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MANAUS, DOMINGO, 24 DE JANEIRO DE 2016
INVESTIMENTO
‘Vaquinha’ no mercado imobiliário Página 8
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Prevenir é sempre melhor Saiba quando cuidados preventivos com o imóvel podem ser mais econômicos do que os reparos
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emos sempre falado sobre isso: prevenir e evitar pepinos é sempre melhor. E para isso a gente precisa se ver no papel de quem cuida da nossa casa e das obras que fazemos para ela ficar mais segura, mais confortável e mais perto da casa dos sonhos. A arquiteta Kátia Sartorelli esclarece dúvidas e fala sobre o que ela considera importante para manter a casa sem pepinos. “Os cuidados preventivos com o imóvel podem ser mais econômicos do que os reparos para corrigir um problema ou vários acumulados. Devemos, inclusive, aprender a evitar danos onerosos, como vazamentos”, diz.
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Mais em conta Ainda é comum as pessoas buscarem os serviços de manutenção apenas quando aparecem os defeitos. Mas reparos preventivos ainda são a melhor maneira de poupar com reformas. “Fique atento, pois a casa dá sinais, ainda que pequenos, de problemas, e é sempre mais barato chamar um pedreiro para antever um acidente, com a possibilidade de fazer orçamentos e negociar”, alerta a arquiteta Katia Sartorelli. Se o dano é grande, a necessidade de resolver é imediata, assim, fica-se refém da situação.
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Casas abandonadas ou sem manutenção às vezes precisam de reforma total, e a recuperação pode sair mais caro que uma nova construção.
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Limpeza reparadora Algumas manutenções preventivas eficazes: limpeza de calhas e troca de telhas, que evitam danos em forros e paredes; limpeza de caixa de gordura, indicada a cada
OUTRA DICA Observe se há umidade no piso, no teto ou nas paredes. Procure por manchas escuras e perceba se há cheiro de mofo. A umidade pode indicar infiltração ou cano quebrado em algum lugar da parede. seis meses (é possível realizar com produto especifico); limpeza de caixa de inspeção (pequeno tanque com tampa onde é despejado o esgoto do banheiro e área de serviço); pintura de portões e gradis expostos ao sol e a chuva; limpeza de caixa d’água a cada seis meses, que evita a criação de micro-organismos nocivos à saúde; verificar a estrutura dos telhados uma vez por ano, recuperando trechos danificados; reparos de fissu-
ras e trincas na parede, teto ou piso (quanto mais tarde for o reparo mais caro ficará).
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Por dentro dos canos Se a casa é muito antiga, aproveite para substituir os tubos de ferro de água fria pelos de PVC, especialmente se notar algum tom vermelho na água. Isso é sinal de ferrugem dentro do cano e pode causar diversos problemas como as temidas infiltrações. “Coloque um registro de água em cada ambiente onde houver pontos de água: banheiros, cozinha e área de serviço”, recomenda Katia. Assim, se houver algum problema, será possível fechar o trecho e não ficar sem água na casa toda. E ao menor sinal de mancha ou bolor investigue!
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Verifique a elétrica Casas antigas não estão preparadas para o número de aparelhos que utilizamos hoje. “Se o quadro de energia ainda estiver montado com fusíveis, o melhor é trocar por disjuntores, que são mais seguros, e passar cabos novos”, indica a profissional. É importante atualizar o quadro de distribuição de acordo com o aumento de carga sempre que quiser acrescentar novos aparelhos que consomem muito, como, por exemplo, ar condicionado. O ideal é testar os disjuntores no quadro de força a cada seis meses.
