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Imóveis & Decor - 22 de novembro de 2015

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A melhor maneira para escolher o seu telhado O telhado da casa protege seus moradores de intempéries externas e, por isso, fique atento a essa série de recomendações

FRED SANTANA

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telhado de uma casa protege seus moradores de perigos e ameaças externas. Por conta disso, alguns aspectos são fundamentais na hora de organizar a construção do telhado da sua obra. “O dimensionamento correto da estrutura, para começar, assegura que ela suportará o peso da cobertura”, explica a engenheira e gerente de marketing da Ananda Metais, Joyce Rossi. Além disso, é preciso fazer o cálculo correto do caimento do telhado, para evitar acúmulo de chuva e infiltrações. Outro item a ser pensado é comprar de fabricantes que possuem certificação de qualidade. De acordo com Joyce, isso evita a incompatibilidade nos tamanhos das telhas, o que pode gerar vazamentos e comprometimento de estruturas. Seguir corretamente o processo de descarregamento, armazenagem e instalação das telhas também é necesspario, afinal, para um item tão importante, é imprescindível evitar que as mesmas amassem e venham a ter ferrugens. A especialista também destaca a necessidade de especificar corretamente o tipo de telha, de acordo com a necessidade da obra. “Telhas de baixa qualidade ou serviços mal executados podem resultar em intermináveis vazamentos e custos com manutenção”, explica. Modelo x construção Joyce Rossi afirma que existem diferentes tipos de telhas, cada uma, para um tipo de construção. As telhas termoacústicas da Ananda Metais são ideais para projetos que precisam de acabamento com isolamento térmico e acústico. Além de isolar o som, o modelo ajuda a minimizar gastos com

energia e refrigeração devido a sua capacidade de isolamento térmico. Composto por duas telhas metálicas e núcleo de EPS ou PU, essas telhas retardam a ação das chamas e não absorvem água. As telhas pintadas são opções para ambientes com grande incidência solar e que necessitem de um melhor acabamento estético. Com o sistema de pintura eletrostática, é uma das mais modernas e avançados, com revestimento à base de resina poliéster. A Ananda Metais possui diversas opções de cores para a pintura das telhas, podendo ainda desenvolver cores especiais de acordo com a especificação do cliente/obra.

BENEFÍCIOS A telha solar é econômica e pode gerar redução na conta de luz, além de se considerar a questão ambiental, pois a energia do sol é renovável, alternativa às fontes provenientes de combustíveis fósseis Telhas metálicas são indicadas para obras industriais. O o modelo pode ser encontrado em dois formatos: trapezoidal ou ondulado, dependendo da necessidade de cada projeto. Já a telha ondulada calandrada é ideal para projetos arquitetônicos, enquanto a trapezoidal calandrada pode ser usada em diversos projetos, como silos, galpões, entre outros. Telhas perfuradas podem ser usada em qualquer projeto que busque um design diferenciado, além de evitar a reverberação acústica. Por fim, a telha translúcida é ideal para ambientes que necessitam de muita luz, como galpões, lojas comerciais, clubes e escolas.

Modelo ecológico ganha espaço A rejeição de algumas pessoas aos modelos espaçosos e pesados dos painéis fotovoltaicos (que convertem a energia do sol em eletricidade) fez com que duas empresas italianas desenvolvessem a Tegola Solare, uma telha dotada de componentes mais leves e capazes de incorporar a tecnologia solar aos materiais convencionais. Produzida com o objetivo de gerar mais ganhos de eficiência e estética, a Tegola Solare é uma telha cerâmica normal à qual foram incorporadas quatro células fotovoltaicas. Segundo as empresas Area

