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Boletim CRRR / Maio de 2021

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Agenda

Até 12 de maio

- Reunião de Representantes da APEOESP

14 de maio

- Reunião do Conselho Estadual de Representantes da APEOESP

06 de maio

- Seminário Internacional CUT -SP / CGIL Lombardia


I – CONJUNTURA NACIONAL A crise da pandemia aumenta A crise da pandemia do novo coronavírus

se ampliou no Brasil em 2021, ao contrário do que ocorreu em outros países, que adotaram

medidas mais responsáveis de controle sanitário e fizeram investimentos em saúde, além de

adoção de políticas de apoio aos setores sociais mais vulneráveis.

No nosso país um governo irresponsável e

genocida conduziu ao agravamento da crise. A ausência de investimentos provocada

pela Emenda Constitucional 95, que congelou verbas das áreas sociais, resultou em grandes dificuldades para que o Sistema Único de

Saúde (SUS) pudesse enfrentar a pandemia.

Porém, apesar disso, o SUS se mostrou à altura do desafio e foi fator determinante para que a situação não fosse ainda mais grave.

As atitudes irresponsáveis do presidente Jair

Bolsonaro levaram à contaminação de milhões de brasileiros e à morte de mais de 410 mil

pessoas. Apenas de janeiro a março deste ano,

estima-se que mais de 100 mil pessoas tenham morrido em razão da Covid-19, ou seja, 29%

dos 337 mil óbitos registrados no período, de

acordo com dados da Associação Nacional de Pessoas Naturais (ARPEN).

Por outro lado, Bolsonaro se recusou

sistematicamente a prover o país das

vacinas necessárias à máxima imunização da

população, fazendo com que a pandemia siga

em descontrole. Cientistas respeitados, como Miguel Nicolellis, preveem que em breve,

lamentavelmente, poderemos chegar a 600 mil mortes pela Covid-19.

A crise aumenta a concentração de renda No plano econômico e social, a ausência

de políticas voltadas para a proteção dos

setores mais vulneráveis impacta tanto pelo

lado do aumento da miséria e do desamparo, quanto pelo lado do aumento das infecções,

tendo em vista que as pessoas não conseguem permanecer em casa, pois precisam buscar

o sustento de suas famílias. O atual quadro

aprofunda uma situação que já ocorre desde o golpe de 2016, que retirou Dilma Rousseff do

governo, pela ausência de políticas estruturantes de desenvolvimento sustentável voltadas para os interesses nacionais, e de políticas sociais

consistentes. Pelo contrário, o que se vê são

ataques cada vez mais fortes e profundos contra a soberania nacional, contra o patrimônio

público e contra os direitos dos trabalhadores e da população. O que sê vê é o aumento da concentração de renda, do desemprego, da fome.

Segundo dados da OXFAM, organização da

sociedade civil, apenas nos três primeiros meses

da pandemia em 2020, os 25 maiores bilionários do mundo aumentaram sua riqueza pessoal

em 255 bilhões de dólares. Em relatório mais

recente, a instituição apontou que a parcela da MAIO/2021

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população mundial de bilionários acrescentou

exemplo, pulverizar o Hospital Infantil Darci

da moeda é o aumento da pobreza e da

com câncer, no bairro do Morumbi, em São

às suas contas U$ 5 trilhões. A outra face

precarização do trabalho, como se verifica pelo aumento da “uberização” em todas as áreas do trabalho, inclusive na Educação.

Não é outra a situação no estado de

São Paulo. Em que pese o pesado marketing

utilizado para diferenciar-se de Bolsonaro, por

razões eleitorais, Doria não investiu em políticas sociais e não estruturou o setor da saúde para

enfrentar a pandemia no estado. Ao contrário, Doria vem sistematicamente atuando para

fechar integralmente ou desmontar setores inteiros em hospitais públicos e reduziu as

verbas destinadas às Santas Casas em plena pandemia. Graças à mobilização social, o

governador do desmonte não conseguiu, por

Vargas, que cuida de crianças e adolescentes Paulo.

