MANAUS, DOMINGO, 28 DE JUNHO DE 2015
(92) 3090-1017
Na planta ou pronto? Eis a questão Comprar um imóvel na planta é mais barato. Com o imóvel pronto, mais seguro. Analisamos as possibilidades para ajudar você a escolher
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omprar um imóvel, livrar do aluguel e garantir uma moradia para outras gerações da família é o sonho de muitas pessoas. E uma das opções mais procuradas atualmente é comprar imóveis ainda na planta, antes de serem construídos. “No caso de imóvel na planta as vantagens são o menor preço, que pode chegar a 30% do valor normal do produto pronto, e eventual customização do imóvel”, explica o presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci), João Teodoro da Silva. Vantagens e desvantagens Para a compra de imóveis na planta, as desvantagens são o tempo para disponibilização do bem, a incerteza sobre a qualidade da construção, em especial do acabamento, e a insegurança quanto a entrega do bem. No caso de imóvel pronto as vantagens são a disponibilidade imediata, a qualidade verificável do imóvel e a segurança da entrega, já que o imóvel está pronto. A desvantagem é o preço, que será o de mercado, sem vantagem alguma a não ser de eventual pechincha. De acordo com o presidente do Cofeci, a forma como se compra o imóvel varia do interesse de cada cliente. “Depende da finalidade e da necessidade do comprador. Como investimento, com certeza a compra na planta resultará mais vantajosa. Para morar, vai depender da pressa do comprador. Se não tiver pressa, imóvel na planta; se tiver pressa, imóvel pronto”, diz. O sonho da casa própria, justamente pelo seu alto custo, representa para a maioria dos interessados, um projeto de uma vida inteira. Como pode ser financiado por até três décadas, muitas mudanças podem ocor-
rer (desde uma crise financeira até a morte de familiares) e comprometer o projeto da aquisição da casa própria. Nesses casos, é possível desistir da compra. De acordo com a decisão do STJ (Superior Tribunal da Justiça) de 4 de setembro de 2013, o consumidor pode receber de volta entre 75% e 90% do valor pago à construtora/incorporadora. Mas é necessário justificar a desistência. Para isso é importante que o consumidor reúna as provas que o levaram a desistir do imóvel para fundamentar os motivos da renúncia. Posteriormente é preciso a elaboração do distrato (documento que deve ser assinado pelo comprador e vendedor), definindo as condições para devolução dos valores pagos ao comprador e finalizar o processo. A decisão do STJ prevê ainda que a construtora pode reter entre 10% e 25% do valor pago para cobrir despesas administrativas. Cuidados De acordo com o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec - associação de consumidores independente e sem fins lucrativos), os Procons possuem histórico de reclamações das construtoras e incorporadoras por problemas com prazo de entrega, qualidade do imóvel e descumprimento de oferta. “O comprador deve precaver-se fazendo rigorosa verificação do histórico da construtora/incorporadora”, alerta Silva. Outra dica importante: não deixar de testar os simuladores de crédito, disponibilizados pelos bancos, que permitem avaliar as taxas de juros e as condições para a concessão do crédito a qualquer tempo, com exigência de renda familiar e comprometimento de renda para as prestações. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) prevê nos artigo 51, 52 e 53 as condições para proteger o comprador.
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Último dia da ‘Modernos & Eternos’ em São Paulo DIVULGAÇÃO
A mostra homenageia os designers de tecidos Attilio Baschera e Gregorio Kramer, ícones da decoração no país
A primeira edição do evento aconteceu em novembro de 2014 e, devido ao sucesso, a edição de 2015 teve que ser antecipada para se adequar ao calendário da decoração de São Paulo
aos designers de tecidos Attilio Baschera e Gregorio Kramer, ícones da decoração no país. Para a edição deste ano, Maria e Zobaran convidaram nove escritórios de arquitetura e design de interiores da cidade e do País (há representantes de Brasília, Salvador e Porto Alegre) que se integram na grande área expositiva do di Pace. São eles: Luiz Otávio Debeus, que vai montar a homenagem a Attilio e Gregorio com peças de Juliana Benfatti. Os demais ambientes serão: de Henrique Steyer para Espaço
Cardeal; Samuel Lamas para Artemobília; Diego Revollo para Ana Luiza Wawelberg; Marcela Penteado e Kika Mattos para Legado Arte; Studio Nóbrega com Triplex Arquitetura; Suite Arquitetura para Loja Téo, e Marcelo Borges e Arthur Athayde para MA Interiores. A arquiteta-paisagista Heloisa Botelho Caparica assina a área externa com plantas, além de móveis contemporâneos da Casual. Os ambient es têm livre criação, contam ainda com revestimentos e acessórios contemporâneos de grandes marcas.
