MANAUS, DOMINGO, 16 DE AGOSTO DE 2015
(92) 3090-1017
Arquitetura cede lugar à arte na Galerie L’Amazonie FOTOS: DIVULGAÇÃO
Com conceito inspirado em galerias de todo o mundo, projeto da arquiteta Anete Perrone coloca obras em evidência
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ssinado pela arquiteta e urbanista Anete Perrone, o projeto da Galerie L’Amazonie traz um conceito inspirado nas grandes galerias de arte espalhadas pelo Brasil e também pelo mundo. Prestes a inaugurar no bairro do Vieiralves, a L’Amazonie será um espaço destinado a arte contemporânea, onde serão expostas e poderão ser adquiridas obras de artistas de todo o mundo e principalmente de grandes artistas locais. O projeto da L’Amazonie busca inspiração nas cores e formas da natureza. Anete pensou em um espaço no qual a arte fosse valorizada sem a interferência de qualquer outro elemento que não fosse a própria obra. O espaço busca uma elegância simples, que serve de fundo para as obras de arte expostas, de modo que a arquitetura e a arte encontrem uma sinergia harmônica. Tanto o térreo quanto o mezanino são marcados pela cor branca nas paredes e no teto, de modo que a arquitetura não se sobreponha à arte, mas que também não passe despercebida. O piso de tecnocimento cinza já traz um viés rústico ao projeto, remetendo ao aspecto mais bruto que a arte pode assumir em suas diversas facetas. O projeto de iluminação cuidadoso entra como um coringa, pois enquanto a arquitetura cede espaço para a arte, é a iluminação bem planejada e generosa que fará
com que as obras de fato se destaquem no espaço. “É comum o condão do arquiteto de projetar espaços para pessoas, mas no desenho dessa galeria, o espaço é dedicado à arte e a emoção nela contida, que cativa e inspira”. Anete Perrone é mestra em inserir os ícones da cultura amazônica em seus projetos. Sua ousadia em misturar o elemento regional ao contemporâneo, ao clássico, e ao rústico, já lhe rendeu prêmios de melhor projeto em várias edições do “Casa Cor Amazonas”. Ela destaca que a Galerie L’Amazonie vem para somar e agregar valores aos diversos profissionais de qualidade, tanto aos que vão expor seus trabalhos quanto aos que vão adquirir. Perrone disse ainda que arte tornou-se essencial na vida as pessoas. “Alguns que projetos arquitetônicos buscam obras de artistas plásticos para compor o trabalho e a L’Amazonie veio para somar com os projetos dos arquitetos da cidade. Essa é uma oportunidade de engrandecer o projeto de cada um. Acredito que será um espaço bem badalado por conta dessa carência”, ressaltou. A profissional Anete Perrone é arquiteta e urbanista formada pelo Centro Universitário Luterano de Manaus (CEULMULBRA), e é atuante em Manaus há mais de dez anos. O trabalho de Anete é marcado pela ousadia, bom gosto e
atemporalidade, sempre buscando a sustentabilidade na escolha de materiais e tecnologias construtivas. Na Casa Cor 2011, ganhou o prêmio Casa Inteligente pelo espaço “Office do Dr. Hollywood”, que homenageou o famoso dr. Rey; e o prêmio máximo Melhor Espaço da Casa Cor, pelo “Office da Primeira Dama Nejmi Aziz”. Também recebeu três prêmios na Casa Cor Amazonas 2012, pelos ambientes “Cozinha de Sabores Amazônicos – Alex Atala”, e o “Bistrô Zefinha – Empório dos Reis”. Foi duplamente premiada no concurso SCA Grafismi em 2012, em parceria com o artista plástico Zeca Nazaré, que levou texturas de temas amazônicos para todo o Brasil. Atualmente Anete Perrone é a arquiteta que faz parte do comitê olímpico da cidade de Manaus paras os Jogos Olímpicos Rio 2016.
