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Saúde - 31 de maio de 2015

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Caderno F

MANAUS, DOMINGO, 31 DE MAIO DE 2015

DIVULGAÇÃO

Saúde

e bem-estar

saudeebemestar@emtempo.com.br

(92) 3090-1017

Não durma com lentes de contato Página 3

Curiosidade infantil Como conversar com as crianças quando elas começam a ter dúvidas sobre o próprio corpo ALIK MENEZES Especial EM TEMPO

É

natural das crianças terem dúvidas sobre tudo e questionarem para saber. Mas, quando o assunto são as mudanças no corpo e a sexualidade... Alguns pais podem ter algum tipo de receio. Contudo, especialistas afirmam que o tema deve ser tratado com bastante naturalidade, tendo em vista que tais questionamentos estão surgindo cada vez mais cedo, e devem ser esclarecido primeiro, de preferência, no âmbito familiar. O administrador de empresas Carlos Almeida nunca imaginou que precisaria ter uma conversa sobre sexo com o filho de apenas 9 anos tão precocemente. Para ele, o tema chegava até a ser absurdo nessa idade. “Eu, com essa idade, queria era brincar de carrinhos, jogar bola, correr na rua com as outras crianças. Daí, tudo mudou quando meu filho tascou logo um ‘pai, por que meu pinto fica duro?’. Fui pego de surpresa”, lembra. No primeiro momento, Almeida des-

conversou e tentou “empurrar com a barriga” o assunto, mas o filho, muito curioso, não deu alternativas para o pai. “Eu tentei enrolar, mas não teve jeito. Busquei a ajuda de um psicólogo para saber como deveria abordar essas questões com ele. E ainda estamos nesse processo de contar aos poucos. Porque ele precisa saber e deve saber de mim que sou o pai”, disse. Naturalidade A escolha de cada pai sobre como ter a temida conversa é pessoal, já que cada um decide a melhor maneira de educar os filhos. No caso da funcionária pública federal Antônia Silva, que sempre esteve aberta a qualquer tipo de diálogo com o filho, que atualmente tem 14 anos, a saída foi levar tudo com a maior naturalidade, fornecendo informações de todos os tipos. Ela lembra que as perguntas do adolescente começaram quando ele tinha 11 anos e chegaram bem “comportadas”. “Ele queria saber se eu deixaria trazer a namorada para namorar em casa”, lembra Antônia. Essa foi a única pergunta necessária para que a mãe do jovem começasse a dar explicações sobre tudo para ele, inclusive o incentivando a assistir filmes mais adultos para que na hora “H”, quando chegar, ele não passe nenhum tipo de vergonha. “Ele precisa saber, precisa ter informações”, avalia.

Na opinião de Antônia, os pais devem oferecer um ambiente saudável para que os filhos os procurem, de maneira que as dúvidas sobre as mudanças no corpo e sobre sexo sejam esclarecidas em casa. “Hoje há muita informação, mas sempre quis que ele se sentisse confortável em perguntar e eu o incentivo a isso. Nós conversamos sobre tudo, inclusive sobre os cuidados que ele tem que tomar, usar preservativos e tudo mais”, completa. Ajuda O psicanalista Waieser Bastos diz que não é de hoje que as crianças estão descobrindo as mudanças do corpo cada vez mais cedo, e as dúvidas sobre o universo sexual também surgem precocemente impulsionados, também, pelo discurso publicitário. Diante disso, os pais devem abordar o assunto de forma simples. “Os pais devem tratar de forma simples e lúdica, sem fazer uso de discursos morais para dialogar sobre o tema da sexualidade com os filhos. A chegada da sexualidade não traumatiza as crianças, mas a forma moralista como são tratadas as questões da sexualidade é que podem produzir efeitos traumáticos”, afirma. O especialista ressalta, ainda, que dúvidas sobre esses temas são marcadas pela singularidade de cada criança. Dessa forma, os pais devem ficar atentos

para o comportamento dos filhos. E, segundo Waieser, não há uma universalidade cronológica para a chegada das questões sobre a sexualidade da criança. Para algumas chega muito cedo, até porque a sexualidade ainda é infantil, mas é importante saber que esse tipo de questionamento chega sim, na maioria das vezes, por meio do acesso dessas crianças a programas com faixa etária superior a idade a delas. Isso desperta o interesse, conforme o especialista. “A idade ideal é aquela que surge no momento em que a criança passa a revelar comportamentos como pequenos toques corporais, masturbações inconscientes, perguntas de cunho sexual, entre outras questões apresentadas pela criança”, defendeu. De acordo com o psicanalista, esse tipo de discussão no âmbito familiar é muito importante para o desenvolvimento da criança. “Desde cedo eles precisam reconhecer a função do sexual não apenas como ato de reprodução humana, mas como encontro de afetos, desejos, carinhos e principalmente respeito mútuo”, explica. Para Waieser, em geral, meninas se sentem mais à vontade em tratar desses assuntos com as mães, e os garotos com os pais, mas em alguns casos a ajuda de um terceiro pode se fazer necessária, inclusive, a orientação de um especialista.


