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Salão imobiliário - 14 de dezembro de 2014

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MANAUS, DOMINGO, 14 DE DEZEMBRO DE 2014

Profissão:

(92) 3090-1017

arquiteto REPRODUÇÃO

Presidente do CAU/AM afirma que, atualmente, cerca de 1,2 mil profissionais estão inscritos em todo o Estado, tendo sua maior concentração em Manaus e a desvalorização deve-se à falta de importância com o projeto urbano local

O dia 15 de dezembro é dedicado aos profissionais de arquitetura. A data foi escolhida por ser o aniversário de Oscar Niemeyer

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dia 11 de dezembro de 1933 marca a promulgação do decreto federal nº 23.569, que regulamenta o exercício da profissão de engenheiro, arquiteto e agrimensor. A data também era a escolhida para celebrar as profissões, porém, após uma resolução decretada pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), o dia 15 de dezembro passou a ser o Dia do Arquiteto e Urbanista, em homenagem ao aniversário de Oscar Niemeyer. Niemeyer, que faleceu em dezembro de 2012, participou de uma das grandes fases da profissão, que foi a construção dos projetos urbanos da cidade de Brasília em 1950. “Houve um grande investimento na profissão e foi um marco para o planejamento urbano do país”, afirma o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas (CAU/AM), Jaime Kuck. Segundo Kuck, a profissão foi prejudicada quando não houve mais a preocupação com o planejamento urbano no país, levando muitas cidades a cres-

cerem descontroladamente. “O arquiteto é, justamente, aquele profissional único que vai pensar criticamente a cidade, que vai se inspirar no trabalho do geólogo, engenheiro, sociólogo e com outras artes para criar um espaço de forma integrada. O arquiteto ainda é visto como aquele que apenas desenha, como um técnico, mas ele é muito mais que isso e tentamos trabalhar isso, por meio da CAU/AM, junto à sociedade e ao governo”, declara. De acordo com o CAU/AM, são cerca de 1,2 mil profissionais inscritos no Estado, concentrados, em sua maioria, na cidade de Manaus. Kuck afirma que a desvalorização da profissão ocorreu no Estado devido à uma cultura que não valoriza o projeto urbano e a um conselho que acumulava muitas funções. “Criamos o CAU no Amazonas em 2012, foi há pouco tempo. Antes, era o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Amazonas (Crea) quem acompanhava a profissão. Porém, com tantas responsabilidades, a prática de arquitetura e urbanismo era

apenas mais uma prioridade. Ter um conselho uniprofissional foi essencial para a melhora da área no Amazonas”, explica o presidente da entidade. Falta de valorização As consequências de não valorizar os profissionais de arquitetura e urbanismo podem ser notadas na própria cidade, diz Kuck. “Podemos ver como Manaus não é pensada para o convívio harmonioso de seus cidadãos. Os espaços são planejados como “caixinhas isoladas”: um bairro prioriza apenas o transporte público, outro pensa as atividades comerciais, outro o lazer, nada se integra. A população não tem a opção de passear em seus bairros, eles usam veículos para exercer suas atividades sociais em outro lugar. Isso tudo é reflexo da ausência de projetos urbanos para os espaços públicos e resultado de uma cultura administrativa que não preza o planejamento. Outro ponto pelo qual batalhamos no conselho”. Com o CAU/AM, Kuck enfatiza que, atualmente, é possível ter um maior controle da área e uma

maior visibilidade pública. Os Registros de Responsabilidade Técnica (RRT), que são emitidos para autenticar os projetos arquitetônicos, agora são feitos por meio da entidade e de forma digital. “Desde que entramos em funcionamento, houve um crescimento exponencial desses registros e podemos checar rapidamente em que parte da cidade esses projetos estão sendo executados. Isso é uma grande vantagem para a profissão”. A exigência de concursos públicos é mais um ponto trabalhado pelo Conselho. Kuck informa que 200 profissionais se formam todos os anos, mas apenas uma pequena parcela é absorvida pelo mercado, que ainda tem uma grande deficiência. “Há uma grande ausência do Estado nesse assunto. Temos uma cultura política que prefere fazer as coisas para ontem, resultando em obras prejudiciais para a sociedade. Lutamos para que haja mais concursos públicos em relação à revitalização desses espaços para que seja escolhido o melhor projeto e o melhor profissional, beneficiando a população”.