Além da mostra no di Pace Arte & Design o shopping D&D recebe o décimo ambiente da Modernos & Eternos, assinado pelo arquiteto Fabio Morozini. O projeto faz parte da mostra que estreou no mesmo dia 18/6, quando a Modernos também abriu ao público no Jardim Guedala, e fica em cartaz até o dia 28 deste mês, em paralelo ao seu corpo principal. “Estamos muito felizes em poder homenagear Attilio e Gregório, dois ícones da decoração no Brasil, que ajudaram a construir a história da decora-
ção nacional a partir do século 20 e continuam em atividade, criando tecidos e objetos. Em “Modernos & Eternos 2”, estamos buscando familiarizar ainda mais os jovens arquitetos com a beleza e a história do mobiliário vintage e antigo, ao mesmo tempo em que os incentivamos a misturá-lo ao que há de contemporâneo em decoração, inclusive suas próprias peças autorais - e tudo à venda ali na hora”, conta Sergio Zobaran, curador da mostra e que atua no ramo de mostras de decoração desde 1992 no Rio de
Janeiro, e em todo o Brasil. Na primeira edição, que aconteceu em novembro em 2014, a mostra recebeu mais de 2 mil pessoas nos cinco dias de exposição. “A estreia de “Modernos & Eternos” foi tão bacana que tivemos que antecipar a edição deste ano para junho, integrando-se assim ao calendário da decoração de São Paulo, que recebe nesta época um número enorme de profissionais do Brasil todo e de muitos países vizinhos”, comemora Maria di Pace, diretora geral da mostra.
ALTERAÇÃO REPRODUÇÃO
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ob o comando da designer de interiores Maria di Pace, o di Pace Arte & Design– espaço cultural dedicado a exposições, palestras e eventos culturais em geral – a mostra “Modernos & Eternos” realiza hoje, seu último dia, em São Paulo. Com direção geral de Maria e curadoria de Sergio Zobaran, a mostra que utiliza móveis de lojas vintage e antiquários, além de peças contemporâneas, inclusive autorais, tem todos os seus itens à venda, entre mobiliário e objetos. E faz uma justa homenagem
O decreto da presidente Dilma diz que a instalação poderá ser feita pela autoridade competente
Lei decreta sinalização perto de imóveis A presidente Dilma Rousseff sancionou lei que obriga o uso e manutenção de sinalizadores ou balizadores aéreos de obstáculos em propriedades próximas a aeroportos e instalações de auxílio à navegação aérea. A lei foi publicada no dia 16 de junho no Diário Oficial da União e altera o Código Brasileiro de Aeronáutica. Os equipamentos são utilizados para iluminar obstáculos que possam criar perigos à navegação aérea e permitir a visualização pelos pilotos a distâncias seguras. Podem ser instalados em edifícios, antenas, torres, para-raios, pontes e outras estruturas, como turbinas eólicas.
