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Imóveis & Decor - 11 de outubro de 2015

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‘Geração condomínio’ Por conta da estrutura e segurança para as crianças, muitas famílias optam por morar em condomínios. Mas, ainda assim, é preciso tomar alguns cuidados

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m grandes centros, muitas famílias com crianças e adolescentes estão mais cuidadosas na hora de escolher a moradia. Além de buscar boas ofertas e locais apropriados, eles estão mais exigentes quanto a estrutura e serviços oferecidos. Isto é um dos motivos de o brasileiro estar priorizando cada vez mais a segurança, tranquilidade, liberdade e lazer quando o assunto é escolher a localidade da nova residência. A preocupação vai além do morar bem: a ideia é ter uma casa que seja um porto seguro livre de violência, acidentes e acontecimentos desagradáveis do dia a dia. Por isso, nos últimos anos no Brasil, foi observado um crescimento exponencial do número de condomínios verticais e horizontais que visam proporcionar conforto, beleza e qualidade de vida. “Estes residenciais também evoluíram quanto à estrutura, e ainda contam com um amplo espaço para áreas de lazer, e também bosque, facilidades de locomoção interna, além de um grande aparato de segurança e controle de acesso restrito por meio de portarias profissionalizadas”, destaca o especialista em condomínios da GS Terceirização, Amilton Saraiva. Para ele, um dos motivos dos pais se sentirem mais seguros em relação a seus filhos mo-

rarem em condomínio é o fato de usufruírem de uma portaria que controla a entrada e saída de pessoas e carros, circuitos de câmeras e, em alguns casos, profissionais que trabalham como segurança, representando maior garantia e menos riscos aos pequenos. “Por esse motivo, muitos migram de casas em ruas de grandes bairros e centros das cidades por já terem convivido ou vivenciado alguma situação desagradável”, aponta. Brincadeira de criança Outra razão que leva os pais a optar por locais assim é porque pensam no bem-estar das crianças, que precisam de um bom espaço para brincar. De fato, em qualquer lugar, a garotada precisa de cuidado especial para evitar imprevistos indesejáveis como acidentes, doenças, entre outras coisas. Por isso, mesmo em condomínios, alguns cuidados e regras são necessários para que os pequenos estejam sempre seguros. “A área de lazer é um dos locais preferidos das crianças, pois são nos playgrounds onde passam horas brincando nas caixas de areia e nos brinquedos, os quais precisam ser constantemente cuidados e higienizados para não serem um agente contaminador de doenças, vírus e bactérias, ou se tornarem locais para se machucar. Por isso é necessário

prezar também pela limpeza e manutenção”, aponta Saraiva. Logo, todas as áreas do condomínio, incluindo as áreas de lazer, merecem muita atenção quanto à limpeza, pois é fundamental para a saúde tanto das crianças quanto dos adultos. “Os moradores, administradores e síndicos dos condomínios devem, portanto, valorizar a limpeza e manutenção profissional e ao terceirizar estes serviços reconhecem a importância da especialização, pois sabem sobre a extrema importância de preservar a saúde da família como um todo e também do patrimônio dos condôminos”, destaca. Ou seja, mesmo morando em condomínios, é necessária a atenção com a garotada e os pais devem se lembrar que crianças de até 10 anos não devem ficar muito tempo distantes ou andar sozinhas, pois podem sofrer acidentes em qualquer lugar como na escada, no elevador, na parte elétrica, entre outros locais. “É fundamental também que crianças de até 5 anos estejam constantemente acompanhadas de um adulto nas brincadeiras do playground e, na área da piscina, independentemente da idade, todas as crianças não devem estar desacompanhadas em nenhum momento”, finaliza o especialista.

