MANAUS, DOMINGO, 12 DE OUTUBRO DE 2014
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Empresa aposta no licenciamento ambiental
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A Moura Ambiental reúne todos os serviços necessários para regularizar e reduzir o impacto ambiental de um imóvel
A criação da empresa surgiu com o intuito de unir vários serviços relacionados a sustentabilidade
O
licenciamento ambiental é o procedimento administrativo pelo qual o órgão ambiental autoriza a localização, instalação, ampliação e operação de empreendimentos que possam causar degradação ambiental, segundo o Ministério do Meio Ambiente. No Brasil, a Política Nacional de Meio Ambiente tem sua base na Lei n° 6939, editada em 31 de agosto de 1981. A avaliação de impacto ambiental ainda é item do previsto no Art. 225, § 1º, Inciso IV da Constituição Federal de 1988, que determina a realização de estudo prévio para a instalação de obras ou atividades potencialmente causadoras degradação. As leis ambientais brasileiras não surgiram como um fato isolado no cenário mundial, mas, sim, consequência de um processo histórico que teve início na 1ª Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente, em 1972, na Suécia, que significou um divisor de águas no tratamento das questões de cunho ambienta. Dessa forma, foram surgindo mercados especializados em regularizar empreendimentos e, atualmente, são várias as empresas que prestam esses serviços. O procedimento em cada estado é diferente e cabe a empresa conhecer a legislação e ofereA empresa realiza estudos sobre as áreas onde haverá a construção
cer comodidade ao cliente. Conjunto A empresa Moura Ambiental faz parte desse escopo e engloba, no seu currículo, o conjunto de serviços necessários para o licenciamento ambiental. Segundo a diretora comercial da empresa, Andréa Moura, a ideia era criar uma empresa que unisse os vários serviços relacionados à sustentabilidade foi resultado das próprias circunstâncias criadas pelo mercado, onde clientes buscam pela comodidade e a eficiência na hora de se regularizar. “São diversas as necessidades dos clientes, pensando nisso, criamos uma equipe técnica multidisciplinar, capacitada para diversas atividades relacionadas às questões ambientais, prestando assessoria especializada e visando maior celeridade nos serviços oferecidos”, explica Andréa. A Moura Ambiental tem uma equipe que conta com um biólogo, geólogo, gestor público, arquiteto, engenheiro civil, engenheiro ambiental, engenheiro florestal. “O licenciamento não é, como muitos pensam, um fluxograma burocrático a ser preenchido por papéis. O licenciamento, na verdade, é um instrumento de mediação de conflitos, um diálogo entre instituições setoriais, sociedade civil e entes federados.
A necessidade de um técnico especializado para desentravar o processo é de fundamental importância, se utilizando de justificativa, diálogos, relatório e documentos técnicos”, Entre os erros mais comuns cometidos pelos empreendedores, a diretora aponta a falta de comprometimento com o Plano Diretor da cidade. “Isso acontece pela falta de assessoria e conhecimento, o que acaba dificultando no processo, pois a atividade a ser licenciada precisa ser permitida para o endereço no qual a empresa visa funcionar. Fora esta situação, muitos são os entraves para o licenciamento ambiental, um exemplo é a falta de projetos de arquitetura e complementares, como projeto de drenagem, tráfego, hidrosanitário”, diz. Serviços Os serviços mais requisitados, segundo Andrea, são o Licenciamento Ambiental, Licença de Construção e os Estudos Ambientais, como: Estudo de Impacto Ambiental EIA/RIMA, Estudo de Impacto da Vizinhança EIV, Plano de Controle Ambiental PCA, Estudo Ambiental Simplificado EAS, Inventário de Fauna e Flora, Projetos de Estudo e Análise de tráfego, projeto de drenagem, obtenção de Certidão de Informação Técnica de Uso e Ocupação do Solo – CIT, e o cadastro de poço tubular.
