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Imóveis & Decor - 6 de dezembro de 2015

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MANAUS, DOMINGO, 6 DE DEZEMBRO DE 2015

Para que serve o Registro de Imóveis. Página 3

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Respeito ao meio ambiente com a arquitetura verde As preocupações com o uso consciente de recursos e bens naturais deram espaço ao estilo de projetos arquitetônicos ANDRÉ TOBIAS

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timizar a utilização de recursos naturais com o objetivo de minimizar os impactos ambientais de grandes construções. Este é o desafio da chamada “arquitetura verde”, termo usado em projetos arquitetônicos que visam trabalhar com um conjunto de práticas, conceitos e técnicas que contribuem para uma obra sustentável, criando uma harmonia entre o produto final e evitando danos desnecessários à natureza. A arquiteta e urbanista Mayara Pierre, da Quest Arquitetura Criativa, afirma que as preocupações com o meio ambiente, o uso consciente de recursos e a reutilização de bens naturais, fizeram com que a chamada arquitetura verde ganhasse cada vez mais espaço. Segundo ela, já há, inclusive, um selo internacional que é dado a construções “responsáveis”. “Para ter esse selo, precisa cumprir várias etapas dentro do processo de construção. Reciclar tudo o que é de plástico, não usar

madeira, a utilização do mais avançado tipo de placa solar, o uso de escoria de metal, a reutilização do cascalho, evitar ao máximo fazer sujeira ou quebra-quebra e minimizar desperdício, são algumas medidas que podem fazer determinada obra ganhar essa certificação”, explica Mayara. Evolução Apesar de ter ganhado mais notoriedade no início do século 21, a arquitetura verde já começava a ser esboçada em meados da década de 1960. A preocupação daquela época é a mesma dos dias atuais: otimizar o processo de construção com o menor impacto possível ao meio ambiente, gerando novas tecnologias e diminuindo consumos energéticos, sem perder a qualidade e o conforto do produto final. “Hoje já tem sistemas de

captação de água da chuva para ser reutilizada em irrigação de jardins, em vasos sanitários, que por sua vez, já são vendidos com dois tipos de acionamentos: um que despeja pouca água e outro que derrama um pouco mais. Uma simples lâmpada LED já pode estar ajudando, gastando menos energia e deixando o ambiente mais claro. Coisas simples que tornam o prédio sustentável”, aponta Mayara. De acordo com a profissional, há recursos para todos os tipos de bolso. Quem não quiser gastar muito, pode colocar sensores de presença nas lâmpadas, que contribuem para um menor consumo de energia. Para quem tiver melhores condições, existe a opção de placas solares ou até mesmo telhados verdes, que diminuem o calor em relação a telhas normais ou laje.

Custo é empecilho Para o arquiteto e urbanista Wanderley Custódio, graças a insistência de pessoas envolvidas diretamente com o meio ambiente, algumas coisas têm surgido para tornar as construções mais sustentáveis e menos danosas ao meio ambiente. Contudo, ele ainda não vê a aplicação efetiva dessas ferramentas, principalmente por conta do alto custo para a instalação delas. “Tem a questão de energia solar, de reaproveitamento de água, você gasta um pouquinho a mais no projeto, mas acaba compensando. Hoje eu vejo um apelo para a questão da água, uma água que você pode reciclar e fazer um sistema para reutilizar. Eu já fiz a aplicação disso numa indústria aqui

Inpa inova com roletes Após estudos, o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) constatou que a quantidade de resíduos produzida na indústria brasileira de compensados é muito alta. Este “saldo”, conhecido como rolete ou rolo-resto, é a parte central ou miolo da tora, que sobra após o processo de torneamento na confecção das lâminas de madeira que irão ser usadas na produção do compensado. “Os roletes quimicamente tratados, mecanicamente processados e prontos para montagem são cerca de 59% mais baratos que a madeira serrada. Isso trará indubitavelmente uma grande redução no custo final de moradias feitas com esse

subproduto da indústria de compensado. Consequentemente facilitará a construção de moradias para as populações carentes”, aponta o pesquisador do Inpa, Basílio Vianez. A título de comparação de custos, foi feito um levantamento no mercado madeireiro de Manaus, onde o material necessário para confeccionar a mesma metragem de paredes (140,4 m²) com tábuas e peças estruturais de madeira serrada, custaria cerca de três vezes mais, comparado com o preço dos roletes. Contudo, esta madeira, quase sempre, não está adequadamente seca para oferecer um acabamento adequado à obra.

