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Quanto vale sua vida?

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A IMPORTÂNCIA DOS CUIDADOS E MANUTENÇÃO DE SUA MOTOCICLETA A ANFAMOTO – Associação Nacional dos Fabricantes e Atacadistas de Motopeças, fez esse livreto com o objetivo de alertar e auxiliar os motociclistas a como fazer a manutenção preventiva de sua motocicleta e quando fizer a corretiva, a escolher sempre peças e acessórios de boa procedência e qualidade. Ainda falamos sobre como escolher seu capacete, uso correto, certificação, cuidados e conservação, o que é considerado infração e outras informações sobre esse indispensável item de segurança para o motociclista. Além da segurança do condutor e do passageiro, esse livreto tem como objetivo incentivar e aprofundar a discussão sobre a importância da preservação da vida, combater a comercialização de peças sem procedência, sem certificação e fora das especificações, auxiliar na probabilidade de que com informações adequadas possa diminuir o número de acidentes fatais ou que deixam sequelas irreversíveis. Esperamos ajudá-lo manter sua moto em dia, de forma adequada e responsável, garantindo a proteção de quem pilota e do passageiro. Pois para nós sua vida vale muito! Pratique um trânsito mais seguro, preserve sua vida


CAPACETES O USO DO CAPACETE É OBRIGATORIO E PODE SALVAR VIDAS Não devemos ser negligentes com a nossa própria segurança, o CAPACETE é a principal proteção do condutor e do passageiro em casos de acidentes. De acordo com a Resolução 940, de 28/03/2022 do CONTRAN e o Artigo 54 e 55 Incisos I e II do Art. 244 do CTB – Código de Trânsito Brasileiro, o uso do CAPACETE é obrigatório. Conduzir a moto sem capacete gera multa de R$ 293,47 mais 7 pontos na CNH – Carteira Nacional de Habilitação, suspensão do direito de dirigir e retenção da CNH e se o passageiro estiver sem o capacete a multa é aplicada da mesma maneira. Além do não uso do capacete, usá-lo de forma indevida e não encaixado na cabeça também é passível de multa. Colocar o equipamento no cotovelo ou acima da cabeça também é motivo para multa, não apenas para o condutor pois a penalidade é aplicada mesmo se o capacete estiver no braço do passageiro. A infração é considerada gravíssima. Colocar o equipamento no cotovelo ou acima da cabeça também é motivo para multa, não apenas para o condutor pois a penalidade é aplicada mesmo se o capacete estiver no braço do passageiro. A infração é considerada gravíssima.

ESCOLHA O TAMANHO CORRETO DO CAPACETE Segundo estudos realizados 68% das lesões graves com os motociclistas, são na cabeça, dessa forma é de extrema importância que o capacete escolhido seja de boa qualidade e procedência e atenda a norma brasileira bem como as exigências de certificação do INMETRO. Existem diversos tipos de capacetes e não são todos do mesmo tamanho, veja como escolher o tamanho adequado para sua cabeça. Para saber esse tamanho basta medir a circunferência de sua cabeça em centímetros. Quando se dirigir a uma loja ou site para adquirir um novo capacete, verifique se possui o selo de certificação do INMETRO, aplicado na sua parte posterior e também a etiqueta interna, aplicada à forração interna do capacete. Para saber qual o seu tamanho pegue numa fita métrica e meça a sua cabeça na zona da testa, cerca de um centímetro acima das sobrancelhas e por trás das orelhas. Isto irá lhe dar uma ideia do tamanho que você precisa antes de começar a experimentar capacetes. Veja a tabela ao lado:

Sua cabeça (em cm) 52-53 53-54 55-56 57-58 59-60 61-62 63-64

Tamanho 52 54 56 58 60 62 64

Equivalência XXS XS S M L XL XXL

QUAL O MODELO MAIS ADEQUADO? O capacete deve estar devidamente afixado à cabeça pelo conjunto formado pela cinta jugular e engate, por debaixo do maxilar inferior e a viseira deve estar abaixada. O capacete precisa vestir a cabeça de forma justa, pois se estiver folgado a ação do vento pode deslocar o equipamento. Não pode mexer na cabeça, nem em alta velocidade. Quando o capacete começar a ficar folgado é hora de substituí-lo. Só adquira modelos certificados e que estiverem de acordo com a NBR ABNT 7471/2015.

