MANAUS, DOMINGO, 12 DE JULHO DE 2015
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Sonho realizado cada vez mais cedo
A maioria dos financiamentos de imóveis no Brasil é feita por pessoas com menos de 35 anos
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egundo estudo de novembro de 2013 da Caixa Econômica Federal, 57% dos financiamentos deste ano foram para pessoas com idade inferior a 35 anos. Nesse mesmo período, a Caixa atingiu um total de R$ 100,1 bilhões em contratações do crédito imobiliário. Desse montante, o total da carteira tem 44% dos clientes com menos de 35 anos de idade. Técnicos da Caixa afirmam que esse índice indica aumento de estabilidade profissional nessa faixa etária no país. O maior indicativo disso seria justamente a utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para financiar os imóveis. O empresário Alisson Duarte, 35, buscou uma estratégia ousada para conseguir
o primeiro imóvel: “Um imóvel é um investimento para o futuro. Achei mais interessante investir nisso do que esperar, poupar e aí comprar. Procurei um corretor profissional para me deixar sempre a par das melhores ofertas e consegui uma que se encaixava no meu perfil” conta. E para comprovar que a iniciativa é uma tendência entre jovens dessa idade, Duarte afirma que não é o único do seu meio a ter essa ideia. “Meu sócio e mais umas quatro pessoas que eu conheço têm esse projeto de investir em um imóvel. Estamos sempre analisando as melhores oportunidades do mercado” afirma. Minha casa, minha vida Uma avaliação sobre o perfil dos 1,6 milhão de beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida mostra que em 2013 a idade média das pessoas que adquiriram
novas unidades habitacionais está em torno de 35 anos. De acordo com dados da Caixa Econômica Federal, a média dos beneficiários da chamada faixa 1 (renda de até R$ 1,6 mil) é de 38 anos. No caso da Faixa 2 (renda acima de R$ 1,6 mil e até R$ 3,1 mil), a idade média cai para 34 anos. E na faixa 3 (renda acima de R$ 5 mil), a idade média é de 36 anos. A tendência na aquisição de imóveis por pessoas mais jovens reflete-se também no crédito imobiliário em geral. “As pessoas mais novas cada vez mais estão tendo acesso (à habitação) pelas condições mais facilitadas no País para o crédito imobiliário”, afirmou o vice-presidente de Habitação da CAIXA, José Urbano Duarte. “No passado, a maioria das pessoas demorava mais tempo para ter acesso à
moradia”, completou. De acordo com o balanço anual do banco, em 2013, as contratações de crédito habitacional atingiram o valor recorde de R$ 134,9 bilhões no ano, superior a 2012 em 26,4%. A maior parte dos tomadores de crédito imobiliário - 45% - tem idade inferior a 35 anos. Corretor dá dicas O corretor Paulo César Barbosa deu dicas para jovens que
tem interesse em adquirir um imóvel. “Quem tem renda mensal entre R$ 8 mil a R$ 10 mil deve procurar imóveis na planta entre R$ 150 mil a R$ 180 mil”. A forma de obter um local próprio para viver depende do tipo que se deseja. “No caso de imóveis prontos, é preciso dar 50% de entrada” explica. Outro item importante para ser observado na compra é a presença ou não de “Habite-se”. “Habite-se” é um documento, emitido pela prefeitura, atestando que o imóvel foi construído seguindo as exigências da legislação municipal onde o empreendimento está localizado. “Se existir o documento, o imóvel pode ser financiado por vários bancos, como HSBC, Banco do Brasil, Caixa e Santander. Caso contrário, apenas pelo Bradesco, que tem taxas mais salgadas” explica Barbosa.
