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Imóveis & Decor - 17 de janeiro de 2016

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Não tenha prejuízo na hora do distrato. Página 8

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Atenção para as rachaduras em paredes Entenda as diferenças entre as fissuras e tome os cuidados necessários para evitar problemas

LUIS HENRIQUE OLIVEIRA

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onhecidas por muitos, as fissuras em paredes, popularmente chamadas de rachaduras, aparecem com frequência em imóveis e precisam ser tratadas com atenção e cautela. O primeiro passo, segundo engenheiros especialistas, é a identificação do tipo de rachadura e qual a sua origem. De acordo com o engenheiro e presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM), Romero Reis, é importante que o diagnóstico seja realizado previamente por profissionais da área. “O primeiro passo é a identificação. A pessoa prejudicada deve procurar orientação profissional, para que seja identificado o tipo de fissura. Existem dois tipos: as fissuras por conta de variação térmica, e a que acontece por conta da deformação

de estrutura. Então, quando aparece algo dessa natureza, é preciso que um profissional apropriado avalie para os procedimentos corretos que devem ser adotados”, orientou. Vítima desse problema, o empresário Antônio Salgado, 32, explicou que o a fissura surgida em sua residência se tratava de revestimento. O problema só aumentava e, segundo ele, a parede chegou a ficar infiltrada, por conta da passagem de água das chuvas. “Tinha umas rachaduras em uma parede da minha casa, que foram aparecendo lentamente. Um dia era apenas um risco pequeno, dias depois já estavam maiores. A preocupação veio quando já estava entrando água e a parede estava infiltrando. Então, resolvi chamar um engenheiro que avaliou o estado da parede e informou que era apenas por conta do revestimento que deveria ser trocado. Mudei o material e nunca mais apareceu nenhuma marca

na minha casa”, explicou. Tipos A fissura é uma abertura fina, geralmente superficial e atinge, geralmente, apenas o revestimento de parede. Já as trincas, geralmente são mais profundas e chegam a atingir a alvenaria, podendo afetar a segurança dos componentes da estrutura de uma construção. No entanto, algumas fissuras podem aumentar e acabar afetando a estrutura do prédio. Em Manaus, por exemplo, é comum o surgimento desse problema, uma vez que a variação climática é constante. “Digamos que está fazendo quase 40°C e, de repente, temos uma chuva, diminuindo o clima para 20°C. Caso o revestimento da casa não seja apropriado e não possua uma junta de dilatação correta, as fissuras podem surgir”, explicou. Dependendo do tamanho da rachadura, pode até ocorrer a passagem

de água, ventilação, a entrada de bichos e ainda de iluminação solar. O contato constante com água, também pode facilitar o aumento das marcas de fissuras. Cheia traz problemas No Amazonas, a população sofre durante o período da cheia dos rios. Diversas ruas e avenidas do Centro de Manaus ficam fechadas. Durante a última cheia, registrada no fim do primeiro semestre do ano passado, alguns moradores informaram que as rachaduras em suas casas apareceram após o contato com a água. “Eu fiquei com a metade da minha casa debaixo d’água. Quando a água desceu, apareceram as rachaduras. Fiquei com medo de desabar e tratei logo de mandar arrumar. Graças a Deus não aconteceu o pior. Tenho netos pequenos, imagina se desabasse”, indagou a dona de casa Maria do Carmo, 45.

