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Imóveis & Decor - 6 de março de 2016

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DIVULGAÇÃO

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MANAUS, DOMINGO, 6 DE MARÇO DE 2016

TENDÊNCIAS

Arquiteta fala sobre novidades Páginas 4 e 5

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Ainda há demanda por investimentos em Iranduba Os preços de imóveis variam de acordo com o tamanho do lote e têm parcelas mensais entre R$ 400 e R$ 700

IONE MORENO

ASAFE OLIVEIRA

O

s empreendimentos imobiliários localizados no município de Iranduba, a 27 quilômetros distante de Manaus, que tiveram um boom após a construção da ponte sobre o rio Negro que liga a capital à região metropolitana, sofrem com a crise, porém a tendência é de melhora. Os imóveis que estão na estrada ainda são os mais cotados entre os clientes por conta da proximidade a Manaus. De acordo com o corretor de imóveis Valdemir Botelho, após a conclusão da construção da ponte que liga Manaus a Iranduba, a melhora foi de 100% nas vendas. “Melhorou muito, e o fluxo

de pessoas procurando, também, é bem maior que antes”, disse Botelho, ao destacar que os loteamentos parcelados são os mais procurados por quem deseja investir em um “pedaço de terra”. Os preços são dos mais variados, e dependendo do tamanho do lote, as parcelas mensais vão de R$ 400 até R$ 700. Além desses lotes, os apartamentos que não se distanciam muito da ponte também estão em alta entre quem deseja investir. “Apartamentos e casas próximos ao quilômetro 5 até o 8 ainda são um bom atrativo”, explicou o corretor. Botelho revela, entretanto, que o único período de queda da demanda que ele presenciou – após a construção da

OPORTUNIDADE Inaugurada em 2011, a ponte Rio Negro abriu oportunidades para incorporadoras oferecerem produtos imobiliários. De acordo com projeções do Sindmoveis-AM, dez empreendimentos (45 mil moradias) devem ser entregues até 2017 ponte – foi no início deste ano, e isso é motivado pelo momento conturbado da economia brasileira. “Por conta da crise, a procura diminuiu um pouco, mas mesmo assim ainda estamos vendendo bem, pois as dificuldades não são apenas em Iranduba, mas em todo o Brasil”, avaliou.

Investimento O agrônomo Augusto William Pereira afirma que só comprou um imóvel em Iranduba após a construção da ponte. “Eu tinha muita vontade de ter uma casa fora de Manaus, mas a acessibilidade aos municípios sempre foi um problema. Agora moro próximo ao meu trabalho, o que é bem melhor”, comentou. Apesar da crise, o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi), Romero Reis, considera que o momento econômico é favorável ao consumidor, pois em praticamente todos bairros de Manaus há empreendimentos imobiliários e, principalmente, em Iranduba, onde há um amplo mercado e opções para inves-

tir. “As incorporadoras construtoras estão no momento de privilegiar a venda de seus estoques”, explicou Reis. Mais em conta Com o valor médio do metro quadrado avaliado em R$ 4,4 mil, o Amazonas é um dos Estados que apresentam imóveis com preços mais baixos em nível nacional, onde a média do metro quadrado chega a R$ 7,3 mil. Mesmo com os lotes estando com preços mais baixos no momento da compra de um imóvel ou terreno, aproximadamente 9% das vendas referente ao primeiro mês do ano se dão com imóveis de três quartos, com mais de cem unidades vendidas, segundo balanço da Ademi-Am.

Adaptados “Durante a aquisição de um imóvel, a planta fica por conta da escolha do cliente. O tamanho de uma sala, ou cozinha, assim como o número de quartos, é o que mais causa impacto no momento de escolha”, explicou o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM), Frank Souza, e isso faz com que muitos projetos sejam readequados. “Quando você escolher um apartamento, ele já tem uma modulação e no caso do número de quartos, na planta, o cliente pode optar e a construtora adequa conforme o gosto. Tem construtora, inclusive, que exemplo, transforma um quarto e uma grande sala ou um home theater”, finalizou.