em Manaus. Isso uns 10 anos atrás”, destaca Custódio. O arquiteto comenta que quase instalou um projeto de energia solar em sua residência, mas acabou desistindo por não estar convencido com o que ouviu a respeito do projeto até agora. Para ele, existem outras formas de minimizar os impactos ao meio ambiente em grandes construções, como materiais sintéticos que substituem madeira e reaproveitamento de

cascalho, por exemplo. “Em outros países tem coisas acontecendo neste sentido, mas ainda não chegou aqui no Brasil. O que as pessoas aplicam muito é pegar alguma sobra de material e fazer revestimento, mas isso é criatividade e sempre existiu. Por exemplo, o caco de cerâmica as pessoas pegavam o que sobrava e faziam a calçada de casa. Mas acredito que a questão está em energia e água”, pontua Custódio.

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ENTENDA


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Ano novo com

esperança de melhora Crédito imobiliário em 2016 deve ficar próximo ao projetado para 2015, prevê Abecip

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volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis deve ficar entre R$ 85 bilhões e R$ 90 bilhões, tanto em 2015 quanto em 2016, de acordo com projeções da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), apresentadas pelo ex-presidente da entidade Octavio de Lazari Junior. Segundo o executivo, o cenário do ano que vem é parecido com o de 2015. No entanto, a expectativa é de que a captação líquida de recursos no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) seja melhor em 2016. Em conversa com jornalistas, após evento do Secovi-SP e do Fiabci-Brasil, o executivo disse que a captação líquida do SBPE em 2015 deve ficar negativa em cerca de R$ 60 bilhões. Entre janeiro e outubro do ano, o resultado negativo foi de R$ 54 bilhões. “No final do ano, quando entra o 13º salário, tem uma recuperação nos depósitos”, afirmou.

“O ano de 2015 começou obscuro e está terminando muito ruim. Já 2016 começa muito ruim, com uma esperança de melhora”, acrescentou. O executivo alertou, porém, que o volume de crédito no futuro pode enfrentar risco de queda se o mercado imobiliário continuar sem lançamentos. “Se no ano que vem, o mercado não se recuperar e começar a lançar de novo, ou seja, se passar dois anos sem lançamentos, haverá menos imóveis para financiar em 2018 e 2019. Isso é um problema”, disse o executivo. Vale ressaltar que o financiamento imobiliário normalmente é contraído na entrega da unidade, cerca de 36 meses após o início do projeto. Essa restrição nos lançamentos ainda não tem impacto em 2016, explicou o executivo, uma vez que hoje ainda estão sendo entregues unidades iniciadas a partir de 2013, quando muitas empresas estavam com um ritmo elevado de novos lançamentos.

Aquisições O volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis deve encerrar o ano de 2015 entre R$ 85 bilhões e R$ 90 bilhões, com uma queda de até 25% frente aos números do ano passado, de acordo com dados da Abecip, apresentados por Octavio de Lazari Junior. No ano passado, os desembolsos de crédito imobiliário somaram R$ 112,9 bilhões. O executivo afirmou que, apesar do enfraquecimento no ano de 2015, o patamar de crédito imobiliário não ficará mais no patamar de R$ 10 bilhões a R$ 20 bilhões, como era visto há alguns anos. De acordo com ele, há um novo nível de volume de desembolsos, que deve ficar a partir de R$ 80 bilhões, principalmente quando o mercado se recuperar. Lazari Junior ressaltou que o crédito imobiliário tem quatro pilares básicos, que mostraram deterioração ao

longo de 2015: desemprego, confiança dos consumidores, rendimento real e inadimplência. “Todos estão seriamente abalados. Não poderíamos esperar situação diferente que a atual”, explicou. Por outro lado, ele disse acreditar no poder de resiliência do setor imobiliário e de conseguir encontrar soluções, “seja do lado industrial, produtivo ou dos bancos”. De acordo com dados mais recentes da Abecip, foram destinados R$ 66,7 bilhões entre janeiro e outubro de 2015 para a aquisição e a construção de imóveis, resultado 28,4% inferior ao apurado no mesmo período do ano passado. Grande parte dessa queda foi atribuída pelo executivo ao patamar elevado dos juros no Brasil e consequentes saques líquidos da caderneta de poupança. No acumulado do ano até outubro, a captação líquida no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) foi negativa em R$ 54 bilhões.


