminas com br
(19) 99859-3593 comercialsp@grupoguacu com br
(19) 3871-9500 sac@hidroall com br
(11) 93253-2797 dherrera@hidrobart com
(13) 97401-6697 comercial@grupohidromar com br
(19) 3827-8388 kdbl info@kurita-water com
(19) 3085-0090 contato@pgquimica com br
(51) 3205-2233 seta@setaoficial com
(16) 99779-7458 ianastacio@solenis com
(1) Componentes formulados com vários componentes da categoria, como poliacrilamidas aniônicas, catiônicas e não iônica; (2) Hidróxido de cálcio; (3) Barrilha; (4) Soda cáustica; (5) Sódio em geral; (6) Produtos poliméricos disperso-solubilizantes
Desinfecção
Biocidas oxidantes
Biocidas não oxidantes
Outros produtos
Empresa/ Telefone/ E-mail
(21) 97986-0109 comercial2@clorin com br
(11) 99140-3987 comercial@deganivaduz com br
(19) 99859-3593 comercialsp@grupoguacu com br
(19) 3871-9500 sac@hidroall com br
(11) 93253-2797 dherrera@hidrobart com
(13) 97401-6697 comercial@grupohidromar com br
(19) 3827-8388 kdbl info@kurita-water com
(51) 99182-7764 comercial@enzilimp com br
(19) 3085-0090 contato@pgquimica com br
(51) 3205-2233 seta@setaoficial.com
(16) 99779-7458 ianastacio@solenis com
(7) Polihexametilenoguanidina; (8) Ácido fluossilícico e silicofluoreto de sódio
Obs: Os dados constantes deste guia foram fornecidos pelas próprias empresas que dele participam, de um total de 255 empresas pesquisadas Fonte: Revista Hydro, janeiro/fevereiro de 2026 Este e muitos outros Guias HY estão disponíveis on-line, para consulta Acesse www arandanet com br/revista/hydro e confira Também é possível incluir a sua empresa na versão on-line de todos estes guias





