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Imóveis & Decor - 26 de julho de 2015

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MANAUS, DOMINGO, 26 DE JULHO DE 2015

(92) 3090-1017 FOTOS: KLEINER SCHEIN

Um híbrido da plebe com a nobreza Originado no sul da França, o estilo provençal mistura requinte com simplicidade e é aplicável a qualquer ambiente

Ao contrário do que se imagina, o estilo provençal é mais rústico do que romântico, já que remete ao estilo de vida rural dos franceses, cujos materiais mais utilizados são madeira e ferro FRED SANTANA

U

m estilo que mistura requinte com simplicidade, inspiradas nos refinados móveis da França de Luís XV e Maria Antonieta, mas que pode se misturar com estruturas novas e modernas, sendo aplicável a qualquer ambiente. Esse é o estilo provençal. Originado no sul da França, o estilo provençal remete a pequenos vilarejos entre as montanhas e o mar e por preservar ainda hoje as características da vida campestre de um passado longínquo. Uma das explicações de como iniciou o processo de formação do estilo de decoração provençal tem relação com um sentimento de busca da essência da nobreza. No final dos anos 1700 muitos dos camponeses na região da Provença, longe da corte francesa que se concentrava em Paris, almejavam também possuir uma casa que de alguma forma tivesse em sua decoração um pouco dos símbolos que representavam a verdadeira nobreza. Isto direcionou os artesãos da região na busca de algo mais simples, que não dependesse dos trabalhos dos marceneiros da realeza de Paris, que confeccionavam móveis com grande quantidade de detalhes em dourado e entalhes rebuscados. O resultado foi um estilo onde o móvel aparenta um leve desgaste, mas mantém o requinte. A aparência antiga é justamente o grande charme. Atualização do estilo Apesar de remeter ao século 18, o estilo provençal também evoluiu, podendo atualmente ser aplicado a todos os cômodos de uma casa. “Apesar de usarmos um estilo clássico, buscamos adaptá-lo para

os tempos atuais. O design é antigo, mas a estrutura é moderna”, explica a arquiteta Paula Isidoro, gerente de marketing da Kleiner Schein, primeira empresa brasileira especializada em estilo provençal, localizada em Blumenau, Santa Catarina, mas com representantes em todo Brasil, incluindo o Amazonas. Os únicos ambientes com restrições ao estilo provençal são justamente as com alta umidade relativa do ar. “Como os móveis são artesanalmente desgastados não é recomendável deixá-los em áreas com muita umidade, pois a água

ORIGENS

Os móveis no estilo provençal recebiam entalhes mais simplificados e eram feitos de madeiras da região, recebendo uma pátina em cores claras, a fim de camuflar pequenas falhas

pode comprometer a estrutura das peças”, explica Paula. Mas, se você mora em Manaus ou qualquer outra região muito úmida, também pode usufruir desse estilo. Basta apenas uma adaptação: “Nesses casos, utilizamos uma pintura especial em toda a peça. Não fazemos a lixação, mas o resultado fica tão bom quanto e ainda preserva seu móvel”. O valor final para decorar um ambiente com esse estilo varia muito. A quantidade de cômodos, de peças adaptadas e da metragem de cada lugar acabam influenciando no valor final da reforma. Embora seja aplicável a todos os cômodos, o estilo provençal é mais indicado para quartos e cozinha. “O ideal é utilizá-lo onde as famílias se encontram. Onde procuram mais aconchego”, afirma.

Quem foram eles? Maria Antonieta Maria Antônia Josefa Joana de HabsburgoLorena foi uma arquiduquesa da Áustria e rainha consorte de França e Navarra. Décima quinta e penúltima filha de Francisco I, Sacro Imperador Romano-Germânico, e da imperatriz Maria Teresa da Áustria, casou-se em abril de 1770, aos quatorze anos de idade, com o então delfim de França (que subiria ao trono em maio de 1774 com o título de

Luís XVI), numa tentativa de estreitar os laços entre os dois inimigos históricos. Detestada pela corte francesa, onde era chamada L’Autre-chienne (uma paronomásia em francês das palavras autrichienne, que significa “mulher austríaca”e autre-chienne, que significa “outra cadela”), Maria Antonieta também ganhou gradualmente a antipatia do povo, que a acusava de perdulária e promíscua e de influenciar o mari-

do a favor dos interesses austríacos. Luís XVI Luís XVI foi rei da França e Navarra de 1774 até 1792, antes de sua deposição e execução durante a Revolução Francesa. Seu pai, Luís, Delfim de França, era o filho e herdeiro de Luís XV de França. Como resultado da morte de seu pai, em 1765, Luís sucedeu seu avô em 1774. Era irmão mais velho dos futuros reis Luís XVIII e Carlos X.


