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Imóveis & Decor - 20 de março de 2016

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MANAUS, DOMINGO, 20 DE MARÇO DE 2016

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VEGETAÇÃO

O vaso ideal para cada tipo de planta. Página 7

Casa mais eficiente com o ‘Conforto Ambiental’ Investir em um projeto de conforto ambiental feito por um arquiteto pode ser todo o diferencial positivo e econômico

MELLANIE HASIMOTO

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maioria das pessoas passam boa parte de suas vidas em suas casas ou em seus locais de trabalho. Por conta disso, estar em harmonia com esses ambientes é essencial para o bem estar e bom desempenho do ser humano. E, quando se trata em proporcionar o máximo de satisfação possível ao usuário, o “conforto ambiental” é tido como um dos principais objetivos e desafios da arquitetura moderna. Em cidades como Manaus, local de clima quente e úmido, isso deve ser levado em consideração. A arquiteta Natália Charchar explica que o conceito significa adequar os princípios físicos envolvidos e as necessidades do ambiente como visuais, acústicas, ventilação e temperaturas aos projetos construtivos. “Ou seja, conforto ambiental é você estar em um ambiente em que você se sinta bem e confortável, por meio de fatores que estejam em harmonia – a exemplo da iluminação, ventilação e acústica”, diz. Aplicar o conforto ambiental deve ser uma das prioridades dos profissionais da arquitetura. Isso porque é de extrema importância a contratação de um arquiteto preocupado com o conforto do morador pois, além da beleza do projeto, a orientação da edificação e a localização dos seus ambientes deve ser projetada a fim de usufruir dos agentes naturais como vento, sol e luz. Soluções Natália diz, ainda, que a solução projetual por meio da aplicação de critérios básicos de projeto – logo no início do projeto e depois – deve se dar por meio da aplicação de métodos de dimensionamento é essencial para se chegar em um bom resultado, pois é muito mais simples e menos oneroso imple-

mentar alternativas que darão um menor consumo energético à edificação ainda na fase de projeto do que depois de concluída. “Analisar as condições ambientais de onde a edificação estará localizada, através de um levantamento prévio e diagnóstico climático, é o primeiro passo para encontrar uma solução projetual que atenda de maneira eficaz as necessidades e exigências humanas”, completa a arquiteta. Para isso, investir em um projeto de conforto ambiental pode ser um diferencial positivo e econômico para o cliente, já que o conforto ambiental está ligado de maneira direta com a eficiência energética e, se empregados de forma correta,

FOTOS: DIVULGAÇÃO

CONCEITO Em Arquitetura e Urbanismo, o conceito de Conforto Ambiental está ligado à questão básica de se proporcionar aos assentamentos humanos as condições necessárias de habitabilidade. podem gerar até 70% de economia de energia, além de uma melhor qualidade ambiental. “O uso de soluções como ventilação cruzada, pé-direito duplo, beirais, brises e outras tecnologias, são técnicas muito utilizadas por arquitetos para uma melhor eficiência energética, otimizando assim o conforto do cliente”, indica. Dessa maneira, o projeto deve ser feito por um profissional adequado e de formato claro e analítico, pois a análise prévia do projeto deve ser uma impulsora da forma arquitetônica da edificação, facilitando o aproveitamento dos agentes da natureza e reduzindo o consumo de energia elétrica de ar-condicionado, ventiladores, luminárias, entre outros.

O envoltório e o entorno das edificações, de acordo com o onceito de Conforto Ambiental, são fatores determinantes na hora de projetar


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Vantagem na quitação só com juros maiores Só vale a pena pagar as dívidas se elas tiverem juros superiores ao que é possível obter investindo em aplicações DIVULGAÇÃO

