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Salão imobiliário - 21 de setembro de 2014

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MANAUS, DOMINGO, 21 DE SETEMBRO DE 2014

(92) 3090-1017

Fundo Imobiliário é alternativa para investir em imóveis

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Fundo Imobiliário foi estabelecido no Brasil a partir do artigo 3º da lei 8.668 de 1993 e funciona como um meio de se investir em um imóvel por meio de cotas que são negociadas na Bolsa de Valores e fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). As cotas funcionam como a ação de uma empresa, mas no caso do Fundo Imobiliário, o lucro é gerado a partir de um negócio imobiliário, como hotéis, shoppings, prédios comerciais e outros. “Em poucas palavras, é um imóvel de grandes proporções que já gera renda a partir de aluguel dentro deste imóvel e que tem sua propriedade fracionada. Quem detém cotas do Fundo Imobiliário é praticamente um acionista do imóvel”, explica o especialista em investimentos, Gabriel Pozzetti. Pozzetti, que trabalha em uma empresa credenciada para investimentos em Fundo Imobiliário em Manaus, aconselha que a prática é recomendada para quem não possui capital suficiente e deseja adquirir renda imediata no negócio. “É indicado para quem não quer dor de cabeça com inquilinos e alugueis atrasados, ou surpresas com eventuais custos de manutenção e de venda de imóveis comuns, como a questão da escritura e dos impostos”, diz o profissional. Na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) é possível encontrar mais de 60 fundos imobiliários para investimento, entre eles estão empreendimentos como os Shopping Higienópolis e o West Plaza, em São Paulo. “Os

preços das cotas variam, dependendo do imóvel. É possível encontrar preços por cota de R$ 30 até R$ 600 reais”, aponta Pozzetti.

O Fundo Imobiliário foi estabelecido no Brasil a partir do artigo 3º da lei 8.668 de 1993

Cadastro De acordo com Pozzetti, para aplicar em um dos fundos, o investidor precisa se cadastrar em uma corretora de títulos de valores imobiliários que está cadastrada na Bolsa de Valores. “Os bancos também são cadastrados para realizar essas aplicações em fundos imobiliários, mas as taxas cobradas são caras. O mais aconselhável é procurar corretoras cadastradas, que geralmente são filiais que conseguem realizar o processo. No cadastro é preciso

LUCRO

Esse tipo de ação é recomendada para quem não possui capital suficiente e deseja adquirir renda imediata no negócio. A dica é de Gabriel Pozzetti, que trabalha em uma empresa de investimentos apenas o RG, CPF e preenchimento de uma ficha”, diz. O especialista em investimentos recomenda que o capital mínimo para se investir e render um bom lucro seria acima de R$ 10 mil. “Com esse valor é possível ter uma renda mensal de R$ 100 por mês. O lucro é proporcionalmente dividido pelo número de cotas. Há variações, mas existem fundos que pagam até 1,29% sobre o valor da cota negociado em Bolsa”, afirma Pozzetti.

Área é mais dinâmica, diz profissional O profissional também esclarece que o mercado para a área dos fundos imobiliários é mais dinâmico, tornando possível resgatar o valor investido, caso o cliente se arrependa da transação. “É uma das vantagens do negócio. Como as cotas são negocia-

das na bolsa, o investidor pode comprar ou vender no mesmo dia, sem longas esperas ou complicações”, ressalta Pozzetti. A prática de aplicar em fundos imobiliários, porém, ainda não é muito usada em Manaus, e um dos motivos é a falta de conheci-

mento do negócio, segundo o especialista. “É uma cultura de investimentos que ainda não está muito disseminada, então muitas pessoas desconfiam. Mas, é um negócio devidamente fiscalizado e que pode gerar frutos se bem administrado”, garante.