Formação é uma das prioridades A formação do profissional em Manaus também é priorizada pelo CAU/AM que, por meio de uma comissão, acompanha os cursos e assessora o Ministério da Educação (MEC) na melhoria da qualidade de ensino. Hoje, a cidade dispõe de cursos na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Uninorte, UniNilton Lins, Fametro e Ulbra. “O conselho, tanto em âmbito regional como nacional, oferece suporte aos profissionais no sentido de estar sempre a par das novidades na profissão. No ensino, temos ainda uma deficiência em relação aos professores, pois nosso sistema de ensino exige titulação de doutores para dar aula e não temos muitos na área. Precisamos também, de professores com experiência prática”,

ressalta Kuck. Apesar das barreiras enfrentadas pela profissão, Kuck afirma que o arquiteto e urbanista ainda é de suma importância para a sociedade, uma vez que dialoga com diversas áreas do conhecimento e participa do processo político da cidade. “O arquiteto não é apenas aquele que pode decorar sua casa, dar dicas de como deixá-la bonita, ele também não é apenas um técnico. O bom arquiteto precisa ser um intelectual, precisa de amplitude. Ele tem que conhecer as artes e as técnicas, ele tem que conhecer a sociedade e estar sensível aos anseios dela porque ele vai projetar para essa população. Quanto mais conhecimento ele tiver, mais bem desenhados serão os seus projetos. Antes de tudo, ele é um generalista”.


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Vendas de imóveis novos voltam a cair em São Paulo Em outubro, foram comercializadas 963 unidades residenciais novas, o que representa redução de 65,4% comparado a setembro Para o Secovi-SP, a queda na comercialização de imóveis em outubro se justifica, em parte, pelas eleições, que tomaram dois fins de semana, quando o volume de vendas é maior. Do total comercializado no mês, 40% se referem a unidades de 1 dormitório, 35,6% de 2 dormitórios, 20,5% de 3

dormitórios e 4,3% de 4 ou mais dormitórios. Como reflexo da queda nas vendas, as incorporadoras optaram por segurar novos projetos. Os lançamentos residenciais contabilizaram 2.336 unidades no mês, segundo dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Es-

tudos de Patrimônio), volume 41,9% menor do que setembro e 20,9% menor do que em outubro de 2013. Além disso, o estoque de imóveis na cidade também aumentou. Em outubro havia 23.652 unidades novas aguardando a comercialização - o número é 5,9%

maior do que em setembro e 40,6% acima do registrado em outubro do ano passado. No acumulado do ano, entre janeiro e outubro, foram comercializadas 15.337 unidades residenciais novas, resultado 44,7% inferior ao mesmo período de 2013. Por Folhapress

REPRODUÇÃO

a entidade, outubro foi o segundo pior mês do ano em número de unidades vendidas na capital paulista. No mês, foram comercializadas 963 unidades residenciais novas, o que representa redução de 65,4% comparado a setembro e queda de 55,4% em relação a outubro de 2013.

Segundo Secovi-SP, a queda deve-se ao processo eleitoral

NACIONAL

Custo da construção civil sobe 0,2% REPRODUÇÃO

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pós dois meses de recuperação, as vendas de imóveis residenciais novos voltaram a cair na cidade de São Paulo em outubro, de acordo com pesquisa divulgada na última semana pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). Segundo

Enquanto o custo com materiais caiu, a mão de obra ficou 0,52% mais cara, com custo de R$ 412,50

A inflação medida pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) foi 0,2% em novembro deste ano. A taxa é inferior à observada no mês anterior, que foi 0,3%. O Sinapi, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com a Caixa Econômica Federal (CEF), acumula taxas

de 5,5% no ano e 6,54% em 12 meses. Enquanto o custo com materiais caiu 0,07%, passando a R$ 494,93 por metro quadrado, a mão de obra ficou 0,52% mais cara, com custo de R$ 412,50 por metro quadrado. No total, o custo médio da construção civil por metro quadrado foi R$

