MANAUS, DOMINGO, 21 DE JUNHO DE 2015
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Conforto e sustentabilidade Os chamados “telhados verdes” são pequenos jardins nas coberturas das construções, sejam elas telhados ou lajes, inclinados ou planos
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ser basicamente de dois tipos diferentes: intensivo com espessura mediana do composto (de 15 a 60 cm) com vegetação arbustiva e até árvores, exige manutenção maior e regas mais constantes, e consequentemente mais pesado; podendo exercer carga máxima de 600 kg/m2 quando encharcado. Já o extensivo conta com espessura rasa do composto (de 5 a 15 cm) e vegetação rasteira e de fácil manutenção, e consequentemente mais leve; exerce carga máxima de 150 kg/m2 quando encharcado. É este o mais utilizado e recomendado para construções já existentes. Vantagens Além da indiscutível qualidade estética, garante o conforto térmico dos ambientes internos, devido à alta inércia térmica, muitas vezes abolindo o uso de aparelhos de ar condicionado. Possui ainda a capacidade de reduzir a temperatura local dos centros urbanos; aumentar o conteúdo de gênio e umidade do ar; diminuir a poluição sonora; absorver poeiras e poluentes, melhorando a qualidade do ar em toda a área; ser um excelente filtro natural para captação de água da chuva. É recomendado principalmente para construções localizadas em grandes centros urbanos, por diminuir os problemas com as enchentes e “ilhas
de calor”, mas é indicado para qualquer construção. Além de proporcionar uma área extra nas construções, propiciando o lazer e a qualidade de vida. Energia Segundo estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o telhado verde é eficiente na redução da temperatura das coberturas em 15º C, dando aos moradores das edificações maior conforto térmico. Com isso, há diminuição do uso do ar condicionado e redução do consumo de energia. “No caso dos telhados verdes, apesar da qualidade estética, não vejo como decoração, mas sim como técnica arquitetônico-paisagística. Mas pode-se fazer um com em média R$ 180/m2 (incluso mão de obra e materiais). Já a parede verde, os preços começam em R$ 600/m2 dependendo do tipo escolhido”, explica Camille Kurowsky, arquiteta e urbanista especializada em bioarquitetura e sustentabilidade. A Teto Verde Teto Verde é um escritório de arquitetura do Rio de Janeiro, que cria soluções estéticas e funcionais que contribuem para a saúde e qualidade de vida de seus usuários. Projeta espaços saudáveis, como apartamentos, casas, comércios, escritórios e espaços públicos.
A construção proporciona um frescor ao ambiente, mas deve ser feita de forma cuidadosa FOTOS: REPRODUÇÃO
ma técnica muito comum para melhorar a temperatura de ambientes e ainda decorá-los com muito requinte são os chamados “telhados verdes”. O telhado verde caracteriza-se por um jardim nas coberturas das construções, sejam elas telhados ou lajes, inclinados ou planos. O ideal é que sejam executados com segurança contra infiltrações, não atrair animais indesejados para o interior das construções e requerer fácil manutenção. Como um simples jardim mesmo. Essa técnica garante o conforto térmico, equilibrando as temperaturas, muitas vezes abolindo o uso de aparelhos de ar condicionado. Ela possui ainda a capacidade de reduzir a temperatura local dos centros urbanos; aumentar o conteúdo de oxigênio e umidade do ar; diminuir a poluição sonora; absorver poeiras e poluentes, melhorando a qualidade do ar em toda a área; ser um excelente filtro natural para captação de água da chuva; além de sua excelente qualidade estética. É recomendado principalmente para construções localizadas em grandes centros urbanos, por diminuir os problemas com as enchentes e “ilhas de calor”. Além de transformar uma área inutilizada em uma bela área de lazer. Também conhecidos como telhados jardim, eles podem
O morador pode utilizar o espaço como uma espécie de lounge ao ar livre e receber amigos
O tipo de construção ainda é pouco difundida no Amazonas, apesar do apelo sustentável
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FOTOS: REPRODUÇÃO
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A criação, que é limitada, é produzida em papel vinilizado, apresenta contorno em preto e branco de figuras e personagens do universo infantil e proporciona decoração e um momento lúdico
Parede pronta para colorir
