MANAUS, DOMINGO, 18 DE JANEIRO DE 2015
(92) 3090-1017
Regras para a boa convivência Descumprimento do regimento interno ou da convenção do condomínio pode gerar multas ao morador, além do desconforto com os vizinhos
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s regras de um condomínio podem variar de acordo com o Regimento Interno (RI) de cada um, porém, algumas condutas exigidas são unânimes e causam conflitos quando não cumpridas pelos moradores. O barulho, o lixo e o uso indevido das áreas de lazer são alguns dos itens que podem gerar consequências que chegam até as vias jurídicas. A corretora Márcia Cohen, que administra o condomínio Laranjeiras, explica que os moradores acabam notificando desde a festa barulhenta até o carro estacionado no lugar errado. “As regras estão ali para assegurar a boa convivência entre todos. Porém, sempre há conflitos e às vezes geram multas para o morador”. Dependendo de cada condomínio, o descumprimento contínuo das regras pode ocasionar multas que vão de um a cinco vezes o valor da taxa condominial. “Por exemplo, em nosso condomínio exigimos que todos os lotes estejam murados e limpos. Se um desses requisitos não é cumprido, é feita uma notificação. Após o prazo dado, caso o morador não corrija o problema, ele recebe uma notificação extrajudicial. Continuando o problema, é enviada uma multa e, caso não seja paga, o condomínio pode iniciar um processo judicial”, diz. Apesar das brigas entre os moradores, Márcia afirma que a maioria das notificações e processos judiciais ainda são gerados por inadimplência condominial. Outros casos comuns se referem ao barulho que acontecem em festas, que têm o horário regulado pelo condomínio, ao carro do vizinho estacionado no lugar errado e ao uso indevido da área de lazer. “Todo e qualquer problema pode ser notificado pelo morador e o condomínio toma as devidas providências para que não aconteça novamente”. Antes de advertir ou multar algum condômino, Márcia
aconselha que é preciso calma para avaliar o problema da forma correta e decidir se a ação é justa. “Tentar conversar amigavelmente, sempre que cabível, é uma boa forma de abordar a situação, assim como saber se foi a primeira vez que determinado morador cometeu tal falta. Caso deseje seguir em frente, ajuda ter provas, como imagens no Circuito Fechado de Televisão (CFTV), fotos, testemunhos ou reclamações por escrito de que a infração de fato ocorreu. Dependendo do caso, não cabe a advertência”. Uma notificação do ocorrido pode ser enviada à unidade do infrator antes da multa ou advertência chegar. “Não é recomendado fazer a notificação pessoalmente nem diretamente por funcionário do condomínio, mas sim via comunicação impressa. Se possível, encaminhada pela empresa administradora. A carta de notificação deve ser bastante objetiva e com dados concretos, citando-se o item do Regulamento Interno ou da Convenção (constituição do condomínio) que foi desrespeitado, assim como o horário e o local”, ressalta Márcia. A convenção é o ato que institui o condomínio, devendo ser registrado no Cartório de Registro de Imóveis e onde consta a discriminação e individualização das unidades de propriedade exclusiva. Já o Regimento Interno é o documento que detalha a forma e as regras de convívio, assim como o uso dos espaços sociais e as sanções cabíveis em caso de descumprimento. Em condomínios verticais, as regras são ainda mais rígidas, como explica o síndico do condomínio Paul Cézanne, o corretor
Daniel Aragão. “Como temos uma concentração maior de pessoas no mesmo lugar, é preciso que a Convenção e o RI sejam mais balizados e centrados, senão as pessoas começam a criar suas próprias regras”, diz. A inadimplência também é citada por Aragão como o caso que mais gera conflitos judiciais no condomínio, podendo até negativar o nome do morador na Justiça. Porém, problemas em relação a vagas de estacionamento, horário indevido no salão de festa e outros são resolvidos no diálogo pela administração do prédio. “Nunca um caso desses chegou a ser processo na Justiça. O morador nos notifica e nós conversamos sobre o ocorrido para resolver. Acho que é preciso calma em alguns casos para também evitar conflitos maiores”, indica.
