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Salão imobiliário - 15 de março de 2015

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As vantagens do

FGTS Recurso pode ser usado para a compra de imóveis desde que o comprador atenda alguns requisitos

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Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode ter muitas utilidades, principalmente, quando se trata de adquirir ou quitar um imóvel. Porém, é preciso preencher alguns requisitos para que o direito seja devidamente usado nessas transações. O EM TEMPO conversou com a corretora Márcia Cohen, que esclarece algumas dúvidas sobre este processo. “A maioria das pessoas que vão comprar o imóvel pensam na questão do FGTS, seja para dar a entrada ou complementar. Há pessoas que também usam para quitar dívidas”, diz Márcia. Para poder usar o FGTS, é preciso cumprir quatro requisitos. O primeiro pede pelo menos três anos de carteira assinada. Esse período não precisa ser contínuo, ou seja, o trabalho pode ter acontecido um ano em 2008, e outros dois anos em 2010, por exemplo. O segundo é não ter um financiamento ativo no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), em nenhuma parte do país. “O terceiro é não ser proprietário de imóvel residencial no município onde você quer comprar o novo e o quarto é ter moradia ou trabalho por no mínimo um ano no local onde você quer comprar usando o FGTS. Geralmente, não é muito burocrático, se o cliente atende aos requisitos, basta assinar o termo de liberação junto ao banco”, afirma a profissional. Para comprovar que atende a estes requisitos e usar o fundo de garantia, é necessário apresentar os documentos como carteira de trabalho, comprovante de residência (conta de água ou luz), certidão de nascimento e de casamento (se for o caso), carteira de identidade e CPF. “Também é preciso apresentar a certidão de matrícula e cópia do IPTU da casa ou apartamento que vai ser comprado, para provar que o imóvel está regular e pode ser adquirido com o FGTS”, complementa Márcia. Como o FGTS foi idealizado para fins sociais, é exigido, também, que a casa, terreno ou apartamento esteja no limite urbano (dentro da cidade) e residencial, destinado à moradia do

trabalhador. Por último, esse imóvel não poderá ter sido objeto de operação com FGTS nos últimos três anos. Já para reformas, não é possível usar o fundo. “Não há uma lei que assegure isso, mas há casos que já foram para a Justiça”, comenta Márcia. Um exemplo aconteceu em 2006, quando a da 4ª turma do Tribunal Regional Federal, da 4ª Região do Rio Grande do Sul, permitiu que um casal usasse o FGTS para a reforma de uma casa que estava com tábuas de madeira precárias. Em sua decisão, o juiz Marco Antônio Rocha, lembrou que a lei 8.036/90, que detalha os direitos ao FGTS, revela uma preocupação social e o casal merecia uma moradia digna. Saque Se atender aos requisitos, o trabalhador solicita, durante o processo, o saque por meio de um agente financeiro e um documento. Após comunicar a Caixa Econômica Federal, o fundo de garantia é liberado e depositado na conta do vendedor. “Nessa transação, o comprador não lida diretamente com o dinheiro”, aponta Márcia. Além de seguir os requisitos, o comprador deve prestar atenção em suas dívidas e checar se o nome não está listado em algum dos serviços de proteção ao crédito, como o SPC ou Serasa. “Isso pode impedir a aprovação do financiamento e aí de nada adianta ter o FGTS como suporte”, ressalta a corretora. O fundo pode demorar, em média, cinco dias para ser liberado. Porém, outros processos ligados à compra de um imóvel, como a aprovação do financiamento, podem levar mais tempo, e o negócio leva, geralmente, de 60 a 90 dias para ser concluído. O comprador também pode optar por especificar ao agente financeiro quanto do FGTS será usado. “A quantia que permanecer na conta vai continuar rendendo e poderá ser usada em outras ocasiões. O FGTS é um ótimo recurso pra quem quer adquirir um imóvel, então, as pessoas precisam se informar mais sobre essa vantagem”, declara Márcia.

(92) 3090-1017 DIVULGAÇÃO

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Aluguel em São Paulo segue abaixo da inflação

Compactos Os imóveis de um dormitório foram os únicos que registraram crescimento nos valores locatícios, de 1,3%. O aluguel das unidades de dois quartos ficou estável em janeiro, enquanto o valor das residências de três quartos teve redução de 0,4%.