Fazer a manutenção do imóvel periodicamente é mais econômico que consertar quando houver problema
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União coloca 239 imóveis à venda em 21 Estados O
governo vai vender imóveis da União com intermediação da Caixa Econômica Federal. Esta semana, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão publicou portaria no Diário Oficial da União com o primeiro lote disponível, de 239 unidades. Estão inclusos nesse pacote imóveis que o governo chegou a licitar em 2015, mas que não atraíram compradores. No Amazonas, um imóvel localizado na rua Quintino Bocaiuva, 122, no Centro (esquina com a rua Guilherme Moreira) está à venda. Segundo o secretário de Patrimônio da União, Guilherme Estrada Rodrigues, a expectativa é que agora, com a participação da Caixa, a venda seja bemsucedida. “A Caixa é que vai promover, fazer contato com possíveis investidores interessados. Eles têm meio de fazer
com mais eficiência que a própria administração pública”, afirmou. Segundo ele, as linhas de crédito disponíveis para os interessados nos imóveis serão as já oferecidas atualmente pela Caixa. A expectativa é que, 45 dias após a divulgação da portaria, o banco público libere o edital de licitação dos primeiros imóveis. A intermediação foi autorizada pela Medida Provisória 691, depois convertida na Lei nº 13.240, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 30 de dezembro do ano passado. O banco receberá remuneração de 3,5% do valor da venda. Mais licitações serão anunciadas ao longo de 2016, com previsão de arrecadação de R$ 1,5 bilhão em todo o ano. Residências oficiais Entre os 239 imóveis, 61 ficam no Distrito Federal e 58 em Minas Gerais. O restante está
em 21 estados. As unidades disponíveis no DF incluem as residências oficiais do Ministério da Fazenda e da Casa Civil, na Península dos Ministros, ambas desocupadas. Também estão na lista 27 apartamentos funcionais nos bairros da Asa Norte e Asa Sul, na área central da capital federal. Segundo Rodrigues, o dinheiro arrecadado com as vendas irá para conta no Tesouro Nacional pertencente ao fundo do Programa de Administração Patrimonial Imobiliária da União, destinado a melhorar a sustentabilidade, acessibilidade e eficiência energética dos prédios públicos. Em agosto do ano passado, o governo informou pela primeira vez a intenção de licitar imóveis da União com o intuito de reduzir despesas e arrecadar dinheiro para reformas e construção de novos prédios.
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As vendas serão intermediadas pela Caixa Econômica Federal. No Amazonas, há oferta de um imóvel no Centro
Em Manaus, o prédio do governo federal à venda fica na rua Quintino Bocaiuva, no centro da cidade
EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com
FOTOS Arquivo EM TEMPO
REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira
TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva
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Quanto custa viver em dez praias brasileiras Dentre as praias analisadas, Ipanema é a que tem o metro quadrado médio mais caro; Copacabana vem em segundo
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Copacabana, com seus R$ 13,4 mil/m², é considerada a segunda praia mais cara para comprar um imóvel
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ÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um levantamento realizado pelo portal imobiliário Properati revelou quanto custa viver em dez praias brasileiras. O critério para escolha das praias foi o fluxo de turistas e a quantidade de imóveis na base do portal, que atualmente conta com 800 mil unidades cadastradas no país. As praias analisadas foram Ipanema (RJ), Copacabana (RJ), Jurerê Internacional (Florianópolis/SC), Praia Central (Balneário Camboriú/SC), Boa Via-
gem (Recife/PE), Tambaú (João Pessoa/PB), Cabo Branco (João Pessoa/PB), Bombinhas (SC), Praia do Francês (Maceió/AL) e Praia de Atalaia (Aracajú/SE). Dentre as praias analisadas, Ipanema é a que tem o metro quadrado médio mais caro: R$ 23.543. Lá, um apartamento de 159 m² - tamanho médio dos imóveis na região - custa em torno de R$ 3,7 milhões. A segunda colocada no ranking é outra praia carioca: Copacabana, onde o metro quadrado sai por volta de R$ 13.388, quase metade
do valor de Ipanema. Nas dois locais, 60% dos imóveis disponíveis têm um quarto. Na terceira posição está Jurerê Internacional, em Florianópolis: R$ 10.200 o metro quadrado médio. Para quem gosta de espaço, o local é o mais indicado. Os imóveis na praia têm em média 379 m², contra apenas 83 m² de média na Praia de Atalaia, local com as unidades de menores dimensões. Atalaia também é o balneário mais barato para se viver entre os pesquisados (R$ 3.658/m²).