Abastecimento

Análise do índice de perdas na distribuição de água potável

Este ar tigo analisa a evolução dos indicadores de perdas na rede de distribuição e por ligação do sistema de abastecimento de água potável em uma cidade de médio por te em Minas Gerais ao longo dos últimos 10 anos e os compara com as metas estipuladas pela Por taria nº 49 0, sob pena de perda de acesso a recursos públicos federais e a financiamentos com recursos da União ou com recursos geridos ou operados por órgãos ou entidades da União.
DJúlio César Teixeira e Fabiano Cesar Tosetti Leal, da U FJ F - Universidade Federal de Juiz de Fora; Vívian Gemiliano Pinto, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais
e forma geral, um sistema de abastecimento de água é constituído pelas etapas de captação, adução de água bruta, tratamento, adução de água tratada, reservação e distribuição, sendo que, principalmente nessa última fase, ocorrem as perdas em maior proporção.
Conforme dados do SN I S - Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento, o índice de água potável não contabilizada ou perdida na distribuição no país, em 2022, foi de 37,8%, fator preponderante para inferir a ineficiência do processo de distribuição. Sistemas que operam com elevados índices de perdas apresentam perdas de faturamento e possibilidade de deterioração da qualidade da água tratada, além de contribuírem para aumentar a escassez do recurso hídrico No Reino Unido, a título de exemplo, o índice de perdas de água na distribuição foi de 23% em 2019 [4].
O cenário de perdas de água no Brasil apresenta diferenças significativas entre as g randes reg iões As Reg iões Nor te e Nordeste apresentavam os maiores índices, 46,9% e 46,7%, respectivamente Já as reg iões Sul (36,7%), Centro- Oeste (35%) e Sudeste (34%) tinham
índices um pouco menores do que a média nacional de 37,8%
Neste contexto, o extinto Ministério do Desenvolvimento Reg ional, atual Ministério das Cidades, publicou a Por taria no 490, em 22 de março de 2021, que fixou metas para os dois principais indicadores de perdas de água: I N049 - Índice de Perdas na Distribuição e I N051 - Índice de Perdas por Ligação, que ficaram limitados aos valores constantes do ar tigo 3o da Por taria, sob pena de perda de acesso a recursos públicos federais e a financiamentos com recursos da União ou com recursos geridos ou operados por órgãos ou entidades da União [1]
Objetivos
Este ar tigo analisa a evolução dos indicadores I N049 - Índice de Perdas na Distribuição e I N051 - Índice de Perdas por Ligação do sistema de abastecimento de água potável em uma cidade de médio por te em Minas Gerais ao longo dos últimos dez anos e o impacto da redução dos índices de perdas segundo as metas estipuladas pela Por taria no 490 [1].
Tab I – Índice de perdas de água na distribuição (IN049) e por ligação (IN051) de 2014 a 2024
Ano IN049 (%) IN051 (L/lig.dia)
Metodologia
A metodolog ia utilizada no trabalho é de caráter exploratório e embasada em dados primários e secundários, esses últimos obtidos por meio de plataformas governamentais e publicações em periódicos
Buscou-se obter um diagnóstico acerca dos impactos provocados por medidas de controle de perdas, tais como instalação de válvulas redutoras de pressão e macromedidores, remodelação de redes de água, substituição de hidrômetros, entre outras Para tanto, adotou-se a metodolog ia descrita a seguir
Caracterização da área de estudo
A área de estudo selecionada foi uma cidade de médio por te no sudeste de Minas Gerais, com população de 540 756 habitantes e densidade demog ráfica de 376,64 habitantes/km2 [3], de relevância econômica e social
Obtenção de dados
Para a pesquisa foi realizado levantamento de dados secundários a par tir do SN I S e de dados primários obtidos junto à companhia de água Foram selecionados os indicadores I N049 e I N051 com o propósito de apresentar um diagnóstico geral a respeito da sua evolução.
Os dados do SN I S foram importados em formato xls (Excel) e compilados em planilha eletrônica para a produção de tabelas, com o intuito de representar a evolução dos índices no período de 2014 a 2022 Já os dados primários foram obtidos junto ao prestador de serviço para o ano de 2023 e para os dez primeiros meses de 2024
A análise foi realizada por meio de um estudo comparativo dos indicadores de perdas de água e as metas de redução estipuladas pela Por taria no 490 [1]
Visando levantar as medidas efetivamente adotadas pela companhia no controle das perdas no sistema de abastecimento de água, foram aplicadas entrevistas com o engenheiro e o gerente responsáveis pelo setor de medição e controle de perdas da empresa
Resultados e discussão
Índice de Perdas na Distribuição
A tabela I apresenta os valores do Índice de Perdas na Distribuição (I N049) obtidos do SN I S para o período de 2014 até 2022 e dados fornecidos pela empresa para 2023 e outubro de 2024.
Segundo o prestador de serviços, foi produzida uma média mensal de 4 299 293 m3 de água tratada, sendo o volume médio mensal consumido de 2 747 290 m3 nos dez primeiros meses de 2024
Índice de Perdas por Ligação