TONI SCIARRETTA

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ÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com o rendimento das aplicações financeiras em patamar recorde, nem sempre é interessante abater dívidas quando surge aquele dinheiro extra na conta-corrente. Especialmente as dívidas feitas há mais de dois anos, quando os juros eram menores. É o caso da maioria dos financiamentos imobiliários do SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Há três anos, ofereciam taxas anuais entre 8% e 9,5%. Hoje, os novos contratos dificilmente ficam abaixo de 12%. Para quem tem dinheiro sobrando, o ideal, nesse caso, seria continuar pagando a prestação e aplicar a diferença. Só vale a pena pagar as dívidas se elas tiverem juros superiores ao que é possível obter investindo

em aplicações conservadoras CDB, fundo DI ou Tesouro Direto -, depois de pagar todos os impostos e custos embutidos. Com o CDI (referência para os juros bancários) em 14,15%, um investidor que obtiver 100% dessa taxa conseguirá embolsar 12% ao ano em aplicações com prazo superior a dois anos -descontado os 15% de IR (Imposto de Renda). Se levar apenas 90% do CDI (ou o fundo DI tiver taxa de administração de 1,5% ao ano), o ganho diminui para 10,8%. Ex-presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o consultor Luiz Antônio França, hoje na França Participações, recomenda que, além das taxas de juros, o mutuário observe o custo dos seguros associados ao financiamento da casa própria. Isso porque o seguro vai ficando

mais caro conforme o mutuário envelhece (porque aumenta o risco de morte), pesando mais no financiamento. Nesse caso, abater a dívida significa reduzir o impacto do seguro. “Tem que fazer conta. Quem tem uma dívida com juro baixo por um prazo longo o melhor a fazer é continuar pagando as prestações e aproveitar o dinheiro que sobra para fazer uma boa aplicação”, disse. “O brasileiro não gosta de ficar devendo. Mas não compensa se descapitalizar para pagar uma dívida com juros baixos”, completa Marcelo Prata, presidente do Canal do Crédito, site que compara taxas de juros de diferentes bancos. Para os assalariados, no entanto, continua sendo interessante usar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para abater a dívida imobiliária a cada dois anos.

O FGTS só rende apenas 3% ao ano mais Taxa Referencial (TR) e perde ano após ano para a inflação

EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com

REPORTAGEM Bruna Amaral

FOTOS Arquivo EM TEMPO

REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva


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Mude sua casa sem gastar (quase) nada! Chega um momento em que a cor das paredes enjoa, os móveis já estão ultrapassados, e dá aquela vontade de mudar tudo. Para quem não dispõe de um orçamento grande para realizar uma reforma, a solução é apostar em pequenas

mudanças pontuais, mas que funcionam e dão uma nova cara ao ambiente. Dessa maneira, a arquiteta e designer de interiores Marcela Pousada, do escritório MP² Home Design, dá as dicas para mudar sua casa sem gastar quase nada. FOTOS: DIVULGAÇÃO

1- CAMUFLAR REVESTIMENTO Nada de quebra-quebra! Nesse caso seria optar por uma mudança rápida, por exemplo um revestimento instalado por cima de outro... Dependendo do tipo e finalidade, podemos fazer o preparo de um piso cerâmico antigo, e instalar um vinílico por cima. Com acompanhamento e boa mão de obra, isso é possível e muda completamente o ambiente. Nesse meu projeto, vejam a mudança que o piso vinílico instalado por cima da cerâmica antiga deu no terraço!

Outra ideia é pintar o azulejo. São indicadas tintas do tipo Epoxi. Após um tratamento e limpeza da área, dá para pintar e dar uma nova cara pro espaço. Esse outro projeto é uma pequena reforma que fiz num banheiro de um sítio... A pintura Epóxi sobre o azulejo antigo, e alguns itens a mais, deram nova cara pro banheiro!

2 - COR!

Invista em cores nos pequenos detalhes... Pode ser uma parede em destaque de algum ambiente, uma almofada colorida no sofá, um objeto de decoração... Enfim, algo de destaque. As cores do momento estão em tons pastéis, rosa antigo (tipo nude), azul petróleo, verde acinzentado. Fuja de cores fortes em áreas grandes, pois fica cansativo.

3 - PALLETS!

Além de ser uma dica sustentável, está super em alta para uso dentro de casa. É uma peça barata, e em alguns casos você pode até pegar de descarte desses grandes galpões. Podem ser usados no terraço ou em vasos com plantas. Prefira cores vivas! Sofás de pallet são tendência agora e ficam muito bonitos. Para montar, coloque um futton por cima, e terá um sofá moderno e ecologicamente correto!

4 - PAREDE VIVA

As paredes vivas, hortas, orquidário, são espaços agradáveis, e com pouco, dá pra montar em algum cantinho da casa. Nesse projeto, montamos um painel, que serviu para esconder a condensadora, e ao mesmo tempo, um espaço de cultivo das orquídeas da cliente. Uma ideia simples, que trouxe alegria para o terraço!