Lembramos que Doria pretendia extinguir

o Instituto Butantã, instituição que está sendo fundamental para a produção de vacinas não

apenas para São Paulo, mas para o país. Com o PL 529, Doria também pretendeu acabar

com a Sucen (Superintendência de Controle de

Endemias), em plena pandemia. Com muita luta, essas e outras instituições foram excluídas do projeto.

Atacando os serviços públicos e recusando-

se a investir em políticas sociais, Doria obteve

um superávit orçamentário de R$ 7,7 bilhões em

2020. Vamos lutar para que esses recursos sejam utilizados para recuperar, reformar e construir escolas para o pós-pandemia.

Pelo auxílio emergencial de R$ 600,00! Após um período de desenvolvimento

com distribuição de renda, como resultado

das políticas implementadas pelos governos

democrático-populares entre 2003 e 2016, o Brasil, lamentavelmente retorna ao mapa da fome da ONU.

Pressionado pelos partidos de oposição

e pela mobilização social nas redes sociais,

o Congresso Nacional aprovou em 2020 um

auxílio emergencial de R$ 600,00, que chegou

a R$ 1.200,00 no caso de algumas famílias. Em

2021, em pleno agravamento da crise, Bolsonaro usou sua base parlamentar para impor um

auxílio emergencial que varia de R$ 150,00 a

R$ 375,00, valores absolutamente insuficientes

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para dar qualquer alento à população mais necessitada.

Em São Paulo, Doria enviou e aprovou

na Assembleia Legislativa a chamada “bolsa do povo”. Na realidade, mais um golpe de

marketing, porque esse projeto não cria novos benefícios, mas apenas centraliza e amplia

em R$ 20,00 benefícios já existentes. O que cria de novo é um subemprego para pais e

mães de estudantes, que serão obrigados a

trabalhar presencialmente em escolas estaduais, expondo-se ao vírus, para obterem uma

bolsa de R$ 500,00. Na votação na Alesp, os aliados do governo rejeitaram praticamente

todas as emendas e mantiveram o dispositivo que permite utilizar, por exemplo, recursos do FUNDEB para bancar a referida “bolsa”. A professora Bebel, deputada estadual e

presidente da APEOESP, já anunciou que judicializará esse aspecto.

Nossa luta, em nível nacional e estadual, é

pelo auxílio emergencial de R$ 600,00 para que a população desempregada e mais vulnerável possa permanecer em casa, protegendo-

se da pandemia em condições mínimas de

para minorar o sofrimento desses segmentos

da população neste momento de desemprego, perda de renda e tantas outras dificuldades.

Há luz no fim do túnel No plano político o país continua a viver

um cenário de insegurança democrática,

resultado das ações irresponsáveis e autoritárias do governo Bolsonaro, ao insuflar e mobilizar setores sociais que se pautam por atitudes negacionistas e constantemente utilizar

fakenews como ferramenta de suas ações contra os demais poderes (legislativo e judiciário). As manifestações do dia 1º de maio, quando os

apoiadores do presidente foram às ruas para

pedir intervenção militar sem a observância de

protocolos sanitários, são mais do mesmo, num momento em que Bolsonaro se encontra muito desgastado em função de suas políticas.

Este desgaste criou condições para que haja

novas esperanças para o país, numa perspectiva de reverter essa onda autoritária e antissocial que veio sendo construída nos últimos anos. Dentre estes elementos registramos a

sobrevivência.

decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) ao

APEOESP solidária

o julgamento do ex-presidente Lula e declarado

Além de reforçar a luta, compreendendo

o grave momento que atravessamos, quando

a fome atinge amplos setores da população, a

APEOESP também retomará sua campanha de solidariedade para com a própria categoria e

com os setores mais vulneráveis da população. Assim, as subsedes devem desenvolver

campanhas de arrecadação de alimentos e outros produtos necessários e realizar a distribuição,

referendar a Segunda Turma, que havia anulado a suspeição de Sérgio Moro. Retoma-se, assim, a prevalência do devido processo legal e do

Estado democrático de direito como elementos primordiais a sustentar a democracia no país. Essa decisão, que devolveu a Lula os direitos políticos, também trouxe a possibilidade de derrotar o projeto fascista que veio com a

eleição do atual presidente, ao mesmo tempo em que se aponta para retomada do projeto democrático-popular.

