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Salão imobiliário - 11 de janeiro de 2015

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Mercado de luxo continua em foco Empreendimentos de alto padrão são destaques desde o ano de 2013 na capital do Amazonas

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mercado de luxo, com foco no público AAA, foi destaque no mercado imobiliário de Manaus em 2014. Empresas e incorporadoras apostaram em empreendimentos que se valorizam não apenas pela localização, mas pelas exclusividades oferecidas, que vão desde itens de lazer até unidades com metragens únicas na cidade. Esses empreendimentos continuam a se valorizar e a reportagem vai listar aqueles que mais se destacam atualmente. O corretor imobiliário Daniel Aragão explica que, embora tenha sido lançado em 2013, o empreendimento Terezina 275, da Construtora Engeco, continuou sendo procurado como a moradia perfeita no ano passado. “Com dois apartamentos por andar, cada um com 545 metros quadrados, o Terezina chegou a vender cada unidade em torno dos R$ 3 milhões na época do lançamento. Desde então, o imóvel apenas valorizou”. Entre as vantagens de se obter uma moradia no Terezina, localizado no bairro Adrianópolis, estão os itens como as piscinas (adulto e infantil), hidro, salão de festas com copa/bar, espaço gourmet, churrasqueira, quadra, fitness, repouso, sauna, massagem e sala de jogos, além de uma garagem box. Atualmente, as unidades estão sendo vendidas acima dos R$ 4 milhões. A Engeco continuou investindo no mercado de luxo em 2014 e, em parceria com o Grupo Braga, lançou o Atmosphere, outro empreendimento destacado por Aragão. “Também com uma localização vantajosa na avenida Mário Ypiranga Monteiro, o empreendimento investiu bastante nos itens de lazer e nos espaços das unidades que estavam sendo vendidos na média de R$ 1,6 milhões”, afirma o corretor. O empreendimento tem 17 andares e duas torres. A primeira torre disponibiliza dois apartamentos por andar, com um total de 36 unidades. As unidades são de 286 metros quadrados, com quatro suítes e quatro vagas na garagem. Há ainda a cobertura duplex de 500 metros quadrados distribu-

ídos em quatro suítes, incluindo uma master, e cinco vagas na garagem, sendo uma delas garage box. Na segunda torre, são quatro apartamentos por andar, cada um com 215 metros quadrados, quatro suítes e três vagas na garagem. A cobertura, também duplex, possuí 389 metros quadrados, com quatro suítes e quatro vagas na garagem, sendo uma delas no formato garage box. O Ônix Cristal Park, da Cristal Engenharia, também é apontado como um dos principais empreendimentos de luxo em 2014 por Daniel Aragão. Seguindo a mesma cartilha dos outros lançamentos, o Ônix disponibiliza dois apartamentos por andar com 240 metros quadrados, em um total de 36 unidades, e localização no bairro Adrianópolis, próximo ao Manauara Shopping e ao

RESULTADOS

Segundo Daniel Aragão, esses empreendimentos se tornaram tendência desde que as construtoras começaram a investir e perceberam que o resultado era positivo supermercado Hiper DB. “A média de preço deles também fica em torno de R$ 1,6 e 1,8 milhão”, informa o corretor. Apesar de ter uma metragem menor em relação à concorrência, Aragão também cita o Privilege Club Residence, da Vaneng Engenharia e Construções, como destaque. “Eles lançaram uma torre em 2013 e a segunda em 2014. Como os outros, tem uma localização privilegiada e vantagens como apartamentos controlados via telefone celular e climatização e automação Mitsubishi Electric”, diz o profissional. Em 2015, um lançamento já está agendado para movimentar o mercado do público AAA. A Capital Rossi pretende estrear o Lumina, que vai disponibilizar um apartamento por andar de 330 metros quadrados e coberturas de 660 metros quadrados.