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Sonegação de informação: alerta para investidores A
Superintendência de Relações com Empresas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou no último dia 1º de julho a relação de nove companhias abertas que estão inadimplentes em, no mínimo, três meses, no envio de informações periódicas à autarquia, vinculada ao Ministério da Fazenda. Criada em 1976, a CVM tem a missão de fiscalizar, normatizar, disciplinar e desenvolver o mercado de valores mobiliários. Segundo o superintendente de Relações com Empresas da CVM, Fernando Soares Vieira, o comunicado tem o objetivo de alertar aos investidores e o público em geral, que considerem essa informação nas suas relações com tais companhias abertas, ou em suas decisões sobre investimentos. Relatórios Entre as nove companhias relacionadas, estão a construtora Mendes Júnior Engenharia, do Grupo Mendes Júnior, envolvido na Operação Lava Jato, da Polícia Federal; e a Refinaria de Manguinhos, cujos gestores foram denunciados por sonegação, no início do mês passado, pela Coordena-
REPRODUÇÃO
Comissão de Valores Mobiliários divulga nomes de companhias que sonegam informações periódicas à autarquia doria de Combate à Sonegação Fiscal do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. Entre os relatórios não enviados à CVM estão os formulários de demonstrações financeiras padronizadas, de informações trimestrais e de referência. As demais companhias abertas com atraso no envio dos documentos à CVM
CVM
A competência da CVM abrange as companhias de capital aberto e incentivadas, fundos de investimento, ofertas públicas de valores mobiliários e as instituições participantes do sistema de distribuição, assim como os clientes e investidores que operam no mercado de valores mobiliários são a Cerâmica Chiarelli, atualmente em recuperação judicial; a Construtora Sultepa; a DHB Indústria e Comércio; a DUXXI Imobiliária; a IGB Eletrônica; a RJ Capital Partners; ea SDV Administradora de Shopping Centers.
Entre os relatórios não enviados à CVM estão os formulários de demonstrações financeiras padronizadas de referência
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O diferencial
FOTOS: DIGULGAÇÃO
que atrai Construtoras apostam em modernidade e designers renomados para atrair clientes que buscam investir em imóveis diferenciados e cheios de requintes MOARA CABRAL
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oncorrer no mercado imobiliário e atender o gosto cada vez mais refinado e exigente dos clientes é o grande desafio das construtoras em Manaus. No entanto, essa é, também, uma oportunidade de apresentar um imóvel requintado e de qualidade. Para atender a essas demandas, as construtoras apostam no diferencial, acabamento sofisticado, design e nome de peso da arquitetura e paisagismo brasileiro. De acordo com a gerente de marketing da Capital Rossi, Taísa Pi, a construtora traz, como principal marca, a ousadia na arquitetura e paisagismo dos empreendimentos. Um exemplo disso é o condomínio Terraço Vieiralves. “A Capital Rossi procura ousar com arquitetura de Welton Oliva, paisagismo de Takeda Arquitetos e decoração de Mariana Távora. Este ano, entregamos o primeiro condomínio de alto padrão na cidade, o Terraço Vieiralves. Ele está situado no coração do bairro. O local permite que o morador tenha diversas opções de saída para outras áreas da cidade, sem falar de tudo o que há nas
proximidades como centros comerciais, supermercados e entre outras coisas”, ressaltou. Ao total, desde a fundação da empresa até março deste ano, a construtora já contabilizava aproximadamente 9 mil unidades vendidas na região. Já o diretor executivo da SKN Incorporadora, Eduardo Han, destaca que, para atender esse mercado cada vez mais exigente, a construtora aposta na inovação. “Com o Soberane Live+Work, por exemplo, trazemos um conceito novo de mixed use, que une em um só local a área residencial, office e mall. Outro ponto forte é a confiança que o cliente pode ter na empresa com relação a qualidade no produto e o tempo da entrega. As obras do Soberane estão em ritmo acelerado, e o cliente pode acompanhar in loco, com visitas agendadas”, explicou o diretor. Han afirma, ainda, que outro ponto de destaque é a exigência do cliente com relação a quem assina o projeto, pois muitas vezes o designer é um dos pontos pre-