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SEU DIREITO


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Caixa confirma intenção de reajustar prestações B

RASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A presidente da Caixa Econômica, Miriam Belchior, confirmou esta semana a intenção do governo de elevar as prestações mínimas do Minha Casa, Minha Vida para beneficiários da primeira faixa do programa, que ganham até R$ 1.800 por mês. A informação foi antecipada pela Folha de S.Paulo. Miriam defendeu que não haverá “penalização” dos beneficiários nem diminuição de subsídios. “O aumento da prestação está em linha com o aumento da renda e do valor dos imóveis”, afirmou. Segundo ela, o aumento é necessário, pois não há reajuste deste 2009. Juros maiores Desde o dia 4 de janeiro, a Caixa está contratando imóveis para o Minha Casa, Minha Vida com os juros maiores

CRÉDITO Apesar da crise no setor imobiliário, a Caixa prevê que os financiamentos para imóveis de até R$ 225 mil devem crescer 30% em 2016. A expansão é a mesma registrada em 2015 nesse segmento, classificado pelo banco como habitação social

anunciados no ano passado para o programa habitacional. Para famílias com renda a partir de R$ 2.350 (faixas 2 e 3 do programa), as taxas variam agora entre 6% e 8% ao ano. Anteriormente, ficavam entre 5% e 7,16% ao ano. O Ministério das Cidades informou que a fase 3 do progra-

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Aumento no programa Minha Casa, Minha Vida é necessário, pois não há reajuste desde 2009, diz presidente da CEF ma ainda não foi lançada, mas que a Caixa tem autonomia para liberar financiamentos nessas duas faixas, que contam com recursos do FGTS, sem uso de dinheiro do governo. Para o lançamento da fase 3 do programa, faltam definir as novas regras para uso dos recursos do Orçamento, que bancam parte dos imóveis para famílias com renda inferior a R$ 2.350. Caixa seguridade Questionada sobre a abertura de capital da Caixa Seguridade, processo que está suspenso, Miriam disse que a operação vai acontecer quando a situação do mercado “desanuviar”. Segundo ela, a primeira janela possível, mas não provável, para a oferta inicial de ações do braço da Caixa no ramo de seguros e previdência será em abril.

A Caixa está contratando imóveis para o programa com os juros maiores anunciados no ano passado

EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com

REPORTAGEM Luis Henrique Oliveira

FOTOS Arquivo EM TEMPO

REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva


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Organizando o closet para as estações mais quentes Procure manter o armário sempre limpo e organizado, pois assim fica bem mais fácil encontrar suas roupas

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O jeito ideal de arrumar o armário FOTOS: DIVULGAÇÃO

om a chegada das estações mais quentes do ano, temos o momento ideal para organizarmos nossos armários e, enfim, abrirmos espaço para roupas mais leves e coloridas. O ProCompra, junto com a organizadora profissional Louis Mesquita, dão dicas de como renovar os armários para o verão, possibilitando, assim, localizar facilmente as peças mais usadas, por exemplo, o que também otimiza o tempo no dia a dia. Espaço para o novo O primeiro passo é analisar tudo que foi usado durante o inverno e verificar o que precisa ser consertado ou reformado para abrir espaço para as peças de primavera/verão. Outro ponto importante e, muitas vezes difícil para algumas pessoas é fazer o descarte de peças esquecidas no armário. “Que tal doar ou quem sabe fazer um bazar entre amigas com as peças que não usa mais?”, recomenda Louis.

Saias Para não amassá-las ou deixar vincos, a melhor opção é utilizar cabides com presilhas. Shorts e bermudas Podem ser guardados em cabides com presilhas ou dobrados e guardados em gaveteiro ou prateleira.

Como conservar Em seguida, é ideal que as roupas de inverno que serão guardadas sejam lavadas e higienizadas para evitar mau cheiro, bolor ou manchas. “O uso de capas protetoras em organza ou tnt conservam as peças guardadas”, indica a profissional. Não esqueça de inserir produtos anti-mofo em malas ou caixas organizadoras. Praticidade No momento de organizar as roupas no armário, passe as peças de inverno para a parte superior do armário e deixe à mão as peças de verão, organizadas em prateleiras mais baixas, gaveteiros e cabides. Para Louis Mesquita, é importante seguir um critério lógico facilmente entendido (frequência de uso, estilo, material, cor, etc).

Camisetas Quando há espaço, podem ser guardadas uma em cada cabide. Outra opção é colocá -las em gavetas ou prateleiras (dobradas em forma de envelope, por cores e em cascata).