Anete diz que aliou elementos da arquitetura de forma que eles não se sobreponham à arte
A ousadia em misturar o elemento regional ao contemporâneo já lhe rendeu prêmios
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MANAUS, DOMINGO, 16 DE AGOSTO DE 2015
Nada melhor que um
bom chuveiro Peça é fundamental tanto para um bom banho como para a economia de água, além de oferecer benefícios para a saúde
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ara muitos, ele é apenas um item de casa. Não importa se é redondo, quadrado, elétrico ou comum. Porém, com a intensa busca pelo equilíbrio estético, os chuveiros passaram a ter uma grande importância na composição dos banheiros. Na hora de comprar, vale a pena verificar se o produto realmente é o ideal para o seu objetivo. Isso pode garantir um banho agradável e prazeroso. No mercado, existe uma vasta variedade de marcas. A gerente, Nazaré Amoedo, da loja Concil, localizada na avenida Constantino Nery, explica que muitos clientes já chegam no local sabendo qual marca e modelo querem comprar. Eles fazem uma pesquisa previa an-
tes para conhecer o produto. “Mas os que não sabem qual querem, os profissionais direcionam. Existem vários modelos, cada um com uma função diferente. O importante do chuveiro é combinar com o local que será instalado. Temos que lembrar do registro também. Tudo tem que se harmonizar depois de instalado”, afirmou Nazaré. Upgrade Buscando agradar todos os consumidores, os fabricantes começaram a modernizar os chuveiros. Atualmente, os clientes mais exigentes encontram no mercado itens que, além de regular pressão e temperatura, também trazem como opção tratamentos terapêuticos como a cromoterapia. Os chuveiros cromoterápicos podendo ser instalados di-
retamente no teto ou da forma mais convencional. As cores que são emitidas podem tratar o estresse, cansaço, dores musculares, eliminar impurezas do sangue, fortificar o corpo, proporcionar mais alegria e vitalidade, propiciar calma, tranquilidade, bem estar, entre outros valiosos benefícios. Com novas tecnologias, os modelos de chuveiros evoluirão. Para Nazaré, nada é mais importante que um banho relaxante após um dia cansativo. “Hoje em dia, o chuveiro tem o diferencial de conseguir proporcionar o banho perfeito para cada pessoa. Com os modelos mais atuais, o usuário pode ajustar o padrão do jato d’agua, a força e a direção. No final, o importante é relaxar depois de um dia cansado e estressante de trabalho”, concluiu.
Os modelos mais modernos disponíveis no mercado proporcionam momentos de relaxamento
A revolução da higiene pessoal Você já imaginou como as pessoas tomavam banho antes da criação do chuveiro? Esse, hoje simples objeto, ferramenta básica de higiene pessoal, foi uma grande revolução na idade média, quando todos tomavam banhos com pouquíssima frequência e de uma forma muito mais complexa, em imersão. A limitação de ter que se pagar por isso e as crenças de que a ação era prejudicial à saúde, faziam com que o banho acontecesse apenas de duas a três vezes ao ano. Hoje com as inovações tecnológicas e o design aplicado a esses metais
sanitários as prioridades se tornaram outras. Marcas especializadas concentram seus esforços para apresentar produtos que atendem o consumidor de forma completa, garantindo o tão necessário conforto na hora do banho, unido à economia de água, um assunto que está em evidência nos últimos anos. A higiene pessoal, como é conhecida hoje, só se estabeleceu a partir do século 19. Desde então o desenvolvimento de produtos necessários para a ação, deslanchou. Assim como houve a evolução na forma de tomar banho, os próprios
banheiros começaram a ser entendidos de uma forma diferente. Quando a higiene pessoal passou a ser um dos momentos de prazer e relaxamento das pessoas, após longas horas de trabalho ou como uma forma de revitalização para dar início ao dia, começaram a surgir espaços mais convidativos; muitos banheiros deixaram de ser apenas espaços de rápida passagem, para se tornar salas de banho, confortáveis e aconchegantes. Com isso, os metais sanitários ganharam novas formas e uma função adicional: compor a decoração dos espaços. FOTOS: RAIMUNDO VALENTIM
THIAGO FERNANDO
Ajuste, direção e padrão da água são algumas das funções disponíveis nos chuveiros
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Carlos Célio carlos@investimento.net.br
Eleição do Creci AM/RR é suspensa DIVULGAÇÃO
O principal fundamento do processo eleitoral é a liberdade democrática, que apenas se verifica com a legitimidade das eleições, a livre expressão do sufrágio e a contenção do abuso de poder. Este tema, que possui matriz constitucional, é tratado no artigo 14, parágrafo 9º da Carta Magna, o qual aduz que é tarefa de todos assegurar a normalidade e a legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou abuso do poder político. Foram protocolizadas no Conselho Regional dos Corretores de Imóveis AM/RR, duas chapas para concorrer ao pleito para eleição de conselheiros do CRECI, a chapa 1 teve sua inscrição deferida pela comissão eleitoral e a chapa 2 teve sua inscrição indeferida, motivo: um dos seus membros desistiu de participar do pleito a uma hora do prazo final para inscrição das chapas, conforme ata de analise de documento, exposto na sede do Creci e publicado no site http://www.cofeci.gov. br/eleicoes2015. Todos os que se sentem ofendidos têm o direito de procurar a justiça. É um princípio constitucional que garante que, no Estado Democrático de Direito, somente o juiz natural do fato poderá dizer se um cidadão tem ou não um determinado direito. Foi isso que a chapa 2 fez. Entrou com uma ação na Justiça Federal solicitando o
