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Salão imobiliário - 15 de fevereiro de 2015

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MANAUS, DOMINGO, 15 DE FEVEREIRO DE 2015

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Morador pode denunciar

blocos de Carnaval Os responsáveis pelo evento carnavalesco podem ser notificados por possíveis prejuízos ao patrimônio público e particular, e devem obedecer código de postura

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s blocos de Carnaval tomam conta das ruas no mês de fevereiro e costumam acontecer próximo a bairros e condomínios residenciais. O barulho já é esperado nessa época, porém, a depredação de patrimônio público e particular pode acontecer durante o evento, deixando o morador ou o administrador da propriedade em dúvidas sobre a quem se reportar. O EM TEMPO conversou com o advogado e corretor Miquéias Fernandes para elucidar o que se pode fazer nesses casos. O profissional relembra que

muitas das regras que regem os blocos de carnaval estão no código de postura do município, mas a responsabilidade por possíveis danos cabe aos organizadores dos eventos. “Há uma comunicação prévia aos condomínios e residências sobre a ocorrência desses blocos e aí se identifica os responsáveis pela organização, que serão notificados caso haja algum prejuízo aos moradores”, esclarece. As autoridades também são notificadas sobre as ruas bloqueadas, detalhes específicos de segurança e saneamento, que são alguns dos requisitos legais para se aprovar o bloco de rua. Uma vez que todos estão avisados e ainda ocorrem danos aos patrimônios públicos e privados próximos do local, a providência é registrar a ocorrência e identificar o culpado. “Em matéria de direito, a prova é importante. Hoje em dia, é muito comum que o próprio morador registre o crime com os próprios dispositivos que ele possui, como um celular ou mesmo uma câmera fotográfica. No caso de condôminos, eles contam com o sistema de vigilância do prédio, o que ajuda bastante”, diz Miquéias.

Quando não há a provas do dano, o profissional aconselha a busca de testemunhas para que a denúncia seja consistente. “Nessa época, as pessoas também buscam se prevenir de alguma forma, seja com a instalação de câmeras na frente de suas casas ou sensores de luz que acabam afastando estranhos que possam fazer algo. Se não for possível adotar essas medidas, o melhor é abordar os vizinhos e tentar identificar os foliões que causaram o dano”. Se o morador for prejudicado, ele pode recorrer à delegacia mais próxima e registrar um boletim de ocorrência, abrindo uma ação contra o bloco de carnaval. Segundo Miquéias, os responsáveis serão notificados e terão que responder legalmente. “O morador tem todo direito de denunciar o bloco. Talvez, haja dificuldades de se identificar organizadores e ser devidamente ressarcido. No direito não há fórmulas, mas é preciso enfrentar a situação”. Sobre o barulho produzido pelos blocos de rua, Miquéias afirma que o evento faz parte da cultura brasileira e que os moradores geralmente esperam o ocorrido. Porém, ainda

há a possibilidade de denúncia após as 22h. “O morador tem todo o direito de reclamar, ainda mais se precisa acordar cedo para ir ao trabalho ou fazer outros compromissos. Nesses casos, é bom procurar saber que autoridade está responsável por esses casos. A poluição ambiental é regulamentada pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semmas), que pode fazer plantões nos dias de carnaval”, aponta o profissional. No geral, o profissional enfatiza que os casos sobre reclamações de depredação de patrimônio e poluição ambiental não são comuns. “Antes, era até possível ver denúncias de igrejas quando blocos passavam pela frente, mas até esse tipo de caso é difícil de acontecer atualmente. O Carnaval, quando segue as regras de segurança, pode ser brincado sem prejudicar ninguém”.