Segurança para as crianças é um dos principais motivos que levam famílias a investirem em um condomínio

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Redes sociais e apps facilitam vendas e suporte

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TECNOLOGIA


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Escritórios compartilhados: tendência que traz economia E

m tempos de crise econômica a ordem é economizar, analisar e controlar gastos sem exceção, isto vale para empresas de pequeno, médio e grande porte. Porém enxugar custos no trabalho não é tarefa fácil, mesmo sendo medida indispensável para uma empresa fechar o mês com saldo positivo. No Brasil a plataforma BuscSala – criada pelos amigos e sócios Gustavo Miranda e José Guilherme – é a pioneira em buscas de escritórios compartilhados e coworking. O novo conceito visa beneficiar o empreendedor com menos custos, burocracias, principalmente qualidade de vida para seus adeptos, já que também é possível utilizar as estações de trabalho de acordo com suas necessidades e atrelar aos compromissos da vida pessoal. Por conta disso, saiba quais são as três vantagens que provam que trabalhar em um espaço compartilhado é mais barato para sua empresa:

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Custo-benefício “Um escritório, bem localizado, custaria aproximadamente R$ 5 mil, daí vamos incluir o salário de uma secretária, mais custos como água, luz, telefo-

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Criadores de plataforma de buscas de salas de escritório listam três vantagens de trabalhar em espaços compartilhados ne e internet e impostos, isso tudo aumenta os custos e torna mais caro administrar uma empresa”, explica Miranda. Em espaços coworkings e/ou escritórios compartilhados chegam a economizar 70% dos gastos mensais, segundo informações do Sebrae, e o empreendedor pagará apenas o aluguel que, em média, custa R$ 800, já com serviços de correio, limpeza, telefone secretária eletrônica e salas de reuniões.

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Networking “Geralmente em escritórios compartilhados várias empresas dividem o mesmo espaço, possibilitando interação com outras empresas entre elas e quem sabe, futuras parcerias profissionais”, acrescenta José Guilherme.

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Mobilidade Os escritórios compartilhados estão contribuindo indiretamente e diretamente para as questões de trânsito na cidade, devido a crescente procura pelo serviço não é muito difícil encontrar um escritório compartilhado próximo de casa – isto facilitaria a mobilidade, melhoraria o trânsito em grandes cidades e possibilitaria o empreendedor ir a pé ou de bicicleta para o trabalho, contribuindo com a saúde.

Tendência no mundo, espaços compartilhados entre empresas trazem vantagens como o networking, economia e benefícios para a saúde


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Tecnologia

a serviço de um bom negócio O mercado imobiliário, como todos os setores da economia, incorpora diversos elementos tecnológicos ao seu cotidiano. Confira, a seguir, algumas dicas de como aproveitar as novidades

POR FRED SANTANA

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internet se integra cada vez mais ao cotidiano dos profissionais pelas comodidades que oferece. O surgimento das redes sociais e a difusão dos chamados “gadgets” fez diminuir ainda mais as distâncias entre as pessoas e deu nova perspectiva a diversas profissões. O mercado imobiliário não foge a essa regra. “O Brasil apresentou nos últimos tempos o 2º maior crescimento em termos de usuários de internet no mundo. Hoje, 85% das pessoas buscam vídeos antes de comprar, seja no YouTube, no site da empresa ou em portais especializados, ou mesmo dentro das redes sociais e em mensagens instantâneas. O corretor de imóveis também já se deu conta disso e passou a trabalhar com Facebook, Twitter, Instagram e Whatsapp”, explica Joaquim Ribeiro, presidente da Federação Nacional dos Corretores de Imóveis (Fenaci). “O corretor de imóveis mais do que nunca precisa estar atento a tudo o que o rodeia. E a era digital é uma realidade à qual não se pode fugir. Só para citar um exemplo, uma pesquisa realizada por um portal de anúncios imobiliários revelou que a chamada geração Y, pessoas entre 18 e 35 anos, é a que mais busca imóveis na internet, num percentual de 55%. O corretor de imóveis que não quer ficar para trás tem de aprender a trabalhar com a internet e as redes sociais”, pondera Ribeiro.

Muita demanda Nesse mercado, oferta não falta. E é justamente o excesso que pode atrapalhar um negócio. “Vender ou alugar imóveis pela internet não é uma tarefa fácil como a maioria pensa. É simples, mas não é fácil. No mercado imobiliário, a internet já possui impacto significativo no processo de busca de informações do imóvel sonhado pelo seu futuro cliente”, alerta Márcia Cohen, corretora e membro do Sindicato dos Corretores de Imóveis do Amazonas (Sindimoveis).

