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Salão imobiliário - 28 de dezembro de 2014

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MANAUS, DOMINGO, 28 DE DEZEMBRO DE 2014

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O mundo da decoração e suas tendências para 2015 FOTOS: REPRODUÇÃO

Espaços mais reduzidos estimulam otimização e funcionalidade nos imóveis que contam com uma metragem menor

Paredes em tons metálicos prometem ser uma das tendências

A

chegada do Ano Novo costuma estimular a vontade de mudança em várias áreas da vida, o que também se aplica à decoração de casas e apartamentos. É nesse momento que o cliente busca dicas do que pode fazer para conseguir o efeito desejado, seja nas cores dos cômodos, na compra de móveis ou na reforma do piso. Pensando nisso, o EM TEMPO conversou com o arquiteto e decorador, Edgar Noronha, que deu dicas sobre as tendências que vão despontar em 2015, com base em sua experiência profissional. Apesar de enfatizar que as cores passam por uma escolha individual, pois refletem a personalidade do morador, Noronha revela que há uma cor que os fabricantes estão apresentando aos profissionais com mais frequência. “Os tons metálicos vêm tendo um papel cada vez mais importante no design contemporâneo e a cor eleita para esse ano que se inicia foi o laranja acobreado. Esta cor, dizem eles, reflete e complementa todas as tendências mais importantes: calorosa, representa uma paleta natural da terra, sendo

uma cor profunda, atual e moderna que irá combinar muito bem com o mundo moderno ao qual vivemos”, diz. Porém, o profissional adverte que cuidados devem ser tomados. “Cada cor afeta pessoas de uma forma, por isso alguns cuidados devem ser tomados ao trabalhá-las. Usar cores muito fortes e energizantes em quartos, como amarelo,

DICAS

Para os sofás, o arquiteto Edgar Noronha aconselha que devem possuir mecanismos simples para se transformarem em camas ou chaises longue e poltronas compactas com estilo laranja e vermelho, podem ter um efeito contrário. Ao invés de tranquilizar, elas podem dificultar o descanso, principalmente de crianças”. Com os espaços cada vez mais reduzidos em apartamentos e a necessidade do usuário de permanecer mais horas em casa, o foco da decoração se

volta para a funcionalidade e inovação, priorizando uma otimização dos cômodos e móveis. “As pessoas procuram soluções inteligentes, com produtos que se adaptem em qualquer ambiente da casa. Uma aposta nesta área são as famílias de modulares e multifuncionais, mas com detalhes surpreendentes, materiais duráveis e atemporais”, diz Noronha. O profissional explica que modulares são peças avulsas (com algumas medidas padronizadas) que podem agrupar-se de acordo com as necessidades do morador. “Também podem ser adquiridos em etapas, dependendo da disponibilidade financeira do cliente”, complementa. Para os sofás, o arquiteto e decorador aconselha que devem possuir mecanismos simples para se transformarem em camas ou chaises longue, poltronas compactas também são confortáveis e ainda podem apresentar movimentos giratórios úteis, assim como as mesas laterais e centrais extensíveis. “Versatilidade e leveza são requisitos fundamentais, como cadeiras plásticas transparentes, que ainda podem ser empilhadas;

móveis dupla face (como estantes e aparadores) ou dupla função, como bancadas para TV, que abrigam pufes sob elas”, recomenda. Para o quarto, Noronha revela que a preferência é por uma cama que comporte mesas de cabeceira, utilizando arandelas articuláveis para a leitura, que não ocupam áreas das mesas e ainda ofereçam uma boa iluminação. Segundo ele, os móveis com rodízios (nômades) infiltraram-se por estantes, estofados e até mesmo armários de cozinhas e banheiros substituindo o móvel sob medida e ainda podendo circular. “Deve se preencher o lar com bom senso. A diversidade pode predominar tanto nas formas (geométricas ou orgânicas) quanto nos materiais - aço, fibras naturais, madeiras (das mais escuras às mais claras). As opções dependem das dimensões dos cômodos e do gosto pessoal – a busca é pelo equilíbrio na composição. Optar pelo contemporâneo clean com apenas toques de ousadia de um outro estilo prevalece em muitos ambientes modernos”, opina. Continua na página 4