A empresa Escola de Investidores de Gabriel Pozzetti é uma filial da XP Investimentos, credenciada a trabalhar com fundos imobiliários. O leitor interessado em investir no negócio pode buscar mais informações no número (92) 3642-2100.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

O investidor pode negociar as cotas de um empreendimento por meio da Bolsa de Valores e gerar lucros isentos de impostos


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Oferta de quartos no Rio deve crescer 46% até 2016 A

oferta de quartos de hotéis no Rio de Janeiro deve aumentar 46% até a Olimpíada, com a construção de 70 empreendimentos na cidade, segundo a Rio Negócios (agência de fomento da prefeitura). O aumento, impulsionado pela projeção internacional do Rio, vai se concentrar na Barra da Tijuca (42%), bairro com menos apelo turístico que Copacabana e Ipanema. O ritmo de ampliação da oferta - que cresceu 10% de

2010 a 2013 - preocupa o setor. O presidente da Abih-RJ (Associação da Indústria Hoteleira), Alfredo Lopes, cogita a possibilidade de quartos ficarem vazios após o evento. “Se não houver trabalho para divulgar mais a cidade, não segurará (a ocupação)”. A concentração dos empreendimentos na Barra é citada por Lopes como outro motivo de receio. “A região ainda é uma desconhecida, até mesmo do carioca”. Menos pessimista, o presidente do FOHB (Fórum de Ope-

radores Hoteleiros do Brasil), Roberto Rotter, diz que o Rio tem potencial para evitar a super oferta. Mesmo assim, prevê que a taxa de ocupação média dos hotéis caia de 70% para 60%, e estima queda nas tarifas. Para discutir essas questões, a Abih-RJ e outras entidades planejam reunião em 2015 com representantes de ex-sedes, como Londres (que recebeu a Olimpíada em 2012) e Barcelona (1992).

REPRODUÇÃO

O aumento, impulsionado pela projeção internacional do Rio, vai se concentrar na Barra, bairro com menos apelo turístico

Por Folhapress

Ao todo, 42% desse número vai se concentrar na Barra da Tijuca

NACIONAL

Aneel reajusta energia em SC reajustes médios de 15% e 15,19%, respectivamente. Os consumidores de alta tensão da Certrel não terão suas tarifas reajustadas. Já os de baixa terão aumento de 0,9%. No caso da Cejama, os consumidores de alta tensão terão reajuste de 16,63%, enquanto os de baixa, vão receber contas reajustadas em 18,31%. Os consumidores de alta tensão da Cersul pagarão 14,4% a mais, enquanto os de baixa terão reajuste de 16,13%. Já os clientes atendidos pela Coopermila terão aumentos de 13,31% (alta tensão) e de 17,58 % (baixa tensão). Ao todo, 24,4 mil unidades consu-

midoras terão as contas de luz reajustadas: 3,7 mil atendidos pela Certrel no município de Treviso, 4,7 mil pela Cejama em Jacinto Machado, 15 mil péla Cersul em Turvo e 1 mil pela Coopermila no município de Lauro Müller. Já os cerca de 17 mil moradores do município de Morro da Fumaça (SC) vão pagar menos pela energia elétrica, a partir do dia 28 de setembro. Com isso, as 11 mil unidades consumidoras atendidas pela Cooperativa Fumacense de Eletricidade (Cermoful) terão uma redução média de 2,54% nas tarifas. Por Agência Brasil DIVULGAÇÃO

Quatro cooperativas que fornecem energia em Santa Catarina terão suas tarifas reajustadas a partir do dia 28 de setembro. Os aumentos, autorizados na última semana pela Agência Nacional de Energia Elértrica (Aneel), abrange a Cooperativa de Energia Treviso (Certrel), a Cooperativa de Eletricidade Jacinto Machado (Cejama), a Cooperativa de Distribuição de Energia (Cersul) e a Cooperativa de Eletrificação Lauro Müller (Coopermila). O reajuste médio varia entre 0,33% (Certrel) e 17,39% (Cejama). As contas de luz da Coopermila e da Cersul terão

As mudanças serão realizadas a partir do dia 28 de setembro em municípios de Santa Catarina

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

FOTOS Arquivo EM TEMPO

DIAGRAMAÇÃO Kleuton Silva

REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor

REVISÃO Dernando Monteiro João Alves

TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva


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Zona Centro-Sul é a mais procurada para comércio O lançamento de empreendimentos voltados aos negócios, como The Office e Atlantic Tower, fez com que os profissionais se concentrassem na região