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Saiba o que fazer para financiar imóveis usados

Taxas de juros vigentes na Caixa, segundo informou o banco através de nota, variam de 9,5% ao ano até 9,9% ao ano

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empresária Elaine Nogueira, 65, se aposentou no ano passado e sonhava em comprar um apartamento usado. Mas o dinheiro que guardou a vida inteira não permitia dar a entrada exigida pela Caixa Econômica Federal, que era de 50% do valor do imóvel. Essa semana, porém, o banco (que é o responsável pelo maior número de financiamentos do país) ampliou para 70% o percentual de financiamento. “Agora vou poder comprar minha casa. Resta seguir os trâmites burocráticos da compra e pagar a entrada”, diz. E os trâmites que Elaine se refere são grandes mesmo. Quem quer financiar um imóvel - novo ou usado - precisa ter atenção a alguns detalhes. Para começar, o corretor de imóveis Paulo Novaes explica que, apesar da Caixa ser o maior banco, não é o único. “Todos os bancos hoje possuem financiamento imobiliário. A Caixa, por ser um banco público, acaba tendo taxas de menores. Mas os clientes de outros bancos podem fazer a simulação de financiamento e verificar se está mais barato”. Hoje, as taxas de juros vigentes na Caixa, segundo informou o banco através de nota, variam de 9,5% ao ano até 9,9% ao ano, no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,00% ao ano até 11,50% a.a, no SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário). Essas siglas atrapalham a vida de quem quer comprar o imóvel. Novas regras da Caixa Ano passado, a Caixa foi responsável por 67,2% do mercado de financiamentos imobiliários no Brasil. Os con-

tratos habitacionais em 2015 atingiram R$ 91,1 bilhões. Desse total, R$ 55,5 bilhões se referem aos recursos do FGTS e R$ 34,8 bilhões são provenientes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. A forma mais escolhida para financiamento de imóvel é pelo chamado Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Por esse sistema, a Caixa, por exemplo, financia até 80% do valor para imóvel novo e de até 70% para imóvel usado. Para saber se esse tipo de financiamento cabe no seu bolso, tem um detalhe importante: o valor da prestação não pode ser maior que 30% da sua renda familiar bruta. Já no outro sistema, o Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), a quota é até 60% para imóvel novo e de 50% para usados. Segundo imóvel As pessoas que ainda estão pagando pela compra de um imóvel financiado pela Caixa poderão fazer um segundo contrato do gênero novamente. Essa medida estava suspensa desde maio do ano passado. As regras para o financiamento serão as que estão vigentes para o primeiro contrato: não pode comprometer mais do que 30% da renda, é preciso comprovar rendimentos e apresentar documentos pessoais no banco (ver lista de documentos ao lado). “A Caixa mudou as regras na terça-feira dessa semana e no mesmo dia, recebi dezenas de ligações de clientes que sonhavam em ter um segundo imóvel financiado, mas não podiam por conta da mudança. Hoje, essas pessoas podem voltar a sonhar com o financiamento”, diz a corretora Fátima Rios.

A Caixa oferece taxas menores, mas não é o único banco que possui financiamento imobiliário - outros bancos também oferecem o serviço


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Arquitetando

contato@arquitetandomanaus.com.br

arquitetandomanaus

www.arquitetandomanaus.com.br

@pricardosachs Paulo Ricardo Sachs Atuante no mercado nacional e internacional de mobiliário e alta decoração

Em foco: a estética do arquiteto e urbanista Vitor Venâncio Pessoa

A experiência diária junto ao cliente e as obras, as trocas, diálogos e parcerias com outros profissionais da arquitetura e áreas afins tem sido fonte constante de aprendizado e amadurecimento. Busco ainda atualizar minhas leituras, frequentar os eventos e realizar viagens FOTOS: VITOR VENÂNCIO PESSOA