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
devido registro. É por isso que a Constituição da República garante em seu art.5º, XXXV, que: a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito. Nem poderia ser de outra forma, pois no Estado Democrático de Direito só se sabe se o requerente tem ou não um direito por meio do devido processo legal, com contraditório, ampla defesa e duplo grau de jurisdição. De acordo com o despacho do processo 0010547-
15.2015.4.01.3200 da 1ª Vara Federal, o Juiz Federal Ricardo A. de Sales, determinou a imediata SUSPENSÃO do processo eleitoral para o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis AM/RR, cujo sufrágio estava agendado para o dia 2 de setembro de 2015. “A justiça que tarda, falha. E falha exatamente porque tarda.” Esse é o ditado que a categoria dos Corretores tem a esperança que não aconteça. Quer-se a justiça do
hoje. Logo, a presteza da resposta jurisdicional pleiteada contém-se próprio conceito do direito – garantia que a jurisdição representa. Embora instruído pelo princípio da informalidade, o processo eleitoral bebe nas fontes do Processo Civil e, em se tratando de crime eleitoral, do Processo Penal — pelo que se exige a presença do devido processo legal. Platão sabiamente pregava que “a penalização por não par-
ticipares na política, é acabares por ser governado pelos teus inferiores”. O processo eleitoral garante à população que ela seja governada não pelos seus superiores, tampouco por seus inferiores, mas por seus iguais. Ele assegura ao povo o poder de escolher seus representantes, de reeleger os competentes e de negar uma segunda chance àqueles que, de alguma forma, não supriram suas expectativas. Pense nisso! O seu futuro agradece.
CADASTRO
Todos os que se sentem ofendidos têm o direito de procurar a Justiça. É um princípio constitucional que garante que somente o juiz natural do fato poderá dizer se um cidadão tem ou não um determinado direito”
DIVULGAÇÃO
Proprietários rurais têm até 5 de maio do ano que vem para aderir ao Cadastro Rural
Imóveis rurais aderem ao CAR Segundo o Ministério do Meio Ambiente, 59% dos imóveis rurais brasileiros já estão inseridos no Cadastro Ambiental Rural (CAR). São mais de 360 mil imóveis cadastrados, área que corresponde a 237 milhões de hectares ou oito vezes o tamanho da Alemanha. A maioria dos imóveis registrados está no Norte do país, já tendo inscrito 77,6% de sua área estimada como passível de cadastro
de 94,9 milhões de hectares, com um total de 241,2 mil imóveis com CAR. Pará e Mato Grosso lideram a lista onde há maior adesão ao cadastro, com mais de 94 milhões de hectares. Antes da criação do Sistema de Cadastramento Ambiental Rural (Sicar), esses estados já possuíam boa parte de suas áreas cadastradas. O Sul do Brasil é a região com o menor número de cadastros. Apenas 22% das propriedades aderi-
ram ao sistema. O CAR é um registro eletrônico de informações ambientais obrigatório a todos os imóveis rurais do Brasil. Os proprietários rurais têm até 5 de maio do ano que vem para aderir ao Cadastro Ambiental Rural. O Código Florestal prevê que, após 2017, quem estiver fora do cadastro ficará impedido de fazer empréstimos bancários para custear atividades rurais.
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Casa 30% rece
Corretor dá dicas para quem vai financiar a compra de um apartamento em construção FRED SANTANA
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compra de um imóvel é repleta de expectativas e planos futuros. No entanto, além de olhar se o produto atende o desejado no médio/longo prazo, o comprador precisa estar preparado para o financiamento – tanto para consegui-lo quanto para pagá-lo. Em 2014, os financiamentos imobiliários com recursos da poupança viabilizaram a compra e construção de 538,3 mil unidades, um crescimento de apenas 1,6% na comparação com 2013. E, embora tenha aumentado o percentual financiado dos imóveis – de 64,9% para 65,4% de 2013 para 2014, na maioria dos bancos, o limite máximo permitido para financiamento é de até 80% do valor – mas há um movimento no sentido de reduzir este percentual para a faixa dos 60%. Por isso, segundo o corretor e diretor técnico do Grupo Bambuí (construtora, incorporadora e imobiliária paulista), Humberto Furlanetto, hoje os bancos estão mais criteriosos e mais restritivos em relação aos financiamentos. “Se o cliente consegue quitar de 35% a 40% do valor do imóvel até as chaves, ele provavelmente conseguirá financiar o restante sem problemas. Sem contar, que isso também é uma garantia que ele terá condições de pagar as parcelas do financiamento – mesmo em eventuais momentos de dificuldades”, afirma.
