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Salão imobiliário - 14 de setembro de 2014

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A profissional afirma que é preciso ser honesto com o cliente, para o trabalho sair com a “sua cara”

Empresa inova com atendimento especial

Criadora da SMC Decorações, a decoradora Sihame Cruz revela que honestidade é a chave para acertar no gosto do cliente

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uando decidiu reformar seu apartamento foi que Sihame Cruz descobriu sua paixão pela decoração de ambientes. Ela, que é formada em direito, confessa que sempre gostou de tudo em relação à moda, criatividade e ao novo, mas foi apenas na experiência de decorar o próprio lar que Sihame decidiu seguir a profissão. “Logo depois de decorar meu apartamento, consegui reformar o prédio todo, que já tinha mais de 30 anos, com a assessoria de uma construtora. O lugar ganhou ares modernos e inovador. Desde lá, nunca mais parei”, explica a profissional. Sihame decidiu, então, criar sua própria empresa, a SMC Decorações, há 6 anos. A empresa surgiu com uma necessidade de prestar um serviço mais rápido e efetivo aos clientes, segundo a profissional. “Nós oferecemos serviço de apoio por meio do qual um funcionário desloca-se até a residência do cliente para o acompanhamento da obra, visando praticidade à vida do cliente, tais como recebimento de materiais e serviços. Tudo isso aliado à segurança e ao compromisso com o trabalho. Com a correria de hoje em dia, muitos clientes já não dispõem de tempo para esse fim ou para saber o que escolher”, comenta. E sobre tendências no mercado, Sihame revela que os clientes têm buscado a preferência por espaços elegantes e “clean”, sem exageros. “Aconselho sempre dosar as cores mais fortes, deixando o ambiente equilibrado. Também sou a favor de não “encher” a casa

de móveis. Adoro a tendência high-low que consiste na mistura entre peças de alto custo com outras mais acessíveis e nem por isso inferiores”, indica. Sihame, que atualmente realiza uma pós-graduação em design de interiores e chegou a ganhar o prêmio Casa Cor Amazonas 2011, aconselha que para acertar no gosto do cliente que procura a SMC é preciso honestidade de ambas as partes. “Sempre digo que a

ALVO

Para o futuro, Sihame Cruz revela que pretende continuar realizando parcerias com empresas pela cidade e oferecendo um bom serviço, independentemente do poder aquisitivo do cliente

relação com o cliente é um casamento com prazo determinado na entrega da obra. Normalmente perguntamos se o cliente irá sentir-se à vontade no novo ambiente e se este preenche os requisitos básicos como: funcionalidade, conforto e beleza. Afinal, a personalidade do cliente tem que estar impressa no ambiente e não a do decorador”, esclarece. Para inovar na confecção de um ambiente, a decoradora afirma que busca frequentar periodicamente feiras e eventos do segmento sobre novidades no Brasil e no exterior. “Viajar é fundamental para se conhecer lugares novos, como hotéis e restaurantes, porque eles conseguem inspirar os decoradores na criação

de projetos. Buscamos, também, adaptar e misturar elementos regionais em nosso trabalho. Temos pintores e artesãos incríveis no nosso Estado. Na movelaria, posso citar a Fucapi, que desenvolve móveis belíssimos sob encomenda e que são exportados para os Estados Unidos”, diz. Para o futuro da SMC Decorações, Sihame revela que pretende continuar realizando parcerias com empresas pela cidade e oferecendo um bom serviço, independentemente do poder aquisitivo do cliente. “Às vezes para se decorar um ambiente não é preciso apenas artigos caríssimos. É possível imprimir personalidade em um espaço com diversos orçamentos ao misturar tendências e saber como e onde procurar o que se quer. Para isso existe o decorador”, garante.