Móveis modulados otimizam os ambientes com espaços menores


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Indústria da construção piora no mês de novembro ficação no ritmo de queda. A utilização da capacidade instalada diminuiu de 67% para 66%, no menor nível da série mensal iniciada em janeiro de 2012. Apesar da piora do desempenho em novembro, as expectativas dos empresários da indústria da construção para os próximos meses pararam de cair, apesar de o pessimismo continuar. A expectativa do nível de atividade oscilou de 47,7 pontos em outubro para 47,6 pontos no mês passado. O índice de empresários que pretendem abrir novos empreendimentos e serviços passou de 46,4 para 46,7 pontos. O indicador de empresários que pretendem aumentar a compra de matérias-primas subiu levemente, de 46,2 para 46,6 pontos. O índice de empregadores da indústria da construção que pretendem contratar, mas foi o único a apontar diminuição do pessimismo, aumentando de 46 para 46,9 pontos. Mesmo assim, todos os indicadores permanecem abaixo do nível de 50 pontos, que divide a linha de pessimismo e otimismo. Feita entre 1º e 10 de dezembro, a pesquisa ouviu 572 empresas da indústria da construção em todo o país. Por Agência Brasil

Apesar da atual situação, as expectativas dos empresários da indústria da construção para os próximos meses pararam de cair

NACIONAL

Esquema para evitar apagão no país REPRODUÇÃO

O

desaquecimento da indústria da construção ampliou-se em novembro, revela levantamento divulgado na última semana pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo a Sondagem Industrial da Construção, a utilização da capacidade instalada e o número de empregados diminuíram no mês passado, enquanto os indicadores de nível de atividade mantiveram o ritmo de queda. De acordo com a pesquisa, a evolução do nível de atividade passou de 42,7 pontos em outubro para 43 pontos em novembro, indicando queda disseminada do ritmo de produção no setor. O nível de atividade em relação ao usual, que compara a atividade em novembro com o esperado para o mês, passou de 40,2 para 40,5 pontos, mostrando que o nível ainda está distante do usual. Os indicadores variam de 0 a 100 pontos. Pontuação abaixo de 50 pontos indica desempenho negativo. As pioras ocorreram nos índices de número de empregados e de capacidade instalada. O emprego da indústria da construção caiu de 43 pontos em outubro para 41,5 pontos em novembro, mostrando intensi-

REPRODUÇÃO

De acordo com a pesquisa, a evolução do nível de atividade passou de 42,7 pontos em outubro para 43 pontos em novembro

Ações preventivas serão utilizadas para evitar que consumidores fiquem sem energia nas festas

As geradoras, transmissoras e distribuidoras de energia deverão escalar equipes com dedicação integral na manutenção, no acompanhamento e gerenciamento de eventos para garantir que não haja interrupções de energia durante o Natal e o Ano-Novo. As empresas também deverão fazer escalas de plantão durante as festas de fim de ano. As diretrizes foram definidas em reunião entre representantes do Ministério

de Minas e Energia, do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e da Eletrobras. Os equipamentos das usinas geradoras de energia, das subestações e das linhas de transmissão deverão estar com operação normal durante o período das festas. Também serão adotadas ações preventivas para o atendimento regionalizado e critérios de segurança diferenciados para as festivi-

dades, em especial nas áreas de grande concentração de turistas durante o Ano-Novo, como na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. Para o Natal, o período em que as medidas preventivas serão colocadas em prática vai das 12h do dia 24 até as 18h do dia 25 deste mês. No Ano-Novo, o regime de operação especial estará em vigor das 12h do próximo dia 31 até as 12h do dia 2 de janeiro de 2015. Por Agência Brasil

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

FOTOS Arquivo EM TEMPO

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor

REVISÃO Dernando Monteiro Gracycleide Drumond João Alves

TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima


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Estruturas de drenagem evitam danos das chuvas FOTOS: DIVULGAÇÃO

Utilizando os métodos certos, empreendimentos podem ter maior duração sem a utilização de manutenção constante A área da piscina também conta com sistema de drenagem potente