(92) 3090-1017 REPRODUÇÃO

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Marca ensina técnicas para renovar a decoração do lar Utilizar o tom sobre tom é uma ótima saída para quebrar a monotonia de um ambiente que precisa de mudança, por exemplo Os tons próximos dão um toque todo especial

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s universos da moda e decoração muitas vezes se misturam quando o assunto envolve cores e tendências. O efeitos degradê, também conhecido como ombré, ganhou espaço no mundo da moda nos últimos anos, e tem se destacado também na decoração. Pensando nisso, a Suvinil, marca de tintas imobiliárias da Basf e líder no segmento Premium, ensina como utilizar a técnica para levar esse toque delicado e moderno aos ambientes da casa. Utilizar a técnica do tom sobre tom é uma ótima saída para quebrar a monotonia de um ambiente. O resultado fica original e divertido, além de ser mais uma opção para aqueles que ainda têm receio de utilizar cores muito fortes. “Para obter o resultado perfeito é só selecionar uma cor vibrante e combiná-la com tons equivalentes mais claros da mesma cartela”, explica Nara Boari, gerente de marca e inovação. O jeito mais fácil para fazer

a técnica é pintar listras largas, geralmente da mais escura para a mais clara. As listras horizontais costumam compor ambientes mais propícios ao conforto e ao repouso, porque lembram a linha do horizonte. Por outro lado, as listras verticais direcionam o olhar e são uma boa opção para destacar um quadro ou um móvel. Se a ideia é obter um resultado mais suave, o melhor é escolher um número maior de tonalidades, já que a passagem entre as cores será mais sutil. Se a intenção for criar algo mais marcante, diminua o número de tons. Outra forma de fazer o efeito, sem utilizar listras, é aplicar um tom de cada vez e trabalhar cuidadosamente com uma esponja, pincel ou rolo macio para mesclar as tonalidades, sem deixar a emenda de uma cor para outra evidente. Essa técnica exige mãos um pouco mais habilidosas, mas o produto final vai depender sempre da criatividade e do gosto de cada um. No leque de cores da marca,

as cores são dispostas em ordem de tonalidade, de forma que cada página começa com o tom mais suave e vai até o mais vibrante. Seguir essa dica é o caminho mais fácil para selecionar as nuances que farão parte dos degradês monocromáticos. Para conferir um toque sofisticado e moderno, a dica é apostar em tons mais acinzentados. Quartos femininos podem ganhar uma atmosfera delicada e tranquila com um ombré em tons de violeta. O efeito não precisa necessariamente ser monocromático. Apostar em cores diferentes que tenham alguma relação entre si, como o grau de luminosidade ou um caráter mutante, como os verdes azulados, por exemplo, pode compor uma atmosfera alegre e moderna. Para que o efeito dê certo e fique bonito, a dica é fazer do degradê um ponto de destaque na decoração. “A técnica já é composta por várias cores, então não recomendamos inserir muitas tonalidades diferentes, para que a composição não fique cansativa

e confusa. O efeito, em apenas um detalhe, uma parede ou em peças decorativas, já atrai a atenção”, completa Nara. Empresa A Suvinil é a marca de tintas imobiliárias premium da Basf e lidera a participação no segmento com 60% do mercado. Hoje, a marca tem uma estratégia de negócio consistente, pautada em relacionamento com clientes, inovação e fortes investimentos. Adquirida em 1969 pela Basf, que entrava no ramo de tintas globalmente, a

Suvinil possui mais de 50 anos de boas práticas, que resultaram numa completa linha de produtos constituída por látex PVA, acrílicos, esmaltes, vernizes, epóxi e complementos para pintura. Seu portfólio, produzido nas fábricas instaladas em São Bernardo do Campo (SP) e Jaboatão dos Guararapes (PE), atende todo o mercado nacional e é exportado para Paraguai, Venezuela, Cuba, Bolívia e alguns países da África. Basf Na Basf existe a trans-

formação química – e está fazendo isso há 150 anos. O portifólio de produtos oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance e para proteção de cultivos, até petróleo e gás. Como empresa química líder mundial, a Basf combina o sucesso econômico, responsabilidade social e proteção ambiental. Por meio da ciência e da inovação, possibilita aos clientes de todas as indústrias atender às atuais e futuras necessidades da sociedade.