Na tabela I também é apresentado o Índice de Perdas por Ligação (I N051), que por sua vez tem como enfoque as perdas reais e aparentes existentes nos ramais [6] Os dados de 2014 a 2022 foram obtidos junto ao SN I S e os dados fornecidos pela companhia referem-se a 2023 e outubro de 2024.
Segundo a companhia, havia 150 110 ligações ativas de água e 160 886 ligações ativas de esgoto em outubro de 2024
As perdas de água nos sistemas de abastecimento correspondem à diferença entre o volume total de água produzido nas estações de tratamento e a soma dos volumes medidos nos hidrômetros nos imóveis dos clientes
As principais influências nas perdas de água no sistema de abastecimento estudado foram as elevadas pressões na rede, o envelhecimento das tubu-
2023 34,80 (1) 312,40 (1) 2024 33,71 (2) 302,62 (2)
(1) Dado primário fornecido pelo prestador de ser viço para a média do ano de 2023
(2) Dado primário fornecido pelo prestador de ser viço para perdas na distribuição em outubro de 2024
lações e micromedidores, o crescimento desordenado da cidade, o consumo não autorizado (ligações clandestinas) e a não contabilização dos volumes de serviço
O Índice de Perdas na Distribuição, conforme a tabela I, apresentou diferentes compor tamentos No período de 2014 a 2018 decresceu Em 2018 apresentou o menor valor da série histórica, ou seja, 28,59% Posteriormente, de 2019 a 2022, o I N049 teve um compor tamento crescente, ating indo o seu maior valor em 2022, 35,49%, em vir tude das limitações impostas pela pandemia de Covid-19 Posteriormente, em 2023 e 2024, apresentou um compor tamento decrescente, tendo ating ido 33,71% em outubro de 2024
O Índice de Perdas por Ligação sofreu redução entre 2014 e 2018, quando ating iu o seu menor valor, de 240,42 L/lig.dia. No período entre 2019 e 2022, apresentou crescimento, com o maior valor em 2022 (320,94 L/lig dia), também em virtude das limitações impostas pela pandemia No período entre 2023 e 2024, o indicador apresentou decréscimo. O I N051, em outubro de 2024, foi de 302,62 L/lig dia
Durante a pandemia houve uma descontinuidade nas ações de controle de perdas de água na distribuição
A par tir de 2022, foram retomados: x o prog rama denominado remodelação de redes de água, cujo objetivo
Abastecimento
foi substituir redes e ramais de água antigos, com a substituição de 12 665 metros de rede em 2023 e 9148 metros de rede até outubro de 2024; x o prog rama de válvulas redutoras de pressão, que compreendeu a instalação de 64 dispositivos no período de 2022 a outubro de 2024; e x o prog rama de substituição de hidrômetros, sendo trocados 25 646 equipamentos em 2022, 5323 em 2023 e 36 445 até outubro de 2024
Segundo o ar tigo 3o da Por taria no 490, no ano de 2024, o Índice de Perdas na Distribuição e o Índice de Perdas por Ligação deveriam corresponder a, no máximo, 95% do índice médio nacional da última atualização da base de dados do SN I S, que foi no ano 2022 [5]
Como o índice de perdas na distribuição no país foi de 37,78% em 2022 [5], o I N049 poderia ser, no máximo, de 35,89% em 2024, segundo a Portaria no 490 Por tanto, o valor de outubro de 2024 de 33,91% atendeu ao estabelecido na Por taria
Já o índice de perdas na ligação foi de 337,71 L/lig dia em 2022 Logo, o I N051 poderia ser, no máximo, de 320,82 L/lig.dia em 2024, segundo a
Por taria no 490 O valor de outubro de 2024 de 302,62 L/lig dia também atendeu ao estabelecido na Por taria
Conclusões e recomendações
As perdas de água representam desperdícios de recursos financeiros e naturais A produção de água gera maiores custos com energ ia para o bombeamento, com insumos químicos para tratamento, bem como com o uso desnecessário da infraestrutura de produção e distribuição de água existente Para o meio ambiente, as perdas representam maior uso dos recursos hídricos, criando impactos negativos para o ecossistema
O assunto demanda um esforço permanente Contudo, no período entre março de 2020 a meados de 2022, o combate às perdas de água ficou prejudicado em função das restrições impostas à prestação de serviços pela pandemia de Covid-19 Se nada for feito, com o passar do tempo as perdas de água tendem a aumentar, uma vez que a infraestrutura envelhece, surgem novos vazamentos,
os hidrômetros perdem precisão e as ligações clandestinas aumentam
Referências
[1] Ministério do Desenvolvimento Reg ional Portaria no 490, de 22 de março de 2021 Estabelece os procedimentos gerais para o cumprimento do disposto no inciso IV do caput do ar t 50 da Lei no 11445, de 5 de janeiro de 2007, e no inciso IV do caput do ar t 4o do Decreto no 10588, de 24 de dezembro de 2020 Diário Oficial da União, 23/3/2021, Edição: 55, Seção: 1, Pág ina: 30
[2] EPAL - Empresa Por tuguesa das Águas Livres
S A Controlo Ativo de Perdas de Água 2017
[3] I BGE - Instituto Brasileiro de Geog rafia e Estatística Censo Demog ráfico 2022 Juiz de Fora 2023
[4] Smar t Water Magazine Troubled Waters in the U K’s future 2020
[5] SN I S - Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento Abastecimento de Água 2022 2023
[6] Tsutuya, M T Abastecimento de água 1a edição São Paulo: Depar tamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, 2004
Trabalho originalmente apresentado no 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, promovido pela AB ES em paralelo com a Fitabes, no período de 25 a 28 de maio de 2025, em Brasília, DF

