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Imóveis & Decor - 10 de janeiro de 2016

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MANAUS, DOMINGO, 10 DE JANEIRO DE 2016

VERDE

Manutenção do jardim durante as férias Página 7

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Em áreas com muito ruído, a solução é investir no isolamento acústico LINDIVAN VILAÇA

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uzina de carro, pessoas gritando, música alta. Quando estamos dentro de casa o que mais queremos é paz e silêncio. Mas nem sempre é assim. Por conta disso, quando se vive em grandes cidades urbanas, estamos sujeitos a quase tudo inclusive a poluição sonora, um incômodo que pode causar estresse e dores de cabeça. Mas, a melhor solução para manter um lar mais silencioso e bem simples é proteção. Não é fácil resolver este problema, pois há muitos pontos a serem verificados, mas o combate ao ruído é importante e deve ser prioridade principalmente nas obras novas. Como evitar esta situação? Não se pode proibir as pessoas de conversar ou escutar música, então o jeito é prepara o ambiente para que o som deixe de ecoar. Para tanto, especialistas indicam o uso do forro acústico, isto é, que absorva aos sons ao invés de propagá-los. Além disto, optar por móveis estofados, que têm um coeficiente de absorção acústica muito maior do que as cadeiras de plástico, e podem ser tão fáceis de limpar quanto elas. O arquiteto Achilles Fernandes explica a melhor forma de precaução. “Ruídos são um incômodo. Muitas vezes, ao ter a casa ou apartamento próximo a vias de bastante fluxo de veículos, precisamos avaliar bem antes de fazer qualquer negócio. E, para resolver esses problemas, a arquitetura passou a adotar vários recursos que amenizam essa situação. Exemplo disso são as esquadrias com vidros duplos, que cria um espaço

entre os vidros amenizando os ruídos”, explicou. Em casos mais extremos, quando o desejo é reduzir ao máximo o ruído, o profissional recomenda que as paredes sejam forradas igualmente com materiais fono-absorventes. “Existem várias opções, e o custo não é tão alto quanto se imagina. O ruído é péssimo em qualquer situação – tanto para dormir, quanto para se concentrar no trabalho. Amenizar os barulhos é sinônimo de qualidade de vida”, destacou. Soluções Com estas medidas, ou seja, forro, piso e paredes absorventes, o ruído que eventualmente for produzido dentro dos ambientes será absorvido lá mesmo e as pessoas poderão conversar, dormir ou ouvir música com toda a tranquilidade. “O ambiente vai ficar bastante aconchegante, principalmente se o arquiteto ou decorador for caprichoso”, acrescenta Fernandes. Para o arquiteto, a mesma sugestão vale para o piso. “Ao invés de cerâmica ou materiais vinílicos, que tal utilizar um bom carpete? Claro, um carpete baratinho é difícil de limpar, principalmente quando cai algum líquido, mas existem carpetes e tapetes modernos, feitos com alta tecnologia e que são facílimos de limpar – basta um bom aspirador de pó. Quem já teve a oportunidade de viajar aos Estados Unidos e Europa deve ter observado o largo uso que lá se faz dos carpetes, inclusive em restaurantes, e ninguém parece se importar com isto. É que lá se utiliza materiais que, felizmente, hoje estão disponíveis também no Brasil”.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

O FIM DO BARULHO

Entendendo as diferenças Para acabar com as dúvidas, Achilles Fernandes explica a diferença entre absorção acústica e isolamento, assim como o isolamento térmico do isolamento acústico. “O material é que diz respeito sobre como ele conduz o som, calor ou vibrações através dele”. Uma parede feita de cobre, diz Fernandes, é um excelente condutor de eletricidade e de calor, mas um péssimo condutor de som. Agora imaginemos uma parede feita de cortiça. Ela é péssima condutora de eletricidade, ou seja, ela é um isolante elétrico, é um excelente isolante, tanto que pode ser usada em câmaras frigoríficas. Já em termos de acústica, ela é praticamente ineficiente, ou seja, o som produzido de um lado da parede chegaria quase que com a mesma intensidade do outro lado”, disse. A maneira como as moléculas do material se acomodam umas com as outras é que determina suas características sonoras. Um material isolante acústico pode ser péssimo absorvente, como é o caso das paredes e vidros, que isolam mas não absorvem. Já um material que é bom isolante térmico, como cortiça e isopor, são péssimos absorventes acústicos mas excelentes isolantes térmicos.