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Desperdício de energia nas residências representa 10% REPRODUÇÃO

Segundo levantamento da Abesco, 10% da energia se perdeu à toa somente no ano de 2014 e custou R$ 12,64 bilhões

O total de desperdício representa um valor que chega a R$ 12,64 bilhões

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e todo a energia consumida no Brasil durante 2014, mais de 10% se perderam à toa, mostra levantamento da Abesco, a associação que reúne empresas de serviços de conservação do recurso. Essa conta, estima a entidade, bate em R$ 12,64 bilhões, dos quais metade corresponde a perdas geradas por consumidores residenciais e o restante se divide entre indústria, comércio, serviços e órgãos públicos. Em parte, as perdas se devem ao fato de que, enquanto o consumo elétrico crescia nos últimos anos com o avanço da economia e mudava os hábitos domésticos, o brasileiro criava novas necessidades e desaprendia a poupar. Por isso, o racionamento que persegue os consumidores hoje chega em um cenário muito diferente daquele que os acometeu há 15 anos. O corte, desta vez, deve ser mais doloroso, segundo especialistas. E o consumidor

residencial, que tem “mais gordura” para reduzir, deve ser o foco da economia. Se, no racionamento de 2001, muitas residências tinham a opção de desligar o freezer, o vilão da vez, e substituir as velhas lâmpadas incandescentes pela tecnologia dos modelos fluorescentes, hoje as saídas são outras. Quando o governo divulgou a MP 579, reduzindo o valor das tarifas, o consumo residencial saltou 5%. “Teve o aumento da renda, que levou as pessoas a comprar mais eletrodomésticos, TVs maiores, frigobar, ar-condicionado. Vai precisar desligar para atingir a meta. Vai ter comprometimento da qualidade de vida alcançada”, diz Ricardo Savoia, diretor da consultoria Thymos. Das 16 maiores economias, o Brasil é o penúltimo no ranking de eficiência energética do American Council for an Energy-EfficientEconomy, entidade internacional que estuda o tema.

Indústria Já para a indústria, CristopherVlavianos, presidente da comercializadora Comerc, ressalva que a margem de corte é menor em setores eletrointensivos, como o químico e o de alumínio. Como têm na energia uma parcela alta de seus custos, eles já investiram contra o desperdício. Por outro lado, quem ainda não adotou projetos de eficiência mais complexos - como a transformação de estrutura para receber iluminação natural, instalação de geradores ou troca de maquinário - pode encontrar gargalos de financiamento e prazo. “No passado havia gordura, até porque o preço da energia era baixo e subsidiado. Havia menor preocupação. Hoje, boa parte do consumo industrial já está no mercado livre e vem caindo desde 2012, quando o preço da energia começou a subir”. Vlavianos lembra que a eficácia do racionamento anterior foi maior do que se poderia

esperar para um atual. Margem, porém, existe. Rodrigo Aguiar, presidente da Abesco, aponta ineficiência em sistemas de iluminação pública e no condicionamento de ar de hotéis, shoppings e comércio, além dos equipamentos obsoletos em indústrias de menor porte. “De todo o consumo industrial, 60% estão em motores, e 20% deles têm mais de 25 anos - ou seja, consomem mais de 40% de energia que o motor de alto rendimento novo. Afeta a produtividade e a competitividade no país.”

Ananda Soares, da Safira, empresa especializada em energia, lista exemplos de desperdício como motores rodando sem necessidade e tubulações danificadas que agravam as perdas. Ainda há empresas que usam lâmpadas vapor metálico, um modelo dispendioso que já poderia ter sido trocado por LED. Ao consumidor residencial, diz Soares, resta evitar dormir com a TV ligada, reduzir o ar-condicionado, procurar ventilação e iluminação natural, limpar filtros de máquinas de

lavar e usar lâmpadas fluorescentes ou LED. O Ministério de Minas e Energia diz que o país adota programas de eficiência. “O Plano Nacional de Energia estabelece como meta que 10% do consumo projetado para o horizonte de 2030 seja suprido com medidas de eficiência energética”, informa o órgão, que cita ainda iniciativas como o selo Procel e o plano brasileiro de etiquetagem, aplicado a fabricantes de equipamentos. Por Agência Brasil

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

FOTOS Arquivo EM TEMPO

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor

REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves

TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima


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Bellagio terá a primeira etapa entregue neste ano FOTOS: DIVULGAÇÃO

Residencial da Europa Construções e Incorporações aposta no mercado da exclusividade e serviços diferenciados

A quadra de esportes é um dos atrativos

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A primeira etapa do empreendimento será entregue neste ano