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João Bosco Botelho

DICAS DE SAÚDE

joaoboscobotelho@gmail.com / www.historymedicine.net

Platão e Sócrates: respeito ao mestre A influência de Sócrates sobre Platão foi tão grande que, sobretudo nas suas primeiras obras, é difícil distinguir quem de fato, está falando: se o mestre ou o discípulo. Em muitos escritos platônicos, Sócrates é apresentado como o tipo ideal do filósofo e o mártir do pensamento e da busca da verdade e do bem. Platão jamais aceitou a injustiça da condenação do mestre e em vários livros renasce Sócrates com as mais belas palavras sobre a verdadeira piedade e sobre a reta educação da juventude. Na parte final do Fedro, 118, onde relata de maneira emocionante a morte do insuperável mestre, Platão define Sócrates: “O homem... que, entre todos os de seu tempo, era o melhor, o mais sábio e o mais justo”. A História continua reverenciando Sócrates e não lembra dos nomes dos algozes. Depois da morte do mestre, Platão retirou-se para Mégara, junto de Euclides e de Terpsíon, também discípulos de Sócrates. Parece que, algum tempo depois, retornou à Atenas e junto aos seus irmãos, se engajou nas campanhas militares de 395 a 394 a. C, na guerra de Corinto. Como era comum, naquela época, a grandeza do saber estava relaciona-

do ao conhecimento de outros povos e lugares. Em torno do ano 390 a.C., foi ao Egito levando uma carga de azeite para pagar a viagem. A civilização egípcia, com pouca variação, há milhares de anos, influenciou o pensamento de Platão quanto ao pressuposto de ser preferível que os governantes mantenham o equilíbrio social em torno de antigas idéias do que forçar a obediência coletiva às novas ordens. Do Egito, dirigiu-se para Cirene, onde frequentou a escola do matemático Teodoro, que seria um dos personagens do seu livro “Teeteto”. De Cirene, viajou para a Itália, onde conheceu os pitagóricos Filolau, Árquitas e Timeu. Não existe consenso se elas tenham tido alguma influência na reconhecida crença platônica da transmigração e eternidade das almas. Quando retornou à Atenas, no ano 388 a. C., com quarenta anos de idade, a guerra estava próxima do fim por meio da paz de Antálquidas. Contudo, o antigo esplendor ateniense passava por período político conturbado. Esse ambiente, pleno de decadência dos valores, onde, de certa forma, predominava o subjetivismo gnosiológico e ético, que se ergue imponente a figura de Sócrates, de quem Platão recebeu a maior

influência filosófica e foi amigo e fiel ouvinte durante cerca de oito anos, até à morte do Mestre. Platão começou a ensinar, mas diverso do mestre Sócrates, para reunir os seus discípulos, comprou um pequeno terreno nas proximidades do ginásio de Academo, perto de Colona, terra natal de Sófocles. Não se sabe certo o ano em que Platão morreu, porém fixado em 347 ou 346 a.C. A Academia sobreviveu até o ano 529 d. C., quando Justiniano determinou a sua extinção. Entre outras obras, Platão escreveu 28 diálogos: Mentira: Hípias menor; Dever: Críton; Natureza humana: Alcibíades; Sabedoria: Cármides; Coragem: Laques; Amizade: Lísis; Piedade: Eutífron e Retórica: Górgias e Protágoras. Entre 387 e 361 a.C., escreveu os seguintes livros com os enfoques sobre: Menexeno e Ménon: a virtude; Eutidemo: a erística; Crátilo: a justeza dos nomes; O Banquete: o amor; Fédon e A República: a justiça; Fedro e Teeteto: a ciência. Os diálogos da maturidade: O Sofista: o ser; O Político e Timeu: a natureza; Crítias: a Atlântida; Filebo: o prazer e As leis: organização social. É difícil expressar na linguagem oral a grandeza humana de Platão!

João Bosco Botelho Doutor Honoris Causa, França;

A História continua reverenciando Sócrates e não lembra dos nomes dos algozes”

Razões da queda de cabelo A maioria dos homens e muitas mulheres eventualmente têm queda de cabelo perceptível. A perda de fios está relacionada à hereditariedade, envelhecimento e alterações hormonais. A repentina queda de cabelo pode acontecer por diferentes causas, incluindo estresse físico e emocional. Alguns dos gatilhos para ficar atento são infecção grave ou com febre alta; pós-parto; ter sido submetido a grandes cirurgias, ter uma doença grave ou perder muito sangue; seguir uma dieta radical, especialmente pobre em proteínas; tomar certos medicamentos, incluindo antidepressivos, alguns remédios para o coração, anticoncepcionais e anti-inflamatórios não esteróides (AINEs).

