MANAUS, DOMINGO, 25 DE OUTUBRO DE 2015
Saiba como cultivar um jardim em casa
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Vender antes de quitar pode ser uma boa ideia FOTOS: DIVULGAÇÃO
Além de quitar o débito com a instituição, o proprietário pode lucrar com a valorização do imóvel no período da venda
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venda de um imóvel ainda financiado está cada dia mais comum. Quem comprou um apartamento ou uma casa há mais de cinco anos, se beneficiou, e muito, com a valorização imobiliária ocorrida nos últimos tempos. Com isso, não é incomum os preços terem quintuplicado nesse período, como aponta o diretor do escritório de representação da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) em Rondônia, José Carlos Lino Costa. Nesse cenário, ele destaca que as dívidas dos financiamentos imobiliários se tornaram percentualmente pequenas, se comparadas ao valor de mercado do bem. “O que tem encorajado muitas pessoas a vender (ou trocar) a unidade, antes mesmo do fim do prazo contratado, e sem quitar o empréstimo habitacional”, acrescenta Costa. O diretor da ABMH conta que, até o final da década de 1990, era comum que, nesse tipo de transação (compra e venda de imóvel financiado), o empréstimo fosse transferido
ao comprador que, a partir daí, assumia o pagamento das prestações. “Como às vezes a transferência junto ao banco não era possível (por exemplo, por impossibilidade de comprovação de renda), as partes acabavam por recorrer ao chamado ‘contrato de gaveta’, pelo qual o comprador continuava a pagar prestações e acessórios (inclusive seguro por morte e invalidez permanente) em nome do vendedor, e só teria a escritura definitiva na quitação do financiamento”. De acordo com Costa, atualmente, essa alternativa é pouco utilizada. “Era (e ainda é) muito arriscada, tanto para o comprador como para o vendedor, podendo implicar, por exemplo, na negativação do nome do vendedor (quando existe atraso no pagamento das prestações) e até na perda do imóvel por parte do comprador, por eventuais dívidas do vendedor que vierem a ser cobradas judicialmente”. Hoje em dia, a venda de um imóvel objeto de financiamento não traz grandes complicações, e por isso mesmo tem ca-
ído no gosto dos proprietários. “O financiamento não impede que o bem seja vendido. A negociação é feita como se o bem estivesse livre e desembaraçado de quaisquer ônus. A única diferença é que o produto da venda será utilizado, primeiramente, para quitação do financiamento existente, e o restante será entregue ao vendedor”, explica. Ele acrescenta dizendo que o comprador tem a possibilidade de adquirir o imóvel como outro qualquer, ou seja, pode pagar o preço da compra e venda com recursos próprios, FGTS, financiamento ou consórcio imobiliário. “A lógica é a mesma: se o imóvel adquirido estiver financiado, e o comprador também pretende financiar uma parte do preço, o dinheiro disponibilizado pelo novo financiamento vai quitar o empréstimo anterior (do vendedor) e o restante é repassado ao vendedor”. Assim, a pessoa que pretende vender (ou trocar) um imóvel, esteja ele financiado ou não, deve ter os mesmos cuidados, tais como: - Ter a segurança que o
comprador terá condições de arcar com o preço combinado. - Verificar quanto terá que pagar ao corretor de imóveis (se for o caso de venda por imobiliária ou corretor autônomo). - Averiguar se e quanto terá que pagar de Imposto de Renda sobre o ganho de capital (se houver). - Programar-se para fazer a entrega das chaves dentro do prazo estipulado no contrato. - Certificar-se que todos os débitos do imóvel estão quitados, especialmente IPTU, taxas condominiais, água e energia elétrica. - Contratar um profissional habilitado e com experiência, para elaboração do contrato de compra e venda, no qual devem ser especificados todos os detalhes da negociação (inclusive o financiamento existente – se houver), do estado e da conservação do imóvel. - Se o imóvel vendido estiver financiado, verificar previamente qual o valor necessário para fazer a quitação do empréstimo, e – assim – saber quanto vai efetivamente receber pela venda.