Produtos para controle de odor em ETEs
As pressões para controlar a emissão de odores em estações de tratamento de efluentes crescem a cada dia e tendem a aumentar com a expansão do setor de saneamento
O levantamento a seguir apresenta os fornecedores de soluções capazes de conter ou neutralizar os efeitos dos gases, além de sensores, software de monitoramento e prestadores de serviços.
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(11) 4354-9983 gilmar@alphawater com br
(41) 3292-5653 contato@aquastar.com.br
(11) 4702-8478 vendas@continuumchemical com br
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(11) 99938-6210 fluidfeeder@fluidfeeder com br
(11) 98270-1956 yguimaraes@odournet.com.br
(16) 99779-7458 ianastacio@solenis com
(11) 97320-6174 wastec@wastecbrasil com br



La vadores de gases
Obs: Os dados constantes deste guia foram fornecidos pelas próprias empresas que dele participam, de um total de 39 empresas pesquisadas Fonte: Revista Hydro, janeiro/fevereiro de 2026 Este e muitos outros Guias HY estão disponíveis on-line, para consulta Acesse www arandanet com br/revista/hydro e confira Também é possível incluir a sua empresa na versão on-line de todos estes guias

OAmpliação de ETE utilizando cabine primária inteligente
Em cidades litorâneas, em vir tude do aumento no número de pessoas em alta temporada e feriados prolongados, o saneamento se torna um desafio. O ar tigo traz
a experiência da ampliação da ETE – Estação de Tratamento de Esgoto Indaiá em Ubatuba, município no litoral paulista, que integra tecnologias elétricas modernas, automação e gestão operacional para assegurar continuidade e confiabilidade ao processo de tratamento.
Fernando Pettinati Ayello, sócio-proprietário da Protcom; Uriel Horta, diretor comercial da Pextron Controles Eletrônicos; e Carlos Augusto Albernaz Nepomuceno, sócio-proprietário da C N E P O
saneamento básico é um dos maiores desafios da infraestrutura urbana no Brasil, especialmente em reg iões com população sazonal, como é o caso das cidades litorâneas. Durante feriados prolongados e na alta temporada de verão, essas localidades experimentam um crescimento populacional abrupto, que pode chegar a triplicar a população residente Essa variação impacta diretamente o consumo de água, a geração de esgoto e, consequentemente, a demanda por operação eficiente e ininterrupta dos sistemas de abastecimento e tratamento
Além do aumento exponencial do consumo, o calor intenso ag rava o cenário, exig indo ainda mais robustez dos sistemas hidráulicos e elétricos envolvidos Nesse contexto, torna-se evidente a necessidade de soluções técnicas que ofereçam confiabilidade, automação e resiliência ao sistema de saneamento, como é o caso da modernização das cabines primárias de média tensão com relés de proteção inteligentes O tráfego sobrecarregado de veículos também ag rava o cenário,
pois dificulta o atendimento técnico e aumenta o risco de paralisações prolongadas em sistemas críticos
Neste contexto, um projeto para ampliação da ETE
- Estação de Tratamento de Esgoto Indaiá em Ubatuba, município no litoral paulista, surge como uma solução estruturante, integ rando tecnolog ias elétricas modernas, automação e gestão operacional para assegurar continuidade e confiabilidade ao processo de tratamento A figura 1 traz uma visão geral da ETE

Desafios do saneamento em cidades costeiras
A cidade estudada apresenta uma realidade comum a muitos municípios da costa brasileira: infraestrutura deficiente frente à alta demanda sazonal Atualmente, o município conta com apenas uma ETA - Estação de Tratamento de Água e uma ETE localizadas
na área central, ambas operando com capacidade limitada, de cerca de 60% da necessidade total da cidade A ETE atende a reg ião central e par te dos bairros e praias adjacentes e constatou-se uma necessidade de ampliação para resolver essa limitação e equilibrar a carga hidráulica sobre o sistema de esgoto A vazão de efluente tratado será duplicada, chegando a 350 L/s, com despejo em dois rios distintos, com vazões definidas e acordadas com os órgãos ambientais.
Fig 1 – ETE – Estação de Tratamento de Esgoto Indaiá em Ubatuba