Empresa de Sihame Cruz proporciona atendimento diferenciado e exclusivo aos clientes

FOTOS: IONE MORENO

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Empreendimento oferece um ano sem pagamento

Uma série de vantagens está disponível para quem sempre sonhou em morar no primeiro condomínio planejado de Manaus

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mês de setembro é o período ideal para quem sempre quis morar na Ponta Negra. A Capital Rossi apresenta uma oportunidade inédita para o Reserva Inglesa Condomínio Parque, no qual o cliente pode ficar até 1 ano sem pagar as parcelas mensais nas unidades do London, Liverpool e Britannia. “O cliente paga o ato e tem a possibilidade de ficar até 1 ano sem pagar as parcelas mensais do contrato. Essa é uma grande chance para adquirir um imóvel em uma das áreas mais valorizadas de Manaus”, disse o gerente comercial, Rodrigo Oliveira. O cliente pode, ainda, aproveitar as unidades com preços promocionais e ganhar splits para os quartos no London e no Liverpool e para as salas comerciais do Britannia. Localizado próximo ao Aeroporto Internacional de Manaus, centros comerciais, shopping, supermercado, além de pontos turísticos, como a orla da Ponta Negra e a ponte Rio Negro, o Reserva Inglesa representa o encontro entre o futuro, a história e a natureza. Possui uma área de 224 mil metros quadrados e com o paisagismo assinado por Benedito Abbud, o mesmo que projetou

FOTOS: REPRODUÇÃO

o parque Jefferson Péres, no Centro de Manaus. O acesso aos condomínios será feito por meio de um boulevard com 65 metros de largura e três faixas de circulação de veículos. Ao longo do boulevard, os moradores terão WiFi disponível, estação de ginástica, ciclovia, pista de caminhada e muito mais. Além de um parque privativo com 11 mil metros quadrados de área verde e orquidário. As quatro torres do London

DIFERENCIAL

Localizado próximo ao aeroporto internacional de Manaus, o Reserva Inglesa representa o encontro entre o futuro, a história e a natureza em seus 224 mil metros quadrados de extensão possuem apartamentos de três e quatro suítes de 134 metros quadrados e 169 metros quadrados, além de coberturas duplex de 294 metros quadrados com duas ou três vagas na garagem. Todos os edifícios terão 18 andares, sendo que somente duas possuirão coberturas.

O empreendimento que leva a assinatura da Capital Rossi fica localizado próximo ao Shopping Ponta Negra, o mais novo da cidade Cada torre contará com 18 andares mais somente duas contarão com cobertura

O empreendimento conta ainda com espaço para escritórios e lojas, facilitando a vida do morador

Dezoito andares por torre O Liverpool também abrigará quatro torres, os apartamentos terão três suítes ou dois e três dormitórios sendo uma suíte de 69 metros quadrados, 90 metros quadrados e 113 metros quadrados com uma ou duas vagas na garagem.

Serão 18 andares, também com três elevadores. Já o Britannia é um empreendimento de escritórios e poderá ser ocupado tanto por moradores dos residenciais do Reserva, quanto pelos interessados em ter um espaço de

trabalho na área da Ponta Negra. O estande de vendas do Reserva Inglesa está localizado na avenida Coronel Teixeira, ao lado do Shopping Ponta Negra. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (92) 4003-0980.

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

FOTOS Ione Moreno

DIAGRAMAÇÃO Leonardo Cruz

REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor

REVISÃO Dernando Monteiro

TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima


3 FOTOS: ARQUIVO EM TEMPO

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Governantes terão que enfrentar

especulação imobiliária

O país tem um déficit de cinco milhões de habitações, segundo cálculos divulgados pelo Ministério das Cidades

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s desapropriações de casas para dar lugar a obras de mobilidade urbana e as frequentes ocupações de imóveis vazios nos grandes centros trazem à tona o problema do acesso à moradia adequada. As manifestações de 2013 trouxeram o tema para o debate, que chega agora às campanhas eleitorais. O país tem um déficit de cinco milhões de habitações, segundo cálculos do Ministério das Cidades. Especialistas em urbanismo defendem que esse problema não será resolvido apenas com a construção de casas e que será preciso enfrentar a especulação do mercado imobiliário. Para Guilherme Boulous, da coordenação nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), a falta de moradia aumenta à medida que sobem os preços do aluguel. Segundo ele, a construção de casas por governos, no ritmo atual, é insuficiente para atender a todas as famílias que precisam de um novo lar e pouco influencia na queda do valor dos aluguéis. “A valorização imobiliária da cidade de São Paulo, nos últimos 5 anos, foi de mais de