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Residencial ou comercial? Dicas para alugar imóveis O

preço médio do aluguel tem variado menos do que a inflação do País. No período de 12 meses terminados em junho, o valor médio registrou queda de 0,57%, de acordo com dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Este foi o 13º resultado seguido em que a variação dos preços do aluguel de imóveis oscilou menos do que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial de inflação do País. Com isso, surgem opotunidades no mercado de locação de imóveis no País e o brasileiro pode se perguntar se é uma boa hora para alugar um espaço - seja residencial ou comercial. Para ajudar os interessados, a reportagem ouviu consultores especializados em mercado imobiliário. Eles sugerem uma série de dicas a seguir antes de fechar um contrato. Confira. Imóveis residenciais Morar em um local em que se sinta bem é a condição básica para alugar um imóvel residencial. “Tem que procurar também uma região onde há condução fácil para locomoção. O trânsito

é um fator para se pensar”, diz o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto. Quanto à localização, o inquilino deve verificar se o local é barulhento e se é perto de escolas, se for de interesse de uma família com estudantes. “Tem que pensar bem, porque o custo de entrar e sair é muito alto”, afirma Jaques Bushatsky, diretor de legislação do inquilinato do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). Do ponto de visto do lazer, regiões próximas a parques e shoppings devem ser mais atrativas. Se a procura é por um imóvel menor, essas opções geralmente estão mais disponíveis próximas a estações de trem e metrô, além de regiões com universidades públicas, de acordo com os consultores. Imóveis comerciais No caso do imóvel comercial, a boa localização varia conforme o tipo de serviço prestado pela empresa. “Há ruas que são só para residências, outras que são só para serviços e há ruas em que não é permitida a instalação de uma indústria. Tem que pensar nisso tudo antes de escolher

um local”, diz Bushatsky. Se o interesse é por um ponto para o comércio, o interessante é uma região com fluxo de pessoas e próxima de estações de metrô e trem. Bushatsky faz um alerta para possíveis erros de localização: “Não é interessante para uma empresa de conserto de aparelhos eletrônicos, por exemplo, um prédio em que o cliente tenha que ser anunciado pela portaria. Isso pode causar filas enormes na entrada do prédio.” Conforme o tipo de empreendimento, os consultores também afirmam que o inquilino deve ficar atento à quantidade de vagas de garagem e não fugir ao padrão empreendedor da região. Há ruas que são conhecidas por determinado tipo de serviço, o que pode não ser interessante para uma empresa de outro setor. Independentemente do tipo de imóvel, Carolina Mussi, diretora de locações, diz que o locatário precisa ficar atento ao laudo de vistoria inicial do bem. “Quando o inquilino sai do imóvel, a imobiliária faz uma vistoria final comparando com a inicial. O inquilino tem que devolver o imóvel no estado em que ele pegou.”

DIVULGAÇÃO

Consultores mostram os melhores caminhos para o inquilino fechar um acordo de aluguel de imóvel residencial e comercial

Ao devolver o imóvel, o inquilino precisa entregá-lo na mesma situação em que foi alugado


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Construtoras de olho na localização e infraestrutura FOTOS: DIVULGAÇÃO

O bairro Flores, situado na Zona Centro-Sul, tem como diferencial o fácil acesso a pontos importantes de Manaus

Para a Tecnica, a boa localização do bairro, cortado por uma das principais avenidas de Manaus, foi o que motivou a construção do Flex Tapajós ANDRÉ TOBIAS