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Mais construtoras devem ser rebaixadas, diz agência As manobras foram interrompidas devido à operação Lava Jato, da Polícia Federal
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ais construtoras brasileiras devem dar calote em compromissos financeiros e ter suas notas rebaixadas nos próximos meses, afirmou na última semana a agência internacional de classificação de risco Fitch. A agência destacou que tem ficado cada vez mais difícil às empresas do setor ter acesso a linhas de crédito e receber pagamentos por projetos executados. A Fitch disse ainda que a “decisão da construtora OAS de não pagar obrigações financeiras na semana passada apesar de ter um caixa estimado em R$ 1 bilhão abriu um precedente ruim para as companhias de engenharia e construção do Brasil”. A agência ressaltou que todas as construtoras brasileiras tiveram suas notas colocadas em perspectiva negativa em novembro do ano passado.
OAS Recentemente, a construtora OAS, investigada na operação Lava Jato, da Polícia Federal, sofreu uma série de rebaixamentos por agências de classificação de risco. Na quinta-feira (8), a S&P - que já tinha feito um corte da nota da empresa - rebaixou a avaliação da empresa para “D”, que reflete alta probabilidade de “default” (calote). Na quarta-feira (7) foi a vez de a Fitch - que também já rebaixara a nota da OAS - cortar a nota da empresa também para nível “D”. A Moody’s, outra agência de classificação de risco, também rebaixou notas da OAS no último dia 5, acompanhando seus pares internacionais. Histórico Com dois calotes seguidos em apenas três dias, a empreiteira OAS já deixou de pagar R$ 117,8 milhões a investido-
res no Brasil e no exterior. A empresa entrou em uma grave crise financeira depois que seu crédito secou por causa da operação Lava Jato. Na última segunda-feira, a OAS não pagou R$ 101,8
CALOTE
A construtora OAS já deixou de pagar R$ 117,8 milhões a investidores no Brasil e no exterior. A empresa entrou em uma grave crise financeira depois por casa da operação Lava Jato milhões em debêntures (títulos de dívida) que venceriam apenas em 2016, mas foram antecipadas por causa da crise da empresa. Outros R$ 16 milhões em juros de papéis no exterior já não tinham
sido honrados na sexta. A empreiteira tem mais obrigações vencendo no final deste mês e em abril. A reportagem apurou que a estratégia da empresa é não pagar bancos e investidores e preservar seu caixa para garantir o andamento de suas obras. A ideia é fazer isso enquanto tenta vender seus ativos para pagar dívidas. Após os calotes, três agências de classificação de risco já rebaixaram a empresa (Fitch, S&P e Moody’s).
Os bônus da OAS no exterior, que já vinham sendo negociados com descontos característicos de empresas em “default”, viraram pó e estavam cotados por apenas 10% do seu valor na segunda. Por meio de nota, a empresa informou que “ambas as suspensões de pagamentos estão em linha com o anunciado plano de reestruturação de dívidas que será levado aos credores”. Como a “Folha de São Paulo” antecipou em dezembro, a OAS
contratou assessores para preparar um plano de renegociação de sua dívida de R$ 7,9 bilhões com credores. Metade dessa dívida está nas mãos de investidores estrangeiros. No Brasil, o maior credor é o Bradesco, com R$ 900 milhões. O plano, que deve ser apresentado nos próximos dias, está sendo preparado pela G5 Evercore, na área financeira, e pelos escritórios Mattos Filho e White & Case, no campo jurídico. Por Agência Brasil
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor
FOTOS Arquivo EM TEMPO
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira
REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves
TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima
REPRODUÇÃO
Segundo a agência internacional de classificação de risco Fitch, o acesso à linha de crédito das empresas está mais difícil
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Atrasos nos repasses do Minha Casa, Minha Vida O
governo continua atrasando os repasses devidos às construtoras que operam no programa Minha Casa, Minha Vida, de acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). Segundo a entidade, as construtoras com obras contratadas do programa receberam entre 26 de dezembro e 2 de janeiro somente uma parcela dos valores referentes a dezembro. “Foi possível pagar o 13º salário dos trabalhadores ainda em 2014. Mas esses atrasos têm se tornado recorrentes e geram insegurança crescente, porque não temos garantia do que vem pela frente”, diz o vice-presidente de Habitação Popular do Sinduscon, Ronaldo Cury. O Sinduscon diz que os atrasos nos pagamentos começaram em outubro de 2013. As empresas do setor esperam se reunir com o novo ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSB), e com a equipe econômica do governo para tratar das regras da fase 3 do Minha Casa, Minha Vida. Expectativa Para seu novo mandato, a presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou que a meta do governo é contratar 3 milhões de novas unidades habitacionais até o final de 2018.