Edição limitada de papel de parede é resultado de uma parceria desenvolvida com a ONG Um Pé de Biblioteca, sendo parte do valor da venda destinado às bibliotecas assistidas pela instituição. A novidade tem feito sucesso no mundo ças possam usar a imaginação e desenvolver a criatividade ao dar cores ao revestimento. O conceito é parecido com os dos livros de colorir. Neste produto, a criança pode utilizar materiais como lápis de cor, giz de cera e canetinha, porém, uma vez que a criança preenche as figuras com as cores que preferir, as estampas se tornam permanentes, fazendo com que ela também participe do processo de decoração, deixando sua “marca” no ambiente onde o papel de parede foi aplicado. O lançamento do papel de parede para colorir é um projeto
desenvolvido em parceria com a Organização Não Governamental Um Pé de Biblioteca e ilustrado pela designer Marília Cichini, uma das colaboradoras da ONG que tem como objetivo principal o de reformar e equipar bibliotecas públicas em diferentes cidades do Brasil. Cada rolo do papel para colorir será vendido por R$ 90 e parte do valor de venda será revertida para auxiliar no trabalho da instituição. A ONG Um Pé de Biblioteca foi fundada em 2006, no Rio de Janeiro, com o objetivo de apoiar projetos voltados para
área da educação e potencializar a abertura de novas bibliotecas a baixo custo, com o objetivo de estimular a leitura entre crianças e jovens que vivem em comunidades carentes. A organização defende que o investimento em educação é a melhor maneira de reduzir a desigualdade social do nosso país. Para o diretor da Bobinex, Rafael Trindade, a parceria revela que o papel de parede, além de ser um produto, pode conferir também uma função social. “Aceitamos o convite para essa parceria porque nos
identificamos com os projetos realizados pela ONG. Nosso objetivo é o estimular a leitura e modificar os ambientes das bibliotecas para que as crianças tenham a percepção de que, além do aprendizado, esse lugar também pode se tornar um espaço de lazer”, diz Rafael, ressaltando que é possível solidariedade e design caminharem juntos nesse processo de transformação. Os produtos serão comercializados em todas as distribuidoras da Bobinex, localizadas em diversas cidades do Brasil, a partir da segunda
quinzena de junho. Fábrica A Bobinex, única fabricante de papel de parede do Brasil, foi fundada em 1967 por José Eduardo Trindade. Lançou mais de 30 coleções, com mil variações de estilos, cores e texturas. Referência em revestimentos de parede a empresa conta com mais de 300 produtos em 500 cores diferentes. Todas as coleções são desenvolvidas por designers renomados como Marcelo Rosenbaum e Vanessa Guimarães, desenhistas internacionais e outros profissionais.
NACIONAL REPRODUÇÃO
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Bobinex, única fabricante de papel de parede do Brasil e referência quando o assunto é revestimentos em parede, lança agora um novo produto direcionado ao público infantil: um papel de parede com estampas para colorir. A edição limitada, fabricada em papel vinilizado, apresenta o contorno em preto e branco de figuras e personagens do universo da literatura infantil e tem como proposta não só destaque para a decoração, mas também proporcionar um momento lúdico, onde as crian-
O aumento da inflação foi mais intenso na mão de obra, que teve inflação de 2,12% em maio
Inflação da construção cresce em maio O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), que mede a inflação para o setor, aumentou em maio para 1,26%, divulgou hoje (10) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em abril, o indicador havia registrado 0,5%, um resultado 0,76 ponto percentual inferior. De acordo com o IBGE, o custo nacional para a construção do metro quadrado subiu de R$ 923,58 para R$ 935,20. A maior parte dos gastos, de R$ 505,02, continua a ser relativa aos materiais, enquanto R$ 430,18 são pagos pela mão de obra. Aumento Em maio, as duas partes
do custo da construção civil subiram mais que em abril. Os materiais registraram inflação de 0,54%, 0,11 ponto percentual superior ao do mês anterior. O aumento da inflação foi mais intenso na mão de obra, que teve inflação de 2,12% em maio, índice 1,53 ponto percentual maior que em abril. No ano, a mão de obra acumula inflação de 3,42% e os materiais, de 1,55%. Já no período de doze meses encerrado em maio, a mão de obra teve alta de 7,89% e os materiais, de 3,53%. São Paulo e o Sudeste foram respectivamente o estado e a região que tiveram as maiores altas em maio.