Quem comprou um imóvel há mais de 5 anos se beneficiou
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MANAUS, DOMINGO, 25 DE OUTUBRO DE 2015
Conflitos sobre vagas? Veja dicas de como agir Leis apenas garantem ao morador o espaço. Como eles serão distribuídos é questão particular de cada condomínio
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constante transformação na forma de morar tem trazido novos desafios. Preocupações com o estacionamento, quando acontecem em condomínios, costumam gerar, além de transtornos materiais, discussões entre os vizinhos. A primeira medida a ser tomada sobre os conflitos em torno das vagas é seguir a regulamentação do condomínio. As leis que tratam desse assunto apenas garantem que o morador tenha direito a um espaço para guardar seu veículo, mas a forma com que isso será feito, e qual tipo de automóvel ele pode manter ali, são questões particulares de cada condomínio. “Em um lugar onde muitas pessoas dividem espaço, é difícil agradar a todos. Entretanto, um acordo acertado entre as partes interessadas garante que cada um esteja ciente de seus limites e, se alguém desrespeitar, quem
for lesado terá seu direito garantido”, indica o diretor de condomínios da empresa Guarida Imóveis, Newton Nunes. Segundo Nunes, um dos principais conflitos gerados entre vizinhos em vagas de estacionamentos é o uso da vaga por não-moradores. “Alguns proprietários costumam oferecer para seus visitantes. Além de poucos condomínios oferecerem vagas para este fim, a entrada de estranhos põe em risco a segurança de todos os condôminos. Se a regra vale para um, deve valer para todos”, ressalta o diretor. Outra conflito comum é o estacionamento para motocicletas e bicicletas, o que pode ser resolvido por meio da criação de vagas específicas. Contudo, em condomínios que não contam com essa possibilidade, uma atitude que vem sendo considerada em alguns casos é a permissão do uso de um carro e uma moto ou bicicleta por
vaga. Os espaços destinados a esse uso devem ter medida suficiente para que não atrapalhe o trânsito dos outros. O aluguel ou venda de vagas entre condôminos é permitida, lembrando que, em caso de matrículas separadas, podem ser negociadas como unidades autônomas. A negociação de vagas com não moradores só pode ser concedida por autorização expressa das convenções do condomínio. “A Lei Federal nº 12.607, de 2012, proibiu a venda ou o aluguel de vagas de garagem a não moradores. Porém, uma decisão realizada em assembleia, com a concordância do mínimo de dois terços dos condôminos, a transação pode ser realizada. É importante que o condomínio tenha organização e consciência das necessidades de todos. Sendo assim, as decisões podem ser tomadas em conjunto, de maneira que favoreça a todos”, conclui Nunes.
É importante que o condomínio tenha organização e consciência das necessidades de todos os moradores
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MANAUS, DOMINGO, 25 DE OUTUBRO DE 2015
Atenção a gastos extras na compra de um imóvel
A casa própria é um sonho de muitos brasileiros. No entanto, é preciso preparar o bolso para possíveis despesas extras
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aquisição da casa própria é o sonho de muitos dos brasileiros. No entanto, o consumidor deve preparar o bolso para despesas que vão além do valor da entrada do bem e das parcelas do financiamento imobiliário. Para ajudar nessa etapa, a Amspa – Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (www.amspa. org.br) listou nove gastos que compõem o fechamento do negócio. Confira a seguir:
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) ITBI: O Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis é cobrado pela prefeitura quando há transferência de propriedade, seja casa ou apartamento. O valor do tributo varia dependendo do município em que o imóvel está localizado. Para aqueles que vão comprar a primeira moradia residencial pelo SFH – Sistema Financeiro da Habitação têm direito ao desconto de 50% referente ao imposto, conforme determina o artigo 290 da lei 6.015/73. Já quem não pode arcar com o tributo à vista tem a possibilidade de incluir esse gasto no valor do empréstimo com o agente financeiro;
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) Escritura: O documento é essencial para dar validade jurídica à cessão de bens de imóveis. Nele há
informações sobre a propriedade e das partes envolvidas no negócio. A taxa é cobrada de acordo com o cartório Tabelionato de Notas de cada estado. No entanto, o pagamento do tributo deve ser feito apenas para quem pagar a moradia à vista.