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ocalizado na zona Centro-Sul de Manaus, o bairro Flores tem crescido e hoje já é o maior da região. Próximo de conjuntos residenciais como os Parques das Nações e das Laranjeiras, o local se tornou um dos preferidos pelas grandes construtoras, que têm investido pesado em obras de imóveis na região. Com o Allegro Residencial Clube, a Direcional não perdeu tempo e tratou de aproveitar o crescimento da região, que é cercada pelas zonas Centro-Oeste e Norte. De acordo com a empresa, o empreendimento pode ganhar companhia nos próximos anos, já que outros três projetos da construtora estão em andamento nas proximidades. “A Direcional tem buscado novos terrenos na região. Acreditamos que existe uma tendência de crescimento da zona industrial para a região norte. Hoje, por exemplo, vemos que grandes shoppings, estão migrando para região, o que demonstra o crescimento do potencial de compra. Além disso, temos acompanhado investimentos em mobilidade na região e possivelmente isso também irá contribuir com a melhoria de infraestrutura local e, consequentemente, com o aumento da procura por imóveis”, informou a empresa por meio de sua assessoria de comunicação. Conforme a Direcional, o mercado de imóveis está aquecido em Manaus. Em eventos de venda recentes, a empresa notou um crescimento de 30% na procura por esses locais em comparação ao ano anterior. “Especificamente no caso da

zona Norte, acreditamos que o aumento da procura de imóveis está acontecendo porque as pessoas estão buscando uma nova centralidade e lá encontram uma região em desenvolvimento”, explicou a construtora. Potencial Quem também resolveu apostar no potencial de crescimento de Flores foi a Tecnisa. Com o empreendimento Flex Tapajós, a construtora revelou que a boa localização do bairro, que é cortado por uma das principais avenidas de Manaus, foi o principal fator para que houvesse o investimento na região. “Sempre analisamos a área de Flores com potencial para o desenvolvimento do mercado imobiliário, por ser uma região com amplas possibilidades de crescimento e de fácil acesso a outras áreas da cidade, pela avenida Torquato Tapajós, tais como o aeroporto, a Arena da Amazônia Vivaldo Lima, shoppings, escolas, mercados e outros pontos importantes da capital”, apontou a Tecnisa. A recepção das pessoas para esta região recém-explorada de Manaus também tem agradado a construtora. Conforme a assessoria da empresa, as vendas de imóveis do residencial Flex Tapajós tem sido um verdadeiro sucesso, já que 90% das unidades já foram negociadas, o que demonstra o potencial da região. “Por mais que hoje já seja o bairro de Flores uma região com uma ampla gama de serviços e comércio, o desenvolvimento do bairro com novas áreas comerciais como um shopping, tende a levar a procura por empreendimentos no local, pelas

facilidades que oferecem esses novos centros comerciais, e o mais importante, valorizando ainda mais a região no quesito mercado imobiliário, principalmente para aqueles já compraram suas unidades”, descreveu a Tecnisa. Acesso é trunfo Proximidade com o Centro e fácil acesso é um dos trunfos para as construtoras que resolveram apostar na região de Flores. Para a Capital Rossi, que ergueu no bairro o Life Flores, o eixo viário bem estruturado que alimenta as proximidades foi um ponto levado em consideração na hora de investir em um empreendimento no local. Além disso, as várias alternativas tanto de transporte privado quanto de público também pesou na decisão. “A região ainda conta com uma importante massa demográfica e muita infraestrutura de serviços públicos. Outra vantagem importante da região, é que lá ainda encontramos terrenos com o perfil de preço e tamanho adequados para a oferta de empreendimentos imobiliários. Não se pode ignorar ainda a forte presença de indústrias por toda a Torquato Tapajós”, ilustrou a Capital Rossi. Ainda de acordo com a empresa, os projetos da área tem tido relativo sucesso, o que mostra a forte aceitação do público por empreendimentos nesta região. A localização do bairro e os shoppings que recentemente foram abertos nas proximidades também são fatores que atrai a massa compradora.