Barulho incomoda bastante quem vive em metrópole e pode até trazer consequências para a saúde

Investimentos para o futuro Uma das tarefas que cabe ao arquiteto é relação à qualidade sonora, ou seja, antes de tudo é evitar que o ruído gerado em um cômodo se propague para outro. O ideal é que a lavanderia, por exemplo, fique longe da sala, e os ruídos produzidos na garagem não devem atingir os quartos, e assim por diante, e isto só se consegue pensando cuidadosamente no projeto, antes da construção. E como se consegue isto? Utilizando paredes ou divisórias mais robustas. Fernandes afirma quanto mais densas, melhor. “As portas

devem, de preferência, ser de material maciço, como aquelas tipo ‘mexicano’, que têm uma isolação acústica aceitável. Os dutos de ar condicionado, se existirem, devem ser revestidos de material absorvente, para que o ruído de um cômodo não atinja o vizinho”, indica. Mas todas estas medidas para reduzir o ruído gerado internamente de nada adiantarão se o edifício estiver muito sujeito ao ruído urbano, aquele que vem de fora e que tanto vem diminuindo a qualidade de vida nas grandes cidades. Combater o ruído eleva o

custo da construção, sem dúvida. Mas um projeto criterioso e o uso de materiais adequados mantêm a despesa dentro do razoável. Em compensação, o que se ganha na valorização do imóvel, no conforto das pessoas e na produtividade compensa em muito o investimento. “Seja num edifício comercial, seja numa residência, o combate ao ruído é fundamental. Sua saúde e seu bolso agradecem, afinal uma pessoa saudável e descansada produzirá muito mais e gastará menos com remédios e médicos”, completa.


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Investimento certeiro: imóveis para aluguel D

e acordo com o coordenador do Índice FipeZAP, Eduardo Zylberstajn, quem compra um imóvel para investimento tem dois vetores: o potencial de valorização e o retorno com o aluguel. “Precisamos deixar claro que o que ocorreu nos últimos anos em relação à valorização dos imóveis foi uma exceção e nos próximos anos isso será mais modesto”, avalia. Zylberstajn explica que, para definir o imóvel a ser comprado para locação, é necessário fazer contas de custos, manutenção e retorno e sempre comparar com o retorno que o investimento teria em um ativo financeiro. “Muita gente compara com a poupança e CDI, mas isso é equivocado. A comparação deve ser feita com juro real e não com juro nominal, como o CDI”, ensina.

CONTAS Para definir o imóvel a ser comprado para locação, é necessário fazer contas de custos, manutenção e retorno e sempre comparar com o retorno que o investimento teria em um ativo financeiro O importante ao avaliar um imóvel para investimento, especialmente se for para locação, é ver se há demanda para aquele tipo de apartamento ou casa na região. “Naturalmente, imóveis com garagem, quintal e mais de um banheiro tendem a ter um apelo maior para locação, mas não são só esses os pontos que devem ser avaliados. A localização perto de estação de metrô, por exemplo,

tem uma boa demanda”. Também se deve levar em consideração que o imóvel para locação pode ficar desocupado e isso precisa ser previsto no planejamento do investidor. Para Marco Goggi, diretor -presidente da Lopes VNC, o investidor busca o imóvel que dê a melhor taxa de retorno (aproximadamente de 0,6% ao mês). “Normalmente são apartamentos menores, de um ou dois dormitórios, de 30 a 100 metros quadrados e estão em prédios novos, com infraestrutura moderna, bem localizados e com rápido processo de venda ou locação”, diz. Segundo ele, os bairros melhores são sempre de fácil acesso, próximos a transporte público e têm vias de acesso rápido para as principais avenidas, aeroportos e regiões próximas aos centros comerciais e financeiros.