a própria: pague % do valor até eber as chaves Por que uma obra com agente financiador (banco) é uma segurança para o cliente? Porque a liberação do recurso fica condicionada ao volume de vendas (número de unidades vendidas) que a construtora vai reportando ao banco e a evolução física da obra. Ou seja, uma obra financiada é garantia de fluxo de caixa para a construção do empreendimento. Suponhamos que uma obra custe R$ 100 milhões e o agente financiador vai repassar este dinheiro em 10 meses para a construtora. Por segurança, o banco irá passar 80% do valor mensalmente e dos outros 20% é feita uma poupança com dinheiro das vendas daquele empreendimento. O que é o desligamento da obra pelo banco? É quando o cliente para de pagar as parcelas do seu imóvel para a construtora e começa a pagar diretamente para o banco. Neste momento, ele assume uma parte da dívida original da construtora junto ao agente financiador,
ou seja, ocorre a contratação do financiamento. O cliente assina um compromisso com o banco se comprometendo a dar o imóvel em garantia pelo valor que o banco vai passar para a construtora. Isso normalmente ocorre quando o empreendimento chega a 80% do cronograma, ou seja, a estrutura já está finalizada e está na fase final de acabamento. Por exemplo: o cliente tem um saldo devedor de R$ 200mil para quitar o imóvel com a construtora, ao conseguir o financiamento ele irá alienar o apartamento a favor do banco e, daí em diante, pagará as prestações mensais em longo prazo para o banco. Mas vale a pena mesmo a taxa sendo um pouco maior? Pode parecer um pouco estranho em um primeiro momento, já que o cliente sai de um INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) junto a construtora para assumir uma taxa um pouco mais alta. Em contra partida, ele também não sofre com possíveis oscilações,
além de passar a ter um seguro de negociação. Outro ponto importante é que o processo de financiamento não é uma coisa tão rápida de ser feita. Quando o imóvel é entregue, caso o cliente ainda não tenha conseguido o financiamento, ele passa a pagar IGMP+1. Ou seja, só ‘+1’ dá 12,5% ao ano porque é acumulativo. Como a taxa do banco é em torno de 10%, talvez seja mais interessante para o cliente conseguir o financiamento mais cedo, assumindo durante uns 6 meses uma taxa um pouco mais elevada, e ter a certeza que vai fugir de uma período de 3 a 4 meses de uma taxa bem maior junto a construtora. Faço com o agente financiador da obra ou tento com outros bancos o financiamento? O importante é olhar sempre as taxas dos bancos – Custo Efetivo Total (CET) e não olhar apenas taxa de juros nominal. Apesar da taxa ser praticamente uma commodity hoje, vale a pena negociar, já que
para o banco é um investimento em um cliente potencial também para outros serviços. Como garantir que vou conseguir o financiamento? O banco vai avaliar o seu fluxo de entradas e saídas, o quanto entra efetivamente e o quanto o cliente gasta. O primeiro passo é fazer um planejamento financeiro. Reduzir as despesas, caracterizar bem as entradas para mostrar que há renda. E não adianta ter uma grande entrada isolada, o banco vai avaliar a constância das entradas. Sugerimos aos nossos clientes que façam uma simulação sobre o saldo devedor para ter ideia se o financiamento será aprovado ou não, e até quantos por cento. Hoje é possível fazer isso online no site de muitos bancos ou mesmo pedir para o gerente do seu banco, mesmo ele não sendo o financiador da obra, para que faça esta avaliação. Com isso, é possível já ter uma ideia de quanto poderá ser financiado e o valor das parcelas iniciais. Mas quanto tempo dura a aprovação do financiamento? A aprovação do crédito tem validade de aproximadamente 120 dias. Por isso, é importante refazer a simulação a cada 6 meses ou, pelo menos, 1 vez por ano para ver como está a aprovação. Quando estiver mais próximo do desligamento, refazer para saber de quanto será a