ciosos para a venda do imóvel. “O designer é, com certeza, um grande fator para o cliente na hora de buscar o diferencial, quando estão procurando um empreendimento. Muitas vezes é um fator decisivo. Por conta disso, a SKN preza por escolher grandes profissionais para assinar seus projetos”, destaca. No caso do Soberane Live+Work, revela o diretor executivo, a arquitetura do edifício é assinada pela premiada Aflalo & Gasperini Arquitetos, com decoração de Fernanda Marques e paisagismo de Benedito Abbud. Atualmente, a empresa aposta em três empreendimentos na cidade: o Soberane Live+Work, no Adrianópolis, que reúne residencial, office e mall em um só lugar; no Ilhas Gregas, e no Ilha Bela, os dois últimos situados na Pont a Negra, com vista
privilegiada para o Rio Negro e a floresta. Ainda este ano, a construtora terá fará o lançamento de um empreendimento no bairro Praça 14. Driblando a crise Apesar do momento conturbado na economia do País, as construtoras buscam oferecer alternativas aos clientes, com campanhas, promoções e facilidades. A SKN usa como estratégia oferecer custo benefício, como ressaltou Eduardo Han. “Nossa estratégia é o custo benefício, afinal, o cliente quer mais qualidade, mais serviços, mais espaços para lazer. E oferecer isso tudo, com um preço acessível e condições de negociação diferenciada é a chave para fechar bons negócios”, justifica. De igual forma, para manter as vendas em alta, a Capital Rossi aposta na campanha “Compra Fácil Capital Rossi”. A iniciativa proporciona opções de compra de apartamentos na planta ao cliente, em fase de construção ou, ainda, prontos para morar em diversos bairros de Manaus.
Eduardo Han diz que as incorporadoras apostam na inovação
Soberane conta com áreas de mixed use, como o mall
Direrencial de condomínios é design inovador
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Carlos Célio carlos@investimento.net.br
O que você precisa saber dos clientes Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
É na entrevista que você tem a oportunidade de conhecer o potencial do cliente, descobrir suas necessidades”
No ultimo artigo, comecei a explicar o ciclo de venda dos imóveis. Relembrando, é composto de seis fases: abordagem, entrevista, demonstração, objeção, fechamento e a pós-venda. Hoje, vamos destacar a fase da entrevista, aquela, que você batalha muito para atrair o cliente a um estande de vendas. Enfim ele chegou, senta-se a sua frente, sua mão começa a suar, as pernas tremem e você pensa: o que faço agora? Inicialmente, respire fundo, mentalmente peça que a Jesus a devida inspiração e diga que vai dar tudo certo. Vencida a fase da abordagem, é hora de perguntar. O
corretor de imóveis deve dar uma atenção especial à entrevista. É na entrevista, que você tem a oportunidade de conhecer o potencial do cliente, descobrir suas necessidades, através de uma interação bilateral, baseada em perguntas e respostas, aproveite e reforce os aspectos de confiança e credibilidade. Primeira pergunta a ser feita! Pergunte qual o nome, telefone e email do cliente e anote em um caderno, jamais em um pedaço de papel. Pasmem! Eu já vi cliente sair da mesa e o corretor esqueceu de anotar nome e telefone. Feito o registro, retribua com o seu cartão de visita. Isso
é básico. estrategicamente, uma entrevista bem conduzida ajuda o corretor de imóveis a desenvolver com sucesso as próximas fases no processo de venda de imóveis. Para os corretores, o fator tempo é um recurso muito importante e valioso na fase da entrevista. Deve ser bem aproveitado e controlado. Se o cliente se mostra disponível e interessado, deve-se aproveitar esta ocasião para reforçar o relacionamento, enquanto as perguntas são formuladas. Mais vai ter caso em que o cliente vai entrar no estande e vai logo dizendo “ eu estou apressado e só quero saber o preço” . Quase sempre eu
respondia: “Senhor cliente, já ajudei muitos clientes a fazerem excelentes investimentos. Quero ajudá-lo, também. Porem,preciso lhe fazer algumas perguntas. Serei breve. As suas respostas serão preservadas por mim, em terá sigilo absoluto. Afinal o senhor quer economizar tempo e dinheiro, estou certo?”. Utilize a técnica PDP. Como psicólogo, o corretor de imóveis precisa saber que as diferentes atitudes que os clientes manifestam são formas que utilizam para se proteger. Como diplomata, o profissional irá dar um atendimento atencioso e com muita dedicação e como professor, deve saber transmitir seus
conhecimentos, respeitando a forma e o conteúdo. Na entrevista, você precisa formular perguntas e prestar muita atenção nas respostas. Elas permitiram saber, verificar, condicionar e induzir à decisão. Enquanto o corretor ouve, as palavras do cliente lhe dirão não apenas o que ele pensa, mas como ele pensa. Planeje antes as perguntas que quer fazer. Faça um de cada vez, e não a faça muito longa. Lembre-se que o cliente não compra o imóvel, compra o que o imóvel pode proporcionar em termos de: lucro, prazer, orgulho, paz de espírito e dor. Pense nisso! O seu futuro agradece.