905,65, em novembro. Entre os Estados, Pernambuco teve a maior alta (3,98%) e foi o único com inflação acima de 1%. Dez Estados tiveram deflação (queda de preços), com destaque para os recuos de preços de 0,57% em Minas Gerais e 0,5% no Maranhão. Por Folhapress

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor

FOTOS Alberto César Araújo Arquivo EM TEMPO REVISÃO Dernando Monteiro Gracycleide Drumond João Alves

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima


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DIVULGAÇÃO

Casa com cores renovadas para iniciar o ano de 2015 Renove a energia dos ambientes com novas cores, efeitos e objetos que prometem fazer toda a diferença no seu lar

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chegada de um novo ano desperta o anseio por transformação. Independente do estilo de cada um, transformar os espaços da casa é uma forma rápida e fácil de renovar as energias. Pensando nisso, a Suvinil, marca de tintas imobiliárias da BASF e líder no segmento Premium, propõe que o consumidor coloque a mão na massa e surpreenda os amigos e a família com uma casa colorida e cheia de boas vibrações. Apostar nas cores é uma forma interessante para trazer novas energias para a casa. O primeiro passo é pensar em quais sensações os ambientes devem despertar. Por exemplo, se a ideia é tornar a casa mais extrovertida e cheia de energia, o ideal é escolher tons mais vibrantes. Combinações como a do amarelo Jasmim-Amarelo com o rosa Maravilha descontraem o ambiente e estimulam o bom humor. Para os que precisam de ambientes mais tranquilos e serenos, vale apostar na harmonização com tons sóbrios e elegantes. Considerado o novo branco, o cinza está em alta e entra com tudo nessa proposta. A tonalidade Pepita de Bismuto, da Suvinil, uma das apostas para 2015, pode contrastar com objetos e detalhes coloridos e proporcionar espaços modernos e sofisticados.

Tendência O “do it yourself” – faça você mesmo – é uma tendência entre os consumidores brasileiros e também pode ser uma boa opção neste fim de ano. As pessoas têm se interessado cada vez mais por tarefas que tragam a sua personalidade para a casa. Para ajudar nessa empreitada, a Suvinil desenvolve tecnologias para que seus produtos se tornem mais fun-

CRIAÇÃO

Empresa investe em aplicativos que podem ajudar o consumidor a escolher cores que trazem renovação visual para o ambiente e, com isso, atraem energias positivas para o próximo ano cionais e fáceis de aplicar, além de ferramentas para ajudar na escolha das tintas. Uma das ferramentas é o simulador de ambientes disponível no site oficial da marca, que permite visualizar combinações inusitadas entre as cores. Por exemplo, é possível visualizar o contraste entre o vermelho Goiabada e o Índigo Blue, tonalidade de azul eleita a cor do ano pelos especialistas de tendências da Suvinil.

Com o objetivo de inspirar e tirar dúvidas, a marca oferece aplicativos para as plataformas iOS e Android, e os tem atualizado periodicamente. Entre outras ferramentas, os aplicativos trazem um simulador que permite testar as cores em ambientes reais e uma calculadora de tinta para ajudar a escolher a quantidade certa de produto e evitar o desperdício. O aplicativo “Crie Suvinil” foi inclusive reconhecido pela Smarties, a principal premiação mobile do mundo. Para ajudar na parte prática, a marca oferece tecnologias que diminuem a quantidade de respingos, possuem baixo odor e cobrem melhor a superfície. Recentemente, dois dos produtos mais vendidos da marca, o Suvinil, A Clássica, e o Esmalte Seca Rápido Base Água, ganharam o atributo “sem cheiro”, que protege a saúde do consumidor e evita que seja necessário mudar a rotina da casa durante a pintura. “Como líder do segmento, a Suvinil é responsável por inspirar e orientar o consumidor antes e durante o processo de pintura da casa. Além disso, a marca se preocupa com a saúde, o bem-estar e a eficiência no processo de pintura, e trabalha sempre no desenvolvimento de soluções que surpreendam e atendam às reais necessidades do consumidor”, diz Nara Boari, gerente de marca da Suvinil.