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O importante ao avaliar um imóvel para investimento, especialmente se for para locação, é saber se há demanda

Antes de comprar, pesquise se a área é valorizada e tem demanda, além de considerar os custos de manutenção

EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com

REPORTAGEM Lindivan Vilaça

FOTOS Arquivo EM TEMPO

REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva


Transforme o seu

FOTOS: DIVULGAÇÃO

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HOME THEATER Conheça melhor o sistema e faça dele a área mais disputada de sua casa

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home theater está presente em muitos lares brasileiros, em versões que vão das mais simples às complexas. Porém, não basta comprar o equipamento e instalá-lo conforme um manual, já que cada ambiente tem um formato diferente e características acústicas ímpares. “Um home theater bem projetado será a vitrine da casa”, afirma Paulo Alves, diretor comercial e sócio-fundador da Home & Tech, primeira franqueadora na área de áudio, vídeo e automação do Brasil. Segundo ele, a boa performance do equipamento não é resultado somente da compra de produtos de alta tecnologia, mas, sim, de um projeto integrado por uma equipe com ampla experiência em escolher e instalar corretamente os melhores componentes, bem como “calibrá-los” com a acústica ideal de cada ambiente. “Bem mais do que simples ‘caixinhas’ que prometem trazer realismo aos filmes, o equipamento propicia a reprodução de alta definição de som e imagem, oferecendo entretenimento de alta performance para as pessoas compartilhem experiências memoráveis. Trata-se de um sistema de equipamentos integrado a outros dispositivos eletrônicos que, juntos, possuem capacidade de reproduzir a qualidade de áudio e vídeo de grandes salas de cinema”, ensina. Modelos O home theater é um equipamento dividido em três partes: as caixas acústicas e o subwoofer, responsáveis pelo áudio, externos ou de embutir; o vídeo (blu-ray, TV ou projetor e tela) e todo o sistema, que é integrado por meio do receiver, que distribui o áudio e o vídeo, com opções para conectar acessórios usuais, como smartphones, videogames, Apple TV, laptops, câmeras digitais, entre outros. Para que o home theater seja instalado, um estudo prévio do ambiente é recomendável, pois o sistema será conectado

de maneira ainda mais eficaz após um projeto exclusivo para cada ambiente, que especificará a configuração mais indicada para o local. Além disso, ele também será responsável por indicar seus respectivos equipamentos, que determinarão se o aparelho será 5.1, 7.1, 9.2 canais ou superior. “Os primeiros números representam a quantidade de caixas que compõem o sistema – já os segundos, correspondem à quantidade de subwoofers, maior e mais pesada caixa acústica que reproduz os sons graves do home theater. O sistema 7.1 significa que o aparelho traz sete caixas e um subwoofer”, exemplifica Alves. Entenda os termos Cada caixa acústica tem a sua função específica no home theater. A caixa acústica central (frontal) é responsável pela voz principal e as laterais (frontais) têm a incumbência de reproduzir a trilha sonora e as vozes secundárias. Já as caixas acústicas surround (traseiras) transmitem os efeitos especiais de sonoplastia. “A disposição correta de cada caixa acústica está ligada a uma série de parâmetros, como a distância das caixas para o ouvinte e a angulação delas, que melhoram o espectro e a amplitude sonora”, afirma o empresário. Tal distância das caixas acústicas pode ser configurada no sistema, porém, a posição delas deve ser respeitada, caso sejam frontais ou traseiras, bem como a angulação. O cuidado proporciona maior conforto auditivo e o melhor aproveitamento na execução das mídias, transmitidas com mais fidelidade. Atualmente, há diversas tecnologias disponíveis – cada uma, com a capacidade de atender projetos específicos, como 5.1 canais, 5.2 canais, 7.1 canais, entre outras, além de sistemas avançados com a tecnologia Dolby Atmos, 5.2.2 canais, 7.2.2 canais etc. A Dolby cria, ao redor do espectador, aparelhos sonoros correspondentes à ação transmitida nas telas em diferentes níveis auditivos, o que

Moderno, o home theater promete transformar a sala no ambiente ideal para a reprodução de filmes em alta definição de som e imagem

faz com que quem ouça se sinta dentro de cada cena. Sistema A maior e mais pesada caixa acústica do home theater, chamada de subwoofer, é responsável por reproduzir os sons mais graves do sistema e possui duas categorias, ativa ou passiva. A primeira possui um amplificador interno à caixa acústica e ao autofalante; e a segunda é formada pelo autofalante e pela caixa e necessita de um amplificador externo, que pode ser o próprio receiver. O home theater wireless (sem fio) utiliza a tecnologia Bluetooth. Ela é idêntica às dos demais aparelhos com fio e as duas caixas traseiras são ligadas remotamente ao receiver, sem o uso de cabos. O grande benefício do home theater wireless é a ausência de fios. “Seja a opção tradicional ou wireless, o equipamento terá um melhor desempenho caso seja instalado por um time altamente capacitado. O sucesso do home theater é garantido com a execução de um projeto técnico especializado, que oferecerá uma atmosfera de cinema mesmo em casa”, finaliza Alves.