C

om a chegada do período de chuvas, muitas cidades no Brasil já começam a enfrentar problemas de enchentes e formação de poças d’água em ruas e calçadas, causando assim transtornos aos moradores e aumentando o risco de doenças. No entanto, em lugares que possuem o planejamento urbano necessário, a chuva, além de não causar danos, ainda se torna uma aliada para o consumo sustentável dos recursos hídricos. Essa é uma realidade que pode ser vista, por exemplo, em vários residenciais Alphaville e Terras Alphaville pelo Brasil. De acordo com a gerente de projetos urbanísticos da Alphaville Urbanismo, a arquiteta Maria do Rocio, a drenagem dos empreendimentos é cuidadosamente projetada para minimizar a ocorrência de poças d’água. “Ao visitar um residencial Alphaville, as pessoas podem

verificar que não há água empossada nas ruas, muito menos buracos abertos por conta de enxurrada. Isso ocorre pela qualidade da capa asfáltica e dos materiais usados na construção e pelo minucioso planejamento

CUIDADO

O condomínio Alphaville Manaus conta com um sistema de drenagem eficiente que impede que as ruas, por exemplo, acumulem poças d’águas, evitando assim maiores transtornos aos moradores de desníveis no solo, que escoam a água para a tubulação que lhe dará um destino apropriado”. Em todos os residenciais, desde lugares mais chuvosos como Manaus até os mais secos, caso de Brasília há um criterioso dimensionamento do

projeto do sistema de drenagem respeitando as normas técnicas e diretrizes municipais. “Para controlar a velocidade com que a água da chuva, captada pelo sistema de drenagem do empreendimento, chega aos rios e córregos da bacia hidrográfica da região, em alguns casos são construídas bacias de amortecimento. Esses dispositivos tem um funcionamento semelhante ao de “piscinões”, bastante comuns em alguns municípios, mas com capacidade para amortecimento de volumes menores, proporcionais a área do residencial”, diz o diretor de Operações da empresa, Fernando Orsi. Outra estrutura especial foi feita em Juiz de Fora, onde foram implantadas estruturas diferenciadas e modernas de drenagem que visam filtrar as águas de chuvas nos primeiros 15 minutos, além de instalações de mecanismos dissipadores de energia que

retém os sedimentos e tem função de reduzir a velocidade de saída das galerias de águas pluviais, evitando a erosão, o assoreamento de corpos d’água e minimizando possíveis impactos ambientais nas Área de Preservação Permanente. Desse modo, o cuidado na implantação do sistema de drenagem também beneficia o meio ambiente. Alphaville Urbanismo Com 40 anos de atuação, a Alphaville leva a todo o Brasil uma proposta exclusiva de planejamento urbano, por meio do desenvolvimento de empreendimentos horizontais que conciliam preservação ambiental, infraestrutura altamente qualificada e o comprometimento com a sociedade. A Alphaville possui 108 empreendimentos já lançados em 21 estados do Brasil e Distrito Federal, que representam mais de 74 milhões de metros quadrados urbanizados.

A drenagem certa evita que as ruas fiquem esburacadas


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Cerâmica ainda prevalece como tendência em 2015 Q

uando o assunto é tendência de decoração para pisos, o arquiteto Edgar Noronha afirma que a cerâmica ainda é a melhor escolha. “Os pisos cerâmicos são duráveis, fáceis de lavar e podem ser aplicados internamente ou externamente. Com uma grande variedade de cores, estilos e texturas, fica até difícil escolher qual usar”. De acordo com o profissional, a beleza da cerâmica faz com que o material deixe de ser usados somente em áreas molhadas para cobrirem toda a casa. “Há uma tendência de usar o mesmo material em todos os ambientes, só usando diferentes acabamentos. Na cozinha, usam-se cores mais claras, como o branco e o marfim. Na sala, pode até usar duas cores, intercalando-as”. Já nos quartos, ressalta Noronha, são usados tons mais aconchegantes e no banheiro, por ser uma área menor, é possível experimentar e utilizar cores como o verde e o azul. “Lembrando também que existem vários modelos que lembram madeira, tecidos ou pedra e que para escolher o tipo de piso ideal, deve-se pensar no tráfego de pessoas no local, se