A harmonização do ambiente é uma das preocupações da empresa líder no mercado de tintas


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Aluguel no litoral de SP fica mais caro neste ano P

assar as festas de Natal e Ano Novo e as férias no litoral paulista ficou até 350% mais caro neste ano em relação à temporada passada. O aluguel médio diário passou de R$ 230 para R$ 1.030, de acordo com o levantamento do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP). Conforme o estudo, o preço do aluguel diário subiu em 16 dos 23 tipos de imóveis ofertados para locação no litoral. Segundo o Creci, o preço da diária varia de R$ 85 a R$ 1.800 por dia, dependendo da cidade e do tipo de imóvel escolhidos. Esses dois valores extremos se referem à locação de apartamento quitinete no litoral sul e de casas de quatro dormitórios no litoral norte. As maiores altas foram Guarujá, São Vicente e Santos, considerado faixa central do litoral pela entidade. Apartamentos de quatro dormitórios custam em média R$ 1.800 por dia, um valor 118,18% maior que os R$ 825 cobrados em 2013. E as casas de quatro dormitórios encareceram 112,29%, com o aluguel médio diário subindo de R$ 871,43 para R$ 1.850. Já para quem optar pela locação de um imóvel no litoral Norte

REPRODUÇÃO

Apartamentos de quatro dormitórios custam em média R$ 1.800 por dia, um valor 118,18% maior do que o cobrado em 2013 - em cidades como Bertioga, Caraguatatuba e São Sebastião, o preço da diária caiu quase 25%. Imóveis maiores estão com aluguéis maiores. Em cidades como Ubatuba e Caraguatatuba, no entanto, houve queda nos preços de até 24,49%. O aluguel médio de imóveis com três dormitórios nessas cidades caiu de R$ 1.270,

PROCURA

Segundo José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP, os interessados em alugar uma casa no litoral, nesta época, devem se programar e procurar um imóvel o mais rápido possível em 2013, para R$ 959. Nas casas de um dormitório a redução foi de 11,34%, com a diária passando de R$ 300 para R$ 266; nas de dois dormitórios a queda ficou em 9,13%, com o aluguel baixando de R$ 715,28 para R$ 650; e nas de 4 dormitórios, houve queda de 10,48%, com o aluguel médio caindo de R$ 1.792,86 para R$ 1.605. Por Agência Brasil

Os preços, dependendo da quantidade de dormitórios, subiram 118,18% em relação ao valor cobrado nesta época do ano em 2013

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

Alphaville 4 supera as expectativas Os empreendimentos Alphaville reúnem mais do que alto padrão construtivo, nova dinâmica de urbanismo e conceitos sustentáveis. Morar em um Alphaville é ter estilo próprio e foco na qualidade de vida. É a chance de aproveitar o melhor da vida em um espaço com a sua cara, sem abrir mão da convivência e da sintonia com a natureza. O Alphaville Manaus 4 reúne, em uma localização privilegiada, a combinação perfeita entre loteamento residencial e áreas verdes. O projeto concluirá a implantação do empreendimento que, há quase uma década, teve papel central no processo de transformação da região da Ponta Negra. A engenharia de ponta, parâmetros construtivos exigentes e um rigoroso controle de qualidade fazem cada Alphaville um exemplo de excelência em infraestrutura não apenas na região, como também em mais 20 Estados brasileiros, inclusive as cabeças de quadra não podem ser ocupadas por construções. São ajardinadas, o que favorece a estética e o coeficiente de áreas verdes, regras específicas como recuos laterais e frontais precisam ser cumpridas em todo o empreendimento Alphaville. O lançamento é a conclusão de um processo de ocupação qualificada que estabeleceu uma referência urbanística no mercado de Manaus. Com mais de 105 mil metros quadrados de áreas verdes e um ambiente diversificado, formado por praças, gramados, espécies coloridas e paisagens florestais. É um complexo de lazer completo para toda a família. Em uma área total de 338.442 mil metros qua-