A construção civil paulista teve variação de 3,79%, e a segunda maior do país foi a fluminense, com 3,63%. Com o resultado dos dois estados, o Sudeste teve uma variação de 2,78%, enquanto, nas outras regiões, a inflação ficou abaixo de 1%. A menor foi registrada no Centro-Oeste, com 0,26%. O Sudeste tem o mais alto custo da construção do metro quadrado, R$ 985,87, e o Nordeste, o menor, R$ 868,48. O estado com o metro quadrado médio mais caro do país para a construção civil é o Rio de Janeiro, R$ 1.170,08. Por Agência Brasil
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri
FOTOS Arquivo EM TEMPO
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira
REPORTAGEM Bruno Mazieri Fred Santana
REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves
TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima
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Armadilhas na hora de comprar uma casa pronta REPRODUÇÃO
Encalhe de imóveis é uma boa oportunidade de negócio para quem pretende conquistar a casa própria, mas é preciso cuidado
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desaquecimento do mercado imobiliário, causado pela crise financeira, está contribuindo para o aumento nos estoques de imóveis. Diante desse cenário, o consumidor que optar pela aquisição da casa própria pode ter maior poder de barganha para fechar um contrato mais vantajoso. Porém, o futuro mutuário deve ficar atento para não ter dor de cabeça mais adiante. Para alertar aqueles que pretendem adquirir um bem pronto, seja seminovo ou não, a Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (AMSPA) elaborou um guia com cinco ciladas que podem comprometer o sonho da moradia própria. Confira a seguir:
dade. Também é necessário obter a declaração negativa de débito do condomínio;
tificamos só de olhar, como portas quebradas ou paredes mal pintadas. O outro é o oculto, quando não percebemos a falha visualmente, como rachaduras internas,
2) Imóvel ocupado: É muito comum acontecer essa situação para quem decide adquirir a casa própria em leilão. Mesmo com uma carta do arrematador, o novo dono pode enfrentar demora na Justiça para despejar os antigos moradores. Isso sem falar dos custos judiciais que o consumidor terá que arcar para acionar o Poder Judiciário. Por isso, é fundamental checar a documentação da propriedade antes de fechar o negócio;
AMSPA
Para alertar aqueles que pretendem adquirir um bem pronto, seja seminovo ou não, a AMSPA elaborou um guia com cinco ciladas que podem compromoter o sonho da moradia própria
3) Vício aparente e oculto: O consumidor pode encontrar dois tipos de problemas ao entrar na propriedade. Um é o defeito aparente, aquele que iden-
problemas na rede elétrica ou hidráulica. Uma vistoria minuciosa no interior do imóvel, com a ajuda de um profissional especializado, evita aborrecimentos futuros;
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1) Proprietário do imóvel com processo judicial: Na aquisição do imóvel nem
sempre nos preocupamos com a idoneidade do dono do bem, seja pessoa física ou jurídica. Mas é aí que mora o perigo, pois o responsável pela propriedade pode estar respondendo processo na Justiça, seja para o pagamento de multas, indenização ou direitos de terceiros. É fundamental ficar atento à documentação. O primeiro passo é ir ao cartório de registro de imóveis e pedir certidão de ônus reais do imóvel. O documento informa se o bem está sendo penhorado, se tem pendência jurídica e outros dados do proprietário. O segundo é solicitar certidões nos órgãos de controle ao crédito, como Serasa e do SCPC - Serviço Central de Proteção ao Crédito, e judiciais para obter informações sobre ações cível, trabalhista e criminal e débitos no geral do titular da proprie-