REPRODUÇÃO

Apesar das mudanças recorrentes nas decorações de imóveis, o produto permanece em destaque no quesito pisos haverá muita sujeira ou não e consequentemente a necessidade de limpeza”. Festa Para aqueles que vão decorar a casa para o Réveillon, Noronha indica que é possível utilizar alguns artifícios, como a garrafa de champanhe. “Sem dúvida, a garrafa de champanhe é o maior símbolo da virada de ano e deve ficar em evidência. Colocá-la em um belo balde de gelo e escolher um ponto estratégico da mesa, que chame a atenção dos convidados, sendo funcional na hora de servir e brindar, é primordial. Se possível, decore a mesa com folhas desidratadas, trigo e/ou flores”. Por mais que as cores do Ano Novo sejam basicamente o branco, dourado e prata, o profissional argumenta que é possível fugir do convencional e incorporar outra cor para transformar sua decoração. Apesar de ser importante, Noronha diz que para a decoração de Natal, não é preciso criar algo impecável. “É uma organização informal, é necessário tempo de festejar, comemorar as conquistas desse ano, reunir os amigos e familiares para celebrar esse momento especial de forma única e descontraída”.

A cerâmica ainda é a melhor escolha para ambientes como cozinhas, por exemplo, utilizando-nas em cores claras como branco

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

Como será o mercado em 2015? Os rumos que a economia do país irá tomar no próximo ano devem ter reflexos diretos sobre o mercado imobiliário como um todo. Bruno Oliva, economista da Fipe, diz que se a economia voltar a aquecer, a situação não será calamitosa. Mas, mesmo assim, o mercado não deve reviver os números dos últimos anos. Os sinais vindos do governo federal ainda são dúbios. Não sabemos o que a equipe econômica vai fazer, nem se terá liberdade para isso, diz. A variação dos preços é baseada principalmente em três fatores: os custos de construção, o equilíbrio entre oferta e demanda e o poder de pagamento do cliente. Atualmente, os clientes, em sua maioria, se sentem inseguros no que diz respeito à estabilidade em seus empregos. Para contornar esse problema e fazer com que o mercado se adequasse a capacidade de pagamento das pessoas foram aplicados alguns mecanismos como o aumento de prazo, a redução dos juros, entre outros. Entretanto, perante o cenário de diversos escândalos de corrupção e insegurança jurídica, muitos investidores com grande potencial para gerar empregos, riquezas e investir no país, acabaram desistindo dos negócios, gerando uma grande falta de confiança no mercado. Com isso, os próprios bancos acabaram reduzindo seus empréstimos, pois com o aumento da inadimplência e do desemprego nos últimos meses, as bases do setor deram uma estremecida. Em um momento de saturação de ofertas e limitação da demanda, cabe refletir sobre esta ne-

cessidade de transformação que venha a permitir um livre trânsito num mercado cuja produção está sujeita a processos especulativos e que nos possibilite lidar com os novos mecanismos que virão para estimular o setor e trazer lucratividade para as operações imobiliárias. Em momentos de crises, nascem as melhores idéias. Acredito que 2015 será um ano de grandes desafios, porém, muitos operadores do mercado imobiliário irão ganhar muito dinheiro. Os lançamentos de empreendimentos serão pontuais, com destaque para os que serão lançados em Iranduba, aposto também na Construtora Colméia. E se tem um setor que vai “bombar” é o de terceiros, o estoque alto das incorporadoras e o alto numero de clientes querendo transferir suas unidades irão impulsionar esse segmento, por isso, os corretores acostumados a comercializar somente empreendimentos na planta, precisarão aprender a vender imóveis de terceiros. Como diz a personagem “#ficaadica”. O professor Marcos Mascarenhas em um dos seus belíssimos artigos diz que: “A inteligência faz o homem pensar e contribuir para a transformação do mundo por meio do conhecimento. A chave para o sucesso é o conhecimento, que não paralisa, ao contrário, fortalece a nossa identidade profissional e nos impele a superar as dificuldades”. Colega corretor, 2015 será um ano de transformação, invista no seu conhecimento, amplie seu network, seja um profissional completo e muito provavelmente o ano vindouro será de muito sucesso.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