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor

FOTOS Arquivo EM TEMPO

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

REVISÃO Dernando Monteiro

TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima


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Escola reúne cursos ligados ao ramo da construção civil FOTOS: DIVULGAÇÃO

Fundação Brasil explora mercado que precisa de mão de obra especializada, principalmente, na capital do Amazonas

Os cursos são realizados na própria sede da empresa, localizada em Manaus, no bairro São Geraldo

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á mais de 15 anos no mercado, a Escola Fundação Brasil se especializou em cursos profissionalizantes em diversas áreas, com foco na em construção civil. A franquia nacional encontrou em Manaus um terreno propício para se desenvolver, aproveitando um mercado que está sempre em necessidade de trabalhadores especializados para serviços de obras e industriais. O coordenador da escola na capital amazonense, Paulo Júnior, conta que, no começo, a empresa fazia apenas treinamentos dentro das empresas e indústrias que contratavam o serviço, mas isso mudou há 5 anos. “Sempre fomos procurados por essas empresas para qualificar os seus profissionais e, ao mesmo tempo, usar a infraestrutura que o contratante oferecia. Porém, criamos condições para disponibilizar a nossa própria base, com os equipamentos e o pessoal necessários para abrir no mercado de varejo”. A Fundação Brasil reúne cursos de mestre de obras, pedreiro, leitura de projeto, eletricista – predial e residencial – normas de segurança, manutenção de ar-condicionado e instrui operadores de máquinas pesadas, como retro-escavadeiras, empilhadeiras, além de outras. “Temos a mesma metodologia de uma faculdade, com parte teórica, envolvendo provas e seminários, e a parte prática, que é o treinamento oferecido em nossas próprias máquinas. Temos, também, cerca de 120 professores, todos são engenheiros for-

mados, registrados no Crea e com experiência na área. Um dos nossos diferenciais é o leque extenso de cursos reunidos em um só lugar. Em Manaus, esses cursos estão espalhados pela cidade”, explica Paulo Júnior. Atualmente, a escola mantém cerca de 300 alunos e forma 600 anualmente. Segundo o coordenador da escola, os cursos têm duração de 3 a 5 meses e os preços variam. “O mais barato custa R$ 200, que é o curso de empilhadeira de pequeno porte. Já o mais caro é de R$ 900, que é o de empilhadeira de contêiner. O mais procurado é o curso de mestres de obras, que custa R$ 225 e tem duração de 5 meses”, diz. Aproveitamento Paulo informa que os profissionais formados pela Fundação Brasil são rapidamente aproveitados pelo mercado na cidade. “Manaus está sempre procurando mão de obra especializada, profissionais capazes de operar as máquinas e entender um projeto de construção. Na formatura, as construtoras disputam os profissionais para contratação e muitos deles são chamados para trabalhar fora, na Hidrelétrica de Belo Monte. É um mercado muito favorável para se explorar na cidade e as chances de se empregar após o curso aumentam consideravelmente”. A Fundação Brasil fica localizada na rua Belmira Costa, 64, no bairro São Geraldo, na Zona Centro-Sul. Para mais informações sobre os cursos e matrículas, é possível ligar para os números (92) 3234-8598, 99234-8598 e 98234-8598.

A empresa reúne cursos de mestre de obras, pedreiro, leitura de projeto, instrui operadores de máquinas pesadas, entre outros

Os cursos têm duração de 3 a 5 meses, dependendo da área escolhida pelo interessado, que deve ter ligação com o ramo


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REPRODUÇÃO

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Índice atinge 3,69% em 2014

Preços contam com mudanças

O dado serve de base de cálculo para a renovação da maioria dos contratos de aluguel

Entre os destaques, a soja em grão aumentou 1,69%, ante 6,05%; os suínos registraram queda de 9,41%, ante 7,37% e os bovinos aumentaram 3,59%, ante 5,86%. No mesmo período, ocorreram altas do café em grão (de -3,02% para 2,17%), do arroz em casca (de 0,18% para 2,22%) e do cacau (de -7,38% para 1,59%). Os preços no comércio varejista pressionaram o IGP-M. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu de 0,53% para 0,76% e a alta mais expressiva ocorreu no grupo alimentação (de 0,55% para 0,85%). Essa elevação foi provocada em parte pelas carnes bovinas (de 1,94% para 4,71%). Desde janeiro, o IPC registrou alta de 6,76%.

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Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) encerrou dezembro com alta de 0,62%, o que representa um decréscimo em relação a novembro, quando a taxa subiu 0,98%. No acumulado desde janeiro, o índice atingiu 3,69%, ficando abaixo da variação registrada em igual período do ano passado (5,51%). O índice serve de base de cálculo para a renovação da maioria dos contratos de aluguel. O levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra que o resultado foi influenciado, principalmente, pelos preços no setor atacadista com reflexos de queda das commodities (produtos primários com cotação no mercado internacional). O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu com menor intensidade, passando de 1,26% para 0,63% e, no acumulado de 12 meses, subiu 2,13%.