FOTOS: REPRODUÇÃO
Sinduscon afirma que foi possível pagar o 13º dos trabalhadores, mas os atrasos acabam gerando insegurança Presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Walter Cover estima que cerca de 7% das vendas de materiais de construção em 2014 foram para as unidades construídas por meio do Minha Casa, Minha Vida. “O setor conta com o aumento no ritmo de construção da fase 3 do programa para aumentar a venda de materiais de construção. Se for aprovada a construção de 600 mil casas neste ano, acho que as vendas em 2015 podem chegar a 10% do total esperado para o setor”. Analisado de forma mais detalhada, o corte de verbas para os ministérios promovido pelo governo Dilma ameaça também o Minha Casa, Minha Vida, iniciativa tida como prioritária pela administração petista. Para Cover, apesar da sinalização de redução de despesas dada pela nova equipe econômica de Dilma, a expectativa dos empresários da construção civil é que o programa ajude a melhorar os resultados do setor em 2015, após um 2014 de queda de cerca de 6% nas vendas. “O programa é uma maneira de melhorar os resultados das vendas, e as mudanças anunciadas na economia podem fazer com que os empresários invistam mais”, diz.
Kassab garantiu que não haverá cortes no programa
Orçamento não terá cortes O ministro Gilberto Kassab (Cidades) afirmou que o governo federal não irá reduzir o repasse de recursos para obras do programa Minha Casa, Minha Vida após o corte de despesas anunciado nas últimas semanas. De acordo com o ministro, a presidente assegurou que o programa não sofrerá com os cortes. Após a ordem do governo federal para se reduzir os gastos, o ministro determinou redução de gastos administrativos para preservar os investimentos em programas sociais. “O programa Minha Casa, Minha Vida não sofrerá cortes. É um programa que terá continuidade e que permanecerá como uma prioridade do governo. Isso já é uma definição da presidente Dilma”, afirmou Kassab ao “Blog do Planalto”, veículo oficial do governo federal. O programa já investiu,
desde 2009, R$ 241,3 bilhões em todo o país, segundo o ministério. Ao todo, foram contratadas 3.727.975 unidades habitacionais e entregues 1.910.408 moradias. Um decreto presidencial assinado na semana passada fixou limites máximos para os gastos mensais de cada ministério, em montantes inferiores aos previstos no projeto de lei orçamentária ainda em tramitação no Congresso. Com isso, pretende-se demonstrar como será atingida a meta de poupar R$ 66,3 bilhões - R$ 55,3 bilhões na União e o restante nos Estados e municípios - neste ano, o equivalente a 1,2% do PIB (Produto Interno Bruto, medida da renda nacional). O ministério das Cidades sofreu um contingenciamento de 7% do seu orçamento anual. Por Folhapress A presidente Dilma Rousseff afirmou, durante sua campanha em 2014, a continuação do programa Minha Casa, Minha Vida 3
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Índice que reajusta valor de aluguel está em queda A
inflação medida pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM) fechou o primeiro decêndio do ano com taxa de variação de 0,29%, registrando queda de 0,34 ponto percentual em relação aos 0,63% da alta do indicador no mesmo período de dezembro do ano passado. A apuração referente ao primeiro decêndio do IGPM de janeiro compreendeu o intervalo entre os dias 21 e 31 do mês de dezembro. Os dados foram divulgados hoje na última semana pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e refletem preços menores captados em dois dos três componentes do IGP-M. O indicador é utilizado como parâmetro para o reajuste dos preços dos aluguéis, das tarifas públicas, dos planos e seguros de saúde. A principal influência foi exercida pelo Índice de Preços no Atacado (IPA) que, com peso de 60% na composição do IGP-M, sofreu retração de 0,48 ponto percentual – de 0,71% para 0,23%, no primeiro decêndio do ano. O Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), com peso de 10%, caiu 0,33 ponto percen-