Vestidos Devem ser guardados um em cada cabide, separados por categorias: estilo, cor, material. Pijamas e camisolas Os de seda ou cetim costumam ser escorregadios e desdobram com facilidade. Caso haja espaço nos cabideiros, organize-os em cabides flocados, emborrachados ou com cavas. As peças em outros materiais podem ser dobradas e colocados em gavetas ou prateleiras. Já os conjuntos são dobrados juntos para que formem uma unidade.

As colmeias são ideais para organizar biquínis, maiôs e roupas íntimas dentro de gaveteiros

Óculos Podem ser guardados em caixas organizadoras com divisórias ou gavetas com

divisórias. Assim, evita-se o acúmulo de poeira ou riscos. Como alternativa, também é possível pendurar os óculos em cabides ou ganchos. Chapéus É ideal que sejam colocados em caixas apropriadas ou empilhadinhos no armário ou prateleira. Podem ser guardados em cabideiros, ganchos ou em suporte específico. Biquínis e maiôs Muito utilizados nas estações mais quentes, todas as peças de praia podem ser guardadas em colmeias ou saquinhos organizadores dentro das gavetas. A calcinha do biquíni deve ser guardada em forma envelopada. Caso o sutiã tenha bojo, arrume-os um sobre o outro, mas com cuidado para não amassar e danificá-lo. Quem opta por maiôs pode dobrá-los como o padrão das camisetas. Sapatos Os de uso frequente devem ficar expostos na parte de baixo do armário, sempre à mostra e ventilados. Quando a sapateira tem uma boa profundidade, arrume-os um pé atrás do outro, facilitando a visualização. Outra maneira é colocar em caixas transparentes, saquinhos organizadores, bandejas ou corrediças.


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Construção imobiliária fecha ano com retração O

índice de atividade da construção imobiliária (IACI) encerrou 2015 com retração de 13,2%, após ter registrado quedas de 8,7% e 5,2% em 2014 e 2013, respectivamente, de acordo com dados do Monitor da Construção Civil (MCI), composto por um conjunto de índices elaborado em parceria entre a Tendências e a Criactive. O IACI mede a área em construção (em fase de fundação, estrutura ou acabamento) de obras imobiliárias residenciais, comerciais, de turismo e outros, com abrangência nacional. Entre os tipos de obra, o IACI residencial registrou queda de 12,4% em 2015. A atividade no segmento comercial teve retração ainda mais intensa, no patamar de 18,6%. “Considerando que o arrefecimento das obras residenciais remonta ao início de 2013, o indicador já acumula três anos consecutivos de quedas, enquanto as obras comerciais registram dois anos seguidos de queda”,

disse o MCI, em relatório. O IACI turismo, que apresentou enfraquecimento apenas nos meses mais recentes, encerrou o ano com retração menos acentuada, de 1,2%.

indicadores de fundação (IACI-F) e estrutura mostraram alta na margem, enquanto o da fase de acabamento caiu na mesma base de comparação.

Desconfiança Diante do cenário de crise de confiança e piora nos mercados de trabalho e crédito, a forte retração registrada dos lançamentos em todas as regiões do Brasil, considerando a média 12 meses até outubro de 2015, impõe uma perspectiva pessimista para a atividade da construção imobiliária em 2016 e nos anos seguintes, disse o MCI. A retração do IACI em 2015 foi mais intensa no Norte, com baixa de 38,5%, onde o índice já acumula quatro anos seguidos de queda. A região Centro-Oeste também encerrou o ano com retração do IACI acima da média registrada no Brasil, de -28,4%. As regiões Nordeste, Sudeste e Sul apresentaram quedas de, respectivamente, 12,9%, 10,4% e 8,6%. Na composição do índice, os

Nos próximos anos Apesar do crescimento na margem do IACI-F, o nível do indicador encerrou 2015 com forte queda de -26,6%. Adicionalmente, o índice de lançamentos (IACI-L) registrou alta de 4,9% na margem, em outubro, após apresentar fortes quedas nos últimos meses, acumulando retração de 38,3% em 12 meses. A dinâmica desses indicadores, associada à conjuntura bastante desfavorável, tende a limitar a atividade da construção imobiliária em todas as suas fases nos próximos anos, disse. Considerando apenas o mês de dezembro, o IACI mostrou queda de 2,3% ante novembro, de acordo com dados livres de efeitos sazonais. Na comparação com dezembro de 2014, o índice recuou 10,7%.