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Avanço no índice que reajusta valor do aluguel O

Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) variou 1,29% em fevereiro, um avanço de 0,15% sobre janeiro. O levantamento é feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) com base nos preços coletados entre os dias 21 de janeiro e 20 de fevereiro. Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 12,08%. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 1,45% em fevereiro. No mês anterior, a taxa foi de 1,14%. O índice relativo aos bens finais variou 1,43% neste mês. Em janeiro, esse grupo de produtos teve variação de 1,84%. Contribuiu para o recuo o subgrupo alimentos in natura, cuja taxa de variação passou de 7,6% para 2,48%. O índice referente ao grupo bens intermediários variou

TENDÊNCIA O aumento do IGP-M segue a tendência apresentada no mês anterior. No acumulado dos 12 meses de 2015, a taxa indica aumento de 10,95%. O índice é utilizado para o cálculo do reajuste do aluguel 1,16% neste mês. Em janeiro, a taxa foi de 0,69%. O principal responsável por esse movimento foi o subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 1,06% para 1,96%. O índice de bens intermediários, calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 1,43%, ante 0,87%, em janeiro. No estágio inicial da produ-

ção, o índice do grupo matérias -primas brutas variou 1,83% em fevereiro. Em janeiro, o índice registrou variação de 0,85%. Os itens que mais contribuíram para esse movimento foram: milho em grão (9,68% para 17,79%), bovinos (0,09% para 2,63%) e cana-de-açúcar (1,39% para 4,03%). Em sentido oposto, destacam-se: soja em grão (1,83% para -1,45%), suínos (-0,58% para -11,08%) e aves (-2,48% para -4,20%). O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 1,19% em fevereiro, ante 1,48% em janeiro. Três das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas: a principal contribuição foi do grupo alimentação (2,36% para 1,42%). Nessa classe de despesa, o destaque é o item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de 19,44% para 5,29%.

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O levantamento é feito mensalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV)

Índice Geral de Preços do Mercado variou 1,29% em fevereiro, um avanço de 0,15% sobre janeiro

EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com

REPORTAGEM Asafe Oliveira

FOTOS Arquivo EM TEMPO

REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva


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Como escolher os vasos ideais para cada espécie E

também, sem riscar o piso do local. Além disso, permite que a planta seja virada para que ela receba sol por igual”, diz. Além disso, a profissional reforça que o material do vaso não influencia no desenvolvi-

DICA Leve em consideração o equilíbrio entre planta e vaso, até porque, esteticamente falando, é necessário que este exista. Não dá para colocar uma planta pequena em um vaso grande ou vice-versa mento da planta, porém plantas com raízes fortes podem quebrar vasos, como vasos de terracota com uma primavera. “Mais cedo ou mais tarde a raiz da primavera vai quebrar o vaso. A planta ter flores não é uma condicional para retirá-la

de um vaso. Por exemplo, o antúrio, o agapanto e outras espécies de pequeno porte podem viver em vaso durante muitos anos”, ressalta. Dúvida Há também sempre a dúvida de qual é o momento ideal para trocar uma planta para um vaso maior. E, para isso, é necessário conhecer o desenvolvimento de cada espécie para saber o momento certo. “Uma planta que está há três anos ou mais no mesmo vaso, provavelmente precisará de um novo, devido ao crescimento de suas raízes e a necessidade de mais terra e nutrientes. É necessário esquecer a ideia de vaso ideal para colocar dentro de casa – não existe vaso ideal. A escolha do vaso dependerá de quanto a pessoa quer gastar e o que mais combina com o estilo de decoração da casa, e principalmente, do tamanho da planta”, ensina Daniela.