TIPOS DE CAPACETES 4

Existem atualmente quatro tipo de capacetes homologados pelo INMETRO, veja quais são:


ABERTO: São mais agradáveis para serem utilizados pelo motociclista, principalmente no verão. No entanto não oferecem proteção ao queixo e maxilar.

FECHADO OU INTEGRAL: Os capacetes fechados ou integrais são os capacetes mais escolhidos pelos motociclistas, pois são aqueles que oferecem maior segurança e proteção total da cabeça, queixo e maxilar. Devem ter boa ventilação.

CROSS (OFF ROAD): Utilizado por pilotos e praticantes de motocross, rally, enduro, free style ou por aqueles que amam se aventurar por trilhas e terrenos inóspitos no final de semana. Com design diferenciado, possui a queixeira mais alongada para proteção de quedas e previne inalação de terra e areia dos terrenos acidentados. O uso de óculos de proteção é obrigatório para este modelo.

MODULAR (ESCAMOTEÁVEL): O capacete escamoteável oferece duas vantagens em um só equipamento. A viseira articulada permite maior praticidade nas horas em que o motociclista precisa falar, mas mantém a mesma segurança que os capacetes integrais proporcionam. Oferece uma boa proteção, porém é mais pesado e barulhento que os fechados normais.

MANUTENÇÃO Guarde o capacete sempre com a viseira aberta para ventilar e evitar a formação de mofo. A forração interna é removível para ser lavada. Use apenas sabão neutro. No casco use sabão neutro e cera polidora. Não pinte o capacete em qualquer oficina, procure apenas ateliês especializados em capacetes. Na viseira use lustra-móveis frequentemente para a água deslizar nos dias de chuva. Troque a viseira quando estiver muito riscada.

IMPORTANTE: Após qualquer queda ou avaria, o capacete deverá obrigatoriamente ser substituído mesmo que não existam sinais evidentes na sua parte externa.

Alguns motociclistas levam o capacete folgado em oficinas que trocam o isopor, nenhum fabricante autoriza a terceiros que efetuem a reforma, por não possuírem os equipamentos adequados e pessoal treinado para esta finalidade. Por essa razão, não são comercializados pelos fabricantes isopores, forrações internas, guarnições e cintas jugulares. Muitas oficinas e empresas que promovem a reforma e a alteração na pintura, agregando grafismos, não possuem qualquer autorização por parte dos fabricantes e importadores. Quando um capacete é reformado, perde automaticamente sua garantia, isentando assim os fabricantes e importadores, de qualquer responsabilidade por eventuais danos causados, ou seja, a garantia contra defeitos de fabricação está condicionada à manutenção das características originais do produto e de seu uso correto em conformidade com as orientações constantes em seu manual de uso e conservação.

Adesivos Refletivos O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) torna obrigatório o uso de adesivos refletivos nos capacetes de condutores de motocicletas. Os refletivos são obrigatórios na parte superior frontal, parte traseira inferior e laterais direita e esquerda do seu capecete.

Prazo de Validade Capacete não é considerado um produto perecível. A orientação é para que o produto seja trocado sempre que necessário por força de eventos externos como acidente, avarias, frouxidão e de acordo com o período definido em cada manual que acompanha o produto. Geralmente os fabricantes colocam 5 anos de validade.

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PNEUS Sempre observe os pneus de sua moto e verifique semanalmente calibragem dos pneus, sempre observando e respeitando os valores recomendados pelo fabricante. Faça também uma inspeção visual, procurando por alguma avaria, ou pregos, deformidades ou ainda objetos que possam ter ficado preso aos pneus. Verifique os sulcos de seu pneu, não deixe chegar ao limite, na época das chuvas isso pode ser fatal. Pneus inflados de maneira incorreta causam problemas na dirigibilidade da moto, o guidão fica pesado, podem ocorrer até furos e rasgos. Se muito cheio, o pneu não reconhece os defeitos da pista, transmitindo irregularidade do solo às mãos de maneira desconfortável prejudicando até a estabilidade da moto.