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Outro elemento importante é a instalação

Entretanto, há um projeto que precisa ser

da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da

combatido e derrotado de imediato. Trata-se

Bolsonaro ainda mais na defensiva e já se

“serviço essencial”, com o propósito de forçar

Covid-19 no Senado Federal. Esse fato colocou mostram sinais de que o governo teme seus

resultados, haja vista o pretexto utilizado pelo ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazzuelo, para não prestar depoimento, alegando suspeita de infecção. Porém, será preciso mobilizar a sociedade para que a CPI não acabe em

“pizza”, pois os setores políticos e sociais que compõem a base de sustentação do governo não permanecerão calados.

Os ataques continuam No esforço de manter-se como

representante dos interesses dos grandes

grupos econômicos nacionais e internacionais, o governo Bolsonaro busca aprovar uma

série de projetos de lei que aprofundem o

projeto neoliberal de privatização do Estado

brasileiro. Dentre esses projetos, está a Reforma

do PL 5595/2020, que declara a educação como a volta às aulas presenciais em plena pandemia e, também, dificultar o exercício do direito de greve. O projeto foi aprovado na Câmara dos Deputados, mas no Senado, graças à pressão das bancadas de oposição, onde têm peso

relativo maior, o presidente da Casa o retirou de pauta, prometendo uma ampla discussão. Mas não devemos baixar a guarda. Por isso

a Diretoria Estadual Colegiada aprovou que

continuemos a enviar mensagens aos senadores e senadoras, para que não aprovem esse projeto.

Sempre é preciso relembrar que, em que

pese o jogo de cena eleitoral, Doria está afinado com as principais políticas bolsonaristas e

decretou a Educação como serviço essencial

por meio de decreto, exatamente com o mesmo objetivo.

públicos e carreira -, ao mesmo tempo em

Governo Doria é irresponsável e sem compromisso social

das nomeações para cargos públicos. É um

procuram apresentá-lo como um “gestor”

públicos.

se caracterizando pelos sucessivos cargos

Administrativa, pela qual o governo Bolsonaro pretende destruir os direitos dos servidores públicos – como estabilidade, concursos

que institucionaliza o clientelismo por meio dos projetos mais perigosos para os serviços Outros projetos que devem ser combatidos

As ações de marketing do Doria sempre

avesso à política. Entretanto, sua história vem ocupados e inconclusos. Seu projeto de

e derrotados são a Reforma Tributária, que na

momento é abandonar o cargo de governador

regressivo da política tributária brasileira;

presidenciais de 2022.

facilita o porte e posse de armas de fogo, o da

décadas ocupam o Palácio dos Bandeirantes,

perspectiva bolsonarista aprofunda o caráter mineração em terras indígenas; projeto que educação domiciliar, entre outros.

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com seu vice para concorrer nas eleições

Como os demais governos tucanos que há

o governador João Doria, com o auxílio de seu


secretário da Educação Rossieli Soares vem

Graças à iniciativa da APEOESP de manter

aprofundando o desmonte da Educação pública

carros de som circulando em todas as regiões,

que seus antecessores, atropelando qualquer

governo Doria de retomar as aulas presenciais

utilizando os mesmos métodos autoritários

possibilidade de diálogo com os trabalhadores da Educação e a comunidade escolar e sucateando a escola pública.

Doria tem enviado sucessivos projetos à

dialogando com a população, a tentativas do em todas as escolas fracassaram. Os pais

não estão enviando seus filhos às escolas. A frequência é inferior a 5% do total.