taxa, tendo uma perspectiva mais real dos valores. Quais os documentos a construtora precisa fornecer para o cliente dar entrada no pedido de financiamento? Depois de feita a avaliação do comprador, a construtora precisa fornecer algumas documentações do imóvel, como: Certidão de Inteiro Teor da Matrícula e Certidão Negativa de Ônus, Contrato Social, Certidão Conjunta emitida pela SRF/PGFN, CRF – Certidão de regularidade do recolhimento do FGTS em nome da empresa, Certidão Negativa dos Distribuidores Forenses referente a “Ações Cíveis”, Certidão Negativa da Justiça Federal, Certidão simplificada da Junta Comercial, Certidão Negativa de Impostos e Taxas Municipais, Imposto sobre a Propriedade Territorial e Urbana, e Declaração de Não-Existência de Débitos Condominiais. O cliente corre algum risco se não conseguir pagar pelo menos 30% do imóvel até a época do financiamento? Hoje muitas construtoras pedem pelo menos 30% do valor total do imóvel até as chaves. Se o cliente não paga isso, a chance dele conseguir este financiamento é reduzida. Se ele pagou apenas 20% do imóvel até as chaves, terá que financiar 80% – e pode ser que não consiga o valor total. E se conseguir o financiamento total, terá parcelas muito altas pela frente, ou seja, uma parcela muito maior do que ele pagava para construtora mês a mês. O gap entre a parcela mensal e a prestação mensal do financiamento não deve ser tão grande para o comprador – ele precisa se programar para não tomar um susto quando for financiar, evitando assim um distrato (quando há a devolução do imóvel para a construtora) ou mesmo outros problemas. Vale apena antecipar o financiamento? Dívida boa é dívida paga. Não se iluda com aplicações financeiras. Se você tem compromisso com a aquisição do imóvel, negocie com a construtora e antecipe e o máximo possível, para minimizar o máximo possível o valor das prestações junto ao banco. Justifica tanta espera para compra de um imóvel? Somente as despesas de educação dos filhos deve preceder a aquisição de um “endereço definitivo”. Ao adquirir um imóvel você alia investimento (poupança) com conforto de desfrutar desse investimento.
5 FOTOS: DIVULGAÇÃO
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MANAUS, DOMINGO, 16 DE AGOSTO DE 2015
ARQUITETANDO
FOTOS: SACCARO E PAULO RICARDO SACHS pauloricardo@pauloricardosachs.com
Design SACCARO EM MANAUS:
QUALIDADE, CONCEITO E ALTO PADRÃO
C
om mais de seis décadas de história, trinta anos de design autoral, produzindo móveis de alto padrão com uma qualidade ímpar tornam a Saccaro uma empresa única e sofisticada. Com extensa gama de mobiliário e objetos, assinados com muita brasilidade e exclusividade, suas coleções são elaboradas por designers renomados e pelo Studio Saccaro, transformando-se desta forma uma referência de mobiliário no cenário do design nacional. A Saccaro nasceu em 1946, na bela Caxias do Sul, serra gaúcha, produzindo cestos e empalhando garrafões de vinho, uma tradição italiana. Com passar do tempo a empresa diversificou investindo no setor moveleiro. Atualmente a Saccaro possui 43 lojas no Brasil e 23 no exterior, como: México, Miami, Angola, Argentina, Chile, Emirados Árabes, entre outras. Como consequência deste trabalho, a Saccaro criou o conceito
Design Habitat, que tem a missão de traduzir os desejos, sentimentos, emoções que nem conA premiada mesa Serra Pelada: deseguimos expressar, sign habitat revelando desta forma o conceito de cada criação, compondo então a tando em uma peça de filosofia de oferecer um decoração, arte e história em habitat do design. que reluz o design habitat. Um dos destaques da linha Outro destaque é a colehabitat é a mesa Serra Pelada ção assinada pelas designers que foi apresentada em grande Ana Revello Vasquez e Renato estilo no Salão do Móvel em Sollio. Todo píer é o ponto de Milão. A mesa-escultura Serra chegada e partida, um lugar Pelada é considerada um dos para ancorar, desfrutar, relaxar lançamentos mais importan- e sonhar. Com esta inspiração, tes da Saccaro em 2015, ano a coleção Píer 14 é despojada em que a marca celebra seus e versátil, ideal para um habitat 30 anos de design autoral. A de bem estar. Composta por peça é assinada pelo designer sofás, poltrona, chaise, módulo Roque Frizzo, parceiro há 15 de canto, puff e mesas laterais anos da empresa; retrata o e de centro, é uma coleção que habitat do garimpo que fez permite inúmeras configuraparte da recente história no ções, através das peças moduBrasil dos anos 80. Os pés de lares. Destaque para o encosto metal e o tampo de vidro, com e os tampos que, com suas suas linhas retas e suaves, con- tábuas de madeira, remete aos trastam com a base, inspirada Píers. Suas linhas ortogonais e na sinuosidade das icônicas o trançado em fibra sintética galerias de escavação, resul- complementam o design com