Fiador continua sendo garantia A modalidade de garantia mais comum em janeiro foi o fiador, responsável por 46,5% das locações efetuadas. O depósito de até três meses de aluguel foi utilizado em 34% dos aluguéis, já o seguro-fiança respondeu por 19,5% das locações. Ainda segundo o levantamento do Secovi, as casas foram alugadas em menor tempo, entre 15 e 36 dias. Os apartamentos demoraram um pouco mais: entre 22 a 46 dias, em média. Por Folhapress

Segundo informações do Secovi-SP, em dezembro do ano passado os aluguéis já haviam subido 2,0%, a menor alta desde 2005, início da série histórica

IBGE

Custo da construção recua 0,03% O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) foi 0,18% em fevereiro, ficando 0,03 ponto percentual abaixo do de janeiro (0,21%). Com a alta de fevereiro, a taxa acumulada no ano, considerando janeiro e fevereiro, passou a 0,39%. Os dados do Sinapi foram divulgados na última sema-

na pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e indicam que, com a alta de fevereiro, o resultado dos últimos 12 meses caiu para 5,67%, abaixo dos 5,94% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em fevereiro de 2014, o índice foi 0,44%. Com o resultado de feverei-

ro, o custo nacional da construção por metro quadrado que, em janeiro, fechou em R$ 915,22, em fevereiro passou para R$ 916,85. Os materiais responderam por R$ 499,23 do total, enquanto a mão de obra respondeu por R$ 417,62. Por Agência Brasil REPRODUÇÃO

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s contratos de aluguel residencial assinados na cidade de São Paulo em janeiro tiveram alta de 2,1%, se considerada a variação nos últimos 12 meses, abaixo da inflação pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) do período, de 4%. Em relação ao mês anterior, a alta é de 2,1%, de acordo com dados divulgados no início do mês pelo Secovi-SP, sindicato do mercado imobiliário. Pelo quarto mês consecutivo, os valores de locação ficaram abaixo do IGP-M, referência do mercado para a renovação de contratos de aluguel. Em dezembro do ano passado, os aluguéis já haviam subido 2,0%, a menor alta desde 2005, início da série histórica. De acordo com Mark Turnbull, diretor de locação do Secovi-SP, os aluguéis na cidade devem manter essa tendência.

REPRODUÇÃO

Pelo quarto mês consecutivo, os valores de locação ficaram abaixo do IGP-M, referência do mercado para contratos

O custo nacional da construção por metro quadrado, em janeiro, fechou em R$ 915,22

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

FOTOS Arquivo EM TEMPO

REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor

REVISÃO João Alves

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima


Estofados que trazem

elegância e conforto A Inside Office apresenta estofados ergonômicos que garantem conforto e bem-estar

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legantes e confortáveis, a linha de estofados SME da Inside Office – empresa que desenvolve poltronas e cadeiras de alta qualidade – é ideal para ser utilizada em salas de espera e recepções. Arrojada, combina com diversos tipos de decoração e garante o conforto e relaxamento de quem aguarda. A linha SME pode ser utilizada em ambientes corporativos, escritórios e consultórios médicos com opção de diversos acabamentos e cores. A linha pode ser desenvolvida para um, dois ou três lugares. Além de ter as opções com ou sem apoiabraços, podendo ter também mesa acoplada. Confortáveis, os estofados possuem encosto com leve curvatura adaptada ao corpo do usuário, oferecendo proteção à região lombar, seu assento arredondado contribui para a melhor distribuição do peso corporal. Os estofados da linha SME são de aço quadrado e possuem chapa de aço soldado. Estes itens garantem a qualidade e durabilidade do material. Os apoios para braços são de alumínio fundido e madeira maciça. Os pés também são de alumínio fundido com secção ovalada. O tecido do estofado pode ser em couro natural, couro ecológico ou tecido. Seu assento e encosto são compostos de madeira termomoldada e espuma injetada em poliuretano. Empresa Desenvolve poltronas para auditórios, cadeiras e móveis para escritórios com produtos exclusivos, produzidos com o auxílio de alta tecnologia, baseados em pesquisas, proporcionando conforto e bem-estar para o usuário. Saiba mais, em: www.insideoffice.com.br.