Diretora comercial da empresa disse que um dos erros mais comuns é em relação ao Plano Diretor
Serviços que dialogam várias áreas “Por isso é preciso que tenhamos uma equipe especializada e multidisciplinar, por que os serviços dialogam com várias áreas e os cientes demandam eficiência, pois têm interesse em botar o negócio para funcionar o mais rápido possível. Um exemplo: Para a elaboração de um inventário de flora, basicamente será necessário uma equipe composta por um Biólogo, Eng. Florestal, identificador botânico, assistente de campo e mateiro”, afirma
a diretora comercial. Caso um empreendimento não se regularize conforme a legislação ambiental, as multas podem chegar a grandes valores dependendo do crime ambiental e do porte do empreendimento. “Primeiramente, o órgão notifica o empreendedor. Muitas vezes ele não sabe que está infringindo uma lei. Então, há um prazo para a regularização. Mas em casos mais críticos, como derrubada de árvores cuja espécie é
protegida por lei federal ou despejo de poluentes nocivos, as multas podem ser de R$ 40 mil, até valores maiores como R$ 700 mil”, aponta Andréa. A diretora comercial da Moura Ambiental informa, ainda, que as empresas em Manaus, principalmente as indústrias, estão cada vez mais conscientes e empenhadas em adotar práticas de gestão ambiental que diminuam os entraves do processo de licenciamento.
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Vendas de imóveis cai 30% em agosto em SP Mesmo com vendas tímidas, o presidente do sindicato, Claudio Bernardes, acredita que o movimento é de retomada. Ele lembra que as projeções sobre um evento desabamento de preços pósCopa mostraram-se infundadas e reforça a expectativa de que o mercado deverá manter a recuperação até o final do ano. De janeiro a agosto, foram comercializados 11.587 unidades, número 48,8% inferior diante dos 22.638 imóveis vendidos nos primeiros oito meses do ano passado. Os lançamentos residenciais acumulados de janeiro a agosto totalizaram 14.448 unidades, uma retração de 23% ao mesmo período de 2013. “Vale ressaltar que, no ano passado, o mercado se comportou muito acima das expectativas, com o lançamento de 5.671 unidades e a venda de 6.361 unidades a mais do que em 2012. Este resultado prejudica eventuais comparações entre este ano e 2013”, disse o economista-chefe do Secovi, Celso Petrucci. Por Agência Brasil
Os lançamentos acumulados de janeiro a agosto totalizaram 14.448 unidades, uma retração de 23% ao mesmo período de 2013
MERCADO
Sinapi divulgar o valor da construção O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e pela Caixa, teve inflação de 0,16% em setembro. A taxa é inferior à observada em agosto, que havia sido 0,52%. Com a inflação de setem-
bro, o custo da construção por metro quadrado passou a ser R$ 902,94. Os materiais de construção tiveram alta de preços equivalente a 0,2% e passaram a custar R$ 493 por metro quadrado. Já a mão de obra teve inflação correspondente a 0,11%, passando a custar R$ 409,94.
Os estados de Santa Catarina e Paraíba tiveram as maiores variações da taxa, com 0,93% e 0,75%, respectivamente. Por outro lado, nove estados tiveram queda do custo da construção, com destaque para Amazonas (-0,3%). Por Folhapress REPRODUÇÃO
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s vendas de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo registraram uma queda de 30% em agosto, na comparação com o mesmo mês de 2013. Os negócios foram influenciados pelo processo eleitoral e pela incerteza do consumidor com os rumos da economia. De acordo com pesquisa do Secovi-SP, entidade que representa o setor imobiliário, foram vendidas 1.797 imóveis no oitavo mês do ano. Esse número fica 144,2% acima das 736 unidades negociadas em julho. “Está claro que a demanda existe. Os principais problemas estão relacionados ao poder aquisitivo e à insegurança dos compradores em assumir um compromisso de tão longo prazo, como a aquisição de um imóvel”, afirmou Emílio Kallas, vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP. O Valor Global de Vendas (VGV) de agosto somou R$ 984,2 milhões, uma variação negativa de 40,9% diante do volume de R$ 1,66 bilhão apurado no mesmo mês de 2013.