CONECTADOS Mais do que uma novidade, a utilização dessas ferramentas passa a ser uma tendência cada vez maior A corretora afirma que muitos usuários desistem de fazer compras pela internet quando se deparam com informações escassas. “Para que seu imóvel não seja mais um dos produtos ignorados pelos compradores, forneça todo tipo de informação que pode ser relevante para a compra, como a metragem do imóvel, o valor do condomínio e as amenidades que ele oferece, o valor do IPTU, o número de dormitórios e cômodos, etc.”, diz. Depois de se inteirar das peculiaridades de cada rede, é fundamental oferecer conteúdo relevante, levando-se em conta o público que se quer atingir. “É importante que a empresa imobiliária ou o profissional marque

presença nas redes sociais de forma relevante, aumentando sua visibilidade, mas sempre procurando passar credibilidade. É um trabalho de longo prazo, que envolve ações básicas, como respostas cordiais, evitar o envolvimento em polêmicas, bem como a veiculação de textos e imagens que possam ter dúbia interpretação”, sugere o presidente da Fenaci. Golpes Fazer negócios pela internet gera desconforto em algumas pessoas pelo fato de não existir negociação presencial. E no caso de imóveis, não tem jeito: é preciso ir ao local. “No caso de um imóvel, é óbvio que a pessoa tem de ir ao local, checar as informações recebidas e procurar saber tudo sobre o que pretende adquirir, não apenas fisicamente, mas também em termos de documentação. Não se pode ser apressado justamente com o investimento para o qual muitas vezes são utilizadas as economias de uma vida inteira” ensina Joaquim Ribeiro. E ao efetuar a visita, alguns cuidados são necessários. “Antes de marcar a visita, converse com o cliente por telefone e pergunte por que ele quer comprar o imóvel, qual seria o tipo de pagamento, onde ele está morando atualmente e qual é a urgência em finalizar a negociação. E na hora de recebê-lo, esteja acompanhado”, afirma Márcia Cohen.

Utilize os aplicativos com cautela Recursos como o WhatsApp são interessantes por permitirem o envio instantâneo de fotos, vídeos e informações sobre produtos para os clientes. Mas mesmo o uso desses aplicativos requer um certo cuidado, de acordo com o presidente da Fenaci. “É bom para eles, que ficam sempre informados

sobre as novidades, e bom para o corretor de imóveis que pode aumentar suas chances de realizar um bom negócio. Porém, como tudo o que fazemos em nossas vidas, o WhatsApp deve ser utilizado com a devida parcimônia. Se for enviada uma quantidade enorme de mensagens, as pessoas deletam sem ler ou podem blo-

quear quem as envia. Para evitar ‘queimar o mailing’, é bom pedir autorização ao potencial cliente para enviar mensagens e estabelecer uma periodicidade. Quanto ao conteúdo das mensagens, a criatividade deve ser posta em prática. Um vídeo curto, bem feito e instigante, pode ser um ótimo chamariz”, finaliza.


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Mercado imobiliário vive uma ‘tempestade perfeita’ Avaliação da agência de classificação de riscos Fitch aponta restrições de crédito como fatores negativos para o setor

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Distratos Das 11 companhias com rating público da Fitch, quatro reportaram fluxo de caixa das operações positivo no primeiro semestre de 2015: Cyrela, MRV, Rodobens Negócios Imobiliários e Rossi. A agência de classificação de risco também prevê que os distratos de imóveis permaneçam elevados no segundo semestre de 2015, pressionados pelo grande volume de entregas de projetos, em meio a condições macroeconômicas mais desafiadoras. Ao todo, os cancelamentos de vendas nas 11 companhias acompanhadas pela entidade somaram R$ 3,6 bilhões ou 40,5% das unidades vendidas no primeiro semestre do ano. A relação entre distratos e vendas brutas é pior que os resultados registrados em igual período do ano passado, quando o indicador estava em 29,3%. A agência ressaltou, em relatório publicado sobre o setor, que o estoque de unidades concluídas continua crescendo, enquanto a capacidade das companhias para revender as unidades distratadas reduz, postergando a geração de caixa. Em média, 18% do Valor Geral de Vendas (VGV) das unidades em estoque ao final de junho de 2015 consistiam de unidades concluídas e o estoque total representava cerca de 23 meses de ven-