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) Registro do imóvel: Após feita a escritura é necessário, registrá-la no Cartório de Registro de Imóveis para que comprove por lei quem é o dono do bem. Esse procedimento é essencial, pois, ao individualizar a matrícula da propriedade, será possível ter um histórico de todas as ocorrências relativas ao imóvel e de seus proprietários. O valor do documento varia de acordo com cada estado e o preço do imóvel. Em média, é cobrado 1% do valor da casa ou apartamento. Vale frisar ainda que, quem adquire a primeira moradia pelo SFH tem o direito de pagar apenas 50% do registro e também tem a opção de incluir o custo nas parcelas do empréstimo bancário.
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) Seguros: Todo financiamento feito dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) deve incluir o pagamento de dois seguros, um para Morte e Invalidez Permanente (MIP) e o outro
para Danos Físicos do Imóvel (DFI). Ambos são pagos simultaneamente às parcelas do financiamento. No geral, o custo dos seguros na prestação do imóvel é de 3% a 5%. Mas o consumidor pode economizar no desembolso das apólices ao comparar os seus valores com diferentes instituições bancárias. Nessa etapa também é aconselhável pedir para a financeira a planilha de cálculo do Custo Efetivo Total (CET), que vai mostrar todos os encargos e despesas do empréstimo.
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) Taxa de avaliação do imóvel: A tarifa é cobrada pelo banco para fazer a vistoria da propriedade antes de conceder o crédito. O seu valor é fixado pela instituição financeira. Em maio, a Caixa Econômica Federal (CEF) aumentou a taxa de R$ 800 para R$ 2.200. Em média, o preço a ser desembolsado pelo comprador é de R$ 2.500.
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) Sati e Corretagem: No momento da compra do imóvel é comum a cobrança das taxas Sati, pela qual é cobrado o percentual de 0,88% sobre o preço do bem para o serviço de assistência técnica e jurídica; e Corretagem, que é o honorário recebido pelo corretor de imóveis, que varia de 6% a 8%, conforme
determina o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci). Os recolhimentos, porém, são considerados ilegais pela Justiça. Mas para fechar o contrato o consumidor tem de se submeter ao pagamento. No entanto, após desembolsar a quantia, o adquirente deve procurar o auxílio jurídico para ingressar com ação objetivando a restituição dos valores com as devidas correções e em dobro.
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) Mudança: Planejar é a palavra-chave para transportar os pertences. O preço da mudança é cobrado conforme a distância, a quantidade de objetos a serem levados e varia de cada transportadora. Nessa etapa também é válido transportar alguns objetos por conta própria.
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) Reforma da propriedade e compra de móveis: O imóvel pode ser novo ou usado, mas sempre vai precisar de pequenos reparos ou de mobiliário. Para não encarecer seu custo é importante fazer uma boa pesquisa.
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) Outros gastos: O futuro mutuário deve arcar também com o pagamento das certidões emitidas pelo cartório, como, a de ônus reais do empreendimento e custear o serviço do despachante.
Consumidor deve se preparar para despesas que vão além da entrada
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MANAUS, DOMINGO, 25 DE OUTUBRO DE 2015
Aluguel de temporada: os cuidados e as obrigações Com a proximidade das férias e de festas como Natal, Ano Novo e Carnaval, começa a procura por locação de imóveis
A lei do inquilinato (8.245/1991) define que a locação para temporada não deve ultrapassar 90 dias
GUILHERME MACHADO
Para garantir negócios mais seguros, autor separou dicas fundamentais
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om a chegada do verão e a proximidade das férias e de festas como Natal, Ano Novo e Carnaval, começa a procura por locação de casas e apartamentos para temporada. Os veranistas já estão em busca do seu lugar ao sol e tanto o locador quanto inquilinos e corretores de imóveis precisam estar atentos a detalhes importantes para que as férias não se tornem uma dor de cabeça. A lei do inquilinato (8.245/1991) define que a locação para temporada não deve ultrapassar 90 dias, mas independente do tempo acordado é muito importante ter um contrato de locação. O documento é uma garantia tanto para o proprietário quanto para o inquilino e por isso é recomendado em toda negociação, mesmo que o período de estadia seja curto. Neste contrato é importante conter uma