De acordo com a lei, a responsabilidade pela instalação e manutenção dos equipamentos será do proprietário, que estará sujeito a multa diária caso descumpra a regra. “A responsabilidade pela instalação, operação e manutenção dos equipamentos de sinalização de obstáculos será do proprietário, titular do domínio útil ou possuidor das propriedades”, diz o texto. A lei prevê que a instalação poderá ser feita pela autoridade competente e posteriormente cobrada do proprietário. O valor do equipamento depende do tamanho e da proximidade entre o obstáculo e
o aeroporto, de acordo com o gerente comercial da empresa especializada em balizamento aeronáutico Frata, Élcio Vieira. “Um prédio de 45 metros vai precisar de um tipo e uma quantidade de balizadores. Um de 30 metros, vai precisar de outro tipo e outra quantidade. Cada unidade custa R$ 3,4 mil. Elas precisam ser vistas a 30 mil pés de altura”, explicou. A mudança no Código Brasileiro de Aeronáutica tramitava no Congresso desde 2007. Em 2010 foi aprovada pelo Senado e, em abril deste ano, passou pela Câmara dos Deputados antes de chegar à sanção presidencial. Por Agência Brasil
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri
FOTOS Arquivo EM TEMPO
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira
REPORTAGEM Bruno Mazieri Fred Santana
REVISÃO Dernando Monteiro
TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima
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Estímulo a crédito impedirá colapso O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção disse que as medidas de estímulo mostram que o governo resolveu interferir para evitar retração ração do Crescimento (PAC)”, acrescentou o empresário. O economista-chefe da Gradual Investimentos, André Perfeito, aprovou o remanejamento do compulsório – parcela que os bancos são obrigados a manter retida no Banco Central – para o crédito imobiliário. Apesar de a medida beneficiar um segmento da economia, ele considera o estímulo válido para impedir o agravamento da crise no mercado de imóveis. “Na verdade, o governo favoreceu o crédito direcionado (destinado a setores específicos da economia) contra o crédito livre (para qualquer tomador de empréstimo). Mesmo assim, a medida é importante para evitar que um setor importante da economia como o mercado imobiliário sofra ainda mais com a elevação da taxa Selic (juros básicos da economia) e estimule os investimentos”, disse. O economista, no entanto, faz uma ressalva e entende que a retomada dos financiamentos habitacionais depende muito mais das expectativas em relação à economia do que ações isoladas. “As mudanças nas regras podem levar a resultados melhores no setor imobiliário. Pode porque não adianta oferecer crédito se o empresário não quiser investir na construção de imóveis porque a deman-
da está baixa.” Diretora comercial do Banco Máxima, especializado em crédito imobiliário, Cláudia Martinez não considera o remanejamento do compulsório a medida mais importante para o setor. Para ela, a ampliação dos prazos mínimos da Letra de Crédito Imobiliário (LCI) de 60 para 90 dias ajudará a fornecer mais capital para instituições financeiras pequenas e médias em tempos de fuga de recursos da caderneta de poupança. Segundo Cláudia, o alongamento nos prazos ajuda a evitar o uso das LCI como instrumento de especulação e vai canalizar recursos para os bancos concederem empréstimos imobiliários. “As LCI estão sendo cada vez acionadas como um instrumento importante para a manutenção do segmento imobiliário. Elas são uma alternativa à incapacidade do sistema financeiro de suprir a demanda do mercado e manter minimamente a economia em pé.” A s L C I s ã o títulos priva-
dos que permitem aos bancos captar recursos para serem emprestados no crédito imobiliário sem recorrerem à poupança. A maior fonte de dinheiro para esse tipo de empréstimo vem da exigência de que 65% dos depósitos na poupança sejam aplicados em crédito imobiliário. No entanto, a caderneta enfrenta a fuga de recursos, com retirada líquida de R$ 29,9 bilhões de janeiro a abril. A diminuição dos recursos da poupança fez os bancos aumentarem os juros dos financiamentos imobiliários. Além disso, a Caixa Econômica Federal, que concentra 70% do crédito imobiliário no país, diminuiu o limite para o financiamento de imóveis usados, restringindo ainda mais o mercado. Por Agência Brasil
FOTOS: REPRODUÇÃO
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remanejamento de R$ 22,5 bilhões para o crédito imobiliário, anunciado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é essencial para impedir que o setor entre em colapso em um momento de alta de juros e de restrições nos financiamentos habitacionais. A avaliação é de economistas e empresários do setor ouvidos pela Agência Brasil. O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, disse que as medidas de estímulo mostram que o governo resolveu interferir para impedir que o setor imobiliário se retraia ainda mais depois de um primeiro trimestre de contração na economia. “O reforço no crédito imobiliário demonstra que o governo resolveu olhar para o setor. Até agora, não tínhamos sinal nenhum de ações do governo.” Para recuperar a construção civil, no entanto, o governo diz que medidas adicionais são necessárias. “Imaginamos que isso seja só o começo de medidas que ponham o setor novamente nos trilhos. Além do setor imobiliário, é necessário estimular a construção pesada, o que deve vir com o anúncio das parcerias público-privadas, das novas concessões de infraestrutura e da terceira fase do Programa de Acele-
