MANAUS, DOMINGO, 25 DE JANEIRO DE 2015
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Profissionais adiantam lançamentos para 2015
O
ano já tem lançamentos previstos de grandes empresas construtoras e incorporadoras para o mercado imobiliário da cidade. O EM TEMPO conversou com alguns corretores da área para destacar os principais empreendimentos do primeiro semestre, assim como as características que se destacam em cada um deles. O corretor Daniel Aragão ressalta que neste mês a construtora Arruda Guimarães já lançou um empreendimento diferenciado na região. O residencial Tales de Mileto, é um condomínio de casas que tem como localização o bairro Parque das Laranjeiras, na zona centro-sul de Manaus. O profissional ressalta que o espaço das unidades é uma das grandes vantagens de se investir no produto. “As casas tem de 143 a 219 metros quadrados, o que é muito confortável. O condomínio é perto de supermercados, escolas, universidades, hospitais e o acesso ao aeroporto. A área de lazer também é destaque pelo espaço tamanho família”, diz. Aragão também enfatiza o lançamento do Aquaville Re-
sort, da construtora Colmeia, seguindo os mesmos moldes do resort lançado pela empresa em Porto das Dunas, próximo à Fortaleza. Em Manaus, o Aquaville ficará localizado no bairro Tarumã, zona oeste da cidade, e será o primeiro resort da cidade. Alguns corretores estão recebendo treinamento sobre o produto no estado do Ceará. “Se seguir o modelo do que foi lançado no Ceará, a cidade terá mais um empreendimento de luxo”. Segundo o corretor, o lançamento do Aquaville Resort Tarumã está previsto até junho. Casas O corretor Carlos Célio informa que outro empreendimento também já foi lançado neste mês: o Maison Du Parc, da Platinum Construções, um residencial de 24 casas de 145 a 339 metros quadrados localizado no bairro Parque Dez de Novembro, zona centro-sul. “São condomínios de casas duplex, semi-geminadas, com uma ótima localização. Mais da metade das unidades já foram comercializadas”, revela. Segundo o corretor, a Colmeia também pretende lançar no primeiro trimestre um em-
preendimento de apartamentos com metragens de 140 metros quadrados, na avenida Mário Ypiranga, bairro Adrianópolis, zona centro sul da cidade. “Eles ainda não definiram o nome do produto. Será um ótimo investimento pela localização próximo às escolas, shoppings e hospitais”, informa. A Capital Rossi vai inaugurar um empreendimento até o primeiro semestre do ano, também na avenida Mário Ypiranga. Com apartamentos de 330 metros quadrados por andar e coberturas de 660 metros quadrados, o Lumina é voltado ao público de alto padrão. O profissional destaca a exclusividade do empreendimento pelo tamanho dos apartamentos. “São metragens que proporcionam um conforto maior aos clientes e são raras na cidade”, comenta Carlos Célio. Célio afirma que esse ano também será marcado pelo lançamento e comercialização dos lotes de bairros planejados em Iranduba . “Serão cerca de cinco a seis mil lotes que serão postos à venda. Esse empreendimento foi possibilitado pela Ponte do Rio Negro e vai agitar o mercado imobiliário na região metropolitana de Manaus”.
ARQUIVO EM TEMPO
As projeções incluem condomínios de casas
FOTOS: DIVULGAÇÃO
Capital Rossi, Colmeia e Arruda Guimarães estão entre as empresas que lançarão empreendimentos neste primeiro semestre
Segundo corretor, Iranduba será foco para construção de novos empreendimentos imobiliários
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Construtora local entre as cem maiores do país A empresa Engeco faz parte do ranking da Inteligência Empresarial da Construção, ocupando a 68ª posição dora do ranking ITC, totalizando 206.452,11 metros quadrados de área total construída. “Este é um prêmio fundamental para nós e para o Estado, pois reflete o trabalho sério que realizamos e ainda exalta a imagem da construção no Amazonas. O ranking do ITC demonstrou que estamos no caminho certo, conquistando um crescimento consistente, que alia a execução de obras com qualidade e cumprimento de prazos”, disse a gerente de marketing da Engeco, Joria Said Guerreiro. Com saldo positivo, em 2014, a Engeco ganhou com o início das obras do Piazza Di Fiori, seu novo empreendimento no bairro de Flores. A empresa também realizou a entrega do Residencial Family, no bairro do Aleixo, e fez o
lançamento de um dos empreendimentos mais bem localizados e valorizados da cidade, o Residencial Atmosphere. Hoje, a empresa possuí quatro grandes empreendimentos em obras: o Residencial Smarth, Piazza Di Fiori, Vitta Club e o luxuoso Terezina 275, considerado a obra mais ousada em desenvolvimento da capital amazonense, onde as unidades ultrapassam os 800 metros quadrados. Premiação A premiação das 100 melhores construtoras será realizada no dia 4 de março, durante a Expo Revestir, que é a maior feira de revestimentos e acabamentos do Brasil. O evento irá ocorrer na Transamérica Expo Center, na cidade de São Paulo.