FFOTOS: DIVULGAÇÃO

A retração do IACI em 2015 foi mais intensa no Norte, de acordo com os dados do Monitor da Construção Civil

A forte retração registrada dos lançamentos em todas as regiões do Brasil impõe perspectiva pessimista

Setor de materiais também sofre O faturamento das empresas que produzem material de construção caiu 12,6% ao longo de 2015, segundo levantamento da Fundação Getulio Vargas (FGV) feito a pedido da Associação Brasileira da Indústria dos Materiais de Construção (Abramat). Entre novembro e dezembro houve recuo de 13,7% e, na comparação com o mesmo mês de

2014, a queda chegou a 16%. A pesquisa indica que o setor enxugou vagas no mercado de trabalho reduzindo a oferta de emprego em 8,8% em dezembro, na comparação com igual mês do ano anterior. Entre novembro e dezembro últimos, o saldo entre contratações e demissões foi negativo em 2,4%. No

acumulado do ano, houve retração de 5,5%. O presidente da Abramat, Walter Cover, afirmou que “o mercado das construtoras foi abalado pela falta de confiança na economia tanto pelas famílias que prorrogaram a compra do imóvel próprio, como pelos empresários que adiaram a construção de empreendimentos”.


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Arquitetando

contato@arquitetandomanaus.com.br www.arquitetandomanaus.com.br

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Paulo Ricardo Sachs

A entusiasmada e criativa arquiteta Cristiane Sotto Maior

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or que você escolheu arquitetura? Venho de uma família criativa, tenho avó, mãe e irmãs que pintam quadros, porcelana, paredes, bordam, desenham e admiram arte e música. Que família viaja a Europa e se esbalda em museus, sebos e se emociona ao ouvir um simples violino frente a Plaza de La Armeria em Madrid? Juntando tudo isso, coube a mim através da arquitetura e urbanismo dar prosseguimento a essa explosão criativa familiar. Como anda o mercado de Manaus para os especificadores? Manaus não perde para nenhum mercado do país quando o assunto é especificação de materiais, apesar da distância para o sul e sudeste, estamos muito mais próximos dos grandes exportadores, facilitando especificações inclusive do exterior. Fazemos parte de um ciclo maior de profissionais que não pode parar e não vai parar, cabendo a todos, indústrias, lojas, distribuidores e profissionais estar mais integrados e agindo em prol de um mesmo objetivo, que é a manutenção das possibilidades de construir o belo de forma possível e mais próxima das atuais possibilidades, incluindo o custo. Qual a tua formação? Tenho 16 anos de formada em arquitetura e urbanismo, fiz especialização em gerenciamento urbano na ULBRA e nesta época fiz um curso de aperfeiçoamento na FAU-USP de Urbanização de Favelas e simplesmente me encantei pelo tema. Em 2001 tive a oportunidade de participar do Plano Diretor de Manaus já trabalhando na Gestão Pública e me encontrei no urbanismo de vez. Queria