Acredito que 2015 ser’’a um ano de grandes desafios, por’’em, muitos operadores do mercado imobiliário irão ganhar muito dinheiro. Os lançamentos serão pontuais, com destaque para os que serão lançados em Iranduba”


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Arquitetando paulo@adoromanaus.com.br

Nativa Arquitetura Formada pelos arquitetos PietroMontani e Ramomm Silva, a Nativa Arquitetura vem atuando em diferentes áreas da arquitetura e construção há 5 anos. Como vocês definem seus trabalhos? A princípio, definimos nosso trabalho como uma constante evolução. Percebemos que com o passar do tempo novas experiências, desafios e produtos tornam nosso trabalho uma permanente transformação. Como nasce um projeto ideal? Tudo começa na conversa com o cliente. Absorvendo suas necessidades e desejos. Após esta etapa inicial, cabe ao profissional tornar estas informações em um projeto adequado que alcance as expectativas geradas. O que torna cada projeto único. Quais as referências da Nativa na arquitetura? Nossas referencias são formadas em diferentes situações como o encontro com outros profissionais, um livro, uma viagem e, até mesmo, em uma boa conversa. Vocês acreditam que um arquiteto de interiores tem estilo? Qual o de vocês? Sim, como profissional você pode ter um estilo preferido, porém, o cliente tem a liber-

dade de determinar a escolha. Não trabalhamos com um estilo único e definido. Buscamos a alternativa que se encaixe no perfil de cada cliente. O que vocês consideram de bom ou mau gosto? Esta é uma questão pessoal de cada individuo. Normalmente encontramos bom gosto na harmonia de entre formas, contextos, proporções e na relação entre espaços

É muito gratificante perceber que suas ideias conseguiram ser interpretadas e realizadas atingindo suas expectativas

Qual fonte continua de pesquisa e informação? Buscamos informações em fontes variadas como livros, sites específicos e revistas. Os congressos, feiras e exposições tem demostrado fundamental relevância neste processo. Como anda a sustentabilidade na Amazônia? Hoje, este é um tema muito debatido com bastante conteúdo na parte teórica. Porém, percebemos que muitas vezes a visão imediatista por retorno rápido, faz com que grande parte destas ideias acabem não se concretizando.

cheios e vazios.

O que é mais importante em um projeto? A satisfação do cliente. É muito gratificante perceber que suas ideias conseguiram ser interpretadas e realizadas atingindo suas expectativas. A melhor parte é poder trabalhar para clientes que nos permitam liberdade projetual e estejam dispostos a encarar novas ideias.

É possível decorar gastando pouco? Por onde começar e no que investir? Com certeza sim. Boas ideias não estão necessariamente vinculadas a grandes gastos. O primeiro passo é procurar um profissional, ele é quem auxiliará nas melhores opções para executar um projeto que esteja dentro do seu orçamento.

É comum sempre o cliente inserir peças de decoração em sua casa? Não vemos problema em inserir objetos pessoais nos ambientes. Eles trazem personalidade, além de muitas vezes virem acompanhados de alguma história. Isso, desde que entrem em equilíbrio dentro do contexto onde estão sendo inseridos.

Pietro Montani, arquiteto

Paulo Ricardo Sachs Atuante no mercado nacional de móveis e altadecoração

O exterior do interior: mesmas linhas limpas

Interiores: Simetria na linguagem luminotécnica

DIVULGAÇÃO

Pietro Montani e Ramomm Silva Casa com linhas contemporâneas: arquitetura de linhas limpas