A empresa realizou a entrega do Residencial Family, localizado no bairro Aleixo, em 2014
A construtora local é responsável pela construção do empreendimento de luxo Terezina 275
NACIONAL
Unidades financiadas sobem 1,6% Os financiamentos imobiliários viabilizaram a compra de 538,3 mil unidades no ano passado, um crescimento de apenas 1,6% na comparação com 2013, quando 529,8 mil unidades foram financiadas. A quase estabilidade ocorre em um cenário de desaceleração da economia e desaquecimento do mercado imobiliário no país.
Em valor, o crescimento dos empréstimos chegou a 5,3% devido ao aumento de preços. Eles somaram R$ 113 bilhões no ano passado, a maior marca já registrada, segundo a Associação das Empresas de Crédito (Abecip). No entanto, a alta de 5,3% é a segundo menor anual desde 2003, quando começou o últi-
mo ciclo de expansão vigorosa do crédito no país. Só perdeu para 2012, quando os empréstimos aumentaram 3,75% na comparação com o ano anterior. Para 2015, o setor espera repetir o crescimento de 5% dos financiamentos, levando-os ao patamar de R$ 119 bilhões. Por Folhapress REPRODUÇÃO
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Construtora Engeco foi eleita uma das cem maiores construtoras do país pelo ranking da Inteligência Empresarial da Construção (ITC), que é o mais conceituado do Brasil. Em 68ª posição, a construtora foi a única empresa genuinamente amazonense a figurar na seleta lista. O ranking da ITC é considerado um dos mais importantes do setor e acompanha a evolução da construção desde 2004. O objetivo é mostrar ao mercado as construtoras que mais se destacaram no ano em metros construídos, o segmento e a região do Brasil que mais atuaram. A Engeco teve todos os seus empreendimentos imobiliários avaliados pela comissão julga-
Somente no ano passado foram financiadas 538,3 mil unidades habitacionais, crescendo 1,6%
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor
FOTOS Arquivo EM TEMPO
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira
REVISÃO Dernando Monteiro
TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima
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Prudência é necessária na hora de comprar imóvel FOTOS: REPRODUÇÃO
Na última semana, entraram em vigor as novas taxas de juros para o financiamento imobiliário em todo o Brasil
Inflação mais elevada é um dos fatores que prejudicam essa nova aquisição
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trabalhador que pensa em adquirir a casa própria neste momento deve rever sua intenção, adotar uma postura de cautela e aguardar um pouco mais antes de assinar um contrato de financiamento. A dica é do presidente do Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec), Geraldo Tardin. Na última semana, entram em vigora as novas taxas de juros para o financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal tanto para o Sistema Financeiro da Habitação (SFH) quanto para o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) e o impacto para o mutuário será de até 14,3% nas prestações. “Se ele está pesquisando para comprar, o conselho é que, nos próximos 2 anos, reveja essa opção. É um período de inflação (mais elevada) e o contrato, além dos juros, é corrigido pela TR (Taxa Referencial). Com a previsão de inflação neste ano e no início do próximo, os contratos vão subir muito”, disse. Com os contratos pesando mais no bolso do trabalhador, outro problema é o risco de o comprador ter que devolver o imóvel, uma vez que terá dificuldade para pagar as prestações. “Se ele já está devendo e contrair nova dívida, terá dificuldade de pagar também as prestações da casa própria.” No caso da pessoa que já escolheu o imóvel, o representante do Ibedec aconselha que não comprometa mais de 20%