Industrie Ceramiche e REM, a inovação pode ser aplicada em qualquer telhado uma vez que a superfície “solar” é adaptável em relação as telhas comuns. Em caso de dano, apenas se substitui a telha, uma operação fácil e barata pela própria natureza modular do telhado tradicional. A fiação segue sob o telhado para o conversor. De acordo com o fabricante, uma área de 40 m² gera cerca de 3 kilowatts (kW) de energia. O investimento que pode parecer alto no início, é salvo depois de alguns meses. O custo do sistema fotovoltai-

co a ser instalado depende do seu tamanho e equipamentos selecionados, e também dependem da quantidade de energia necessária e de características do local da instalação. Um sistema completo e instalado custa entre R$ 7 mil e R$ 15 mil por kWp (kiloWatt-pico) a preços de 2 a 3 anos anteriores. Levando-se em consideração que um painel foto voltaico com produção de 240 Wp custa em torno de R$ 3 mil atualmente, equivale a 90 telhas foto voltaicas que não precisam de suportes especiais nem mão de obra especifica para sua

colocação. Lembrando que as telhas fotovoltaicas são instaladas como se fossem telhas comuns, que custariam 80% do valor do painel. Apenas as conexões elétricas dependem de um profissional qualificado e um bom projeto elétrico para ambos os sistemas. Podemos então calcular e concluir que as telhas fotovoltaicas são mais eficientes não só na instalação, pois geram um custo muito inferior em relação aos painéis, como também são muito mais adequadas quanto à manutenção, estética e facilidade para os projetistas e construtores.

O sistema fotovoltaico pode ser utilizado tanto para locais remotos ou sem energia, sendo chamados de sistemas isolados ou “off grid”

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Todo cuidado é pouco com os pisca-piscas

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NATAL


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Terceiro trimestre crítico para o setor imobiliário

De acordo com análise da Abrainc, vendas e lançamentos de imóveis recuam no Brasil e taxa de inadimplência sobe 0,5%

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m mais um trimestre de queda de vendas, o setor imobiliário reduziu o ritmo de lançamentos comerciais e residenciais entre julho e setembro, mantendo o foco em redução de estoques, de acordo com o índice Abrainc-Fipe, divulgado na última quinta-feira (19). As vendas caíram 13,6% entre julho e setembro, em com-

Pesquise antes de investir em um aparelho e procure saber qual modelo é o melhor para suas necessidades

paração ao mesmo período do ano passado e atingiram 25,2 mil unidades, enquanto os lançamentos recuaram 2,3%, a 13,3 mil unidades. No período, o número de unidades vendidas superou os lançamentos em 88,7%. O mercado disponibilizou 96.101 imóveis para compra ao final do trimestre, quando foram vendidos o equivalente a 22,4% da oferta do período. “Os estoques vêm baixando e apontam para a demanda de novos lançamentos em 2016”, disse em nota o vice -presidente executivo da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Renato Ventu-

ra. A Abrainc reúne 26 companhias de capital aberto ou com presença nacional. A taxa de inadimplência potencial apresentou alta de 0,5 ponto percentual na comparação trimestral e subiu 2,3 pontos percentuais em bases anuais. Entre as empresas do setor, a Cyrela informou este mês que continuará tendo como prioridade a venda de estoques sem prejudicar margens e sendo seletiva no lançamento de novos imóveis, diante de um cenário econômico de pouca previsibilidade. No terceiro trimestre, mais da metade das vendas de Gafisa foram baseadas na venda de estoques. Já a Rossi não realizou lançamentos em 2015, enquanto a PDG não terá novos imóveis no curto ou médio prazos.

CALOR

Acerte na compra do seu ar A temperatura continua subindo e para não “derreter” antes mesmo que o verão inicie, comprar um ar-condicionado pode ser a solução para amenizar a sensação térmica. Mas são tantas marcas, modelos e números de BTUs, que pode parecer uma decisão difícil de tomar ao comprar um ar condicionado. Por conta isso, além do preço, há outras informações para pesquisar antes de finalizar a compra. A primeira coisa a saber é que há dois tipos de sistemas de ar condicionado: uma unidade de ar condicionado e o sistema de refrigeração central. A diferença? O primeiro

é o aparelho que você instala na parede da sua casa para refrigerar um único ambiente, e o segundo é o sistema que vai refrigerar toda a sua casa por meio de um sistema único para controlar a temperatura. Potência Para escolher a potência do ar-condicionado (os famosos BTUs), é preciso considerar o tamanho do espaço que você quer refrigerar com o aparelho. Se no caso a sala onde você quer instalar o ar condicionado é integrada a outro ambiente da sua casa, considere a área desse ambiente na hora da compra. Ou

você pode acabar comprando um ar condicionado de pouca potência e acabar sentindo os efeitos do calor. O tamanho do ambiente deve ser levado muito à sério, pois grande parte da decisão vai estar baseada na área que você deseja refrigerar com o aparelho. Quando for visitar a loja, leve anotado a altura, largura e comprimento do ambiente. Outro conselho antes de comprar seu ar condicionado, é agendar uma visita de um profissional que analise o espaço onde você deseja instalar o aparelho e ainda recomendar opções.