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

Patrimônio Manaú, na contramão da crise Se tem uma incorporadora que comemorou os resultados de 2014, essa empresa chamase Patrimônio Manaú. A incorporadora concluiu todas suas obras e com uma estratégia de marketing agressiva, conseguiu comercializar boa parte de seu estoque, o que representou quase 50% do VGV (Volume Geral de Vendas) a nível nacional. Fundada em 1995, a Patrimônio Incorporações é o braço imobiliário do Grupo Hiroshima, um dos maiores grupos empresariais do país, com atividades diversificadas em comércio e produção. Destacando-se em empreendimentos diferenciados que propiciam mais qualidade de vida e bem-estar aos moradores, a Patrimônio cresceu e se transformou numa das empresas mais fortes do setor, com presença em diversos Estados brasileiros. São mais de 1 milhão metros quadrados construídos, mais de 6200 unidades entregues e muitos clientes satisfeitos, que hoje desfrutam de uma nova forma de viver, integrando qualidade de moradia à qualidade de vida. A Patrimônio é uma incorporadora sempre preocupada em oferecer atendimento personalizado aos seus clientes, investindo permanentemente no aprimoramento dos seus serviços e projetos. Em 2013 ocorreu uma fusão da Manaú Empreendimentos e da Patrimônio em uma só marca, Patrimônio Manaú, reforçando a parceria das duas empresas nos empreendimentos em Manaus. A Patrimônio Manaú não veio para ficar. Ela já é daqui e não vai sair. Disse Guilherme Kasper, diretor comercial da companhia. O diretor informou que a incor-

poradora têm alguns terrenos e estar estudando a compra de um ou outro lote para lançar em 2105 um empreendimento de acordo com o estudo de viabilidade. Kasper, comentou ainda, que com a prorrogação da zona franca, o déficit habitacional em alguns segmentos e com o fim das incertezas políticas que travaram a economia, as vendas tendem a crescer de forma lenta mais continua. Na opinião dele, o ciclo de baixa está no seu final e que o corretor deve se qualificar melhor, pois o cliente de hoje é muito seletivo e requer um serviço profissionalizado. Em 2013 a empresa teve o resultado pífio, o que ocasionou mudanças de pessoal e de estratégia. O fato é que a Patrimônio Manaú conseguiu atravessar a tempestade com excelência, o que a credencia a ver 2015 com bons olhos. Se em 2014 os resultados surpreenderam, este ano a previsão é de lucros acima da expectativas do mercado. É unanimidade entre os economista, que 2015 será um ano de crise, crescimento quase zero, inflação alta e consequentemente queda no poder de compra. A crise pode ser definida como uma fase de perda, ou uma fase de substituições rápidas, em que se pode colocar em questão o equilíbrio dos negócios. Torna-se, então, muito importante a atitude e comportamento organizacional a momentos como este. É fundamental a forma como os componentes da crise são vividos. Nesses tempos de retração é preciso ir na contra mão da crise, elimine o “s” da palavra crise e veja o resultado. Pense nisso! O seu futuro agradece.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

A incorporadora concluiu todas suas obras e com uma estratégia de marketing agressiva, conseguiu comercializar boa parte de seu estoque, o que representou quase 50% do Volume Geral de Vendas em nível nacional”


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Arquitetando paulo@adoromanaus.com.br

Como organizar melhor ao modo americano FOTOS: PAULO RICARDO SACHS/ACERVO

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uando planejamos um novo lar, ou também em caso de mudanças, geralmente precisamos arrumar tudo de uma forma rápida. Organizar uma casa não é uma tarefa das mais fáceis. Exige tempo e dedicação. O cliente, após a execução de um projeto, por exemplo, busca a conveniência, praticidade e rapidez na hora de arrumar sua nova casa. Condições adversas geram ideias fantásticas. Em Manaus encontramos a OpenHouseImports, que é especializada em produtos práticos para esse segmento de organização, hoje bastante procurado e especificado em projetos. A loja tem foco em produtos americanos, e o contraponto é que hoje a maneira de arrumar uma casa nos Estados Unidos, tem a preferência por mão de obra brasileira, mas o que tem de tão bom assim os americanos? Soluções em utensílios domésticos. Do tapete da entrada ao suporte do ferro de passar, os americanos possuem um talento impressionante em lançar produtos de fácil manuseio e transporte. O quesito que mais agradaatualmente o consumidor jovem: você compra, leva e monta na hora. E o melhor ainda é quando o comprador consegue ter assessoria que colabore nas suas escolhas.

Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e altadecoração

Porta-papel, moedor de verduras e espátula: praticidade Ferramentas para um pequeno jardim

Conjunto para o café: pronto para receber

Lixeiras em inox, genuinamente americanas, com pedal

Chama a atenção no espaço, que não é muito grande, a leitura das ferramentas expostas para quem curte jardinagem ou quer se dedicar a um pequeno projeto de paisagismo. O closet, originalmente nascido no século 17 na França, foi reinventado com a introduçãodos aramados pelos americanos com destaque aos porta trecos que assim denominamos no Brasil,

Tudo para um bom drinque: vidros

ou seja, carrinhos para levar, para trazer a roupa, portasapatos, porta-toalhas, portacintos, enfim uma infinidade de artigos, para acomodar e guardar seus pertences, que é o ponto forte da loja. Ferramentas para montar? Todas. E de quebra, o cliente encontra objetos de decoração e móveis de linha externa, bastante leves e funcionais. A Open fica na rua Jacira Reis, 1.405.

Produtos organizadores são amplamente usados para facilitar a mudança ou migração para uma nova residência”

Peças para decoração, o básico para dar o toque especial

FOTOS: REPRODUÇÃO

UTILIDADE

Equipamentos evitam o desperdício serviços para todos. No segmento institucional de limpeza, o uso de equipamentos como Sistemas Mop para Líquidos, Baldes Espremedores, Sistemas Mop com Spray, entre outros, são utilizados para aumentar a produtividade das equipes de trabalho e racionalizar os custos de produtos químicos. “Entretanto, este uso não é uniforme e existem muitas empresas e consumidores que ainda não adotaram este tipo de solução, o que cria uma forte demanda a ser atendida por fabricantes e importadores no Brasil”, afirma Heitor Mazziero, diretor da Câmara Setorial de Fabricantes de Equipamentos. Como o país apresenta dimensões continentais, a utilização de soluções profissionais é ainda menor longe dos grandes centros urbanos, revelando um amplo potencial de venda e aperfeiçoa-

AXAXAXAXA

Diante da crise hídrica enfrentada por inúmeras regiões brasileiras, como em São Paulo, onde nenhum grande volume de chuvas tem sido suficiente para sanar o déficit acumulado nas represas de abastecimento, a sociedade tem buscado maneiras de promover o uso racional da água nas mais variadas atividades, principalmente, nas tarefas de limpeza e higienização. Seja realizada em ambientes domésticos ou profissionais, como exemplo dos hospitais, a limpeza é a base da vida como a conhecemos, ou seja, todas as atividades humanas têm uma estreita relação com a limpeza e higienização. No Brasil, reina a cultura do desperdício, tanto de água como de produtos químicos, que sobrecarregam os sistemas de tratamento de esgotos e efluentes, aumentando os custos destes

O Sistema Mop é utilizado para evitar desperdício de água

mento das ações. No âmbito doméstico, os consumidores também buscam por soluções que tornem a limpeza mais prática e econômica. Com as mulheres participando cada vez mais da geração de renda nos lares brasileiros e com a recente melhora do poder aquisitivo das classes C e D, que fizeram com que a mão-deobra de limpeza doméstica quase triplicasse de valor, a demanda por equipamentos e químicos aumentou significativamente. “O mercado percebeu e se movimentou também, pois dezenas de empresas especializadas foram abertas para dar conta deste universo de oportunidades. Para estas empresas, os equipamentos profissionais também são imprescindíveis em função da produtividade e economia que proporcionam”, acrescenta Mazziero.