Custo em São Paulo sobe 6,5% e atinge R$ 1.174,59 O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil no Estado de São Paulo atingiu R$ 1.174,59 por metro quadrado, alta de 0,1% em fevereiro, comparado a janeiro. O CUB, índice oficial de custos das construtoras para a utilização nos reajustes dos contratos de obras, é calculado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) e pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Os custos com mão de obra subiram 0,45% em fevereiro, na comparação com o mês anterior, já os custos com materiais de construção aumentaram 0,27%, e os salários dos engenheiros apre-

sentaram estabilidade. Em 12 meses, o CUB registrou alta de 6,52%, com aumento de 8,58% nos custos com a mão de obra, de 3,12% nos materiais e de 11,78% nos salários dos engenheiros. Em fevereiro, sete dos 27 insumos da construção pesquisados pelo SindusCon-SP tiveram elevação superior à inflação do mês (0,27%). Entre os materiais que tiveram os maiores reajustes no mês estão bloco cerâmico (1,61%), emulsão asfáltica (1,59%) e tinta látex (0,69%). Por Agência Brasil

Os modelos são ideias para empresas e consultórios com salas de espera

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PDG prorroga campanha que promove descontos A

pós o sucesso alcançado na última semana, a PDG decidiu prorrogar a segunda edição da campanha “Na Ponta do Lápis – Fez a Conta, Fechou Negócio”. A operação de venda, que conta com descontos de até R$ 500 mil, foi estendida para este final de semana, quando a incorporadora receberá seus clientes em espaços exclusivos nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Niterói, Salvador, Manaus, Brasília, Petrolina, Belém e Curitiba. Durante o evento, serão oferecidos descontos em apartamentos, casas, salas comerciais e loteamentos. “Com o sucesso alcançado no ano passado, não poderíamos deixar de reeditar esta campanha. É a maior e mais bem-sucedida ação de vendas do mercado imobiliário brasileiro”, afirma Antônio Guedes, vice-presidente de operações da PDG. Durante a primeira edição da ação, a PDG vendeu mais de 1.500 imóveis, o que representa mais de R$ 400 milhões em vendas. O conceito da campanha de 2015 continua o mesmo. A PDG calculou o valor oferecido em brindes como carros, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, normalmente oferecidos pelo mercado e o transformou em

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Operação de venda de imóveis acontece neste final de semana nos estandes da Morada do Sol e do Dom Pedro desconto real, em dinheiro para o comprador, tudo “na ponta do lápis”. Pela segunda vez, a PDG conta com a participação do ator Mateus Solano na campanha de vendas. Em Manaus, em parceria com a Aliança Incorporadora, os descontos chegam a até R$ 300mil. Estarão disponíveis imóveis com dois a quatro

SITE

O evento acontece das 8h às 20h, na central de vendas Morada do Sol, que fica na avenida Via Lactéa, s/n. Mais informações podem ser obtidas por meio do site oficial: www.pdg.com.br/ napontadolapismanaus dormitórios, que vão de 64 a 202 metros quadrados. Serão oferecidos imóveis residenciais nos bairros Dom Pedro, Ponta Negra, Alvorada, Morada do Sol e Adrianópolis. Para o diretor da área de Incorporação da PDG na Região Norte, Augusto Reis, “esta é uma ocasião única, com as melhores oportunidades de negócio na região”.

Durante o evento, serão oferecidos descontos em apartamentos, casas, salas comerciais e, até mesmo, em loteamentos

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

Fiscalização do Creci De acordo com o decreto número 81.871, de 29 de junho de 1978, que passou regulamentar a lei número 6.530, de 12 de maio de 1978, que deu nova regulamentação à profissão de corretor de imóveis, disciplinando o funcionamento de seus órgãos de fiscalização, somente poderá anunciar publicamente o corretor de imóveis, pessoa física ou jurídica que tiver contrato escrito de mediação ou autorização escrita para alienação do imóvel anunciado. E o conselho regional é o órgão de disciplina e fiscalização do exercício da profissão de corretor de imóveis. Os conselhos regionais de corretor de imóveis têm por finalidade fiscalizar o exercício profissional na área de sua jurisdição, sob supervisão do conselho federal. Além de normatizar o mercado imobiliário, a lei foi criada também para atender exatamente às necessidades da população, seja ela sofrida ou não sofrida, sem escolher lados ou partidos, mas garantir que os trabalhos executados pelos corretores sejam os melhores. O Creci deve realizar um trabalho direcionado à proteção da sociedade e preservação dos seus direitos, bem como a qualidade no serviço. Infelizmente não é isso que a imprensa divulga no Amazonas. Toda semana, temos casos de pessoas que se passam por corretor de imóveis, anunciando publicamente em redes sociais, jornais e outros veículos sem nenhuma interferência do conselho, lesando a sociedade e causando prejuízos incalculáveis. Eu mesmo já fui contatado por uma pessoa dessa e, quando