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Vendas de materiais para o comércio já caíram 5% A queda na Região Norte foi detectada nos três primeiros meses de 2015, em comparação ao mesmo período de 2014
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úmeros apresentados no estudo da Conjuntura da Cadeia da Construção divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT ), apontam que as vendas de materiais de construção da indústria para o comércio caíram 5% na região Norte do país nos três primeiros meses de 2015, em comparação ao mesmo período no ano passado. Ao todo, a região vendeu R$ 303 milhões no primeiro trimestre. Entre os sete estados da região, Rondônia lidera a queda nas vendas de materiais de construção da indústria, com retração de 5,9% no acumulado dos últimos 12 meses. Em contrapartida, houve crescimento de 2% nas vendas, fazendo com que estado acumule R$ 48 milhões até março deste ano. “Para os próximos meses as projeções apontam para a ligeira e gradual recuperação com um desempenho melhor no varejo, inicio do MCMV 3, bem como a substituição de im-
Entre os Estados da Região Norte, Rondônia lidera a queda nas vendas com 5,9%
portações resultante da continuidade da desvalorização do Real”, destacou o presidente da Abramat, Walter Cover. Acompanhamento Desde a sua fundação, em abril de 2004, a ABRAMAT acompanha e contribui para o crescimento da Construção Civil no país, atuando como interlocutora do setor junto ao Governo e aos demais agentes da cadeia produtiva da construção civil. A entidade representa aproximadamente 70% de toda indústria dos materiais de construção. Entre os temas que representam os focos de atuação da entidade estão: a competitividade da indústria, a desoneração fiscal de materiais para construção, a conformidade técnica e fiscal na produção e comercialização dos materiais, a profissionalização da mãode-obra da construção, o inventivo ao desenvolvimento da construção industrializada (pré-moldados) e a responsabilidade socioambiental dos agentes do setor.
Carlos Célio carlos@investimento.net.br
Ler é o caminho A boa intermediação imobiliária é decorrente de um profissional tecnicamente preparado, que atenda às necessidades de seu cliente utilizando técnicas modernas, em face da importância dessas forças, enfatizamos que o Corretor de Imóveis moderno deve atuar com empenho e procurar se qualificar sempre através do autoconhecimento. Colegas que estão iniciando na profissão e alguns outros experientes, freqüentemente me perdem dicas de leituras de livro para potencializar seus atendimentos. Os livros que já li e que me servem de referência são: Guia prático do corretor de imóveis, Sylvio de Campos Lindenberg Filho. O objetivo do autor neste livro é oferecer informações que, colocadas em prática, de forma consciente, irão ajudá-lo a melhorar sua produtividade e os resultados na ação de vendas de imóveis. Repleto de dicas sobre o dia-a-dia do ramo imobiliário, tem também exercícios que ajudam a fixar o conceito e treinamentos para conduzir a sua própria equipe. Na minha opinião, esse deveria ser lido por todos os corretores. A Bíblia das Vendas, Jeffrey Gitomer. Consagrado como o melhor livro de vendas já publicado, inclui os 10,5 Mandamentos do Sucesso em Vendas de Jeffrey Gitomer. Baseado nos princípios da educação e treinamento em venda, com resultados comprovados, proporciona, através de conceitos e informações práticas, conhecimentos necessários para atingir metas e resultados almejados. Corretor de imóveis - consultor de Vendas, Walberto Fernandes. Este é um livro especialmente
dedicado à todos os corretores de imóveis do Brasil. Essa é uma profissão muito exigente e esse livro é uma contribuição prática, objetiva e direta, que passa uma mensagem para que os corretores tenham melhores resultados em suas vendas. Corretagem de A a Z, Ari Travassos. Esta edição tem por finalidade principal ampliar o conhecimento da linguagem técnica e popular do dia-a-dia do corretor de imóveis. Por ser comum na leitura de contratos e documentos o encontro de termos cujo significado desconhecemos, recomenda-se que, ao surgir dúvidas, o leitor consulte este glossário, que tem explicações claras sobre o assunto, porém em linguagem simples. Como fazer amigos e influenciar pessoas, Dale Carnegie. O livro passa a teoria de que, para se relacionar bem com os outros, você deve procurar ver o mundo através dos olhos do seu interlocutor. Assim, será mais fácil se relacionar e fazer amizades, sociedades, alianças ou realizar vendas. Desde que o outro entenda que você não está usando técnicas para manipulá-lo, pois aí toda a confiança construída será perdida. A formação do corretor no Brasil foi feita de maneira intuitiva, na qual os tropeços fizeram os exemplos de como obter sucesso, desvalorizando a profissão, diferentemente do que ocorreu nos Estados Unidos, onde a profissão de Corretor de Imóveis é uma das mais valorizadas e reconhecidas. Ler é o único caminho para o conhecimento. Pense nisso! O seu futuro agradece.