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Tendência do mercado é continuar no vermelho D

epois da perda real de 8,48% em 2015 diante da inflação calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a expectativa é que o preço de vendas de imóveis continue avançando em ritmo muito mais baixo do que a inflação. “Enquanto essa situação de recessão continuar, acredito que o mercado imobiliário vai continuar sofrendo”, diz a previsão do economista do FipeZap, Raoni Costa. No meio do ano, a Fipe lançou um estudo apontando queda nominal de 5% no preço dos imóveis em 2016, o que levaria a uma perda real de mais de 10% em 2016 segundo as expectativas para a inflação, que hoje estão na casa dos 7%. Oferta de imóveis Para Costa, a oferta de imóveis deve começar a cair a partir deste ano. “O número de venda de imóveis ainda é razoável, porque você está vendendo imóveis construídos em 2013 e 2014, diz ele. “O ano de 2015 já foi um em que a gente viu uma retração muito grande no lançamento de novos imóveis e, em 2016,

a gente vai dar um passo a mais nisso”, aponta. Segundo ele, a tomada de decisão de compra – que é mais lenta no mercado imobiliário do que no resto do mercado -, mudou e isso impactará a oferta, que tende a se retrair ao longo dos próximos anos. Aluguel Os imóveis alugados estão em situação ainda pior que a dos imóveis à venda. O preço dos aluguéis recuou sete vezes consecutivas ao longo de 2015 e, nos 12 meses encerrados em junho, a perda real chega a 14%. “Eu interpreto da seguinte maneira: muitos proprietários que iam vender imóveis não estão dispostos a baixar tanto o preço e resolvem alugar, o que fez aumentar a oferta de aluguéis”, diz ele. Porém, sua aposta é de que haverá uma alteração na tendência nos próximos meses e que o preço do aluguel não ficará tão mais fraco que o preço da venda de imóveis por muito mais tempo. “A diferença entre eles deve começar a se fechar, mas não dá para esperar

FOTOS: DIVULGAÇÃO

A previsão é da FipeZap, que revelou um estudo indicando uma queda real de 10% no preço dos imóveis em 2016 muita coisa do mercado de aluguel”, afirma. Comprar ou alugar? Para o consumidor que está na dúvida entre comprar ou alugar um apartamento, Costa diz que sua expectativa se mantém no aluguel. “Eu acho que é um bom momento para quem busca alugar e, se o aluguel continuar caindo, o contrato de aluguel é muito mais curto que o financiamento de um apartamento”, diz ele. Para quem se decidiu pela compra, a dica é ter cautela, pois adiar a compra pode render uma grande economia. “A taxa de juros hoje está muito alta, se o consumidor tem o dinheiro guardado, ele conseguirá um bom rendimento se aplicá-lo em um fundo”, diz Costa. Ou seja, para quem tem dinheiro guardado, comprar um imóvel hoje pode representar perda de dinheiro. “O melhor momento para comprar o imóvel será quando eles pararem de perder em relação a inflação e voltarem a subir. Mas quando isso vai acontecer é difícil saber”, completa.

O economista da FipeZap, Raoni Costa, diz que comprar imóvel, hoje, pode representar perda de dinheiro


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Arquitetando

contato@arquitetandomanaus.com.br www.arquitetandomanaus.com.br

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Paulo Ricardo Sachs Atuante no mercado nacional e internacional de mobiliário e alta decoração

Escondida ou presente: mobilidade em alta e maior aproveitamento

Alumínio e cortiça: mistura e cortiça que volta Espaços incomuns: cozinha, materiais e cobre

Pantone de cores para 2016

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sta matéria conta com algumas informações de Mirian Castilho, residente na Bélgica. Possui um Studio de Design de Interiores e 3D. Estudou e formou-se no centro da Europa. Costuma frequentar todos eventos sobre Arquitetura, Design e Construção na continente, buscando todas informações referentes ao setor. Chegou 2016 e já apresenta as novas tendências de estilo e design. Neste ano elas são tão distintas e com tanta riqueza de expressões, que não importa quantos artigos sobre as tendências voce pesquise, sempre haverá algo mais a ser visto, ou revisitado. Mais uma vez está de volta a possibilidade de brincar com cores alegres, dar ênfase a natureza em espaços incomuns - como o banheiro ou cozinha. As inovações vão muito além como riqueza dos acessórios, na funcionalidade como o ênfase ao arranjo minimalista de espaços. Não obstante, na nobreza dos materiais utilizados, algumas dicas - cobre, bronze e mármore estarão presentes. A