lista de tudo que o imóvel disponibiliza como móveis, utensílios de cozinha, eletrodomésticos, entre outros. Caso o imóvel alugado esteja localizado em um condomínio com piscina, saunas ou outras opções de lazer, é importante que também estejam descritos no contrato se os inquilinos poderão desfrutar destes itens, pois alguns prédios permitem que apenas proprietários e seus familiares utilizem as áreas de lazer. Outro detalhe importante diz respeito às formas de pagamento. A prática comum é o pagamento de 50% do valor total como sinal e o restante na data de entrega das chaves. Alguns proprietários podem solicitar um cheque caução para a garantia dos pagamentos de contas extras. Outros ainda podem exigir o pagamento do valor total da locação no ato da contratação. Portanto, isso pode ser combinado de maneira livre, de acordo com a necessidade ou realidade de cada negociação. Para garantir negócios mais seguros, separei algumas dicas fundamentais que devem ser observadas por cada parte envolvida. Veja a seguir:
Sugestões para o proprietário - Mantenha o imóvel em bom estado de conservação, se necessário faça pequenos reparos na rede elétrica e hidráulica, pinturas. Se forem identificados mofo, umidade ou entupimentos, também é necessário corrigi-los. - Atenção à organização e limpeza do imóvel, não só da parte interna como também da externa como quintal, jardim e piscina. - Descreva detalhadamente todos os diferenciais que o imóvel possui: número de cômodos, capacidade de pessoas que comporta, itens de lazer, mobiliário disponível, infraestrutura da região, proximidade de praia, formas de pagamento. - Se residir no imóvel, tenha cuidado com os objetos pessoais e deixe
apenas o que for essencial para o inquilino. - Deixe claro no contrato quais são suas obrigações e direitos, assim como as do inquilino. - Atenção especial às fotos que serão usadas para anunciar o imóvel. Opte por fotos que objetivamente demonstrem a realidade do imóvel, mas evite capturar imagens de ambientes desorganizados, como toalhas no banheiro, pias com louças sujas, quartos bagunçados. - Seja transparente e verdadeiro, não omita informações, tampouco minta. - Procure pelo auxílio de profissionais capacitados para cuidar da locação do seu imóvel. Escolha sempre um corretor de imóveis credenciado.
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MANAUS, DOMINGO, 25 DE OUTUBRO DE 2015
Arquitetando
contato@arquitetandomanaus.com.br www.arquitetandomanaus.com.br
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Maison et Objet é uma feira que acontece duas vezes por ano e também, um dos maiores eventos europeus dedicados a decoração. A feira de setembro acontece durante a Paris Design Week que reúne vários outros eventos ligados ao mundo do design ocupando as instalações do Paris-Nord Villepinte Exhibition Centre, reunindo grandes expositores de móveis, acessórios e complementos decorativos para a casa, atendendo todas as necessidades e estilos. A Maison et Objet é um ponto de referência para a decoração, criação e o design. Evento de grande alcance para profissionais da área de arquitetura e design de interiores, trazendo novidades e tendências com destaques para móveis, acessórios, têxteis, iluminação, louças e design como um todo. A mais recente edição aconteceu entre 5 e 12 de setembro passado, reunindo expositores dedicados
a soluções técnicas e decorativas para arquitetura de interiores. A proposta da feira é unir em um só lugar todo tipo de informação como workshops, conferências e palestras, decifrando tendências, apontando idéias inovadoras, revelando talentos, trazendo fontes de inspiração. Ela é voltada para os profissionais da área, mas alguns consumidores formadores de opinião também marcam presença. A Maison et Objet conta com seis mostras: Scènes d’intérieur traz a “alta costura” da decoração; Maison et Objet Projets é uma mostra de soluções técnicas; Cra¥ é o espaço para exposição de artesanato. A divisão chamada Musées foca na interseção entre cultura e decoração. Existe ainda a área de Outdoor/Indoor, com mobiliário para áreas externas. Além disso, a Now! Design à vivre, reúne os nomes mais inovadores do design europeu, especialmente o francês. Evento para os pro-
Diferentes formatos e cores: formas
Design na vertente mais pura
Uma visita ao vintage: poltrona do conforto