Sede da Vipe: Moderno, contemporâneo de gosto apurado

O top bistrô: Belle Époque, referência em Manaus

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coluna de hoje destaca o jovem arquiteto e urbanista Vitor Venâncio Pessoa, a seguir trechos da entrevista exclusiva para o Jornal Amazonas em Tempo. Vítor, como você desenvolve a criação de um projeto? Como acontecem estes insights? O processo de criação é iniciado na ocasião da entrevista com o cliente, momento em que realizo uma escuta atenciosa e detalhada de suas expectativas, necessidades e possibilidades, analisando tecnicamente as especificações funcionais e estéticas. Compartilhar esta construção com o cliente e deixá-lo a vontade para manifestar suas preferências e indicar pontos de ajustes, se necessário para ser personalizado e único. Como você valoriza seus projetos? Qual quesito? O que não pode faltar em um projeto seu? Busco realizar projetos exequíveis, então a funcionalidade e a economia do cliente precisam estar sempre presentes. Destaco “a inovação” como um elemento de valor em meus projetos, que pode vir traduzido, no uso de um novo conceito e método construtivo, ou em um material de especificação diferenciada. Como valorizar a cultura e arte local quando estamos em um lugar fora do eixo central do mercado e grandes fornece-

Prédio comercial

dores? Os elementos culturais de nossa região possuem um apelo estético significativo, o qual utilizo em muitos projetos, “a madeira” como o material de destaque das fachadas, pisos, pérgola, associando com a vegetação natural do terreno. Percebo ainda na fala dos clientes; que a cultura amazonense é determinante na maneira que eles idealizam a distribuição dos cômodos, revelando os hábitos e costumes locais.

Qual tipo de estética você segue em seus projetos? Quem dirige; você ou seu cliente? Por quê? Meu estilo é modernista e contemporâneo, portanto, os meus projetos apresentam estas características predominantes. Contudo, entendo que a beleza da minha profissão é conseguir traduzir e materializar o desejo do cliente, então mantenho uma conduta muito flexível para construir junto com ele, um estilo singular

para cada projeto. Interiores ou exteriores? Exteriores. Qual a tua referência na arquitetura, quem você considera como teu ou tua mentor(a) ? Quem são as tuas referências e inspirações? Internacionalmente falando, qual a mais forte? Ao longo da minha formação, tive muitas referências positivas na área, estudei os clássicos projetos nacionais do Oscar Niemeyer, Paulo Mendes da Rocha, Arthur Oswaldo Bratke,

e destaco a minha admiração pelo Severiano Mário Porto, que é o ícone de nossa arquitetura local. Atualmente, tenho acompanhado os trabalhos nacionais de Angelo Bucci, Alvaro Puntoni e Marcio Kogan, e a nível internacional, Frank U Gehry, Daniel Libeskind e em destaque a arquiteta iraquiana Zaha Hadid, que realiza projetos com uma plasticidade incrível e métodos construtivos inovadores.

O que é bom gosto para você em arquitetura? Sob a ótica arquitetônica, o bom gosto está relacionado a harmonia e ao equilíbrio dos elementos. O que você pensa sobre a classe de arquitetura, decoração e design, atualmente, já que existem grupos distintos de profissionais? A definição e compreensão sobre arquitetura, decoração e design são distintas, porém, considero-as complementares para a criação de um bom projeto. Na Vipe Arquitetura, meu escritório, realizamos parcerias técnicas locais e nacionais para o desenvolvimento da parte de interiores e decoração, visando sempre a satisfação do cliente. Simplicidade? Minimalismo. Luxo? Suntuosidade. Um arquiteto(a)? Severiano Mario Porto Uma obra? Museu de Guggenheim Bilbao na Espanha. Um artista? Leonardo Da Vinci. Um mobiliário? Que associe funcionalidade, estética e conforto Um país? Inglaterra, especialmente Londres, dada a concentração dos maiores ícones arquitetônicos do mundo e representação estética de grandes arquitetos contemporâneos. Concordo com você Vitor em tudo, principalmente sobre Londres. Vida longa e próspera! Contato: 33047092 Conheça mais: www. vipearquitetura.com

Harmonia para projetar: traço marcante do arquiteto O Arquiteto Vitor Venâncio Pessoa La Parrilha: outro sucesso do arquiteto Vitor

Anicê Colinas do Aleixo: linhas perfeitas, que trazem o novo com harmonia

Projeto de uma residência: branco asséptico


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Saiba como declarar a compra de um imóvel

Compra de imóvel: a vista, financiado, com o uso do FGTS - veja como declarar para o leão de acordo com a modalidade DIVULGAÇÃO