das. A média da velocidade de vendas caiu para 9% por trimestre no primeiro semestre de 2015, frente a 11% por trimestre em 2014, informou a Fitch. Ajustes nas ofertas Diante das dificuldades na demanda, as companhias também buscaram ajustar a oferta e continuaram a reduzir o VGV de lançamentos, que foi de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre de 2015, frente a R$ 15 bilhões no ano cheio de 2014. O volume de entregas também é um fator que apoia o nível de distratos. De acordo com a Fitch, cerca de R$ 11,3 bilhões em VGV foram entregues nos primeiros seis meses de 2015, enquanto R$ 13,6 bilhões estão programados para o segundo semestre do ano. Para 2016, a projeção é de R$ 24,4 bilhões. A Fitch acompanha 11 empresas do setor de incorporação imobiliária. Dentre aquelas com perspectiva estável em seus ratings estão Tenda, Cyrela, Gafisa, Moura Dubeux, MRV e Rodobens Negócios Imobiliários. Já Brookfield Incorporações, João Fortes, Queiroz Galvão Desenvolvimento Imobiliário e Rossi Residencial têm avaliações com perspectiva negativa. A Viver, com rating CC(bra), aparece sem perspectiva. FOTOS: DIVULGAÇÃO

s incorporadoras brasileiras enfrentam um cenário de “tempestade perfeita”, diante da deterioração de indicadores macroeconômicos e de crédito, afirmou a agência de classificação de riscos Fitch. Entre os fatores negativos, a entidade citou aumento nas taxas de desemprego e de juros, enfraquecimento do índice de confiança do consumidor, restrições das linhas de financiamento para compradores de imóveis e maiores retiradas dos depósitos de poupança. “Diante deste cenário, uma robusta liquidez é importante para contrabalancear a volatilidade do fluxo de caixa operacional”, disse a agência, em relatório sobre o setor no primeiro semestre. A liquidez varia bastante no setor, de acordo com a Fitch, e as companhias com fortes reservas de caixa estão mais bem posicionadas para enfrentar restrições de crédito e queda de vendas. No total das 11 companhias acompanhadas pela entidade, a dívida líquida se reduziu para R$ 13,9 bilhões ao final de junho de 2015, de R$ 15 bilhões em dezembro de 2014. Em 30 de junho de 2015, o caixa e as aplicações financeiras cobriam em 1,1 vez os R$ 5,7 bilhões de dívida corporativa a vencer até o final de 2016.

De acordo com a Fitch, setor imobiliário está em alerta, mas as companhias buscam ajustar ofertas


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Arquitetando XA

Paulo Ricardo Sachs

Sou um arquiteto que ama a vida, tudo o que realiza, que sabe como ninguém aproveitá-la, da melhor maneira possível, compartilhando o amor entre meus amigos, clientes e parceiros.

Atuante no mercado nacional de móveis e alta decoração

Achilles Fernandes Arquiteto e urabanista FOTOS: MAURO SMITH

Arquitetura e Urbanismo: Em foco Achilles Fernandes

pauloricardo@pauloricardosachs.

Lavabo: minimalismo no luxo da cor terra

Jantar: um toque clássico ao lado de materiais contemporâneos

Pé direito alto: aproveitamento linear e estilo,um luxo

E Estar em jantar: integração

Preto e branco: conteporâneo nas cores e materiais

Aparador: detalhe nos quadros e simetria

Riviera da Ponta Negra: belíssimo lounge

spontâneo, alegre, expasivo, ousado, criativo, adverso, são alguns dos muitos adjetivos do arquiteto e urbanista Achilles Fernandes. Achilles como você definiria a arquitetura e urbanismo como profissão? Elas andam juntas? Sim, mesmo que se projete apenas uma residência é importante que o gabarito, os recuos, a permeabilidade, o uso sejam respeitados e isso inclui todo o entorno do projeto. Qual sua visão sobre o Manaus em termos de projetos? Melhoramos muito, há 15 anos atrás, quando me formei quase não se falava em contratar um arquiteto; os conselhos de engenharia e arquitetura eram juntos e sempre presididos por engenheiros. Não havia realmente definições de cada profissão, hoje está bem definido, a de arquiteto e do engenheiro. Qual a tua referência na arquitetura, quem você considera o the best? Ruy Otake. Também foi padrinho da nossa turma de formandos, o que muito nos honrou e Arthur Bernardes pela sua arquitetura limpa, com o uso da madeira de forma bem contemporãnea. Sobre sua carreira, qual tipo de projeto você mais se identifica, interiores ou exteriores, entendo que interiores seja teu forte, conte para nós: Amo interiores e projetos de residências onde além do exterior eu faça interiores, pois considero que assim, consigo valorizar a arquitetura. O que você diz sobre as tendências atuais de arquitetura de interiores, o que é in agora? As varandas gourmet climatizadas, principalmente em Manaus. Sem serem climatizadas, fica difícil usa-las. Quem são as tuas referências e inspirações? Viagens principalmente a feira de design em Milão na Itália. O que seria projeto harmônico para você? Onde os ambientes conversem entre si, tenham unidade visual, com exceção dos quartos