*Ananias Ribeiro de Oliveira Júnior
A certidão de dívida ativa O cidadão que deseja adquirir um imóvel necessita de plena segurança para a concretização da operação de compra e venda. Para tanto, deve exigir algumas certidões que revelem a situação do imóvel e do proprietário. E mais importante ainda do que as certidões sobre ações civis da Justiça Federal e a de execuções fiscais estadual e municipal, estão aquelas que demonstrem a situação do vendedor junto à Dívida Ativa da União, do Estado e do Município. É que o Código Tributário Nacional, art. 185, presume fraudulenta a alienação de bens, ou seu começo, por sujeito passivo em débito para com a Fazenda Pública, por crédito tributário regularmente inscrito como dívida ativa, salvo se o devedor reservou bens ou rendas suficientes ao total pagamento
da dívida inscrita. Assim, a pessoa que mesmo não possuindo execuções fiscais federais, estaduais e municipais contra si, mas tenha obrigações tributárias inscritas em Dívida Ativa da União, do Estado ou do Município, não pode vender imóvel sob pena de ser considerada fraudulenta a negociação, prejudicando aquele que o adquirir, salvo, como visto, se o devedor possua outros bens para garantir a dívida tributária. E nem a alegação de boa fé do adquirente é capaz de reverter esse quadro, mesmo a despeito da Súmula n° 375 do STJ, cuja dicção é: “O reconhecimento da fraude de execução depende do registro da penhora do bem alienado ou da prova de máfé do terceiro adquirente”. Como se observa, somente a má-fé do adquirente
implica no reconhecimento da fraude. Entretanto, considerando que o tratamento a ser dado na fraude fiscal é diverso ao da fraude civil, porque nesse afronta-se o interesse privado e naquele o interesse público, posto que os tributos servem à satisfação das necessidades coletivas, o Superior Tribunal de Justiça vem entendendo que a referida súmula não se aplica às execuções fiscais, ou seja, a boa fé do adquirente de bem imóvel, cujo proprietário possui obrigações tributárias inscritas em Dívida Ativa, não é fator decisivo para a manutenção do negócio. Portanto, é preciso extremo cuidado e exigir sempre a apresentação de certidão que demonstre a situação do vendedor perante a Dívida Ativa federal, estadual e municipal.
* O Autor é Professor de Direito Tributário na Universidade Federal do Amazonas e na Escola Superior da Magistratura do Amazonas, Especialista em Direito Tributário pela UFAM e Mestre pela Universidade Federal de Pernambuco. Advogado.