O contribuinte deve ficar atento e declarar apenas o valor efetivamente pago pelo imóvel e mantê-lo sem qualquer tipo de correção, nesta e nas próximas declarações, até o ano que o imóvel for vendido

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uem estiver fazendo a sua declaração de Imposto de Renda 2016 pode estar com dúvidas com relação ao lançamento da compra de um imóvel, deve saber que, pois, o imóvel pode ter sido comprado à vista assim como pode ter sido financiado - e como lançar quando apenas parte desse imóvel foi pago? Veja abaixo cada situação de lançamento. Bem adquirido Se o imóvel foi adquirido em 2015, deve ser declaro no Imposto de Renda 2016. Se foi comprado no ano anterior, deve-se fazer o importe da declaração passada. Se foi comprado no ano anterior e não foi declarado na declaração anterior, deve ser informado na atual. Contrato de gaveta Mesmo neste caso, deve haver a declaração. “Contrato de gaveta” é quando o contrato de compra e venda não foi registrado em cartório. Nes-

te caso, deve-se preencher o campo “Declaração de Bens e Direitos”, e preencher com todos os detalhes do imóvel: metragem, número da matrícula, endereço, nome do Cartório de Registro de Imóveis, dados do vendedor (nome completo e CPF/CNPJ) e o valor que foi pago pela aquisição. Há ainda que identificar nesse mesmo campo, se se trata de apartamento (código 11), casa (12) ou terreno (13), seguindo o que consta na escritura. Valor Na coluna “discriminação” deve constar todas as benfeitorias e reformas feitas no imóvel, bem como ampliação da casa. O valor que deve ser colocado é o que consta na escritura. Isso em imóveis adquiridos após 1988. Já imóveis adquiridos após 1996 devem ser declarados conforma os dados da escritura ou do contrato, no campo “Declaração de Bens e Direitos”. O contribuinte deve lembrar de guardar, por pelo menos 5 anos, todos os recibos e comprovantes de

pagamentos feitos durante obras de reforma e benfeitorias, porque a Receita pode solicitá-los para comprovação. Financiamento Neste caso, o valor que já foi pago deve ser declarado e não o valor total. Tudo o que foi pago até 31/12/2015 deve constar na declaração - os valores irão sendo modificados a cada declaração. Também deve ser identificado o credor (ou credores): nome, CPF ou CNPJ. O saldo devedor também deve ser informado. Em conjunto Casais sem relação oficializada e que adquirem junto um imóvel devem informar em suas declarações o que cada um desembolsou – essa informação normalmente está no contrato, mas se por ventura não estiver, o valor deve ser declarado em partes iguais. Se for uma declaração conjunta, o valor declarado deverá ser o valor total (para compra à vista, ou de acordo com as outras situações, como

financiamento). Pode ainda uma das partes fazer a declaração do valor total e a outra lançar os bens em comum em sua declaração. FGTS Quando o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) for utilizado para a compra de um imóvel, o valor utilizado deve ser informado no campo “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” e também deve ser deduzido do campo “Bens e Direitos”. É necessária a informação para que se comprove o aumento de patrimônio do contribuinte. Quem é obrigado a declarar É obrigatória a declaração de imóvel para quem tem bens cuja soma seja maior que R$ 300 mil. Se o contribuinte precisar declarar imposto por outro critério, aconselha-se que ele declare o imóvel ou imóveis, mesmo que a soma não chegue ao valor estipulado. Para imóveis fora do Brasil, as regras são as mesmas.


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Os vasos e tratamentos para cada tipo de espécie Na hora da compra, é preciso observar algumas características do recipiente para garantir a vida e saúde da planta

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scolher o vaso correto é um fator crucial para determinar a vitalidade da planta. Por isso, na hora da compra, o mais importante a se levar em conta é o tamanho. Deve-se escolher um que tenha a dimensão adequada para o desenvolvimento de cada planta. Sendo assim, escolha primeiro a planta que você quer. Tendo ela em mãos, o vaso precisa ter espaço para que o torrão (a raiz) seja envolvido por terra em todos os lados, e não apenas na parte baixa do vaso. “Outras características indispensáveis de um vaso são