A praia de Ipanema tem o metro quadrado mais caro do Brasil
A praia de Atalaia, em Sergipe, tem o metro quadrado mais barato, de acordo com a pesquisa
As praias mais caras 1. Ipanema (RJ) - R$ 23,5 mil/m² 2. Copacabana (RJ) - R$ 13,4 mil/m² 3. Jurerê Internacional (SC) - R$ 10.218/m² 4. Praia Central (Balneário Camboriú/SC) - R$ 8.248/m² 5. Boa Viagem (PE) - R$ 6.886/m² 6. Tambaú (João Pessoa) - R$ 5.818/m² 7. Bombinhas (SC) - R$ 5.364/m² 8. Cabo Branco (João Pessoa/PB) - R$ 3.997/m² 9. Praia do Francês (Maceió/AL) - R$ 3.905/m² 10. Praia de Atalaia (Aracajú/SE) - R$ 3.658/m²
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Imóveis são alugados e vendidos com descontos O
desaquecimento do mercado imobiliário no Brasil vem gerando bons descontos no aluguel e na compra de imóveis. É o que aponta uma pesquisa sobre negociações divulgada pelo site de classificados imobiliários VivaReal. Segundo o levantamento, 48% dos consumidores que fecharam negócios pelo site ao longo de 2015 conseguiram reduções nos preços inicialmente anunciados ao concluir a transação, tanto no caso das compras, quanto de aluguéis. Na maior parte das negociações (58%) foi obtido até 10% de desconto sobre o valor anunciado. Ao observar apenas os dados sobre compras, 17% dos consumidores conseguiram descontos de mais de 15%; 9% conseguiram de 15% a 20% de desconto; 4% negociaram preços de 20% a 30% menores do que os anunciados; e 5% conseguiram reduzir o valor do contrato em mais de 30%. Já em relação aos aluguéis, os descontos obtidos foram ainda maiores: 27% dos usuários conseguiram descontos
superiores a 15%. Entre eles, 10% obtiveram preços de 15% a 20% menores, 7% negociaram preços de 20% a 30% mais baixos e 10% conseguiram contratos até 30% mais baratos do que o anunciado. De acordo com a pesquisa do VivaReal, a média do preço do metro quadrado de imóveis para venda no Brasil caiu 0,35% no quarto trimestre de 2015 comparado com o mesmo período de 2014. Na mesma base de comparação, os preços dos imóveis para alugar caíram 5,24%. De acordo com Raone Costa, economista da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), investidores que compraram casas e apartamentos nos últimos anos com o objetivo de obter renda com aluguéis não conseguiram encontrar inquilinos para seus imóveis diante do aumento da incerteza em relação ao cenário econômico. “Assim, com a oferta em alta e a demanda em baixa, esses investidores têm preferido alugar a unidade por um valor menor a arcar com custos relacionados
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Em 2015, 27% dos brasileiros que alugaram um imóvel conseguiram um percentual de desconto considerável ao imóvel, como taxa de condomínio e impostos”, explica. Da mesma forma, investidores que compraram imóveis com o objetivo de vendê-los depois, obtendo lucros na operação, também se viram obrigados a reduzir os valores para conseguir vender os imóveis e evitar os custos relacionados à manutenção da propriedade. O que fazer Para quem paga aluguel e não pretende comprar um imóvel, o cenário é propício para buscar um contrato de locação mais barato, segundo Luiz Calado, economista e autor do livro “Imóveis - Seu Guia Para Fazer da Compra e Venda Um Grande Negócio”. “Ainda que a rescisão do contrato atual possa gerar multas, pode valer mais a pena trocar de contrato do que esperar pelo próximo reajuste do aluguel. Como os contratos de locação são reajustados pelo IGP-M, índice que é influenciado pela alta do dólar, a expectativa é que o reajuste dos aluguéis seja maior neste ano, diz Calado.