O Amapá foi o único que registrou alta de 0,38% no primeiro trimestre deste ano
4) Juros abusivos: A prática da cobrança de juros sobre juros, conhecida também como anatocismo e capitalização de juros é muito comum nos financiamentos imobiliários. Nela, as instituições financeiras utilizam a tabela Price, que é o plano de amortização com o intuito de obter prestações iguais e sucessivas. No entanto, com a adoção desse método, os juros crescem em progressão geométrica, ou seja, juros sobre juros, artimanha que é proibida pelo STJSuperior Tribunal de Justiça. Nessa situação, é essencial que o consumidor recorra à Justiça para pedir a restituição dos juros cobrados a mais no financiamento; 5) Risco de inadimplência: Na ânsia de adquirir a casa própria, muitos dos consumidores não analisam com
atenção as despesas. Mas é preciso avaliar com calma as contas, pois o compromisso de pagar as parcelas chega a durar até 35 anos e nesse período podem surgir vários contratempos financeiros. O ideal é que o parcelamento não ultrapasse 30% da renda familiar. Para se precaver de imprevisto durante o financiamento é aconselhável o futuro comprador ter um fundo de reserva, como o uso do FGTS – Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o dinheiro guardado na poupança ou em outras aplicações. Mas, se após contratar o crédito imobiliário e perceber que não será possível arcar com as prestações, é importante recorrer à Justiça para não perder o imóvel. Todos esses cuidados evita que você perca o dinheiro que você investiu para a compra da tão sonhada moradia.
REGIÃO NORTE
Empregos na construção caem 3,45% Números apresentados no estudo da Conjuntura da Cadeia da Construção divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT) apontam que os empregos na indústria de materiais de construção caíram 3,45% na Região Norte do país nos primeiros três meses de 2015, em comparação ao mesmo período do ano passado. São 38.712 postos de trabalho registrados na região. Entre os sete Estados da região, o Amapá foi o único que registrou alta de 0,38% no primeiro trimestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2014, alcançando 789 postos de trabalho até março de 2015. Por outro lado, o Pará teve queda
de 4,5% em igual período, a maior baixa no Norte do país. Os números apontam para 16,5 mil postos de trabalho no Estado nos primeiros três meses deste ano. Para Walter Cover, presidente da ABRAMAT, a queda de 7,4% na produção de materiais de construção resultou na perda de postos de trabalho esse ano. “A queda da produção da indústria é maior do que a queda nos empregos. Se nos próximos meses esta retração na produção continuar, com certeza ocorrerão mais demissões”, afirma. Associação Desde a sua fundação, em abril de 2004, a ABRAMAT acompanha e contribui para o crescimento da Construção
Civil no país, atuando como interlocutora do setor junto ao Governo e aos demais agentes da cadeia produtiva da construção civil. A entidade representa aproximadamente 70% de toda indústria dos materiais de construção. Entre os temas que representam os focos de atuação da entidade estão: a competitividade da indústria, a desoneração fiscal de materiais para construção, a conformidade técnica e fiscal na produção e comercialização dos materiais, a profissionalização da mão-de-obra da construção, o inventivo ao desenvolvimento da construção industrializada (prémoldados) e a responsabilidade socioambiental dos agentes do setor.