HORA DE TROCAR OS PNEUS

De acordo com a legislação brasileira, a profundidade mínima dos sulcos de um pneu de motocicleta é de 1,0 mm, abaixo disso o motociclista fica sujeito a multa. Se o sulco atingir essa profundidade em qualquer ponto da banda de rodagem, o pneu deve ser substituído. Os fabricantes de pneus marcam seus produtos de uma maneira simples e prática de verificar se está na hora de substituir os pneus. Essa marcação é o TWI (Tread Wear Indicator) um dos limites para o uso dos pneus de moto. A sigla significa indicador da banda de rodagem. Todo pneu conta com TWI, um filete de borracha disposto transversalmente aos sulcos em alguns pontos da banda de rodagem. Quando esse filete ficar aparente, no mesmo nível da banda de rodagem está na hora de trocar o pneu. Não utilize pneus remold. As desvantagens para quem utiliza esse tipo de pneu são muitas. Além de proibido, tem durabilidade 30 a 40% menor do que um pneu novo, dificulta fazer um balanceamento adequado, há risco da soltura da banda de rodagem, aumento considerável no consumo de combustível, tempo de frenagem maior, desgaste prematuro, por ter um composto de baixa qualidade sem as características necessárias para um pneu de motocicleta, além da possibilidade do uso de carcaça com algum tipo de avaria e sem condições de uso. Esse tipo de pneu pode causar acidentes fatais, impossibilitando que o motociclista tenha tempo para reagir a qualquer instabilidade na moto.

TWI

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KIT TRANSMISSÃO COROA, CORRENTE E PINHÃO Uma pergunta muito frequente é qual a durabilidade do Kit coroa, corrente e pinhão. Sabemos que isso depende muito das condições de rodagem da motocicleta e sua finalidade, bem como da indicação de cada fabricante. De qualquer forma, esses itens merecem cuidados específicos e atenção. Corrente sem a lubrificação adequada fica seca, corrói o pinhão e a coroa por atrito e corre o risco de rompimento. Cuide bem do seu sistema de transmissão, verifique a folga, a lubrificação e o desgaste. Para auxiliar o motociclista a identificar a hora certa de trocar o kit transmissão, seguem dicas que podem ser sinais de problemas: Desgaste nos dentes do pinhão e da coroa, corrente muito frouxa ou escapando, ruídos ou trancos durante o funcionamento. Assim que identificar a necessidade de troca do kit, faça com o seu mecânico de confiança, realize o serviço com segurança e qualidade, sem esperar aumentar o desgaste. Com esse cuidado preventivo você evita acidentes e ficar com a moto quebrada e parada por muito tempo, bem como evita o desgaste em outros componentes.

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AMORTECEDOR O amortecedor é um dos componentes mais importantes na condução da motocicleta. Muito além do conforto, a peça é fundamental para a segurança, já que é responsável também pela estabilidade das motos. Dessa forma o amortecedor com problemas pode interferir diretamente no equilíbrio e controle da moto. No caso da suspensão, afeta diretamente rodas e pneus causando um desgaste acelerado e acentuado. E além do desgaste na moto como um todo acaba gerando uma dificuldade ao condutor, podendo causar acidentes, além do desconforto na pilotagem. Não existe um prazo de validade para o amortecedor, alguns fabricantes recomendam que a peça seja revisada a cada 10 mil Km rodados. Outros que a inspeção seja feita de acordo com a indicação no manual do fabricante. Vale lembrar que existem diversas variáveis para o desgaste do amortecedor, deve ser levado em conta o tipo de terreno em que a moto trafega, a forma de condução e para que a moto é utilizada. O desgaste nos amortecedores pode ser facilmente identificado pelo condutor, pois a moto tende a apresentar instabilidade em curvas ou lombadas, pode apresentar vazamentos de óleo, barulhos ou batidas, muitas vezes até arremessando o piloto para cima, já que não tem pressão para segurar a compressão e o retorno. Ao identificar algum desses problemas a revisão deve ser realizada imediatamente. Os amortecedores são unidades blindadas e não é possível fazer a manutenção dos mesmos. Apenas para o sistema de amortecimento dianteiro (bengalas/ tubo interno) é possível reparar trocando os retentores. Mas é possível fazer alguns ajustes, tais como a regulagem correta do amortecedor, que deve ser feito por um mecânico, de acordo com as diferentes regulagens de pressão que os amortecedores dispõem, esse ajuste está diretamente ligado ao peso, modo de uso e terreno em que a moto irá rodar melhorando bastante sua dirigibilidade e gerando mais conforto ao condutor. 14