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centro histórico da cidade já foi o lugar mais procurado quando se tratava de comprar ou alugar uma sala comercial. Porém, com os problemas de infraestrutura que começaram a surgir no local e a criação de empreendimentos voltados aos negócios, os profissionais e comerciantes passaram a pensar diferente e a buscar outras zonas de Manaus. Segundo a consultora imobiliária Jaqueline Andrade, hoje em dia é comum que profissionais que busquem salas comerciais, como os dentistas, advogados e contadores, se concentrem na Zona Centro-Sul da cidade, região que abriga prédios como o The Office, The Sky, Atlantic Tower e The Place. “Eles buscam

salas nessas torres pelo conforto e localização que estes empreendimentos proporcionam. Devido ao espaço apertado e congestionado, o Centro se tornou muito complicado para eles atuarem, algo que também afetava os clientes”, diz. Jaqueline informa que a maioria dos profissionais aluga salas de cerca de 32 metros quadrados que podem chegar a preços de R$ 2 mil, além das taxas de condomínio. “Para salas maiores, como de 60 metros quadrados ou 100 metros quadrados, é possível encontrar preços de R$ 5 até 6 mil nos empreendimentos como The Sky e The Place”, aponta. O corretor Joaquim Caetano afirma que para a compra ou aluguel de casas que podem se

tornar clínicas, escritórios, restaurantes ou salões de beleza, o bairro Vieiralves é a região mais procurada. “Com o passar dos anos, os habitantes do Vieiralves passaram a vender suas casas e a tornar o bairro essencialmente comercial. Para aluguel, os preços ficam entre R$ 1.200 até R$ 6 mil. Já para compra, os preços são de R$ 600 mil para cima. Se o imóvel estiver numa rua principal e for de esquina, o preço chega a R$ 1 milhão. Geralmente, a metragem é acima de 200 metros quadrados”, alega o corretor. Caetano ressalta que, no momento, o bairro é um bom investimento e que a procura pelas casas está maior que as salas comerciais na região. “As casas que foram transformadas em

centros comerciais, com salas de 30 a 45 metros quadrados, tiveram suas galerias fechadas porque os lojistas não conseguiam pagar o aluguel, que ficou muito caro. Para um investidor, é melhor buscar casas que dão um retorno de 1% do valor da compra no aluguel. Se você compra de R$ 600 mil e tem um retorno de R$ 6 mil por mês é considerado um bom negócio”, explica. Para áreas comerciais, o corretor esclarece que, atualmente, a cidade dispõe de diversas regiões e que elas compartilham do mesmo preço por metro quadrado. “Uma área comercial é aquela que concentra vários serviços no mesmo lugar, como bancos, feiras, shoppings etc. O preço encontrado na Djalma

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Batista, na Zona Centro-Sul, na Rua Amazonas da Zona Oeste e na Grande Circular, Zona Leste, acaba sendo o mesmo preço pela área ao redor, que pode chegar de R$ 500 a 1500 por metro quadrado”. De acordo com Caetano, um lojista que procura um espaço para um grande comércio aluga metragens de 500 metros quadrados, com um preço em média de R$ 15 mil. Já para uma loja menor, que chega a ter de 30 a 40 metros quadrados, os preços variam de R$ 3 a 4 mil nessas regiões. “A localização desses empreendimentos garante o lucro desses proprietários e mantém o preço elevado tanto para aluguel como para a compra”, assegura o corretor.