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Qual profissional contratar na hora de construir Antes de começar a obra, é importante contratar profissionais com qualificação para evitar problemas STÊNIO URBANO

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ontratar profissionais qualificados é uma das tarefas que podem trazer umas das maiores dores de cabeça na hora de construir o seu imóvel. Entretanto, são tantos profissionais envolvidos que, às vezes, a função que cada qual exerce não é muito clara para o dono ou responsável pelo imóvel. Entre os diversos especialistas que podem ser contratados para trabalhar no seu projeto estão engenheiros, responsáveis pelas questões estruturais, além do mestre de obras, pedreiros, e serventes, que estão envolvidos diretamente com a execução da obra. Na parte de acabamento, vem a outra parte da mão de obra especializada. Charles Felipe, profissional do Instituto da Construção Civil, escola que em Manaus responsável por formar diversos tipos de profissionais para atuar no mercado da construção civil, esclarece o que fazem alguns dos trabalhadores envolvidos, bem como a importância de se contratar profissionais com “selo de qualidade”. “Contratar uma pessoa bem qualificada influencia diretamente o resultado final da obra. As pessoas têm buscado cada vez mais especialistas e deixado de fazer o trabalho com o ‘Zezinho da esquina’”, afirma o especialista. Confira a função de cada profissional durante a execução da obra ou reforma, de acordo com as explicações de Felipe. Engenheiro: Entre um dos

fundamentais profissionais na hora de se construir ou reformar, o engenheiro cuida diretamente da execução dos projetos, seja na parte estrutural, arquitetônico, elétrico e hidráulico. Ele orienta os demais profissionais sobre questões técnicas e de acabamentos de uma obra ou reforma. Arquiteto: Responsável por fazer o projeto dos seus sonhos sair do papel. Ele é quem organiza o projeto executivo, aprova as plantas junto aos órgãos competentes. Além disso, fiscaliza a obra, junto com o engenheiro, para ver se está sendo executada conforme o planejado. Mestre-de-obras: É o porta-voz da obra. Geralmente experiente em obras e que detém o conhecimento de todas as atividades e sequência executiva da obra. Gerencia a frente de serviço para os encarregados com o objetivo de cumprir as metas de produção da semana estipuladas pelo engenheiro (chefe imediato). Ele deve prezar pela qualidade do serviço, produtividade da equipe e o trabalho com segurança para evitar acidentes. Pedreiro: É quem coloca verdadeiramente “a mão na massa”. São os profissionais que fazem os serviços da parte civil como alvenarias, chapisco, emboço, reboco, contra-piso, requadramento de portas e janelas. Bons pedreiros são os que têm habilidades com nível, prumo, esquadro. Os pedreiros também atuam nos serviços de concretagem de pisos, lajes, pilares e vigas. Carpinteiro: São responsáveis pelas formas de bal-

drames, blocos, cintas, lajes, pilares e vigas em madeira. Mesmo as lajes nervuradas são montadas pelos carpinteiros porque também há as vigas de madeira para fazer, fundo de capitéis, etc. Eletricista: são os responsáveis pelas instalações elétricas da obra (tomadas, iluminação, telecom, dados, CFTV, som, etc) e toda a sua infraestrutura elétrica. Pintor: é responsável pela pintura da edificação, tanto interna quanto externa. O bom profissional é aquele que conhece os vários tipos de tinta que tem no mercado (selador, tinta acrílica com brilho ou semi-brilho ou fosca, tinta óleo, massa corrida, etc), sua aplicação e rendimento. Ajudante: é o único dos profissionais citados que, geralmente, não possuem qualificação de carreira. Geralmente são mais jovens e começam na construção civil ajudando algum profissional com o objetivo de ir aprendendo a função para, no futuro, também vir a ser um profissional.