Europa Construções e Incorporações ainda é nova no mercado de Manaus, mas já aposta em um mercado em potencial na cidade: condomínios que investem na exclusividade. No momento, o único e primeiro empreendimento da construtora é o Residencial Bellagio, localizado na rua Maceió, Vieiralves, e que espera ter a sua primeira etapa entregue em maio deste ano. Segundo o gerente de vendas, Rodrigo Vanzin, o empreendimento foi lançado há cerca de 4 anos e a Europa escolheu construir um condomínio com apenas duas torres e média de dois apartamentos por andar, beneficiado ainda por uma localização privilegiada no bairro Nossa Senhora das Graças, zona centro-sul. “Esse perfil do empreendimento permite um conforto maior, além de privacidade para o morador que não terá que lidar com muitos vizinhos”, informa. As unidades do residencial estão disponíveis em metragens de 147 a 150 metros quadrados, com três suítes e duas vagas na garagem, e em 297 e 300 metros quadrados, com quatro suítes e quatro vagas na garagem. As últimas especificações são para os andares exclusivos, unidades duplex e cobertura. Entre os itens de lazer, estão: piscinas, quadra poliesportiva, churrasqueira, playground, praça de jogos, salão de festas, bar, espaço gourmet, brinquedoteca, salão de jogos e um fitness center. Uma das novidades do Bellagio é o conceito de Wide Living, que pode ser uma opção de planta na hora de escolher os apartamentos. “Este conceito permite ao cliente integrar a va-

randa ao resto da sala de estar do apartamento, sem desnível, divisão, paredes ou porta de correr. Dessa forma, se aumenta a sensação de espaço ao morador. Também temos opções de acabamento diferenciadas agora que já temos a primeira torre quase concluída e o cliente pode verificar como vai ficar o resultado final”, explica o gerente de vendas. A primeira torre, prevista para ser entregue em maio, terá 18 andares, e a segunda, 14 andares. No total, o empreendimento vai cobrir uma área de mais de 4.400 mil metros quadrados. De acordo com Vanzin, o planejamento da Europa Construções é lançar a segunda torre até maio de 2018. A localização, próximo a restaurantes, bares, parques, colégios, drogarias, supermercados e shoppings, será um dos destaques de quem conseguir uma unidade no Residencial Bellagio. “A localização traz enormes vantagens para que o morador se desloque para as principais zonas da cidade sem dificuldades. O Vieiralves também conta com vários serviços, caso o morador precise de algo”, aponta o profissional. A escolha pela exclusividade e localização privilegiada fazem do Bellagio um residencial direcionado a um público de alto padrão, seguindo uma tendência de empreendimentos recém-lançados em Manaus. O gerente Rodrigo Vanzin afirma que a Europa percebeu essa tendência no mercado e decidiu investir neste nicho. “Seguimos neste nicho ao mesmo tempo em que tentamos construir um empreendimento diferenciado em relação a outros produtos no mercado”, ressalta.

Playground é outro atrativo para os futuros moradores do local

O condomínio vai contar com piscinas para adultos e crianças


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Construção civil inicia o ano de 2015 com queda O

Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) iniciou o ano em queda, ao fechar janeiro com variação de 0,21%, ficando 0,44 ponto percentual abaixo da taxa de dezembro do ano passado, quando houve alta de 0,65%. O resultado acumulado dos últimos 12 meses foi 5,94%, também abaixo dos 6,2% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2014, o índice havia variado 0,45%. Os dados relativos ao Sinapi foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o IBGE, os resultados levam em conta a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor da construção civil, prevista na Lei 12.844, sancionada em 19 de julho de 2013. Quando não considerada a desoneração da folha de pagamento, a variação no mês ficou em 0,2% e o acumulado nos últimos 12 meses, em 6,03%. De acordo com o IBGE, o custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 913,32, em dezembro, para R$ 915,22, em janeiro. Desse total, R$ 498,35 são relativos aos materiais e R$ 416,87 à mão de obra. A parcela da mão de obra

REPRODUÇÃO

Os resultados levam em conta a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor da construção prevista em lei apresentou variação de 0,22%, 0,62 ponto percentual abaixo da taxa referente ao mês de dezembro (0,84%). Os materiais registraram variação de 0,20% em janeiro. A maior variação mensal no custo da construção foi na Região Norte, que teve o custo elevado em 0,72%. No Nordeste, a variação foi 0,09%; no Sudeste,