A planta é composta por dispositivos eletromecânicos essenciais, como oito tanques de decantação e aeração, duas peneiras rotativas, duas centrífugas de lodo, três bombas elevatórias para descar te de água clarificada, entre outros equipamentos Toda a carga mecânica é acionada por motores de indução trifásicos em baixa tensão, controlados por oito CCMs - Centros de Controle de Motores, que por sua vez são alimentados por uma cabine primária de média tensão, que é o ponto de conexão com a concessionária de distribuição de energ ia
Infraestrutura elétrica e automatismo
Cabine primária é uma instalação elétrica responsável por receber a energ ia em média tensão diretamente da rede da concessionária Ela realiza a medição e proteção do sistema, além de transformar a energ ia elétrica em baixa tensão por meio de transformadores, para distribuição interna Esse tipo de instalação é obrigatório em locais com g rande demanda de energ ia elétrica, conforme os critérios estabelecidos pelas concessionárias locais
A cabine primária da ETE em questão é do tipo blindada, com nove compar timentos, alimentada em 13,8 kV Possui 1445 kVA de potência instalada (990 kW), dois transformadores a seco de 1500 kVA cada e um transformador de serviços auxiliares de 150 kVA O secundário dos transformadores alimenta um painel de interligação, que também recebe energ ia de um gerador de emergência de 750 kW com acionamento manual,
sendo utilizado em situações de interrupção prolongada no fornecimento da concessionária Este painel de interligação distribui a energ ia para um QGBT - Quadro Geral de Baixa Tensão, que por sua vez alimenta os oito CCMs da planta e, por tanto, toda a malha de motores elétricos de processo
Há dois compar timentos da cabine primária: um que recebe a alimentação da concessionária e outro de saída para os transformadores a seco, nos quais estão instalados os respectivos disjuntores e relés de proteção Esses relés exercem funções fundamentais, entre elas sobrecorrente de fases (AN SI 50/51), sobrecorrente de terra (51G), subtensão (27), sobretensão (59), sub/sobrefrequência (81) e sequência de fases (47). Como destaque desse projeto, cita-se a habilitação do esquema de rearme automático por tensão (79V), que se ressalta pela contribuição prática à continuidade do serviço A figura 2 mostra a cabine primária blindada da ETE
Rearme automático: eficiência em situações críticas
Em reg iões turísticas com rede elétrica instável e dificuldade de deslocamento da equipe técnica, o rearme automático torna-se uma ferramenta
altamente estratég ica A função AN SI 79V, disponível nos relés utilizados, permite o restabelecimento automático da planta após retorno da tensão da rede da concessionária para condições seguras, evitando longas interrupções no tratamento de esgoto A decisão de habilitar essa funcionalidade se baseou na realidade local:
x Reg ião composta por quatro municípios, com uma extensão “linear” de 160 km de estrada entre praias e extensão litorânea;
x Deslocamentos de até seis horas em alta temporada devido ao tráfego intenso.
Com o rearme automático, os sistemas voltam a operar em poucos minutos, uma diferença que, na prática, evita o transbordamento de esgoto e prejuízos ambientais A função foi habilitada em dois pontos estratég icos coordenados entre si: entrada da cabine (alimentação principal) e na saída para os transformadores Desde a entrada em operação, já foram reg istradas diversas atuações bem-sucedidas do esquema de rearme automático por subtensão, comprovando sua eficácia e reforçando a impor tância de automatismos nos sistemas de saneamento A figura 3 mostra o frontal do painel da cabine primária com o relé de proteção
Monitoramento,
diagnóstico, segurança e comunicação
A função AN SI 98 - Oscilog rafia, incorporada no relé de proteção, também foi habilitada e permite o reg istro detalhado de eventos elétricos, facilitando o diagnóstico por par te da equipe de manutenção Essa funcionali-
Fig 2 – Cabine primária blindada da ETE
dade contribui com diagnósticos precisos, otimizando o tempo de resposta e prevenindo reincidências.
O relé de proteção possui também outras funções que ainda não foram implementadas na cabine, mas que geram g randes benefícios à operação, como por exemplo a função AN SI 74, que monitora o circuito de disparo e a bobina de aber tura do disjuntor e fornece alarme em caso de problemas A supervisão contínua desse circuito permite a identificação antecipada de falhas antes que ocorra uma situação crítica, assegurando que o disjuntor abrirá quando for comandado Entre os desafios típicos estão as interrupções na fiação ou conexões soltas, bobina de aber tura queimada ou com resistência elevada (circuito aber to)
Toda a planta é monitorada por um centro de operação remoto, que recebe g randezas elétricas (tensão, corrente, frequência, potência, estado de disjuntores, sinal de trip, etc ) por meio dos relés de proteção Os dados são transmitidos via protocolo Modbus, conectados a uma rede M P LSMultiprotocol Label Switching por switches industriais Paralelamente, g randezas hidráulicas e químicas como vazão, volume, teor de oxigênio dissolvido e dosagem de cloro são monitoradas por CLPs e transmitidas em tempo real, permitindo uma gestão integ rada e inteligente de todo o sistema por par te do centro de operação, que está localizado numa cidade próxima, a cerca de 50 km de distância