ÓLEO LUBRIFICANTES

LUZES / LÂMPADAS

Muitos se esquecem de efetuar a troca de óleo da moto o que acarreta problemas sérios para o motor. Bem como muitos não seguem à risca a recomendação do fabricante para proceder com a troca. A troca do óleo é de vital importância para a saúde e durabilidade do motor. Fazer a troca do óleo periodicamente é importante não apenas para manter a qualidade do que com o tempo vai se degradando, mas também para proceder com a limpeza interna do motor, eliminando impurezas que vão se acumulando. Alguns mecânicos mais experientes recomendam que a troca do óleo seja feita no máximo a cada 1.500 Km, principalmente quando a moto é utilizada no dia a dia, situação em que a moto trabalha em altas temperaturas.

Quando fizer a manutenção da moto, é importante olhar as lâmpadas dos faróis, lanternas e setas, que vida útil de aproximadamente um ano. Ao trocar alguma delas, verifique se a peça tem a mesma potência indicada pelo fabricante, voltagem acima recomendada pode causar danos à bateria e aos refletores.

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FREIOS Devem estar sempre ajustados e funcionando perfeitamente. Jamais pilote sua moto sem que os freios estejam em perfeitas condições. O desgaste do sistema de freios é natural, mas para garantir sua eficácia a manutenção do conjunto é essencial. Existem dois tipos de freio: a disco e a tambor. O sistema a tambor é mais utilizado em motos mais antigas ou de baixa cilindrada. O sistema a disco é mais moderno e eficiente. Tem funcionamento hidráulico, composto por pastilhas, pinças, pistão, fluído de freio, disco e mangueiras. Aqui vão algumas dicas de prevenção: Consulte sempre o manual do fabricante de sua motocicleta: Verifique a instrução dada pelo fabricante e sempre verifique a folga do manete e pedal de freio e ajustar conforme a indicação. Verifique o cabo: Inspecione sempre a condição do cabo de acionamento do freio a tambor dianteiro e traseiro para lubrificação ou troca. Regulagem: Nos freios a tambor, confira sempre a regulagem próxima ao cubo das rodas. Pastilhas: Quando gastas emitem ruídos metálicos agudos e podem danificar os discos. Fluido de freio: Verifique sempre o nível de fluido de freio em motos com sistema a disco, sempre de acordo com o manual do proprietário. Ar na mangueira: Se o acionamento parecer “borrachudo” nos freios a disco pode ser sinal de ar na mangueira, faça sempre a sangria do sistema de fluido. Pé no pedal: Evite manter o pé no pedal de freio durante a pilotagem para não desgastar as pastilhas ou a lona antes do tempo.