Por outro lado, articulando com o CPP,

Alesp para extinguir, conceder ou privatizar

APASE, AFUSE e a Federação dos Professores

PL 529 e, antes dele, iniciativas para privatizar o

uma sentença judicial clara, que está em vigor:

Dersa e outros.

nas fases vermelha e laranja da pandemia. As

órgãos e empresas públicas, como o já citado

das Escolas Privadas, a APEOESP conquistou

Zoológico, Complexo Esportivo do Ibirapuera, o

não pode haver aulas e atividades presenciais

Nesse momento, o nosso maior combate

contra o governo Doria é pela preservação da

vida. O marketing do governador não é capaz

atividades e aulas presenciais só podem voltar com vacinação e controle da pandemia.

A grande questão é que a maioria dos

de esconder sua incompetência para lidar com a

professores se mantém intimidada pela pressão

de São Paulo ocupa lugar de protagonista. Já são

A APEOESP está estudando todas as medidas

política de “sanfona” do governador em relação a

a acatar e executar a sentença, pois a SEDUC

causar prejuízos econômicos e sociais crescentes,

verdade e fazendo proposital confusão entre a

infecção e mortalidade.

a própria sentença, que está em pleno vigor.

pandemia. Dentro da tragédia nacional, o estado

da SEDUC, deixando de fazer valer a sentença.

quase cem mil mortes e um descontrole total. A

possíveis para que o governo seja obrigado

medidas de isolamento social nada mais fez que

investe em desinformação, faltando com a

sem resultados efetivos na redução dos níveis de

derrubada de uma liminar anterior à sentença e

O descompromisso de Doria e Rossieli com

a defesa da vida está evidente na insistência

em forçar a volta às aulas presenciais. Pouco se

importam com os mais de 2.400 casos de infecção ocorridos desde fevereiro nas escolas estaduais,

Todas as informações sobre este assunto

podem ser encontradas no Boletim Informa Urgente nº 66 e outros Boletins que estão disponíveis no portal da APEOESP: www.apeoesp.org.br.

Porém, mesmo no setor privado, são muitas as

Vacina para todos! Vacinação para todos os profissionais da Educação, sem corte de idade

do grave momento da pandemia.

Imunização, em 6 /12/2020, o governo Doria não

com mais de 80 mortes. Pouco se importam

com o risco que correm diariamente professores, funcionários e estudantes. Importam-se apenas

em responder aos interesses de escolas privadas. escolas que mantém o ensino remoto, conscientes

Quando lançou o Plano Estadual de

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fez referência aos profissionais da educação. Na

ainda insuficiente. Agora estamos

mesma data, a APEOESP oficiou ao governador

pressionando para que vacine toda categoria e

nos grupos prioritários. Mais tarde, o governo

ou mais.

para que esses profissionais fossem incluídos

atendeu, porém, estabelecendo uma linha de

corte: vacinação imediata somente para os que têm acima de 47 anos.

Foi inegavelmente uma vitória. Mas

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não apenas os profissionais com 47 anos

Além disso, a APEOESP se soma à luta da

sociedade para que os governos estadual e federal assegurem vacinação para todos os cidadãos e cidadãs.


Governo Doria/Rossieli aproveita pandemia para impor projetos sem debate com os profissionais da Educação e comunidade escolar Ao largo da lei que exige que os Conselhos

de Escola sejam espaços deliberativos para

as decisões nas unidades escolares e define a

gestão democrática como princípio, o governo Doria/Rossieli aproveita o momento da

pandemia, quando as pessoas estão procurando se resguardar e não serem contaminadas, para impor de forma autoritária programas que são excludentes e autoritários.