REPRODUÇÃO
Segundo pesquisa do Secovi-SP, entidade que representa o setor, foram vendidas 1.797 imóveis no oitavo mês do ano
Com a inflação de setembro, o custo da construção por metro quadrado passou a ser R$ 902,94
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri
FOTOS Arquivo EM TEMPO
DIAGRAMAÇÃO Leonardo Cruz
REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor
REVISÃO Dernando Monteiro
TRATAMENTO DE FOTOS Klinger Santiago
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Inadimplência com condomínio pode custar imóvel
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Para manter as contas em dia, o empreendimento pode mover ação judicial e bloquear o registro do imóvel do inadimplente
taxa de condomínio é um valor obrigatório pago pelos moradores e que é destinada aos custos de manutenção e serviços do empreendimento, tais como a segurança, a limpeza, água, energia e outros. Quando uma parcela dos condôminos não paga esta taxa, as consequências da inadimplência prejudicam o condomínio e podem custar até o imóvel do devedor. Segundo o corretor e síndico, Joaquim Caetano, as taxas variam dependendo dos números de apartamentos em um condomínio Quanto maior o número de condôminos, menor a taxa, que é dividida igualmente. “Um residencial de 56 apartamentos e um de 400 terão grandes diferenças nas taxas. O Barão da Ponta Negra, por exemplo, chega a ter taxas de R$ 4mil. Outros, como o Mundi, que dispõe de várias torres, deve ter taxas de no máximo R$ 500. O diferencial nos serviços também conta, como guarda armada”. Quando o pagamento não acontece, é provável que as contas do condomí-
nio atrasem e que outros condôminos acabem pagando mais no final do mês. “Como síndico, é preciso solicitar uma reunião com os moradores, pois eles querem saber se o dinheiro está sendo bem empregado. Nesse momento, se chama a atenção dos devedores para o problema e se tenta achar uma solução”, esclarece Caetano. O síndico pode proibir algumas vantagens do condomínio para aqueles que estão devendo as taxas. “A pessoa continua usufruindo os serviços mais básicos, porém, é possível proibir o morador de usar a área gourmet ou o salão de festas do empreendimento até que ele regularize sua situação”, afirma o profissional. Caetano explica que caso a situação permaneça irregular, o condomínio pode levar o devedor à justiça e o imóvel pode ser bloqueado. “Na maioria dos casos, é possível que aconteça um acordo para negociar a dívida. Mas, é possível que o juiz decida bloquear o registro do imóvel do devedor, proibindo, assim, que a unidade seja alugada, vendida ou transferida. O
imóvel também pode ser penhorado para restituir a receita do condomínio”, diz. Síndico do condomínio San Lorenzo, o economista Rodolfo Bentes ressalta que, dependendo do estatuto e regimento de cada empreendimento, há um prazo para que dívida seja paga e uma das dicas é avisar o síndico sobre o atraso no pagamento. “No San Lorenzo, ajuizamos o condômino depois do prazo de 90 dias em que ele não pagou sua dívida. Quando ele avisa e sabemos que ele é de confiança, podemos até aumentar o prazo, mas nada que passe do tolerável. O síndico é obrigado a cobrar porque afinal é o dinheiro da coletividade”. De acordo com Bentes, as dívidas podem ser repassadas para os condôminos que mantém seus pagamentos em dia. “Infelizmente, para ficar em dia com as contas mais importantes, como a água e a luz, temos que fazer isso até que a dívida seja paga e tenhamos uma folga no caixa. É uma situação desagradável para todos e por isso é aconselhável que o devedor tente evitar essa situação”, frisa.