Profissionais qualificados podem prever problemas e também evitam futuras dores de cabeça na obra

EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com

REPORTAGEM Fred Santana Stênio Urbano

FOTOS Arquivo EM TEMPO

REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva


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Videogame possibilita visitação a distância

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Com a tecnologia do Kinect é possível “escanear” o ambiente e fazer a projeção em 3D de interiores dos imóveis

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ma tecnologia comum em vídeo games está sendo usada para conhecer melhor um imóvel pela internet. O Kinect, sensor de movimentos usado no console Xbox, da Microso , é capaz de captar imagens tridimensionais com um sistema de raios infravermelhos. Ligado a um software, a câmera “escaneia” o ambiente e cria um arquivo 3D em que é possível passear pelos ambientes do imóvel virtualmente. A tecnologia é barata (um Kinect hoje custa por volta de R$ 600) se comparada a alternativa anterior já usada para criar “tours virtuais” (scanners a laser, por exemplo). “O valor desses scanners é muito alto, passam de US$ 50 mil. Fica inviável para um serviço de escaneamento pequeno”, conta Francisco Toledo, criador da empresa iTeleport, que utiliza o Kinect para fazer a projeção em 3D de interiores de imóveis.

A ideia é que proprietários possam fazer o escaneamento do imóvel e compartilhar pela internet. Assim, para circular por todos os cômodos e até conferir a vista da janela, o interessado só precisa usar as setas do teclado ou tocar a tela do smartphone. Toledo atuava no ramo das projeções em 3D de imóveis ainda na planta, mas decidiu apostar no escaneamento virtual ao detectar a tendência no mercado imobiliário americano. Segundo ele, por lá mais de 50 mil visulizações de imóveis em 3D já estão disponíveis. Visita remota A empresa é parceira de uma imobiliária especializada no aluguel de flats em São Paulo para estrangeiros. Nesse caso, poder visitar o imóvel de forma remota antes de fechar negócio é uma vantagem. “Se você está indo morar em outro país, sem conhecer nada, essa

visualização te dá segurança”, conta Toledo. Outra parceria é com o site Proprietário Direto, que facilita a compra de imóveis diretamente com os proprietários. “É mais uma forma que temos para que a pessoa tenha uma noção melhor do imóvel, porque muitas vezes a foto que o proprietário coloca não é a ideal”, conta Edgard Frazão, dono do site. A empresa oferece pacotes de escaneamento que vão de dez a 50 imóveis, focados em imobiliárias, que incluem instruções sobre como adicionar o tour em sites e um treinamento em marketing digital. Para proprietários de imóveis, o valor do serviço varia conforme a metragem da casa ou do apartamento. O escaneamento de imóveis com até 50 m2 sai por R$ 499, valor que sobe para R$ 999 se o imóvel tiver por volta de 100 m2 e chega a R$ 1.899 se for maior que 200 m2.

O tour virtual com imagens reais do imóvel dá mais segurança para o possível comprador, diz empresário


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Arquitetando

contato@arquitetandomanaus.com.br www.arquitetandomanaus.com.br

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Se o briefing com o cliente for impreciso, ou o profissional não conseguir interpretar os desejos do cliente, poderá haver comprometimento do projeto. Não bastam boas idéias se não houver trabalho técnico consistente”