Pode valer a pena esperar mais um pouco para concluir a transação e evitar a desvalorização do bem
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Arquitetando
contato@arquitetandomanaus.com.br www.arquitetandomanaus.com.br
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Paulo Ricardo Sachs
KitchenAid: O poder do design, inovação e performance na cozinha
Atuante no mercado nacional e internacional de mobiliário e alta decoração
FOTOS: KITCHENAID
Quando falamos em design, falamos em funcionalidade, solução de um problema, elaboração e especificação de um produto. Quando falamos de KitchenAid, falamos também sobre diferenciação, inovação e exclusividade.
Torradeira Próline
A estilista Martha Medeiros junto à criação: combinação de design
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á 95 anos, KitchenAid é sinônimo de inovação e performance na cozinha. Nascida nos EUA em 1919 e adquirida pela Whirlpool em 1986, a marca surgiu de um entusiasmado comentário de uma de suas primeiras usuárias que, ao testar a Stand Mixer, primeira batedeira de movimento planetário para uso doméstico, declarou que o produto era a melhor ajuda na cozinha que já tinha tido – daí o nome KitchenAid. A marca chegou ao Brasil em 2008, por meio da multinacional Whirlpool Latin America, e atualmente está presente em mais de 230 pontos de venda em todo Brasil. A KitchenAid é mundialmente reconhecida por ser a marca preferida de chefs de cozinha e amantes da culinária, transformando as experiências gastronômicas em momentos excepcionais. Seus produtos são considerados objetos de desejo pelos amantes da gastronomia, da decoração e também da culinária saudável, graças à sua performance superior e design robusto. Reconhecida não apenas por seu desempenho superior que transforma a experiência culinária, a Stand Mixer também é contemplada como um item de decoração na cozinha, sendo um ícone mundial de design e performance. A Stand Mixer personalizada pela estilista Martha Medeiros tem cor branca com estampa de renda. Em corpo todo de metal, a batedeira apresenta robustez e durabilidade em um desing exclusivo. Possui edição limitada do produto. A Stand Mixer possui dez velocidades que permitem maior precisão para obter misturas perfeitas. Seu movimento planetário resulta em 59 pontos de contato na lateral da tigela, proporcionando uma mistura rápida e homogênea. Tem como acessórios inclusos um protetor de respingos e três batedores (massas, pães, claras). A paixão pela arte, a empresária e estilista Martha herdou da avó, professora de artes. Aos oito anos de idade, a alagoana já bordava os primeiros vestidos em suas bonecas. Com grande espírito empreendedor, iniciou com umas lojas multimarcas
em sua cidade natal e logo o nascimento de sua marca própria seguiu um percurso natural, pois a pedido de suas clientes começou a criar algumas peças para ocasiões especiais. Desde a matéria prima, marca registrada da estilista, as rendas brasileiras feitas por mãos de 400 artesãs nordestinas detentoras desse refinado conhecimento ancestral, são associadas aos materiais mais nobres, como tecidos desenvolvidos com exclusividade para a marca na Itália pela mesma tecelagem que fornece para algumas das maiores maisons que desfilam na Alta Costura, em Paris. Existem ainda outros produtos bacanas de design descolado, que podem ilustrar melhor seu cenário na cozinha, como o Liquidificador Diamond, com o seu exclusivo copo de diamante, proporciona uma performance de alto nível em todas as funções do liquidificador garantindo maior preservação dos nutrientes dos alimentos. Fornece o mais moderno desempenho de mistura para: agitar, picar, misturar, preparar purê e liquefazer. Com 5 configurações de pulsar e triturar gelo. Outra estrela da