O The Office é outro empreendimento bastante procurado com intuito comercial


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Tecnisa tem lucro recorde A

Tecnisa divulgou os resultados do segundo trimestre de 2014 (2T14). A receita líquida atingiu R$ 503 milhões no período - crescimento de 35% na comparação com o trimestre anterior, totalizando R$ 875 milhões no primeiro semestre. O lucro líquido foi recorde, atingindo R$ 80 milhões no 2T14 e representando uma margem líquida antes de minoritários de 20%. O retorno sobre o patrimônio (“ROE”) anualizado da companhia foi de 25%. Ajustado pelo pagamento de R$ 84 milhões a título dividendos no período, a geração de caixa totalizou R$ 12 milhões no 2T14. “Os resultados da Tecnisa são consistentes. São seis trimestres consecutivos de lucros e, neste último trimestre, estabelecemos um novo recorde. Estamos muito satisfeitos com o que temos conquistado e queremos mais”, afirma Vasco Barcellos, diretor financeiro da Tecnisa. No período, foram lançados quatro empreendimentos, sendo dois da linha Premium - mais especificamente as torres da 2ª fase do bairro Jardim das Perdizes - e dois da linha Flex, totalizando R$ 353 milhões - crescimento de 214% em relação ao 1T14. O acumulado do ano soma R$ 465 milhões. As vendas contratadas, líquidas de distratos, repre-

sentaram R$ 215 milhões no 2T14, com aumento de 35% em relação ao trimestre anterior. No primeiro semestre de 2014, totalizaram R$ 374 milhões. A receita líquida atingiu R$ 503 milhões no 2T14 - crescimento de 35% na comparação com o 1T14 -, totalizando R$ 875 milhões no primeiro semestre. No 2T14, a margem bruta ajustada atingiu 43%, 6 pon-

QUANTIDADE

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EMPREENDIMENTOS

foram entregues somente neste segundo semestre, segundo dados divulgados pela própria empresa tos percentuais superior em relação ao 1T14. A margem bruta a apropriar (REF) elevou três pontos percentuais e 0,8 pontos percentuais em relação ao 2T13 e 1T14, respectivamente, atingindo 44% no 2T14. A companhia entregou sete empreendimentos no 2T14, totalizando 1540 unidades e correspondendo a um VGV de R$ 343 milhões. No acumulado do ano, as entregas totali-

REPRODUÇÃO

Volume de repasses cresce 182%, margem bruta a apropriar atinge 44% e o lucro líquido foi recorde, atingindo R$ 80 milhões no segundo trimestre desse ano. A companhia entregou sete empreendimentos somente nesse período zaram R$ 728 milhões, em linha com o realizado no mesmo período do ano passado. Em relação ao repasse de unidades a instituições financeiras, no 2T14, foram repassadas 746 unidades, o equivalente a R$ 153 milhões, aumento de 182% em relação ao 1T14. A Tecnisa encerrou o segundo trimestre de 2014 com uma posição consolidada de caixa (Disponibilidades e Aplicações Financeiras) de R$ 411 milhões, volume 31% superior ao registrado no 1T14. Empresa Com 36 anos de atividade, a empresa é uma das maiores e mais inovadoras empresas do mercado imobiliário brasileiro, e está entre as cinco maiores do mercado paulistano. Além de atuar de forma integrada (incorporação, construção e vendas), tem como diferenciais a forte reputação, foco no atendimento ao cliente e qualidade de seus produtos, vendas pela internet e consistente rentabilidade. A Tecnisa integra o Novo Mercado da Bovespa e participa nos índices Brasil 100 (IBRX100), Imobiliário (IMOB), Small Cap (SMLL), Setor Industrial (INDX), Governança Corporativa Trade (IGCT), Tag Along Diferenciado (ITAG), Governança Corporativa Diferenciada (IGC) e é negociada com o código TCSA3.

O Le Boulevard é um dos empreendimentos de Manaus que levam a assinatura da Tecnisa