Ser viços envolvidos no projeto
Dessa forma, a operação da planta se beneficia de obter uma visibilidade completa do processo, com acesso remoto às condições elétricas, químicas e hidráulicas, contribuindo para ações preventivas e corretivas mais ágeis.
É impor tante destacar o papel da empresa de engenharia envolvida na execução do projeto. Sua atuação foi decisiva para o sucesso da implantação elétrica da nova ETE, permitindo a integ ração eficiente entre sistemas legados e modernos, bem como da implementação do conceito de cabine primária inteligente na ampliação da ETE.
Outro destaque foi a atuação da empresa contratada pelo fornecedor da cabine primária para ser a responsável pela parametrização, testes e comissionamento dos relés de proteção (figura 4)
Conclusão
O projeto de ampliação da ETE representa um avanço significativo em infraestrutura de saneamento, especialmente em uma reg ião marcada por sazonalidade populacional e limitações logísticas. A adoção de tecnolog ias robustas, associadas a uma arquitetura elétrica bem estruturada, contribui para a continuidade dos serviços, preservação ambiental e qualidade de vida da população
A modernização de cabines primárias com relés dig itais avançados, transformando-as em inteligentes, representa um avanço impor tante para a operação do saneamento em cidades litorâneas A adoção de funções como o rearme automático (AN SI 79V), oscilog rafia (AN SI 98), monitoramento de disjuntores (AN SI 74), entre outras, traz benefícios tangíveis, como a redução de paradas, proteção dos ativos e resposta rápida a distúrbios elétricos
Fig 3 – Relé de proteção
Fig 4 - Serviço de parametrização de um dos relés de proteção da cabine primária inteligente






Produtos
Bomba pneumática
Comercializada pela Flowex do Brasil, a bomba pneumática F TI AI R pode ser utilizada em aplicações como transferências entre tanques, dosagens de químicos e alimentação de filtro-prensa

Disponível em vazão de até 54 m3/h, pressão de até 8,3 bar, tamanhos de 1/4” até 3” e corpo em plástico ou metal www flowex com br
Decantação

O R ECTube, da 2G Engenharia e Serviços, é uma solução para decantação com módulos montados em fábrica, prontos para instalação Com módulos de decantação fabricados em PVC e de geometria retangular, a união de per fis é feita por colagem (a 2G pode fornecer a solução adesiva) ou rebites Apresenta seção reta de 90 × 50 mm e comprimento do per fil em valores até 6 m
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Selim ajustável
O selim ajustável da BanPlastic é projetado para aten-
der demandas de ligação em redes de esgotamento sanitário Fabricado em P P - Polipropileno e complementado com componentes em aço inoxidável

304L, apresenta sistema pivotante de fechamento que elimina o uso de massa de vedação
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Sistema de osmose rever sa
A linha Vitale de sistemas de osmose reversa da Attendance é disponibilizada completa,

com supervisórios para a Indústria 4 0, de simples ou duplo passo, com produção de 0,5 a 50 m3/h
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ETAs modulares compactas
A linha de ETAs modulares compactas da Tega Enge-

nharia é indicada para projetos de abastecimento de água potável em residências, indústrias, loteamentos, hotéis, shopping centers e empreendimentos Com estrutura modular em tanques de P R F V – Plástico Reforçado com Fibra de Vidro, as unidades são projetadas sob medida, com vazões nominais que variam entre 2,5 e 50 m3/h
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Hidrômetro volumétrico
O hidrômetro volumétrico Laquav, da Leenia, foi desenvolvido com tecnolog ia de alta sensibilidade, garantindo precisão superior em baixas vazões Voltado para medições residenciais e con-

trole de pequenos consumos, o produto está disponível em latão ou composite e apresenta vazão nominal de 1,6 a 4 m³/h
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Válvula gaveta
A Acepil comercializa a válvula gaveta V- G 1 Desenvolvida especificamente para saneamento e tratamento de efluentes, a solu-