Atuante no mercado nacional e internacional de mobiliário e alta decoração

FOTOS : CRISTINA CONTIERO

Em foco: a arquiteta Cláudia Elisabeth Nerling

Paulo Ricardo Sachs

Interior da Cristal Engenharia: cruzamento de materiais com equilíbrio

Iluminação, luminotécnico: luxo

C Recepção Cristal Engenharia: vanguarda na composição

Fachada: elementos contemporâneos e leves

Detalhes que fazem a diferença: sem excessos

láudia Nerling é determinada e tenaz, como todos nascidos sobre o signo de Capricórnio. É uma expoente arquiteta e urbanista manauara. Enxerga que a arquitetura e urbanismo é um nicho imenso de conhecimento e oportunidades, deixando que o profissional tenha a possibilidade de interferir significativamente na vida das pessoas e de uma cidade. Comenta que os arquitetos tem um papel importante social, e qualquer intervenção que um especificador realize, tem uma profunda responsabilidade envolvida. Falando sobre projetos arquitetônicos em Manaus, Cláudia acredita que nossa cidade vive um momento de amadurecimento projectual, mas dispara: apesar de ser um trabalho altamente intelectualizado ainda necessita ser valorizado; o que concordo plenamente. Atuante há 15 anos no mercado manauara a arquiteta não deixa de recorrer ao aperfeiçoamento, além de ser formada em Arquitetura e Urbanismo pela ULBRA, possui MBA em Gestão de Projetos pela renomada FGV, cursa pós em Construções Sustentáveis. Além do mais, busca mais conhecimento através do estudo, leitura e viagens. ,Seus referenciais em arquitetura e design são Mies Van der Rohe, Renzo Piano, Arthur Casas e Marcio Koogan, denotando influências de bom gosto e amplitude nas referências. Durante essses anos de trabalho, teve e tem a oportunidade singular de desenvolver diversos projetos: urbanísticos, arquitetura comercial, residencial e interiores. Bem colocado, quando Cláudia Nerling fala sobre diferentes soluções como a arquitetura comercial; que demanda soluções coletivas e as necessidades que o negócio necessitam dentro de um conceito explícito, diferente de uma residência onde a exigência concentra-se na particularidade, buscando o diferencial. A

arquiteta focaliza que hoje vivemos um momento de simplicidade e busca de origens, com desejo de aconchego, não querendo traduzir a impossibilidade da sofisticação. A grande tendência é a sustentabilidade aliada com tecnologia. Quando falamos em arquitetura de interiores esses princípios são aplicáveis a materiais que tenham origem na sustentabilidade e design, e o business aqui é traduzir o que é aconchego para cada cliente, imprimindo desta forma personalidade ao projeto. Falando sobre estilos e vanguarda: Cláudia sente-se entusiasmada pela vanguarda, que a desafia e a estimula nos seus projetos. Questionada sobre o que seria bom gosto, é enfática em afirmar: tem haver com prazer, discernimento, critério, forma, estilo e ainda, um conjunto de escolhas que necessitam ter equilíbrio estético para atender ao que é pessoal. Perfeito! Simplicidade ? Ausência de execessos e extravagâncias, o que é autêntico. Luxo? O significado literal da palavra é brilho, algo raro. Luxo é o inusitado o que da prazer. Um arquiteto? Mies Van der Rohe e Marcio Koogan. Uma obra? Casa Farnsworth. Um país? Itália. Um artista? Gustav Klimt, Um mobiliário? Chaise de La Chaise de Charles Eames. Cláudia por Cláudia? “Decifra-me, mas não me conclua. Posso te surpreender. (Clarice Lispector) . Esta entrevista mostra com clareza belo trabalho e o espaço conquistado por Claudia Nerlig, A coluna deseja cada vez mais sucesso. Vida longa e próspera! Cláudia Nerling: Fones 36331621 e 993956792.

Quadro: elegância do tema, história

A competente e entusiasta arquiteta Cláudia Nerling

Restaurante Alentejo: sofisticação e minimalismo

Equilíbrio no salão do restaurante: total harmonia


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Segurança no uso do pisca-pisca de Natal Para evitar acidentes graves durante as festas de fim de ano, é preciso tomar alguns cuidados com o enfeite

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Natal se aproxima e é a hora em que todos querem deixar as casas e as ruas com iluminações alusivas ao Natal. Porém, o famoso pisca-pisca, que tanto encanta, pode ser perigoso se não for utilizado da maneira correta. Com isso, algumas dicas de dispositivos e cuidados podem ajudar a evitar graves situações. As instalações mal feitas ou desgaste do material isolante podem causar a fuga de corrente, que são ocasionadas pela falha no isolamento dos circuitos. Muitas vezes, o disjuntor não é suficiente para proteger a instalação, pois não identifica que existe um roubo de energia. Além disso, sua proposta é a proteção contra sobrecarga e curto circuito. De acordo com o engenheiro elétrico Ricardo Martuchi, nessa época do ano é muito importante ter a atenção redobrada. “O IDR, Interruptor Diferencial