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

Vistorias: o que preciso saber e fazer? Após acompanhar vários clientes em vistorias, criei um check list com 50 itens prometidos no memorial descritivo da obra e um kit de utensílios: balde, rodo, toalha, fita métrica, entre outros. O resultado de uma vistoria cuidadosa é a descoberta de vários vícios, ainda não encontrei nenhuma vistoria sem nenhuma observação. O objetivo da vistoria é, na verdade, simples: vê em detalhes o imóvel, à procura dos chamados vícios aparentes, ou seja, defeitos visíveis. A primeira dica é nunca ir sozinho e apressado, se possível vá com o seu corretor. Fotografe cada detalhe duvidoso para usar como prova do estado do imóvel. Com uma trena, meça todo o apartamento, qualquer diferença na metragem caracteriza vício e pode resultar em indenização. Veja se interruptores, tomadas, pontos de luz, de telefone e de antena de TV estão nos locais corretos. Todos os circuitos estão indicados no quadro de luz? Com um carregador de celular, confira o funcionamento das tomadas. Use um soquete e uma lâmpada de 220v: se a intensidade da luz for fraca, é sinal de que a tomada é 110v. Se estiver normal, é 220v. Verifique a campainha. Se o apartamento ainda não tiver energia quando for vistoriá-lo, mencione isso no termo. E proponha uma nova visita para conferir os itens anteriores. Abra todas as torneiras para ver se estão funcionando e se a água escoa corretamente – um ponto do qual quase não sai água pode indicar problemas na tubulação. Se tiver aquecimento nas pias (do banheiro e/ou

da cozinha), cheque se a água aquece bem. Quando as torneiras estiverem abertas, olhe sob a pia ou a bancada: existe algum gotejamento no sifão ou nos flexíveis dos metais? Aperte a válvula de descarga dos vasos sanitários, reparando na pressão e na quantidade de água e também em possíveis vazamentos. Acione todas as torneiras e descargas ao mesmo tempo para verificar a pressão da água. Se estiver baixa, questione o técnico que acompanha a vistoria. Nos ambientes com ralo, confira o caimento do piso: use um balde para despejar água no chão e observe se ela corre para o ralo. Observe as paredes contra a luz: se a textura e a cor da pintura forem homogêneas, está tudo certo. Bata de leve nas placas para descobrir se foram bem assentadas: caso o som seja oco, elas correm o risco de se desprender, então solicite o reparo. Cheque se janelas e portas se movimentam de forma adequada e sem ruídos – e se podem ser fechadas delicadamente. Não se esqueça de testar as fechaduras pelos lados de dentro e de fora de cada cômodo. Previna-se de infiltrações checando se as janelas estão bem vedadas – elas não podem deixar passar o vento. Cheque o piso: verifique o desnível, uma bolinha de gude também ajuda a perceber diferenças. Olhe para cima: se o forro for de gesso e apresentar manchas ou umidade, é sinal claro de vazamento. Cheque se a distribuição das vagas de garagem é igual à prometida e se nada atrapalha seu veículo. Faça isso e evite aborrecimentos futuros.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

Observe as paredes contra a luz: se a textura e a cor da pintura forem homogêneas, está tudo certo. Bata de leve nas placas para descobrir se foram bem assentadas: caso o som seja oco, elas correm o risco de se desprender”


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Mercado imobiliário pode permanecer estável em SP O

mercado imobiliário da capital paulista pode continuar estável neste segundo semestre de 2014. Segundo especialistas da Qualiti Imóveis, consultoria imobiliária com 19 anos de atuação, o momento é positivo, porém, segue mais constante e gradual na cidade. Para o diretor da Qualiti Imóveis, Fabiano Neaime, após a Copa o cenário tem sido positivo. “Houve uma recuperação do mercado no que se refere à realização de venda e locações. Para este segundo semestre, não teremos aumento e nem queda acentuada na comercialização de imóveis. O mercado vai continuar seu curso, mas em uma velocidade mais constante e gradual”, afirma. “No caso de variáveis drásticas ou acentuadas, o mercado de crédito imobiliário e emprego na construção civil são os mais atingidos, tanto pelo lado positivo quando negativo”, completa. Venda Para venda de imóveis, com a estabilidade e o crescimento gradual do valor dos imóveis, as negociações de vendas estão mais reais e positivas

para vendedores e compradores. “Sempre há bons negócios para comprar e vender, pois a venda hoje é real e não especulativa”, explica Neaime. Já para locação, o número de imóveis novos no mercado tem possibilitado o valor da locação e a aceitabilidade por parte dos locatários que, atualmente, buscam qualidade, localização