A especialista garante que o material ou formato do vaso não influenciam no crescimento da planta

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scolher o vaso correto é um fator crucial para determinar a vitalidade da planta. Por isso, na hora da compra, o mais importante a se levar em conta é o tamanho. Deve-se escolher um que tenha a dimensão adequada para o desenvolvimento de cada planta. Sendo assim, escolha primeiro a planta que você quer. Tendo ela em mãos, o vaso precisa ter espaço para que o torrão (a raiz) seja envolvido por terra em todos os lados, e não apenas na parte baixa do vaso. A arquiteta e paisagista Daniela Sedo explica que outras características indispensáveis de um vaso são ter furo para a saída da água excedente da rega, ter prato um pouco maior do que a base do vaso (o prato deve ter pelo menos 5 cm a mais do que a base do vaso) e colocar rodízio caso o local precise ser limpo com frequência. “Isso porque o rodízio facilita a movimentação do vaso e a manutenção

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Na hora da compra, algumas características do recipiente devem ser observadas para determinar a vitalidade da planta

No vídeo, o usuário pode explorar todos os ambientes do apartamento com descrição de detalhes de cada um

INOVAÇÃO

Solução: visita por vídeo 360° A MPD, construtora e incorporadora de Alphaville, é a primeira empresa brasileira da área de construção civil a seguir a tendência mundial de vídeos 360°, que estourou no final de 2014 estreando em festas de casamento, grandes shows e eventos e tomou grandes proporções em 2015, ano em que empresas como Redbull, Facebook e Samsung começaram a se comunicar com consumidores de maneira inovadora. E agora a solução alcança um novo patamar e será utilizada para otimizar o tempo de quem procura por um novo lar. “O diferencial de um vídeo em 360 graus é que ele registra todos os ângulos possíveis, e faz com que não se perca nenhum detalhe, permitindo que o espectador tenha a sensação de estar participando do vídeo”, explica a diretora de incorporação, Débora Bertini. Essa plataforma aceita que, por meio do vídeo, sejam visualizados todos os ambientes minuciosamente e o mais interessante é que basta um

movimento no tablet ou smartphone para que se tenha uma experiência completa. Além de acompanhar o conceito da empresa, que busca trazer inovação e soluções práticas para os seus clientes, o vídeo é uma novidade importante para o mercado imobiliário. “Como a maioria de nossos clientes são pessoas que moram em São Paulo e estão interessadas em migrar para Alphaville, o vídeo é uma ferramenta importante que oferece todos os detalhes do decorado para o cliente sem ele ter o trabalho de se deslocar e sair do conforto do seu lar”, diz. A diretora ainda reforça, ainda, que uma das vantagens do 360° é que ele dá vida ao ambiente, dessa forma o comprador terá uma noção de espaço com pessoas cozinhando, andando pelo apartamento, por exemplo. Vantagens Para quem acredita que existe alguma restrição ou ponto cego no vídeo 360° está enganado, é o que

garante a produtora Sintonia Cine, responsável pelo vídeo do apartamento decorado do Boulevard Tamboré, empreendimento da MPD que será entregue em fevereiro de 2017. “O vídeo em 360 graus mostra absolutamente tudo, do chão ao teto, da esquerda para a direita, o que não permite pontos cegos. A captação é realizada por um equipamento que possui seis câmeras GoPro acopladas e a edição é realizada por meio de um so¦ware especial. Outra grande diferença é que o cliente não precisa sair da casa dele nem precisa ir até o estande. Não existe outra tecnologia que chegue tão perto de mostrar os detalhes de um decorado”, explica Felipe Correa, sócio diretor da Sintonia Cine. Para ter a experiência completa, é indicado que o usuário assista ao vídeo pelo celular ou pelo tablet usando o aplicativo do Youtube ou pelo Facebook da MPD. Acesse http://bit.ly/1LWbF8F.


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Tendências 2016: as Quem não gosta de tendências? A ideia não é segui-las à risca, mas tê-las como referência e encaixar os insights dentro do nosso próprio estilo, seja através da moda, das cores e da decoração. A arquiteta e desenvolvedora de conteúdo Érica Giacomelli fez um levantamento das principais tendências do morar 2016 e antecipa o que vem por aí

- Aconchego/Housewarming A tendência pela procura de aconchego (housewarming) vai se desenvolver em 2016. A caça pelo que é relaxado, soft, confortável e sossegado vai desde design residencial, até escritórios e ambientes públicos. Essa tendência também trata da modificação dos ambientes: a onda é receber e entreter em casa, compartilhar o espaço com os outros. Os ambientes vão se tornando cada vez mais multifuncionais, com foco nas cozinhas. Para aplicar essa tendência, é recomendado o uso de madeira em lugares estratégicos, bem como o uso de materiais naturais e design flexível para integrar todos esses elementos.