saber mais e mais, busquei outra especialização em Direito e Política Ambiental e Urbana, e achei meu lugar no Cosmos... (risos) como diria o Professor Clóvis de Barros Filho, mas isso é burocrático demais, tenho que ter a leveza da criação, então me especializei também em arquitetura de Interiores que é, digamos assim, meu momento narcótico, da sensação total de felicidade, bem estar e euforia, adoro criar. E, em 2014 volto a participar do Plano Diretor de Manaus como Coordenadora do Grupo Executivo da Prefeitura de Manaus e decido então cursar Direito, hoje faço o 5o. período do curso e só me arrependo de não ter feito isso antes. Mas já antecipo que serei uma Urbanista com conhecimento em Direito e não uma Advogada Criativa. Qual a tua referencia na arquitetura, quem você considera como teu ou tua mentora em termos de arquitetura? Essa é uma pergunta difícil pois não tenho uma personalidade em especial para ser minha total referência. O que percebo é que diante do que estou trabalhando posso lembrar de grandes ícones da arquitetura, como também de grandes colegas de profissão que estão bem próximos. Mas já fiz projetos em que minha referência transcendeu totalmente a arquitetura chegando a Piet Mondrian, Gabrielle Chanel, Tom Jobim ou mesmo uma banda de rock. Sobre sua carreira, qual tipo de projeto você mais se identifica, interiores ou exteriores, conte para nós. Tenho feito vários trabalhos de interiores e as pessoas

ficam bem impressionadas com o que vêem, entendo que isso se deve a seleção natural que faço para conseguir esses serviços. Sempre digo que meu forte é arquitetura temática. Fiz o projeto do Parque Cidade da Criança e sempre me emociono ao ver a capacidade de alegria que esse projeto pode absorver. Qual a feira internacional mais importante para pesquisa de tendencias? Vou contar um segredo, a primeira vez que fui ao Salão de Móvel de Milão, eu não fui... explico... preferi andar, olhar a cidade, olhar obras de arte, conhecer lugares e edificações ícones da arquitetura porque essa sensação é impossível de ser transmitida por catálogo ou revista. Quem são as tuas referências e inspirações? Sem dúvida a frase de Mies Van der Rohe: “Menos é mais”. Pra mim sutileza é tudo. O que pode comprometer um projeto? O exagero e uma execução desastrosa. O que não pode faltar em u m

Quando falamos em tendência a ser utilizada, penso também em estilo, ou seja, o estilo do meu cliente, preciso entendê-lo para só depois associá-lo ao que é contemporâneo. E, hoje podemos brincar na arquitetura com mistura de estilos, podemos ousar nas cores, na variação de materiais. projeto? Nos meus, arte, artesanato e uma pitada de poesia. Qual sua fonte de evolução profissional? Conhecimento geral constante. Falando em estilos e vanguarda, onde você Cris Sotto Mayor se posiciona? Gosto de sofisticação, da poesia da cor na medida certa, do artesanal, de flores e de uma boa pitada de psicologia para entender o que o cliente quer observando seus próprios limites. O que é bom gosto para vc? Já me perguntei isso... Já tentei responder isso de forma lógica e cheguei a seguinte conclusão, que bom gosto está intimamente ligado a cultura do lugar. Portanto, bom gosto

é saber dosar os detalhes necessários com perfeição. O que você pensa sobre a classe de arquitetura, decoração e design, atualmente, já que existem grupos distintos de profissionais. Nossa, isso gera uma tese. Me preocupa um pouco a nítida confusão entre Arquitetura de Interiores e a decoração e/ou design de interiores. Vejo um campo extremamente fértil para ambos, cada um na sua área. O arquiteto de interiores possui atribuição para ser responsável técnico capaz de alterar a estrutura de um determinado espaço, de demolir partes de paredes ou paredes inteiras, mudar portas ou mesmo ampliar uma

Atuante no mercado nacional e internacional de mobiliário e alta decoração

carga elétrica, ciente do que está sendo realizado. Com o espaço acabado, pode o designer de interiores contribuir nas diferentes soluções para o ambiente, na definição de cores, mobiliários, luminárias, texturas, dentre tantos outros arranjos. Simplicidade? Último degrau da elegância. Luxo? O que enobrece a alma. Um arquiteto(a)? Diria uma escola: a Bauhaus. Uma obra? A que mais impressiona: a Sagrada família de Gaudi. Um artista? da Vinci. Um mobiliário? Poltrona Mole de Sérgio Rodrigues. Um país? França. Cris por Cris? Mente criativa mais inquieta e jovem que conheço. Fones: 981-237002 e 35841039.