Allegro Residencial Clube é a aposta da Direcional para a região que cresce exponencialmente

O eixo viário bem estruturado foi o que fez com que a Capital Rossi investisse no Life Flores


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Carlos Célio carlos@investimento.net.br

Objeção, uma declaração de compra No decorrer da minha carreira no mercado imobiliário, tanto como corretor ou como gerente, observei desde o início, que muitos colegas não tinham um método de trabalho, um planejamento adequado para melhorar suas performances, e o que é intrigante é que alguns traçam novos planos de vendas, querem alcançar novos patamares de faturamento, porém raramente dão foco à melhoria do processo de venda. Na tentativa de colaborar com a categoria, venho nos ultimo artigos falando sobre o ciclo de venda de imóveis. Recapitulando, o ciclo é composto de seis fases: abordagem, entrevista, demonstração, objeção, fechamento e a pós-venda. Hoje, vamos abordar a fase das objeções, a hora de o corretor provar o que sabe através do seu poder de conhecimento e do seu poder de persuasão. Pesquisas mostram que a maioria das objeções são falsas, ou seja, não expressam o que impede o fechamento do negócio. Portanto, o corretor não deve se apressar em dar explicações ou justificativas ao ouvir uma objeção. Explicação e justificativas antes da hora enfraquecem o corretor aos olhos do cliente. Objeções são como declarações que comunicam a existência de um problema que precisa ser solucionado para que ocorra a venda. Diante de uma objeção, o corretor deve

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

perceber a oportunidade de continuar a venda. Ao invés de vê-la como obstáculo, ele pode identificar pistas, sinais de interesse, maior ou menor entendimento e envolvimento do cliente com a proposta que está fazendo. Profissionais de vendas competentes têm grande prazer em superar objeções. Eles ouvem todas as objeções com atenção mesmo porque elas nem sempre são reais. Podem trazer em si uma pergunta ou uma dúvida. Uma obje-

ção pode ser uma opinião ou pergunta disfarçada. As objeções, na maioria das vezes, representam uma declaração de compra! A meta do corretor é responder a todas as objeções antes que elas surjam. Quando estiver estudando o imóvel deverá refletir sobre a seguinte questão: “Quais serão as objeções mais comuns que os clientes virão a fazer?” Neste instante é importante o profissional mostrar que conhece o seu produto e o dos concorren-

tes e apresentar argumentos emocionais e lógicos. A principal coisa a fazer quando a objeção aparecer é: controlar seu instinto imediato de tentar reverter a opinião dele. Faça uma pausa. O melhor é recolocar a objeção em forma de pergunta, assim você demonstra respeito e desejo de compreender sem reforçar a objeção. As objeções, uma vez verbalizadas comunicam interesse. Toda declaração age como um pedido de respos-

ta. O que acontece quando alguém diz “o tempo está quente hoje.” Com certeza, ela está esperando uma resposta do outro. Assim é também com objeções. Mesmo que inconscientemente, o cliente está esperando que ele conteste sua declaração, ou acrescente algo a ela. Objeções são na verdade, um pedido de reposta. Identificada a objeção, neutralize-a e prossiga para o fechamento. Pense nisso! O seu futuro agradece.

Profissionais de vendas competentes têm grande prazer em superar objeções. Eles ouvem todas as objeções com atenção mesmo porque elas nem sempre são reais”


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ARQUITETANDO

FOTOS: ROBERTO MOITA/ ARQUIVO PESSOAL paulo@adoromanaus.com.br

Escritórios: dicas de bem-estar, antes e depois Escritórios bacanas podem depender da proposta do profissional e anseio do cliente. Encontramos geralmente em escritórios de advogados uma decoração mais sóbria que difere de um escritório de publicidade, por exemplo. Extremos; sim, tudo depende do briefing do projeto, o espaço e localização. Mas tenhamos em mente que um escritório geralmente presta um serviço ou vende um determinado produto. Logi-

camente este é o descerrar da cena, o impacto imediato em seu cliente. Um escritório deve ser projetado na arte do bem receber e possuir objetos que identifiquem a personalidade do proprietário e do cliente. Receita difícil, mas não impossível. Quem entende de PNL, ou seja a famosa neurolinguística, entenderá perfeitamente sobre o que vos escrevo. Conexão, simples assim, criar de algum modo na decoração ou na arquitetura do espaço elementos que façam o cliente sentir-se totalmente entrosado. Os escritórios masculinos geralmente tem foco no minimalismo, alguns femininos engajam-se mais em cima de tendências e alguns excessos. Alto aí. Toda regra tem sua exceção. Quando iniciamos o projeto, as peças principais são as cadeiras que deverão oferecer ergonomia, regulagem de altura, requinte básico, e um tecido que respire como couro ou tela. Segundo item é a mesa, que depende do segmento do escritório ou do empresário. A Intelligent Table, agora chamada de It, é consagrada por oferecer mobiliário mais clássico e também a única que disponibiliza customização de seus produtos. A