VALORES

De acordo com o IBGE, o custo nacional da construção por metro quadrado passou de R$ 913,32, em dezembro, para R$ 915,22, em janeiro. Do total, R$ 498,35 são relativos aos materiais 0,20% e no Sul, 0,21% O Sinapi tem como objetivo produzir informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, visando à elaboração e avaliação de orçamentos, como também acompanhamento de custos. Ele é calculado pelo IBGE em parceria com a Caixa Econômica Federal. Por Agência Brasil

A maior variação mensal no custo da construção foi na Região Norte, que teve o custo elevado em 0,72% e no Nordeste 0,09%

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

O sonho da casa própria Tenho recebido e-mails, telefonemas de leitores e de colegas corretores a respeito das dicas que estamos compartilhando, e uma parcela significativa diz respeito a duvidas sobre o ciclo da compra de um imóvel, então os próximos artigos estarão relacionados com as etapas que os clientes precisão realizar para realizar o sonho da casa própria. Você chegou à conclusão que vai comprar um imóvel. Este normalmente é um projeto familiar e não raro um projeto de vida e por isto não pode ser fruto de uma decisão que deixe de levar em consideração todos os aspectos possíveis. E a primeira a coisa a ser feita é contratar um corretor de imóveis devidamente inscrito no Creci. Então você deve seguir alguns passos para que seu sonho não se transforme num pesadelo. Inicialmente defina sua necessidade: casa ou apartamento? Na planta ou usado? A vista ou financiado? Posteriormente leve em consideração o tamanho da sua família, o local onde você trabalha, a sua forma de locomoção, onde seus filhos estudam, a proximidade com centro comerciais e etc. O passo seguinte é pesquisar o bairro que você pretende morar, dentro de sua realidade financeira. O ideal é fazer um levantamento detalhado da infraestrutura local, como: escolas, lojas, transporte coletivo, bem como fazer incursões pelo bairro nos horários de pico de movimento. Tudo isto pesa no orçamento familiar porque não adianta encontrar um imóvel adequado ao tamanho de sua família, se o custo mensal entre alimentação, transporte, estudo e lazer for incompatível com

seu orçamento. Veja que R$ 200 a mais por mês pode representar a perda das suas férias de fim de ano, por exemplo. Quanto poderá pagar nas prestações mensais do imóvel sem comprometer a sua saúde financeira? A minha dica é dar uma entrada pequena de forma que não perca muito dinheiro caso haja algum problema com a obra ou com a construtora e não comprometer mais que 20% do seu orçamento familiar com a primeira parcela, bem como não assumir parcelas intermediárias superiores a um mês de seu rendimento familiar por ano, e você deverá programar o uso do seu 13º salário. Contar com outras rendas que você não tem certo é muito arriscado e pode levar-lhe a inadimplência. Já para a receber o imóvel é exigida a quitação do saldo devedor. É neste momento que recomendo então o uso integral do FGTS seu e de sua esposa, além da venda de veículo e saque de poupança e outras aplicações, de modo a zerar a dívida ou sobrar muito pouco para o financiamento. Lembrese de reservar 5% do valor do imóvel para o pagamento das despesas de cartório e ITBI. Não se preocupe com o mobiliário do imóvel, porque este é o supérfluo, já que você pode usar o mobiliário que já possui ou mesmo comprar móveis novos em grandes lojas em 12 vezes sem juros. Preocupe-se com o principal, que é o imóvel quitado e devidamente escriturado. Agora que você já sabe onde quer morar e quanto pode gastar na compra do seu imóvel, aguarde as próximas dicas. Pense nisso! O seu futuro agradece.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

Contar com outras rendas que você não tem certo é muito arriscado e pode levar-lhe a inadimplência. Já para a receber o imóvel, é exigida a quitação do saldo devedor”


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Arquitetando paulo@adoromanaus.com.br

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se caso o for, dois cálices, vermelhos de cristal são uma boa dica, ou um quadro com motivo caliente. Criatividade: identifique a sua arte, o que é o seu hobby, como uma tapeçaria. Amigos, na realidade são aqueles de verdade, os mentores de nossa vida. Quem não tem um? Espelhos na porta da entrada, refletem e decoram. Quarto do casal, evite televisor, raios catódicos roubam a energia positiva durante o sono. Ralos de banheiros, nunca aparentes. Caso não tenha como, uma planta ou um cristal em cima já neutraliza. Um bom livro para iniciantes: “101 Dicas do Feng Shui Para Seu Lar”, de Richard Webster. Lembrando que um profissional especializado sempre deve ser contratado.