tual – de 0,41% para 0,08%. Único a fechar o mês em alta, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) fechou com pequena elevação: 0,01 ponto percentual – de 0,51% para 0,52%. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição partiu do grupo alimentação (0,47% para 1,01%). Também apresentaram acréscimo nas taxas de variação os grupos vestuário (0,34% para 0,85%); habitação (0,50% para 0,51%); comunicação (0,19% para 0,28%); e despesas diversas (0,11% para 0,16%). Para a queda expressiva do IPA, contribui o índice correspondente aos Bens Intermediários que variou 0,28%, ante 0,95% no mês anterior. A principal contribuição para esse recuo partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, que passou de 1,06% para 0,07%; enquanto o índice referente a matérias-primas brutas registrou variação de -0,89%. Entre os itens com taxas em trajetória decrescente, destacam-se ainda milho, bovinos e laranja. Por Agência Brasil
REPRODUÇÃO
Os dados foram divulgados na última semana pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas
O indicador é utilizado como parâmetro para o reajuste dos preços dos aluguéis, das tarifas públicas e dos planos de saúde
Carlos Célio carlos@investimento.net.br
Mudança pode causar transtornos Um projeto de lei quer renomear a avenida Ephigênio Sales, uma das mais importantes vias da capital amazonense, localizada na Zona Centro-Sul da cidade, transformando-a em avenida dos Pássaros. A medida surge em resposta ao polêmico caso da morte de mais de 250 periquitos (pássaros da espécie Brotogeris versicolurus, conhecida na região como periquitode-asa-branca) na avenida em novembro do ano passado. O projeto de lei, de número 346/2014, de autoria do vereador Professor Bibiano (PT), já foi deliberado pela Câmara Municipal de Manaus (CMM) e deve começar sua tramitação em breve. De acordo com o parlamentar, ele veio atender à pressão de grupos que manifestaram contra a morte dos animais e queriam cimentar o fato na consciência coletiva. Segundo o autor, o projeto vem atender ao pedido de um grupo de ambientalistas, que procuraram a Câmara Municipal buscando uma resposta sobre o ocorrido. Bibiano alegou que o pedido é para que o fato não seja esquecido pela população, além de conscientizar é também uma forma de sensibilizar a sociedade da importância da vida. Ephigênio Ferreira de Sales, mais conhecido como Ephigênio Sales, foi um professor e político brasileiro. Governou o Amazonas de 1926 a 1929, além de ter sido deputado federal e senador. No caso de se confirmar a alteração do nome, o morador será obrigado a atualizar seus cadastros de endereços em bancos, companhias de telefone, água, energia elétrica e outros que emitem correspondências. No caso de empresas, será neces-
sária alteração de endereço no Ministério da Fazenda e na Junta Comercial do Estado e, tudo por conta própria. Na prefeitura, há necessidade de alteração dos dados para a emissão do carnê do IPTU, o morador deverá requerer na Implurb uma certidão de endereço, que em média fica pronta em trinta dias, depois averbar a certidão no Cartório de Registro de Imóveis, mais vinte dias em média para a obtenção de uma nova certidão com a atualização dos dados da nova rua e uma taxa ainda mais gorda. Haverá inúmeros transtornos, correspondências não serão entregues, consequentemente o morador pagará multas por atraso, você irá se estressar muito com a perda de tempo nas repartições para alterar o endereço e o pior, ainda pagará taxas por essa proposta do vereador. Projetos que nomeiam ou mudam nome de rua são recorrentes no Legislativo, para desespero de moradores, que enfrentam problemas de todas as ordens e principalmente negócios imobiliários que não se realizam até a devida correção de toda documentação, uma vez que os agentes financiadores só aprovam o devido financiamento com a documentação toda regularizada. Se não pode ajudar, pelo menos não complique a vida dos moradores daquela região, senhor vereador. A nossa cidade tem várias demandas na educação, saúde e nem vou falar do transporte público. Na gestão do prefeito Serafim houve várias alterações de nomes de ruas tradicionais, o que indignou a população. Pense nisso! O seu futuro agradece.