eu perguntei o número do seu Creci, ele dizia ser “estagiário” de uma imobiliária e me ofereceu seus serviços. Prontamente encaminhei o diálogo para o WhatsApp da fiscalização. Infelizmente, o Creci AM/RR não disponibiliza um site, ou algo parecido, onde a população possa fazer uma consulta rápida para saber se a pessoa contratada é crendeciada ou não. E também não tem um portal de transparência para sabermos o número de carros, bem como de fiscais, custo com combustível e outros. Falta elementos para afirmar se a estrutura atual é suficiente ou não para atender a demanda. O que mais causa estranheza aos corretores é quando uma pessoa é presa pela polícia ou denunciada por suposta infração ou crime no mercado imobiliário. O Conselho não se manifesta publicamente, informando se o denunciado é corretor ou uma pessoa exercendo ilegalmente a profissão, deixando a sociedade em dúvida. Os clientes precisam estar cientes que comprando por meio de pessoas não habilitadas, eles correm o risco de ter problemas com documentação e mesmo prejuízos financeiros. Contratar o serviço de uma pessoa que não é inscrita no Creci pode ocasionar a perca do dinheiro investido, caso houver algum ônus sobre ela ou impedimento legal do proprietário. Em qualquer uma dessas situações, o “falso corretor” não possui responsabilidade jurídica alguma em relação ao negócio. O erro recairá sobre o comprador que não exigiu a credencial do corretor e/ou da imobiliária.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

Além de normatizar o mercado imobiliário, a lei foi criada também para atender exatamente às necessidades da população, seja ela sofrida ou não sofrida, sem escolher lados ou partidos, mas garantir que os trabalhos executados sejam os melhores”


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Arquitetando paulo@adoromanaus.com.br

A singularidade da decoradora Sihame Cruz Tons fortes em áreas pequenas tendem a causar desconforto visual. Define como bom gosto ambientes neutros com toques de cores pontuais, além da mistura de estilos com equilíbrio e funcionalidade. Sua fonte de pesquisa são suas constantes viagens internacionais, em feiras pelo mundo, internet e troca de informações via network. Sihame é dona de uma alegria singular e considera que o mais importante em um projeto é nunca perder a inspiração e o foco do cliente. Um de seus maiores prazeres está na contemplação de seus clientes ao finalizar projetos e, ao mesmo tempo, ganhar a maior admiração dos mesmos: a amizade. Sucesso!

Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e altadecoração

Detalhe da iluminação: intimismo no bar Village Festas leva assinatura da decoradora na concepção das cores e nos detalhes

Apartamento no Rio de Janeiro: detalhe de ladrilho hidráulico

O premiado Sushi Bar Sustentável Casa Cor

A decoradora Sihame Cruz em sua residência

REPRODUÇÃO

LUZ

De acordo com a EPE, a elevação ficou em 6,1% se comparada ao mesmo mês de 2014

Residências consumiram mais energia O setor residencial foi o que mais contribuiu para o crescimento no consumo de energia em janeiro deste ano em comparação com o mesmo período de 2014. De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), a elevação ficou em 6,1%, se comparado ao mesmo mês de 2014. O consumo do setor residencialfoi 12.501 gigawatts-hora (GWh). Na indústria, houve recuo de 4,7%, alcançando o consumo de 13.822 gigawatts-hora (GWh), o menor resultado do mês de janeiro desde 2010. Ainda conforme a EPE, pela primeira vez, desde março de 2013, todas as regiões apresentaram queda no consumo industrial de energia. No total, o consumo de energia elétrica na rede, no período, chegou a 40.660 Gwh, o que significou aumento de 1,1%, na mesma comparação. Segundo a EPE, em 12 meses, o crescimento acumulado é 1,9%. Isso representa 0,3 pontos percentu-

Sihame Cruz teve seu espaço premiado durante a Casa Cor Amazonas, por usar elementos sustentáveis em seu projeto” PAULO RICARDO SACHS E ACERVO SIHAME CRUZ