Dentre esses programas destacamos o

Programa de Ensino Integral (PEI); as escolas cívico-militares; EJATEC e o chamado “novo

ensino médio”, na verdade um “velho modelo conhecido”. O primeiro aspecto a destacar é

o método de implantação, caracterizado pela ausência total de debate com os sujeitos da

escola pública. Na medida que os profissionais da Educação, os estudantes, e os pais ou

responsáveis não podem frequentar a escola o governo atropela e faz consultas dirigidas

e manipuladas, ignorando os Conselhos de

Escolas, que são as instâncias que devem tomar todas as decisões nas unidades escolares.

Outro aspecto a se destacar diz respeito

ao autoritarismo como princípio pedagógico desses programas, ao restringir o espaço de debate e livre reflexão nas escolas. Isso se

evidencia de forma mais clara nas escolas cívicomilitares, que militarizam o ambiente escolar,

mas também subjacente nos demais programas, ao restringirem as possibilidades de reflexão e construção pedagógica educacional, inclusive procurando restringir o direito de greve dos profissionais nessas escolas.

Finalmente, são programas pedagógicos

excludentes ao não proporcionarem ao

conjunto dos estudantes das escolas públicas uma formação articulada e consistente que lhes possibilitem criar e desenvolver seus

projetos de vida e profissão, na medida que

lhes é ofertada formação fracionada e restrita. No Boletim Informa Urgente nº 73 (http://

www.apeoesp.org.br/publicacoes/apeoespurgente/n-73-em-defesa-incondicional-da-

vida-sentenca-judicial-e-para-ser-cumprida/),

você terá mais informações sobre as principais

ações da APEOESP e suas lutas mais recentes e orientações.

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II – CAMPANHAS a) Nossa luta é em defesa da vida A falta de um ambiente com segurança

c) Não ao retorno às aulas presenciais Mobilizar a militância no contato com

sanitária, o pequeno número de pessoas

a categoria (virtual), dando todo suporte

número de profissionais da educação ainda

Aprofundar contato com a sociedade para

vacinadas na população, o fato de que grande não foram vacinados, os riscos das aulas

presenciais para o descontrole da pandemia no estado são fatores mais que suficientes para

continuarmos a nossa luta para a manutenção do ensino remoto, cobrando do Estado que

ofereça condições para que os professores e

estudantes possam desenvolver adequadamente as atividades.

para garantir a sua segurança e seus direitos. aumentar o apoio contra o retorno genocida às

aulas presenciais nesse momento de pandemia.

d) Campanha de Solidariedade Transformar todas as subsedes em um

espaço de arrecadação de auxílio para a parcela da categoria que está passando dificuldades,

b) Campanha contra a imposição de Programas – o velho “novo ensino médio”; EJATEC; PEI; Escola Cívico Militar Mobilizar a categoria e desenvolver

um amplo movimento de diálogo com a

comunidade escolar, ampliando para setores da sociedade civil organizada (movimentos sociais, sindicatos, etc.) para que não haja implantação de nenhum programa neste momento de

pandemia, quando os profissionais da Educação e toda comunidade escolar (pais e alunos) devem evitar aglomerações para conter a contaminação.

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além dos setores da sociedade vulneráveis e fortalecendo, com isso, nossos laços de solidariedade com a classe trabalhadora.

e) Luta em defesa da democracia As diversas ações e políticas de perseguição

e criminalização dos movimentos sociais,

de desestruturação das formas de lutas dos

trabalhadores fazem parte da mesma concepção que norteia uma onda conservadora de direita

que tenta desestabilizar a democracia, atentando inclusive contra instituições como o Supremo Tribunal Federal. A APEOESP e os professores

devem se posicionar e se mobilizar contra toda tentativa golpista e fascista. Fora Bolsonaro!


f) Comunicação com a categoria e a sociedade Por isso temos que dar continuidade ao

trabalho de comunicação com a sociedade: • carros de som;

• campanha nas redes sociais (Cards, videos, etc.);

• “Faixaços” e outras formas de comunicação criativa.

g) Assembleia da categoria Debater nas reuniões regionais propostas

para Assembleia da categoria.

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