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
Haverá inúmeros transtornos, correspondências não serão entregues, consequentemente o morador pagará multas por atraso, você irá se estressar muito com a perda de tempo nas repartições para alterar o endereço e ainda pagará taxas”
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Arquitetando paulo@adoromanaus.com.br
Paisagismo no Amazonas: Edith Eto Gall FOTOS: ACERVO EDITH ETO GALL
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Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e altadecoração
Levantar da área local, como do solo, é o primeiro passo para o sucesso de um projeto paisagístico”
Profusão de cores: Palmeiras LaKa, Russélias e Pleomere junto integradas ao canteiro
Plantas tropicais em entrada de residência
O paisagismo e o recanto para chamar de seu: harmonia
gistas como Benedito Abbud com obras na Argentina e Angola e Marcelo Novaes, ambos associados da ABAP. Em contrapartida, Edith crê plenamente que todo excesso de informação traz poluição visual ao projeto. Assim como no design de interiores, a grande tendência na arquitetura paisagística é o minimalismo, onde mais significa menos. O que conta para o sucesso
do projeto é o desenvolvimento dos detalhes em conjunto com o arquiteto. Existe ainda alguns detalhes na profissão de paisagista, engenheiros agrônomos, engenheiros florestais que são a favor da formação de paisagista amplificada, enquanto os arquitetos, mantém-se na posição de que paisagismo é campo exclusivo de conhecimento dos arquitetos paisagistas.
Bonsai com 50 anos: preservação do conjunto
Edith Eto Galli REPRODUÇÃO
dith Eto Gall iniciou sua carreira cursando agronomia, conectada a vários cursos de jardinagem e paisagismo. Executa com maestria os projetos de paisagismo dos profissionais da área de arquitetura paisagística. Atua no mercado há 20 anos, tem um trabalho com foco amplificado. Edite entende que seu job é preparar o solo, valorizar áreas verdes, torná-las funcionais e práticas. Pensamento estratégico de arquiteto paisagista. Sua conduta durante a execução é embasado no futuro. Em tempo: evitar gastos desnecessários com desperdícios e manutenções e evitar erros de especificação de plantas. Um projeto paisagístico ideal nasce com o levantamento da área local, coletando as vegetações já existentes que podem ser aproveitadas, observando os dados do tipo de solo, meia sombra, sombra e a situação dos nutrientes. Busca inspiração também no mercado global como um todo, adequando a execução dos projetos ao clima local, no nosso calor tropical. Destacase e inova por implementar novas espécies que normalmente não são utilizadas, e que tem grande potencial para agregar a um projeto. Ousada e inovadora. Suas referências estão ligadas aos de grandes paisa-
NACIONAL
Alphaville Urbanismo eleita por consumidores A Alphaville Urbanismo foi eleita pelo público com uma das “melhores empresas para o consumidor 2014”. O prêmio, oferecido pelo portal “Reclame Aqui” e pela revista “Época”, é reconhecido como o principal e mais concorrido do país no critério de avaliar a relação de uma companhia com seus clientes. A empresa conquistou o primeiro lugar na categoria que engloba construtoras, empreendimentos imobiliários e incorporadoras. A premiação visa reconhecer aquelas empresas que se empenharam em resolver todas as demandas de seus consumidores e também incentivá-las a buscar cada vez mais a excelência no atendimento ao público. Durante o processo, são analisadas informações de mais de 70 mil companhias e indicadas somente aquelas que conseguem obter pelo menos seis meses de reputação “Bom, “Ótimo” ou “RA1000”, segundo a opinião dos consumidores do portal. Após essa fase, elas ainda passam por mais quatro etapas de avaliação para serem selecionadas. As empresas vitoriosas são decididas por meio de votação popular. No seg-