130% e, no Rio de Janeiro, de 200%”, disse, sobre o impacto dos aumentos no aluguel. “É um barril de pólvora que uma hora ia explodir. É uma valorização imobiliária sem regulação de mercado ou (sem) assistência social para quem sempre dependeu de pagamento de aluguel para ter onde viver.” Segundo dados do Censo

CRESCIMENTO

Para Guilherme Boulos, coordenador nacional do MTST, a falta de moradia aumenta à medida que sobem os preços do aluguel. A construção de casas do governo é insuficiente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país tem seis milhões de imóveis vagos. O MTST defende uma política nacional de desapropriação e reforma desses imóveis, para que cumpram a função social e não sirvam apenas à especulação de preços. O movimento propõe também uma nova lei do inquilinato, que limite

os reajustes do aluguel. “As famílias não conseguem mais pagar, o aluguel se tornou um estorvo”, destacou Boulous. A professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (USP) Paula Santoro acrescenta que as atuais políticas habitacionais - a construção de casas populares e o aumento do teto do financiamento para a classe média - estão baseadas em regras de mercado. Ela avalia que as medidas favorecem apenas aqueles que lucram com o alto preço dos imóveis. Com mais crédito disponível, o mercado tende a aumentar os valores cobrados. Já as casas construídas para os pobres, segundo ela, acabam sendo vendidas para quem tem um pouco mais de renda, porque as famílias de classes mais baixas, com orçamento apertado, não conseguem assumir o financiamento. Políticas de aluguel social estão previstas no Estatuto da Cidade e poderiam beneficiar famílias em dificuldade financeira por desemprego, problemas de saúde, além de atender à população em situação de rua, acrescenta a professora da USP.

‘Apartheid’ entre os bairros Outro mecanismo previsto no estatuto e mencionado pelos especialistas é a destinação para a moradia popular de unidades construídas em novos imóveis particulares residenciais, independentemente do bairro. Essa modalidade já foi adotada em grandes cidades como Londres (Inglaterra) e Bruxelas (Bélgica), onde todos os prédios são obrigados a repassar unidades à habitação popular. Segundo o professor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Orlando Alves dos Santos Jr., a medida é uma forma de romper com o “apartheid” entre os bairros e promover “cidades misturadas”, tirando os pobres de bairros sem infraestrutura. “O maior acesso à renda permite às famílias comprar bens de consumo como geladeiras, computadores e automóveis, mas não ga-

rante o acesso automático a bens coletivos fundamentais como mobilidade, saneamento e moradia”, disse Santos Jr., que é pesquisador do Observatório das Metrópoles. Para o desenvolvimento do país, defende ele, é pre-

IDEIA

Uma das possíveis medidas é a destinação para a moradia popular de unidades construídas em novos imóveis particulares residenciais, independentemente do bairro ciso pensar a organização das cidades. “Não dá para reduzir a moradia a uma questão quantitativa. E isso não se faz sem enfrentar o mercado imobiliário”, destaca. Parcerias entre o Poder Público e organizações da

sociedade também podem assegurar o direito à moradia, na avaliação do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM). No Rio de Janeiro, os moradores da Ocupação Manuel Congo vão reformar o imóvel onde estão cerca de 50 famílias, por meio de uma das modalidades do Minha Casa, Minha Vida. Vazio, o prédio, localizado na área central da cidade, foi desapropriado para receber os novos moradores. Lá, eles se juntaram para arcar com os custos. De acordo com a coordenadora, o Poder Público deve aproveitar os espaços vazios nas cidades para dar moradia às famílias. “No geral as famílias mais pobres vivem em favelas, em locais indignos, com pouca ventilação, difícil de subir ou na beira de rio, não são adequados. Outras famílias, com um pouco mais de renda, pagam um aluguel absurdo”, concluiu. Por Agência Brasil