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Da moda para decoração D
as passarelas para dentro de casa. Marcas consagradas como Zara, Le Lis Blanc, Diesel, Chanel, Dior, Armani e Fendi expandiram para o universo home e revelaram mercado promissor ao ampliar seus nichos. Dentro dessa tendência, a italiana Fendi foi uma das primeiras lojas do setor a se arriscar em terreno desconhecido. Partindo do pressuposto de qualidade absoluta em suas peças, a empresa buscou a ajuda do designer italiano Alberto Vignatelli, devido ao excelente trabalho desenvolvido pela sua companhia Luxury Living Group. A parceira das duas empresas surgiu em 1998 e desde então Vignatelli nunca mais saiu do segmento home luxury collection. Hoje a Fendi Casa têm diversas linhas de atuação, que buscam sempre manter o estilo único e a qualidade. A produção é feita à mão por artesões italianos, que utilizam técnicas tradicionais vistas em toda Europa, um ponto importante da tradição de moda da marca. O trabalho de transição da marca de moda para uma loja de home collection é feita, principalmente, com base na criação de uma brand analysis. A brand analysis é um booklet completo que analisa toda a história da marca: target, códigos visuais,
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Curadora de conteúdo e marcas de alto padrão, Érica Giacomelli mostra como lojas do mundo fashion expandiram para o universo decor. Entre elas estão a Zara, Le Lis Blanc, Diesel, Chanel, Dior, Armani e a primeira de todas: a Fendi estilo, missão, core values (valores essenciais) e pode ir tão profundamente que também avalia os códigos estilísticos de cada coleção. Para a criação de uma home collection é necessário analisar no mínimo as últimas 20 coleções da marca, para identificar o espírito que ela passa em cada linha. O importante é focar no sentido geral que ela
INÍCIO
A construção de uma marca passa para o processo do design em si, que pode ser baseado em um espaço ou sem base espacial como: desenho de móveis, objetos e estamparias A Fendi Casa foi uma das primeiras grifes de moda a seguir para universo de decoração de casas, isso durante o ano de 1998
passa ao consumidor, e não em coleções específicas, que podem ter elementos diferentes uma das outras. Seguindo o resultado da brand analysis - que se torna um livro de referências - começa o trabalho de tradução dos códigos estilísticos para algoritmos de design. Todo esse trabalho é feito a partir de moodboards de referências, pranchas conceituais e criação de textos e imagens evocativas.
Identificação serve como base para o sucesso Aproveitar dessa tendência não é para qualquer um, é necessária à identificação da marca como um possível case de sucesso, se estabelecendo primeiramente como uma empresa que tenha base conceitual forte em que se possam criar ferramentas de
tradução de conceito. Muitas marcas tentam fazer a ponte para a home collection, mas não são candidatas possíveis, pois não criaram um alicerce de seguidores forte, que enxergam a marca e seus valores como essenciais em seu ambiente.
Uma loja de moda que não é facilmente reconhecível visualmente, dificilmente conseguirá criar uma marca décor forte o suficiente. É fato que o público de moda-décor não busca preço, mas sim custo benefício, complementação de seu lifes-
tyle e exclusividade. As peças nascidas dessa ampliação não seguem o padrão de custo do mercado, justamente porque o modelo de qualidade proposto pelas marcas desse segmento são muito superiores a lojas de design regulares. Por Érica Giacomelli
Carlos Célio carlos@investimento.net.br
Network é o canal Uma das primeiras tarefas de um corretor de imóveis ao iniciar na profissão é fazer sua lista de contatos. A partir daí, ela será trabalhada. Os contatos serão classificados pelo perfil sócioeconômico e posteriormente o corretor deverá fazer contato com todos os relacionados, utilizando os recursos disponíveis. O objetivo é informar a todos sem exceção que você é um corretor de imóveis, isto inclui principalmente os seus familiares. Esse trabalho de marketing é fundamental para os negócios. Ele deve ser realizado regularmente e metodicamente, a não ser que você queira perder ótimas oportunidades de negócio pelo simples fato de um parente ou amigo vir fazer um negócio com um concorrente seu, porque você não o informou da sua nova profissão. Olha que isso é comum de acontecer. Inclusive já aconteceu comigo. Perdi alguns bons negócios porque os clientes não sabiam que eu atuava no mercado. Quantas e quantas vezes eu já ouvi e vi em estandes de vendas, histórias que um parente ou um conhecido estava fechando uma negociação com um outro profissional. É de cortar o coração ver aqueles honorários indo pra conta do seu colega, pelo simples fato de você não ter feito melhor o processo de divulgação do seu trabalho, tanto da sua pessoa quanto do produto. Por isso, devemos planejar adequadamente o processo de oferta e ter um carinho todo especial com nossa rede de contatos para não termos surpresas desagradáveis. O cenário atual da economia fez o VGV cair drasticamente, para garantir o sustento