Desde 1985 a empresa se alia a arquitetos, designers e artistas para criação de móveis que traduzam o seu talento e artesania Saccaro, transformando-as em sinônimos de mobiliário funcional e singular”
Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e alta decoração
João Saccaro: Foco no design, qualidade e inovação
confortáveis almofadas de silhueta desalinhada. “O design autoral é um dos pontos altos da Saccaro, que investe em suas próprias criações e concepções, incentivando o design próprio, além da grande preocupação com a qualidade e acabamento junto aos seus clientes”, ressalta João Saccaro, que convidou esta coluna para conhecer a fábrica. A franquia exclusiva Saccaro abre as suas portas dia 19 de agosto, em regime soſt open na Rua Fortaleza 544, fone 36320068, no Adrianópolis. Manaus agradece! Acesse www.saccaro.com. br e conheça toda linha. Espriguiçadeira Legno: versatilidade nos acabamentos para área externa
Detalhes sofá Lolita: design
Sofá e Chaise Tez com o premiado banco Birilo: aconchego Aparador Diamante e puff Max: estilo
Fibra sintética: fabricação própria
Coleção Pier : Sofisticação e diversidade para área externa
Coleção Legno: linhas limpas para área externa
Poltrona Cobogo: elegância e fino acabamento Cores e fibras: múltiplas composições Sala de jantar: elegância e minimalismo presentes
Detalhes da sala de jantar: acabamento e foco na qualidade
Detalhe da inspiração: garimpo anos 80, brasilidade
Cipó Amazônico: Matéria prima que vem da nossa terra
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Cinco passos
para iluminar quarto
INFANTIL Dicas para não errar no projeto de iluminação do quarto das crianças
I
luminar corretamente o quarto das crianças é muito importante, já que elas devem se sentir confortáveis, principalmente na hora de dormir. É necessário criar um ambiente agradável e adaptar a iluminação em função de cada espaço do quarto: área para brincar, espaço para estudar, cama, entre outros. Outro ponto que deve ser levado em consideração é a harmonia entre a iluminação e a decoração do dormitório, aproveitando ao máximo a luz natural. Para não errar na hora de iluminar, a Lustres Yamamura traz uma lista com cinco dicas importantes para não errar no projeto de iluminação do quarto infantil.
1
Aproveite ao máximo a luz natural do cômodo para que as
crianças não tenham que forçar a vista durante o dia. Assim, as cortinas devem ser leves e translúcidas suavizando o sol direto.
2
Quanto à luz artificial, combine uma luz geral para o quarto todo com focos em determinadas áreas, como o lugar para brincar ou o escritório.
3
Uma lâmpada de teto pode ser uma boa ideia para a iluminação geral. Além disso, existem vários modelos infantis que as crianças vão adorar: em forma de bichinhos, de carro, de estrela... O mais importante é que a lâmpada esteja a certa altura ou diretamente no teto para que as crianças não a alcancem.
4
Os focos de luzes pontuais podem ser lâmpadas de mesa, mas devemos ter cuidado sempre com o que colocamos ao alcance dos pequenos para evitar acidentes (lâmpadas de vidro podem acabar no chão). Por exemplo, podemos colocar uma luminária no criado-mudo ou por se acordam no meio da noite, mas sempre a certa altura para que não haja nenhum problema.
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Devemos prestar muita atenção às medidas de segurança no quarto infantil. Tomadas podem significar um grande risco se as crianças colocarem os dedos ou algum objeto pontudo dentro delas. Logo, devemos colocar protetores de segurança.
A harmonia do quarto deve ser levada em consideração, por isso é importante estudar os pontos de iluminação
EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto Guto Oliveira
REPORTAGEM Fred Santana Thiag Fernando
FOTOS Arquivo EM TEMPO
REVISÃO Dernando Monteiro
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira
TRATAMENTO DE FOTOS Klinger Santiago
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