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Jardins internos trazem a beleza para os imóveis E

m qualquer lugar a natureza é inspiradora e traz também qualidade de vida. Uma alternativa para quem não tem espaço externo para cultivar um jardim pode ser criá-lo dentro de casa. É uma tendência na arquitetura trazer para ambientes internos pequenos nichos naturais com plantas em painéis verticais, vasos ou espaços com recorte de terra como, por exemplo, embaixo da escada, corredor ou varanda. Além de deixar o ambiente mais bonito, os projetos que reservam recintos para o verde podem ser utilizados para aumentar o bem-estar no dia a dia das pessoas. O verde nos ambientes quebra a monotonia e traz frescor. Além disso, os jardins internos ou jardim de inverno mantém as plantas protegidas em qualquer estação preservando as plantas delicadas da incidência ou de muito sol ou de uma forte geada de inverno, entre outras intempéries do clima. Em espaços pequenos devemos aproveitar a utilização de vasos de tamanhos diferentes e espécies de sombra ou de sol de acordo com a incidência de luminosidade do local, podendo criar uma cerca viva ou um painel vertical, que não exige muito espaço e deixa o ambiente

mais descontraído. Não é preciso sofisticação, porém são necessárias boas ideias. Uma forma simples de montar um painel verde é utilizando vasos de terracota específicos para pendurar na parede, que possuem um de seus lados retos. Os vasos de terracota, que possuem 15 centímetros de diâmetro e 20 centímetros de altura, são feitos em argila cozida no forno. Eles devem ser impermeabilizados por dentro, e pintados por fora, dando um charme. O ideal é montar um jardim interno com plantas fáceis de mexer e cuidar. Vale a pena colocar espécies perenes, que vão ficar lindas o tempo todo e não darão o trabalho de ter de varrer o chão a toda hora para tirar folhas. A manutenção é igual à de jardins externos. Em ambientes pequenos e internos a pessoa pode colocar “palmeirinhas de sombra” como a chamaedoreas. Qualquer pequeno ambiente pode ser abrilhantado com um pequeno e valioso jardim, afinal o verde sempre quebra aquele ‘gelo’ das ilhas de cimento onde vivemos e ainda alivia o microclima local, aperfeiçoando a qualidade de vida e do ar que respiramos. Por Daniela Sedo

REPRODUÇÃO

A natureza aumenta a qualidade de vida e o bem-estar dentro de casa ou apartamento, dando um toque a mais no ambiente

O verde nos jardins de inverno dão um toque mais humanizado aos ambientes, além de melhorar o bem-estar dos moradores

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

Seguro aluguel: bom para todas as partes No momento de alugar um imóvel, é preciso dar uma garantia ao proprietário que os pagamentos serão cumpridos, sem riscos de inadimplência. Para tanto, o processo exigia a presença de um fiador ou do deposito caução. Com o tempo, outra modalidade surgiu e se tornou muito popular nos contratos de locação. O seguro aluguel (ou seguro fiança locatícia) é uma opção vantajosa, pois, além de cobrir a ausência do aluguel, oferece cobertura para outras obrigações como despesas de IPTU, condomínio, multas, encargos e até danos ao imóvel. Desta forma, a escolha pelo seguro acaba sendo uma alternativa vantajosa para todos os envolvidos. A escolha pelo seguro não é obrigatória, mas é preciso, sim, apresentar alguma garantia para alugar um imóvel. O seguro aluguel tem sido apontado pelas imobiliárias como a melhor alternativa para oferecer uma garantia ao proprietário. Alguns donos se mostram mais confortáveis com o seguro fiança, muito pelo seu retorno (de pagamento em caso de inadimplência) ser mais rápido e confiável. As vantagens para o inquilino são: fim do constrangimento de encontrar um fiador, agilidade para aprovar o contrato de locação, possibilidade de parcelamento do seguro em vários meses. Já as vantagens para o dono do imóvel são: garantia de recebimento dos encargos, em caso de algum problema, o ressarcimento é mais rápido, tranqüilidade e segurança. Para a imobiliária também há vantagens: redução de custos