Estande de vendas Everest: um toque futurista

Living no Cond. Renaissence: visita ao clássico com acentos contemporâneos

O fraldário do Manauara Shopping

A arquiteta Cristiane Sotto Maior Estar e jantar

Angel Hair: contraste de bom gosto é uma constante

Suíte de um casal: equilíbrio nos elementos

A elegância do couro do Chesterfield, na Don Valiante

Barbearia Don Valiante: um show de bom gosto


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FOTOS: DIVULGAÇÃO

Onde o preço das casas vai crescer este ano Em que lugar do mundo você gostaria de ter uma casa? Independentemente da sua resposta, com certeza um fator que deve ser levado em conta é o preço e sua trajetória ao longo dos anos. Em um relatório recente, a consultoria imobiliária Knight Frank lançou suas previsões sobre o comportamento do preço de moradias em várias cidades globais em 2016. Eles identificam dois fatores explicativos centrais - o ritmo do aumento dos juros nos Estados Unidos e da desaceleração da economia da China - e esperam ganhos menores que aqueles verificados nos últimos anos. “No final de 2015, esperamos que os mercados mais fortes e mais fracos fossem separados por 20 pontos percentuais. Em 2016 projetamos que esse dado caia para 15 pontos na medida que o crescimento de preços converge”, diz o texto. Veja a seguir quais são as seis cidades analisadas que se destacam pela previsão de forte crescimento.

Londres, Reino Unido A previsão da Knight Frank é de um aumento de 2% no preço das residências em Londres, o dobro do registrado em 2015. Os riscos envolvem a eleição de um novo prefeito em maio, aumento dos custos de transação, como o imposto de 3% para compra da segunda casa. O mercado da cidade tem ficado totalmente fora do padrão nos últimos anos. De acordo com a consultoria Zoopla, as casas de 75.796 britânicos ultrapassaram o valor de 1 milhão de libras em 2015. Ou seja, 200 britânicos por dia se tornaram “milionários imobiliários” no período.

Miami, Estados Unidos Queridinha dos brasileiros e latino-americanos em geral, Miami verá o preço de suas casas subir 2% em 2016, metade da taxa do ano passado, diz a consultoria. O risco para a cidade é que os investidores adotem uma postura de “esperar para ver” diante dos fatores como a eleição presidencial americana e a valorização do dólar em relação às moedas de países emergentes. De acordo com a Faccin Investments, a alta do dólar causou uma redução de quase 85% dos brasileiros que desejam comprar uma segunda residência em Miami.

Mônaco O estreito principado de Mônaco tem a oferta de residências naturalmente restrita pelo seu tamanho e deve ver o preço delas crescer 5% em 2016, segundo a Knight Frank. É o mesmo número do ano passado: “No clima atual de crescente tensão política e flutuações de impostos, o status de Mônaco como um refúgio privado e seguro continua a ter apelo sobre os ricos do mundo”, diz a consultoria. Praticamente um em cada três habitantes da cidade tem patrimônio acima de US$ 1 milhão, e isso sem contar o valor da sua moradia principal, segundo a Wealth Insight. Nova York, Estados Unidos De acordo com a consultoria, Nova York deve manter em 2016 a mesma taxa de crescimento de 5% observada em 2015. A mediana do preço de venda de um apartamento em Manhattan atingiu US$ 999.000 (o equivalente a R$ 3,95 milhões) no 3º trimestre, de acordo com o Corcoran e outros grupos imobiliários, diz o New York Times. E isso porque estamos falando da mediana, que suaviza os extremos. O preço médio é bem maior: US$ 1,7 milhão (ou R$ 6,7 milhões). Xangai, China Xangai garante o segundo lugar na lista apesar da taxa de crescimento esperada, de 4%, ser menos da metade dos 10% estimados em 2015. Investidores temem que a economia da China esteja desacelerando perigosamente, o que vem sendo sinalizado por uma série de dados fracos. A China precisa reformar seu modelo de crescimento para depender mais do consumo e menos do investimento, mas ninguém sabe se ela terá sucesso. É esta incerteza que deve dominar o ano. Sydney, Austrália A liderança na lista da Knight Frank fica com Sydney, na Austrália, com previsão de crescimento de 10% em 2016 após os 15% estimados em 2015. “A desaceleração da economia, a fraqueza da performance do mercado de ações em meses recentes e a introdução de taxas para o investimento externo explicam a performance mais baixa em 2016”, diz a consultoria. Ainda assim, a Austrália tem poucos motivos para reclamar: é um caso único no mundo desenvolvido ao caminhar para seu 25º ano seguido sem recessão.