mento imobiliário, apenas duas conseguiram atender todos os requisitos para serem indicadas e a Alphaville Urbanismo venceu a eleição perante o público, graças à constante dedicação que a companhia possui com os consumidores. “Esse prêmio é o reconhecimento de um amplo trabalho realizado por nossa equipe nos últimos anos para oferecer ao cliente um serviço moderno, rápido e eficaz. Ficamos muito felizes e só temos a agradecer pela preferência”, diz Ana Paula Volpi, coordenadora de atendimento ao cliente da empresa. Histórico Com 40 anos de atuação, a Alphaville leva a todo o Brasil uma proposta exclusiva de planejamento urbano, por meio do desenvolvimento de empreendimentos horizontais que conciliam preservação ambiental, infraestrutura altamente qualificada e o comprometimento com a sociedade. A Alphaville possui 108 empreendimentos já lançados em 21 Estados do Brasil e Distrito Federal, que representam mais de 74 milhões de metros quadrados urbanizados.
A escolha ocorreu por meio do site “Reclame Aqui”, ao longo do ano de 2014
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Emprego na construção registra queda em 2014 A
contratação de mão de obra na construção civil caiu 0,14% ao longo de 2014 com corte de 14,8 mil postos de trabalho no período de janeiro a novembro, segundo pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), feita em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV). No mesmo período em 2013 foram gerados 141 mil vagas. Em novembro, na comparação com outubro, houve retração de 1,57%, com saldo de 54,9 mil demissões. Em relação a novembro de 2013, o índice ficou negativo em 2,94% e com base de empregados totalizando 3,434 milhões (103,8 mil a menos). O desempenho não surpreendeu o setor, conforme nota da entidade: “O setor já esperava a queda do emprego em novembro, mês em que tradicionalmente o número de demissões é maior que o de contratações na construção civil, em função do término de obras, o que deve ter voltado a acontecer em dezembro”, disse o vicepresidente de economia do
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Em novembro do ano passado, na comparação com outubro, houve retração de 1,57%, com saldo de 54,9 mil demissões sindicato, Eduardo Zaidan. As ofertas em novembro diminuíram em todas as regiões. No Sudeste, foram 23.853 postos de trabalhos a menos, com recuo de 1,39%. A taxa mais expressiva foi registrada no Norte com queda de 3,53% e a eliminação de 8.212 postos de trabalho. No Nordeste, embora a variação tenha sido um pouco mais branda (-1,16%), o número de vagas suprimidas alcançou 8.638. Já no Sul do país, o recuo foi 0,66% com saldo de 3.337 demissões. No CentroOeste, queda de 1,57% e corte de 54.964 empregos. Queda Em São Paulo, o emprego caiu 1,05% sobre outubro com corte de 9 mil postos. No acumulado do ano até novembro, a taxa ficou negativa em 0,42%, que correspondente a perda de 3,9 mil vagas. Na comparação com novembro de 2013, o emprego diminuiu 2,73%, com base de trabalhadores passando de 871,9 mil para 857,2 mil. Das dez regiões pesquisadas foi constatada alta apenas em Santo André (0,47%) com a geração de 206 vagas. Por Agência Brasil
De todas as cidades pesquisadas em São Paulo, somente Santo André registrou alta com geração de 206 novos empregos
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Cresce juro imobiliário O
s mutuários que pretendem financiar a compra da casa própria com recursos da poupança podem preparar o bolso. A Caixa Econômica Federal reajustará os juros das operações contratadas por meio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). A justificativa foi o aumento na taxa Selic (juros básicos da economia), que subiu nos últimos meses e está em 11,75% ao ano. As novas taxas valem para financiamentos concedidos a partir de amanhã, 19. De acordo com a Caixa, os mutuários que já assinaram contrato não terão mudança. Os imóveis financiados com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou pelo programa Minha Casa, Minha Vida também não sofrerão alterações. No Sistema Financeiro da Habitação (SFH), apenas a taxa para quem não é correntista da Caixa não mudou, sendo mantida em 9,15% ao ano. Para os correntistas do banco, os juros subirão de 8,75% para 9% ao ano. Os mutuários com conta na Caixa e que recebem salários pelo banco passarão a pagar 8,7% ao ano de juros, em vez de 8,25% ao ano. Para os servidores públicos, a taxa aumentará de 8,6% para 8,7% ao ano para os