ção é composta por corpo em ferro nodular e cunha emborrachada com EP DMEtileno-Propileno-Dieno
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Medidor de alcalinidade
O AK44 Alcalinidade Tester da Akso é um fotômetro de bolso compacto, por tátil e de leitura instantânea Com faixa de medição de 0 a 500 ppm, apresenta display OLED que fornece visibilidade em diferentes ângulos e condições de uso www akso com br

Biodigestor
O biodigestor da Fibromar combina a fossa séptica com o filtro anaeróbio em um único equipamento É produzido em polietileno, nas versões de 750 e 1500 L, com eficiência de 90% de remoção dos poluentes

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Publicações
Abastecimento – A AB ES-SP - Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – Seção São Paulo lançou a 5ª edição do livro Abastecimento de Água. Escrita por Milton Tomoyuki Tsutiya, a obra oferece uma análise detalhada dos sistemas de abastecimento, incluindo aspectos técnicos, operacionais e de projeto. A nova edição foi revisada e atualizada para incorporar as mais recentes tecnolog ias e práticas do setor, apresentando soluções modernas para os desafios contemporâneos do saneamento. O conteúdo aborda temas como captação, tratamento, distribuição e gestão de sistemas de água, com foco especial em eficiência e sustentabilidade. Editora AB ES São Paulo (https://abrir.link/YOtGm), 650 pág inas.
Infraestrutura – O Livro A zul da Infraestrutura, edição 2025, é uma iniciativa da AB DI B – Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base que apresenta as opor tunidades e perspectivas de investimentos para os próximos anos, com projetos no âmbito federal, estadual e municipal (capitais) São apresentados os projetos nos se-

tores de energ ia, hidrovias, rodovias, ferrovias, por tos, aeropor tos, saneamento, resíduos sólidos, telecomunicações, mobilidade urbana, iluminação pública e infraestrutura social, que poderão ser executados através de concessões e P P Ps – Parcerias Público-Privadas, simples ou patrocinadas. A publicação também traz projeções de investimentos para os próximos anos para diversos setores da infraestrutura e sugestões de medidas de cur to prazo. Com 340 pág inas, a obra está disponível para download no site da instituição: https://abrir.link/pDY TQ.
que o país desperdiça 40,31% da água tratada antes mesmo que ela chegue às torneiras. As perdas nas redes somam 5,8 bilhões de m³ por ano, volume que poderia abastecer cerca de 50 milhões de pessoas e expõem a frag ilidade dos rios e mananciais. Com 62 pág inas, a análise está disponível pelo link: https://abrir.link/NvR B B.
Geossintéticos – Para promover a qualidade e a eficiência dos geossintéticos em suas diversas aplicações, o CTG AB I NT - Comitê de Geossintéticos da Associação Brasileira das Indústrias de Nãotecidos e Tecidos Técnicos tem desenvolvido uma série de car tilhas de recomendações e boas práticas


Perdas de água – O Instituto Trata Brasil, em parceria com a consultoria GO Associados, publicou o Estudo de Perdas de Água 2025 (SI N ISA, 2023): D esafios na Eficiência do Saneamento Básico no Brasil, que procura expor o g rande problema ambiental, econômico e social da ineficiência no controle de perdas de água Em meio ao avanço das mudanças climáticas e ao ag ravamento das secas e dos eventos extremos, a análise aponta
Recentemente, a entidade disponibilizou a car tilha Uso de Geossintéticos em Filtração e Drenagem de Muros e Trincheiras O e-book aborda desde as aplicações típicas de geotêxteis e geocompostos drenantes, os princípios de funcionamento da filtração e da drenagem, os principais critérios de um projeto e recomendações dos especialistas que atuam no CTG AB I NT sobre o tema O manual com quatro pág inas pode ser baixado no site da entidade: https://abrir link/sFOva