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Os benefícios do verde no ambiente corporativo

BOX

Sistema inovador de abertura de portas acabamento ao espaço com o seu design leve e moderno. Além disso, o lançamento é adaptável a todos os tipos de ambientes e pode ser instalado em cantos, espaços frontais ou até mesmo em cima de banheiras. Um dos grandes diferencias do produto é possibilitar a utilização do vidro laminado 4+4, um vidro de segurança que, ao se quebrar, continua fixo a estrutura do box.

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Estudo aponta que funcionários ficam mais felizes quando há plantas por perto

Especificações: PORTA: Máximo de 1,05 m de largura e 40 kg VIDRO: Temperado ou laminado – 8 mm VÃO: Mínimo de 50 cm e máximo de 1,10 m ALTURA: Máximo de 1,90 e mínimo 2,20 m DIVULGAÇÃO

Com um exclusivo design que permite a abertura das portas em 180º, o Box Certo chega ao mercado com a finalidade de oferecer praticidade ao consumidor e otimização de espaço. Além de box de banheiro, o sistema também pode ser aplicado em portas de passagem. A Ideia Glass acaba de lançar no mercado o Box Certo com inovadoras soluções para projetos requintados de banheiros e salas de banho. A novidade chega com a proposta de trazer ao ambiente uma inédita economia de espaço, que é conquistada graças ao exclusivo formato que permite abertura das portas em 180º. Com uma instalação prática em que a única furação feita no vidro é a do puxador, o Box Certo oferece um excelente

A novidade é a solução ideal para salas de banho e banheiros

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ensar e manter a decoração no ambiente corporativo é um grande desafio. Não deve servir apenas para “tapar um buraco” na decoração. “Se for um prédio fechado com ar condicionado, às espécies em vasos vão ter sérios problemas para se desenvolverem. Planta não gosta de ar condicionado - ele altera a umidade relativa do ar, além da temperatura”, comenta a arquiteta e paisagista Lucia Manzano. Cada pedacinho verde pode ser considerado um refúgio da correria do tra-

balho, até mesmo aquele simples vaso de violeta que fica no cantinho da mesa ou atrás da pilha de papéis. De acordo com Ruth K. Raanaas da Universidade Norueguesa de Ciências da Vida, o simples fato de se ter plantas no escritório é uma solução simples e barata para manter os funcionários mais felizes e mais focados. Uma das opções é o uso de plantas de corte – flores que são encontradas nas floriculturas. Existem alguns segredinhos para prolongar o tempo de

vida dos arranjos, tais como: escolher flores vistosas e sem machucados; há forte tendência das flores mais escuras terem maior durabilidade; espécies tropicais podem ser compostas com folhagens grandes como as dos filodendros, ou mesmo com as próprias folhas das alpinias e helicônicas, para aquele toque especial. Elas têm maior tolerância em relação ao nosso clima – resistindo de 10 a 15 dias após o corte. Plantas preservadas vêm ganhando cada vez mais espaço no mundo da arquitetura

e decoração. Esse tipo de planta passa por um tratamento químico em suas folhagens. O resultado é incrível: naturalidade e durabilidade, sem a necessidade de luz, ar e água. É ideal para hall de entrada, recepções, salas de espera - o limite é a imaginação. Uma alternativa bacana para quem gosta de diversificar é contratar um serviço de assinatura mensal de entrega de flores. Isso mesmo! Em dias determinados lindos arranjos são entregues nos mais diferentes locais: casas, escritórios, lojas e restaurantes.