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Capital Rossi entrega
Entre as vantagens do imóvel, está sua localização privilegiada, próximo ao Shopping Ponta Negra
o Life Ponta Negra O condomínio, que ocupa um dos bairros de maior ascensão de Manaus, será entregue amanhã
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cidade de Manaus ganha mais um empreendimento com o selo e padrão de qualidade da Capital Rossi. O Life Ponta Negra, localizado na avenida Coronel Teixeira, 6.208 (em frente ao Reserva Inglesa Condomínio Parque) será entregue amanhã, dia 13. Entre as vantagens do novo condomínio, está a proximidade com a orla da Ponta Negra, ao Aeroporto Internacional de Manaus, centros comerciais e supermercados. O gerente comercial da incorporadora, Rodrigo de Oliveira, reforça que a localização privilegiada é um dos motivos da grande procura por imóveis no Life Ponta Negra. “O empreendimento simboliza a força daquela região. De um total de 288 unidades, restam apenas cinco a venda. Isso mostra o quanto o empreendimento é importante para o mercado imobiliário”, disse Oliveira. Com apartamentos de dois a três dormitórios com até 85 metros quadrados, o Life Ponta Negra reúne tudo o há de melhor para valorizar a relação interpessoal. Espaços de convivência e uma ampla área de lazer são apenas alguns dos diferenciais do empreendimento. Ele possui ainda salão de jogos, salão de festas, playground, brinquedoteca, espaço
gourmet, piscinas adulto e infantil, salão de festas infantil, quadra poliesportiva, home theater, SPA e espaço fitness. Com projeto de arquitetura de Welton Oliva, paisagismo de Takeda Arquitetos, decoração de Talita Amim e André Domingues, o imóvel foi pensado para agradar e atender todas as necessidades do morador. Aos futuros moradores do Life
DETALHES
Com projeto de arquitetura de Welton Oliva, paisagismo de Takeda Arquitetos, decoração de Talita Amim e André Domingues, o imóvel foi pensado para agradar e atender as necessidades dos moradores Ponta Negra, a cerimônia de entrega e coquetel acontece também nessa segunda-feira, a partir das 18h30 no salão de festas do próprio condomínio. Para quem busca realizar o sonho da casa própria em um local repleto de vantagens também está valendo uma visita ao local. Informações podem ser obtidas por meio do site www.capitalrossi.com.br ou pelo telefone (92) 4003-0980.
Carlos Célio carlos@investimento.net.br
Qual a função do conselho regional? O conselho regional é composto por 27 membros efetivos e igual número de suplentes, eleitos em chapa pelo sistema de voto pessoal indelegável, secreto e obrigatório, dos profissionais inscritos, sendo aplicável ao profissional que deixar de votar, sem causa justificada, multa em valor máximo equivalente ao da anuidade de acordo com a Lei no 6.530, de 12 de maio de 1978, e nova redação dada pela Lei nº 10.795, de 5.12.2003. O Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) tem por finalidade básica fiscalizar o exercício profissional, de tal sorte que possa proporcionar a sociedade e a categoria, ordem e a justiça para a excelência dos serviços prestados pelos corretores. Muitos colegas corretores afirmam que a fiscalização do Creci só funciona para os corretores, que as imobiliárias cometem várias infrações e não são punidas, como obrigar o corretor a tirar plantão em estandes piratas, colocam pessoas para intermediar negócios imobiliários sem habilitação para tal, se utilizam do estágio faz de conta que é uma total infração do Art. 8° e tantas outras. Eu ainda não encontrei, mais estou pesquisando se em algum dia, alguma imobiliária foi julgada e condenada a pagar multa por alguma infração cometida. Se algum corretor souber favor me informar. Ao realizar essa pesquisa, fiquei surpreso ao saber que a grande maioria dos conselheiros efetivos do Creci são donos de imobiliárias, do ponto de vista juridico nada ilegal, mais será que há
total imparcialidade? Inclusive comenta-se no mercado que os donos de imobiliários estão se reunindo na tentativa de padronizar os honorários pagos aos corretores na intermediação de empreendimentos na planta para evitar o turnover de corretores nas imobiliárias. Para que haja harmonia e justiça entre os operadores do mercado, que os direitos e deveres de todos sejam devidamente respeitados, na minha opinião o sindicato deveria atuar mais ativamente, cobrando fiscalização da delegacia do trabalho no setor, pois o que se percebe, é que há corretores trabalhando em imobiliárias sem contrato de prestação de serviço, muito menos com carteira assinada. Como diz o ditado: o negócio é bom quando satisfaz ambas as partes, no modelo atual está havendo um desequilíbrio. O equilíbrio precisa ser estabelecido, o Creci precisa ser mais transparente na gestão e eficiente na fiscalização, as imobiliárias devem respeitar as leis trabalhistas e os corretores impreterivelmente devem ser mais atuante. Estamos passando por grandes transformações sociais, onde os cidadões cada vez mais cobram por transparência e ética. Tanto o sindicato como o Creci terão eleição no próximo ano, e a classe dos corretores vão ter uma excelente oportunidade de sair da zona de conforto que se encontram e participar de forma mais incisiva por melhores condições de trabalho, colocando-se a disposição para contribuir com as entidades que os representam. Pensem nisso! O seu futuro agradece.