da renda. “A lei permite 30%, mas, se ela comprometer 20%, terá condições de passar por esse momento de forma mais tranquila. Ele pode, também, dar uma entrada maior, fazendo uma poupança antes ou comprar um imóvel de menor valor, desde que a prestação se encaixe em 20% do orçamento”, destacou Tardin. Entrada Aqueles que pouparem para dar uma entrada maior podem ser beneficiados pela alta de estoque de imóveis, uma vez que a elevação dos juros pode reduzir a procura. Segundo Geraldo Tardin, a queda na procura poder criar um cenário com boas ofertas para os interessados. A Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) avalia que os financiamentos mais altos serão os mais afetados pelas novas taxas para os novos contratos. As novas taxas para os financiamentos habitacionais foram anunciadas pela Caixa no dia 15. Nos financiamentos do SFH, os juros variavam entre 8% e 9,15% ao ano e agora ficarão entre 8,5% e 9,15% ao ano. Nas operações do SFH, as taxas passarão de 8,8% a 9,2% ao ano para 10,2% a 11% ao ano. O banco justificou o reajuste com base no aumento da taxa Selic, que passaram de 10% para 11,75% ao ano, em 2014. O presidente da Associação Nacional dos Mutuários, Marcelo Augusto Luz, mos-
trou-se preocupado com a elevação dos juros da casa própria. Ele pondera que mesmo as taxas anteriores já eram consideradas altas. Para Marcelo Luz, os compradores de imóvel na planta que adquirirem das construtoras, para fazer uso do financiamento bancário, principalmente o da Caixa, também serão prejudicados. “Já se alterou o plano de compra do imóvel, porque a partir do momento em que for fechar o financiamento, encontrará taxa a maior. (Esses compradores) vão ter dificuldades nas primeiras prestações e no aumento da dívida porque o saldo devedor acaba sendo alterado também para mais.” Luz explicou que um imóvel que custa R$ 250 mil, que considera habitação de médio valor, terá a primeira prestação de R$ 2,5 mil pelo Sistema de Amortização Crescente (Sacre), usado pela Caixa. Ele lembrou que é difícil encontrar imóveis abaixo de R$ 190 mil e os que estão cotados acima desse valor serão afetados pelos juros mais altos. “A maioria dos imóveis que são construídos no Brasil tem valor entre R$ 250 mil e R$ 800 mil. A orientação é financiar o menos possível. Se o mutuário for ao banco para fazer a captação de 80% a 90%, provavelmente terá dificuldades, com a queda da renda, ao longo dos anos. Tudo pode acontecer, já que existem contratos com prazos acima de 400 meses”, destaca. Por Agência Brasil
No financiamento SFH, os juros variavam entre 8% e 9,15% ao ano e ficarão entre 8,5% e 9,15%
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Estandes de vendas serão mais modestos em 2015 A
lém de um ano com preços mais comportados, imobiliárias e construtoras estimam que em 2015 o ritmo de lançamento de unidades compactas - que subiu mais de quatro vezes desde 2009 - deve se manter forte. O número de imóveis de um dormitório lançados em 2014 ficou próximo do de 2013. “Para 2015, a expectativa é que o compacto se mantenha - é uma tendência. Deve-se lançar unidades menores, mas de dois e três dormitórios, para o comprador final”, diz Vinicius Amato, da construtora Gamaro. Além disso, as incorporadoras estimam que, diferentemente de 2014, quando shows e espetáculos foram usados para atrair compradores, os eventos deste ano serão modestos. Em vez de grandes shows como chamarizes para os clientes e resultados imediatos de venda, as empresas preveem estandes menores nos empreendimentos, com previsão para negociação das unidades até perto da data de conclusão das obras. “Em 2013 e no começo de 2014, a gente fazia um lançamento e podia investir a verba inteira na largada. Agora, será preciso diluir as
REPRODUÇÃO
Especialistas dizem que toda a estrutura utilizada para atrair clientes será reduzida ao longo de todo este ano ações de marketing ao longo do projeto”, avalia Fernando Trotta, da MDL, empresa especializada em alto padrão. Na construtora Huma, o cronograma de divulgação também deve se manter alinhado à velocidade de vendas, e a verba de marketing prevista para cada empreendimento será redistribuída
DIFERENCIAIS
Segundo o corretor Fernando Sita, até o primeiro semestre de 2014 era possível vender 60% das unidades de lançamento. Hoje, é preciso deixar claro ao cliente os diferenciais de cada imóvel para durar até a entrega. Para Fernando Sita, da imobiliária Coelho da Fonseca, como os imóveis novos demoram mais tempo para serem vendidos, as empresas sentem que precisam focar cada vez menos as ações de marketing e se esforçar em criar produtos que atendam às expectativas do cliente. Por Agência Brasil