- Dark Como uma ‘contra tendência’ dos ambientes mais claros (que estão presentes em quase todas as outras tendências mostradas), alguns designers de interiores estão apostando mais em ambientes mais escuros, principalmente ambientes de hospitalidade como hotéis, restaurantes, bares etc. A tendência não é apenas o uso de tons mais escuros de maneira deliberada, e sim todo um estudo de tons noturnos e profundos, e uma maior utilização de patterns escuras. Nessa tendência, toda a paleta de cores é escura e fechada. A influência desses ambientes vai chegar em interiores domésticos com paletas de cores mais escuras e um tom mais melancólico do design.


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novidades do décor - Minimalismo escandinavo O estilo escandinavo sempre foi incrivelmente minimalista, mas, além disso, ele está se desenvolvendo para um look cool e impecável, que traz uma vibração calma e serena ao mesmo tempo em que mostra toda sua capacidade de habilidade, principalmente em madeira. Para chegar ao look ‘menos é mais’, simplicidade acima de tudo, sem detalhes decorativos desnecessários. O mobiliário deve ser de madeira clara com formas simples e diretas. É uma tendência um pouco mais ‘fria’ e distante do que estamos acostumados no Brasil.

- Espaços com curadoria A tendência dos ‘Curated Landscapes’ trata da curadoria cuidadosa de espaços pequenos e na liberdade de modificação dos mesmos. Como as casas estão se tornando mais do que apenas espaços de morar, e sim ambientes multifuncionais para acomodar diversas atividades diferentes, e os mesmos não estão crescendo em tamanho, e sim diminuindo, os mobiliários modulares, as maneiras de guardar objetos e de mostrar peças decorativas e ornamentos estão crescendo em popularidade. Essa tendência trata da forma como selecionamos e guardamos/organizamos objetos e peças.

- Herança/Heritage A tendência Herança Histórica é marcada pelo retorno aos períodos clássicos e às heranças históricas e culturais. Essa tendência, assim como a Housewarming, está sendo aplicada em residências, hotéis e principalmente em espaços de varejo. O foco principal dessa tendência é no revival de tecidos tradicionais com patterns intrincadas e clássicas, de veludos e de sedas. Além do uso de papéis de parede que interpretam essa tendência de uma maneira criativa: ou com a extrapolação de imagens de época, ou com superfícies pintadas a mão ou até com ilusões de boiserie em neoprene.

- Indoor/Outdoor Os limites do que é área interna e o que é área externa vão sumir completamente em 2016, é o que diz a tendência Indoor/Outdoor (Interior/Exterior). Acompanhando as modificações que já vem ocorrendo há vários anos, a tendência é eliminar a diferenciação do que é ‘casa’ e o que é ‘lazer’, fundindo essas designações para uma área única e contínua. O mercado vem se aproveitando desta tendência e propondo um design mais flexível e com o mesmo nível de conforto: seja para a área interna ou externa. Para se aproveitar dessa tendência não é necessário ter uma casa, já vemos no Brasil uma implementação dessa tendência há muitos anos com a nivelação das varandas e a incorporação das mesmas no espaço interno de casa com o uso das janelas retráteis em apartamentos.


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Arquitetando

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Stockholm Furniture & Light Fair: tendências internacionais em Estocolmo

Paulo Ricardo Sachs Atuante no mercado nacional e internacional de mobiliário e alta decoração

A feira de Estocolmo é há mais de seis décadas uma grande refêrencia na inspiração para profissionais especificadores nos quesitos: linguagem, conteúdo e insights, aguçando o processo criativo dos mesmos FOTOS: JOÃO SACCARO