A utilização de um bom produto é essencial para a economia


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Custo da construção em SP subiu mais de 6% em 2014 O

Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil do estado de São Paulo ficou estável, em dezembro, nas obras não incluídas na desoneração (incentivos fiscais) da folha de pagamentos, com variação de 0,03% sobre novembro. No acumulado de janeiro a dezembro, o índice teve alta de 6,37%. Só a mão de obra ficou 8,45% mais cara ao longo do ano. Já os materiais subiram 3,03% e os salários dos engenheiros, 11,5%. O cálculo é do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP) feito em conjunto com a Fundação Getulio Vargas (FGV). O índice mede a variação dos custos das construtoras e serve como base para os reajustes dos contratos de obras. No último mês de 2014, o custo da mão de obra, incluindo os salários pagos aos engenheiros, manteve-se estável, enquanto os materiais aumentaram 0,08%. O valor por metro quadrado estava saindo por R$ 1.169,59. Já nas obras incluídas na desoneração da folha de pagamentos (com incentivos fiscais), o índice oscilou em R$ 1.088,04. O custo em dezembro também

REPRODUÇÃO

O cálculo é do Sindicato da Indústria da Construção de São Paulo feito em conjunto com a Fundação Getulio Vargas foi 0,03% maior do que em novembro com estabilidade na mão de obra e alta de 0,08% nos materiais. No acumulado do ano, o índice nesse tipo de empreendimento atingiu 6,25% com aumento de 8,45% na mão de obra e 3,03% nos materiais. Os salários dos engenheiros tiveram variação de 11,5%.

NÚMEROS

No último mês de 2014, o custo da mão de obra, incluindo os salários pagos aos engenheiros, manteve-se estável, enquanto os materiais aumentaram 0,08%. O valor estava saindo por R$ 1.169,59 Em dezembro, os preços de dois dos 27 insumos aumentaram acima do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que fechou o mês com variação de 0,62%: telha ondulada (1,46%) e tubo de ferro galvanizado (0,61%). De janeiro a dezembro, 12 dos 27 insumos apresentaram variações superiores ao IGP-M. Por Agência Brasil

O custo da construção civil em São Paulo ficou estável no último mês de ano de 2014, nas obras não incluídas na desoneração


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Informação no ponto de venda ajuda no comércio A

Sasazaki, fabricante de portas e janelas de aço e alumínio, tem uma preocupação constante com o apoio dado aos pontos de venda, fruto do reconhecimento ao importante trabalho realizado pelos revendedores de seus produtos. Como parte de suas ações para ajudá-los a venderem mais, a empresa desenvolveu o “Campeão de Vendas”, um folder especialmente elaborado para a composição do mix de esquadrias nas lojas. O novo material aponta as portas e janelas das linhas de aço e alumínio que possuem mais giro nos pontos de vendas de todo o país e tem a função de orientar o revendedor que pretende começar a trabalhar com as esquadrias da marca. “Tratam-se de informações que ajudarão os lojistas a definir qual o mix de produtos mais adequado, considerando sua realidade, ou seja, o perfil da loja e da região. Também servirá como material de apoio para atendimento aos consumidores”, explica o diretor comercial da marca, Neylor Brito. As informações contidas

no material atendem, basicamente, a três perfis de lojistas: aos que pretendem adotar uma composição mais conservadora, com itens que giram e não podem faltar na loja; mais inovadora, com produtos únicos da marca; ou um mix que integre os dois conceitos. “Esta é mais uma ferramenta

FACILIDADE

O novo material aponta as portas e janelas das linhas de aço e alumínio que possuem mais giro nos pontos de venda de todo o país e tem a função de orientar o revendedor que pretende trabalhar com a marca de comunicação criada pela empresa para facilitar as decisões do revendedor. Apresentamos os carros-chefes de cada linha para que o nosso cliente tenha uma combinação mais lucrativa dentro dos diferentes produtos que oferecemos”, destaca Brito. Desenvolvimento O “Campeão de Vendas”

DIVULGAÇÃO

Marca desenvolve material de apoio ao lojista, com o objetivo de colaborar com a revenda de produtos para construção foi desenvolvido pelo departamento de marketing da Sasazaki que, juntamente com a equipe de vendas, busca constantemente apresentar as melhores soluções de acordo com as características de cada cliente e parceiro. O folder complementa uma série de materiais fornecidos pela empresa aos seus clientes, como catálogos das suas linhas - disponíveis também em versão on-line -, adesivos, faixas, banners, entre outros, que contribuem para orientar o vendedor e o consumidor na hora da compra. Perfil Fundada em 1943, a Sasazaki conta hoje com 1.350 funcionários e um parque industrial com tecnologia própria, instalado em 78 mil metros quadrados de área construída e localizada em Marília, cidade do interior do Estado de São Paulo. Realiza altos investimentos em tecnologia, é considerada a empresa de portas e janelas de aço e alumínio que mais lança inovações, sendo a primeira do setor de esquadrias metálicas a obter a certificação NBR ISO 9001, pelo seu Sistema de Gestão da Qualidade.