REPRODUÇÃO

PROGRAMA

Selo Procel chega às LED

O LED ligada quatro horas, por dia, economiza R$ 3 mensais

O selo do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Selo Procel), administrado pela Eletrobras, chegou às lâmpadas LED (sigla em inglês para Light Emitting Diode), que são componentes eletrônicos semicondutores, ou diodo emissor de luz. É o trigésimo oitavo produto brasileiro a receber o Selo Procel de eficiência energética, informou o gerente da Divisão de Estudos e Equipamentos Eficientes da Eletrobras, Rafael David. “É uma nova tecnologia de lâmpadas, mais eficiente que as demais e com vida mais longa”, ressaltou David. Segundo ele, em comparação com as lâmpadas incandescentes, mais antigas, a economia de energia com as do tipo LED supera 80%. Isso significa que uma lâmpada

ligada quatro horas por dia representará, no fim do mês, uma economia de R$ 3 mensais. Levando em consideração o ano, a economia de energia será da ordem de R$ 36 na conta. Comparada com as fluorescentes, a lâmpada LED também é mais eficiente, afiançou Rafael David. Segundo ele, o consumo energético estimado é 35% menor. “A lâmpada fluorescente, que chamamos de eletrônica, já é superior a uma incandescente. Só que a LED tem a proposta de ser ainda mais econômica e com vida bem maior”. David admitiu que, no primeiro momento, a lâmpada LED é mais cara. “Só que ela se pagará ao longo da vida com a economia de energia e duração.” Uma lâmpada

eletrônica tem, em média, de 6 mil a 8 mil horas de vida, o que corresponde a seis anos de duração. Para ganhar o Selo Procel, os fabricantes de lâmpadas LED têm de comprovar que o produto tem, no mínimo, 25 mil horas de vida garantida. Com uso médio de quatro horas por dia, esse tipo de lâmpada pode durar 16 anos, salientou David. “Trocaremos a lâmpada agora e, depois, só em 16 anos”. Outros requisitos exigidos para a concessão do Selo Procel são eficiência mínima de 80 unidades de medida lúmen por watt (80lm/W) e Índice de Reprodução de Cor 80 (IRC 80), o que equivale dizer que a luz é fidedigna à luz solar. “Aquela cor que enxergamos é de fato a cor real”. A lâmpada LED ainda precisa

de três anos de garantia para obter o Selo Procel. Também é exigida do fornecedor a comprovação do atendimento aos requisitos estabelecidos. “O produtor tem de comprovar as características exigidas por meio de ensaios em laboratórios indicados pelo Procel”. A incorporação das lâmpadas LED ao Selo Procel já está em vigor. Rafael David acrescentou que a Eletrobras/Procel também pretende lançar o selo para outros equipamentos, entre eles bebedouros e centrífugas de roupas. “Estamos finalizando o processo para transformadores de distribuição e, em 2015, lançaremos o selo para televisores no modo ativo”. Por Agência Brasil


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MANAUS, DOMINGO, 28 DE DEZEMBRO DE 2014

Limpadora de piso sucesso na Europa chega ao Brasil S

ucesso na Europa, a Limpadora de Piso B60/10 chega ao Brasil e inaugura uma nova categoria de produto de limpeza profissional. A novidade une as vantagens de dois grandes aliados da limpeza: os conhecidos esfregões com balde, e as limpadoras profissionais de piso. É indicada para áreas livres, como edifícios, shoppings centers, supermercados, hotéis, aeroportos, e outras áreas livres. Ela é muito mais eficiente, rápida, tem a qualidade da limpeza garantida, é de fácil manuseio e tem preço acessível. Estas características garantiram ao produto o prêmio de inovação do ano na feira ISSA/Interclean, que reuniu em maio deste ano, em Amsterdã, na Holanda, os principais fabricantes de produtos e equipamentos de higiene e limpeza do mundo. Prática, a nova B60/10 tem altíssima produtividade de limpeza. Ela é capaz de lavar e secar pisos cinco vezes mais rápido que um MOP convencional. De operação muito simples, basta ser empurrada para frente para iniciar o trabalho. Um sistema molha e esfrega o chão com água limpa e produto químico, ao mesmo tempo em que o exclusivo sistema composto por

uma bomba mecânica interna aspira a água suja em uma única passagem. Essa água, com impurezas, fica em um reservatório separado. Com operação extremamente simples, é silencioso e não possui restrição quanto ao tempo de operação. Criado com conceitos ergonômicos, não oferece nenhum risco de aci-