FOTOS: DIVULGAÇÃO

ter furo para a saída da água excedente da rega, ter prato um pouco maior do que a base do vaso (o prato deve ter pelo menos 5 cm a mais do que a base do vaso) e colocar rodízio caso o local precise ser limpo com frequência, já que o rodízio facilita a movimentação do vaso e a manutenção também, sem riscar o piso do local. Além disso, permite que a planta seja virada para que ela receba sol por igual”, explica a arquiteta e paisagista Daniela Sedo. De acordo com a especialista, o material do vaso não influencia no desenvolvimento

da planta, porém plantas com raízes fortes podem quebrar vasos, como vasos de terracota com uma primavera. “Mais cedo ou mais tarde a raiz da primavera vai quebrar o vaso. A planta ter flores não é uma condicional para retirá-la de um vaso. Por exemplo, o antúrio, o agapanto e outras espécies de pequeno porte podem viver em vaso durante muitos anos”, esclarece. Há, também, sempre a dúvida de qual é o momento ideal para trocar uma planta para um vaso maior, para isso é necessário conhecer o desen-

volvimento de cada espécie para saber o momento certo. Para Daniela Sedo, uma planta que está há três anos ou mais no mesmo vaso, provavelmente precisará de um novo, devido ao crescimento de suas raízes e a necessidade de mais terra e nutrientes. “É necessário esquecer a ideia de vaso ideal para colocar dentro de casa, não existe vaso ideal. A escolha do vaso dependerá de quanto a pessoa quer gastar e o que mais combina com o estilo de decoração da casa, e principalmente, do tamanho da planta”, indica.

Cada espécie precisa de um vaso adequado para garantir a longevidade


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O passo a passo para redução da conta d’água Aprenda a diminuir o consumo de água da sua casa com dicas de manutenção em torneiras, canos, válvulas e registros

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ara evitar multas e acréscimo no valor da fatura de água, um ponto de atenção, tão importante quanto o uso racional do recurso, é a detecção de vazamentos. Mesmo os de pequena proporção podem encarecer a conta de consumo. Fazer a manutenção em torneiras, válvulas, boias de caixas e registros pode representar até 25% de economia no consumo de água. Uma torneira pingando desperdiça quase 1,5 mil litros de água mensalmente; o problema em uma válvula de descarga do sanitário pode desperdiçar até 4,3 mil litros de água em um mês e um filete de apenas 4 mm em um encanamento representar um desperdício mensal de 13.260 litros. “Para que a casa fique livre de vazamentos em canos e torneiras, basta a adoção de técnicas simples e um pouco de paciência para observação. Com esses cuidados simples, capazes de revelar locais de vazamentos, além de evitar desperdícios, será possível, ainda, diminuir o preço da conta de água e

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até mesmo representar economia na hora de requerer serviços de um profissional habilitado para reparos”, afirma Plínio Protásio, gerente de operações da Roto -Rooter, empresa especializada em caça-vazamentos.

VILÕES Torneiras, vasos sanitários e chuveiros são os principais “vilões” do desperdício de água, e representam cerca de 72% do total do consumo de água na sua casa e, portanto, de sua fatura no fim do mês.

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Fechar todas as torneiras, interrompendo o uso da descarga e de todos os aparelhos ou equipamentos que usam água;

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Ler o relógio (hidrômetro): sem fechar os registros, anotar o número marcado no visor do hidrômetro, esperar uma hora e refazer a leitura. Caso o ponteiro

tenha andado e o número no visor sofrido alteração é sinal de vazamento na casa.

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Nos canos alimentados por caixas d’água, marcar o nível da água da caixa e verificar, depois de uma hora se houve alterações. Caso o nível tenha baixado, é sinal de que há vazamentos na tubulação ou sanitários.

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Nos vasos sanitários com caixa acoplada, retirar a tampa da caixa e pingar algumas gotas de corante. Observar, após alguns minutos, se o vaso ficou colorido.

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Nos jardins, notar se há áreas com terra mais fofa e úmida ou plantas mais crescidas em uma área do que em outras. Isso pode indicar vazamento.

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Fazer um teste acústico, isto é, dar batidas com a mão fechada na extensão do encanamento que percorre a parede e ficar atento para sons diferentes. Vazamentos desse tipo também deixam sinais aparentes nas paredes, como relevos (bolhas) e manchas na pintura.

A redução do consumo de água em casa pode representar um grande desconto em sua fatura mensal


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