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
Para que haja harmonia e justiça entre os operadores do mercado, na minha opinião, o sindicato deveria atuar mais ativamente, cobrando fiscalização da Delegacia do Trabalho no setor, pois há corretores trabalhando em imobiliárias sem contrato de prestação de serviço”
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Em busca da redução dos preços da energia elétrica E
specialistas do setor energético debateram na última semana propostas para a produção de energia elétrica com preço baixo e qualidade adequada em 2015 durante o 16º Encontro de Energia do Rio de Janeiro (Enerj), na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), no centro do Rio. O setor teve nesses últimos anos um endividamento de R$ 60 bilhões. De acordo com o professor de Recursos Hídricos da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Jerson Kelman, o consumidor deverá ter benefícios com as medidas que vêm sendo estudadas pelo governo. “O país está passando por uma situação hidrológica adversa, (com) efeitos no custo da energia térmica, (hoje) represado, para os próximos anos”, disse. Segundo ele, há perspectiva de benefícios para o consumidor por conta da liberação das antigas usinas que agora vão ser vendidas. Para o diretor do Instituto Nacional de Eficiência Energética (Inee), Pietro Erber, a questão tarifária e o endividamento preocupam bastante os especialistas do setor energético. Conforme disse, a dívida (de R$ 60 bilhões) não constitui
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Segundo professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o consumidor deverá ter benefícios com as medidas apenas uma pendência, mas também uma despesa que deve aumentar em razão dos juros a ser pagos em curto prazo. Erber disse que, entre as opções energéticas, há o gás natural. De todos os combustíveis fósseis, o gás natural é o que menos contribui para agravar o efeito estufa e o que tem menos emissões nocivas para o ambiente local. Para Erber, a opção pelo gás natural – por ser benéfica para o país - deve aparecer como prioridade em diretrizes políticas. Segundo Pietro Erber, o que agrava a situação energética do Brasil hoje é a situação desfavorável do quadro hidrológico, em razão do baixo nível dos reservatórios. “É normal que eles estejam no nível baixo no fim do ano, mas estão bastantes baixos. O último verão foi uma catástrofe: vamos nos preparar. O que poderá haver é um racionamento no ano que vem, mas espero que não haja”, disse. O especialista acredita que o país não vai sofrer com apagões, mas alertou que, para que haja mais segurança, é preciso que haja maior investimento público e privado. Por Agência Brasil
Jerson Kelman acredita que o país está passando por uma situação hidrológica adversa, com efeitos no custo da energia térmica
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Arquitetando pauloricardo@pauloricardosachs.com
As poltronas podem ser fixas ou giratórias. No exemplo, encontramos a Charles e Eames, que possuem apoio para os pés. Encontrada em todas as lojas de móveis
Mesa de centro sugerida pelo arquiteto e urbanista Andre Luiz Martins
Um living para chamar de seu Arquitetura significa construção e também é a arte, a técnica e a habilidade em projetar ambientes, com espaços organizados, criativos e sustentáveis buscando otimizar os recursos do cliente na sua moradia. Por que contratar um arquiteto em Manaus? É caro? Não! Com a expansão imobiliária a ritmo chinês de construção no Brasil, o mercado de profissionais da área deixa de ser intangível e o que era antes um sonho para poucos mortais passa a ser um serviço que pode ser consumido também pela classe B. O custo de contratação de um profissional da área é menor do que você imagina. Sua moradia pode ter 70 metros quadrados a 2000 metros quadrados, digo por experiência pró-