Humberto Figliuolo hfigliuolo@hotmail.com

Medicamentos biológicos O caminho para que um medicamento chegue às mãos do consumidor, embalado e pronto para ser consumido com segurança, é longo. E todo processo tem inicio com os insumos farmacêuticos. Considerados a matéria prima dos medicamentos, são eles os responsáveis para dar a capacidade terapêutica e também por garantir que possam ser comercializados no formato e tamanho mais adequado. Todas as etapas do processo produtivo são fundamentais para a elaboração de um medicamento seguro, mas a qualidade da matéria prima é vital para garantir que toda a cadeia a seguir resulte um produto eficaz. Não é possível a elaboração de um medicamento de qualidade se o início for duvidoso. Apesar de representarem a essência dos medicamentos, os insumos farmacêuticos produzidos no Brasil estão longe de suprirem a demanda do consumo do medicamento interno. Os 50 fabricantes que atuam no País conseguem produzir apenas 350 dos 2,2 mil moléculas necessárias para a fabricação de todos os medicamentos consumidos pela população de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica e Farmoquímica. Essa produção nacional é capaz

de suprir apenas 20% da necessidade total de insumos farmacêuticos no país. O restante é comprado de outros países, o que fez o governo federal gastarem bilhões de reais com importações de matérias-primas farmacêuticas. Convém lembrar que nenhum país no mundo é autossuficiente na produção de insumo todos importam uma quantidade razoável. Mas, no Brasil o percentual é muito alto. Dos insumos farmacêuticos ativos utilizados no Brasil foram fabricados na China e 30% na Índia. Os países em desenvolvimento se destacam na produção de matérias-primas mais comuns e de uso em longo escala, enquanto as nações consideradas de primeiro mundo se aperfeiçoam em moléculas inovadoras, com alto grau de tecnologia, marcará definitivamente uma alternativa inovadora e importante para o mercado farmacêutico: remédios feitos a partir de cultura de células vivas, com tecnologia de ponta. Trata-se dos medicamentos biológicos que apesar de representarem menos de 20% do setor farmacêutico global, projetam um futuro acima de 80% de crescimento. Os medicamentos biológicos ainda são produtos muitos complexos, muitos deles só ao alcance

de pacientes da rede hospitalar privada ou do SUS e administrados no hospital. Os medicamentos biológicos são o resultado de uma cultura de células geneticamente modificadas que agem diretamente sobre a doença que pretendem combater. Além disso, os medicamentos biológicos são formados por moléculas grandes, complexas e constituídas de milhares de átomos. São instáveis e sensíveis a alterações quando submetidas a pequenas variações das condições de conservação. Por esta razão, os medicamentos biológicos geralmente são administrados por via injetáveis ou por inalação. Os benefícios foram novas alternativas terapêuticas para doenças graves para as quais anteriormente não havia tratamentos eficazes. Por exemplo, pacientes com insuficiência renal crônica, artrite reumatoide, escleroses múltiplas, câncer de mama e, portanto houve redução de riscos de complicações e o futuro do medicamento biológico é bastante promissor. Eles vieram para melhorar os prognósticos e a qualidade de vida de milhares de pacientes. A expectativa para o futuro próximo é que tenhamos moléculas para o tratamento de doenças que ainda não tem opção terapêutica eficaz e segura.

Humberto Figliuolo farmacêutico

Os insumos farmacêuticos ativos utilizados no Brasil foram fabricados na China e 30% na Índia”

Aprenda a comer menos sal Muitos alimentos e receitas incluem grande quantidade de sal (sódio), o que pode aumentar a pressão arterial, um problema que já afeta 25% da população brasileira. O ideal é reduzir o consumo de sódio na dieta e assim proteger a saúde do coração. Para isso, consuma verduras frescas, ou enlatadas e congeladas sem adição de sal; prefira carnes, aves e peixes frescos aos produtos processados e enlatados; tempere os alimentos com ervas , especiarias e condimentos sem sal, e evite macarrão instantâneo, arroz e outros alimentos com temperos pré-embalados.

Expediente Editor Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com Repórter Alik Menezes

Revisão Dernando Monteiro

Diagramação Adyel Vieira

www.emtempo.com.br


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É seguro dormir com as suas lentes de contato? S

e você é um usuário de lentes de contato, as chances que você já tenha cochilado com suas lentes de contato, em pelo menos uma ou duas vezes por semana, são reais. Talvez você apenas faça isso de vez em quando, quando você cai no sono profundamente em frente à TV ou se esquece de levar a solução de limpeza em uma viagem. Ou talvez, essa seja uma prática regular e você durma todas as noites com suas lentes de contato. “Em qualquer uma das situações apresentadas acima, a ideia não é boa. Isso porque quando você dorme com suas lentes de contato, você está privando suas córneas de oxigênio”, afirma o oſtalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares. “É como ter um saco plástico sobre sua cabeça quando você dorme. Não é o ideal para a troca de oxigênio. A córnea recebe oxigênio do ar quando você está acordado, mas quando você está dormindo, ela recebe nutrição e lubrificação de lágrimas e um fluido intraocular chamado humor aquoso. Se há uma lente de contato em seus olhos quando você está dormindo, então a