DETALHES

Prática, a nova B60/10 tem altíssima produtividade de limpeza. Ela é capaz de lavar e secar piso cinco vezes mais rápido que um MOP convencional, com fácil operação dente para o seu operador. Além disso, não é um equipamento elétrico, ou seja, não possui fios que atrapalham a operação ou baterias que precisam ser recarregadas. “A B60/10 foi desenvolvida para preencher uma lacuna que existia entre dois importantes processos de limpeza. É um sistema simples e barato, que oferece uma limpeza muito su-

DIVULGAÇÃO

Produto une os benefícios do antigo balde e esfregão com os de uma lavadora profissional deixando o ambiente mais limpo perior a do antigo mop, com um preço mais acessível que uma lavadora de piso profissional”, diz Cássio Murillo, Gerente de Produto da Linha Piso. Promovido pela principal feira internacional da indústria de limpeza, o Prêmio ISSA/Interclean reconhece as principais inovações e soluções do setor. O vencedor da edição de 2014, realizada em maio, em Amsterdã, foi a nova B60/10. O equipamento concorreu com outras 66 soluções e foi escolhido por um júri internacional pelo seu sistema de fácil operação e máxima eficiência. Marca Fundada na Alemanha, em 1935, a Kärcher é líder mundial em soluções de limpeza doméstica e profissional. Presente em mais de 60 países, a empresa conta com variado portfólio de produtos, que inclui lavadoras de alta pressão, varredeiras, aspiradores, lavadoras-secadoras, além de uma linha própria de agentes de limpeza. A empresa atua no mercado brasileiro há 40 anos e inaugura em 2014 uma nova unidade produtiva em Vinhedo (SP). Mais informações: www. karcher.com.br

A máquina foi desenvolvida para preencher uma lacuna que existia no processo de limpeza


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Aluguel em São Paulo tem menor alta desde 2005 O

s contratos de aluguel residencial assinados em novembro na cidade de São Paulo foram reajustados em 2,5%, na comparação com novembro de 2013, segundo dados do Secovi-SP, o sindicato do mercado imobiliário. É a menor alta em 12 meses, desde dezembro de 2005, início da série. O aumento ficou abaixo da inflação medida pelo Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) para o mesmo período, que foi de 3,7%. O indicador é usado como referência para aluguéis. Com muitos empreendimentos sendo entregues e uma produção maior do que a demanda, quem comprou um imóvel para investir acaba alugando por um valor mais baixo do que planejava. “O mercado imobiliário se adequa à realidade da economia brasileira, com PIB baixo e incertezas para o ano que vem”, diz Mark Turnbull, diretor de locação do Secovi-SP. Além disso, o número de imóveis residenciais novos vendidos de janeiro a outubro caiu 44,7%, ante 2013, segundo dados do Secovi. “Com a maior oferta de unidades, as pessoas demoram mais para assinar um contrato de

REPRODUÇÃO

Além disso, o número de imóveis residenciais novos, vendidos de janeiro a outubro deste ano, caiu 44,7%, ante 2013 locação”, diz Turnbull. Para ele, a tendência é que os preços de locação até o final de 2014 se mantenham abaixo da variação do IGP-M. Em outubro, a alta acumulada pelo índice de aluguéis novos também ficou abaixo do IGPM, mas a diferença era menor do que a de novembro, de 0,1 ponto percentual. Realidade Segundo analistas de mercado, ao perceberem o aumento da oferta de imóveis, os proprietários começaram a se adequar a uma nova realidade e reduziram os novos contratos para segurar o interessado em alugar. Para Carolina Mussi, diretora da imobiliária Lopes, há uma tendência de acomodação de preços no ano, em relação a 2013, o que é vantagem para quem quer alugar. Ela ressalta que mesmo em bairros onde a procura ainda é grande, como no Itaim Bibi, Vila Olímpia e Jardins, não se percebe alta nos aluguéis. “Muitos prédios foram entregues neste ano, quem tenta pedir um valor muito alto pelo imóvel acaba com o apartamento fechado”, diz. Por Folhapress

Segundo Mark Tumbull, diretor de locação da Secovi-SP, a tendência é que os preços se mantenham abaixo da variação do IGP-M


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