Em vez de grandes shows e espetáculos, as empresas irão investir em formas mais simples de apresentar seu empreendimentos
Carlos Célio carlos@investimento.net.br
Índices que estão tirando o sono dos clientes Na grande maioria da compra de imóveis na planta, as parcelas dos contratos são corrigidas até o mês da emissão do Auto de Conclusão da Obra (“Habite-se”), de acordo com a variação percentual mensal acumulada do INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), calculado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas. Já as que se vencerem após o mês da emissão Habite-se, serão corrigidas de acordo com a variação percentual mensal acumulada do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), calculado e divulgado pela Fundação Getúlio Vargas, as prestações vincendas após a emissão do Habite-se, inclusive a parcela de financiamento, além da correção monetária descrita acima, serão acrescidas de juros de 12% (doze por cento) ao ano, calculados pela Tabela Price, a partir da emissão do respectivo Auto de Conclusão. O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), conhecido como inflação do aluguel, porque é usado como referência de reajuste na maioria dos contratos de locação. O IGP-M/FGV é calculado mensalmente pela FGV e é divulgado no final de cada mês de referência. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) é o principal indicador de custo da construção civil no Brasil, é produzido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Ele mede a evolução dos custos de construções habitacionais nas sete principais capitais de estados do país. Pagar taxas indevidas e desconhecer como se calcula a correção da parcela do imóvel, pode acontecer com quem vai comprar um imóvel na planta. Comprar
um imóvel na planta exige alguns cuidados, pois se está comprando algo que ainda não existe. O reajuste da parcela pode impedir financiamento. Além disso, a falta de informação sobre como a inflação vai afetar o preço do imóvel pode deixar o cliente sem dinheiro para quitar o saldo devedor ou fazer o financiamento na hora da entrega das chaves. O problema é que o INCC, utilizado para reajustar as parcelas, tem subido acima da inflação oficial. Além disso, o índice corrige todo o saldo devedor, o que faz com que a dívida aumente consideravelmente. Enquanto o imóvel é construído e as parcelas são pagas, o saldo devedor é mensalmente reajustado pelo INCC, situação que nem sempre é esclarecida ao comprador, que embora saiba da incidência de taxações, não recebe orientação de que elas incidem sobre o saldo devedor, elevando-o a cada novo reajuste. O INCC acumulado nos últimos 12 meses foi de 6,74% (Tabela e mais informações sobre INCC e IGP acesse: www.investimento.net.br), e ele transforma a conta em uma bola de neve. O comprador cria uma falsa ilusão de que se está abatendo alguma coisa do saldo, que está engrossando. A maior armadilha é quando a parcela é muito baixa. Essa é uma situação em que, dependendo do saldo devedor, o impacto do reajuste pode ser superior ao da parcela paga. Ou seja, o comprador paga a parcela, em valor inferior ao do aumento, e fica com um saldo devedor no mesmo patamar. Pense nisso! O seu futuro agradece.
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
O INCC acumulado nos últimos 12 meses foi de 6,74% e ele transforma a conta em uma bola de neve. O comprador cria uma falsa ilusão de que está abatendo alguma coisa do saldo, que está engrossando”
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Arquitetando paulo@adoromanaus.com.br
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ão Paulo sempre traz referências ao moderno, ao que é novo, ao contemporâneo, ao clássico, a todos os estilos. A cada esquina da Gabriel Monteiro da Silva, avenida “top” do mercado de arquitetura, design de interiores e decoração, encontramos um mundo de novidades e informações. Ainda que seja
FOTOS: PAULO RICARDO SACHS/ACERVO
SP: uma mostra de formas, cores e tendências época de “bota-fora”, as lojas de interiores estão sempre impecáveis. Apesar da troca de showroom na maioria das lojas, São Paulo destaca-se pelo cuidado que os paulistanos tem com ambientação e decoração de suas lojas. Nada de improvisações. Tudo no grau. Compartilho com vocês as imagens deste giro em Sampa.
Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e altadecoração
A ambiguidade luxuosa da Gabriel Monteiro da Silva nos remete ao berço do design: Itália”
Vitrine de loja na Gabriel Monteiro da Silva: preocupação com a plasticidade
Luxo: pendentes e luminárias Swarovski da PontoLuce
Vitrine Artefacto Haddock Lobo do arquiteto David Bastos
Objetos, estampas tribais, peças étnicas e contemporâneas conversam entre si
Lounge do Hotel Unique por João Armentano, um luxo
BRASIL
Empresas otimistas com os programas federais comparação com igual período anterior e 37% acreditam que permanecerá estável. Do total de empresas que operam no PAC, 26,1% preveem aumento do pessoal empregado nos próximos três meses. Para 71,7%, o quadro ficará estável e, para 2,2%, diminuirá. As empresas que pretendem ampliar os negócios, acreditam que a situação será positiva. O saldo foi 63 pontos percentuais (de respostas positivas). “E, para as empresas que informaram que vão aumentar o volume de emprego, o saldo foi 23,9 pontos percentuais positivo. Estão mais propensas a aumentar o seu contingente de mão de obra”, disse Bezerra. No “Minha Casa, Minha Vida”, do total de 29% de empresas envolvidas, 51,2% esperam melhoria do volume de obras ao longo do
ano, 46,5% apostam que os negócios ficarão estáveis e apenas 2,3% temem que a situação piore. Quanto ao total de pessoal empregado pela empresa nos próximos três meses, a expectativa é de aumento para 18,6% dos empresários e estabilidade para 81,4%. O saldo de respostas positivas foi 18,6 pontos percentuais. Para Bezerra, as recentes denúncias de corrupção envolvendo empreiteiras do setor da construção podem afetar o volume de negócios envolvidos nos dois programas governamentais. Ele informou, porém, que a FGV pretende fazer nova pesquisa, provavelmente daqui a seis meses, para avaliar o grau desse impacto ou comprovar se foi confirmada a expectativa positiva registrada na sondagem atual. Por Agência Brasil Apesar do otimismo, a Fundação Getulio Vargas fará uma nova pesquisa para saber o impacto nas empresas denunciadas em escândalos
ARQUIVO EM TEMPO
A pesquisa Quesitos Especiais da Sondagem da Construção, divulgada na última semana pela Fundação Getulio Vargas (FGV), mostra que uma parte das empresas que operam com os programas de Aceleração do Crescimento (PAC) e “Minha Casa, Minha Vida” está otimista com o volume de negócios para os próximos 12 meses. Feita em dezembro do ano passado, a pesquisa ouviu 698 empresários do setor da construção. “É uma pesquisa importante para avaliar esses programas”, disse o economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, Itaiguara Bezerra. De acordo com o levantamento, 43,1% das empresas estão influenciadas de alguma maneira pelo PAC. Dessas, 63% estimam que seu volume de obras aumentará nos próximos 12 meses, em
Iluminação: pendentes Italianos com design da PontoLuce
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Estratégia agiliza venda de apartamentos de luxo FOTOS: REPRODUÇÃO
Empresa criou um departamento de design de interiores especializado em layouts sofisticados e funcionais para clientes Vários empreendimentos em Santa Catarina estão sendo contemplados com essa novidade
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a sociedade moderna, o tempo disponível versos os valores agregados, norteiam as escolhas e demandas das pessoas, por isso, a busca constante de unir oportunidades de fazer investimentos seguros e, satisfazer as necessidades de agilizar o processo na hora adquirir um imóvel, tem ecoado, fazendo com que muitos profissionais liberais e executivos de empresas, optem por comprar imóveis decorados prontos para morar. No reconhecimento dessa crescente demanda, a Procave Investimentos e Incorporações, sediada em Balneário Camboriú (SC), inova ao adotar estratégias ousadas de seduzir seus futuros e atuais clientes, criando um departamento de design de interiores especializado em layouts sofisticados e funcionais, onde o requinte e a riqueza de detalhes são marca registrada. A Procave, tem criado ten-