da família, é preciso aumentar a prospecção de novos clientes. Um dos maiores desafios de qualquer corretor hoje em dia é prospectar novos clientes de maneira eficiente. A palavra ‘prospectar’ vem de fazer pesquisas numa mina ou jazida de minérios para determinar seu valor. Para o profissional de vendas, é o processo organizado e estruturado de buscar novos clientes para comprar os produtos/serviços que você comercializa. E o canal é o seu ciclo de amizades, ou seja, seu networking. Faça com que as pessoas saibam que elas fazem parte do seu network – um network não é um banco de dados. Pessoas no seu network precisam ser tratadas cuidadosamente, e isso requer contatos pessoais. Para conseguir o máximo do seu network, doe seu tempo, sua energia e seu conhecimento. O resto acontecerá naturalmente. É importante salientar que networking não é apenas conseguir novos contatos, mas também é saber manter os contatos que já fez no passado. Além disso, no networking é mais importante a qualidade do que a quantidade dos seus contatos. Resumindo, network é marketing boca a boca. Não é prospectar nem recrutar nem vender. É conhecer, se relacionar, conversar. O network é tão importante que deveria ser parte do trabalho de todo corretor. Aumentar e melhorar seu network deve ser parte do seu plano estratégico de negócios. Os benefícios a longo prazo, tanto para você quanto para seus resultados em vendas, serão imensos. Pense nisso! O seu futuro agradece.
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
É importante salientar que networking não é apenas conseguir novos contatos, mas também é saber manter contatos que já fez no passado”
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ARQUITETANDO
FOTOS: DIVULGAÇÃO paulo@adoromanaus.com.br
Tendências no mercado de decoração As novas coleções de papéis de parede da Orlean, maior distribuidora de revestimentos de parede da América Latina, disponíveis em Manaus por meio da Studio Casa, apresentam uma diversidade de cores, estampas e estilos. Em todas elas pode-se identificar as tendências mundiais de decoração como: tropicool, op art, preto e branco, dourados, e as texturas derivadas de elementos da natureza. A marca apresenta, ainda, estampas tropicais com folhagens, aves e muitas cores. É uma coleção de tecidos e papéis de parede que coordenam entre si trazendo a natureza para dentro de casa. A tendência tropicool, está em alta tanto na decoração quanto na moda. Ainda nesta
proposta “natural”, a Orlean traz os revestimentos da Borocay e da Natural Village que são produzidos artesanalmente a partir das fibras naturais de plantas como a folha de bananeira, bamboo, ráfia, juta, entre outros, transformando cada revestimento em obras de arte. A op art e a art deco também são identificadas como estilo em voga no design de interiores. Ambas são a temática da nova coleção de tecidos Manhattan, apresentando padrões contemporâneos e abstratos em sofisticados veludos, jacquards e cetins, que remetem ao vintage e à metrópole. Há mais de 30 anos, a Orlean é referência no mercado de papéis de parede e tecidos e conquistou clientes
com uma grande variedade de produtos que agradam aos gostos mais exigentes. Anualmente, a Orlean leva um grupo de arquitetos de todo o Brasil para uma viagem para alguma capital importante no cenário do design internacional, como prêmio de seu programa de relacionamento, o Visionaire Orlean. Em 2013 um grupo de 60 profissionais foi para Nova York, em 2014 a concorrência foi para entrar para a seleta lista da viagem a Paris, com direito ao jantar exclusivo no Museu do Louvre. E este ano, o grupo irá novamente para Paris e as atividades ainda são uma surpresa. Em Manaus, a Orleans é representada pela Studio Casa. Para mais informações: (92) 3321-4748
Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e alta decoração
Boracay: Composições variadas
Black-light: Elegância na composição
Coleção Samana: estilo
Em Manaus, arquitetos vencedores do prêmio são Mylena Bonfim e Larissa Guerra
Coleção Manhattan: cores neutras
Natural Village: impacto preciso das cores
Da coleção black-light: Geometria
Manhattan: pratas e pretos
Tendência: tropicool
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Spa em casa Com funcionalidades que vão muito além do design, as banheiras proporcionam bem-estar e ajudam a combater o inimigo número um de quem tem uma vida agitada: o estresse. Confira as novidades abaixo
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ças cardiovasculares e psicológicas. O banho de imersão em banheiras freestanding, como as da Doka Bath Works, quebra a rotina e é uma ótima opção para quem quer ter um verdadeiro SPA dentro de casa. Ele proporciona relaxamento, ali-
FOTOS: DIVULGAÇÃO
ntes vistas como objetos de alta decoração, as banheiras de imersão estão cada vez mais presentes no dia a dia do consumidor por trazerem benefícios à saúde, como o combate ao estresse, principal causador de doen-
viando o estresse devido a alta temperatura da água que faz com que os vasos sanguíneos sejam dilatados, facilitando a circulação do sangue. Abaixo estão algumas opções de banheiras da Doka Bath Works que são ideais para os banhos de imersão.