Segurança é foco da empresa A marca desenvolve esquadrias a partir das necessidades de mercado e as projeta para proporcionar segurança, conforto e design através das melhores soluções para diferentes públicos. Atenta às mudanças e tendências de mercado, cada uma das sete linhas de produtos da empresa atende a um público específico: as linhas de aço Belfort e Silenfort trazem portas e janelas que permitem a personalização de pintura e vidro; a linha Evolution é composta por janelas de aço pintadas na cor branca e que podem receber o tipo de vidro de acordo com a preferência do cliente.

A intenção é ajudar o revendedor a comercializar o produto

NACIONAL DIVULGAÇÃO

NATUREZA

Cada árvore pode ser responsável por especificar o paisagismo escolhido para um determinado condomínio ou residência

Máquina facilita na hora de construir próprio móvel Para quem desenvolve trabalhos profissionais ou artesanais com madeira, precisa de facilidades que diminuam o esforço e tornem o trabalho menos custoso. A marcenaria é uma arte e para ser bem feita é necessário o uso de equipamentos adequados. É o caso da Multi Função, é uma máquina completa, pois realiza diferentes operações: serrar, esmerilhar, lixar, furar, fresar e tornear. Ideal para uso caseiro ou profissional, tanto em galpões e oficinas como em residências, sítios, chácaras, construção civil e artesanato. Possui diversos benefícios,

tais como economizar espaço; vem com lixadeira de cinta; motor de 1500 Watts (mais potente); chave elétrica com trava de segurança; botão de variação de velocidade de 700 para 3600 rpm; proteção superior e inferior da serra. A mesa de trabalho é maior, com mais espaço e agilidade durante a operação, possui transferidor de 0º a 45º para cortes retos e angulares na horizontal, protetor de cavacos transparente, e ajustável, o que oferece segurança e permite total visualização do nível do corte. Tudo isso dá a ela precisão de trabalho, economia e segurança.

Em qualquer projeto urbanístico, um dos fatores que mais ganham importância é a disposição das árvores que vão compor a paisagem da área a ser transformada. Quase sempre, a vegetação é responsável por criar a primeira impressão sobre o local e transmitir sensações, além de amenizar temperatura local depois de adulta. Por esse motivo, empresas como a Alphaville Urbanismo, investem no manejo e plantio de árvores para fins estéticos e conceituais dos empreendimentos. Segundo a gerente de projetos urbanísticos da empresa, Maria Letícia Bertacchi, a empresa prioriza o uso de espécies nativas de árvores para compor o cenário em cada cidade. No empreendimento Alphaville Paraíba, por exemplo, o projeto paisagístico assinado pelo arquiteto Marcelo

Faisal prioriza a diversidade de volumes e cores. “A identificação de cada empreendimento com o lugar em que está situado muitas vezes pode ser refletida a partir da vegetação existente ali”, diz. Outro projeto todo pensado a partir de espécies nativas é o do Núcleo Urbano Alphaville Ceará, onde houve o manejo arbóreo de mais de 90 mil espécies de arbustos, contando com uma equipe de profissionais entre os quais estavam engenheiros agrônomo e botânicos. Depois de concluída a terraplanagem do empreendimento, as espécies foram replantadas de maneira a valorizar a paisagem, realçando a sensação de qualidade de vida. O manejo realizado no Ceará garantiu a preservação da flora do lugar, principalmente dos espécimes da Carnaúba, planta típica do Nordeste. Este

projeto foi idealizado pela paisagista EvaniKuperman Franco, do escritório EKF. Já no Alphaville Araçatuba, no interior paulista, existe a mistura entre as plantas características da região e outras usadas para harmonizar a paisagem. O projeto do empreendimento proporcionará 110 mil m² de áreas verdes, sendo 90 mil m² destinados ao replantio de espécies nativas. O diferencial está no fato de que cada rua do residencial terá uma espécie de árvore exclusiva. Entre as espécies, estão jabuticabeiras, ipês amarelos e brancos, palmeiras imperiais e areca de locuba. Outro exemplo é o empreendimento Alphaville em Bauru, que é embelezado por palmeiras das espécies jerivá e fênix. A grande diversidade de espécies nativas da região permitiu um projeto