Estocolmo: linda, fria, asséptica e encantadora

Por dentro da Stockholm Furniture & Light Fair

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Saccaro, marca de mobiliário de luxo, reconhecida no cenário nacional e internacional, com 45 lojas no Brasil e 24 no exterior, convidou um grande grupo de parceiros especificadores para a Stockholm Furniture & Light Fair, uma conceituada feira que apresenta ao mundo as novidades do design escandinavo, seja em mobiliário residencial ou corporativo, reunindo o que há do melhor em design. Conhecidos pelo processo nato em design criativo, os escandinavos tem uma presença forte na feira, desde expositores à aspirantes de design. Assim como no Salão Internacional de Milão, acontecem eventos satélites de alto nível em showrooms, galerias de arte, lojas em torno de Estocolmo. O dia é feito para visitar, fechar negócios; enxergar o design por outra ótica, no caso, agregar a criativavidade e percepção através dos expositores da Stockholm Furniture & Light Fair. Este evento serve ainda como âncora para lançamento de novos produtos no mercado internacional. Esta edição aconteceu entre 9 e 13 de fevereiro. Surpreendentemente a Offect e Bia Stantion, figuram entre os hits da feira. A belíssima Montparnasse, poltrona desenvolvida pela Offect foi inspirada em materiais de camping, dobrável, fácil de armar, e com revestimento surpreendente, isto é; funcional o que resume design. A essência do design sueco é fundamentada sobre tês pilares: o design tem que ser acessível para todos; pensar sobre como e

de onde vem os materiais necessários para a construção de um produto, ou seja criar novos conceitos sobre a extração dos materiais, causando menor dano possível a natureza ou seja, lá o pensamento da tal sustentabilidade muito falada e pouco aplicada nas bandas do norte do Brasil, funciona. Os designers criam o objeto com o foco no meio ambiente, usando o melhor da tecnologia e melhorando um mesmo produto ao longo do tempo. O business da Stockholm Furniture & Light Fair é promover a diversidade no setor e beneficiar também as produções de pequena escala dos designers. Presença forte de cor, acabamentos em metal com forte tendência ao ourorosa, como em relógios de bom quilate; forte uso do couro e suas formais naturais, assim como madeiras que chegam novamente com leitura natural. Ambientes corporativos apresentaram um novo comportamento, mais cosmopolita e menos atrelado ao comportamento tubes, ternos e gravatas. Um must. Manaus foi duplamente representada pelo escritório Barakat & Figueiredo Arquitetos Associados. Leila Barakat e seu afável sócio, companheiro, gourmet e amigo João Pedro Figueiredo estiveram viajando para a feira por mérito e por parceria com a Sacaro Manaus. E ainda no melhor conceito twice. Não mereceira menos. Agradecimentos à João Saccaro pela iniciativa de cunho internacional. Razô!

Ambiente da feira: visitação

Montparnasse: um dos hits da Offect totalmente funcional

Estofados: design inteligente e cor tendência do ano

Luminárias: metal, ourorosa e formas arredondadas

Cadeiras: design arrojado e paixão nórdica

Ambientes corporativo: descolado, cor, vida

CH22: Hans J. Wegner, lançada em 1950

O vencedor leva tudo: Leila Barakat e João Figueiredo

Tons da madeira: tendência cores claras


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Financiamento da casa própria facilitado pelo BB EDUARDO CUCOLO

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RASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Banco do Brasil vai pedir ao Conselho Curador do FGTS que fique com cerca de R$ 5 bilhões dos R$ 21,7 bilhões liberados na última sexta-feira (26) para incrementar o financiamento imobiliário no país neste ano. O banco solicitou entre R$ 2 bilhões e R$ 2,5 bilhões para incremento na linha Pró-Cotista, de um total de R$ 8,2 bilhões disponíveis. E mais até R$ 3 bilhões para compra de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), de um total de R$ 10 bilhões. O valor que será direcionado para cada banco depende da demanda das instituições financeiras pelos recursos. Valores O BB pretende utilizar os recursos para financiamento de imóveis novos e usados no valor de até R$ 400 mil. “É onde tem demanda. Há muito deficit habitacional nesse segmento”, diz Raul Moreira, vice-presidente de Negócios de Varejo do BB.

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Banco do Brasil vai pedir ao Conselho Curador para ficar com R$ 5 bi do FGTS para aumentar financiamento imobiliário A linha Pró-Cotista é destinada a trabalhadores que possuem conta no FGTS. A taxa de juros é de 8,66% + TR ao ano. Segundo o Ministério do Trabalho, a maior parte dos recursos deve ir obrigatoriamente para imóveis de até R$ 500 mil. Demanda Nessa faixa de valor, segundo o executivo, há muitas pessoas adquirindo o primeiro imóvel, saindo do aluguel, o que faz com que a financiamento não altere significativamente seu comprometimento de renda. A expectativa do BB é aumentar em 20% a carteira imobiliária neste ano, depois de crescer 27% em 2015, ano em que o mercado cresceu 16%. O banco é hoje o segundo maior banco no segmento e detém 8% do mercado. A Caixa retomou as contratações de empréstimos com a linha Pró-Cotista. O banco já havia utilizado integralmente a sua parte no orçamento de 2016. Desde o ano passado, essa linha tem sido utilizada para suprir a falta de recursos da poupança para crédito imobiliário.

A expectativa do BB é aumentar em 20% a carteira imobiliária neste ano, depois de crescer 27% em 2015, ano em que o mercado cresceu 16%


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Construção civil com queda no emprego e na atividade Os índices de atividade continuam no mesmo patamar de dezembro e se mantêm próximos ao piso da série histórica

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indústria da construção começou o ano com queda na atividade e no emprego, informou esta semana a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A Sondagem Indústria da Construção mostra que o indicador de evolução do nível de atividade registrou 33,6 pontos e o de evolução de número de empregados assinalou 33,8 pontos em janeiro. Os índices de evolução do nível de atividade e do número de empregados variam de 0 a 100 pontos. Quanto mais abaixo dos 50 pontos, mais intensa e disseminada é a queda da produção e do emprego. Os índices de atividade, cuja série começou em dezembro de 2009, e o de emprego, iniciada em janeiro de 2011, continuam no mesmo patamar de dezembro e se mantêm próximos ao piso da série histórica, informou a CNI. Pessimismo A utilização da capacidade de operação ficou em 56%, 10 pontos percentuais abaixo da média da série histórica iniciada em janeiro de 2012. As expectativas dos empresários em fevereiro para os próximos seis meses são negativas em todos os indicadores, que estão abaixo da linha dos 50 pontos. Enquanto o índice de perspectivas para o nível de atividade ficou em 39,8 pontos, o do número de empregados assinalou 38,5 pontos e os de novos empreendimentos e serviços e o de compras de insumos e matérias-primas acusaram 38,1 pontos. De acordo com a CNI, a combinação do baixo desempenho da indústria da construção com o pessimismo em relação aos próximos meses deixa os empresários do segmento menos propensos a investir. O índice de intenção de investimento ficou em 25,9 pontos em fevereiro. O indicador também varia de 0 a 100 pontos e, quanto mais baixo, menor é a propensão dos empresários para investir nos próximos seis meses. A edição da Sondagem Indústria da Construção foi feita entre 1º e 18 de fevereiro com 590 empresas, das quais 178 de pequeno porte, 268 médias e 144 grandes.

Custo da construção tem alta O Custo Unitário Básico (CUB) da construção ficou praticamente estável em fevereiro, com alta de 0,05%, segundo levantamento divulgado na última quarta-feira (2) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP). O CUB ficou em R$ 1.145,68 por metro quadrado. Em 12 meses, a alta é de 4,82%. Calculado pelo Sinduscon em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o Custo Unitário Básico mede a variação dos gastos mensais das construtoras para a utilização nos reajustes dos contratos de obras. Em fevereiro, os custos médios com materiais subiram 0,06%, os

Para CNI, baixo desempenho da indústria da construção e o pessimismo em relação aos próximos meses deixam os empresários menos propensos a investir

com mão de obra 0,04% e os administrativos ficaram estáveis. Para o vice-presidente de economia do Sinduscon, Eduardo Zaidan, a pequena variação é consequência do desempenho fraco do setor. “A estabilidade do CUB reflete a baixa atividade da construção e, consequentemente, a reduzida demanda por insumos, de um lado, e a queda do nível de emprego no setor, de outro”, ressaltou. Para ele, não há perspectiva de melhora da situação no curto prazo. Não se vislumbra uma mudança neste cenário nos próximos meses”, enfatizou.


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