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
A formação do corretor no Brasil foi feita de maneira intuitiva, na qual os tropeços fizeram os exemplos de como obter sucesso, desvalorizando a profissão”
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ARQUITETANDO
FOTOS: DIVULGAÇÃO paulo@adoromanaus.com.br
‘Um bom projeto deve ter ‘a cara’ do cliente’, diz Elizabeth Valeiko minada, sincera, acredito no amor e que o sucesso é uma consequência de tudo que construímos. Hoje sou assim, amanha quero ser muito melhor. O que é mais importante em um projeto? Um bom projeto tem que ter e ser “a cara” do cliente, da família, da empresa. Ele deve expressar seu DNA, a sua essência. Valorizar o que o cliente já possui, procurar escutar a história do que ele tem em casa e não sair condenando tudo, entender a leitura de tudo que existe naquele espaço e de uma forma harmoniosa encontrar seu lugar. Qual sua experiência mais marcante com algum cliente ou trabalho? Os ambientes da nova sede GACC, tive a oportunidade de sentir algo que não se compra: amor. Quem são as tuas referências? O arquiteto precisa ter uma bagagem, a referência é nosso “start” para o trabalho. Pode vir da arte, da natureza e de um profissional. A
Residência no Efigênio: balanço das cores
Arquiteta Elizabeth Valeiko
arquiteta Zaha Mohammad Hadid, iraquiana, com estilo desconstrutivista, é uma referência, admiro sua forma e ousadia em projetar. Gosto muito do design Philippe Starck, aqui no Brasil tem o arquiteto Roberto Migotto, Luiz Fernando Redó, Fernanda Marques. O que é mais importante para você na finalização de um projeto? Sou muito detalhista, acabamento faz toda a diferença, e atender as expectativas de meu cliente em relação a estética e principalmente ao conforto e funcionalidade de cada espaço. O que é icônico na arquitetura mundialmente falando? Torre Rotativa em Dubai, Emirados Árabes Unidos, projeto do arquiteto italiano David Fisher.
Elegância na recepção
Living: espaço de contrastes
Elegância dos detalhes: um escritório
Hotel Teatro: elegante
Projeto Comercial: luxo
DADOS DIVULGAÇÃO
SP
O SindusCon-SP considerou positiva a nova etapa do Programa de Investimento em Logística lançado pelo governo federal
Construção faz avaliação positiva O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) considerou positiva a nova etapa do Programa de Investimento em Logística, lançado pelo governo federal. A entidade destacou, porém, a necessidade de detalhamento dos critérios que serão usados nas concessões e que os efeitos do pacote só serão sentidos a partir de 2016. “Ainda faltam detalhes sobre as garantias exigidas, como serão avaliadas as taxas de risco e os critérios a serem usados no julgamento das licitações. Torcemos para as regras não serem tão restritivas. Mas é certo que qualquer efeito positivo sobre o aumento da atividade e do emprego na construção serão sentidos somente a partir de 2016”, diz a nota divulgada pela entidade.
Dou um imenso valor para o verde, meus projetos estão sempre contemplados com plantas, paredes vivas e vasos. Isso considero um item de bom gosto”
A nova etapa do Programa de Investimento em Logística prevê a aplicação de um total de R$ 198,4 bilhões em projetos de infraestrutura pela iniciativa privada, como rodovias, ferrovias, aeroportos e portos. Para as rodovias, serão destinados R$ 66,1 bilhões. As ferrovias receberão R$ 86,4 bilhões. Já os investimentos nos portos somam R$ 37,4 bilhões; aos aeroportos serão destinados R$ 8,5 bilhões. “Em relação às rodovias, o SindusCon-SP entende que a concessão pela menor tarifa é problemática. O ideal seria por outorga – ganha quem oferecer o maior valor por ano de contrato – e tarifa fixa, a exemplo do que ocorreu no estado de São Paulo. Isso proporcionaria mais segurança ao investidor, do que cravar uma tarifa que posteriormen-
te se revelará inexequível”, destaca o texto. Do total de recursos previstos, R$ 69,2 bilhões serão investidos entre 2015 e 2018. A partir de 2019, o programa prevê investimentos de R$ 129,2 bilhões. Agilidade Em nota, a Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias também elogiou o programa apresentado, mas cobrou agilidade na liberação de licenças ambientais e autorizações do governo para execução das obras. “O programa anunciado hoje é algo a ser comemorado pelo país e é mais uma prova da solidez e eficiência da iniciativa privada para desenvolver, operar, ampliar e modernizar infraestruturas de transporte”, diz a nota.