VELOCIDADE

Segundo Fabiano Neaime, diretor da Qualiti Imóveis, o mercado vai continuar seu curso, mas em um velocidade mais constante e gradual. Tudo isso devido a uma recuperação do mercado e bom preço. “Deixar o imóvel bem apresentado, limpo e com a documentação regular sempre facilitará a venda ou a locação. Outro ponto importante é oferecer soluções, como assessoria jurídica para análise de documentação do imóvel e do vendedor, além da aprovação do crédito imobiliário, caso seja necessário realizar a compra com financiamento

REPRODUÇÃO

Especialista defende setor mais constante e gradual na capital paulista, considerado por ele como “positivo” bancário”, explica Neaime. Empresa Com 19 anos de atuação no mercado imobiliário, a Qualiti Imóveis é especializada na venda, locação e administração de imóveis nacionais e no exterior. No Brasil, comercializa imóveis nos bairros de Moema, Campo Belo, Itaim-Bibi, Vila Olímpia, Vila Nova Conceição, Brooklin, Chácara Santo Antônio, Vila Mascote e Alto da Boa Vista. Já no exterior, atua em cidades como Miami e Orlando, locando e vendendo imóveis para temporada, férias e moradia. Além disso, também oferece administração de locação imobiliária. A Qualiti Imóveis também é uma das responsáveis por pesquisas, estudos e levantamentos de dados do setor, contribuindo, assim, como grande produtora de conteúdo do mercado imobiliário. Atualmente, a Qualiti Imóveis está localizada no bairro de Moema, em São Paulo, e oferece estrutura completa com departamento jurídico próprio e mais de 30 corretores de imóveis disponíveis para atendimento aos clientes. Informações: www. qualitiimoveis.com.br.

Deixar o imóvel bem apresentado, limpo e com documentação regular facilita na hora da venda


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Amazonense se destaca no mercado de Orlando H

á 2 anos, Alex Ferreira decidiu se mudar para os Estados Unidos em busca de novas oportunidades e melhores serviços públicos. Chegando ao país, o amazonense encontrou um cenário que havia acabado de sofrer uma das maiores recessões econômicas da história, que havia começado, inclusive, no mercado imobiliário. “O que eu escutava no Brasil era totalmente diferente do que encontrei por aqui. Lendo os jornais, eu pensava que todos haviam perdido o emprego, mas o principal ponto era que as casas estavam se desvalorizando e a maioria das pessoas estava devolvendo as propriedades para o banco e indo morar de aluguel”, explica. Porém, Alex enxergou uma oportunidade que estava sendo pouco explorada no Estado de Flórida, mais especificamente na cidade de Orlando, onde ele se estabeleceu. “As empresas grandes estavam parando de construir e não se interessavam pelas casas abandonadas, que muitas das vezes são da década de 50 ou 60. Foi quando decidi abrir meu negócio”, conta o amazonense. Por meio da prática “Flip”, que se assemelha a expressão

“pulo”, Alex começou a pesquisar casas abandonadas e a reformar essas propriedades para colocá-las no mercado mais uma vez. “O “Flip” tradicional por aqui é aquele onde apenas se maquia a casa com materiais baratos, vendendo muito rápido, em cerca de dois a três meses. Já o meu “Flip” é um projeto de 6 a 8 meses até a venda, com um trabalho de qualidade e que dá um bom lucro”, esclarece Alex. O amazonense procura casas com uma faixa de preço que pode ir de U$ 30 mil até U$ 150 mil e, após os trabalhos de reforma, consegue vendêlas por cerca de U$ 200 mil. “Tento vender sempre abaixo de U$ 250 mil porque acima desse valor os financiamentos ficam mais difíceis pelos bancos daqui que ainda são rigorosos nos créditos devido à crise. A reforma dura de um a dois meses dependendo do tamanho da casa e do que é preciso reformar dentro e fora do imóvel. Em cerca de três a cinco meses eu consigo uma venda”, diz. Alex conta que cada propriedade é um caso diferente, quando se trata da reforma. As avarias no imóvel podem ir desde a piscina, até a lareira e o sistema de tubulação da casa.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Por meio da prática “Flip”, Alex Ferreira consegue lucrar reformando casas abandonadas nos Estados Unidos da América “Porém, os itens mais caros do processo são a cozinha e o banheiro da suíte do casal, é o que os compradores mais olham. No caso da cozinha, a maioria das casas que achamos usa compensado laminado, que não é de qualidade, além de armários antigos. Já no banheiro, precisamos focar no piso e revestimento”, ressalta o amazonense. Alvo O público-alvo de Alex são os trabalhadores classe média de Orlando, que buscam casas com uma faixa de preço mais acessível. “Quando turistas decidem comprar um imóvel na cidade, até mesmo brasileiros, eles geralmente buscam casas mais luxuosas pois têm um poder aquisitivo elevado. Geralmente, as casas que reformo agradam mais as pessoas que moram e trabalham na cidade”, aponta. O amazonense revela que pretende continuar trabalhando na área apesar de que o mercado imobiliário da região esteja ganhando fôlego mais uma vez, valorizando as casas. “As empresas estão começando a construir a todo vapor e, em 2 anos desde que cheguei, os preços dos imóveis já subiram 20%. Porém, ainda é um nicho