dências e superado as expectativas de seus clientes ao agilizar o processo de vendas e facilitar a aquisição de seus imóveis, encurtando assim, a grande distância entre o sonho e a realidade. Desta forma, os apartamentos completos comercializados pela empresa, encontram seus compradores - normalmente vindos de fora do Estado - em somente 1/3 do tempo que levariam para serem adquiridos se estivessem prontos e vazios. Os valores desses imóveis são sempre superiores a R$ 3 milhões. A empresa que atua com imóveis para o público “triplo A” finalizou o ano de 2014, em plena alta estação, com 33 novos apartamentos equipados na região à disposição dos compradores que já poderão desfrutar imediatamente das festas de final de ano e das férias de verão. Possuidora de uma sensível sutileza de detalhes Miriam Pinheiro, coordenadora da
equipe de designers de interiores da incorporadora, assina todos os apartamentos da Procave – a ordem é primar pelo requinte, selecionando móveis, objetos de decoração exclusivos, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, tendo como referência a otimização e funcionalidade de cada apto decorado. Conforto Cada layout tem uma razão de ser, é pensado no dia-a-dia de quem irá habitar o imóvel, criando espaços confortáveis e integrados. “O que mais atrai nesse serviço é a comodidade e o custo benefício de adquirir um imóvel personalizado com primoroso critério seletivo e preços diferenciados, além de, evitar o desgaste que a administração e a montagem que um apartamento gera, evitando estresses desnecessários”, explica Miriam. “Investindo em qualidade de vida”, é o slogan da Procave, e é por isso que, até no final
de 2014 finalizou 30 (trinta) imóveis mobiliados, equipados, climatizados e finamente decorados, prontos para viver o verão. Os empreendimentos contemplados com esta oportunidade estão localizados em Balneário Camboriú – nos renomados Costão da Barra e Ibiza Towers, e na praia Brava de Itajaí, nos fascinantes Brava Home Resort e Quintas do Arpoador, em um local paradisíaco que fica a cerca de cinco quilômetros de Balneário Camboriú. Uma das cidades litorâneas brasileiras mais horizontalizadas, Balneário Camboriú recebeu fortalecimento em seu acesso via duplicação da BR 101. As facilidades se somam a proximidade com o porto de Itajaí e o acesso pelo ar via Navegantes. Cada vez mais um centro cosmopolita, Balneário têm na Av. Atlântica seu principal cartão de visitas, juntamente com o teleférico e as marinas, que atraem cada vez mais a atenção do público jovem e também familiar.
A ideia é atrair cada vez mais clientes com interesse no layout
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Venda de imóveis novos cresce 210% em novembro Segundo o chefe da Secovi, Celso Petrucci, esse crescimento se deu pela quantidade de dias úteis no mês citado. Ao todo, foram comercializados 2.987 novas unidades
A
s vendas de imóveis novos cresceram 210,2% em novembro do ano passado na comparação com o mês anterior, mostra levantamento divulgado na última semana pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). Foram comercializadas 2.987 unidades residenciais na capital paulista, enquanto no mês de outubro foram vendidas 963 unidades. Em relação a novembro de 2013, quando 2.777 imóveis foram negociados, houve aumento de 7,3%. Para o economista chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, a forte alta deve-se ao fato de que o mês de novembro teve a maior parte dos dias úteis. “Tivemos um mês completo. Calhou também de termos seis mil unidades lançadas em todas as tipologias de dormitórios em várias regiões da cidade. Tudo isso ocasionou esse número significativo de vendas”, disse Petrucci. Foram lançadas 6.301 unidades residenciais no período, um aumento de 169,7% em relação a outubro (2.336 unidades). Do total de vendas no penúltimo mês do ano, 1.165 eram unidades de dois dormitórios, 1.117 de um quarto, 555 de três e 150
unidades com quatro ou mais. Embora o imóvel de dois quartos tenha sido o mais comercializado em números absolutos, o melhor desempenho foi das unidades com um quarto. Nessa categoria, 13,6% dos apartamentos em oferta foram vendidos. As unidades de dois quartos atingiram o índice de 10,8%. Apesar dos números animado-
NÚMEROS
Em novembro de 2013, 2.777 imóveis foram negociados. Já no ano de 2014, esse número teve um crescimento, passando assim para 2.987 unidades, representado um aumento de 7,3% res em novembro, o setor está com retração no acumulado do ano. De janeiro a novembro, foram comercializadas 18.324 residenciais novos. Em relação ao mesmo período de 2013, houve queda de 40%. Petrucci destaca, no entanto, que a base de comparação é muito forte e, por isso, o percentual é expressivo.