na operação, evita a perda do negócio por conta da impossibilidade de encontrar um fiador, agilidade, pois a análise é feita pelas seguradoras. As seguradoras oferecem coberturas adicionais para o proprietário, pensando justamente na proteção de seu imóvel e nas garantias do cumprimento do contrato de locação. Danos ao imóvel, pintura completa, multa por rescisão, pagamento do IPTU e condomínio são algumas das coberturas que o dono do imóvel pode incluir na montagem do seguro-fiança. Vale o alerta: muitas coberturas podem encarecer o seguro e dificultar o aluguel, existem algumas variáveis que podem influenciar no valor da apólice, mas, geralmente, o custo fica entre uma ou duas vezes o valor do aluguel. Tudo depende das coberturas e da avaliação de crédito de quem se interessa pela contratação do seguro. Além de garantir indenização ao proprietário do imóvel dos prejuízos que ele tiver com o atraso ou inadimplência do inquilino, o seguro oferece coberturas opcionais. Por isso, o seguro de fiança locatícia é três vezes bom: bom para o inquilino, que não precisa mais passar pelo constrangimento de pedir para um familiar ou amigo ser seu fiador, bom para o proprietário, que não precisa se preocupar com atrasos no pagamento do aluguel ou estragos causados no imóvel e bom para as imobiliárias, que podem fechar mais negócios, em menos tempo e com custo menor. O processo é simples e descomplicado. Pense nisso! O seu futuro agradece.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

Danos ao imóvel, pintura completa, multa por rescisão, pagamento do IPTU e condomínio são algumas das coberturas que o dono do imóvel pode incluir na montagem do segurofiança”


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Isolamento acústico pode proporcionar tranquilidade Os diversos materiais usados no procedimento podem ser aplicados durante e após a construção do imóvel

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isolamento acústico pode ser a solução para o proprietário que deseja conforto e privacidade dentro de seu imóvel. O procedimento, que cria barreiras para bloquear a entrada ou saída de sons e ruídos em um ambiente, pode usar diversos materiais durante e após a construção do local em que será usado. A sensação de conforto proporcionado pela vedação acaba sendo o maior benefício de quem opta pelo isolamento acústico. A arquiteta Luciana Moreno explica que o isolamento acústico é mais usado em escritórios que necessitam de maior privacidade nas conversas ou em salas com o uso de equipamentos de som produzidos por caixas amplificadoras e microfones, como os auditórios. “Já nas residências, geralmente é usado em apartamentos, onde os materiais que absorvem as ondas sonoras são utilizados dentro do forro e entre o piso, para amenizar ruídos produzidos de um andar para o outro”, esclarece. A profissional aponta que existem diversos materiais que podem ser aplicados no processo. Dentre os mais utilizados estão a lã de rocha, espumas especiais, vinil e até camadas extras de

REPRODUÇÃO

concreto. “Também são bastante utilizadas as janelas com sanduíche de vidro em locais e edificações com ruídos vindos pelo lado externo, e também cortinas com tecidos especiais, até mesmo persianas”, diz Luciana. Um dos mais famosos procedimentos utilizados é o sistema Drywall de forros e paredes divisórias. Essa tecnologia usa uma estrutura de placas que permite ao cliente configurar a parede em termos de isolamento acústico ou térmico. Luciana aconselha que os benefícios do isolamento acústico são mais aproveitados quando se há um planejamento anterior a construção. A vantagem, segundo a arquiteta, é a especificação dos lugares que serão vedados, garantindo o conforto do morador. “É possível realizar após a construção, mas, alem do incomodo que a obra irá causar, não é possível ter garantia de uma vedação perfeita.”, explica. Entre as empresas que trabalham com isolamento acústico em Manaus, está a Revest House, localizada na Avenida Ayrão, centro da cidade. A Revest House trabalha com lã de vidro, um material que fica dentro do gesso acartonado, placas de espuma Sonex que ficam na parte externa do imóvel e o sistema Drywall.