drados, são 423 lotes residenciais (com áreas entre 360 a 520 metros quadrados), mais de 105.555 mil metros quadrados de áreas verdes e três praças temáticas, são 62,3 metros quadrados de área verde por habitante. O Alphaville coloca em prática a expertise adquirida ao longo de sua história, com conceitos obrigatórios que asseguram o elevado padrão da marca. Nos últimos 5 anos, não houve um lançamento imobiliário tão bem organizado em todos os sentidos. Foram várias imobiliárias envolvidas na comercialização e pouquíssimos conflitos de interesses. “Uma preocupação desde o início do processo foi de estar cercado de profissionais habilitados, tanto que as imobiliárias tiveram que informar a relação de corretores com sua respectiva certidão negativa do Creci. Um outro ponto fundamental foi a qualificação dos corretores através de vários treinamentos, garantido um atendimento qualificado”, disse Marco Aurélio, coordenador do Alphaville Manaus. Apesar do mercado imobiliário estar passando por um momento difícil, a incorporadora, de forma inteligente, aplicou uma tabela de investimento flexível, o que colaborou para o sucesso. Com números expressivos e surpreendentes, foram comercializados quase 70% dos lotes em um único fim de semana. Todos saíram supersatisfeitos, os corretores tiveram tratamento especial, digno de uma parceria comercial, e com uma infraestrutura a ser copiada pelas demais incorporadoras. Esse talvez seja o grande diferencial do Alphaville: gestão profissional.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

O Alphaville coloca em prática a expertise adquirida ao longo de sua história, com cocenitos obrigatórios que asseguram o elevado padrão da marca”


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Arquitetando paulo@adoromanaus.com.br

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ovos materiais e conceitos são despejados no mercado a todo momento. Alguns funcionam, outros não. Para os leigos e que não acompanham as mudanças, ficar perdido na hora de reformar ou construir um banheiro é muito comum. Se o objetivo é fazer algo moderno, descubra as tendências do momento, lembrando sempre que o que é tendência tem seu preço e validade. Coringas que foram estabelecidos nos últimos anos são de extrema valia tanto na funcionalidade como no charme do banheiro. As cubas de sobrepor vieram com tudo, substituindo as antigas colunas. O vaso sanitário suspenso chegou também, mas este precisa ter uma estrutura de esgoto compatível, dá um toque diferenciado e moderno ao banheiro. Outro

item que hoje faz parte é o chuveiro de teto com LED, esteticamente cromado. A opção do LED, além de oferecer cromoterapia, deixa o banho mais tecnológico e interessante. Para complementar, uma banheira de hidromassagem com cromoterapia. Box até o teto permite uma leitura mais clean e ajuda a proteger espelhos e outros elementos, concentrando o vapor d’água. Torneiras e misturadores multicomando para cubas e box combinam o uso de água quente e fria com acionamento feito apenas por uma alavanca. Armários com nichos suspensos e papeleiras de chão dispensam instalações e furos em paredes. Revestimentos de pastilhas ou porcelanato fazem o gosto de todos. Para finalizar, o sonho de consumo no caso de uma casa: uma claraboia.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Banheiros, tendências e o diferencial

Box até o teto: conservação mais amigável para os móveis

Vasos suspensos

Chuveiro de teto com cromoterapia

Paulo Ricardo Sachs Atuante no mercado nacional de móveis e altadecoração

Misturador monocomando da Rubinettos Revestimentos de pastilha e porcelanato

Pia de sobrepor, tendência que veio para ficar

SPA com cromoterapia

Bancada de nichos e armário: organização


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Edificações terão selo de

eficiência energética A ferramenta da Eletrobras seguirá o mesmo conceito do Selo Procel para equipamentos e eletrodomésticos, criado há exatos 20 anos. Para obter o selo, o empreendimento será inspecionado

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Eletrobras lança no próximo dia 26 o Selo Procel Edificações, que vai medir o grau de eficiência energética das edificações brasileiras. A ferramenta seguirá o mesmo conceito do Selo Procel para equipamentos e eletrodomésticos, que completa, nesta data, 20 anos de implantação. “Na esteira desse sucesso, estamos lançando o Selo Procel Edificações, que tem a mesma lógica, que é premiar os melhores na sua categoria”, disse o gerente do Departamento de Projetos de Eficiência Energética da Eletrobras, Fernando Perrone. Para a obtenção do selo, o empreendedor ou construtor deve submeter a um organismo de inspeção o seu projeto ou o edifício construído. Serão analisados três sistemas que abrangem a envoltória, isto é, a parte de fachadas e telhados, a iluminação e o condicionamento de ar. O Selo