KitchenAid é a torradeira de 4 fatias com fendas extralargas, de 2,8cm de largura, que tornam possível a tostagem da maioria dos tipos de pães. Além disso, as funções pré-programadas facilitam o dia-a-dia da usuária na cozinha. Função Automatic Keep Warm. Tela digital. Função Defrost (Descongelar): usado para descongelar o pão antes de torrá-lo. Função Reheat (Reaquecer). Função Toast. Função Bagel: permite torrar a parte interna do alimento, enquanto esquenta suavemente as superfícies externas. Não é o máximo? O Mixer de mão KitchenAid com lâmina em S que permite triturar, misturar e liquefazer. Seu copo tem base antiderrapante para não escorregar e o braço é removível para facilitar a limpeza.Já o mini processador possui tigela com capacidade de
828ml, com tampa, livre de BPA, lâminas serrilhadas de aço inoxidável e duas velocidades de processamento e ainda possui tampa com formato especial para adição de ingredientes líquidos durante o uso! Tudo pensado para facilitar sua vida, ou seja, puro design, funcionalidade. Mas o hit na minha opinião foi a torradeira Próline de 2 fatias com um acessório de sanduíche que permite o preparo da refeição na própria torradeira. Com fendas extralargas e 7 níveis de tostagem, a torradeira permite a tostagem de diversos tipos de pães de acordo com a sua preferência. Entre outros detalhes encantadores. Acesse o Portal Amo KitchenAid: www. amo.kitchenaid.com.br lá você vai ter a grata surpresa de encontrar receitas bacanas e loja online. Não poderia ser melhor!
Mini processador
Mixer de mão cinco velocidades
Diamond-Empire Red: liquidificar com estilo
Mixer duas velocidades: requinte nas linhas
Torradeira automática quatro fatias
Stand Mixer por Martha Medeiros
A estampa que deu origem ao produto
Processador de 2,1 Litros: eficiência e robustez
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Dicas para projetar uma cozinha americana ideal Arquitetos ensinam como deixar o ambiente integrado mais interativo, com sugestões superpráticas e bem possíveis FOTOS: DIVULGAÇÃO
Integração é a palavra-chave na hora de pensar no projeto da cozinha americana
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ais do que um espaço para quem gosta de cozinhar, as cozinhas americanas são muito indicadas para quem recebe convidados em casa. Perfeitas para ambientes pequenos, já que permitem uma comunicação entre ambientes, as cozinhas americanas - também conhecidas como cozinhas integradas - dão um toque charmoso e moderno para o seu lar. O ProCompra, plataforma de cotação e intermediação de móveis planejados, conversou com profissionais que dão dicas para projetar cozinha americana. Integração e interação Para o arquiteto Eduardo Bessa, da Cactus Arquitetura e Urbanismo, a grande vantagem da cozinha americana é “ampliar e integrar os espaços, fazendo com que a sala e a cozinha virem um ambiente único. Além disso, quem cozinha pode interagir com os convidados na sala”, explica. A arquiteta Marina Priolli, do PriolliGaluppo Arquitetura e Design, explica que a cozinha americana pode ser totalmente aberta, ou seja, sem parede alguma, ou então com uma mureta de aproximadamente 90 cm de altura e um balcão na parte de cima. “Essa opção de balcão pode ser interessante para se ter uma área de sentar na cozinha e outra na sala”, indica. Caso a planta do local não
permita ou o proprietário não queira quebrar todas as paredes, Marina recomenda que se abra apenas um vão na parede, a exemplo de uma janela, que também permite a integração de ambientes. Para a arquiteta, no dia a dia, a iluminação fria é ideal em cozinhas americanas, visto que iluminam melhor e deixam o ambiente mais claro. Entretanto, lâmpadas halógenas podem ser utilizadas para ocasiões especiais, pois transmitem aconchego.