correntistas. Para os servidores com conta na Caixa e que recebem salário pelo banco, os juros passarão de 8% para 8,5% ao ano. O SFH financia até 90% de imóveis de até R$ 650 mil. Em São Paulo, no Rio de Janeiro, no Distrito Federal e em Minas Gerais, o valor máximo de avaliação do imóvel corresponde a R$ 750 mil. As linhas do SFH tem custo efetivo máximo limitado a 12% ao ano. O custo efetivo máximo engloba juros e impostos sobre a linha de crédito, mas exclui gastos com seguros e taxas de administração. No Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que segue regras de mercado e não tem limite de valor para os imóveis, a taxa para quem não tem vínculo com a Caixa subirá de 9,2% ao ano para 11% ao ano. Para os correntistas do banco, os juros passarão de 9,1% ao ano para 10,7% ao ano. Quem tem conta no banco e recebe salário pela Caixa passará a pagar 10,5% ao ano de juros, em vez de 9% ao ano. No caso dos servidores públicos, os juros também subirão de 9% ao ano para 10,5% ao ano. Para servidores com conta na Caixa e que recebem salário pelo banco, os juros saltarão de 8,8% ao ano para 10,2% ao ano. Por Agência Brasil
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A Caixa Econômica irá reajustar os juros das operações de financiamento da casa própria com recursos da poupança. As novas taxas começam a valer a partir desta segunda-feira (19) e os que já assinaram contrato não passaram pelo reajuste
Para servidores públicos, a taxa aumentará de 8,6% para 8,7% ao ano para os correntistas, isso para quem não tem conta no banco
SINAPI REPRODUÇÃO
ENERGIA
Construção fecha o ano de 2014 com custo mais alto ficou 7,74% mais alto e fechou 2014 a um custo de R$ 415,95. Os materiais ficaram 4,9% mais caros e fecharam o ano em R$ 497,37. Entre os estados, a inflação foi mais alta no Espírito Santo (8,35%) e Rio de Janeiro (8,11%). O Maranhão foi o estado com menor taxa (1,07%). Considerando-se apenas o mês de dezembro de 2014, a inflação da construção civil ficou em 0,65%, mais alta do que o 0,2% de novembro. Por Agência Brasil REPRODUÇÃO
O custo para construir ou fazer reformas no Brasil ficou 6,2% mais elevado em 2014 em relação ao ano anterior. O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com a Caixa, foi superior ao 0,52% de 2013. O metro quadrado da construção civil fechou o ano passado em R$ 913,32. A inflação foi puxada principalmente pelo aumento do preço da mão de obra, que
O ministro Eduardo Braga descarta a possibilidade de que o reajuste chegue a 40% como estava sendo especulado
Reajuste ainda está sob análise O ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que o reajuste da tarifa de energia este ano não chegará ao patamar de 40%, devido à suspensão dos repasses do Tesouro Nacional para o setor. “Não sei de onde tiraram [esse percentual]. Não creio em reajuste da tarifa de 40%”, disse Braga após reunião com a diretoria da Petrobras, em Brasília. Segundo reportagem do jornal “Valor Econômico”, levantamento feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) enviado
à presidente Dilma Rousseff aponta para a necessidade de reajuste da tarifa elétrica em 40% para compensar a diminuição de subsídios. Na quarta-feira, 13, em encontro com jornalistas que cobrem o setor, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, deixou claro que não haverá repasses do Tesouro Nacional ao setor elétrico para equilibrar a conta do setor, ficando a cargo dos consumidores o aporte final por meio das tarifas. De acordo com Braga, a Aneel ainda avalia a aprovação da Conta de Desenvol-
vimento Energético (CDE). Só depois dessa análise, a Aneel poderá definir os percentuais de reajuste das tarifas. Com a avaliação feita, as cotas serão passadas às distribuidoras que entrarão com seus processos para análise da RTE [Recomposição Tarifária Extraordinária], destacou o ministro. Perguntado sobre o impacto da queda no valor do barril de petróleo nos investimentos na Petrobras, o ministro disse que é cedo para fazer previsões. “Ainda não estamos com esse cenário decidido”, disse.