De acordo com o texto, é fundamental a continuidade das iniciativas para garantir celeridade para a liberação de licenças ambientais e autorizações do governo para a execução das obras. A entidade cobrou ainda qualificação técnica das agências reguladoras, condições adequadas de financiamento e a continuidade da participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Considerando que concessões são contratos de longo prazo com grande volume de investimento no início do projeto e recuperação de longa duração, elas só se viabilizam com condições de financiamento adequadas. Neste ponto, a participação do BNDES continuará a ser fundamental”, destaca o sindicato.
Inflação aumentou 1,26% em maio, segundo IBGE O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), que mede a inflação para o setor, aumentou em maio para 1,26%, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em abril, o indicador havia registrado 0,5%, um resultado 0,76 ponto percentual inferior. De acordo com o IBGE, o custo nacional para a construção do metro quadrado subiu de R$ 923,58 para R$ 935,20. A maior parte dos gastos, de R$ 505,02, continua a ser relativa aos materiais, enquanto R$ 430,18 são pagos pela mão de obra. Em maio, as duas partes do custo da construção civil subiram mais que em abril. Os materiais registraram inflação de 0,54%, 0,11 ponto percentual superior ao do mês anterior. O aumento da inflação foi mais intenso na mão de obra, que teve inflação de 2,12% em maio, índice 1,53 ponto percentual maior que em abril.
No ano, a mão de obra acumula inflação de 3,42% e os materiais, de 1,55%. Já no período de doze meses encerrado em maio, a mão de obra teve alta de 7,89% e os materiais, de 3,53%. São Paulo e o Sudeste foram respectivamente o estado e a região que tiveram as maiores altas em maio. A construção civil paulista teve variação de 3,79%, e a segunda maior do país foi a fluminense, com 3,63%. Com o resultado dos dois estados, o Sudeste teve uma variação de 2,78%, enquanto, nas outras regiões, a inflação ficou abaixo de 1%. A menor foi registrada no Centro-Oeste, com 0,26%. O Sudeste tem o mais alto custo da construção do metro quadrado, R$ 985,87, e o Nordeste, o menor, R$ 868,48. O estado com o metro quadrado médio mais caro do país para a construção civil é o Rio de Janeiro, R$ 1.170,08. Por Agência Brasil REPRODUÇÃO
Por que contratar um arquiteto? Contratar um arquiteto não é um custo e sim, um investimento, otimizando espaços, custos e, principalmente, atendendo as necessidades funcionais de cada ambiente, antenada com as condições econômicas do cliente. Como você enxerga o mercado hoje com tantas mudanças? Vejo de uma maneira positiva, pois entendo que temos mercado para todos, desde que cada um respeite seu espaço. Isso, sem esquecer que a atribuição legal e a responsabilidade civil do decorador e do designer, são distintas a do arquiteto. Qual a tua formação? Não é somente a faculdade ou nossas pós-graduações, o que nos formam são os desafios de cada projeto, o sonho de cada cliente, o tempo e o resultado. Sou arquiteta e urbanista, pósgraduada MBA em gestão de obras e projetos. Como você se descreve? Mulher guerreira, deter-
Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e alta decoração
O custo da construção subiu de R$ 923,58 para R$ 935,20
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Um ‘up’ na limpeza da sua casa com todo o conforto C