Procel Edificações será concedido aos empreendimentos que atingirem a classe A, considerada a mais alta em termos de eficiência energética, em cada um dos três sistemas. A avaliação ocorre em duas etapas que envolvem o projeto e a fase após a construção. “O Selo Procel vai ser concedido àqueles que obtiverem, no mínimo, o triplo A. Esta é a condição. É o critério de excelência, onde você premia os melhores na sua categoria”. Além disso, os premiados recebem uma bonificação, caso implementem no projeto ou construção concluída inovações sustentáveis, do tipo reaproveitamento de água, aquecimento solar térmico, painel fotovoltaico para geração de eletricidade para consumo da unidade habitacional. “Tudo com viabilidade econômica”. Segundo o gerente da Eletrobras, a média nacional atual de eficiência energética das edificações é muito baixa,

situando-se entre os níveis C e D. Esclareceu que se um novo projeto conseguir uma classificação A , que é pré-requisito para o selo, a economia de energia durante o ciclo de vida da edificação, que dura entre

CONQUISTA

O Selo Procel será concedido àqueles que obtiverem, no mínimo, o triplo A. Este é o critério de excelência no qual os melhores serão premiados em sua categoria 50 e 60 anos, com benefício para o consumidor, poderá ser da ordem de 50% na conta de luz do usuário. Para edificações já construídas que passem por um retrofit, isto é, por uma modernização das instalações, o ga-

nho em termos de economia de energia pode atingir 30% para o restante do ciclo de vida do empreendimento. Fernando Perrone disse que o maior potencial de economia ocorre na fase de projeto. Isso pode ser obtido privilegiando-se o uso de recursos naturais, pela orientação da edificação em relação à insolação ou ventilação, que reduz a necessidade de ventilação ou condicionamento artificial, bem como de iluminação artificial. “Privilegiando a questão dos recursos naturais, você tem ganhos de economia de energia elétrica no final do mês para o consumidor. É algo que está intrínseco ao modo como a edificação foi projetada”. Perrone acrescentou que ao passar, por exemplo, da classe D para a A em termos de eficiência energética, dependendo do uso da edificação, isso produz uma economia de energia que pode

variar de 21% a 34% na conta de luz do usuário. Durante a solenidade de lançamento da nova ferramenta do Programa de Eficiência Energética (Procel), administrado pela Eletrobras, o Selo Procel Edificações será concedido a nove edificações, sendo sete relativas a projetos e duas para edificações já concluídas da Eletrosul, que são o edifício sede, localizado em Florianópolis (SC), que passou por retrofit, e a nova construção do setor de manutenção da empresa, situado no município de Campos Novos, no mesmo Estado. O gerente de Projetos de Eficiência Energética da Eletrobras informou que a estatal está em tratativas bastante avançadas para ampliação do número de organismos de inspeção dos atuais três para cinco, além de tornar o Selo Procel Edificações uma referência no país para certificações desse tipo. Por Agência Brasil

ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

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Dica para uma decoração de Natal com segurança A

época de Natal estimula as pessoas a deixarem os ambientes mais bonitos, com uma decoração especial. Os enfeites luminosos são os preferidos e as opções são muitas. A Santil, uma das principais distribuidoras de material elétrico do país, indica os produtos com LED, presente nos tradicionais piscas e em inovadores itens decorativos, tecnologia que garante mais economia e durabilidade das decorações. As pequenas luzes brancas ou coloridas, que tanto encantam adultos e crianças, são alguns dos itens mais utilizados. E quem optar pelos produtos com tecnologia LED (Light EmittingDiode ou Diodo Emissor de Luz) não corre o risco de ver as pequenas lâmpadas queimarem. Isso porque o LED agrega diversas vantagens, como maior durabilidade, eficiência energética e ainda é mais sustentável. Podem economizar mais de 80% de energia em relação a outros tipos de lâmpadas, o que é um aspecto importante na decisão de compra do consumidor levando em conta o funcionamento por muitas horas das decorações. “Além disso, duram muito mais - apresentam durabilidade até

25 vezes superior à das lâmpadas comuns - e não aquecem”, lembra Osmar Tortora, gerente comercial da Santil. Além do baixo consumo de energia, o fato de os LEDs durarem bastante (vida útil com cerca de 50 mil horas) reduz os volumes de resíduos. As lâmpadas de LED também não contêm metais pesados como mercúrio,