O baguá deve ser aplicado na entrada da casa ou trabalho, na porta

Nos porta-retratos coloque a família

Água em movimento: fonte de prosperidade

Espelhos: além de decorar e aumentar espaços, promovem a cura

A ideia é reduzir o consumo nos órgãos públicos que ficam sob administração federal

Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e altadecoração

Livre-se de todo o entulho, tudo que já não serve mais para nada. Simplesmente jogue”

Decore com cactos: eles tem força interna da água no caule

Sino dos ventos: na porta de entrada, no jardim REPRODUÇÃO

ilosofia milenar chinesa, está presente no universo há pelo menos 3000 anos. Feng Shui significa literalmente vento e água, dois elementos que representam as forças necessárias para conservar as energias positivas no ambiente, reduzir efeitos nocivos e promover o equilíbrio. Energia magnética. Profissionais especializados podem agregar esta filosofia a seus projetos, este em si não é o único caminho para chegar a harmonia em exteriores e interiores. Existem algumas regras básicas em comum que podem ser implementadas para cada cliente. Inicie colocando o baguá, que é um mapa com forma octogonal na porta da entrada. Redistribua os objetos que você tem da seguinte forma guiando-se pelo baguá. No trabalho: na porta acima e a esquerda, algo como um quadro, uma representação do seu ambiente de trabalho. Ao lado espiritualidade, sua crença. Família, mais a esquerda, fotos e porta-retratos são bem-vindos. Entrando em casa, região de prosperidade, use uma fonte de água, ou um espelho d’água. Sucesso, represente, por exemplo, seu trabalho além das fronteiras. Coloque um mapa mundi e um diploma. Relacionamento do casal

PAULO RICARDO SACHS/ACERVO

Feng Shui: conferindo boa energia ao seu projeto

NACIONAL

Regras para uso de energia e água O governo publicou portaria no Diário Oficial da União que estabelece medidas para reduzir o consumo de energia elétrica e água em órgãos da administração pública federal. De acordo com a portaria, as entidades e os órgãos federais devem adotar práticas responsáveis de consumo, como o uso consciente dos aparelhos de ar condicionado, de lâmpadas, além de evitar o desperdício de água. Na quarta-feira,11, o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, disse que o objetivo é diminuir o consumo em cerca de 30%.Entre as orientações para reduzir o consumo estão, por exemplo, manter as portas e janelas fechadas quando o aparelho de ar condicionado estiver sendo usado, desligar o aparelho quando não houver ninguém no ambiente e evitar usá-lo após as 18h. Desligar o monitor dos computadores, de impressoras, estabilizadores e caixas de som também são providências que

serão incentivadas. No caso de geladeiras e freezers, deve-se evitar que as portas fiquem abertas sem necessidade e regular a temperatura dos equipa-

MEDIDAS

A portaria publicada no Diário Oficial da União busca reduzir o consumo de energia elétrica e água em órgãos da administração pública federal, adotando práticas como o uso consciente de luz mentos conforme a estação do ano e a capacidade utilizada. Desligar as lâmpadas das salas que não estiverem em uso, principalmente nos horários de almoço e no encerramento do expediente, evitar acender lâmpadas durante o dia, dando prioridade à luz natural sempre que possível, e reduzir a iluminação em áreas de circulação,

pátios de estacionamento e garagens, desde que não prejudique a segurança nos locais, são outras medidas que devem ser adotadas. A portaria recomenda acionar apenas um elevador e usar, sempre que possível, as escadas para os primeiros pavimentos e para subir ou descer poucos andares. Segundo o Ministério do Planejamento, o uso da água também deve ser responsável, evitando desperdícios, como vazamentos nas instalações. A portaria recomenda atenção à manutenção das torneiras totalmente fechadas, prioridade ao uso de descargas mais econômicas, e a criação, quando possível, de sistemas de captação de água da chuva. De acordo com a pasta, os órgãos e entidades devem informar mensalmente os dados sobre consumo de energia elétrica e de água por meio do Sistema do Projeto Esplanada Sustentável (SisPES). Por Agência Brasil