fissionais da arte de viver que reúne uma oferta gigantesca de soluções e idéias para as diversas necessidades dos mercados globais. Por 20 anos é a grande plataforma do design e uma ponte na interseção entre negócios e criatividade, oferecendo soluções sob medida para as necessidades de compradores globais. Mirian Castilho formada em Design de Interiores pelo Instituut Syntra West em Brugges-Bélgica, é brasileira, mora na Bélgica há 5 anos é apaixonada por Design, Arquitetura e Design 3D. Seguidora da coluna Arquitetando pelas mídias sociais, contribuiu desta forma para este seleto material. Comentou que ficou perplexa com a variedade: são mais de 3300 expositores, distribuídos em oito gigantescos pavilhões. Em um tour de 3 dias pode-se descobrir a Maison & Object em detalhes, percorrendo alguns halls como: Etnico Chic, são apresentados produtos manufaturados, artistas plásticos, artesãos, objetos feitos com esse cuidado de serem únicos; Grandes Marcas de Luxo + Design de Interior + Projetos da Maison Objet + Galeria que são ambientações de espaços feita pelas melhores marcas e designers do mundo; Complements+ Interior Decor + Papelaria + Acessórios para a Casa + L´Espace Retail, Fragrâncias e SPA onde os cheiros e fragrâncias estão presentes; Inovações + Business Lounge neste hall, que também abriga, o local onde fornecedores e visitantes podem marcar reuniões, ou participar de eventos; Cook + Design + Acessórios para a Casa + Mundo Infantil + Objetos do Cotidiano e da Moda. Este hall é super interessante porque une o design com o gourmet. kids; Interior Decoration,tudo para decorar uma casa; Now! Design a vivre! + Imprensa + Le Club este hall abriga as novidades e os designers homenageados da edição. Os novos talentos, e o eleito designer do ano, além disso o Le Club que é onde os executivos da Maison recebem seus convidados, com um restaurante e um lounge.
Agende-se: as próximas edições da Maison et Objet abrem de 22 a 16 de Janeiro e 2 a 6 de setembro de 2016, em Paris, naturalmente”
Atuante no mercado nacional e internacional de mobiliário e alta decoração
FOTOS : MIRIAN CASTILHO
Feira internacional : Maison et Objet, Paris
Paulo Ricardo Sachs
Hall 1 – Etnico Chic (Home Decor) Luxuoso candelabro em Murano, da marca italiana Lu Murano
Movimento de cores e tons
Dog seats: um avanço para pets ou pessoas?
Bed & Lounge: Luxo
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MANAUS, DOMINGO, 25 DE OUTUBRO DE 2015
Tenha um jardim dentro de casa Um jardim em miniatura pode propiciar diversos benefícios, além de ser uma opção para quem não possui espaço para um jardim externo
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uitos profissionais da saúde defendem que possuir um jardim (e cuidar dele) pode fazer muito bem para saúde. O exercício de cuidar de plantas, regando-as e adequando a terra para suas necessidades pode ajudar na diminuição do estresse, além de prevenir como a depressão e outras doenças mentais. Entretanto, nem todos podem ter um jardim externo, por morarem em apartamentos ou casas com pouco espaço. É aí que entram os jardins em miniaturas, opção tanto para quem sofre com a falta de espaço, quanto para quem mora em cidades frias ou quentes onde o frio ou o calor excessivo castiga as plantas. O terrário (minijardim em miniatura), um ecossistema fechado, surgiu no fim do século XIX, quando o ingês Nathanael Ward, médico e colecionador de plantas raras, adaptou um recipiente de vidro no qual pudesse transportar as plantas que descobria nas regiões de clima tropical e também para
pesquisar as borboletas. Ao contrário do plantio externo, é possível fazer um jardim em miniatura em potes de vidros que podem ficar em qualquer lugar, decorando por exemplo sua mesa de jantar, sala de estar, banheiros, qualquer lugar da sua casa ou ambiente de trabalho, o que fica um charme na decoração. Segundo a bióloga e especialista em educação ambiental Lilian Ribeiro, para se ter um belo jardim em miniatura, só é necessário possuir um ambiente com boa luminosidade. “Além disso, uma boa dose de criatividade também é indispensável. Você pode combinar diversos tipos de plantas para colorir seu jardim, observando o formato e textura das plantas a serem utilizadas e se combinam no mesmo ambiente, ou seja, se é planta que gosta mais do frio ou calor, se gosta de muita ou pouca água, ou seguir um padrão, mas, para isso, é preciso considerar o espaço que você possui, para que sua decoração não fique confusa”.