Mármore vem com toda força

paleta de cores para este ano é preenchido com tons de rosa, vermelho “carne” e pêssego. Os designers não hesitam em apostar em cores que marcam o novo momento. O famoso “rosa cor de boca” de maquiagem, sem o brilho, invade a decoração. As cores profundas temperamentais como o preto e roxo são muito inteligentemen-

te combinados com as superfícies brilhantes de cobre e latão. Nesta linha de pensamento, uma forte referência para 2016 é a visibilidade de materiais tais como compostos de latão, cobre, madeira e mármore nos projetos de design de interiores. Os múltiplos usos do cobre e do bronze, sua plasticidade, e característica amigável tornam

um campo rico para a exploração artística. Revestimentos de cortiça e mármore estão voltando fortemente, madeira, pedra e concreto bruto estão também aqui com a sua presença intemporal. Outra grande mudança no olhar das casas é a presença de objetos decorativos funcionais, logo não haverá espaço para itens inúteis. Vai

Vermelho carne, carmin: vermelhos em alta

e banheiro, usando papéis de parede ou paredes verdes. A grande mudança é no ambiente doméstico que ganha um ar de spa: o banheiro. Ele tende a transformar-se em Belíssimo show de uma área de reluminárias e matelaxamento. Será rial natural: luxo comum ter bancos e assentos no interior banheiro porque na verdatornar-se cada de é lá que nós ouvimos música, vez mais importante adquirir lemos e relaxamos nele. Dessa objetos que podem ser utili- maneira por que não transforzados de acordo com o tempo má-lo em um belo e acolhedor e o espaço da vida da pessoa. jardim? Desenhador ucraniano A cozinha, por exemplo, pode Olga Akulova tem alguns muito ser completamente escondi- bons sucessos neste domínio. da para abrir espaço adicio- Algo mais como tendência innal para entretenimento ou ternacional? Sim, o mercado e de tornar-se presente quando desmistificação de contratar necessário. Nos movemos em um epecificador está em alta. direção ao minimalismo, cuja Esta coluna de hoje é também estética tranquila nos permite uma homenagem póstuma ao escapar da correria da cidade, grande arquiteto André Sá, que jogando com a ilusão de ótica nos deixou no final de 2015. em ambientes como cozinha Esteja com Deus.

A forte tendência do roxo, aqui emoldurado pela funcionalidade: prateleiras

Os espaços com abundância do verde Composição de Guilherme Torres e Associados: lúdico

Arquitetura minimalista

Olga Akulova: sucesso ucranianano

FOTOS: MIRIAN CASTILHO E PAULO RICARDO SACHS

O que será tendência em interiores em 2016

A abundância de vegetação exuberante é definitivamente uma tendência, mas não só em banheiros - o foco de designers é o aumento da introdução de plantas em residências ambientalmente amigáveis. como um todo”


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Sistema fracionado pode diminuir custos de lazer

Projeto permite compartilhar despesas com outros proprietários e utilizar direito de uso para viajar a outros destinos FOTOS: DIVULGAÇÃO

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sonho de ter uma propriedade para o lazer da sua família parece distante? Saiba que há uma maneira mais em conta de realizá-lo – e ter ao seu dispor serviços de hotelaria e a possibilidade de utilizar seu direito de propriedade para visitar mais de 100 países. Trata-se do sistema fracionado (também conhecido pela expressão em inglês, fractional), um conceito que começa a se fortalecer no Brasil, mas que existe há décadas em mercados como os Estados Unidos. O vice-presidente de assuntos turísticos e imobiliários do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), Caio Calfat, explica melhor o conceito do fractional. O que é fractional? Trata-se da “propriedade de uma segunda habitação, para fins de lazer, exercida de maneira fracionada e compartilhada”. O que significa dizer que um imóvel é fracionado e compartilhado? Significa que um grupo de pessoas tem direito de usá-lo de modo alternado. O empreendedor pode definir que cada pessoa usará um apartamento de um resort durante, por exemplo, quatro semanas por ano. Assim, o conjunto é dividido em frações (12 ou 13,

por exemplo) adquiridas pelos compradores, que se alternam no uso do imóvel. Qual a vantagem de dividir com tantas pessoas o uso de um imóvel? Quem tem casa de férias acaba usando-a bem pouco – ela fica vazia a maior parte do tempo. Os custos de manutenção, porém, permanecem, mesmo quando não há ninguém na residência. Ao dividir o uso de um imóvel, dividem-se também os custos de mantê -lo. Cabe no orçamento. Mas como definir quem vai desfrutar do imóvel na alta temporada? Geralmente, os empreendimentos dividem as datas em alta, média e baixa temporada. E fazem um calendário rotativo, de modo que todos os proprietários possam desfrutar igualmente cada uma delas ao longo do tempo (quem pegou réveillon no primeiro ano não deve, em princípio, pegar novamente no ano seguinte). Por que o fractional oferece serviços hoteleiros? Os estabelecimentos para esse tipo de propriedade são quase sempre construídos em formatos similares a flats ou hotéis nos quais um grupo de pessoas compartilha o uso de um apartamento. Assim, também dão direito a, por exemplo, serviço de quarto e café da manhã. Como o fractional per-

mite que eu passe minhas férias também em outros países? Normalmente, as propriedades fracionadas estão ligadas a grandes redes mundiais de compartilhamento. Apenas duas das maiores, a RCI e a Interval, têm entre 7 mil e 8 mil hotéis espalhados pelo mundo. Quem compra uma fração pode trocar suas semanas por estadias em vários destinos do mundo. Qual lei ampara os direitos dos proprietários? Ainda não há uma norma específica para o fractional no Brasil, por isso, como diz a advogada Márcia Rezeke, é preciso “pegar emprestado alguns institutos jurídicos”. Assim, os empreendimentos costumam ser feitos com base no condomínio voluntário, previsto no Código Civil, ou na concessão real de direito de uso, prevista no decreto-lei 271, de 1967. Qual a diferença entre essas normas? Tomando o exemplo da divisão em 12 frações, no condomínio voluntário cada pessoa é dona de 1/12 do imóvel. A quota-parte de cada um não é estável. Se um proprietário falecer, sua parte será dividida entre seus herdeiros. Já na concessão de uso não há transferência da propriedade, e, por isso, as frações são sempre as mesmas. Em qualquer caso, pode-se transferir, vender ou alugar sua fração.

Os estabelecimentos que funcionam com o sistema fractional são semelhantes a flats ou hotéis: dispõem de boa infraestrutura e serviços de hotelaria


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Como manter o jardim vivo durante as férias

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Para dar aquele ‘up’ no décor da casa de praia up no décor. As molduras da Moldura Minuto são fabricadas a partir de elementos que ajudam a preservar a obra, mesmo expostas a altas temperaturas e a incidência de raios solares. A marca trabalha apenas com passe-partout de celulose de pH neutro, que auxilia a oxidação em contato com o ar ou o calor, mantendose claro e protegendo a obra emoldurada. Além dos vidros comuns, trabalham também com vidros que possuem proteção UV. Opções como antirreflexo e o vidro museu, desenvolvidos especialmente para atender as necessidades especiais de obras de arte e fotografias contemporâneas, que reflete apenas 0,5% de luz, permitindo a máxima nitidez. Proteção para você ousar na decoração e dar personalidade à sua casa de praia.

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Tome as medidas necessárias para a correta manutenção das plantas de casa

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Com a chegada do verão, muita gente arruma as malas e parte para o litoral do Brasil, que é cheio de praias maravilhosas. Os mais sortudos ainda têm até casa por lá! No entanto, por ficarem muito tempo fechadas, as casas de praia costumam apresentar alguns sinais da ação da tão famosa vilã do litoral: a maresia. Em alguns casos, proprietários de imóveis dessas regiões optam por uma decoração simples, para não terem tanto trabalho com a manutenção. E isso definitivamente é uma bobagem. Para dar vida e deixar a casa de veraneio com um aspecto mais vibrante e moderno, a dica da Moldura Minuto é apostar nos quadros. Por serem objetos de fácil instalação dependendo das dimensões e que facilmente “andam” pela casa, são ótimas opções para dar um

Quadros são excelentes peças para decorar um ambiente

Há diversos jeitos de manter as plantas vivas, caso você não tenha quem possa ir até a sua casa regá-las com a frequência que cada uma pede

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om o período de férias chegando é preciso elaborar um esquema funcional para manter as plantas vivas durante a ausência da família ou aguentar até receber a visita de um cuidador. A arquiteta e paisagista Lucia Manzano dá algumas dicas para as plantinhas ficarem sempre verdes e lindas. Confira!