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Para que serve o

Registro de Imóvel Para ter o imóvel não basta apenas comprá-lo, é preciso também registrá-lo - e a documentação necessária tem custo STÊNIO URBANO

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em sempre após a compra daquele imóvel sonhado a vida inteira ocorre de maneira tranquila. O proprietário deve estar atento não só para o valor final do imóvel, mas também verificar os trâmites burocráticos envolvidos na compra. É preciso levar em consideração se todos os envolvidos nos trâmites – vendedor, vendedor, o imóvel e comprador – não tenham o “nome sujo”, sem dívidas ou irregularidades. A partir daí, é hora de transferir a posse do imóvel para o seu nome. Após a escritura lavrada, quando o valor do imóvel estiver totalmente quitado, o comprador deve ir ao registro de imóveis munido da escritura e pedir que o imóvel seja colocado no seu nome. Para que a transação seja concluída, o novo proprietário deve ter consigo os documentos de identificação como RG, CPF e Certidão de Casamento para provar que ele e o nome na escritura são a mesma pessoa. A escritura tem essa credibilidade toda porque é como um contrato de compra e venda, que oficializa a transação toda. E ela só vai para as mãos do comprador quando o valor do imóvel é quitado completamente. Trâmites Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias da Construção Civil de Manaus (Sinduscon-AM), Eduardo Lopes, existem duas etapas para que a pessoa que compra um imóvel possa garantir que o

bem seja propriamente seu. Um deles é o registro do imóvel, que se faz em um cartório de escritura, e outro é o registro perante a prefeitura. “Só para termos uma ideia: se o comprador adquire um apartamento e não passa para o nome dele, e caso a empresa que ele adquiriu o imóvel venha a falir, o bem passa imediatamente para a justiça, e quem o adquiriu acaba perdendo o imóvel”, explica. Lopes diz, ainda, que o valor do registro, em alguns casos, é entre 1 e 2% do valor total do imóvel – sendo o Amazonas um dos estados com os maiores custos cartoriais do país. Por conta desse alto custo, em 2014, o Sinduscon

INFORMAÇÃO O Cartório de Registro de Imóveis realiza serviços que garantem o direito à propriedade. Somente quem registra uma casa, lote, ou terreno torna-se realmente seu dono, como determina a lei. Eduardo Lopes, presidente do Sinduscon-AM, ressalta que o documento de registro do imóvel garante segurança e garantias ao proprietário

ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade contra os cartórios do Amazonas em relação a outros estados. Sem riscos O advogado José Nilson explica que o registro em cartório por escritura pública é necessário para que não haja risco de um terceiro alegar que é o verdadeiro dono. Isso porque, caso o morador não detiver uma escritura válida, terá seu direito sobre a propriedade seriamen-

te ameaçado, podendo até ser obrigado a desocupar o imóvel. “Sem a escritura pública não é possível realizar a venda da propriedade ou realizar qualquer outro negócio jurídico na forma prevista em lei”, garante o advogado. Ele diz, ainda, que “algumas pessoas desavisadas adquirem um imóvel sem a cautela de saber se esta mesma propriedade foi ou não vendida a outras pessoas e, ainda, se foi escriturado em nome de terceiros”.

Imposto O ITBI é o Imposto sobre Transmissão de Bens e Imóveis cobrado pelo município. A cada transação de compra e venda de terrenos, imóveis comerciais ou residenciais e também no caso de dação em pagamento. O ITBI incide, via de regra, sobre qualquer negociação de imóveis. O imposto é de 2% sobre o valor do imóvel informado pelo contribuinte. O volume arrecadado com a cobrança do tributo repre-

senta 14% das receitas municipais próprias, que incide além do IPTU, o ISS, e outras taxas e contribuições. Independente de se tratar de terreno ou imóvel residencial ou comercial, o percentual a ser pago será o mesmo. A exceção é em relação aos imóveis financiados, que sofrem a incidência de taxas menores. Dependendo do valor as taxas para imóveis financiados podem variar de 0,5% a 1%. Para imóveis com financia-

mento de até R$ 76.479 a taxa de ITBI é de 0,5%, e de 1% se for entre R$ 76.479,01 e R$ 152.958. Para imóveis com financiamento acima de R$ 152.958,01, a taxa é de 2%, assim como sobre o valor da entrada, ou seja, a quantia não financiada. Com a comprovação do pagamento do imposto é que poderá ser feito o registro da transferência da propriedade do imóvel no Cartório de Registro de Imóveis.