Um dos procedimentos mais procurados é o Drywall, que utiliza placas que permitem configurar paredes em acústico e térmico


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Saiba o que os candidatos

propõem sobre moradia A continuidade do programa do governo federal “Minha Casa, Minha Vida” é destaque entre os cinco primeiros colocados

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colocados na corrida presidenciável. Nos programas de governo entregues à Justiça Eleitoral, a maioria dos candidatos ao Executivo nacional reconhece avanços das políticas adotadas nos últimos anos,

como a que ampliou o acesso a financiamentos habitacionais, mas defendem melhorias das estratégias. Enquanto uns priorizam a promessa de programas de regulamentação fundiária integrados (Esta-

dos, municípios e o governo federal), outros defendem que a política de moradia deve estar vinculada a setores como o de energia e infraestrutura. Por Agência Brasil FOTOS: REPRODUÇÃO

déficit habitacional do país, estimado em mais de cinco milhões de moradias, está entre os principais temas nas propostas de campanha apresentadas pelos cinco primeiros

Marina Silva Dilma Rousseff Dilma Rousseff (PT) destaca, no projeto de governo protocolizado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os resultados do programa “Minha Casa, Minha Vida” e sinaliza a continuidade e

a ampliação dessa estratégia. A candidata, que disputa a reeleição, ainda lembrou que, em 2013, quase 530 mil moradias foram financiadas pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo

Marina Silva (PSB) defende a construção de uma política habitacional “consistente” e com previsão de moradias sustentáveis em bairros com infraestrutura assegurada. A ambientalista reconhece avanços do programa “Minha Casa, Minha Vida” e da estraté-

(SBPE). O número é 18 vezes maior do que os contratos firmados pelo mesmo sistema em 2002, quando foram financiadas 28,9 mil moradias.

gia de ampliação do acesso a crédito habitacional, mas destaca, em seu programa, a existência de um déficit habitacional no país. Entre as promessas feitas pela presidenciável estão a construção de 4 milhões de moradias até 2018, e a criação de programas para estimular os

municípios a integrar os projetos urbanísticos de moradia social com iniciativas de saneamento, cultura, esporte, paisagismo, saúde, educação e mobilidade, promover a regularização fundiária e definir uma estratégia de economia energética em conjuntos habitacionais.

Luciana Genro A candidata Luciana Genro (Psol) define o programa “Minha Casa, Minha Vida” como “mina de ouro para as construtoras”. No projeto entregue à Justiça Eleitoral, a candidata afirma que o problema da moradia para as famílias pobres “está longe de ser resolvido” e promete mudar completamente o pro-

Aécio Neves

Eduardo Jorge Eduardo Jorge (PV) defende o agrupamento de municípios em regiões e consórcios para a gestão de políticas em diversas áreas, como a de assistência social, educação infantil e

moradia. Na lista de propostas, o candidato do PV ainda inclui o desestímulo à formação de bairros e condomínios “gueto”, o respeito e a expansão das áreas verdes, das áreas de preservação permanentes,

grama, “retirando-o do controle das empreiteiras e compartilhando sua gestão com as entidades de luta pela moradia”. Luciana Genro também defende a criação de uma lei para controlar os reajustes dos aluguéis, combater a especulação imobiliária e criar impostos mais altos para os imóveis vazios.

renaturalização de rios e córregos e arborização das cidades, a urbanização das favelas e loteamentos precários com prevenção “rigorosa” de ocupações de áreas de risco e de preservação permanente.