pria, com mais de 20 anos trabalhando neste metiê. Vale a pena! Temos hoje classes diferentes, arquitetos urbanistas, arquitetos paisagistas, designers, designers de interiores e decoradores. Dependendo de sua necessidade cada qual pode atender a sua específica. Se for construir ou reformar vá de arquiteto, é a entidade responsável e com habilidade para obras, reformas. Mas quando falamos de interiores, dar conforto, otimizar espaço , entender o cliente todos eles se convergem em um só profissional. É fundamental a contratação de um profissional da área para o acompanhamento e a orientação, visando deixar seu espaço mais agradável, funcional,
com estética e, principalmente, sustentável. Dica: procure aquele profissional, que tenha afinidade quase que espiritual com você, pois ele entenderá e irá descobrir na primeira entrevista com você que até aqueles segredos guardados a sete chaves poderão se transformar em grandes projetos, transpondo de forma funcional e organizada suas ideias compactuadas com o seu lifestyle em sua moradia. Neste artigo selecionei alguns itens que jamais poderão faltar em um living. Mas porque o living? O living também é o seu cartão de visita, é um lugar que reúne, traz personalidade, permite encontros e é o maior espaço de convívio de uma residência. É alma da casa. Portanto invista!
Paulo Ricardo Sachs Atuante no mercado nacional de móveis e decoração no segmento de linhas A e B
Temos hoje classes diferentes, arquitetos urbanistas, arquitetos paisagistas, designers, designers de interiores e decoradores”
Sofá Century. Um sofá mais clássico para hometheater, bastante confortável. Peça chave
Sofá C13 da Carbono. Despojado e espumas de qualidade. Dica: ao comprar o sofá sente-se. Se, ao levantar, a espuma voltar imediatamente para o lugar, ele é de ótima qualidade. Procure saber se o sofá tem percintas, são cintas que abraçam as espumas para dar mais conforto e robustez
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Empresa orienta como impermeabilizar piscinas Para cada piscina, indica-se um tipo de impermeabilização – só dispensável para as de fibra, vinil ou manta de PVC
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ara curtir com tranquilidade a piscina no verão, essa é a época ideal para quem quer construir ou reformar. Assim, a Vedacit lembra que cuidados com a impermeabilização contribuem para minimizar os riscos de problemas futuros com a obra e impedem indesejáveis infiltrações. A impermeabilização das piscinas é essencial para aproveitá-la com segurança, além de valorizar o empreendimento, preservar o patrimônio e diminuir o custo com manutenção corretiva (revestimento, elétrica, hidráulica). Esse trabalho é feito em quatro etapas: preparação da base, impermeabilização, proteção mecânica e manutenção. É importante considerar que elas estão expostas a diferentes meios agressivos, ao intemperismo e demandas específicas. “Ao iniciar o processo de impermeabilização das piscinas é fundamental ler atentamente a especificação do fabricante, obedecer o consumo estipulado do produto e preparar a base adequadamente. É importante que a solução esteja atrelada a um projeto coerente, que contemple as diversas variáveis, como tipo de solo, localização da obra, entre outros”, alerta Eliene Ventura, gerente técnica da empresa. Para cada tipo de piscina, indica-se um tipo de impermeabilização – só dispensável para as revestidas de fibra, vinil ou manta de PVC apoiada diretamente no solo, pois se trata de materiais impermeáveis. No caso de reformas, o primeiro passo é justamente avaliar se a base na qual a impermeabilização ficará aderida está íntegra. “O êxito do serviço está justamente no preparo apropriado da base, de modo identificar e corrigir falhas no substrato”, explica Eliene.