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Inovação faz casa ser controlada à distância S

e antes o poder de “falar” com os ambientes da casa via ferramentas tecnológicas era concedido apenas aos personagens de filmes e desenhos animados futurísticos, como os Jetsons, hoje em dia, já se tornou rotineiro controlar, por exemplo, a temperatura do lar pelo celular ou painéis touchscreen. Conhecida como climatização automatizada de ambientes, a ferramenta é uma das possibilidades da tecnologia de automação para deixar a casa mais “inteligente” – podendo envolver, ainda, o controle das persianas, criação de cenários de iluminação e equipamentos como o home theater. Automatizar a climatização possibilita o controle presencial ou à distância do sistema de calefação, aquecimento do piso, do ar condicionado central e, também, de outros aparelhos que trazem conforto térmico aos ambientes. Qualquer aparelho pode ser automatizado, até mesmo os ventiladores . “Caso a pessoa esteja dentro ou fora de casa e resolva acionar o sistema de climatização, é possível fazer isso com o próprio celular” , explica Daniel Gustavo Broilo, diretor de expansão e sócio da Home & Tech Franchising, primeira franqueadora na área de áudio, vídeo e automação do Brasil. “Outra forma de controle é por meio de painéis touchscreen, instalados na própria casa, em ambientes previamente determinados”. A grande vantagem do serviço é a possibilidade de acioná-lo à distância, tam-

bém pelo celular. “O morador pode ligar o ar condicionado da casa no trajeto para o lar, de dentro de carro: é só abrir o aplicativo da Home & Tech e já programar o comando desejado. Dessa forma, quando chegar em casa, o ambiente já estará climatizado”, afirma Broilo. Horários e programações também podem ser previamente agendados pelo sistema de climatização automatizada. Mas os benefícios vão além do conforto e comodidade: o uso racional e sustentável de energia também é outra vantagem da climatização automatizada de ambientes, principalmente, no caso de empresas. “É comum que os funcionários se esqueçam de desligar o ar condicionado durante os horários de almoço, fim de expediente e finais de semana. Com esse sistema, ele pode ser programado para os horários exatos em que há atividade na empresa, economizando energia”, ressalta o empresário. Os aparelhos necessários para o conforto térmico podem ser encontrados em lojas de climatização; porém, a sua integração deve ser feita por empresas especializadas em automação, como a Home & Tech, que os transforma em equipamentos inteligentes, aptos para “conversar” com os ambientes. “O norte é sempre a elaboração de um projeto personalizado para cada caso, feito com base na planta da casa e as possibilidades técnicas que ela oferece. O investimento vale muito a pena, vale conferir”, finaliza Broilo.

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Sistema permite uso racional de energia elétrica com a programação agendada para ligar ou desligar os aparelhos

Automatizar a climatização possibilita o controle presencial ou à distância dos sistemas de conforto térmico, inclusive de ventiladores

VALOR MÉDIO

Metro quadrado no Brasil tem valorização abaixo da inflação O VivaReal, portal de anúncios de imóveis líder no Brasil, apresenta o índice DMI-VivaReal, com análises referentes a indicadores do setor imobiliário em 30 cidades brasileiras. Em novembro, o valor médio do m² para aluguel teve valorização de 0,9%, a segunda valorização consecutiva dos últimos seis meses. No entanto, abaixo do índice de inflação acumulada no período - IGP-M de 1,52%. Ao analisar as cidades, apenas sete apresentaram valorização acima da inflação. Porto Alegre (+4,2%) teve a maior variação do período, seguida por São Caetano do Sul (+3,8%),

Natal (+3,6%), Santo André (+3,1%), Brasília (+2,5%), São Bernardo do Campo (+2,4%) e Guarulhos (+2,2%). Vitória (-3,3%), Vila Velha (-2,5%), Rio de Janeiro (-1,9%), João Pessoa (-1,9%) e São Paulo (-1,5%) foram as capitais com as maiores desvalorizações do período. O valor médio anunciado do m² para aluguel no Brasil foi de R$ 26,42. São Paulo (R$ 36,25), Rio de Janeiro (R$ 36,17) e Brasília (R$ 31,67) são as cidades com os m² mais caros do país. Abaixo da inflação Assim como em outubro, o valor médio do m² para venda no Brasil cresceu abaixo

da inflação (+0,3%) - IPCA acumulado para o mês de novembro (0,87%). Entre as cidades analisadas somente Guarulhos (+1,9%), Brasília (+1,6%), João Pessoa (+1,4%) e Vila Velha (+ 1,0%) valorizaram acima da inflação. Entre os mercados estudados Rio de Janeiro (-1,8%), Vitória (-1,2%), Osasco (-1,1%), Campinas (-1,0%) e Belo Horizonte (-0,8%) apresentaram as maiores desvalorizações no período. O valor médio anunciado do m² para venda no Brasil foi de R$ 4.884. Brasília (R$ 7.971), Rio de Janeiro (R$ 7.077), São Paulo (R$ 6.947) e Recife (R$ 6.023) são as cidades com os m² mais caros do país.

Apenas sete cidades tiveram valorização acima da inflação, de acordo com análise de portal


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Arquitetando

contato@arquitetandomanaus.com.br www.arquitetandomanaus.com.br

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Quadros e adereços: conferem personalidade ao cliente

Ambiente inovador: cozinha gourmet

Lavabo: contrastes

orque contratar um arquiteto? O arquiteto é um profissional que é qualificado para estudar o ambiente, planejar, aproveitar os espaços orientar o cliente a construir com mais economia e sem desperdicio de material e tempo. Como você enxerga o mercado hoje com tantas mudanças, design interiores x decorador x arquitetos? O mercado realmente cresceu, assim como a população também, mas a diversidade da arquitetura, como interiores, paisagismo, projetos luminotécnicos entre outros, cada um deles tem profissionais capacitados, cabe ao cliente contratar o profissional que ele mais sente segurança, aquele que ele mais se identifica. Qual a tua formação? Tempo de atuação? Sou Arquiteta e Urbanista formada na Ulbra – Centro Universitário Luterano no ano de 2000. Atuo há mais de 15 anos. Qual sua experiencia mais marcante com algum cliente ou trabalho? Cada trabalho é uma experiência especial e única. A satisfação no rosto do cliente diz o resultado, o brilho nos olhos da criança que vê o sonho dela realizado no quarto; a alegria da família que prepara a casa para receber seu arquiteto e agradecer o sonho realizado. Esses fatos são marcantes. Qual sua habilidade maior exterior ou interior? Ambos. O exterior é o welcome do interior, ele é o espaço que recebe e deve ser agradável ao olhos. Seus elementos como pisos, arbustos, vegetação e iluminação induzem e o afeta. O interior é pensar no conforto, bem estar, na alegria de estar em casa, no receber. O que vc diz sobre as tendências atuais de arquitetura de Interiores? As cerâmicas desenhadas são o must , são muito versáteis podendo ser usada tanto no ambiente interno como em ambientes externos. As lâmpadas de led, são muito bem vindas, sua economia e durabilidade atrai até mesmo os consumidores não antenados. As lojas de modulados com

O importante em bom projeto é alinhar o briefing do cliente com o que você julga éticamente e politicamente correto dentro do seu aprendizado.

as variadas opções de cores nos fazem viajar. As cores são tendências sempre fortes, mas não podemos nos limitar na cor “da hora” o meu cliente é o meu estilo, conversando com ele e captando seus desejos entro na tendência dele. O que vc mais considera em um fornecedor? A parceria, a atenção em atender a risca a escolha que faço para meus clientes. A preocupação da satisfação com seu produto e o pós venda. Quem são teus principais parceiros? Meus parceiros são aqueles que entram no orçamento do meu cliente, aqueles que atendem a necessidade de acordo com o valor que ele estipulou para sua obra, sem abrir mão da qualidade. Quem são as tuas referências no teu tabalho? Oscar Niemeyer, Paulo Mendes da Rocha, Mies Van der Rohe, entre outros. O que vc considera bom, gosto em um projeto? O chique, o simples, a leveza. Qual sua fonte de evolução profissional? Viagens. Adoro conhecer cidades e suas culturas, o dia a dia, as lojas de decoração em especial. Revistas, livros, e a internet, elas são realmente uma ferramenta parceira de todas as profissões. O que é mais importante para vc na finalização de um projeto ? É olhar, estar totalmente focada para o projeto, estar segura que ele está completo, item a item, passo a passo. O que é icônico na arquitetura mundialmente falando? O Empire State Building em NYC, a Torre Eifel em Paris, a casa da cascata de Frank Lloyd Wright na Pensilvânia, entre outras. O que é ícone da arquitetura em Manaus? O Teatro Amazonas, o Mercado Adolfo Lisboa, agora nossa Arena da Amazônia. Cor? Todas. Luxo? Ser educado, simpático, estar entre amigos. Conforto? Espaços amplos, jardins, ventilação cruzada. Arquiteto? Roberto Moita e Paulo Mendes da Rocha Minimalismo? Formas limpas, sem excesso. Mulher? Angela Merkel, Peggy Guggenheim e Minha mãe Maria Zila. Fone: 984156884 e 32133772.

Detalhe living: obra de Jandr Reis

Atuante no mercado nacional e internacional de mobiliário e alta decoração

FOTOS: PAULO RICARDO SACHS

Entrevistando a arquiteta Elaine Lima

Paulo Ricardo Sachs

Salão de festa Saint Romain: riqueza no piso

A arquiteta Elaine Lima

Aconchego: verdes, pedras e madeira

Área externa: equilíbrio

Detalhe das pinhas: sempre um luxo


! ’ e d r e v r a

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A tendência é A cor da moda em 2016 vem em tons variados, para dar sensação de frescor e energia, segundo fabricantes de tinta

jog

Os tons de verde são as apostas para 2016 entre os fabricantes de tinta, já que a cor traz harmonia para o ambiente. E vale de tudo, desde o verde hortelã, aos tons inspirados nas cores das águas do Caribe

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rês de cinco fabricantes de tinta que já elegeram as tendências de cores para o próximo ano apostaram em tons de verde. A Eucatex, por exemplo, elegeu o “verde hortelã”. A escolha foi feita por Elizabeth Wey, designer de interiores e presidente do Comitê Brasileiro de Cores (CBC). “As propriedades calmantes e ao mesmo tempo energéticas do verde motivaram a nossa escolha. Hortelã é a aposta para harmonizar os lares com frescor e energia”, diz. A cor vai bem com tons neutros e

naturais, como os da madeira, linho, algodão e corda. Para os ousados, um vinho intenso ou o fúcsia também funcionam. Já a Suvinil escolheu o “verde água-marinha”, inspirado nas cores do mar do Caribe e nos tons utilizados no estilo art déco. Segundo a marca, essa cor traz calmaria e criatividade para os ambientes. A Luckscolor apostou não em uma só cor, mas na paleta “Equilibrium”, com tons de verde azulado, inspirada no oceano Pacífico. A ideia da paleta é trazer uma sensação de liberdade e amplitude aos ambientes. O arquiteto Paulo Azevedo,

do Studio GPPA, conta que tons de verde mais azulados podem ser usados em qualquer ambiente, seja em paredes ou móveis. A dica é variar a intensidade da cor. Por exemplo, em quartos infantis, aposte em variações mais claras, enquanto uma sala de jantar pede um tom puxado para o petróleo. “É uma cor fresca, atual e jovem, que é fria e alegre ao mesmo tempo”, explica. Branco e dourado Além do verde, algumas marcas escolheram tons mais claros. A Sherwin-Willians escolheu a cor “alabaster”, um

tom de off-white, próximo ao branco. A gerente de marketing da marca, Patrícia Fecci, conta que eles sempre encorajam as pessoas a usarem cores nas paredes, mas que o momento atual pede a calmaria dos tons claros. “A cor é fácil de combinar com diversas tonalidades, mas principalmente com tons de bronze e preto”, completa. Já a cor escolhida pela Coral é o “ouro monarca”, um tom de amarelo que mistura ouro e ocre, com brilho leve. A tonalidade vai bem com beges, marrons, amarelos e até tons claros de azul.


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Versátil, garagem pode ter mil e uma utilidades

FOTOS: MARCELO STAMMER

Projeto de interiores mostra a versatilidade do espaço que antes era só para carros, e agora ganha até palco para shows

A O palco com Kombi ao fundo retrata o gosto do dono por carros antigos

garagem deixou de apenas abrigar os carros e passou a ser um ambiente mais explorado, principalmente quando o assunto é lazer. Exemplo disso é o projeto de interiores do Studio Gisele Busmayer e Carolina Reis que aproveitou esse espaço em uma residência localizada no Alphaville, Pinhais (PR), para criar uma garagem temática, com direito a mesa de jogos e palco. O espaço, que fica no basement da casa, ganhou quatro cenários que compõem a garagem do colecionador:

oficina, mesa de jogos, garagem e palco. “Com o tema de carros antigos, a garagem é adorável e aconchegante, local preferido dos homens”, revela a designer de interiores, Gisele Busmayer. O palco é composto por uma Kombi retro na parede que retrata bem o gosto por carros antigos do dono, além de aliar com a preferência de instrumentos musicais de toda a família. Já a mesa de jogos é equipada com um portachopeira embutido no centro e espaços reservados para copos e cartas de baralhos.

Mesa de jogos, oficina, palco e garagem compõem um só ambiente

DIVULGAÇÃO

ESTAMPAS

Ambiente com muito aconhego Para quem busca uma decoração sofisticada e aconchegante, apostar em estampas rústicas pode ser o melhor caminho. O Steellayer, revestimento em aço da Ananda Metais, possui diversas estampas nesse estilo que são ideias para transformar o local deixando-o leve e acolhedor. A decoração do ambiente influencia diretamente na sensação de conforto dos moradores do local, desde os móveis, até mesmo os revestimentos escolhidos. Para quem deseja um am-

biente mais leve, requintado e confortável, a solução é investir nas estampas rústicas do Steellayer, revestimento em aço que pode ser aplicado em ambientes internos e externos e que ajudam a deixar espaços como cozinhas, varandas, salas e quartos mais aconchegantes. Diversidade A linha Novitá, do Steelayer, traz diversas estampas, como Barcelos, Dover, Humaitá, Lábrea Marrom e Portland Escuro que po-

dem ajudar a compor uma decoração diferenciada nos ambiente de casa. O revestimento possui qualidades como a elegância, a durabilidade e a inovação, sem deixar de lado a segurança e a facilidade de instalação. Além disso, por sua capacidade de ventilação, as estruturas possibilitam a instalação em paredes sem nivelamento e instalações elétricas e hidráulicas podem ser feitas por trás dos materiais, mantendo assim a harmonia visual.

Estampas rústicas dão um toque de conforto e aconchego na decoração de qualquer ambiente

EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com

REPORTAGEM André Tobias Stênio Urbano

FOTOS Arquivo EM TEMPO

REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva


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FOTOS: DIVULGAÇÃO

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De olho no Centro Região central de Manaus está no foco de empreendimentos imobiliários por conta da proximidade a diversos serviços

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Centro de Manaus está no foco das construtoras. Com infraestrutura pronta e próximo a diversos serviços, a área vem sendo palco de cada vez mais empreendimentos imobiliários verticais. Fruto da demanda de um público que quer morar bem, sem precisar enfrentar longas distâncias. A prova disso será vista no próximo dia 10, quando a Construtora Engeco entrega o Smart Residence Downtown, localizado na avenida Joaquim Nabuco, 1950, no Centro da cidade. Do total de 210 apartamentos, 95% já foi comercializado. Lançado em 2011, o Smart fica a cinco minutos do centro

histórico da cidade e próximo de supermercado, hospitais, universidade e do comércio. Em um terreno de 5 mil metros quadrados, o residencial possui uma torre com 15 andares. De acordo com ela, além da localização, a flexibilidade nas plantas oferecidas fez do Smart um sucesso de vendas. As unidades vendidas foram antes adaptadas de acordo com as necessidades de cada cliente – ou seja, apartamentos de um, dois ou três quartos, que vão de 54 metros quadrados a 107 metros quadrados. O condomínio possui salas de reunião, fitness, espaço gourmet, salão de festa, churrasqueira, brinquedoteca, sauna, spa, lan house e piscinas adulto e infantil. O

projeto é do arquiteto Paulo Lindenberg e o paisagismo por Takeda Arquitetos. Planos “Depois de um ano de grandes conquistas, como as obras de ampliação do Shopping Grande Circular e sermos eleitos uma das 100 maiores construtoras do país pelo ranking da Inteligência Empresarial da Construção (ITC), nós fechamos 2015 com a entrega de um dos empreendimentos mais aguardados de Manaus. Isso com certeza é motivo de muito orgulho para a empresa, que é genuinamente amazonense”, afirmou a gerente de Marketing e de Produto da Construtora Engeco, Jória Said Guerreiro.

Lançado em 2011, o Smart Residence Downtown fica a cinco minutos do centro histórico da capital


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