lente de contato funciona como uma barreira entre a pálpebra fechada e a córnea”, explica a oſtalmologista Sandra Alice Falvo, que também integra o corpo clínico do IMO. Segunda a médica, quando estamos acordados, a lente de contato deve se mover um pouco - cerca de um milímetro de movimento com cada piscar -, a fim de permitir que a córnea obtenha oxigênio. Mas quando dormindo com as lentes, a lente de contato é incapaz de se mover, porque os olhos não estão piscando. Riscos “E depois há a questão da infecção. Quaisquer abrasões microscópicas à córnea - que podem ser provocadas pelo contato com a superfície de trás das lentes de contato podem ser estar infectadas por bactérias ou parasitas. Estes microrganismos podem entrar nos olhos através das próprias lentes de contato (por exemplo, quando uma lente de contato não é limpa adequadamente ou quando você excede o número de horas de uso da lente) ou por meio da água, mesmo quando a água é potável. Um parasita encontrado na água chamado Acanthamoeba, por exemplo,

Nutrição em foco

pode causar graves infecções oculares. As úlceras da córnea, que são feridas abertas na camada externa da córnea, também são um risco potencial”, alerta Sandra. Na verdade, um estudo de 2012, publicado na revista Ophthalmology, mostrou que o risco de ceratite - inflamação da córnea - aumentou 6,5 vezes com o uso de lentes de contato durante a noite, mesmo que ocasionalmente, entre as pessoas que usavam lentes que deveriam ser removidas no final do dia. “Existem algumas lentes de contato que são aprovadas para uso prolongado, ou seja, você pode usá-las por vários dias. Contudo, ainda assim não é uma boa ideia usar essas lentes durante a noite, porque ainda há um risco de infecção”, alerta Sandra Falvo. De acordo com a Academia America de Oſtalmologia, as pessoas que usam lentes de uso prolongado têm de 10 a 15 vezes mais riscos de desenvolver ceratite ulcerativa, em comparação com as pessoas que fazem uso de lentes diárias. “O desgaste noturno da lente independentemente do tipo de lente aumenta a probabilidade de infecção da córnea”, explica a oſtalmologista do IMO.

Flávia Cunha

Flaviaroberta1@yahoo.com.br

Vitamina D Adoro falar sobre a minha queridíssima vitamina D. Ela é danada! Sua deficiência causa males futuros, e estar em dia com ela, só nos traz benefícios. Então, vamos a ela! Primeiramente, de nada adianta suplementar cálcio se a sua dosagem desta vitamina está baixa, pois ela tem o papel de absorver o cálcio, evitando assim, perda de massa óssea e uma futura osteoporose. Controla a pressão arterial (aliada de hipertensos); previne vários tipos de cânceres, tais como: de mama, de próstata e de intestino; previne diabetes1 e 2, doenças cardiovasculares, gripe, dor muscular, asma, depressão, insônia, enxaqueca e tantas outras doenças. Ufa! Nos seres humanos, apenas 10% da vitamina D necessária às funções no organismo provém da dieta. As principais fontes dietéticas são de origem animal, presente nos peixes gordurosos de água fria e profunda, como atum e salmão. Mas se você não é muito fã desses peixes ou se na sua região (a nossa!) não são muito fáceis de serem encontrados ou são muito caros, não se desespere! Tenho mais duas opções. É preciso que você disponha de uns 20 minutos, entre meio-dia e 13h. Isso mesmo. Este é o melhor horário para absorver a vitamina D. A exposição ao sol deve ser sem protetor solar, pelo menos 4 dias na semana. Tal vitamina fica na pele, penetra e é absorvida. Já sei...você não tem tempo, certo? Ou ainda, não está disposto a ficar no

sol por quatro dias. E agora?? Vamos à melhor opção? Suplementa! Agora sim! Nada de comprar a vitamina D em drogarias, cápsulas, definitivamente, não são a melhor forma de consumir tal vitamina. Você deve mandar manipular em farmácias (muitas em Manaus) de acordo com a quantidade que lhe prescrever seu Nutricionista. Já pensou que, por volta de R$50,00 mensais, você se previne de um mundo de doenças? Vale a pena ou não vale? É “normal” a maioria das pessoas estarem com o nível da vitamina D abaixo do mínimo. Isto pode ser constatado em exame de sangue e também, a olho clínico. Pacientes com muitas alergias, asma, doenças neurológicas, diabetes e dislipidemias são pacientes propensos a terem deficiência desta vitamina. O ideal mesmo é fazer o exame de sangue, pelo menos, duas vezes ao ano. Você acredita que 50% da população mundial apresenta quantidade menor do que a necessária?? Muita gente, hein? Deixe-me citar alguns fatores que levam a essa deficiência para que você saiba se pode estar dentre este número: • Idade avançada: a pele de um indivíduo de 70 anos, por exemplo, produz apenas um quarto da quantidade fabricada por um jovem de 20 anos; • Sobrepeso: em geral, a necessidade desta vitamina é maior do que a apresentada por uma pessoa de peso normal (eutrófica);