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mercado de decoração, design e arquitetura possui profissionais de formação e atribuições diferentes, mas todos podem se completar. Nem sempre todas profissões trazem em um diploma a habilidade pelo bom ou pelo ruim, pelo certo ou pelo errado. Bom gosto já nasce com a pessoa ou pode ser desenvolvido, assim como liderança. Nascer autodidata ainda é alvo de estudos acadêmicos. Sihame Cruz é, assim, autodidata de muito bom gosto. A advogada tornou-se decoradora descobrindo sua verdadeira vocação há sete anos. Tem buscado a cada dia novos elementos para seu trabalho, trazendo mais técnica e o novo para seus projetos junto aos seus clientes. Atualmente, faz pós em design de interiores. Para Sihame, o projeto ideal nasce nas necessidades do cliente, sem nunca deixar de lado as tendências, o conforto e o respeito pela ampla circulação e ergonomia. Sua linguagem tem referências bacanas na iraquiana Zara Hadid, por suas formas orgânicas e no francês Philippe Starck, referência mundial em design de mobiliário, que também foi mestre diretor de arte de Pierre Cardin. Sihame considera de mau gosto projetar espaços que não tenham sincronismo com as pessoas que o habitam.

ais a menos do que o registrado no mês anterior. De acordo com a empresa, o panorama repete o comportamento dos últimos meses, com queda no consumo industrial e alta das residências e dos serviços. A EPE destacou, no entanto, que, no acumulado de 12 meses, a variação do consumo residencial indica redução progressiva desde março de 2014, o que indica tendência de ajuste nesse tipo de consumo. Para o comercial, ainda não é possível apontar tal tendência, apesar de, em dezembro (3,8%) e janeiro (4,1%), o consumo ter sido menor. Nos últimos 12 meses, a média passou de 7%. No setor extrativo de minerais metálicos, houve 25% de crescimento no consumo de energia. O Estado de Minas Gerais (+33%) ficou na frente, seguido do Espírito Santo (+22%) e do Pará (+21%). A explicação é a maior produção de minério de ferro e de pelotização. Na indústria metalúrgica,

porém, houve recuo de 17%, principalmente nos Estados do Maranhão (-50%), Minas Gerais (-25%), São Paulo (-18%), Santa Catarina (-9%) e Pará (-6,%). Segundo a EPE, esses Estados representam 75% do consumo setorial de energia. No setor automobilístico, a retração ficou em 7%, com queda em São Paulo (11%), no Paraná (5%) e no Rio Grande do Sul (18%). No setor químico, o consumo de energia caiu 4%, principalmente em Minas Gerais (-18%), no Rio Grande do Sul (-14%), na Bahia (-6%), em Alagoas (-6%) e em São Paulo (-3%). No Rio de Janeiro, o consumo de energia setorial cresceu 6%. A empresa apontou que a demanda de energia da indústria têxtil permanece em queda (-9%), especialmente, nos Estados de São Paulo (-10%), Santa Catarina (-6%), Minas Gerais (-13%) e Paraíba (-39%). Por Agência Brasil

Poltronas clássicas convivem com o moderno


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Soluções com design e tecnologia

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sustentabilidade sempre esteve entre os pilares da Deca, dedicada a oferecer produtos inovadores e de qualidade, criados para melhorar a vida das pessoas em harmonia com o meio ambiente. Neste sentido, a marca estará presente no estande da Siamfesp com foco no consumo consciente e na economia de água. A marca apresentará o programa “Proágua”, elaborado para promover redução no consumo por meio de uma série de ações planejadas, com aplicação de produtos e dispositivos economizadores, aliada às mudanças nos hábitos das pessoas. Muito além de um conceito, o “Proágua” é também a prática da economia, com produtos que proporcionam até 85% de redução no consumo, em diversas opções que unem design e tecnologia avançados e que contribuem para a utilização dos recursos naturais de maneira sustentável, garantindo a máxima eficiência. Criada para edificações sustentáveis que levam selos como Acqua, Leed e Breeam, a completa linha tem produtos desenvolvidos para colaborar com a diminuição de consumo em prédios e condomínios que apresentam maior pressão de água. O portfólio de mais de 60 produtos já vem com restritores e arejadores que promovem até 85% de economia. Considerado o vilão quando o assunto é economia de água, o chuveiro ganha atenção especial, com lançamentos que aliam design e tecnologia inteligente que garanta um banho confortável. Com exclusiva tecnologia que mistura água e ar, ele garante jatos fortes ao mesmo tempo em que economiza até 40%. O chuveiro Acqua Plus com entrada de ar é a opção perfeita para quem quer economizar sem abrir mão do bem-estar. O modelo Dream, que tem design moderno, tem a mesma vantagem e é outra opção interessante para a casa. Ambos os modelos podem ser encontrados nas opções de parede e teto. A torneira Aspen Duo é outra inovação indicada para poupar água tanto na cozinha quanto no