IDEIA Vale investir em um balcão de material mais simples, até mesmo de bloco de vidro, o que dá um ar muito mais bonito para a sua cozinha. Dessa forma, você consegue ter um ambiente bonito, personalizado e sem ter de gastar muito Área de circulação Ao planejar uma cozinha americana é preciso pensar na área de circulação, além do espaço para abertura de armários e eletrodomésticos da cozinha. Segundo Marina, cerca de 1,50m é o espaço suficiente para tal. Ela aconselha ainda que, caso o local seja menor, se utilize mobiliário com portas de correr, que
otimizam ainda mais o espaço. Se você tem uma cozinha pequena, opte por cores mais claras em móveis e eletrodomésticos, que garantem uma sensação de amplitude. “Pense também em uma cozinha inteligente, no qual o acesso e manuseio de produtos sejam fáceis”, recomenda Bessa. E como a cozinha americana é integrada com a sala, há possibilidade de se utilizar o mesmo piso nos dois ambientes. “Pode ser instalado o mesmo porcelanato na sala e na cozinha. Além disso, temos a opção do piso vinílico, que tem padrões de madeira e lisos em que se pode molhar”, explica Marina. Porém, caso a sala já tenha uma madeira ou similares, como piso vinílico amadeirado ou piso laminado, “o melhor é usar um porcelanato mais homogêneo na cozinha” completa a arquiteta. Sem gordura e cheiros Um bom projeto de cozinha americana precisa incluir um sistema de exaustão para evitar que gordura e cheiro do preparo de alimentos vá para a sala. Além de janelas para renovar o ar, um sistema de exaustão pode ajudar. O arquiteto Eduardo Bessa alerta, no entanto, para que se tenha cuidado no momento de escolher a coifa ou exaustor para que se adequem às dimensões do fogão ou cooktop.
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Sua varanda com estilo: da sala ao home office Dê uma repaginada na área, que pode ser adaptada de maneira irreverente para se transformar desde uma sala de estar e até mesmo um escritório
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uer dar mais vida na decoração da sua varanda? Allan Gonçalves, brand manager da Oppa, marca de móveis e acessórios de design para sua casa, separou algumas dicas que podem transformá-la em um local mais aconchegante e alegre, independente do espaço. Aproveite! “Transforme essa área em um local aconchegante com muitas almofadas coloridas, futons e pufes espalhadas
para todo lado. Aproveite e coloque vasos de plantas e à noite aposte nas velas, além de dar mais aconchego, elas transformam o lugar. Que tal convidar os amigos para um happy hour? Essa seria uma ótima oportunidade para reunir os amigos”, indica o profissional. Diversidade A varanda também pode ser um bom espaço para montar seu home office. Invista em uma
mesa com design clean e uma boa cadeira. Também vale usar quadros, estantes e acessórios de mesa, como moringas. Gonçalves diz, ainda, que se sua varanda for maior use-a como uma área especial para refeições. “A dica é investir em mesas amplas, cadeiras coloridas, mais futons e copos divertidos. Assim a sua casa vai ter um clima descontraído e todas as refeições feitas lá serão mais que especiais”, acrescenta.
E se seu espaço for pequeno não tem problema. Você pode fazer hortinhas e vasos suspensos com flores e compor com mesas e cadeiras feitas para estes pequenos espaços. “Cuidado para não colocar muitos móveis, pois podem dificultar a passagem, ok? No mais, deixe a sua imaginação fluir. A sua casa tem que ter a sua cara e seu jeito. Chame os amigos e familiares, eles vão amar a nova decoração, pode apostar!”, finaliza.