ATENÇÃO

Uma das dicas para evitar acidentes é desligar os produtos da corrente elétrica ou da tomada sempre que for manuseá-los e manter crianças e animais distantes da instalação elétrica presentes nas fluorescentes. As opções são muitas, com ampla gama de cores, versáteis e fáceis de instalar: pisca-pisca, bonecos de neve, renas, fitas e mangueiras luminosas, luminárias, entre outros. Segurança A escolha de produtos com a tecnologia LED, entretanto, não exclui os cuidados com as

instalações elétricas. Muitos acidentes são provocados por falhas ou desconhecimento sobre os aspectos que envolvem as instalações e por produtos que não atendem às especificações exigidas pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). “Por isso, produtos de marcas reconhecidas são fundamentais”, ressalta Tortora. Deve-se lembrar, também, que a decoração natalina representa uma carga a mais nas instalações elétricas do imóvel, que nem sempre estão preparadas para suportar o excesso. Para evitar queima das lâmpadas ou curtos-circuitos, uma das principais medidas é evitar o uso de adaptadores que permitam a ligação de diversos plugues na mesma tomada. Além disso, eletricidade não combina com umidade. Há produtos de LED indicados para áreas externas que recebem proteção contra água e as emendas e conexões devem estar bem protegidas e isoladas para que não ocorram contatos entre os fios, o que pode até acarretar incêndios. O isolamento deve ser feito com fitas isolantes aprovadas pelo Inmetro.

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O LED surge como uma tecnologia econômica, durável e eficiente para a decoração em diversos ambientes do lar

Os pisca-piscas fabricados com LED são uma ótima opção para a decoração de Natal em residências


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Novo perfil do engenheiro A

nálise elaborada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) demonstra uma expansão de 80% nas contratações de engenheiros, no período de 2003-2013. O resultado é muito superior ao crescimento do emprego geral no Brasil, que foi de 20%, e em São Paulo, de 60%, no mesmo período. Com base em dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o estudo aponta que o número de empregados sob contrato regido pela CLT ou estatutários subiu de 51.312 para 92.478. O “Perfil Ocupacional dos profissionais da engenharia com vínculo formal no Estado de São Paulo” demonstra que a evolução do emprego formal na engenharia foi contínua, com maior aceleração em 2007 (8,89%), 2008 (9,65%) e 2010 (8,98%). Esses são também os anos de melhor desempenho da economia nacional, quando várias iniciativas defendidas pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) foram postas em andamento. “Esse apanhado geral demonstra o acerto em se optar pelo desenvolvimento. É, portanto, o caminho que deve ser mantido, com a necessidade óbvia de aprimoramentos. Por exemplo, é urgente recuperar

a indústria nacional para que continuemos a gerar empregos e ampliar a renda dos trabalhadores. Também está claro que precisamos garantir o controle fiscal e da inflação, mas jamais ao preço de paralisar o país. É necessário seguir adiante”, declarou Murilo Celso Pinheiro, presidente da FNE. O estudo detalha também a principal área de atuação dos engenheiros: a indústria de transformação, que associada aos serviços industriais responde por 40% dos engenheiros ocupados. Em seguida, vêm serviços (30%) e construção civil (13%). Destaque também para os engenheiros de computação que registraram crescimento de 208% neste período. A análise do Dieese demonstra ainda uma maior igualdade de gênero na profissão. As mulheres continuam sendo minoria, mas em 2013 chegaram a 19% dos empregados formais, somando 17.875. Em 2003, eram 7.829 e representavam 15%. Além disso, a remuneração feminina, que correspondia a 75% da masculina, passou a 81%. O crescimento do emprego teve também impacto positivo sobre o salário da categoria, que obteve ganhos reais médios de 17% entre 2003 e 2013, subindo de R$ 7.722,60 para R$ 9.023,80.

REPRODUÇÃO

Estudo do Dieese aponta crescimento de 80% nas contratações de engenheiros no período 2003-2013. O resultado é muito superior ao crescimento do emprego geral no Brasil, que foi de 20%, e em São Paulo, de 60% na mesma época

O crescimento do emprego teve impacto positivo sobre os salários dos profissionais, subindo de R$ 7.722,60 para R$ 9.029,80


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