Flexiv por sua vez fabrica móveis office mais descolados, com design contemporâneo. Outra situação bacana são os escritórios realizados com móveis planejados, que se encaixam em um conceito modernista. Estantes devem ser capazes de ter o espaço para a demanda da burocracia, hoje totalmente out, já que a tecnologia da informática pode absorver toda papelada. Nos dias atuais até os escritórios contábeis já estão mudando. A feira de Milão de 2015 apostou bravamente no segmento office de mobiliário multifuncional para pequenos espaços. Criatividade para home office! Conversando com Daisy Andrade, recebi um material ilustrando o antes e depois de um escritório de consultoria, no qual foi contratada para fazer uma reforma e decorar. Uma proposta mais despojada e moderna, mostrando o quanto podemos otimizar os espaços ao contratar um arquiteto para projetar, acompanhar e executar. Daisy é Arquiteta e Designer de Interiores. Sua percepção é que a contratação de um profissional é um investimento; não um custo. Suas linhas são intuitivas de pesquisa. Mas o que mais me chamou atenção no perfil e no seu trabalho, é a sua relação com as tendências. Ela prefere estabelecer linhas atemporais. Show! Considera o trabalho de Oscar Niemayer icônico, o qual se identifica. Atemporal, Oscar sempre será. Neste trabalho que apresentamos as fotos do antes e depois, a exigência do cliente foi um escritório no estilo Google, influenciando o ambiente de trabalho, maximizando maior produtividade dos funcionários e que também referenciasse o artista holandês Vincent Van Gogh. O ambiente deste office permite que todos interajam, criando também através das cores vivas uma atmosfera vibrante e iluminada. O telefone de contato de Dayse é 991310390.

Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e alta decoração

Um escritório deve ser projetado na arte do bem receber e possuir objetos que identifiquem a personalidade do proprietário e do cliente. Receita difícil, mas não impossível”

Tendência atual são escritórios realizados com móveis planejados, que se encaixam em um conceito modernista

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Vendas de imóveis on-line conquistam o mercado DIVULGAÇÃO

Por meio de aplicativos, a compra e venda de imóveis está cada dia mais comum; saiba como agir para conseguir o melhor negócio

O

s aplicativos de mensagens instantâneas e as redes sociais invadiram de vez a vida das pessoas, mudando sua forma de relacionar com o mundo. Para além do simples divertimento, estes recursos estão sendo cada vez mais usados para fechar importantes transações comerciais, que envolvem até mesmo o mercado imobiliário. No entanto, a recomendação da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) é que se tenha muita cautela antes de fechar o negócio. De acordo com o juiz Lúcio Eduardo de Brito, “a validade do negócio é plena, pois há proposta e há aceitação, que dentro da moderna concepção jurídica dos contratos é plenamente aceita. Aliás, o Código Civil cuida do tema

quando considera juridicamente presente em uma proposta a pessoa que contrata por telefone ou por meio de comunicação semelhante.” Bom negócio Além do aplicativo, redes sociais também são muitos utilizados. Em 2009, uma construtora concluiu a venda do primeiro apartamento utilizando o Twitter. Localizado no Alto da Lapa, bairro nobre de São Paulo, o imóvel foi comercializado na época por R$ 500 mil. O comprador, um gerente de TI que preferiu não se identificar, seguia a empresa no Twitter e se interessou por uma promoção voltada para usuários de redes sociais. No entanto, para evitar problemas, o presidente da ABMH, Lúcio Delfino, orienta o consumidor a sempre exigir

um contrato escrito, no qual constem todos os detalhes da operação. “Em primeiro lugar, temos que lembrar que a compra e venda de bens imóveis no Brasil só se concretiza no momento em que o título de transferência de propriedade é registrado no cartório de registro de imóveis”, destaca. Esse título pode ser a escritura pública de compra e venda, de inventário, de doação, de divórcio e partilha de bens, a carta de arrematação ou o contrato particular de compra e venda com financiamento imobiliário ou utilização de FGTS (isto é, contratos ligados ao Sistema Financeiro da Habitação – SFH), como exemplifica Delfino. “Não interessa qual o título, o importante é registrá-lo”, ressalta. Até que seja assinado o título de transferência de proprie-