Aécio Neves (PSDB) propõe a criação de um Plano Nacional de Habitação, com uma proposta de integração federativa, para atender o déficit de milhões de domicílios. A proposta do tucano é manter o atual programa habitacional, “Minha

Casa, Minha Vida”, priorizando o atendimento às famílias de menor renda com subsídios e adotando, para a política de concessão de financiamentos, o critério diferencial da renda familiar e o conceito de capacidade de pagamento das famí-

lias. O candidato ainda defende a prioridade de investimento nas áreas de risco, favelas e assentamentos precários das metrópoles brasileiras e cidades de médio porte e a criação de um programa nacional de regularização fundiária.


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Casa limpa pode diminuir crises de rinite alérgica

A higiene ambiental é ponto fundamental para controlar a doença. Médico explica o que fazer para manter o ambiente saudável

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rinite alérgica é um incômodo considerável: espirros, coceira no nariz e nos olhos, congestionamento nasal. A estimativa é de que cerca de 25% da população apresente esse mal em algum estágio da vida – não raro, durante a infância. O tratamento para aliviar os sintomas é medicamentoso, mas cuidar da higiene ambiental pode ajudar e muito a diminuir o mal-estar. Ácaros e mofo são dois agentes especialmente perigosos para quem tem rinite alérgica. Portanto, eliminar ou diminuir sua presença em casa, no escritório, no carro, é crucial, segundo o médico otorrinolaringologista Fabrízio Ricci Romano. Não é recomendado o uso de carpetes, tapetes e cortinas no ambiente (eles são acumuladores de poeira) e, caso não seja possível eliminá-los, é preciso ter o cuidado de mantêlos sempre limpos e aspirados. “Isso reduz a proliferação dos ácaros”, explica o médico. Outros cuidados básicos também são importantes. Deve-se fazer a troca de roupa de cama pelo menos uma vez por semana e lavar bem roupas que estiverem guardadas há muito tempo antes de usálas – isso vale principalmente para as roupas de inverno, que ficam nas gavetas durante boa parte do ano. Arejar armários, cômodas e guarda-roupas e colocar copinhos antimofo nesses locais pode ajudar a diminuir o problema. “Ambientes úmidos são um

REPRODUÇÃO

prato cheio para ácaros e mofo”, lembra o médico. Nos escritórios, a dica é evitar o abuso de ar-condicionado e realizar a manutenção e limpeza frequentes desses sistemas, já que o filtro vai acumulando sujeira e a joga de volta no ambiente. Crianças É difícil encontrar uma criança que não ame animais domésticos e que não tenha pelo menos um bicho de pelúcia de enfeite no quarto ou até em cima da cama. “Crianças, inclusive, gostam de dormir abraçados a elas. Isso é um perigo”, alerta o médico. Portanto, a dica é evitar esses brinquedos se a criança for alérgica. Caso a criança não queira ficar sem a pelúcia, é primordial que os pais tirem a poeira e lavem o objeto com frequência. Para guardar, o melhor é colocála dentro de um saco plástico limpo e vedá-lo. “Assim, quando a criança quiser brincar, ele estará o mais limpo possível e fará menos mal a uma criança que já apresenta os sintomas de uma rinite alérgica”, avalia. Já com os pets a tarefa é mais complicada: por mais limpos que estejam, animais como cachorro e gato soltam muito pelo pela casa, um agente que agrava e provoca os sintomas da rinite. “O ideal é manter o animal fora de casa o máximo possível ou, pelo menos, evitar que ele entre em cômodos como quartos e sala de estar, onde geralmente as pessoas passam mais tempo”, finaliza.