Saneamento em Pauta
Oinício de 2026 encontra as cidades brasileiras em um ponto de inflexão Os efeitos das mudanças climáticas tornam-se cada vez mais evidentes, enquanto o país segue enfrentando déficits históricos em saneamento, drenagem urbana e gestão dos recursos hídricos Ao mesmo tempo, observa-se um movimento consistente de retomada de investimentos em infraestrutura, impulsionado por marcos regulatórios, prog ramas governamentais e maior par ticipação da iniciativa privada
Nesse contexto, o setor de água e saneamento assume papel central na construção de cidades mais resilientes, sustentáveis e preparadas para os desafios ambientais e sociais das próximas décadas
Os dados disponíveis evidenciam a dimensão do desafio Ainda que o Brasil possua uma das maiores disponibilidades hídricas do mundo, a distribuição é desigual e a infraestrutura não acompanha o crescimento urbano Cerca de 35 milhões de brasileiros ainda não têm acesso à água tratada Aproximadamente 90 milhões de pessoas vivem sem coleta de esgoto, sendo que menos de 55% dos resíduos gerados recebe tratamento adequado, e as perdas de água nos sistemas de distribuição permanecem elevadas, em torno de 37%, representando desperdício de recursos naturais e financeiros
Somam-se a esses números os impactos crescentes dos eventos extremos Enchentes urbanas geram prejuízos anuais estimados em bilhões de reais, afetando mobilidade, habitação, saúde pública e atividade econômica Já os períodos de estiagem pressionam
mananciais, reservatórios e sistemas de abastecimento, principalmente em reg iões metropolitanas
A agenda de infraestrutura urbana entra em 2026 com expectativas positivas O novo marco legal do saneamento estabeleceu metas de universalização até 2033, prevendo acesso de 99% da população à água potável e 90% à coleta e tratamento de esgoto Para isso, estima-se a necessidade de investimentos da ordem de R$ 700 bilhões a R$ 900 bilhões ao longo da próxima década
Prog ramas federais de infraestrutura, financiamentos de bancos públicos e multilaterais, além do avanço das concessões e parcerias público-privadas, vêm direcionando recursos para a ampliação e modernização de sistemas de abastecimento, expansão e requalificação de estações de tratamento de esgoto, obras de drenagem urbana e controle de cheias, redução de perdas e aumento da eficiência operacional
O ano de 2026 tende a consolidar projetos iniciados em anos anteriores e abrir espaço para novas licitações e contratos, especialmente em cidades médias e reg iões metropolitanas
Um dos pontos de maior atenção para as cidades brasileiras é a drenagem urbana Estima-se que mais de 80% da população viva em áreas urbanas, muitas delas com sistemas de drenagem subdimensionados ou inexistentes Nesse cenário, ganha força a adoção de soluções baseadas na natureza e infraestrutura verde, como reservatórios de retenção e amor tecimento de cheias, pavimentos permeáveis, jardins de chuva e áreas verdes multifuncionais.

Além de reduzirem alagamentos, essas soluções contribuem para a melhoria da qualidade ambiental, redução das ilhas de calor e valorização dos espaços urbanos
A modernização da infraestrutura passa, cada vez mais, pela tecnolog ia O ano vigente tem como tendência a ampliação do uso de sistemas de telemetria e automação, monitoramento em tempo real de redes de água e esgoto, sensores para detecção de vazamentos e controle de perdas e ferramentas dig itais para a gestão de ativos
A eficiência hídrica e energética torna-se prioridade O reúso de água, ainda pouco explorado em larga escala no país, apresenta g rande potencial, especialmente para usos industriais, irrigação urbana e aplicações não potáveis
Os números deixam claro que o caminho é longo, porém os investimentos previstos, aliados à inovação tecnológ ica e a uma gestão mais eficiente, podem transformar a realidade das cidades brasileiras Mais do que uma meta regulatória, investir em água, saneamento e infraestrutura urbana é aprimorar saúde pública, desenvolvimento econômico e qualidade de vida O novo ano reforça a necessidade de transformar dados, planejamento e recursos em ações concretas e duradouras
Agostinho de Jesus Gonçalves Geraldes é engenheiro civil, com pós-graduação em Engenharia de Saneamento pela Faculdade de Saúde Pública do Estado de São Paulo Atualmente é Gerente da Diretoria de Empreendimentos Interior e Litoral Norte da Sabesp e Presidente da AESabespAssociação dos Engenheiros da Sabesp
Esta seção é dedicada a reflexões sobre o setor de saneamento no Brasil e seus desafios Os artigos são elab orados pelo Corpo Diretivo das principais entidades de saneamento do país e não necessariamente refletem a opinião da Hydro
Agostinho Geraldes, Presidente da AESabesp
R e generou a resina e mesmo assim o resultado não veio?
Na maioria dos casos, o desvio não está só na resina, mas no sistema, na operação e nos parâmetros de regeneração.

Há mais de 28 anos, atuamos com regeneração de resinas e diagnóstico técnico para recuperar desempenho com segurança e rastreabilidade.