As reformas são parte do investimento realizado pelo amazonense Alex Ferreira

Após a reforma, um imóvel que custou US$ 30 pode chegar em até US$ 200 mil


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Investir em imóveis para alugar: uma ótima opção I

nvestir em imóveis para alugar vem se tornando cada vez mais comum na vida dos manauenses, pois significa uma ótima opção de investimento, aliada à segurança e garantia de retorno financeiro. Quem garante é o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon – AM), Eduardo Lopes. De acordo com ele, a compra de imóveis é hoje um dos investimentos mais seguros do mercado por uma série de fatores como valorização e retorno a médio prazo. “Investir na compra com foco no aluguel garante um retorno financeiro certeiro para o comprador. Isso sem falar em questões de valorização”, afirmou o presidente. Segundo ele, os benefícios são ainda maiores ao se adquirir um imóvel na planta. “Quando se compra algo que ainda será construído, existe a facilidade no pagamento. Quando o comprador realmente começar a pagar o financiamento do bem adquirido, o próprio aluguel pode ser usado para a quitação da dívida. Ou seja, ele acaba se pagando sozinho”, explica. Eduardo afirma ainda que atualmente o retorno deste investimento é inversamente proporcional ao valor do bem. Assim, quanto mais simples e modesto o investimento, maior a rentabilidade. “Podemos dizer que empreendimentos de menor valor, mas com fatores atrativos como localização e opcionais geram maior rentabilidade que itens de alto padrão”, garante. O corretor de imobiliário Andrei Machado concorda com o presidente afirma que apesar dos benefícios evidentes, é preciso muito cuidado na hora

de investir, pois o retorno do investimento virá por meio da valorização do imóvel. “O ideal é ficar atento na variação de preço do metro quadrado dos imóveis. Na hora de investir, é necessário analisar se o objetivo é viver de renda, ou se sua intenção é lucrar com a valorização da propriedade. Isso porque, dependendo do seu objetivo, a escolha do imóvel vai ser distinta. Para quem quer viver de renda, o melhor é optar

VALORES

O presidente do Sinduscon-AM afirma que, atualmente, o retorno deste tipo de investimento é inversamente proporcional ao valor do bem. Assim, quanto mais simples o investimento, maior a rentabilidade O condomínio Piazza Di Fiori leva assinatura da Engeco e tem sido bastante procurado por investidores amazonenses

por imóveis menores, como apartamentos de um dormitório, preferencialmente com vaga de garagem. Este tipo de imóvel tem grande liquidez e é facilmente alugado ou vendido”, afirma Andrei. Como investir De acordo com a gerente de marketing da Engeco, Jória Said Guerreiro, para quem deseja obter lucro sobre o valor de compra, o segredo é fazer uma boa escolha na hora de adquirir o imóvel. “Geralmente os clientes que pretendem investir procuram em regiões com tendência a forte valorização, bairros onde serão construídos shoppings e centros comerciais, cuja tendência é valorizar os imóveis num curto prazo”, explica a gerente.