dade, entretanto, é comum que seja feito um contrato de promessa (ou compromisso) de compra e venda. “Ao contrário do contrato definitivo de compra e venda, a lei não exige que esse contrato inicial (de promessa ou compromisso) seja escrito. Nada impede que ele seja verbal ou tratado por vias ‘não convencionais’.” Também conhecidos como contratos de gaveta, os contratos particulares de promessa de compra e venda não são títulos capazes de transferir a propriedade. “Ou seja, tratamse de contratos de intenção de uma futura compra e venda. Embora tenham validade entre as partes que o assinam, não são capazes de transferir a propriedade do bem para o comprador. A transferência precisa ser feita por algum dos títulos especificados na Lei de

Registros Públicos (Lei Federal nº 6.015/73)”, completa. Apesar de não serem capazes de transferir a propriedade, Lúcio Delfino diz que a grande maioria das negociações de compra e venda de bens imóveis se inicia com um contrato particular, feito entre vendedor e comprador, muitas vezes intermediado por um corretor de imóveis ou imobiliária. “É o primeiro passo da negociação, em que se estabelecem as condições para a futura conclusão da compra e venda, tais como preço, que pode ser reajustado ou não, forma e prazo de pagamento e de entrega das chaves, prazo para assinatura da escritura ou contrato de compra e venda definitivo, condições do imóvel, responsabilidade pelos tributos e taxas incidentes sobre a unidade, multas por

descumprimento total ou parcial do contrato, entre outros”, conta Delfino. Após a quitação do preço estipulado no contrato particular, cabe ao vendedor assinar o título de compra e venda definitivo, e ao comprador registrá-lo no cartório de Registro de Imóveis. “Cabe lembrar que a quitação pode ser feita com recursos próprios, FGTS, financiamento ou consórcio imobiliário, nestas últimas modalidades, é comum que o próprio contrato de utilização de FGTS, financiamento ou consórcio, seja utilizado, também, como título de compra e venda, especialmente quando a operação é feita por agentes que operem com o Sistema Financeiro da Habitação. De toda forma, cabe reiterar: ‘Quem não registra não é dono!’”, frisa.


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Da moda para

FOTOS: SXSXSX SXSXSXSX

A espanhola Zara também tem linha especializada para o lar

Curadora de marcas de alto padrão mostra como lojas do mundo fashion expandiram para o universo décor

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as passarelas para dentro de casa. Marcas consagradas como Zara, Le Lis Blanc, Diesel, Chanel, Dior, Armani e Fendi expandiram para o universo home e revelaram mercado promissor ao ampliar seus nichos. Dentro dessa tendência, a italiana Fendi foi uma das primeiras lojas do setor a se arriscar em terreno desconhecido. “Partindo do pressuposto de qualidade absoluta em suas peças, a empresa buscou a ajuda do designer italiano Alberto Vignatelli, devido ao excelente trabalho desenvolvido pela sua companhia Luxury Living Group. A parceira das duas empresas surgiu em 1998 e desde então Vignatelli nunca mais saiu do segmento home luxury collection”, explica a arquiteta Érica Giacomelli. Hoje, diz a profissional, a Fendi Casa têm diversas linhas de atuação, que buscam sempre manter o estilo único e a qualidade. A produção é feita à mão por artesões italianos, que utilizam técnicas tradicionais vistas em toda Europa, um ponto importante da tradição de moda da marca. Transição Mas como é sair de um ramo tão segmentado para outro tão exclusivo? A profissional diz que o trabalho de transição da marca de moda para uma loja de home collection é feita, principalmente, com base na criação de uma brand analysis, ou análise de marca. “A brand analysis é um booklet completo que analisa toda a história da marca: públicoalvo, códigos visuais, estilo, missão, core values (valores essenciais) e pode ir tão profundamente que também avalia os códigos estilísticos de cada