Flávia Cunha Nutricionista Clínica 99322-1385

• Pele escura: a melanina reduz a absorção dos raios solares necessários à produção da vitamina; • Trabalhar em ambientes confinados, isolados da luz solar. Embora seja chamada de vitamina, a substância já foi descoberta como um pró-hormônio, ou seja, dá origem a outros hormônios importantes para o corpo. E então? Será que consegui te convencer da importância deste pró-hormônio? Aliás, quando foi a última vez que você verificou a quantidade dele no teu exame de sangue? Deixo aí a tua tarefa desta semana: averiguar a que pé está a quantidade desta substância no teu organismo. Grande abraço e até a próxima!

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Atenção na hora do sono: dormir com as lentes de contato limita severamente a transmissão de oxigênio para os olhos

Dormir com lentes de contato pode causar sérios danos à córnea, além de infecções e úlceras


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Vivendo com A doença neurológica é conhecida por comprometer os movimentos de muitos idosos. Crônica e progressiva, atinge o sistema nervoso central ALIK MENEZES Especial EM TEMPO

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imples ações do cotidiano como segurar um copo com água, atender um telefone ou, ainda, varrer uma casa podem ser um grande desafio para alguns idosos. A limitação pode não se dá por conta da idade, mas em decorrência da doença de Parkinson, enfermidade que não tem cura. Contudo, especialistas orientam sobre a importância de passar pelo tratamento para que essas pessoas possam ter qualidade de vida, mesmo com a doença. A doença de Parkinson atinge, principalmente, pessoas com idade a partir de 60 anos e tem como principais sintomas tremores intenso e rigidez muscular. Sensações que a aposentada Maria Josefa, 72, começou a sentir há exatos dez anos. “Fiquei desesperada. Nunca imaginei que teria essa doença. Eu sempre fui muito sadia”, conta. Josefa relata, ainda, sempre foi muito ativa. A aposentada começou a trabalhar ainda na infância como empregada doméstica, e nunca gostou de “depender de ninguém”. Por conta disso, teve a sensação de que a vida não tinha mais sentido após ser diagnosticada com a doença. “Eu fiquei louca da vida. Eu nunca esperei nada de ninguém, sempre corri atrás das minhas coisas. Agora, imagina, eu iria depender de todo mundo! Eu não queria isso. Meu mundo veio abaixo naquele dia”, lembra. Aprendendo a conviver Com o passar dos anos, os tremores foram ficando cada vez mais intensos e a aposentada foi obrigada a deixar de fazer muitas

coisas que sentia prazer, como cozinhar e jogar cartas com as amigas. “Logo no início eu me sentia muito humilhada, não por causa da doença em si, mas pelo que as pessoas achavam”, diz. Determinada como foi desde a infância, Josefa contou que foi a procura de especialistas para entender a doença e qual o tratamento. “Eu sou do interior, não tenho muito estudo, por isso logo que soube que tinha a doença não corri atrás de tratamento, eu achava que não tinha. Andei muito, mas consegui o tratamento que é por meio de medicação e, às vezes, fisioterapia. Hoje eu consigo conviver melhor com ela”, contou. Sintomas Parkinson é uma doença neurológica, crônica e progressiva que atinge o sistema nervoso central. Segundo a neurologista Roberta Saba, a causa se dá pela morte de células do cérebro, principalmente da região que produz dopamina, um neurotransmissor responsável pelo controle dos movimentos. Entre os principais sintomas a especialista destacou a lentidão dos movimentos, tremor de repouso e rigidez. “No início, o paciente pode se queixar de sensação de cansaço, principalmente ao final do dia, marcha mais lenta, maior tempo para executar tarefas do dia a dia, comprometimento da escrita ou surgimento de tremores. Alguns pacientes podem apresentar – antes das manifestações motoras – quadros de depressão, distúrbios do sono e alteração do olfato”, alerta. A doença surge, principalmente, a partir dos 60 anos, mas existem