Comparativamente ao resultado do período de janeiro a novembro em 2012 e 2011, houve queda de 24% e 25%, respectivamente. Além da forte base de comparação, Petrucci apontou outros fatores para o resultado negativo no acumulado do ano passado. Para ele, 2014 foi um ano atípico por causa de grandes eventos, como Copa do Mundo e as eleições. O economista citou o fato de o carnaval ter caído em março, o que prolongou o período de férias. “Por último, vem a questão de que ninguém está com uma expectativa boa da economia. As decisões de compra estão sendo postergadas. Tudo isso explica esse movimento completamente fora da curva que tivemos na cidade de São Paulo.” O sindicato ainda não elaborou as projeções para este ano, pois aguarda o levantamento de dezembro. Petrucci antecipa, no entanto, a possibilidade de 2015 apresentar cenário similar ao de 2012, que se mostrou como um período de ajuste. “Provavelmente, devemos ter uma redução dos lançamentos, e as vendas devem ficar próximas do volume lançado, com escoamento do que não foi vendido no ano anterior”, explicou. São
Paulo tem 26.579 unidades em estoque, que é o maior nível histórico desde 2004. Entre os fatores que podem deixar o consumidor retraído neste ano, Petrucci aponta a decisão da Caixa Econômica Federal de aumentar os juros de financiamentos da casa própria com recursos da poupança. “É mais uma notícia ruim. As pessoas que estavam dispostas a procurar imóvel podem repensar ou postergar a decisão. É mais um impacto negativo”, afirmou. O economista destacou, entretanto, que ainda não é possível medir o peso dessa influência. Apesar do cenário econômico incerto, Petrucci destacou, como um fator de atração do consumidor, a estabilização dos preços dos imóveis. “[O grande número de unidades em estoque faz com que] a população tenha uma condição melhor de negociação de preço”, disse ele, destacando que o Valor Global de Vendas do ano passado ficou em torno de 60% abaixo do verificado em 2013. “É um bom período para comprar imóvel e para negociar”, concluiu o economista acredita. Para ele, a estabilização do preço será uma tendência para 2015. Por Agência Brasil
Apesar das vendas de novembro, o sindicato ainda não liberou projeções para 2015
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Empresa faz nova entrega D
epois de encerrar o ano de 2014 com o saldo positivo de oito empreendimentos entregues, a Capital Rossi comemora a primeira entrega da incorporadora do ano nesta segundafeira (26). O condomínio Ideal Torquato - Fase 3, localizado na avenida Torquato Tapajós, Tarumã, é o resultado de uma parceria entre F. Lopes, Lopes & Mayca e Capital Rossi e será o primeiro de muitas entregas de unidades residenciais que irão decorrer do semestre. Segundo o diretor de negócios da Capital Rossi, Henrique Medina, o Ideal Torquato – Fase 3 será entregue com a infraestrutura completa e com a segurança necessária para garantir a tranquilidade e conforto do morador. “Trabalhamos intensamente, com integridade, conhecimento e entusiasmo, junto com nossos parceiros e fornecedores para a entrega desse sonho.”, disse Medina. Estrutura O novo condomínio dispõe de apartamentos de dois e três quartos com até 53 metros quadrados, o que reforça a proposta de praticidade na manutenção e a possibilidade de criar ambientes confortáveis e funcionais. Os moradores do Ideal Torquato também vão contar com uma completa área em comum, que reúne, salão
DIVULGAÇÃO
Condomínio Ideal Torquato Fase 3 será entregue aos moradores nesta segunda-feira, dia 26, e contará com a estrutura completa como salão de festas, playground, piscina adulto e infantil, brinquedoteca, quadra esportiva e churrasqueira de festas, playground, piscina adulto e infantil, brinquedoteca, quadra esportiva, fitness ao ar livre, “castelo d’água” e churrasqueira. Os espaços em comum são entregues 100% mobiliados e são alguns dos diferenciais dos empreendimentos da Capital Rossi. Outro fator positivo é a localização do condomínio. A avenida Torquato Tapajós atua como um corredor viário em
EVENTO
A entrega das unidades do condomínio Ideal Torquato - Fase 3, será realizada nesta segunda-feira, 26, às 19h, com um coquetel no salão de festas Beer Dance, localizado no Centro expansão em Manaus, por isso, possui “saída” para diversos bairros da cidade. A entrega das unidades será comemorada com um coquetel para os moradores, na segunda-feira (26), às 19h, no salão de festas Beer Dance (rua Ramos Ferreira, 1648, Centro). Ainda há unidades à venda e as informações podem ser repassadas pelo site www.capitalrossi.com.br ou (92) 3212-3212.
Quem receber o empreendimento encontrará a estrutura completa como área de lazer e espaços com os acabamentos necessários