Banheira Oslo Com o pioneiro sistema Air Massage, que proporciona máximo conforto, além de não manter a água parada em tubulações, a banheira Oslo segue o conceito freestanding e dispensa instalação em alvenaria. O modelo também oferece a possibilidade de usar a cromoterapia, tratamento por meio de um sistema de luzes coloridas que harmonizam o corpo, e a termoterapia, que favorece a termorregulação corporal por meio das variações de temperatura da água. Todos esses benefícios são aliados a um design clean que deixará qualquer projeto incrível.
Banheira Elwick Com design oval clássico com borda e angulação para encosto em ambos os lados, a banheira Elwick é perfeita para duas pessoas. Produzida em Quarrycast, material composto por uma rara rocha vulcânica, que mantém a temperatura da água por mais tempo, a banheira tem 25 anos de garantia e pode ser customizada no lado de fora. O modelo Elwick possui cuba com mesmo acabamento garantindo maior sofisticação para a sala de banho.
Banheira Amiata Projetada por designers do estúdio milanês MeneghelloPaolelli, a banheira Amiata foi inspirada no vulcão italiano extinto e ressalta a elegância sem deixar de lado a ergonomia perfeita. Com curvas graciosas, sem bordas e com acabamento feito a mão, a novidade possui angulação que abraça o corpo do usuário em ambas as extremidades, acomodando assim duas pessoas.
Banheira Vitoriana Slipper A Banheira Vitoriana Slipper, com seu design clássico, é uma releitura autêntica das banheiras utilizadas no período vitoriano. Este modelo de imersão (sem hidromassagem) é perfeito para relaxamento e bem estar.
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Empresário constrói casa e escritório em árvores FOTOS: REPRODUÇÃO
Foster Huntington deixou a agitada Nova York, onde tinha uma futuro promissor, pela região sudoeste de Washington
Foster Huntington largou empregou na cidade grande e se mudou para interior de Washington
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esta semana o “New York Times” chamou a atenção por publicar matéria de um empresário que construiu sua casa e o seu escritório em árvores, nos Estados Unidos. Foster Huntington trabalhava em Nova York e tinha um futuro promissor na indústria da moda, mas decidiu cortar os elos e ir morar em uma casa na árvore. “Eu poderia ter comprado uma casa”, disse Huntington, 27, um sujeito de barba desgrenhada, “mas, para mim, isso é muito melhor. É como realizar um sonho de infância”. Desde o final do ano passado, Huntington mora entre abetos Douglas – árvore conífera comum na América do Norte – no topo de uma colina verdejante no sudoeste do Estado de Washington. É um lugar com terras planas e amplas e o vale de um rio de águas verdes. Uma serra adiante, ao sul, fica a garganta do rio Colúmbia. E à noite, de sua casa no topo de uma árvore, pode-se ver o brilho distante das luzes de Portland, Oregon. Na verdade, ele tem duas casas em árvores: uma delas, que parece flutuar, Huntington chama de “estúdio”; já o “octógono” fica preso ao tronco de um abeto solitário. Huntington considera o estúdio como espaço de trabalho e o Octógono como quarto de