casos precoces que iniciam aos 40 anos de idade. Não há tratamentos preventivos comprovados cientificamente. Segundo a especialista, 1 a 3 % da população mundial tem doença de Parkinson. Qualidade de vida De acordo com Roberta, ainda não existe cura para Parkinson, mas existem tratamentos eficazes para o controle dos sintomas, que colaborarão para a melhora da qualidade de vida dos pacientes. A especialista destacou o tratamento medicamentoso e não medicamentoso. “O tratamento não medicamentoso se dá por meio de fisioterapia, fonoterapia e, se necessário, até acompanhamento psicológico. Já no caso do tratamento medicamentoso, podemos utilizar drogas dopaminérgicas e não dopaminérgicas – a escolha do medicamento depende da fase da doença, se inicial, intermediária ou avançada, assim como da idade do paciente e atividades diárias e profissionais destes indivíduos”, explica. Outro ponto fundamental que colabora para a evolução do paciente é o apoio familiar. Logo no início, o idoso não necessitará de tantos cuidados, mas com passar dos anos será necessário o auxílio de um parente ou cuidador, além de demonstração de afeto. “Nas fases mais avançadas é imprescindível, principalmente nas atividades da vida diárias como vestir-se, tomar banho ou tomar as medicações corretamente. Além disso, a atenção, apoio e carinho são muito importantes e contribuem para uma melhor qualidade de vida dos portadores de doença de Parkinson”, finaliza.

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Entendendo melhor a

epilepsia Dados indicam que 5% da população no mundo poderá ter um episódio de epilepsia ao longo da vida. No Brasil, atinge cerca de dois milhões

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s crises de epilepsia estão relacionadas a algumas doenças e traumas como acidentes vasculares, derrames e algumas infecções e podem se manifestar em qualquer fase da vida. Diferente do que se pensa, muitas pessoas sofrem com essas crises e caso não procurem tratamento adequado podem ser prejudicadas em várias áreas. A administradora de empresas Mariana Melo, 25, teve a primeira crise aos 19 anos, enquanto dormia. Ela sentiu fortes dores de cabeça e foi levada inconsciente para o hospital. “Eu comecei a sentir uma dor de cabeça muito forte. Não me lembro direito, mas minha mãe disse que eu me contorcia toda na cama”, lembra. A jovem passou por exames e foi diagnosticada a epilepsia que, segundo o médico, foi causada por uma pancada na cabeça. Mariana precisou ficar internada por dois dias e teve muitas crises. “Eu contei para ele que naquele dia eu fui atingida na cabeça por uma bola de basquete. Ele disse, então, que essa foi a causa”, relata. Desde então a administradora faz tratamento medicamentoso. São dois comprimidos por dia. As crises de Mariana aconteciam, geralmente, à noite e estão, também, ligadas ao emocional. “Eu não posso me estressar, não posso sentir raiva. Quando passo por alguma emoção forte eu corro o risco”, diz. Mariana precisou adiar alguns sonhos e metas por causa da doença. Em 2013, ela abandonou os estudos porque não conseguia se concentrar e precisava ser acompanhada pela mãe se quisesse sair de casa. “Esse ano foi bem difícil. Eu quase não saia de casa e quando saia precisava de acompanhante porque podia ter crises na rua e me machucar. Graças a Deus hoje estou muito bem, já ate consegui me formar”.

Causas Segundo o médico neurofisiologista clínico Francisco Arruda, existe vários tipos de epilepsias e, consequentemente, várias causas, com destaque para defeitos genéticos, infecções, traumatismos, malformações congênitas, traumas de parto e isquemias. Poe conta da doença, muitas pessoas podem deixar de fazer algumas atividades, como sair com os amigos, estudar e até trabalhar. Por isso, o especialista orientou que todas as pessoas devem passar pelo tratamento. “Pessoas com epilepsia, que estejam com as crises controladas, têm toda capacidade de levar uma vida normal, podem estudar, trabalhar, dirigir, entre outros”. De acordo com Arruda, muitas epilepsias se curam espontaneamente porque podem se manifestar durante uma fase na vida. “Mas, de modo geral, requerem tratamentos por muitos anos, frequentemente pela vida inteira. Nos casos em que há indicação cirúrgica, a cirurgia pode levar à cura”, observa. A base do tratamento são os medicamentos anticonvulsivantes, que são suficientes para controlar as crises em pelo menos 70% dos casos. “Quando estes não são capazes de controlar as crises, existem outras opções, como a cirurgia, e também recursos mais modernos, como a neuromodulação, o estimulador do nervo vago ou estimulador talâmico”, explica. Para o médico, as crises correm de forma espontânea. Contudo, existem casos especiais que podem ser provocados por estímulos específicos como luzes, sons e até o banho. “Também pode ser facilitada por estresse, privação de sono e períodos menstruais”, exemplificou. O que fazer para ajudar durante as crises? Arruda orientou que é necessário fazer o possível para que o paciente não se machuque e também assegurar que ele consiga respirar. “Nos casos de convulsões, onde pode haver acúmulo de secreção, deitar o paciente de lado. A lenda de colocar a mão na boca do paciente, ‘puxar a língua’, não é necessária e deve ser evitada”.