om a rotina de trabalho cada vez mais longa e cansativa, cuidar da limpeza da casa se torna um verdadeiro desafio. A primeira opção é chamar alguém que possa fazer as tarefas domésticas. Mas colocar uma pessoa estranha dentro de casa também não agrada. Vivendo esse dilema, um casal teve uma ideia: criar uma empresa especializada em limpeza que da atenção especial na escolha dos profissionais. “Quando eu e minha esposa resolvemos nos mudar para um bairro novo onde não conhecíamos absolutamente ninguém, tivemos grande dificuldade de encontrar alguém de confiança ou até mesmo uma empresa com propostas flexíveis e preços acessíveis para contratarmos, como trabalhávamos em horário integral, não tínhamos condições de cuidar bem do nosso lar. Conversando com alguns amigos, percebemos que essa dificuldade não estava apenas conosco, a partir daí, começou a surgir a ideia da empresa”, lembra Klaus Janson de Oliveira, sócio proprietário da Up Serviços. Com diárias que variam entre R$ 90 e R$ 120, a empresa aposta em uma estratégia
criativa para manejar os seus profissionais. “Nossos colaboradores são direcionados aos serviços que realmente gostam de fazer e de acordo com as peculiaridades de cada cliente. Por exemplo: temos colaboradoras que preferem limpeza de casa, então, procuramos direcioná-las apenas para residência”, explica. Todas as contratadas passam por uma rigorosa seleção, onde abordamos conhecimentos técnicos, desenvolvimento de trabalho em equipe, agilidade, raciocínio lógico (voltada ao tipo de serviço a ser executado) e teste prático. A Up conta atualmente com três pessoas no setor administrativo e dez no operacional, além de um banco de dados de 50 prestadores de serviços cadastrados. “Nossos profissionais possuem ampla experiência na área, 80% possuem cursos profissionalizantes voltados à área de atuação (jardinagem – passadeira – limpeza básica), são pessoas que realmente gostam do que fazem, são ágeis e prestativas”, analisa Kelle Anne Oliveira, sócia proprietária. Para mais informações sobre os serviços, basta ligar para 99262 - 8026 ou 99232 - 3115.
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Com a rotina de trabalho cada vez mais longa, muitos optam por contratar alguém para limpar suas residências
Com diárias que variam entre R$ 90 e R$ 120, a empresa aposta em uma estratégia criativa para manejar seus profissionais
‘Anarriê’ em casa Se você já ficou com vontade de montar seu arraial na sua casa, confira as dicas da decoradora Ivani Neublum e comece a planejar sua festa
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unho é mês de quentão, pipoca, quadrilha, roupa xadrez e muita diversão. Uma das festas mais populares envolve crianças e adultos e não deixa ninguém parado! As comidas são uma tentação à parte, não tem quem resista às delicias típicas como pamonha, cachorro quente, quentão, pipoca, bolo, canjica, maça do amor, entre tantas outras guloseimas. Se você já ficou com vontade de montar seu arraial, confira as dicas da decoradora Ivani Neublum e comece a planejar sua festança! O estilo rústico é a palavra chave, investir em cores é garantia de sucesso. Alguns itens são fundamentais na hora de decorar: as bandeirinhas são imprescindíveis, tanto as de papel, como as de tecido. Isso já garante um
estilo rural para o ambiente. A fogueira sempre é bem vida, mas se o espaço que fará o evento não comporta fogo, invista em uma artificial com papel celofane. Nas mesas o ideal são toalhas xadrez, já no ambiente pendure balões de origami coloridos, espalhe imagens de Santo, pequenos vasos com retalhos sobre a mesa, chapéus de palha pendurados, todos esses itens dão um toque especial na decoração.
casais e depois separe de um lado os homens e do outro as mulheres. Faça um túnel onde todos os casais devem passar acenando. E claro, não podem faltar os noivos. Peça para os amigos mais descontraídos serem os noivos e conduzirem a dança. Crianças e adultos se divertem com a coreografia! Vale apostar também em brincadeiras como pescaria, jogo das cadeiras, correio elegante, boca do palhaço e tiro ao alvo.