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‘Vaquinha virtual’ chega ao mercado imobiliário
Nos Estados Unidos, o mercado existe desde 2012 e a estimativa é de que deve movimentar US$ 3,5 bilhões este ano
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primeiro projeto brasileiro de financiamento coletivo voltado para o ramo imobiliário foi concluído nesta semana. A incorporadora Vitacon, de São Paulo, captou R$ 1,279 milhão ao longo de 90 dias por meio de uma “vaquinha virtual” ou crowdfunding, no jargão em inglês. O dinheiro vai ser usado para bancar um empreendimento que será construído na Vila Olímpia, um bairro nobre da capital paulista. Se nenhuma unidade for vendida em 60 meses, a construtora devolve o valor investido com a correção da poupança no período. O valor captado é modesto perto do que a empresa precisa para colocar um prédio de pé (representa apenas 5% do custo total da obra), mas é uma iniciativa nova, em um setor que tem enfrentando uma forte restrição a crédito nos últimos dois anos. Um dos atrativos é a possibilidade de acessar um novo perfil de investidor, já que as aplicações são feitas pela internet, sem a intermediação de bancos ou corretoras, e com tíquete mínimo baixo. O caso da Vitacon funciona assim: no período definido pela empresa, qualquer pessoa pode se cadastrar pela internet e aplicar a partir de R$ 1 mil. Quem investe não está adqui-
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rindo uma parcela do empreendimento, mas sim um título. A estimativa é de que o investidor receba um rendimento entre 13,1% e 17,2% ao ano mais a variação do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), em pagamentos trimestrais. Aposta “A rentabilidade está diretamente ligada à performance do empreendimento. Vai depender do preço e da velocidade de venda das unidades”, diz o CEO da Vitacon, Alexandre Lafer. O executivo reconhece que a motivação para o crowdfunding, neste momento, é experimental e educacional, além de ser uma modalidade de financiamento mais cara para a incorporadora quando comparada a outras opções disponíveis no mercado. Por enquanto, Lafer reforça, é uma aposta no futuro. “Acreditamos que pode ser uma alternativa para o mercado, quando estiver regulamentado e consolidado.” É aí que reside uma das limitações desse tipo de financiamento coletivo no País. O crowdfunding não é regulamentado pela Comissão de Valores Mobiliários. Para dar sinal verde a uma captação, a autarquia se baseia na instrução 400, de 2003, que determi-
na que podem ser dispensadas de registro ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários até um limite de R$ 2,4 milhões, desde que as empresas atendam a determinadas condições. A CVM não avalia a qualidade das ofertas e, portanto, não se responsabiliza por eventuais problemas que os participantes possam ter. “O investidor precisa conhecer bem esse produto antes de aplicar o seu dinheiro”, diz Luiz Antonio França, ex-diretor de crédito imobiliário do Itaú. “Ele deve estar ciente do que vai acontecer com seu investimento em caso de insolvência da empresa, por exemplo.” A expectativa do mercado é que a CVM regulamente as operações de crowdfunding ainda neste ano, estabelecendo critérios capazes de garantir mais segurança ao investidor, além de uma ampliação do limite de captação. O Secovi-SP está estudando se há necessidade de propor alguma revisão na legislação imobiliária para “acomodar” o mecanismo de financiamento coletivo. “É preciso saber como ‘tropicalizar’ este modelo para o País”, diz Claudio Bernardes, presidente do sindicato. Para o vice-presidente executivo da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliá-
O crowdfunding imobiliário chegou ao Brasil por meio do Urbe.me, que concluiu a captação no último dia 17
rias (Abrainc), Renato Ventura, a diminuição dos recursos disponíveis em poupança, principal fonte de financiamento do setor, aumentou a necessidade de se buscar alternativas. “Esse é um caminho interessante, embora as limitações ainda sejam relevantes, principalmente pelo baixo volume captado.”
Precursores Embora ainda seja novidade nos EUA, o crowdfunding para projetos imobiliários pode movimentar US$ 3,5 bilhões em 2016 no país, segundo dados da Massolution, empresa especializada nesse tipo de financiamento. Um projeto que foi parcialmente financiado por esse mecanismo é o da terceira
torre do World Trade Center, em Wall Street. Com US$ 5 mil, era possível participar do financiamento do empreendimento. Uma das plataformas de crowdfunding imobiliário é a Realty Mogul, que já atraiu 17 mil investidores. Outra é o iFunding, que oferece prédios em Manhattan e casas em outros estados dos EUA.