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Brasileiros estão entre os TOP 70 Vertical Itaim e Arena do Morro marcam presença no “Oscar da Arquitetura”

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ntre mais de 3 mil projetos inscritos do mundo todo, divididos em 14 categorias, dois projetos brasileiros ficaram entre os 70 melhores na edição de 2015 do “Building of the Year”, considerado o “Oscar da Arquitetura”. O edifício residencial Vertical Itaim, lançado pela construtora brasileira Vitacon, ficou entre os cinco melhores na categoria Housing. Já a Arena do Morro, situada no bairro de Mãe Luiza, em Natal, foi eleita a melhor edificação esportiva. Os vencedores foram anunciados na última quinta-feira, no site de arquitetura ArchDaily, que promoveu o concurso. Um dos mais prestigiados do setor, o prêmio está na sua 5ª edição, e pela primeira vez um projeto brasileiro ficou entre os selecionados. Área Projetado pelo arquiteto Márcio Kogan, o Vertical Itaim fica em uma região nobre de São Paulo e é um dos empreendimentos mais exclusivos da Vitacon. O prédio possui apenas dez unidades de 144 metros quadrados, com opção de uma ou duas suítes, e oferece três ou quatro vagas de garagem. O projeto inclui ainda fechaduras biométricas, que garantem maior segurança e praticida-

de aos moradores, além de um amplo bicicletário. Por meio da utilização de materiais como a madeira, assim como soluções modernas de arquitetura, o empreendimento se destaca pela versatilidade, dinamismo e funcionalidade, proporcionando aos moradores grande integração com o exterior. A versatilidade da planta permite que a unidade seja reorganizada de acordo com a necessidade de cada família, podendo ser um espaço único (loſt) ou ter até dois quartos. Outro diferencial é a fachada do edifício, composta de painéis expostos de concreto e de madeira reforçada, que foi concebida para diminuir a entrada de claridade dentro dos apartamentos. Dessa forma, o usuário pode controlar a incidência de luz em cada unidade de acordo com sua preferência, aumentando o conforto. Arena Inaugurada em abril, a Arena do Morro foi projetada pelo escritório suíço Herzog & de Meuron. Com capacidade para 350 pessoas, possui salas multiuso para aulas de dança, salas de aula, terraço com vista para o mar, além de vestiário e uma quadra poliesportiva.

A fachada do Vertical Itaim mescla painéis de concreto com madeira reforçada, utilizada para diminuir a entrada da claridade


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Crise obriga condomínios a instalarem caixas-d’água O

risco de racionamento tem provocado um verdadeiro corre-corre às lojas de material de construção, em São Paulo, para garantir uma nova caixad’água - e maior abastecimento - em caso de suspensão no suprimento na capital. Segundo a Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), os prédios paulistas têm caixas com capacidade para suportar 3,5 dias sem reabastecimento. Caso o rodízio adotado pela Sabesp (companhia de abastecimento) seja de cinco dias, conforme expectativa, seria necessária uma nova caixa para garantir o fornecimento ininterrupto nas torneiras. No entanto, as caixas para suprir os condomínios costumam ser grandes e, para instalá-las é preciso passar por uma série de burocracias técnicas, segundo Eduardo Zangari, diretor de relações institucionais da Aabic. “É preciso aprovar a instalação em assembleia. Na discussão é preciso ter já três orçamentos e o principal, o espaço que deverá ser usado para a obra”, diz Zangari. Saber o tamanho da caixa é fundamental para garantir a