Personal Fitness Club

Cristiane Burgos

www.personalfitnessclub.com.br

Se você estiver no mesmo lugar em cada treino, sempre repete os seus exercícios, as séries, a ordem dos exercícios repetições, a base da estabilidade (em pé, sentado, etc), o volume de trabalho (conjuntos x repetições x distância percorrida), velocidade de repetição, amplitude de movimento, o ângulo de exercício (inclinado, curvado, de pé, etc), frequência de treinamento por semana, etc e intervalos de descanso, então saiba que o seu corpo não tem nenhuma base para melhorar a sua condição atual. A melhor forma de estruturar os seus treinos para obter os melhores resultados é ser consistente e tentar melhorar continuamente a um método de formação específica por um período de tempo específico. Modificar os Treinos de Musculação é fundamental,

que condições o expomos, ele se adapta rapidamente. Todo processo de construção muscular acontece graças a adaptação do corpo ao aumenta de carga e stress. Você não terá grandes progressos usando a mesma rotina de treinos de musculação por um longo período de tempo. O corpo humano se adapta ao stress muito rápido. E uma vez que seu corpo se adapta ao nível de stress de sua rotina atual. Algumas orientações podem ajudar: - Aumentar a Intensidade: A intensidade constrói o músculo, quando você usa uma rotina de treinos por um longo período de tempo, por mais que pareça que o treino está pesado, o seu nível de intensidade cai sem que você perceba. - Varie nos Exercícios: Cada grupo muscular tem uma grande variedade de

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Como mudar sua rotina de treinos de musculação

Personal Trainer na Academia Personal Fitness Club

maioria dos praticantes de musculação. As vezes cortamos os exercícios chatos e treinam a mesma coisa o ano inteiro. - Alterne os Dias de Treino: Alternar a ordem dos seus treinos de musculação pode causar um grande impacto sobre seus músculos. Porém, antes de modificar sua rotina você deve garantir que os músculos tenham o devido descanso para crescer.

a musculatura sair da rotina programada, gera uma espécie de confusão muscular. A partir da planilha de treinamento, editada pelo treinador, após criar cronograma dos exercícios e atividades a serem desenvolvidas, basta inverter completamente o seu programa de treino. Comece pelo último exercício e termine com o primeiro. – Mude o Horário do Treino: Se for possível, mude o

uma pessoa do dia ou uma pessoa da noite, quem sabe mudando o horário do treino a sua disposição mude e seu treino renda mais. - Inclua exercícios de outros tipos de treinamento, como funcional, cross fit, boxe, exercícios localizados e outros MUDE SUA ROTINA DE TREINOS DE MUSCULAÇÃO E EVITE A ESTAGNAÇÃO! Venha nos fazer uma visita ou entre em contato conosco


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Os distúrbios do sono nas fases da gestação FOTOS: DIVULGAÇÃO

Insônias estão relacionadas a dores na lombar, atividade fetal noturna e obstrução nasal no 3º trimestre de gestação

Sintomas são comuns e pioram nas mulheres que ganham muito peso durante a gravidez

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ais da metade das gestantes apresentam insônia a partir do terceiro trimestre da gravidez. Muitas mulheres sofrem com distúrbios do sono ao longo da vida, mas, durante a gestação, esse problema pode afetar de 66% a 90% delas, segundo a ginecologista Carla Realti. “As noites mal dormidas são frequentes nesse período, mas nem sempre estão relacionadas aos níveis hormonais e sim ao aumento da frequência urinária noturna e diurna, atividade fetal noturna exacerbada, obstrução nasal pelo edema gravídico, azia noturna, calor e pernas irrequietas são alguns dos causadores da insônia”, explica. As noites de insônia podem trazer sérias consequências para o dia a dia das futuras mães. Entre elas estão alteração no humor, aumento da ansiedade e também a queda da imunidade. “Muitas mulheres não encontram posição para dormir por conta de hiperlordose na coluna e também aumento do calor corpóreo. Isso afeta diretamente a disposição para o dia seguinte, pois não descansam o suficiente durante a noite”, comenta a ginecologista do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

Sem desconforto Todos esses sintomas são comuns e pioram nas mulheres que ganham muito peso durante a gravidez, pois aumentam o inchaço e as dores na coluna e nos joelhos. Para evitá-los, é recomendado manter pressão e peso estáveis, seguir uma dieta adequada, praticar exercícios físicos, e até mesmo, administrar algum tratamento com medicamentos. De acordo com Carla Realti, a dieta deve conter muitas frutas e legumes cozidos e evitar embutidos, pelo excesso de sódio presente e potencial para aumentar o inchaço. “A homeopatia também é indicada para atenuar os diversos efeitos da insônia, como a diminuição da ansiedade, melhora da azia, formigamentos e dores na coluna, obstrução nasal e enjoos, além de eliminar as câimbras noturnas”, explica a médica. Esse tipo de medicação, segundo a especialista, pode ser utilizada pelas pacientes grávidas, pois não apresenta efeitos colaterais indesejáveis. É importante lembrar que o problema pode perdurar no pós-parto por conta de hábitos adquiridos na fase de amamentação, como tomar café para ajudar a ficar acordada, ansiedade, vigilância do recém-nascido, depres-