dormir. A casinha construída por sua mãe, a 30 metros de distância, é sua fonte de eletricidade e encanamento. Duas pontes, uma delas de cordas, conectam as estruturas lá no alto. Mais abaixo é possível ver uma sinuosa onda de concreto: é uma pista de skate. Para chegar à casa no topo da árvore, ele corre por uma espécie de escada que se estende quase sem inclinação até uma outra árvore, na qual fica mais uma plataforma, e dela sai a ponte oscilante, de cordas, que conduz ao Octógono. As duas casas contam com fornos a lenha, o que permite que Huntington durma por lá mesmo nas frias e tempestuosas noites de inverno da região noroeste. Janelas grandes se abrem e oferecem vistas diretas para as árvores. Do lado de dentro, o espaço é acolhedor e bem iluminado, decorado em estilo que poderia ser definido como “jovem solteiro e rústico”. Uma prateleira ao lado da porta guarda as câmeras e lentes de Huntington. Seu iMac está posicionado sobre uma mesa simples, contra uma parede, e, ao lado, há uma prancha de surfe. Huntington construiu as duas casas no ano passado, ao longo de diversos meses, com a ajuda do que ele chama de “manos”, um grupo de amigos. E contratou um empreiteiro para criar a pista
de skate. O lugar foi batizado de “Cinder Cone” (cone de cinzas), uma alusão ao fato de que as terras antigamente abrigavam um vulcão. Natureza Mas o Cinder Cone não serve para diversão em tempo integral. Huntington pode ter deixado Nova York, mas não abandonou a ambição ou o mundo da moda. Huntington é um empresário que vive na natureza e inventou a própria carreira. As casas de árvore são tanto moradia quanto um pano de fundo atraente para a publicidade de seus projetos. Por algum tempo, ele ganhou a vida como consultor de mídia social para a Patagonia, fabricante de roupas para os adeptos da vida “outdoor”, e colaborou com o grupo de serviços financeiros alemão Allianz e a fabricante de computadores HP, estrelando anúncios online que destacavam seu estilo de vida fora da grade. Ele também trabalha como fotógrafo freelancer e responde pelo A Restless Transplant, um blog de viagens de aventura que criou em 2008. Huntington posta fotos e vídeos do Cinder Cone para seus 965 mil seguidores no Instagram, e está trabalhando em um livro sobre o projeto – parte guia de como construir uma casa de árvore e parte livro de arte suntuosamente ilustrado. Ele planeja publicar o livro e
Vida após largar o emprego Um motivo para que Huntington construa casas de árvore, de fato, é que ele encontrou problemas para trabalhar em sua moradia anterior, uma casa sobre rodas com a qual ele percorria o oeste. “Vivi na estrada por 3 anos”, disse, “e foi maravilhoso. É uma maneira espetacular de viver. Mas trabalhar é difícil”. Ele meneou a cabeça e pronunciou o lamento do nômade do século 21: “Nem sempre a
Internet é confiável”. Quatro anos atrás, Huntington estava trabalhando como estilista da linha masculina da grife Ralph Lauren. Era parte de uma equipe que lidava com design conceitual, desenvolvendo histórias, temas e apresentações para cada coleção – por exemplo, os pilotos de aluguel do Alasca, e seu mundo rústico e repleto de estilo. Foi seu primeiro emprego ao deixar a universidade, e
ele inicialmente o via como divertido e como um desafio em termos de criatividade. Mas, passados 18 meses, percebeu que não ligava tanto assim para roupas. Huntington disse que sabia que cada ano passado na Ralph Lauren tornaria mais difícil sair. “Eu estaria ganhando mais e mais dinheiro”, ele diz, “o que significa que teria apartamentos cada vez melhores, e deixar o emprego seria mais difícil”.
Para chegar até a casa, Huntington percorre por uma espécie de escada construída nas alturas
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