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Árvores determinam paisagismo arbóreo muito rico, com dezenas de espécies presentes nas ruas do residencial. “O desenvolvimento da vegetação é essencial para a criação de microclimas, sendo muito importante principalmente nas épocas de maior calor, proporcionando um ambiente fresco e agradável”, diz Maria Letícia. Mercado Com 40 anos de atuação, a Alphaville leva a todo o Brasil uma proposta exclusiva de planejamento urbano, por meio do desenvolvimento de empreendimentos horizontais que conciliam preservação ambiental, infraestrutura altamente qualificada e o comprometimento com a sociedade. A Alphaville possui 108 empreendimentos já lançados em 21 Estados do Brasil e Distrito Federal.

A Multi Função é uma máquina completa e de fácil manuseio


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Sistema de bandeiras na conta de luz está em vigor D

esde o dia 1º deste mês, as contas de luz estão com uma cobrança extra como consequência do uso, pelas distribuidoras da energia, das termelétricas, que produzem energia mais cara. Nesta data, começou a vigorar o sistema de bandeiras tarifárias, que vai adicionar um valor na tarifa de acordo com a necessidade do consumo dessa energia. Já no primeiro mês de cobrança, os consumidores receberão suas contas com a bandeira vermelha. Isso vale para os quatro subsistemas do Sistema Interligado Nacional (SIN), o que significa um acréscimo de R$ 3 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, exceto para os Estados do Amazonas, Amapá e de Roraima. No primeiro mês, a cobrança será feita proporcionalmente ao dia de fechamento da fatura de cada cliente. Por exemplo, se uma conta de luz tem o fechamento previsto para o dia 10 de janeiro, será cobrado o valor correspondente à bandeira tarifária apenas sobre os dez dias de janeiro, e os outros 20 dias referentes a dezembro virão com o valor normal. Segundo a Agência Nacional

de Energia Elétrica (Aneel), a mudança não vai implicar custos adicionais para os consumidores. Porque, atualmente, o gasto que as distribuidoras têm com a compra de energia originária das termelétricas, que tem um custo maior do que a gerada pelas usinas hidrelétricas, já é repassado, uma vez por ano, para as contas de luz. Isso sempre ocorre no momento em que a Aneel calcula o reajuste das tarifas de cada distribuidora. Com o sistema de bandeiras tarifárias, os consumidores vão pagar mensalmente o custo extra do uso de energia térmica, e a receita que as distribuidoras tiverem com o pagamento será descontada na hora de calcular o reajuste tarifário de cada empresa, resultando em aumentos anuais menores. As bandeiras vão funcionar como um semáforo de trânsito – com as cores verde, amarela e vermelha – para indicar as condições de geração de energia no país. Por exemplo, quando a conta de luz vier com a bandeira verde, significa que os custos para gerar energia naquele mês foram baixos, portanto, a tarifa de energia não terá acréscimo.

REPRODUÇÃO

Já no primeiro mês de cobrança, os consumidores receberão suas contas com a bandeira vermelha, exceto Amazonas

Atenção em caso de faixa amarela Se vier com a bandeira amarela, é sinal de atenção, pois os custos de geração estão aumentando. Nesse caso, a tarifa de energia terá acréscimo de R$ 1,50 para cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha mostra que o custo da geração naquele mês está mais alto, com o maior acionamento de termelétricas, e haverá um adicional de R$ 3 a cada 100 kWh. A cobrança pelo sistema de bandeiras tarifárias vai ser dividida por subsistemas, o que quer dizer que os consumidores de Estados do Sul podem pagar um valor diferente daqueles que moram mais ao Norte do país. Por Agência Brasil

Com esse sistema, os consumidores vão pagar mensalmente o custo extra do uso de energia


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