aprovação. Existem empresas na capital especializadas em calcular a quantidade exata de litros para garantir o abastecimento, mesmo com o racionamento. “Meu prédio está consumindo 18 metros cúbicos por dia. Se ficarmos cinco dias sem água, serão necessários 90 mil litros. Minha caixa de água tem 64 mil litros. Ou seja, precisaria de uma caixa de 26 mil litros para garantir o abastecimento”, explica Zangari. A lista de empresas que realizam o trabalho podem ser conseguidas com o Crea (Conselho de Engenharia e Arquitetura) ou com o CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo). Com esses números, é preciso fazer o estudo técnico para verificar se a estrutura do prédio comporta a instalação e o peso de uma nova caixa. Também será necessário um estudo hidráulico. “Toda a estrutura hidráulica seria mudada, pois não há previsão para uma nova caixa-d’água. Isso demanda um novo cálculo de peso e reforço na estrutura da edificação”, diz Valnei Ribeiro, gerente regional de condomínios da Apsa. Segundo o arquiteto Marcello

Sesso, do escritório Sesso & Dalanezi, os prédios mais novos possuem shaſts -estruturas verticais “ocas” para passagem de tubulação - que permitem adição de uma nova estrutura. Nos mais antigos, a situação fica um pouco mais complicada. Para sanar esse problema em prédios mais antigos, os síndicos têm optado por aprovar a instalação em áreas como quadras ou subsolos de garagem. “É algo em caráter emergencial. Por isso é preciso da aprovação da utilização do espaço pelos moradores”, afirma Zangari. Cuidado Os profissionais ouvidos pela reportagem também orientam os condôminos a terem cuidado com as alternativas para a estocagem de água. Instalar tambores ou piscinas em varandas para reaproveitar água da lavadora ou da chuva requer estudo. “O morador deve averiguar se a laje suporta o peso concentrado. Mesmo que suporte, provavelmente de maneira individual ele não conseguira captar a água da chuva e se isso também não interferirá na fachada”, diz Marcello Sesso. Por Folhapress

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Segundo a Aabic, os prédios paulistas têm caixas com capacidade para suportar 3,5 dias sem reabastecimento

A falta d’água está causando grande preocupação em São Paulo


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Empresa cria residencial com praia artificial no Sul O

Brava Home Resort, empreendimento de alto padrão da Incorporadora Procave, acaba de inaugurar sua Praia Artificial Particular. Localizada em meio a palmeiras, coqueiros e um paisagismo que remete às praias naturais, a entrega de mais essa etapa da área de lazer proporciona uma experiência única aos moradores do residencial localizado a apenas 5 quilômetros de Balneário Camboriú. A praia artificial faz parte do Parque das Águas que é composto por piscinas externas, internas, lagos, raias para natação, bares molhados, piscina infantil, baby, spa e um rio com grande variedade de peixes totalizando aproximadamente três milhões de litros de água para atender todo o complexo aquático. A rampa da praia foi moldada manualmente sobre o solo antes da concretagem para que ela tenha inclinação e ondulações mais semelhantes possíveis com as de uma praia natural. Na borda oposta à praia, um sistema de turbilhamento de águas com alta pressão propicia as marolas criando o efeito das ondas. Toda areia utilizada foi reti-

rada de reservas legais e passou por um processo que retira praticamente toda a sujeira e impurezas existentes, mantendo assim uma água cristalina mesmo com o reviramento da areia no fundo da piscina ou com a migração da areia externa para dentro da água. O empreendimento é formado por 14 torres, das quais dez já entregues aos proprietários. Foi construído em um terreno de 75 mil metros quadrados sendo 56 mil metros quadrados de jardins e áreas construídas para lazer. A preocupação com o bem estar e o conforto dos moradores está presente em todo o projeto. Ao final do empreendimento, haverá uma reserva de água potável para consumo dos moradores de aproximadamente 690 mil litros e uma reserva de aproximadamente 800 mil litros de água de reaproveitamento proveniente da chuva onde 180 mil litros são reservados como preventivo de incêndio e 620 mil litros são utilizados para irrigação de jardins e limpeza das garagens. O Brava Home Resort foi projetado para criar um ambiente onde o sonho e a realidade se confundem, oferecendo qualidade de vida e tranquilidade.

DIVULGAÇÃO

Toda areia utilizada foi retirada de reservas legais e passou por um processo que elimina praticamente toda a sujeira

A areia da praia artificial foi retirada de forma legal e conta com processo de limpeza de impurezas e outros resíduos


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