Empresa é líder no mercado Líder de mercado em produtos de alta tecnologia para a construção civil, a Vedacit é uma empresa com 78 anos de atuação. Genuinamente nacional, conta com mais de 130 itens que compõem as linhas de impermeabilizantes, materiais para a recuperação de estruturas e aditivos para concreto, desenvolvidos em laboratório próprio, viabilizando a aplicação constante de tecnologia de ponta e a elaboração de produtos apropriados para obras de diferentes dimensões. Iniciou suas atividades em São Paulo (SP) em uma fábrica de 63 mil metros quadrados. Em 1979, Salvador (BA) foi eleita para a construção da segunda unidade, que, com 21 mil metros quadrados, abastece principalmente as regiões Norte e Nordeste do Brasil. Além das duas unidades fabris, a empresa conta com nove filiais distribuídas estrategicamente pelo país.
Piscinas de alvenaria ou concreto requerem cuidado com o preparo da base. A estrutura deve estar suficientemente dimensionada. Os cortes no solo têm de ser estudados. A base precisa estar preparada para suportar as cargas e não repassar essa função para a impermeabilização.
No caso de piscinas enterradas, a melhor solução é aplicar a argamassa impermeável, que é um sistema rígido. Para as elevadas, o correto é utilizar o sistema flexível, com as mantas asfálticas ou o Vedatop Flex, estruturado com a tela de poliéster Vedatex no encontro de parede-parede e parede-piso.
No caso de piscinas enterradas, a melhor solução é aplicar argamassa impermeável
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Incorporadora lança novo conceito de moradia local Empresa entrega seu segundo empreendimento de alto padrão em Manaus, o esperado Ilha Bella Condominium Club
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á 10 anos atuando no mercado imobiliário de Manaus, a SKN Incorporadora entregou na última quarta-feira (8), seu segundo empreendimento: o Ilha Bella Condominium Club, que traz para a cidade o novo conceito de moradia urbana moderna e de alto padrão desenvolvido pela empresa na capital amazonense. Localizado em uma área privilegiada de Manaus, a Ponta Negra, o condomínio conta com 18 andares, sendo quatro apartamentos por andar com plantas que vão de 149 a 169 metros quadrados. De acordo com o diretor da SKN, Eduardo Han, além do alto padrão, o diferencial fica por conta dos detalhes no acabamento dos apartamentos. “O empreendimento possuí um conceito único, que valoriza o total conforto, por isso oferece toda a privacidade em apartamentos amplos e funcionais com impressionante qualidade. Por exemplo, as unidades possuem acabamento em porcelanato, cozinha 100% revestida com cerâmica e portas pivotante”, explicou o executivo. Outra diferença é a vista. Todas as varandas, em formato de curva, permitem a vista para o Rio Negro ou uma área de floresta intocada. Sem empecilhos, a visão de todos os apartamentos é livre e privilegiada. A unidade de 149 metros quadrados é composta por sala de
estar e jantar com varanda, lavabo, suíte máster com closet e varanda mais duas suítes, cozinha, área de serviço, dependência de empregada, banheiro de serviço e três vagas de garagem. Já a maior unidade conta com sala de estar e jantar com varanda gourmet, lavabo, home theater, suíte máster com closet, suíte, dois quartos, cozinha, área de serviço, dependência de empregada, banheiro de serviço e também três vagas de garagem. A torre contará ainda com quatro elevadores semipanorâmicos e sistema de ar ecológico. O empreendimento, que ainda tem poucas unidades a serem comercializadas, também abusa na quantidade de itens de lazer. Entre eles estão um deck solarium com cascata, piscina adulto com raia, piscina infantil, quadra poliesportiva, playground, quadra de tênis oficial, salão para festas com bar, espaço gourmet com churrasqueira e forno de pizza, espelhos d’água, academia e salão de jogos. “O Ilha Bella tem o dobro da área de lazer da maioria das torres da região da Ponta Negra, porque foi um projeto pensado para atender as necessidades do bemestar da família, seja de entretenimento ou saúde”, disse Eduardo Han.
O diferencial do local, segundo a SKN, fica por conta do acabamento realizado nos apartamentos