Sugestões para o proprietário A empresária, que é fundadora do Lili Terrários e Mini Jardins, acredita que possuir um jardim em miniatura ou um jardim de inverno propicia muitos benefícios. “O ambiente se torna mais leve, o ar mais puro e muitas plantas servem para limpar o ambiente e renovar as energias, trazendo muita energia positiva ao local. Seu jardim se torna mais um canto para você cuidar e se expressar na sua casa, O exercício de cuidar de plantas, regando-as e adequando a terra para suas necessidades, pode ajudar na diminuição do estresse e prevenir a depressão
sempre se empolgando pelas novas possibilidades e decorações que podem ser criadas, pois estimular a criatividade, acalmar e trazer uma sensação de paz e bem estar, sendo uma excelente terapia. Eu recomendo que todos tenham seu próprio jardim de inverno ou terrários (os jardins no vidro), já que é uma atividade que permite que você entre em contato com a natureza, apesar da limitação do espaço”.
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MANAUS, DOMINGO, 25 DE OUTUBRO DE 2015
Arquitetura sustentável e popular vira tendência FOTOS: DIVULGAÇÃO
Voltado para melhor qualidade de vida, projeto de arquiteto paulista se destaca por conceitos sustentáveis
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arquitetura sustentável é cada vez mais um aspecto primordial em todo o mundo. Pensando nisso, o arquiteto Glaucio Gonçalves em parceria com Marcos Eduardo da Silva desenvolveram o Projeto Singular que tem como objetivo oferecer imóveis a preços acessíveis contemplando aspectos socioeconômicos e ambientais. O projeto aguarda apoiadores para ser iniciado. Voltado para oferecer melhor qualidade de vida, o projeto se destaca pelo uso de conceitos sustentáveis, como sistemas de energia mais eficientes e menos poluentes, utilização de energia solar para o aquecimento dos chuveiros, sistema de reutilização de águas pluviais, coleta seletiva de lixo, acessibilidade, melhor qualidade de ar interno e conforto ambiental, modulação e racionalização de alvenarias e sistemas para a redução da formação de resíduos e o seu reuso. OTIMIZAÇÃO Outro diferencial do Projeto Singular é a otimização do espaço, pois em uma área de 50
mil m² é possível construir até 600 apartamentos sem deixar o conforto e o lazer de lado. Cada edifício possui um nicho, uma área de lazer com uma cor própria e única para estabelecer uma identidade com o morador. Além disso, os espaços verdes do pátio interno preservam árvores de espécie nativa e fachada em bambu unindo ecologia,
Dados sobre resíduos da construção - A construção civil responde por aproximadamente 75% do consumo de recursos naturais; - Utiliza aproximadamente 21% de água, além de impermeabilizar o solo e contaminar os rios com poluentes químicos; - Os edifícios consomem 50% de toda a energia elétrica produzida no planeta; - Os resíduos da construção, demolição e reformas representam índices altíssimos do volume de resíduos urbanos;
GLÁUCIO “Tornar o imóvel acessível ao maior número de pessoas, contemplando os aspectos sócio-econômicos e ambientais, é o principal objetivo, essa é a função do nosso projeto”
baixo custo e beleza. “Tornar o imóvel acessível ao maior número de pessoas, contemplando os aspectos sócio-econômicos e ambientais e oferecer um novo conceito de moradia no qual qualidade de vida é o principal objetivo, essa é a função do nosso projeto”, afirma Gláucio Gonçalves.
PARA AJUDAR Para mais informações sobre o projeto, visite o siteglauciogoncalves.com) e veja como você pode ajudar a financiá-lo. Objetivo é oferecer imóveis a preços acessíveis, contemplando aspectos socioeconômicos e ambientais
EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com
REPORTAGEM Fred Santana
FOTOS Arquivo EM TEMPO
REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira
TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva
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MANAUS, DOMINGO, 11 DE OUTUBRO DE 2015