É preciso extremo cuidado e exigir sempre a apresentação de certidão que demonstre a situação do vendedor”
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ARQUITETANDO
FOTOS: PAULO RICARDO SACHS E CECRISA paulo@adoromanaus.com.br
Construção, pisos, metais e Portinari: Ponta Negra Revestimentos O mercado de revestimentos a cada ano demonstra um crescimento na ordem de 7%, tanto na área fabril como no varejo e aposta em marcas que incorporam design, com padronagens exclusivas e cada vez mais com tecnologia de ponta. Mas como o mercado vem trazendo a diversificação nas oportunidades, empresários com visão a frente incluem em seus investimentos outros segmentos como é o caso da Ponta Negra Pisos e Revestimentos. A empresa está há mais de dez anos no mercado faz parte do Grupo Bringel, conhecido também pela segmentação na venda e distribuição de produtos hospitalares. Loja bacana que agrega vários materiais para construção civil trazendo no mix além de pisos e revestimentos, metais, louças para banheiros e lavabos, ferragens e a poderosa marca de rejuntes Quartzolit da famosa Weber, líder mundial na produção de argamassas e soluções industrializadas para este segmento. Além destas marcas a Incepa e a internacional Docol fazem parte do mix oferecido aos clientes. A equipe da loja é bastante criteriosa com os produtos que trabalham, percebe-se notoriamente pelo atendimento. Nenhum fabricante entra no mix de venda da loja se não houver um treinamento constante direcionado a equipe de vendas para que tenham domínio sobre os atributos dos produtos, argumentação de vendas (objeção) e acima de tudo qualidade. Ponto para loja, pois sabemos que Manaus ainda
Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e alta decoração
Banheiros e SPAS: marca Astra presente
Portinari: Banheiro clean, revestimentos diferenciados
carece deste tipo de atendimento qualificado. A grande novidade e investimento será a introdução do espaço técnico Portinari. O espaço será destinado ao atendimento aos consumidores, arquitetos, engenheiros, decoradores e designers de interiores, onde ocupará todo espaço superior da loja dispondo de uma estrutura com cadistas para desenvolvimento de um pré-projeto e atendimento realizado por profissionais altamente treinados. A cerâmica Portinari faz parte da Cecrisa, uma das maiores empresas de revestimentos cerâmicos do Brasil. Suas origens remontam a década de 1970. A cerâmica Portinari tem como missão proporcionar uma experiência de inovação e valor adequado, superando desta forma a expectativa dos clientes e profissionais que a especificam. Atualmente além do Brasil o produto Portinari é comercia-
lizado em mais de 50 países, sendo a única a possuir o certificado LEED que é o selo de certificação de pratica de sustentabilidade. São coleções desenvolvidas com base em pesquisas de tendências globais e investimentos em tecnologia, diferenciadas e inovadoras, refletindo o compromisso da marca com design, autenticidade e o valor agregado, proporcionando sofisticação a qualquer ambiente, resultando em um portfólio dos mais completos do mercado de revestimentos cerâmicos. Previsto para inaugurar em Setembro, o novo espaço técnico Portinari terá uma parceria com o Mulan Café. Mas a loja já comercializa a Portinari além de outras cerâmicas como Elizabeth, Porto Design, Eliane entre outras. Vale conferir! A Ponta Negra Revestimentos fica no Boulevard Álvaro Maia, 1348. Fone 3211-6262. Estacionamento próprio.
O mercado vem trazendo a diversificação nas oportunidades, empresários com visão a frente incluem em seus investimentos outros segmentos.
Linha infantil de azulejos: diferencial
Pastilhas metalizadas: toque moderno
Pedra Grés: peças muito procuradas
Louças diferenciadas: opções para o cliente
Cozinha com piso e parede Portinari
Peça diversificada em cores: tendência
Piso e Parede Portinari: elegância
Em um living: Padrões Portinari amadeirados
Fachada da loja: Amplo estacionamento
Composição de ladrilho hidráulico: tendência
Banheiro Portinari com detalhes madeirados
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FOTOS: DIGULAÇÃO
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Humanização singular Mais do que decorar, ceramista Norma Grinberg fala sobre ampliação da sociabilidade e conforto em suas obras
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or meio de peças criadas para lugares específicos, o artista plástico é o responsável por potencializar a humanização e intensificar as interações entre os moradores nas áreas comuns de condomínios. A ceramista Norma Grinberg (www.normagrimberg.com.br) afirma que “o trabalho em equipe feito entre artista e arquiteto é fundamental para transformar espaços frios e impessoais em locais de convivência agradáveis e confortáveis, por serem personalizados”. As obras pensadas exclusivamente para condomínios fazem com que os ambientes sociais transcendam o aspecto meramente funcional de “receber” pessoas para torná-los convidativos e singulares.