coleção”, observa. Por conta disso, para a criação de uma home collection é necessário analisar no mínimo as últimas 20 coleções da marca, para identificar o espírito que ela passa em cada linha. “O importante é focar no sentido geral que ela passa ao consumidor, e não em coleções específicas, que podem ter elementos diferentes uma das outras”, completa Érica. Seguindo o resultado da brand analysis - que se torna um livro de referências - começa o trabalho de tradução dos códigos estilísticos para algoritmos de design. Todo esse trabalho é feito a partir de moodboards de referências, pranchas conceituais e criação de textos e imagens evocativas. “Essa construção de marca passa para o processo do design em si, que pode ser baseado em um espaço (caso de apartamentos como o Fendi Chateau ou hotéis como o Armani Hotel) ou sem base espacial como desenho de móveis, objetos e estamparias”, revela.

pontua Érica Giacomelli. É fato, completa a especialista, que o público de modadécor não busca preço, mas sim custo benefício, complementação de seu lifestyle e exclusividade. “As peças nascidas dessa ampliação não seguem o padrão de custo do mercado, justamente porque o modelo de qualidade proposto pelas marcas desse segmento são muito superiores a lojas de design regulares”, finaliza.

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Tendência Aproveitar dessa tendência não é para qualquer um, já que é necessária a identificação da marca como um possível case de sucesso, se estabelecendo primeiramente como uma empresa que tenha base conceitual forte em que se possam criar ferramentas de tradução de conceito. Ou seja, muitas marcas tentam fazer a ponte para a home collection, mas não são candidatas possíveis, pois não criaram um alicerce de seguidores forte, que enxergam a marca e seus valores como essenciais em seu ambiente. “Uma loja de moda que não é facilmente reconhecível visualmente, dificilmente conseguirá criar uma marca décor forte o suficiente”,

EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto Guto Oliveira

REPORTAGEM Fred Santana André Tobiasww

FOTOS Arquivo EM TEMPO

REVISÃO Dernando Monteiro

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira Leonardo Cruz

TRATAMENTO DE FOTOS Klinger Santiago


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Reajuste no Minha Casa Minha Vida Câmara Brasileira da Indústria da Construção diz que mudanças nas categorias de preços serão baseadas no total de habitantes das cidades

Ministério das Cidades diz que reajuste ficará em cerca de 10% em todas as faixas de renda dos compradores de todas as regiões

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mpresários do setor de construção civil, representantes do governo e de bancos públicos estão estudando uma nova tabela de preços para os imóveis do programa Minha Casa Minha Vida, de acordo com o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins. Segundo ele, as discussões podem levar a mudanças nas categorias de preços que são baseadas no número de habitantes de cada cidade. Atualmente, os valores para contratação dos imóveis do programa são divididos em cinco faixas. Nas cidades com até 50 mil habitantes, por exemplo, o preço máximo da unidade é de R$ 90 mil. No outro extremo, o limite de valor dos empreendimentos para contratação é de R$ 190 mil nos municípios integrantes das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

O PROGRAMA É uma iniciativa do Governo Federal que oferece condições atrativas para o financiamento de moradias nas áreas urbanas para famílias de baixa renda. ‘Minha casa, minha vida’ vem mudando a vida de milhares de famílias brasileiras.

Segundo o executivo, novos segmentos podem ser criados de acordo com número de habitantes ou até com a introdução de novos conceitos. “Hoje, cidades com 51 mil habitantes têm o mesmo valor máximo de imóvel que cidades com 250 mil habitantes, mas elas são totalmente diferentes”, afirmou o executivo. “É preciso discutir essa estrutura”, acrescentou. Reajuste de preços No último dia 16, o Ministério das Cidades informou que o reajuste de preços ficará em cerca de 10% em todas as faixas de renda dos compradores e para todas as regiões. Entretanto, já como o último reajuste no teto de preços ocorreu em 2012, representantes do setor argumentam que essa porcentagem pode ser insuficiente. Segundo o vice-presidente de Habitação Econômica do Secovi-SP, Flávio Prando, o limite na região de São Paulo deveria ser elevado para, ao menos, R$ 235 mil. “O reajuste precisa acompanhar o resto do mercado e o aumento de custos que foi observado na cidade”, afirmou. “Ao manter os tetos reduzidos, os imóveis do programa vão ficando cada vez mais longe do centro da região metropolitana”, para locais onde os valores da habitação também são menores.


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