DECOR

Móveis com estampas chamam mais a atenção É muito comum mudar a decoração da casa para celebrar a chegada de mais uma estação, principalmente quando é a das flores que se aproxima. Ao renovar a casa na primavera, algumas mudanças podem fazer grande diferença. A troca dos estofados, por exemplo, pode transformar bastante ambientes como a sala de estar, home theater, quartos e escritório. De diferentes designs, cores e tamanhos, esses móveis dão personalidade ao ambiente e refletem o bom gosto e o cuidado do morador – ou do arquiteto, em relação à decoração da residência. Apostar em poltronas e sofás diferenciados, coloridos e charmosos pode dar um destaque extra aos ambientes, que vai além das estações. Com o intuito de trazer opções de destaque no segmento de móveis, a Espaço TIL, loja de móveis e artigos de decoração, apresenta o lançamento de uma coleção de estofados de design e estampas exclusivas, como a

poltrona “Doris”, de estampa de diversos retângulos coloridos, e o sofá que também se chama “Doris”, de design diferenciado e um tecido que remete a uma colcha de retalhos com diversos padrões e cores. As duas peças possuem estrutura de madeira e forração de estofado e tecido. Com estampa de flores e design arrojado, o sofá “Susy”, também da Espaço TIL, traz um ar de primavera e pode ser usado em qualquer ambiente. já os que preferem peças com cores únicas podem optar pela poltrona “Paty”, de design alongado nas costas e uma bonita cor azul jeans, e de estrutura de madeira aparente nos pés, o que lhe confere uma mistura rústica e contemporânea. Para conhecer mais as opções dos estofados da Espaço TIL, acesse: www.espacotil.com.br.

Os móveis coloridos são da Espaço TIL

Uma das importantes dicas dadas pelo médico especialista é evitar animais de estimação e o uso de ursos de pelúcia


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Atlantic Tower surpreende

por modelo diferenciado O

empreendimento Atlantic Tower, projetado pela empresa Forma e construído pela SP Construções, foi lançado em abril do ano passado com duas torres de 18 andares direcionadas para especialidades médicas e negócios em geral. Atualmente, após 1 ano de lançamento, o modelo de negócios se mostrou um sucesso com todas as unidades vendidas ou alugadas. “Hoje temos fila de espera para se alugar uma de nossas salas. Se procurarmos em outros empreendimentos que focam no modelo business, ainda é possível encontrar salas. Assim, podemos ver o quanto o nosso empreendimento deu certo”, comenta o presidente da SP Construções, Sílvio Pedrosa. Entre os principais destaques do Atlantic Tower, Pedrosa destaca a localização do empreendimento, que tem entradas e saídas pelas avenidas Djalma Batista e Constantino Nery com duas garagens subterrâneas e uma no térreo. “A principal preocupação dos clientes, hoje em dia, é a mobilidade e a proximidade do empreendimento de outros serviços. A localização do Atlantic, perto dos shoppings, e a possibilidade de acessar o

prédio por duas vias principais da cidade favoreceu muito no sucesso de vendas”, explica. Segundo Ricardo Gomes, advogado do empreendimento, o nível dos profissionais que se instalaram nas torres garantiu a eficiência do negócio. “Temos grandes empresas instaladas em nossos edifícios e profissionais qualificados em advocacia, contadores, engenheiros, contadores, arquitetos e outros. A equipe médica, porém, é a que mais chama atenção”, diz. Gomes afirma que os profissionais são especialistas em diversas áreas da medicina com equipamentos de última geração para realização de exames e cirurgias. “Para investir numa das salas do Atlantic, o profissional teve que construir uma carreira sólida e o público tem a garantia da qualidade do serviço”, assegura o advogado. A equipe médica do Atlantic Tower ainda vai ganhar, em cerca de 60 dias, mais clínicas de oſtalmologia que poderão realizar cirurgias de média e baixa complexidade. “Estes profissionais importaram equipamentos de ponta e, em breve, o público terá acesso a estes benefícios, com todo o conforto e segurança do complexo”, diz Gomes.

DIVULGAÇÃO

Após 1 ano desde o lançamento das torres, o empreendimento está com todas as unidades vendidas ou alugadas

O empreendimento foi lançado em abril do ano passado e, atualmente, conta com fila de espera para aluguel de uma de suas salas


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Salão imobiliário - 14 de setembro de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu