MANAUS, DOMINGO, 8 DE NOVEMBRO DE 2015
Veja como reaproveitar na decoração Página 7
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Mercado imobiliário: é hora de comprar? Comprar um imóvel ainda é o sonho de grande parte da população e que não deve ser deixado de lado
REINALDO DOMINGOS
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o último mês de outubro, foi aprovado pelo Conselho Curador do FGTS um aumento de preço dos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida. A notícia vai à contramão da realidade do mercado imobiliário, que está em crise – segunda queda nominal desde 2009, segundo FipeZap. Sendo assim, a pergunta que fica é: chegou a hora de comprar a casa própria, mesmo em tempos de instabilidade econômica? A verdade é que o governo aumentou o teto dos imóveis do programa como uma maneira de reaquecer a economia; antes, R$ 190 mil era o valor limite, agora, está em R$ 215 mil. Sobre o preço dos imóveis no geral, por sua vez, subiu menos do que a inflação no último ano, tendo queda real de 6,21%. Essas informações me fizeram pensar em escrever sobre o assunto. A casa própria, se for encarada como moradia, é uma necessidade básica de extrema importância. É uma dívida alta, que compromete boa parte do orçamento, muitas vezes; no entanto, é uma dívida de valor, ou seja, que se contrai com a finalidade de ampliar o patrimônio, muito diferen-
te daquela que não agrega qualquer valor e ainda traz problemas à saúde financeira da família. Além disso, comprar um imóvel ainda é o sonho de grande parte da população e que não deve ser deixado de lado, mesmo com a crise. Sendo assim, minha orientação para essa situação é a seguinte: quem se planejou para essa compra e possui estabilidade para
HORA DE AGIR Quem se planejou para essa compra e possui estabilidade para se comprometer, o momento é propício sim. O mercado está em baixa, então, quem tem o dinheiro, pode realizar ótimos negócios se comprometer, o momento é propício sim. O mercado está em baixa, então, quem tem o dinheiro, pode realizar ótimos negócios. Não podemos saber por quanto tempo essa realidade se estenderá, mas, ainda assim, não é aconselhado agir por impulso. Na ânsia de fazer uma boa compra, pode-se acabar contraindo uma dívida que não está preparado para honrar e,
com isso, assumir o risco de entrar em um ciclo de endividamento complicado, o que só trará prejuízos. Por isso, é importante realizar um diagnóstico financeiro minucioso, descobrindo para onde vai cada centavo do dinheiro. Só assim terá uma visão micro e ao mesmo tempo macro de suas finanças, para saber o que pode manter e o que terá que reduzir – ou até cortar – para que essa economia possa ser redirecionada a novos objetivos de vida, assim como a compra da casa própria. Agora, a quem está pensando em adquirir imóveis para investir, o momento não é tão favorável assim, uma vez que é difícil prever o ânimo no mercado e da economia como um todo; os preços estão baixos, mas a procura também, por conta da instabilidade, então, o aluguel e a revenda ficam comprometidos. Reinaldo Domingos é educador financeiro, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin) e da DSOP Educação Financeira e autor do best-seller Terapia Financeira, do lançamento Mesada não é só dinheiro, e da primeira Coleção Didática de Educação Financeira do Brasil.
É importante realizar um diagnóstico financeiro minucioso, descobrindo para onde vai cada centavo
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DICAS
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Contar com um especialista pode fazer toda a diferença na hora de evitar problemas
Confira 10 passos para fazer uma boa vistoria Na hora de tomar posse do imóvel algumas precauções são fundamentais para fugir das armadilhas. Veja as principais
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hegou o tão aguardado momento de receber as chaves do imóvel e com a entrega do bem vem a vistoria. Nesta hora todo cuidado nos detalhes será essencial para evitar dor de cabeça adiante, alem de gastos com reparos. Para isso, a AMSPA - Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências elaborou um guia com 10 dúvidas que os consumidores têm para checar a metragem, as partes elétrica e hidráulica da casa própria. O material também inclui
AJUDA É aconselhável contar com a ajuda de um técnico especializado no momento da fiscalização. Nesta hora todo cuidado nos detalhes será essencial para evitar dor de cabeça adiante
informações de como verificar a qualidade das venezianas e esquadrias de alumínio, das portas e janelas que foi
feita com o auxilio da AFEAL- Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio. Segundo Marco Aurélio Luz, presidente da AMSPA nesta etapa o mutuário tem muitas dúvidas para fazer a inspeção da residência. “É aconselhável contar com a ajuda de um técnico especializado no momento da fiscalização”. Em Manaus, o órgão indicado para dar este tipo de ajuda é o Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Implurb).
OS DEZ PASSOS
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No caso das esquadrias, é fundamental exigir da construtora a informação do nome ou marca do fabricante do produto e saber se o material está de acordo com a norma técnica ABNT NBR 10821, que varia de acordo com cada região do País e altura da edificação em função da força do vento;
Outro detalhe essencial é conferir a resistência das portas e janelas, a fixação dos parafusos, os rasgos de saída de água e a regulagem dos fechos, roldanas, braços e limitadores das esquadrias. Além disso, deve-se observar o funcionamento e a presença dos componentes como: borrachas, escovas, fechos, roldanas, braços e a presença de silicone, tudo isso visando a perfeita vedação;
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A verificação de uma veneziana é bem prática: ao apagar a luz do cômodo e fechar a esquadria, não se pode ver feixes de luz, a não ser pela veneziana ventilada. Caso seja verificada a passagem de luz entre as folhas e os perfis laterais, significa que por ali também passará água, ar e ruídos. O que está em desacordo com as Normas Técnicas das esquadrias;
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Confira a medida de cada parte da propriedade, incluindo pisos e contrapisos e rodapés. Se na vistoria ficar comprovado que a diferença no tamanho de qualquer dos compartimentos do imóvel é superior a 5%, o dono do bem pode exigir o complemento da área, o abatimento no valor ou rescindir o contrato, como determina o artigo 500 do novo Código Civil;
Faça uma vistoria minuciosa também dos sistemas elétricos e hidráulicos, como canalização de esgotos, grelhas, torneiras, local que vai colocar box e nível de escoamento da água nos banheiros e cozinha; Nas áreas comuns do prédio também é importante observar a medida e se há vazamentos na garagem, situação da lixeira, elevadores, área de lazer, equipamentos de incêndio, iluminação;
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Guarde tudo, incluindo folders, anúncios, fotos da maquete do estande e do espaço interno da casa, pois poderão servir de comparação no dia da inspeção, sem esquecer-se de levar a cópia do memorial descritivo;
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Não assine nenhum termo de recebimento das chaves ao confirmar que o imóvel está com problemas estruturais ou até mesmo falhas no prédio;
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Ao constatar o defeito aparente no imóvel ou nas áreas comuns, o adquirente deve reclamar por escrito à construtora no prazo de 90 dias. Caso o erro seja exposto no dia da vistoria, os reparos devem ser feitos pela incorporadora em até 30 dias;
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Se o vício for oculto, a reclamação escrita deve ser feita no prazo de um ano, a contar a partir da constatação da irregularidade.
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FOTOS: DIVULGAÇÃO
Refinanciar imóvel exige
cautela
Apesar do fôlego financeiro inicial é preciso avaliar se refinanciamento é viável por ser mais caro do que o financiamento do imóvel FÁBIO CORTEZZI
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O QUE É O refinanciamento imobiliário é uma modalidade de empréstimo em que o imóvel, residencial ou comercial, é dado em garantia para a obtenção de crédito junto a terceiro
da dívida, o distrato é a opção mais indicada, que pode ser negociada com o credor (construtora) ou ser discutido judicialmente. De acordo com a jurisprudência consolidada, o consumidor não perde integralmente o valor que já pagou. O valor retido nos distratos de imóveis na planta é de 10% a 30%, no máximo, de acordo com o caso. O distrato, no entanto, só é possível enquanto o imóvel não estiver financiado junto ao banco.
Na prática a situação implica na renegociação ou repactuação da dívida do imóvel
O refinanciamento imobiliário é uma modalidade de empréstimo em que o imóvel, residencial ou comercial, é dado em garantia para a obtenção de crédito junto a terceiro. Na prática a situação implica na renegociação ou repactuação da dívida do imóvel que pode ser feita a qualquer momento, de acordo com a situação dos contratos e das exigências documentais do novo credor. Cortezzi ressalta ainda que o consumidor, ao identificar
problemas no pagamento das parcelas, não deve esperar a situação se prolongar para evitar que ela se agrave. Ele indica como opção procurar o credor ou outras empresas para estudar condições para quitar o débito para evitar a perda do imóvel, caso seja possível. Fábio Cortezzi é advogado especialista da área imobiliária e contratual da Saito Associados.
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aumento dos distratos entre compradores de imóveis e construtoras em razão do aumento do desemprego tem feito do refinanciamento imobiliário uma alternativa para o consumidor que precisa recuperar o fôlego financeiro e, ao mesmo tempo, evitar a perda do imóvel. A opção pelo refinanciamento do imóvel, no entanto, é uma operação cara que deve ser bem avaliada para não trazer mais ônus ao bolso do consumidor, alerta o advogado, Fábio Cortezzi, especialista da área imobiliária e contratual da Saito Associados. O advogado explica que para recorrer ao refinanciamento, primeiramente, é necessário avaliar se o “novo financiamento” cabe no bolso do consumidor. “Nem sempre refinanciar é viável porque o valor será recalculado com nova incidência e projeção de juros, taxas e correção monetária, além de eventuais encargos já existentes, caso já exista valor atrasado”. Ele completa “é preciso considerar ainda, o momento
econômico do País, pois tomar crédito hoje é muito mais caro que há algum tempo atrás”. Em casos em que o comprador não tenha condições de suportar uma renegociação
Campanha terá descontos que chegam a R$ 360 mil ou até 30% e mais 8%, em caso da compra à vista
OPORTUNIDADE
Descontos de até 30% do imóvel A PDG e a Aliança lançaram esta semana a Campanha Blackout. Relativa ao quarto trimestre do ano, as incorporadoras adotaram uma negociação agressiva para a venda de seus empreendimentos com descontos que chegam a R$ 360 mil ou até 30% e mais 8%, em caso da compra do imóvel à vista. As duas empresas realizaram um meeting com a participação de todo o staff, equipe e parceiros para
definir todos os detalhes da ação que tem seu start nos próximos dias 14 e 14 no stand da PDG, na Rua Recife (Avenida Mário Ypiranga), próximo ao Detran. A partir das 8h da manhã, corretores estarão no local por conta da campanha, que vai até o final de novembro. Serão disponibilizados produtos prontos para morar no Dom Pedro, Ponta Negra e Morada do Sol, alguns como o Paradise e Coral Gables, estão com o
condmínio já constituído. Outras como o Paradise Sunrise e River Side, já estão em fase de financiamento e serão entregues nos próximos meses. A campanha das duas incorporadoras é marcada pela agressividade nos descontos oferecidos aos clientes e tem como foco a negociação e fechamento imediato de venda das unidades disponíveis nos empreendimentos de bairros nobres da cidade.
EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com
REPORTAGEM Fred Santana
FOTOS Arquivo EM TEMPO
REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira
TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva
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Saiba quem deve pagar as taxas condominiais DIVULGAÇÃO
Débito deve ser imputado a quem se beneficia dos serviços prestados pelo condomínio, mas o vendedor não fica isento
DAPHNIS CITTI DE LAURO
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s taxas condominiais recaem sempre sobre a unidade condominial, casa ou apartamento integrante do condomínio. Esse tipo de responsabilidade recebe o nome, em latim, de “propter rem”. Assim, não importa quem seja o proprietário do imóvel. Por isso, os síndicos não precisam se preocupar se o condômino inadimplente coloca sua propriedade à venda, pois o apartamento ou a casa continua lá e responderá pela dívida. Mas existe alguma dificuldade na hipótese de alienação, que pode se dar pela venda através de escritura de compra e venda ou então pela promessa de compra e venda. Importante decisão do Superior Tribunal de Justiça vem elucidar a questão, através do Recurso Especial nº 1442840, da Terceira Turma, cujo relator foi o ministro Paulo de Tarso Sanseverino, entendendo que, no caso de promessa de venda e compra não levada a registro, o promitente vendedor também responde pelos débitos condominiais mesmo após o promitente comprador ter tomado posse do imóvel. Através dessa decisão, fica alterado o entendimento de que com a imissão de posse, o promitente comprador passaria, sozinho, a ser responsável pelo pagamento
das taxas condominiais. Neste acórdão, segundo o relator, o débito deve ser imputado a quem se beneficia dos serviços prestados pelo condomínio, mas o vendedor não fica isento da responsabilidade pelo pagamento das taxas condominiais, enquanto continuar como proprietário do imóvel, ou seja, até que a escritura definitiva de compra e venda seja outorgada. É muito interessante ressaltar que, segundo o ministro Paulo de Tarso Sanseverino, “entre o risco de o condômino inadimplente perder o imóvel e o risco de a comunidade de condôminos ter de arcar com as despesas da unidade inadimplente, deve-se privilegiar o interesse coletivo dessa comunidade em detrimento do interesse individual do condômino inadimplente”. E essa deveria ser a tônica de todas as decisões acerca da cobrança de taxas condominiais. Daphnis Citti de Lauro é advogado, formado pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie e especialista em Direito Imobiliário, principalmente na área de condomínios e locações. É autor dos livros “Problemas em condomínios” e “Condomínios: Conheça seus problemas”, sócio da Advocacia Daphnis Citti de Lauro (desde 1976) e da CITTI Assessoria Imobiliária.
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Arquitetando
contato@arquitetandomanaus.com.br www.arquitetandomanaus.com.br
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Brick Studio: Grey Mix, visto na Casa Cor de Brasília
Studio Casa é uma loja especializada em revestimentos exclusivos. Além de um ótimo atendimento, o que considero fundamental, possui marcas consagradas em papéis e tecidos de parede como a Orleans, além de oferecer ao mercado de Manaus sua linha de azulejos decorados da Pavão, marca consolidada no mercado de azulejos e ladrilhos hidráulicos de design para áreas molhadas, como banheiros e cozinhas. A marca avança propondo novos usos invadindo os ambientes da casa. O que esta marca de refêrencia passa aos consumidores é trabalhar o revestimento na criação e na composição de ambientes formando desta forma espaços customizados. Já a Mosarte marca exclusiva também da Studio Casa, tem o conceito de produzir revestimentos que inovam em design, produzindo combinações de tons, texturas e relevos com variação de matérias primas resultando em peças também exclusivas e ainda, como tônica, a produção de mosaicos feitos a mão artesanalmente. A marca exporta atualmente para mais de vinte países. A Palazzo, é outra marca exclusiva que possui como diferencial soluções cimentícias, oferecendo uma gama de revestimentos de alto padrão , com variedade em formas, cores e texturas, levando este conceito para ambientes, internos, externos , jardins e piscinas. A Palazzo desponta como referência em vanguarda neste setor cimentício; resultado de uma estratégia alinhada a contatos e referencias com nomes nacionais e internacionais do segmento de arquitetura e decoração, abrindo desta forma uma força maior junto aos especificadores como
Mosarte: Linha Deco Semplice
Infinite: minimalismo
Pavão: Pisos Onda Wish: composições diferenciadas
Linha Nut Brown: elegancia nos contrastes
Mosarte: coleção de decorados Piguês e Onix, exclusivos
Manaus está cada dia mais completa, principalmente quando visitamos e conhecemos lojas atualizadas e de vanguarda. Confira www.studiocasadecor.com.br
os arquitetos e designers de interiores. Possui como lançamentos a linha Piramides, com linhas bem definidas e de grande proporção volumétrica, fazendo uma opção elegante e contemporânea para o revestimento de paredes diversas, aguçando a criatividade do especificador, por permitir inúmeras formas de paginação. Na coleção Arabesco, texturas robustas e detalhes refinados inspirados no rococó, por seus ornamentos e ladrilhos hidráulicos definem a coleção. Com aspecto rústico, seu mix de 12 desenhos diferentes compões uma paginação charmosa e extremamente agradável aos ambientes. A linha Infinite remete ao que não tem fim, através de suas linhas em formas de ondas conferindo desta forma requinte e sofisticação através do seu desenho minimalista. Já a linha Concrewood, possui a textura sutil e o aspecto visual bruto do concreto e da madeira, fazendo deste, um revestimento moderno, minimalista e versátil. Ainda dentro do fantástico mix de produtos que a SC apresenta, temos a Brick Studio, uma fábrica que entrelaça modernas tecnologias de produção, à arte milenar da fabricação de tijolos, inovando desta forma e produzindo peças capazes de traduzir imaginação em matéria, trazendo a realidade os mais diversos projetos de arquitetura, design e decoração. A Brick Studio é capaz de visitar os diversos estilos arquitetônicos na elaboração de seus produtos, trazendo a elegância das ruas européias desde a sólida tradição de Londres, ao refinamento de Paris, do charme do italiano ao moderno e preciso design alemão. A Studio Casa fica na Pará 250 loja 4 fone: 33214748.
Atuante no mercado nacional e internacional de mobiliário e alta decoração
FOTOS : STUDIO CASA E PAULO RICARDO SACHS
Studio Casa: Revestimentos exclusivos e de referência.
Paulo Ricardo Sachs
Marsala a cor do ano: Brick Studio
Ondas: o azul, revestimento Pavão
Concrewood da Pallazo: luxo e menos
Piramides da Palazzo: Paredes e volumetria
Arabescos: Remete a França de outrora
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Revestimentos de parede podem mudar ambientes Saiba quais são as principais dicas que deverão ser levadas em conta na hora de apostar neste estilo de decoração
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ara mudar a decoração da casa ou de um espaço comercial e trazer mais personalidade ao ambiente apostar em revestimentos nas paredes pode ser uma excelente opção. De diferentes tipos e capazes de agradar aos mais diversos gostos e bolsos estão cada vez mais modernos e com design diferenciado. Mas é preciso cuidado na hora da escolha, segundo indica a arquiteta Sarah Penido. “Antes de tudo é necessário levar em conta onde será aplicado o revestimento, se tem baixo ou alto custo e como deverá ser feita a limpeza”. Papel de parede, couro, madeira, revestimento cimentício, pastilhas, ladrilhos hidráulicos e inúmeros outros. A cada ano são lançadas novidades ao mercado o que torna um desafio a escolha. Também é importante estar atento se a estética está de acordo com a funcionalidade do revestimento escolhido. “Existe uma gama grande de revestimentos e muitas vezes tentar escolher sozinho qual é a melhor opção para inserir dentro de um ambiente pode ser complicado. O ideal é determinar primeiro onde ele será aplicado, avaliar se é possível receber algum tipo de revestimento e a partir daí buscar qual é o tipo mais indicado e a sua resistência”, explica a arquiteta. A aplicação do revestimento também merece atenção. Dependendo do produto pode ter algum tipo de restrição de uso e pode ser necessário algum cuidado especial. “Estar atento às recomendações de cada fabricante e contratar mão de obra especializada na aplicação dos revestimentos fazem toda a diferença. Com certeza, evitam transtornos futuros”, alerta.
IMPORTANTE Para não errar o ideal é buscar se aproximar da paleta de tons que já existam no local ou escolher algo que seja capaz de complementar a decoração do ambiente
Agora se a dúvida é com relação a como incorporar um tipo de revestimento no ambiente, não há uma regra específica. “Hoje a decoração do ambiente carrega muito da personalidade da pessoa ou da marca (no caso de um Levar em conta o padrão da marca e o público que se pretende atingir são fatores fundamentais
espaço comercial). É possível ousar e criar, mas para que a decoração não fique carregada é importante harmonizar os elementos. No caso de uma loja ou escritório, por exemplo, levar em consideração o padrão da marca e o público que se pretende atingir são fatores fundamentais”, conta. Para não errar o ideal é buscar se aproximar da paleta de tons que já existam no local ou escolher algo que seja capaz de complementar a decoração do ambiente. Misturar dois ou mais materiais em um único cômodo ou espaço comercial poderá ser realizado, mas é preciso cuidar com o padrão das figuras (se houver) e as texturas.
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Reaproveitando móveis e objetos na sua decoração FOTOS: DIVULGAÇÃO
Com criatividade, é possível reformular a decoração da sua casa gastando pouco e reaproveitando seus móveis antigos
Coisas simples como comprar quadros e mudar o estofamento podem fazer a diferença
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om a crise econômica a qual o Brasil está, atualmente, passando, algumas coisas precisam ser tratadas como prioridade, enquanto outras podem ser deixadas para depois. Viagens, grandes reformas ou compras de novos móveis e eletrodomésticos, por exemplo, são gastos que podem ser repensados, e realocados para o futuro. Entretanto, não é só porque a situação exige controle que você precisa abandonar seus planos de mudanças. Segundo Adriana Lyra, sócia do A Design (adesigndeinteriores.com.br), estúdio de design de interiores localizado no Rio de Janeiro, é possível reformular a decoração da sua casa gastando pouco e reaproveitando seus móveis antigos. “Com uma boa dose de criatividade e ajuda profissional, é possível dar uma cara nova para seus ambientes, sem precisar gastar, para isso, milhares de reais”, afirma. A designer, que é referência no mercado, aponta que o reposicionamento e complementação dos ambientes fazem uma grande diferença. “Trocar os móveis de lugar e colocar um tapete na sala, por exemplo, já oferece uma grande diferença visual, o que revolucionará o jeito com que você enxerga seu lar. Outra
boa ideia é investir em pequenos detalhes, que não fazem diferença no seu orçamento, mas podem proporcionar uma grande mudança no seu ambiente. Comprar quadros, mudar o estofamento de uma poltrona e almofadas novas pode parecer pouco, mas garanto que você enxergará sua casa com novos olhos”, observa. Gastando pouco Thais Merçon, sócia no estúdio A Design, pontua que, para quem quer ousar mais, mantendo a proposta de gastar pouco, mudar a cor dos ambientes é uma boa ideia. “Um cômodo que seguia um padrão mais
clássico, com tons neutros, pode ser totalmente transformado com a adição de um pouco de cor, principalmente quando ela for escolhida corretamente, de forma que destaque o ambiente e componha com os outros elementos. Uma outra forma é reposicionar objetos e móveis, dando destaque a elementos importantes e melhorando a circulação do espaço”, fala. Adriana finaliza, lembrando que o gosto pessoal é o norte a ser seguido na hora de mudar, mas que algumas tendências também são bem-vindas. “É um momento de gastar com consciência e fazer boas escolhas”, conclui.
Designer ensina que gosto pessoal é o norte a ser seguido ao mudar
Reposicionamento e complementação dos ambientes fazem uma grande diferença no aspecto do ambiente
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