Comidas Essa é a parte mais esperada pelos convidados. No menu não podem faltar as comidas típicas. O interessante é pedir para cada convidado levar um prato específico e uma bebida para ter diversidade e todo mundo ajudar da forma que pode. Uma dica simples é pedir para os homens levarem pratos doces e a mulheres os salgados. Na lista não pode faltar: pipoca, pé de moleque, paçoca, maça do amor,bolo de fubá, doce de abobora, milho verde, pamonha,cuscuz, suco de milho, maria mole, entre outros. A dona da casa fica encarregada dos pratos que são mais difíceis de transportar como cachorro quente, arroz doce, canjica e vinho quente. O que não pode faltar é a quadrilha. Faça todos os amigos entrarem na dança. Forme uma fila indiana de
Look da festa Deixe bem claro para os convidados que é obrigatório o uso de trajes caipiras para deixar o arraial ainda mais engraçado. Vale pintinhas no rosto, os homens com chapéu de palha, as mulheres de botas e roupas xadrez, afinal, não combinam roupas luxuosas com a ocasião. A música deve seguir o tema da festa. De acordo com o DJ Igor Cunha, o som caipira deve reinar durante toda a noite. Alguns clássicos como Milionário e José Rico, Gino e Geno devem estar na playlist. Mas há lugar também para cantores sertanejos como Fernando e Sorocaba, Chitãozinho e Xororó, Zezé Di Camargo e Luciano, Luan Santana, Marcos e Belutti, entre tanto outros que fazem sucesso entre jovens e adultos. Para mais informações, basta acessar o site: vivodesejo.com.br.
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O estilo rústico é a palavra-chave, investir em cores é garantia de sucesso no arraial em casa
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INICIATIVA
Bairro de Flores recebe novo empreendimento da Capital cia e centro comercial. O Ideal Flores da Cidade possui um total de 368 apartamentos, com opções de dois e três quartos de até 52 metros quadrados, distribuídos em 23 torres. O condomínio também conta com segurança 24 horas, completa área de lazer com piscina adulto e infantil, fitness externo, churrasqueiras, quadra esportiva, playground, salão de festas e entre outros. DIVULGAÇÃO
Na última semana, a Capital Rossi entrega mais um condomínio à sociedade manauara. O Ideal Flores da Cidade faz parte do mote de diversas entregas realizadas somente no primeiro semestre do ano. Localizado em um ponto estratégico do bairro de Flores, um dos bairros de maior expansão de Manaus, o empreendimento está próximo de escolas públicas e privadas, hospitais particulares, delega-
A atividade teve grande participação dos acadêmicos, que se mostraram motivados com a apresentação do prédio
Alunos da Ufam visitam Soberane Os alunos do curso de Engenharia Civil da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) realizaram na última semana, uma visita técnica às obras do Residencial Soberane, o principal empreendimento da SKN Incorporadora em Manaus. Na ocasião, guiados pelo engenheiro responsável pela obra, Rinaldo Silveira, os alunos foram apresentados aos projetos executivos das obras, puderam observar suas tipologias,
etapas já executadas e futuras etapas. A atividade teve grande participação dos acadêmicos, que se mostraram motivados com a apresentação do empreendimento. A aluna Alice Barroso, 19, conta que a visita técnica teve a função de ponderar diferenças e semelhanças. “O engenheiro que nos acompanhou, passou muitas dicas e ensinamentos aprendidos durante seu tempo de trabalho e também nos explicou todo
o projeto estrutural da obra visitada”, disse. O engenheiro Rinaldo Silveira explica que a visita técnica apresentou aos alunos uma visão específica da fundação proposta, com o intuito de alertá-los para os desafios da profissão, sempre buscando novas tecnologias. “Toda a teoria dada em sala de aula pode ser avaliada na prática com a visita técnica. Aqui, foram relacionados tópicos como métodos executivos
de fundações, logística da obra, controle tecnológico e compreensão dos projetos estruturais da obra”. O acadêmico Stephano Basílio Nazarian, 19, garante que a visita técnica enriqueceu o conhecimento de todos os participantes. “Com uma atividade assim, nosso ponto de vista se expande e podemos conferir de forma real, objetiva e acima de tudo honesta todos os fatores que influenciaram para a confecção do projeto”.
O condomínio Ideal Flores da Cidade conta com 23 torres
NACIONAL
Standard & Poor’s rebaixa nota da Organização Odebrecht A agência de classificação de risco S&P (Standard and Poor’s) rebaixou a nota da Odebrecht de “BBB” para “BBB-”, na escala global. Com isso, a empresa fica a um grau de perder o selo de bom pagador. Caso tenha sua nota rebaixada novamente, a Odebrecht entrará no grupo especulativo, com menos acesso
a crédito e juros mais elevados no mercado internacional. Segundo a agência, a revisão negativa é consequência da exposição da empresa a riscos mais altos em termos de reputação depois que cinco de seus principais executivos foram presos. Por Folhapress
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MANAUS, DOMINGO, 28 DE JUNHO DE 2015