banheiro. Com sistema duo que apresenta dois ciclos de abertura, o primeiro possui abertura com 1/8 de volta, garantindo uma vazão confortável com economia de água. Já o segundo ciclo possui abertura total de ¼ de volta que somente é possível apertando o botão azul, recurso ideal quando é necessário um maior volume de água. Com a Decalux Slim que alia design e a mais alta tecnologia, a economia de água chega a 85%. A torneira, que pode ser cromada ou em inox, vem em duas versões: com sensor automático à bateria bivolt e sensor automático com sistema hidrogerador. Este último tem avançado sistema que gera a energia necessária para as próximas utilizações através da passagem de água, dispensando uso de rede elétrica, pilhas ou baterias para o funcionamento. Tem arejador embutido de vazão constante de 8 litros por minuto e permite regulagem à distância para acionamento. Outra pedida certa para

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Considerados vilões quando o assunto é economia de água, produtos inovadores ajudam a reduzir custos

Uso de torneiras de pressão está cada vez mais comum em empreendimentos comerciais

NOVIDADE

O programa “Proágua”, criado pela Deca, conta com produtos revolucionários que ajudam a reduzir gastos no final do mês, sem falar do design diferenciado e que agrega tecnologia as residências economia de água é a torneira Decalux Sense. Com acabamento em inox e cromado, o modelo possui campo magnético que permite vazão por apenas dez segundos. Encerrando a lista, a torneira Deca Select Matic é outra forte candidata ao uso residencial. Com opção de fechamento automático ou abertura manual, permite que o usuário restrinja o uso de água de acordo com a ocasião e garante uso racional dos recursos hídricos. Além disso, o produto possui um seletor de tempo que permite ao usuário uma fácil regulagem de vazão dependendo da sua necessidade.

A Decalux Slim, que alia design com tecnologia, pode ajudar a economizar até 85% no final do mês

Empresa com 12 mil colaboradores A Duratex S.A. é uma empresa brasileira, privada e de capital aberto, controlada pela Itaúsa – Investimentos Itaú S.A e Companhia Ligna de Investimentos. Maior produtora de painéis de madeira industrializada e pisos, louças e metais sanitários do Hemisfério Sul, é líder no mercado brasileiro com as marcas Durafloor, Duratex, Deca e Hydra. Produz ainda aquecedores solares e chuveiros eletrônicos. Também está entre as dez maiores empresas globais dos setores em que atua. Com sede em São Paulo, conta com cerca de 12 mil colaboradores e 15 unidades industriais estrategicamente localizadas nos Estados de Minas Gerais,

Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina e São Paulo, além de três fábricas de painéis na Colômbia, por meio de sua participação de 80% na Tablemac. Possui 260 mil hectares com florestas plantadas e áreas de conservação nos Estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo. Tem suas ações listadas nos mais relevantes índices do mercado, tais como Ibovespa (principal índice de referência da BM&FBovespa), Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index (Índice Dow Jones de Sustentabilidade para Mercados Emergentes) e no Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa – ISE. O chuveiro Acqua Plus com entrada de ar é a opção perfeita para quem quer economizar


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Inflação pressionada por gastos com a habitação O

Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), na cidade de São Paulo, encerrou o mês de fevereiro em alta de 1,22%, mas abaixo do registrado no fechamento de janeiro (1,62%). Em 12 meses, o IPC acumula alta de 7,21%, acima do apurado de fevereiro de 2013 a 2014 (4,2%). Apesar de perder força, a inflação no período foi pressionada pelo grupo habitação que passou de 0,41% para 1,82%. Essa classe de despesa foi a única dos sete grupos pesquisados que apresentou aumento de preços. O impacto sobre o orçamento doméstico foi sentido, principalmente, em relação à conta de luz. O valor cobrado pelo uso da energia elétrica saltou 10,92%. Cinco dos sete grupos apurados tiveram elevações, com índices abaixo do mês anterior. Entre eles, está o de alimentação que passou de 1,57% para 1%. Embora os preços dos itens alimentícios tenham subido com menos intensidade, no acumulado em 12 meses, eles