Residual, é um dispositivo capaz de detectar a fuga de corrente, evitando o consumo excessivo de energia ou, até mesmo, possíveis acidentes como choque elétrico ou incêndio, causado por faíscas ou pelo aquecimento do circuito das pequenas lâmpadas de natal”, explica, informando, ainda, que a qualquer sinal de anomalia, o dispositivo desarma automaticamente, interrompendo a corrente no menor tempo possível. Cuidados especiais As luzes no natal são lindas na decoração, mas elas podem causar um pequeno incêndio passível, e em poucos minutos, transformar em algo pior. Além disso, se forem utilizadas em ambientes expostos a umidade, podem causar o choque elétrico. “Água e eletricidade não combinam, é muito importante que as pessoas tenham isso em mente”, acrescenta. Especialista em decoração de

Natal, a empresária e decoradora Cecilia Dale conta que o primeiro item da árvore de Natal é a colocação das luzinhas, para evitar que os fios apareçam por cima dos enfeites. Isso também garante que a árvore fique iluminada “por dentro” e dá um efeito especial. Porém, ela ressalta que é preciso ter cuidados nesta hora. “Antes de começar a montar o pinheiro, prenda um filtro de linha com um lacre no tronco da árvore. Em seguida, monte a camada de galhos da parte inferior da árvore e, só depois, coloque as lâmpadas. E nunca emende mais do que três cordões de lâmpadas consecutivos, pois poderá queimar todos e acarretar em curto elétrico. Engate cada grupo de três cordões em uma das tomadas (conexões) do filtro de linha. Para finalizar, não esqueça de proteger o piso colando feltro autoadesivo nos pés da árvore”, finaliza.

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Paisagismo bonito com uso inteligente da água

Arquiteta diz que consumo consciente da água até nos cuidados com o jardim garantirá o abastecimento do futuro

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entre os diversos problemas que podemos enfrentar com a falta de água, alguns podem impactar diretamente na beleza do jardim e ao mesmo tempo, trazer um gasto em excesso sem que haja necessidade para tal. É importante ficar atento para não desperdiçar este recurso natural, e até mesmo em locais que ainda não foram afetados pelo problema, devem manter os cuidados. Mas o que se deve fazer para conseguir manter o paisagismo e colaborar com a economia? De acordo com a arquiteta e paisagista Daniela Sedo, o primeiro passo é avaliar o jardim e as espé-

cies de plantas, que podem necessitar ou não de regas frequentes. “A rega pode ser feita apenas três vezes por semana nos casos de jardim que eram regados todos os dias. Mas se o costume era de três dias alternados, pode-se reduzir em duas vezes por semana. Assim as plantas recebem a água necessária sem prejudicar o reservatório de água”, explica. A escolha das plantas também é algo que causa impacto no volume de água consumido nos cuidados do jardim. Por exemplo, espécies tropicais necessitam de mais rega do que espécies de origem europeia: palmeiras necessitam de mais água do que pinheiros,

e helicônias necessitam de mais água do que buxinhos. Bom planejamento “Ao idealizar um novo jardim, é indicada, para algumas espécies, a utilização de um gel durante o plantio que absorve a água e se expande, liberando o líquido gradativamente ao longo de aproximadamente 20 dias. Ou seja, a água não é desperdiçada no solo porque se mantém na raiz”, observa a especialista. É importante, porém, ficar atento para algumas plantas que não podem receber esse gel, pois podem acabar apodrecendo por causa do excesso de umidade.

O período de planejamento que antecede o início das obras para construir um novo jardim é o melhor momento para definir o uso de um sistema de reutilização, ou de aproveitamento de água da chuva, já que nesta etapa é possível dimensionar previamente o volume do reservatório em relação ao tamanho do jardim e às necessidades específicas de cada espécie. Mas, ressalta Daniela, fazer este tipo de obra em um jardim já pronto pode ser complicado, e em alguns casos seria inviável economicamente. “Uma alternativa é fazer a captação da água da chuva através de calhas nos

telhados que levam o líquido para uma cisterna, que pode ser encontrada em lojas de materiais de construção. Essas cisternas devem ter os filtros necessários para eliminação da sujeira e, em alguns casos, uma bomba também é indicada para levar a água reaproveitada para torneiras externas e sistemas de irrigação do jardim”, indica. Durante períodos de escassez a maior preocupação com a água é evitar o desperdício e buscar por alternativas que beneficiem não somente a beleza do jardim, mas que contribuam também para a economia e o reaproveitamento de recursos naturais.

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