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VESTUÁRIO Quem pilota diariamente enfrenta uma série de situações no trânsito. Especialmente na chuva, na cidade ou na estrada fica uma situação um pouco desconfortável. por isso as roupas impermeáveis são indispensáveis. Além das roupas impermeáveis, um vestuário adequado para pilotar é capaz de te proteger em várias circunstâncias, além de manter sua temperatura, evitando calor/frio excessivo. Existem diversas vestimentas apropriadas, tais como: jaquetas, conjuntos impermeáveis emborrachados ou de nylon, botas e capas da chuva. Luvas: as luvas são importantes, pois, além de ajudarem a manter o corpo aquecido, também protegem as mãos em caso de acidente, visto que são a primeira parte do corpo a tocar o solo nas quedas. Outra vantagem das luvas é que evitam que as mãos fiquem suadas e escorreguem enquanto o motociclista pilota a moto. Botas: muitos pensam que uma bota pesada e grossa é o suficiente para proteger o motociclista em caso de acidente. Mas a principal característica para a proteção é que a bota se mantenha firme no pé do piloto e permita a ele deslizar livremente. Por isso, as botas de corredores profissionais sempre são lisas. Jaqueta: uma boa jaqueta para motociclistas vem equipada com protetores nos cotovelos, nos antebraços, nos ombros e até nas costas. Uma jaqueta normal de lã não tem nenhum tipo de proteção, protegendo apenas do frio. Por isso, usar uma jaqueta especial é muito importante. Calça especial: a calça jeans pode até dar uma falsa sensação de segurança por ter um tecido mais grosso. Porém, para se proteger mesmo, é preciso usar uma calça especialmente desenvolvida para os motociclistas. As calças especiais têm tecido resistente à abrasão, reforço nos joelhos, canelas e quadris e muitas ainda contam com proteções embutidas. Roupas impermeáveis: Um dos aspectos mais importantes ao escolher as suas roupas impermeáveis é o material. Afinal, o item precisa ser feito de um material resistente e de qualidade para exercer suas funções de maneira adequada. As capas mais comuns encontradas no mercado são as de nylon e PVC. Ambas são altamente impermeáveis e impedem que a água da chuva molhe as roupas do condutor, mas apresentam algumas particularidades. O acessório de nylon é leve, ocupa menos espaço e é bastante prático, mas não é tão durável, pois pode ressecar quando exposta ao sol. A capa de PVC, por sua vez, é mais grossa e resistente que a de nylon, sendo a mais indicada para motoboys, pois tem uma proteção maior contra a chuva. Porém, o modelo esquenta mais, ocupa mais espaço e também tem um peso maior. 18


FILTRO DE AR

Muitas motos atualmente vêm de fábrica com a bateria “selada”, este é o tipo mais prático para o motociclista uma vez que não é necessário completar com água destilada. Já as baterias mais antigas, devem ser checadas constantemente o nível da água e completar sempre que necessário e procure não exceder o limite de água destilada, a fim de evitar vazamentos, pois o líquido pode danificar a pintura da moto por ser altamente corrosivo. A vida útil de sua bateria depende muitos desses cuidados. Faça a manutenção sempre com a devida proteção para mãos, olhos e boca.

Algumas motos empregam filtros de ar descartáveis pela facilidade de manutenção, mas a maioria dos modelos de baixa cilindrada traz elementos de espuma. Estes devem ser lavados com detergente neutro a cada 1.000 km, e menos que isso se a moto circular em locais com muita poeira ou areia. Depois dessa limpeza, algumas fabricantes recomendam aplicar óleo SAE 80-90 na espuma. Verifique sempre o manual do proprietário.

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BATERIA


ANTENA CORTA PIPA Segundo informações do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar, centenas de acidentes com linhade pipa são registrados anualmente e muitos são fatais. Nessas linhas, muitas vezes, são utilizados o famoso “cerol“, uma mistura de pó de vidro e cola, que é adicionado na linha tornando-a incrivelmente cortante, o que parece uma simples brincadeira de criança, apenas com a intenção de cortar a outra pipa, acaba virando uma arma letal. Apesar da linha parecer frágil, se somarmos a propriedades cortantes dela a velocidade do motociclista, que dificilmente a enxerga por ser fina e branca, a possibilidade de acidente é muito grande. O equipamento mais utilizado para prevenir esse tipo de acidente é a antena corta pipa, instalada diretamente na motocicleta é um equipamento de baixo custo e muito eficaz. Geralmente são feitas de metal com ponta curvada e gancho cortante. Existem dois tipos de antenas: retrátil com regulador de altura e as fixas que não têm a opção de regular altura, o que importa é que todas elas salva vidas e seu uso é fundamental. É recomendável que todos os motociclistas utilizam a antena corta pipa.

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Associação Nacional dos Fabricantes e Atacadistas de Motopeças

Tel.(11) 3052-2002 e-mail: anfamoto@anfamoto.org Site: www.anfamoto.org


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