de crianças e adolescentes que tem necessitam ter a personalidade própria. Qual tua ligação com azul, e porque ele é um hit em seus trabalhos? Engraçado; recentemente uma cliente falou para suas amigas que queria me contratar e elas disseram, tua casa vai ser toda preto e branco? Casualmente estava no ar um programa onde usei o preto e branco, a cliente falou não, o Achilles projeta de acordo com o cliente, a cor que ele escolhe. O que acontece é que no meu programa de TV eu mostro meu trabalho, os clientes assistem e quando me chamam dizem, meu estilo é aquele que eu vi com azul, eu gostaria daquelas cores, quando um cliente pede o uso de uma cor diferente do azul começam a pedir a cor que viram, quem escolhe a cor, não sou eu, é o cliente, eu apenas sou o maestro dessa orquestra, nunca um arquiteto deve impor uma cor a ser usada em um projeto. O que é bom gosto para você? É transformar o sonho de um cliente em realidade, tendo cuidado para que não exagere por exemplo nas cores que ele goste, cores fortes devem ser usadas em decoração, “nunca” em mobiliário e paredes. Ball hits: Uma griffe? Gucci. Um relógio? Não uso. Um colega? Meu amigo e sócio André Sá, um gênio da arquitetura. Um animal? Cachorro, sua lealdade. Perfume? Angel de Thierry Mugler. Um mobiliário? Minha poltrona por mim customizada, com tecido Channel. Um país? Qualquer um que respeite os impostos, transformanso-os em bons serviços para a poulação.

Azul, branco e preto: conjunção harmoniosa

Detalhe da sanca: iluminação austera e profundidade ao ambiente

Elementos amarelos: must na tendência

O arquiteto e urabanista Achilles Fernandes


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A escolha perfeita FOTOS: DIVULGAÇÃO

Saber qual modelo de sofá é ideal para a sala evita dor de cabeça na hora de compor o ambiente. Ter espaço para circulação é um dos pontos-chave na hora de escolher, pois as dimensões da sala ditam o tamanho do móvel

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eça chave em qualquer decoração, o sofá é o grande anfitrião da casa. E errar na hora de escolhê-lo é comum! Porém, a seleção incorreta da peça pode trazer uma série de problemas como ambiente cansativo, com aspecto menor e dificuldades de manutenção e circulação. Para compor um espaço aconchegante e evitar arrependimentos, confira 11 dicas do empresário e designer da Decameron, Marcus Ferreira.

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Analise a origem do produto, ou seja, quem é o designer responsável pelo projeto do móvel? Um produto assinado tem por trás a responsabilidade de quem o projetou. O designer, por sua vez, garantirá que toda a lista de matérias-primas escolhidas siga os padrões de qualidade, que refletirão na durabilidade e conforto do sofá.

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Sofá para sala de TV ou de home theater deve ter espuma mole devido ao conforto que proporciona a quem vai passar períodos longos assistindo a filmes e programas.

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A dica para casas com crianças e animais de estimação é sofá escuro, que disfarça melhor possíveis sujeiras.

4 O sofá, como o resto do ambiente, deve seguir a personalidade do dono

Os tons de bege estão sempre em evidência. As tendências atuais são tonalidades de cinza e de azul.

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Normalmente, as salas contam com espaço para dois sofás de tamanhos diferentes. Quem quiser pode combinar tonalidades de uma mesma cor (por exemplo, azul-escuro em uma peça e azul-claro em outra).

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O tamanho da sala dita o do sofá. É importante que haja, no mínimo, 70 cm de espaço para circulação em volta do móvel. Caso o ambiente seja pequeno e possa receber apenas uma peça de dois lugares, a sugestão é apostar em pufes como mesa de centro, por exemplo.

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Sofás podem ser utilizados para dividir o ambiente.

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Sofá em “L” cai bem em espaços grandes, onde não atrapalha a circulação.