Sobre o possível rompimento de contratos da Petrobras com empresas investigadas pela operação Lava Jato, da Polícia Federal, Braga disse que a estatal aguarda posicionamentos da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Ministério Público Federal (MPF). “Discutimos a questão dos contratos em vigor e (a manutenção deles) depende da CGU (Controladoria-Geral da União), da AGU (Advocacia-Geral da União) e do Ministério Público Federal. Os contratos estão de pé ainda”, acrescentou o ministro. O custo para construir ou reformar ficou 6,2% mais elevado
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Um ano de oportunidades A
Capital Rossi, incorporadora com 5 anos de atuação no mercado imobiliário, encerrou o ano de 2014 com um saldo positivo de 10 empreendimentos entregues, cinco com obras 100% concluídas e oito com o trabalho de construção em ritmo acelerado. Para este ano, a expectativa do grupo é dar continuidade ao progresso e, mais que isso, alcançar resultados ainda maiores. Na primeira convenção de vendas de 2015 da Capital Rossi, que aconteceu na última quinta-feira (15), os resultados foram apresentados pela diretoria aos corretores de vendas e foi lançada a campanha “Quem Vier, Vai Mandar Bem”. O slogan motivacionalconsolida a mensagem de inventivo às vendas dos empreendimentos que serão instalados, como também dos estoques da incorporadora. De acordo com o diretor da Capital Rossi Vendas, o salto de 30% do volume de vendas de 2013, em relação a 2014. Aproveitando o “gás” do final do ano passado, a proposta e continuar somando em 2015. O diretor não acredita em qualquer ameaça de ‘crise no mercado imobiliário’ e aposta na variedade de imóveis como é um dos diferencias
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A Capital Rossi encerrou o ano de 2014 com um saldo de 23 empreendimentos instalados na capital do Estado. Apesar do momento crítico que vive o mercado, a empresa acredita que continuará com seus lançamentos normalmente da incorporadora. “O investidor pensa duas vezes antes de aplicar o seu dinheiro em empreendimentos. Mas, a Capital Rossi tem uma demanda muito grande para o consumidor final, para aquele que quer morar logo e esta parcela nós conseguimos atingir com produtos diferenciados, que vão dos mais populares até os de alto padrão”, disse o diretor, acrescentando que os imóveis financiados pelo programa do Governo Federal são ainda os mais procurados. Oportunidades Para o ano de 2015, a proposta do grupo e continuar intensificando a venda de estoques e promover lançamentos. O gerente comercial da Capital Rossi, Rodrigo de Oliveira, acrescenta que em 2014, o volume de vendas de estoque foi o maior desde 2009. “Os resultados foram muito satisfatórios. Neste ano temos muitos lançamentos previstos”. O presidente da Capital Rossi, Pauderley Avelino, acredita que apesar das ameaças de crise do mercado imobiliário, a incorporadora não se fragiliza, já que é detentora de três aspectos fundamentais: “a engenharia, uma boa equipe de venda e uma boa equipe de repasse”, finaliza.
Rodrigo Oliveira, Pauderley Avelina e Henrique Medina participaram do encontro criado para anunciar metas para este ano