Imóveis, alvos de investidores

O residencial Smart está entre sugestões de investimento

Entre os empreendimentos da Engeco apontados pela gerente como principais alvos de investidores, Piazza Di Fiori se destaca por suas opções de lazer, que incluem desde piscinas para o público adulto e infantil a um espaço exclusivo para animais, no bairro de Flores, o que garante também uma boa localização e valorização. Outro empreendimento apontado por ela é o comercial The Office.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Tal ação tem se tornado cada vez mais comum, segundo informações de Eduardo Lopes, presidente do Sinduscon-AM

Com salas exclusivas e um dos metros quadrados mais valorizados da cidade, o produto vem se destacando na cidade no mercado de prédios empresariais. “Clientes buscam a compra das salas para obterem um retorno rápido e satisfatório com o aluguel das mesmas”, explica Jória. Além destes, ela destaca ainda empreendimentos como o Residencial Smart, Garden Club e Family.


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Governo amplia Minha Casa, Minha Vida De acordo com o ministro da Fazenda, 350 mil habitações serão entregues em 2015

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programa Minha Casa, Minha Vida deve contratar 350 mil unidades habitacionais a mais no primeiro semestre de 2015. A ampliação do programa foi anunciada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins. De acordo com Mantega, a medida mais importante é a manutenção das regras da segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, que acaba no fim do ano, para a terceira fase do programa, que começa em 2015 e vai até 2018. Segundo o ministro, a manutenção das regras permitirá que a contratação de financiamentos não seja interrompida de um ano para outro. “As empresas têm de se preparar, comprar terrenos e elaborar projetos. Vamos manter a maior parte das regras em vigor, de modo que não haja dificuldades e possamos ganhar tempo, contratando 350 mil unidades no primeiro semestre de 2015”, declarou Mantega. Segundo o presidente da CBIC, a continuidade do pro-

grama habitacional evitará a demissão de pelo menos 500 mil trabalhadores envolvidos diretamente nas obras do programa. “As empresas podem entrar na Caixa (Econômica Federal) e pedir a análise dos projetos ainda neste ano para que os financiamentos possam ser concedidos a partir de janeiro”, explicou. Martins lembrou que, da primeira para a segunda fase do programa, a concessão de financiamentos ficou paralisada por dez meses. Além da manutenção das regras do Minha Casa, Minha Vida, o governo anunciou a prorrogação, por mais 4 anos, do regime especial de tributação dos empreendimentos do programa. Os imóveis de até R$ 100 mil pagam 1% do faturamento para quitar quatro tributos: Programa de Integração Social (PIS), Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Imposto de Renda e contribuições sociais. Sem o regime especial, a alíquota corresponderia a 6%. A segunda fase do programa, informou Mantega, financiou 2,550 milhões de unidades até agora. Mais 200 mil imóveis devem ser contratados até o fim do ano, alcançando a meta de 2,750 milhões prevista para

o programa habitacional. A terceira fase do programa, que começará em 2015, tem como meta financiar a construção de 3 milhões de unidades, já incluídas as 350 mil anunciadas hoje. O presidente da CBIC disse que o governo concordou em criar grupos de trabalho para discutir a criação de uma faixa intermediária de beneficiários do Minha Casa, Minha Vida. Atualmente, o programa é dividido em duas categorias. As famílias com renda até R$ 1,6 mil pagam prestação de R$ 80 mensais. As famílias que ganham mais de R$ 1,6 mil pagam R$ 300. “Sem dúvida, há a necessidade de uma faixa de transição para que o valor da prestação não suba tanto de uma categoria para outra”, defendeu. Martins disse ainda que a entidade pediu mudanças no programa de concessões de rodovias, portos, ferrovias e aeroportos, de modo a que favoreçam a contratação de empresas de médio porte. “O modelo precisa sofrer adaptações para que mais empresas possam participar das licitações”, destacou. Entre as sugestões, está a divisão dos projetos em lotes. Por Agência Brasil

O programa poderá contar com algumas alterações no que diz respeito às construtoras envolvidas

BRENO FREITAS/EM TEMPO

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Salão imobiliário - 21 de setembro de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu