MANAUS, DOMINGO, 8 DE MARÇO DE 2015
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Miami e Orlando na
Casa Nova 2015 A
alta do dólar e a desaceleração da economia brasileira parecem não afetar o mercado imobiliário estrangeiro para os brasileiros. Segundo dados da Investir USA Expo, o país já ocupa o 4° lugar no ranking de estrangeiros que mais investem em imóveis nos Estados Unidos e 1° lugar entre os que investem no sul da Flórida. O manauense faz parte desse público e vai poder conhecer dois empreendimentos americanos que serão apresentados na feira Casa Nova Amazonas 2015 em abril. Daniel Jerusalmi, corretor e diretor da Elite International Realty, adiantou algumas características dos empreedimentos que estarão na feira – um condomínio de casas em Orlando e um de apartamentos em Miami - e a perspectiva do mercado nos Estados Unidos. “Os brasileiros continuam investindo muito no mercado americano porque percebem uma forma de diversificar o seu capital e fugir um pouco do risco Brasil. Infelizmente, a insatisfação com o Brasil é muito grande, então, o cliente vê oportunidades nessas cidades que, cada vez mais, se
O empreendimento Champion’s Gate, de Orlando, nos Estados Unidos também estará na feira
desenvolvem e se valorizam com uma infraestrutura adequada para os negócios”, diz. O Champion’s Gate é um dos empreendimentos que será apresentado na feira Casa Nova 2015. Localizado em Orlando, o condomínio, segundo Jerusalmi, tem a vantagem de estar a apenas 15 minutos da Disney, e próximo a parques e shoppings, podendo ser usado para aluguéis de curta temporada que atendem diversos tipos de clientes nas férias. “Orlando tem mais de 50 milhões de visitantes anualmente. E o Champion’s oferece uma alternativa ao hotel, que geralmente é mais caro. Quando não está sendo usado, pode ser alugado e o imóvel se paga, pois, há cinco temporadas na cidade com uma média de ocupação de 65% ao ano”, explica o corretor. Com casas de 255 metros quadrados e unidades que já vêm com eletrodomésticos e semimobiliadas, o Champion’s também oferece um House Club, que conta com restaurante, academia, brinquedoteca, cinema, piscina, quadras e outros. De acordo com Daniel, as unidades serão comercializadas em uma faixa de US$ 275 mil. “Você se sente como em um resort cinco estrelas. Como são aluguéis de curta temporada, é possível alugar as unidades por até US$ 300 por dia. E não serão apenas os clientes que visitam a Disney, Orlando tem atrações diversificadas e muitos vão apenas pelo clima. Então, o Champion’s aparece como uma boa opção”. A construtora responsável pelo empreendimento em Orlando
também é outro ponto forte. “A Lennar é a segunda maior construtora do país. Se não tem como financiar, eles aceitam apenas 15% de entrada e o resto apenas na entrega das chaves. Eles não precisam do dinheiro do cliente para construir, o que aumenta a credibilidade de que o empreendimento será entregue”, afirma o diretor da Elite. Cosmopolita O Terrazas é o empreendimento
EXTERIOR
A Elite International Realty é uma imobiliária especializada no mercado brasileiro e, segundo Daniel Jerusalmi, a Casa Nova é uma oportunidade de mostrar como funciona a compra no exterior localizado em Miami. São duas torres em um condomínio fechado, próximo ao aeroporto, hospital e a uma área que está em constante crescimento. “Miami mudou muito nesses últimos anos. Houve uma crise econômica e todos os especialistas diziam que a recuperação viria em dez anos, mas a cidade se recuperou em quatro. Hoje, existe uma infraestrutura de logística que acompanha o crescimento da cidade, gerando emprego e valorizando áreas como o bairro Downtown, que fica próximo ao Terrazas. Miami também cresceu como destino cultural e hoje já é
uma cidade cosmopolita, o que aumenta o público-alvo dos alugueis”, declara o profissional. As unidades oferecem metragens de 70 até 145 metros quadrados, com uma estrutura de condomínio que oferecem várias opções ao cliente. Os apartamentos serão comercializados em uma faixa de US$ 270 mil. “Aqui há mais uma oportunidade do cliente brasileiro diversificar seu capital. Devido ao crescimento da cidade, temos emprego gerado no porto, então temos esse público querendo alugar. Com o hospital, temos médicos e residentes procurando casas. Temos o aeroporto, então, pilotos e comissários de bordo também procuram. É um ótimo investimento”, aponta Jerusalmi. Outras vantagens do empreendimento é estar localizado em frente a um parque natural protegido e ao lado do rio que corre pela cidade de Miami. “São duas áreas protegidas onde não se pode levantar construções. Isso significa vistas protegidas. Além disso, a área ao redor do rio está crescendo com outros empreendimentos, isso valoriza o Terrazas”, diz. Evento A Casa Nova Amazonas acontece entre os dias 10 e 12 de abril, no Centro de Convenções Vasco Vasques, ao lado da Arena da Amazônia. O evento vai contar mais de 30 estandes de nomes como Capital Rossi, PDG, Patrimônio e Colméia e outros. Os empreendimentos encontrados poderão apresentar valores a partir R$ 300 mil até R$ 4 milhões.
DIVULGAÇÃO
Incorporadoras das cidades americanas estarão presentes na feira imobiliária que acontece no mês de abril em Manaus
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Setor promove campanhas
REPRODUÇÃO
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Devido ao grande estoque, empresas do ramo imobiliário de São Paulo estão realizando promoções para dar fim aos empreendimentos “encalhados”. Segundo pesquisa, existem imóveis que não foram vendidos 3 anos após seu lançamento lista teve, no ano passado, 27.255 unidades novas, que não foram vendidas até 3 anos depois do lançamento. É o maior número desde 2004, início da série histórica. Para imobiliárias e analistas ouvidos pela reportagem, o ano será de lançamentos em baixa -com
queda de 10% neste ano, de acordo com previsões do Secovi - e de um maior esforço do setor para vender essas unidades em estoque. A Tecnisa, por exemplo, oferece descontos de até R$ 60 mil, pela promoção “Mega Bônus”. Há ofertas de imóveis em bairros como
Sacomã (Zona Sul), Vila Maria (Zona Norte) e Tatuapé (Zona Leste), em São Paulo, e cidades da Região Metropolitana, como Osasco e Guarulhos. Os descontos vão até 28 de abril. Neste fim de semana, a PDG promove a segunda edição da campanha “Na Pon-
ta do Lápis”, que promete descontos de até R$ 500 mil. Em São Paulo, vão ser oferecidos descontos de até R$ 320 mil em imóveis de até 266 metros quadrados. A imobiliária Lopes iniciou uma campanha que dá descontos de até 32% em imóveis em São Paulo e cidades
da região metropolitana. A ação, batizada de “Preços que Deixaram Saudades”, terá ofertas de unidades de um a quatro dormitórios, na planta e já construídos, em bairros como Saúde (Zona Sul), Tatuapé e Vila Madalena (Zona Oeste). Por Folhapress
NACIONAL
Caixa Econômica suspende programa A Caixa Econômica Federal confirmou a suspensão do programa Minha Casa Melhor, que facilita a compra de móveis e eletrodomésticos. O banco informou que novas contratações estão sendo discutidas para uma outra fase do programa, mas não informou detalhes nem prazos. Para os beneficiários que já têm cartão referente a contratos em
vigor não haverá mudanças. Lançado em 2013, o programa facilita a aquisição de bens conforme as necessidades das famílias inscritas no Minha Casa, Minha Vida. A Caixa oferece a cada beneficiário do programa habitacional do governo crédito subsidiado de até R$ 5 mil para compra de móveis e eletrodomésticos, a juros de
5% ao ano e prazo de 48 meses para pagamento. “Novas contratações do Minha Casa Melhor estão sendo discutidas no âmbito do programa Minha Casa, Minha Vida fase 3. Os cartões referentes a contratos já realizados continuam operando normalmente”, destaca a Caixa em nota. Por Agência Brasil REPRODUÇÃO
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m busca de clientes, construtoras, incorporadoras e imobiliárias começam a se movimentar com ofertas de descontos em imóveis para zerar as unidades em estoque em São Paulo. Segundo o Secovi-SP (sindicato do setor imobiliário), a capital pau-
A Caixa Econômica oferecia a cada beneficiário do programa habitacional crédito de até R$ 5 mil
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor
FOTOS Arquivo EM TEMPO REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima
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Decoração aliada ao lazer FOTOS: REPRODUÇÃO
Áreas externas podem ser decoradas e proporcionar ainda mais conforto e relaxamento. Preocupação com o piso ideal, móveis que resistam aos efeitos naturais e tantos outros detalhes são indispensáveis para o bom funcionamento do espaço
As áreas externas merecem um cuidado todo especial com pisos e móveis
A
s áreas externas podem proporcionar prazer e conforto ao morador e, aliadas a uma boa decoração, conseguem representar o estilo do proprietário, ao mesmo tempo em que satisfazem as necessidades apresentadas ao arquiteto e decorador. O profissional Edgard Noronha conversou com o EM TEMPO para dar dicas sobre como agir no momento de decorar espaços de lazer. “Tudo vai depender do projeto que o profissional vai apresentar ao cliente por meio de um programa de necessidades. Ele irá passar essas informações relatando o que ele deseja nesse espaço: conforto, interação com a natureza, relaxamento, descanso, lazer, etc. São fatores importantes que vão nortear os rumos de uma decoração condizente com aquilo que ele necessita”, explica Noronha. “A grande maioria quer um ambiente que possa reunir amigos e família para momentos de lazer e descontração. A partir daí, se busca organizar esse espaço com essa conformidade”, diz O profissional aconselha que antes de escolher o mobiliário desses espaços, é preciso identificar as características do ambiente. “As varandas geralmente têm uma configuração onde há espaços cobertos e descobertos. Nos casos em que não há isolamento com vidro ou qualquer outro material, o cuidado com a escolha dos móveis deve ser ainda maior, visto que ultimamente o móvel de área externa é preparado para resistir às mudanças do clima. É preciso certo cuidado para mantê-los em boa qualidade de uso”, aponta. Fibras sintéticas, madeira tratada, alumínio com pintura especial e tecidos com aca-
bamentos diferenciados fazem o diferencial desses móveis, segundo Noronha. “Lembrando sempre que quando não está sendo utilizado, é preciso guardar as partes em tecido e deixá-las protegidas do clima. Já os móveis precisam ser cobertos com alguma proteção para manter a integridade dos mesmos”, acrescenta. Na hora de escolher o piso para o acabamento desses ambientes, o profissional levanta dois fatores principais que devem ser levados em conta pelo morador: a integração com a área interna (se houver) e a exposição ao ar que vem de fora. “Não se deve utilizar os mesmos
CUIDADOS
Os móveis, apesar de apropriados para sol e chuva, devem ser mantidos em locais seguros após seu uso. Ainda mais se eles tiverem elementos com tecidos, no caso de poltronas e pufes materiais da sala se eles não oferecerem resistência contra agentes naturais como a chuva, o sol, a poluição, o vento, o calor e a umidade. É indicado o uso de materiais de alta durabilidade e fácil manutenção, isto é, pouco porosos, como porcelanato natural, emborrachados, fibras e couros sintéticos e alumínio. Pisos muito polidos podem se tornar escorregadios e, por isso, não são bem-vindos, assim como madeiras que não tenham recebido tratamento para água”. Para as cores, Noronha aconselha que o tom predominante depende da proposta a ser utilizada. “Eu sempre busco usar
tons neutros, tanto no revestimento de piso quanto nas cores utilizadas nas paredes. Minha dica é optar por materiais naturais ou que imitam os naturais. As cores escolhidas para tecidos e madeiras também precisam ser semelhantes, para haver uma harmonia no local, já que o ponto principal do ambiente pode ser o paisagismo ou mesmo a piscina”, afirma. Entre o acessórios que podem ser utilizados em varandas ou na área de piscinas, há floreiras com espécies diferenciadas, tapetes de sisal, rolos de PVC, toldos articulados, móveis de ferro ou madeira de demolição, lanternas com velas, almofadas de tecido e fibra natural, pufes, poltronas de fibra natural, bandejas de materiais naturais, ombrelones, vasos de cerâmica natural ou cerâmicos. “Os rolos servem para fechar a varanda e preservar os móveis do clima, assim como as pessoas que estejam no local. As lanternas com velas criam um clima mais aconchegantes. Podem ser usados, também, lembranças ou souvenires de viagens, ou tudo aquilo que remeta a algo importante para ser visto. São inúmeras as opções e elas devem estar em harmonia com tudo que foi utilizado”. Por último, Noronha revela que o segredo é manter sempre o bom senso na escolha dos itens que vão figurar nas áreas externas. “O que prevalece sempre é o bom senso, visto que o morador precisa buscar harmonia com o que foi escolhido para a casa, desde os móveis, a padronagem utilizada, cores, acabamentos até o que está no entorno do local. Seguindo isso, o morador terá uma área que cumpre com a sua função de relaxar e de dar conforto”.
Acessórios podem ser utilizados conforme o gosto do cliente, mas mantendo a harmonia
O piso não deve ser muito polido, caso contrário, se torna escorregadio e pode causar acidentes
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Associação pede isenção de ICMS no Rio de Janeiro O
presidente da Associação dos Aterros e Resíduos da Construção Civil do Estado do Rio de Janeiro (Assaerj), Helcio Maia, defendeu na última semana, a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para produtos reciclados da construção. O objetivo é torná-los mais competitivos. A associação discutiu a gestão de resíduos da construção civil no seminário “Gestão de Resíduos de Construção e Demolição – Da geração à disposição final adequada”. Maia, considera “injusto” que pedreiras, por exemplo, sejam, taxadas em 6%, enquanto os aterros pagam 19%. “Essa diferença de 13 pontos percentuais gera um custo considerável. Assim, desenvolve-se um círculo vicioso que faz com que o agregado reciclado seja menos atraente para as empresas.” A desoneração foi discutida na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e já foi aprovada, mas falta a adaptação do texto a uma emenda para que ele seja encaminhado à sanção do governador Luiz Fernando Pezão. Após a abertura do semi-
DIEGO JANATÃ
A Assaerj discutiu a gestão de resíduos da construção civil no seminário “Gestão de Resíduos de Construção e Demolição” nário, Maia também cobrou mais fiscalização das transportadoras de resíduos, com a modernização das ferramentas de controle. “Ele (transportador) cobra pelo transporte, mas quem garante que ele joga no lugar certo? Hoje, o controle é todo por papelzinho, assinatura e carimbo, em vez de ser informatizado”, lamentou ele.
PERÍODO
A desoneração do ICMS foi discutida na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro e já foi aprovada, mas falta a adaptação do texto a uma emenda para que ele seja enviado para sanção O coordenador municipal da Coordenadoria Geral de Controle Ambiental, João Eustáquio, também participou do evento, e disse que as empresas privadas também têm de ser cobradas para que reutilizem os resíduos da construção civil: “isso já existe em obras públicas, mas ainda não está avançando em obras privadas”, afirmou. Por Agência Brasil
A ideia é isentar o ICMS de produtos reciclados da construção, no Rio de Janeiro, com o objetivo de torná-los mais competitivos
Carlos Célio carlos@investimento.net.br
IGP-M é a inflação do aluguel No Brasil há centenas de tipos de contrato que na maioria são regulados pelo Código Civil. De forma ilógica vemos todos os meses a mídia afirmar que o “IGP-M é a inflação do aluguel”, ignorando que este índice é composto por dezenas de itens, como alimentos, vestuário, salários, combustível, energia elétrica, transporte e outros que têm peso bem superior à variação do aluguel, o qual está incluso no subitem habitação, que é mais amplo. Para entender melhor, o IGPM da Fundação Getúlio Vargas (FGV) é formado pela ponderação de três índices: o IPA-M (Índice de Preços por Atacado – Mercado ) com o peso de 60%; o IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor – Mercado) com o peso de 30%, sendo que neste, o setor Habitação tem o peso de 25,17% e dentro deste percentual, o aluguel representa apenas 4,25% e o INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção), que representa 10% do total do IGP-M. No final, o resultado é que o aluguel representa apenas 1,27% da composição do IGP-M, o que resulta ser ilógico dizer que ele seja o índice do aluguel, pois 98,73% de sua composição refere-se a outros produtos e serviços. O fato do IGP-M ser utilizado como indexador em milhares de contratos de aluguel não justifica o título de “índice do aluguel”, pois vários outros índices são também utilizados, especialmente no boom imobiliário, ocasião em que os imóveis subiram entre 14% a 25% ao ano, no período de 2007 a 2013. Dessa forma, milhões de contratos não utilizaram o IGP-M, pois a sua variação muito baixa nos anos de 2011
e 2014 agravaria o prejuízo do credor, no caso, o locador. Assim, foram utilizados outros índices que medem a inflação de forma a amenizar essa defasagem. A opção por outros índices foi uma prática plenamente legal e justa, já que nem se fosse aplicado o maior índice de inflação, este não atualizaria o valor do aluguel conforme seu preço real de mercado, pois este subiu mais que o dobro dos referidos índices. Por isso, observamos decréscimos nas ações de despejo por “denúncia vazia” e de revisionais de aluguel entre locadores e inquilinos nos últimos anos. O IGP-M, variou 0,27% em fevereiro, abaixo tanto de janeiro (0,76%) como de igual mês do ano passado (0,38%). Foi a menor taxa para fevereiro em três anos. Em 12 meses, o índice está acumulado em 3,86%. Um ano atrás, somava 5,76%. O INCC passou de 0,70%, em janeiro, para 0,50%. Atinge 6,8% em 12 meses. Ao analisarmos que os índices variam e que não há uma relação expressiva deles com a variação específica dos preços dos aluguéis, cabe aos contratantes eleger um ou mais índices e definirem no contrato como será realizado o reajuste, pois a lei autoriza ampla possibilidade de escolha. É consagrada na locação a liberdade de contratar o reajuste, podendo ser aplicado a maior variação do índice legal. A única restrição é que o reajuste de aluguel não seja por prazo inferior a 12 meses, podendo o contrato estipular que será menor esse período, desde que a lei no futuro venha a permitir. Pense nisso!
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
O IGP-M é formado pela ponderação de três índices: o IPA-M, o IPC-M e o INCC-M. No final, o resultado é que o aluguel representa apenas 1,27% da composição do IGP-M, o que resulta ser ilógico dizer que ele seja o índice do aluguel”
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Arquitetando paulo@adoromanaus.com.br
Tendências e estilos em alta paleta. O chic é saber misturar os estilos, já que todos podem conviver pacificamente. Um profissional da área deve ser contratado para o acerto do equilíbrio. Neste 2015, o que vem forte é o ikat, tipo de tecelagem artesanal cuja característica são os fios tingidos antes de serem tecidos, em estampas para estofados. Revestimentos devem manter a unidade em toda casa. Tijolinhos de olaria reaproveitados combinados com algodão cru e a cor do ano: marsala.O cinza claro tornouse o branco dos estofados. Um show de tendências!
Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e altadecoração
O charme de um estofado retrô, na cor da tendência: cinza
Clássico realeza: afrescos, piso e parede, dourado, tons claros e elegantes
Detalhe vintage: uma simples geladeira de época, é um must do vintage
O grande job de um profissional é saber como e quando misturar a tendência e o gosto do cliente” Móveis vintage: cômodas bombês, forte representação
FOTOS: DIVULGAÇÃO
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onstruindo a casa dos sonhos, leva-se sempre em conta o estilo de vida de cada um. Há quem sempre se interesse pelas casas dos anos 30, 40, 50 e 60. Aí vem o vintage estilo de vida, voltado para épocas passadas. Tudo que existiu em décadas passadas pode ser considerado vintage, como objetos, peças e móveis. Retrô é quando o objeto foi fabricado nos dias atuais com design antigo. Já o antigo é algo de outra década, que pode ou não se encaixar como objetos que sirvam para compor um ambiente. O antigo é aquele que se guarda, com valor emocional. O vintage é aquela solução que você busca por algo diferente. Pode ser aplicado em objetos, porta-retratos, lustres, papel de parede ou palheta de cores. O retrô é mais fácil de ser usado já que se pode mandar executar móveis apenas tendo como referência outra época. Na decoração retrô, além dos móveis inspirados em releitura, é possível aplicar cores vibrantes, sempre muito presentes. O antigo está mais voltado aos móveis mais escuros, com estampas antigas mais presentes, com detalhes como puxadores artesanais. Dentro deste estilo encontramos a decoração antiga que imita a realeza, em tons mais claros que são encontrados em móveis com detalhes dourados, madeiras pintadas nesta
Almofada: detalhe retrô Tijolinhos, algodão cru: reaproveitamento da olaria
Dourado é detalhe do antigo
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Caem vendas de materiais A
indústria nacional de materiais de construção registrou queda de 11,5% no faturamento em janeiro, na comparação com o mesmo mês no ano passado, já descontado o efeito inflacionário do período. Em relação a dezembro de 2014, as vendas recuaram 2,9%. Os dados referem-se às vendas da indústria para o comércio varejista. O resultado acumulado de fevereiro de 2014 a janeiro deste ano apresentou queda queda de 7,6% em relação aos 12 meses anteriores, ou seja, de fevereiro de 2013 a janeiro de 2014. Foi o 11º resultado negativo consecutivo, segundo o balanço mensal da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat). Diante do desaquecimento, as ofertas de trabalho no setor encolheram. O nível de emprego foi 12,6% menor do que em janeiro de 2014 e 6,7% inferior a dezembro. Projeção Apesar desse desempenho, a Abramat manteve a projeção de uma pequena recuperação nos próximos meses com crescimento no ano de 1%. A entidade, porém, alertou que essa previsão foi calculada sem considerar a retirada dos incentivos fiscais
ARQUIVO EM TEMPO
Foi o 11º resultado negativo consecutivo, segundo o balanço mensal da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção. Diante do desaquecimento, as ofertas de trabalho do setor acabaram encolhendo e caindo para 12,6% do governo federal. “(O resultado embute a expectativa) de expansão nos investimentos do programa Minha Casa, Minha Vida, melhoria do nível de atividade das construtoras, manutenção dos programas de emprego e renda e câmbio mais desvalorizado, (fatos) que dificultam a importação de materiais”, destaca nota da Abramat. Em janeiro, ocorreu mais
PROCURA
Em janeiro ocorreu mais procura por materiais básicos do que procura por itens de acabamentos. As vendas cresceram 0,3% sobre dezembro, mas caíram 14,2% na comparação com 2014 procura por materiais básicos do que procura por itens de acabamentos. As vendas dos materiais básicos cresceram 0,3% sobre dezembro, mas caíram 14,2% na comparação com o mesmo mês de 2014. Já o faturamento com os materiais de acabamento foi 8,8% menor do que em dezembro e 7,7% abaixo do registrado em janeiro do ano passado. Por Agência Brasil
Apesar desse desempenho, a Abramat manteve a projeção de uma pequena recuperação nos próximos meses, crescendo 1%
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A fabricante ThyssenKrupp Elevadores cria loja virtual para atender pedido de consumidor final
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iante da verticalização das cidades, o mercado de prestação de serviços de assistência técnica em elevadores cresce a cada ano. Hoje, no país, são cerca de 320 mil elevadores instalados, e que precisam passar por manutenções periódicas para ter seu funcionamento regularizado e seguro. Um dos fatores que garantem o bom funcionamento do elevador e a vida útil do equipamento é a reposição de peças originais de fábrica devido a desgastes ou reparos. Um universo de cerca de 50 mil itens entre componentes mecânicos, elétricos e eletrônicos. Com 70 anos de atuação neste mercado, a fabricante ThyssenKrupp Elevadores percebeu que existia um gap entre a empresa e o consumidor final, ou seja, o morador de condomínio que pode ser síndico do prédio ou o morador. Para atender estes clientes, a empresa criou uma loja on-line hospedada no site da empresa, por meio da qual todos os interessados podem comprar peças originais de fábrica. Solicitação Na loja é possível encontrar vários componentes do elevador divididos por categorias: acessibilidade, cabina, casa de máquinas, caixa de corrida, poço e pavimento. Caso algum componente não seja localizado, basta fazer a solicitação pelo próprio site, que a área de logística dará um feedback. “Isso acontece, principalmente, quando a pessoa não conhece o universo do elevador, como um profissional de outra área que é síndico do prédio onde mora”, atesta Sandro Buzzetto, gerente de logística da ThyssenKrupp Elevadores. Segundo ele, tendo em mãos o nome da peça e sabendo qual o tipo do elevador instalado, a empresa tem como dar suporte ao cliente no momento da compra. Esta orientação é importante, pois, na maioria das vezes, o síndico ou a administradora delega essa função à empresa que presta a manutenção dos elevadores. O grande desafio, nesses casos, é identificar se a empresa trabalha com peças de origem duvidosa ou que não são originais. Se não forem originais, os riscos para os condomínios vão desde a falta de segurança com relação ao desempenho do elevador até responder judicialmente por danos causados ao imóvel ou às pessoas transportadas. “Infelizmente, existe um mercado paralelo de peças de elevadores furtadas que são vendidas sem nota fiscal. Uma prática criminosa que deve ser coibida pelos condomínios e seus responsáveis”, explica Buzzetto. O prazo de entrega dos componentes por meio do ecommerce da ThyssenKrupp Elevadores varia, porém existe um padrão para cada um
deles. Em média, para produtos em estoque, o pedido é entregue em até sete dias para qualquer lugar do Brasil. O preço praticado é competitivo, garantindo a viabilidade do negócio. Para conhecer a loja on-line acesse: http:// loja.thyssenkruppelevadores.com.br/site/content/ home/default.aspx.
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Fabricante inova com loja on-line e especifica foco
O consumidor final, seja síndico ou o próprio morador, pode adquirir peças para os elevadores diretamente do site
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Pesquisadores incentivam linha de crédito para casas Para professor, esse modelo de microgeração distribuída, com a instalação de painéis nas casas, é bem promissor
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esquisadores brasileiros em energia solar defendem a criação, pelo governo, de linhas de crédito especial para a aquisição de equipamentos e a instalação de energia solar fotovoltaica (que transforma energia solar em energia elétrica) em residências. O tema foi discutido durante a 1ª Escola Internacional de Energia Solar, que ocorreu na última semana na Universidade de Brasília (UnB). Para o professor da UnB Rafael Shayani, um dos organizadores do evento, esse modelo de microgeração distribuída, com a instalação de painéis nas casas, é bem promissor, pois não ocupa grandes áreas como as usinas solares, e o excedente de energia é enviado à rede pública, em um sistema de compensação. “Poucas pessoas sabem disso, é como se o relógio rodasse para trás. Com essa expectativa de que a energia
elétrica vai subir 40%, a solar não vai ficar mais tão cara, se houver subsídio do governo”, disse. Shayani explica que isso não vai ocorrer da mesma forma em todo o país. Segundo ele, em Minas Gerais, por exemplo, há mais procura porque é um estado com incidência solar favorável e onde o preço da concessionária de energia é mais alto, então o retorno do investimento será mais rápido. Segundo o professor da Universidade Federal de Santa Catarina Ricardo Rüther, investir em geração de energia não é papel do consumidor final, mas é ele
quem acaba pagando a conta, então precisa de condições de financiamento. “É um assunto que não está bem equacionado no Brasil. O financiamento é o gargalo. Comparando com a indústria automobilística, se o consumidor é bom pagador, hoje ele sai da concessionária com carro financiado até com juro zero. Como consumidor de energia elétrica, todo mundo é bom pagador, então por que não posso entrar em uma loja e sair com um contrato, para inclusive gerar recursos para pagar um telhado solar?” Rüther explica que o investimento em um sistema de energia solar fotovoltaica é
maior que no de aquecimento solar, usado geralmente em chuveiros, e pode variar de R$ 12 mil a R$ 15 mil, de acordo com a média de consumo das famílias. O retorno financeiro desse sistema vai variar de cinco a dez anos, com o uso de um equipamento que vai durar 25 anos em média. De acordo com o professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Fernando Martins, o Brasil já tem regulamentação para o uso dessa energia, então as pessoas só dependem de mais incentivo e informação. “O benefício é a longo prazo, com o tempo as famílias vão economizar e ajudar o país a enfrentar uma crise hídrica, consumindo a energia da própria residência, enquanto os reservatórios possam ser enchidos”, disse. Números Dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) indicam que existem
hoje no Brasil 317 empreendimentos em operação gerando energia solar fotovoltaica, com potência de 15,1 mil kilowatts (kW), 0,01% da energia utilizada no país. As usinas hidrelétricas produzem 62,55% da energia consumida. Essa foi a primeira de três escolas internacionais, um projeto que envolve várias instituições para a disseminação do conhecimento das tecnologias de energias renováveis. “Tivemos um público de 300 pessoas, a maioria estudantes. A ideia da escola é fomentar a capacitação de recursos humanos. A escola está desmistificando o uso da energia solar. O Brasil tem uma visão conservadora, talvez pouco inovadora, que ninguém vai saber usar, mas existem dezenas de países que já a utilizam há 25 anos”, disse Rafael Shayani. Para Rüther, apesar dos incentivos do governo e dos projetos estratégicos da Aneel, essa é uma área As possíveis linhas de crédito são exclusivamente para residências
muito carente de mão de obra. “Precisamos dessa massa crítica. Essas novas gerações incluem os tomadores de decisões do futuro, que vão, então, fazer isso de forma mais acertada.” Fernando Martins explica que os impactos ambientais da geração fotovoltaica são bem menores do que de qualquer fonte de energia. “Mesmo uma grande usina fotovoltaica não traz mais danos que uma hidrelétrica, conseguimos a mesma energia com área muito menor e podemos também usá-la para outros fins, por exemplo, se a área tiver também um potencial eólico. Uma forma não prejudica a outra, existem tecnologias de aproveitamento.” “O importante é deixar claro que o Brasil tem recursos renováveis suficientes para atender à demanda de energia elétrica do país”, argumentou Martins. Por Agência Brasil
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