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Opte por plantas resistentes à seca como cactos e suculentas;

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Sistemas de irrigação são ótimos recursos para grandes espaços que precisam de rega constante;

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Uma dica legal é o uso de um gel (composto por

98% de água e 2% de celulose). Ao ser enterrado e entrar em contato com as bactérias do solo, durante o processo de quebra de seus compostos há a transformação do gel para o estado líquido; liberando lentamente a unidade. Esse processo pode durar de 30 a 90 dias;

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As plantas que ficam dentro de casa, precisam ficar em lugares com iluminação natural (sem insolação direta) e boa circulação de ar. Seguindo essas dicas, suas plantas continuarão lindas não apenas durante as férias, mas também, ao longo do ano todo.


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Escolha de corretores demanda muita atenção Em meio a tantos profissionais, siga as dicas para garantir que esta assessoria seja prestada de forma adequada

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ma das mais antigas do país, a profissão de corretor de imóveis começou a ser exercida ainda durante a colonização, quando as pessoas ganhavam a vida procurando pousadas para os recém-chegados ao Brasil. De lá para cá, a categoria cresceu, o surgimento de cursos específicos contribuiu para a profissionalização dos serviços e hoje a categoria agrega quase 300 mil pessoas em todo país, segundo o Conselho Federal de Corretores de Imóveis (Cofeci). Em meio a tantos profissionais, para garantir que esta assessoria seja prestada de forma adequada, são necessários alguns cuidados, como orienta o presidente da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH), Lúcio Delfino. De acordo com ele, a lei 6.530/1978 define como corretor de imóveis a pessoa física (corretor autônomo) ou jurídica (imobiliária) que exerce a intermediação na compra, venda, permuta e locação de imóveis, e opina quanto à comercialização imobiliária. “No caso da compra e venda, o corretor pode ser contratado pelo comprador ou pelo vendedor e sua remuneração, geralmente, corresponde a um percentual do valor da

negociação, que varia de 6% a 8%, conforme definido pela tabela do sindicato da categoria. Já na locação, a remuneração, normalmente, observa o percentual de 10% do valor do aluguel, podendo o corretor/imobiliária cobrar um percentual maior no ato do recebimento do primeiro aluguel”, conta Delfino. Intermediação De acordo com ele, o pagamento da corretagem é devido por quem contrata o corretor ou imobiliária que faz a intermediação da compra e venda, permuta ou locação do imóvel. Caso o consumidor faça a contratação, o presidente da ABMH faz um alerta. “Infelizmente, é comum que pessoas que não possuem habilitação legal atuem como corretores de imóveis. Por isso, antes de contratar o profissional, é necessário que interessado solicite o número de registro no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) e, se pairarem dúvidas, verifique a regularidade do registro junto à referida entidade”. Tratar com profissionais sérios e responsáveis, além de evitar problemas, garante a agilidade e qualidade do negócio, seja a locação, permuta, compra ou venda de um imóvel, como esclarece Delfino. “Embora muita

gente não saiba, o corretor de imóveis responde por eventuais perdas e danos causados ao cliente. Segundo o Código Civil, o profissional é obrigado a executar seu trabalho com diligência e prudência, a prestar ao cliente todos os esclarecimentos acerca da segurança ou do risco do negócio, das alterações de valores e outros fatores que possa influir nos resultados da incumbência, assim como do andamento do negócio.” A obrigação de prestar esclarecimentos e informações é devida mesmo quando o cliente não solicitar. “Ou seja, o corretor responde por sua omissão de forma objetiva. Assim, se o cliente tiver algum prejuízo por falta de cuidado e zelo do corretor (ou imobiliária) no momento da execução do negócio, pode pleitear a indenização cabível. Essa falta de cuidado inclui a omissão de algum risco ou a falta de observância dos documentos necessários à realização do negócio.” Embora seja responsabilidade do corretor/imobiliária, o presidente da ABMH recomenda que o consumidor procure se informar. “Recorra a um advogado antes de assumir qualquer obrigação. É melhor prevenir que remediar!”, lembra.

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O corretor é obrigado a prestar esclarecimentos e informações aos clientes mesmo quando não for solicitado


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Imóveis & Decor - 10 de janeiro de 2016 by Amazonas Em Tempo - Issuu