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Independente do modelo e estilo, a peça precisa ser aconchegante, prática e elegante.

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O sofá deve seguir a personalidade do dono: moderno, clássico, etc., e ser adequado para a função final, que é a de receber, ou assistir televisão.

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Antes de comprar um sofá é essencial considerar o clima da sua região. Para que o sofá seja confortável e ofereça uma deliciosa sensação ao tato é essencial averiguar o material que reveste o móvel.

Cores escuras disfarçam melhor possívels sujeiras feitas por animais


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Cuidados básicos com a higienização de tapetes

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De lã, seda ou sintético, saiba porque essas peças merecem limpeza especializada para mantê-los bonitos por mais tempo

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os fios de seda ao sintético, dos modelos orientais aos mais modernos. Os tapetes proporcionam beleza e aconchego aos ambientes, além de serem poderosos isolantes térmicos. A diversidade de cores e formas das peças que vestem o piso também as torna grandes aliadas na decoração. Os tapetes mais comuns são fabricados de material sintético, como nylon, acrílico e prolipropileno. Os modelos especiais são feitos de fibras, como lã, seda, algodão ou sisal. Já as peças orientais e de pele, verdadeiras obras de arte, são mais sofisticadas, pois são produzidas com fios de algodão, lã ou seda de forma artesanal. Independente do material do tapete, todos necessitam de cuidados especializados na hora da lavagem e principalmente no processo de secagem, pois define o resultado final. Os tapetes devem ser higienizados com o que há de melhor em tecnologia, garantindo limpeza eficaz e de qualidade. O processo de secagem da peça deve ser feito em estufa exclusiva, com temperatura controlada para cada tipo de fibra e tamanho, assim, evita riscos de ressecamento ou alteração de cor. E para iniciar os cuidados com a casa para o final do ano, a rede de lavanderias premium Lavasecco oferece produtos e tratamentos específicos para cada tipo de

material, para garantir a perfeita higienização dos tapetes a fim de conservar a beleza desses itens de decoração. Cuidados Confira os dez principais riscos listados pela proprietária da rede, Maria Alzira Linares, que podem danificar os tapetes durante uma higienização caseira ou realizada de forma incorreta. Por isso, sempre é indicado procurar um especialista para manter a peça em boas condições.

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Migração de cor: Devido à variedade de cores e baixa resistência de corante, os tapetes podem apresentar migração da tinta antes ou durante a lavagem. Os persas correm maior risco devido seu processo de tingimento.

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Vômito e urina: Quem possui animais de estimação precisa ter muita atenção, pois a urina é ácida podendo amarelar e enfraquecer a fibra do tecido. Sem falar do cheiro forte, que pode piorar com a tentativa de limpeza caseira.

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Franja amarelada ou manchada: As franjas dos tapetes geralmente são de cor creme ou cru, pois saem da trama do tapete. Caso esteja com a cor alterada, provavelmente é decorrente da migração do tapete e o risco de aumentar este processo na lavagem é grande.

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Fungos: A presença desses micro-organismos altera a cor do tapete e enfraquece a fibra, aumentando o risco de rasgar a peça.

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Marca de móveis: Pé de mesas, cadeiras ou outro móvel sobre o tapete, deixam marcas.

Desbotado: Aspecto do tecido envelhecido, perda da cor de forma generalizada, mancha esbranquiçada, provenientes de baixa fixação de cor, idade do tapete ou até mesmo de lavagens incorretas.

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Descolorido: A diferença de cor no tapete pode ser proveniente de produtos usados na limpeza caseira ou pela exposição da luz solar.

Rasgos: Podem aumentar durante o processo de lavagem realizado de forma incorreta.

Queimado: Luz, sol, cigarro e vômito podem queimar e descolorir o tapete após a lavagem incorreta.

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Irregularidade: Alteração nas pontas ou base antiderrapante solta, danificam a estrutura do tapete, com isso, a peça não fica simétrica e firme ao piso. Outro problema é o esfarelamento da base, ocasionado pela limpeza de forma caseira, já que o látex ou cola são extremamente sensíveis à água e umidade.

Tapetes precisam de cuidados especiais durante sua limpeza para que haja durabilidade

EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com

REPORTAGEM Fred Santana

FOTOS Arquivo EM TEMPO

REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva


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