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Como não perder tudo o que pagou no ‘distrato’ Associação orienta como agir para não perder o que já foi pago caso o cliente resolva pelo cancelamento do contrato

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e o setor imobiliário tivesse de escolher uma palavra para se lembrar de 2015, ela certamente seria “distrato” jargão usado pelas empresas, e agora também conhecido dos consumidores, para devolução de imóveis comprados na planta. Esse foi o pesadelo de incorporadoras e proprietários de imóveis novos no ano passado, quando o setor registrou recordes históricos no volume de devoluções. “Historicamente, o percentual de distratos girava em torno de 10%, um patamar saudável para a indústria”, diz Meyer Nigri, fundador da Tecnisa e vice-presidente da Abrainc, associação que reúne as 18 maiores companhias do setor. Instabilidade Com a crise econômica e o aperto no crédito, o consumidor que comprou imóvel na planta com perspectivas de emprego estável, inflação contida e juros baixos, hoje enfrenta dificuldades e muitas vezes tem que recorrer ao cancelamento do contrato por não obter o financiamento ou não ter recursos

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próprios para quitar o saldo na entrega do imóvel. A Associação de Consumidores orienta sobre o que fazer na hora de pedir o cancelamento do contrato, processo conhecido como distrato.

PREJUÍZO O levantamento da agência de classificação de riscos Fitch mostra que, de cada cem imóveis vendidos, 41 foram devolvidos de janeiro a setembro de 2015. Isso significa quase R$ 5 bilhões de volta na prateleira de venda das grandes empresas

Como agir Mesmo estando inadimplente é possível pedir o distrato, que deve ser formalizado por escrito. Caso não consiga o distrato, o consumidor deve pedir ajuda nas entidades de defesa do consumidor, como a Proteste, se for associado, ou entrar na Justiça. Ao desistir da compra, o

consumidor não pode perder todo o dinheiro que pagou. A construtora recebe o imóvel de volta e deve devolver no mínimo 75% do que foi pago pelo comprador, no caso de a culpa do distrato ser dele, por não conseguir o financiamento, por exemplo. O valor retido pela construtora leva em conta a multa e despesas administrativas. Mas se a empresa quiser reter mais do que 25% do valor pago, deve-se recorrer à Justiça e não assinar nenhum acordo. Quando o cancelamento for por culpa da construtora, no caso de atraso na entrega do imóvel, por exemplo, a devolução do valor deve ser de 100% e com atualização monetária. Pela lei, a construtora pode atrasar a entrega em até 180 dias. Planejamento Imóveis lançados há cerca de quatro anos, quando o mercado imobiliário estava aquecido, estão sendo entregues agora e o consumidor que não se planejou bem pode perder a casa própria. Em muitos casos, a prestação do imóvel na planta é baixa, mas, na hora de financiar, o consu-

Quando a culpa for da construtora, o cliente tem direito a ter 100% do valor pago devolvido com correção

midor descobre que não tem a renda necessária e acaba tendo de entregar o imóvel. Há também fatores alheios à vontade do comprador, como o desemprego. Fazer uma simulação de financiamento antes de com-

prar o imóvel na planta ajuda a evitar estas situações de ter que desistir do sonho da casa própria. O distrato para extinguir as obrigações estabelecidas em um contrato anterior deve ser solicitado até a entrega das

chaves. Depois desse momento, o comprador toma posse do imóvel e não é mais possível devolver o bem à construtora. A devolução do valor pago a título de distrato deve ser feita em uma única parcela pela construtora.


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