são pós-parto e também a demora na normalização hormonal. Confira os diversos fatores que contribuem para má qualidade do sono em cada período da gravidez. Primeiro trimestre Nessa fase, a sonolência geralmente é causada por alterações no metabolismo. É comum apresentar sono muito forte a qualquer hora do dia. A progesterona tem efeito sedativo e hipnótico, e aumenta no início da gestação. Segundo trimestre Os maiores problemas com o sono têm origem na vontade constante de ir ao banheiro, originada pelos estímulos hormonais e pelo peso do útero na bexiga. Terceiro trimestre A mulher tem dificuldade em achar uma posição confortável para dormir e o metabolismo se acelera. Os hormônios trabalham para que a gestante durma menos e esteja preparada para o intenso ritmo de amamentação e cuidados intensos com o bebê.


F8

Saúde

e bem-estar

Psicologia no divã

MANAUS, DOMINGO, 31 DE MAIO DE 2015

Fabíolla Fonseca

fafafonseca_05@hotmail.com

Como é fácil lidar com quem é gentil, alegre, sorridente, com quem está sempre de bem com a vida, com quem sempre tem um sorriso estampado no rosto não é? Costumo dizer que o grande desafio da vida é aceitarmos e compreendermos aquelas pessoas que vivem carrancudas, reclamando de tudo, que vão de encontro com as nossas conveniências e pior, vivem de mau humor o tempo todo. Se você é daquelas pessoas que dorme e acorda reclamando de tudo, nada para você está bom, não sorrir de nada e nem com nada, acha tudo sem graça e sempre pensa o pior de tudo e de todos, você é um portador de DISTIMIA mais conhecida como MAU HUMOR e é patológico. A maioria das pessoas não sabe que o mau humor é uma doença grave e que infelizmente afeta uma grande parcela da população de todas as faixas etárias. É normal apresentar uma mudança de humor nas situações adversas, mas, quando isso é uma constante e sem controle algum, esta condição torna-se uma forma crônica de depressão com sintomas mais leves e também pode ser em forma de uma depressão grave, que torna a pessoa apática e a distimia faz com que esse individuo, só veja o lado negativo de tudo tornando-se um pessimista em potencial, mais acentuado nas

mulheres, que são as mais acometidas por causa da variação dos hormônios femininos. Além disso, os distímicos não sentem prazer e nem alegria em absolutamente nada até mesmo num momento bom e feliz. Essa doença é herdada e tem início mais precisamente na adolescência e pode surgir de qualquer acontecimento marcante, porém, como essa fase da vida é conturbada existe muita dificuldade para diagnosticar o distúrbio. Vale ressaltar, que para ser considerado patológico os sintomas têm que prevalecer por no mínimo dois anos. Não pense que é fácil para uma pessoa mau humorada conviver com esse problema, o sofrimento é tanto para o individuo, bem como, para aqueles que convivem com ele. Podemos afirmar categoricamente, que em cada família existe um membro mau humorado e a reação até compreensível da maioria das pessoas, é manter o máximo de distancia possível desse ser. Contudo é preciso que se entenda que o portador de Distimia é portador de um Transtorno de Personalidade e que deve ser tratado por medicação e psicoterapia. Geralmente o paciente com Distimia costuma ter o humor algo depressivo a maior parte do tempo, mas não expressivamente depressivo como acontece na Depressão Maior.

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Pode apresentar inquietação, ansiedade e sintomas neurovegetativos, como por exemplo, queixas digestivas, cardiocirculatórias, musculares, dor de cabeça. É muito marcante nos distímicos a tendência em dedicar pouco tempo para atividades de lazer, valorizando em excesso atividades produtivas.

Outros sintomas que chama a atenção é a tendência à irritabilidade, ironias, crises de raiva e excesso de críticas. E como vencer o mau humor? Caso a pessoa tenha boa vontade e predisposição para tanto, é possível sim combatê-lo seguindo esses passos: 1-Faca algo que proporcione

prazer; 2-Exercite-se; 3-Durma bem; 4-Alimente-se saudavelmente; 5-Viaje e principalmente sorria pra a vida porque ela é bela e jamais deixe que situações e pessoas desagradáveis e ruins tirem esse sorriso lindo!!! Caso você não consiga fazer isso sozinho busque ajuda especializada.

Não pense que é fácil para uma pessoa mau humorada conviver com esse problema, o sofrimento é tanto para o individuo, bem como, para aqueles que convivem com ele”


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Saúde - 31 de maio de 2015 by Amazonas Em Tempo - Issuu