REPRODUÇÃO

Essa classe de despesa foi a única dos sete grupos pesquisados que apresentou aumento de preços durante pesquisa ficaram 9,63% mais caros, liderando os aumentos. Em transportes, o índice atingiu 1%, inferior ao medido no fechamento de janeiro (1,57%). Em despesas pessoais, a taxa saiu de 1,16% para 0,07%. No grupo saúde, os preços aumentaram, na média em 0,22%, menor do

PESQUISA

Apesar de perder força, a inflação no período foi pressionada pelo grupo habitação, que passou de 0,41% para 1,82%. Essa classe de despesas foi a única dos sete grupos que apresentou aumento

que em janeiro (0,48%). Em educação, a redução no ritmo de correção foi mais expressiva, passando de 6,86% para 0,3%. No grupo vestuário, os preços de liquidação da moda primavera/ verão levaram a uma queda de 0,45%, contra variação negativa de 0,21%. Por Agência Brasil

O IPC, medido pela Fipe, na cidade de São Paulo, encerrou o mês de fevereiro em alta de 1,22%, mais baixo do que janeiro


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Salão da Construção: o maior da América Latina FOTOS: REPRODUÇÃO

Evento do setor encerrou ontem, dia 14, em São Paulo. Quarta maior geradora de empregos do país, cadeia representa 8% do PIB

O evento, em sua abertura, contou com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff

C

om abertura na última terça-feira, 10, e encerramento realizado ontem, 14, a 21ª Edição do Salão Internacional da Construção (Feicon Batimat) teve como locação o parque do Anhembi. O evento é o maior do setor em toda a América Latina, o quinto maior do mundo, e teve, este ano, uma perspectiva de R$ 500 milhões em negócios. Segundo o presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), Cláudio Conz, o ano de 2015 abre perspectivas positivas para o setor, que segundo dados da entidade, representa 8% do PIB brasileiro. Cada R$ 1 produzido na construção gera R$ 1,88 na produção do país. A cadeia é a quarta maior geradora de empregos do Brasil e remunera seus trabalhadores 11,7% mais do que os outros setores da economia. Conz salienta que o Minha Casa, Minha Vida tem contribuído expressivamente para os resultados alcançados. “O Minha Casa, Minha Vida,

em quase 70%, é construído por pequenas e médias construtoras e essas pequenas e médias construtoras se abastecem, nos seus mercados locais, em lojas de material de construção. Quando você entrega 50, 100, 200 casas do Minha Casa, Minha Vida, se você passar lá 30 dias depois, você vai ver que está havendo algum tipo de ajuste naquilo que a pessoa quer: ou ele está puxando a garagem, ou está fazendo um tanque, ou está pintando de uma outra cor, ou seja, a existência do programa realimenta o setor de material de construção, o que é um movimento extremamente positivo para nós”, garante Conz. Segundo dados do Ministério das Cidades, os investimentos concluídos no âmbito do Minha Casa, Minha Vida – R$ 137 bilhões até julho de 2014 – geraram diretamente um total de 1,2 milhão de novos postos de trabalho, uma média de 244 mil por ano. A cada R$ 1 milhão investido nas habitações do programa habitacional, foram abertos, em média, 20 postos de tra-

balho na economia como um todo. Os recursos investidos geraram R$ 17,8 bilhões em tributos arrecadados diretamente da construção e outros R$ 15,7 bilhões da produção das demais atividades econômicas. Estima-se que retornaram aos cofres públicos, na forma de tributos, 49% do total dos subsídios desembolsados no programa. Para Walter Cover, presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Material de Construção (Abramat), a perspectiva de construção de três milhões de moradias do programa até 2018,anunciadas pela presidenta Dilma Rousseff, pode trazer novo impulso ao setor industrial. “Hoje, o programa corresponde a 7% das vendas em todo o Brasil. Até 2014, tivemos uma média de construção de 450 mil unidades por ano. Com essa nova meta, a média vai praticamente dobrar, passando a 800 mil unidades por ano. Para isso, precisaremos das medidas do governo para impulsionar a atividade industrial, que tem enfrentado situações desafiadoras”, afirma. Por Portal do Planalto

No local, visitantes podem encontrar diversos produtos ligados ao ramo imobiliário nacional


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Salão imobiliário - 15 de março de 2015 by Amazonas Em Tempo - Issuu