Enquanto visitantes estão aguardando o elevador no hall, ou circulando rapidamente por ele, por exemplo, as peças dão personalidade ao espaço e tornam a espera agradável. “Quando réplicas de quadros e esculturas de obras renomadas decoram as áreas sociais de um prédio, por exemplo, elas simplesmente preenchem espaços vazios. Já obras pensadas unicamente para aquele ambiente, muitas vezes desde a elaboração da planta, cumprem uma função específica”, explica a artista. Tais peças completam o sentido criado pela arquitetura ao invés de simplesmente ocupar paredes em branco. A cerâmica é o principal material explorado por Norma, única brasileira a integrar a International
Academy of Ceramics (IAC). Segundo a artista, além de incorporar a ideia de proximidade com as pessoas, já que as peças são criadas diretamente pelas mãos dos artistas, a cerâmica é resistente a intempéries e mudanças de temperaturas e, portanto, pode ser usada em ambientes internos e externos. Norma se inspira nas correntes minimalista e construtivista, marcadas por cores limitadas, formas geométricas simples e compreensão universal. A artista já desenvolveu obras para construtoras como Even, Rossi, Feller e Odebrecht, bem como para diversos condomínios nas principais capitais do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza e Florianópolis.
Norma Grinberg humaniza suas peças exclusivas
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Brasileiros gastam US$ 2,7 bilhões com imóveis Até março deste ano, as cidades mais procuradas pelos brasileiros no país foram Miami e Orlando, na Flórida
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ão Paulo - No ano passado, os investidores brasileiros representaram 6% das vendas de imóveis realizadas na Flórida para estrangeiros não residentes, segundo dados de um relatório do segmento imobiliário daquele Estado americano. Com isso, o Brasil ocupa o terceiro lugar na lista de países que mais buscam imóveis nos Estados Unidos, atrás do Canadá e da Venezuela. Foram 6,7 mil imóveis vendidos para brasileiros, que somaram uma cifra de US$ 2,7 bilhões em 2014. O preço médio dos empreendimentos era de US$ 409,6 mil, superior aos demais compradores estrangeiros, que gastaram em média US$ 300,6 mil. A forte procura por investimentos fora do país acompanha o sentimento
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de frustração com o cenário político e econômico local, afirma Daniel Rosenthal, diretor e idealizador da Investir USA Expo, evento que reúne incorporadoras, imobiliárias americanas, serviços jurídicos e investidores no Brasil. “O alto grau de insatisfação acaba se misturando com a vontade de ter outro lugar para morar”, afirma. A última edição do USA Expo, que aconteceu em março de 2015, em São Paulo, bateu recorde de negociação, com um volume de US$ 32 milhões em acordos. De acordo com o levantamento, metade dos compradores tinham a intenção de alugar o imóvel ou passar férias. Do total investido, 8% dos brasileiros apostaram em fins comerciais e outros 44% escolheram condomínios ou apartamentos. O trabalho de Rosenthal
no Investir USA Expo passa pela detalhamento e acompanhamento de todos estágios necessários para que um brasileiro possa comprar seu imóvel nos EUA. No entanto, segundo ele, o estilo americano nos negócios acaba por chocar-se com o famoso “jeitinho brasileiro”, criando situações embaraçosas. Um deles é o de pechinchar, tentando um desconto no valor do imóvel, o que não é muito usual no mercado americano. Alguns chegam a propor fazer o negócio “por fora”, sem corretor, para não pagar a comissão. Ele afirma ainda que os compradores também tentam fugir dos impostos e têm dificuldades para cumprir os prazos americanos para documentos e pagamentos, mais rígidos e condicionados por multas.
FATURAMENTO Rendimento Anual Real Aluguel residencial em Atlanta (EUA) 7,5% Aluguel residencial no Rio de Janeiro 3,8% Fundo de Investimento em Fundos de Renda Fixa (FIF-RF) 0,5% Letra Financeira do Tesouro (LFT) 1% CBD com 95% do CDI 1,4% Poupança 0,2% Tipo de Investimento
Cada vez mais brasileios buscam investimenos fora do país
EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto Guto Oliveira
REPORTAGEM Fred Santana
FOTOS Arquivo EM TEMPO
REVISÃO Dernando Monteiro
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira
TRATAMENTO DE FOTOS Klinger Santiago
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