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Salão imobiliário - 5 de outubro de 2014

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ARQUIVO EM TEMPO

MANAUS, DOMINGO, 5 DE OUTUBRO DE 2014

Preço do metro quadrado

permanece estável Empresas afirmam que houve uma valorização da metragem, devido à economia e melhora na infraestrutura

O

metro quadrado em Manaus se encontra estável em relação a outras capitais do país, segundo o vice-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Amazonas (Sinduscon-AM), Frank Souza. A metragem mais cara da capital ainda se concentra na Zona Centro-Sul. Souza explica que o mercado de imóveis permanece regular com os preços já estabelecidos anteriormente, tanto das unidades como dos materiais de construção que tiveram seu valor baseado nas cotações de valores do ano interior com menor inflação. “O mercado também vive uma fase de pouco lançamento e venda de estoque existente pronto ou em fase de construção”, complementa. O vice-presidente da Sinduscon-AM informa que, em relação às outras regiões do país, a Norte apresenta preços 30% menores se considerados as regiões Sul e Sudeste e Centro-Oeste. “Comparado à Região Nordeste, temos valores 15% menores. Já entre a própria Região Norte, os valores se equiparam”, diz Souza. Na capital, o preço médio varia de acordo com o terreno, a localização, o tipo de cons-

trução e para quem se destina, como no caso dos imóveis construídos para o Minha Casa, Minha Vida. Souza afirma que os preços mais altos se concentram na Zona Centro-Sul da cidade, que compreendem, por exemplo, os bairros Adrianópolis, Parque 10 de Novembro e Aleixo. “Podemos encontrar,

ESTABILIDADE

Frank Souza, vice-presidente do Sinduscon-AM, afirma que o mercado de imóveis permanece regular com os preços já estabelecidos anteriormente, tanto das unidades como dos materiais de construção em média, preços de R$ 7 mil pelo metro quadrado dessas localizações. Se for para um empreendimento de luxo, podemos encontrar até R$ 9 mil o metro quadrado”. Valores Nos bairros da Zona CentroOeste o valor médio encontrado é de R$ 6,1 mil, de acordo com Souza. Nas zonas Norte e Leste é possível encontrar imóveis com preço R$ 5,2 mil e 4,7 mil respectivamente. “Já os

imóveis do Minha Casa, Minha Vida, destinados a população de baixa renda, subsidiados, normalmente com áreas menores, temos o valor médio do metro quadrado em R$ 3,2 mil”, informa o vice-presidente da Sinduscon-AM. Para as construtoras, o metro quadrado valorizou muito nos últimos anos devido a vários fatores, como o desenvolvimento econômico da região e a melhora na infraestrutura dos bairros. Para o diretor da SKN Incorporadora, Eduardo Han, o consumidor é atento à estes fatores e procura as vantagens. “O que se tem percebido é justamente a procura de mais vantagem, mais relação custo/benefício, seja para morar ou investir”, diz. Segundo Han, o bairro mais caro para se construir é o Adrianópolis, porque dispões de uma urbanização e infraestrutura de qualidade. “Em contrapartida, o menos valorizado é o Santa Etelvina”, afirma. Para tentar seduzir o cliente em bairros com o metro quadrado mais caro, o diretor da SKN aponta que a estratégia é oferecer vantagens no custo/benefício. “Afinal, o cliente quer mais qualidade no empreendimento, que inclui mais serviços, mais espaços, mais lazer”.

ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

Os valores não sofreram fortes reajustes ao longo deste ano

A utilização de pesquisas realizadas pelas construtoras é peça fundamental para construção

Adrianópolis e Ponta Negra valorizados Para a construtora Engeco, os bairros mais valorizados, por terem uma localização estratégica próximo às escolas, universidades, hospitais, parques, shoppings, são o Adrianópolis, Vila Municipal e Ponta Negra. O diretorexecutivo da empresa, Maury Guerriero, informa que nas estratégias utilizadas para convencer o consumidor em áreas mais nobres está a utilização de pesquisas con-

tratadas na qual se avalia a necessidade dos clientes ao abordar as características do produto. “Dessa forma, questionamos qual seria o imóvel ideal e quanto pagariam por ele. Depois, mapeamos as necessidades, definimos o produto e estabelecemos o preço justo, acompanhado da excelente localização”. De acordo com Guerreiro, todos os clientes estão atentos para essa relação de

metro quadrado e cada um tem noção de quanto vale uma determinada região. “O sucesso nas vendas de cada incorporador está em conseguir assimilar e estar mais próximo dessa noção. No caso da Engeco, tivemos vários empreendimentos que se encaixaram como o Terezina 275, Castello da Villa, Sollar da Villa, The Office e recentemente lançado o Atmosphere”, explica.


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Hora da compra requer cuidado com documentos diretamente, entre proprietário e comprador, com a ajuda apenas do corretor de imóveis. “Nos contratos padrão, usados pelas imobiliárias, muito embora constante as certidões, na maioria das vezes o comprador não está assessorado por um advogado, capaz de verificar eventuais apontamentos, diagnosticando se há algu-

ALERTA

O advogado afirma que no Brasil, ainda existe uma certa resistência na procura de profissionais de direito e que só são acionados, quando existe algum tipo de problema após a compra ma tentativa de fraude contra credores”. Nos casos de venda, envolvendo financiamento bancário, o risco desaparece, pois os financiadores são muito criteriosos na concessão do crédito. No Brasil, na visão do advogado, as pessoas ainda acham que um profissional de direito deve ser acionado somente em caso de problemas.

O advogado Élio Colombo Jr. faz um alerta sobre a documentação necessária na hora de adquirir um novo empreendimento

NACIONAL

Consumo de energia permanece estável O consumo nacional de energia elétrica manteve-se relativamente estável em agosto deste ano, na comparação com o mesmo período do ano passado, com uma variação negativa de 0,1%. No total, foram consumidos 38,6 mil gigawatts-hora (GWh) em agosto, segundo dados divulgados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia. Entre as regiões do país, o Sudeste foi a única que apresentou queda (-2,6%). O Norte teve o maior aumento

no consumo (7,3%), seguido pelo Centro-Oeste (5,4%), Sul (1,6%) e Nordeste (0,6%). O setor comercial teve uma alta de 6% no consumo, puxada principalmente pelos crescimentos de 7,3% no CentroOeste, 6,9% no Nordeste e 6,8% no Norte. No Sul e Sudeste, ocorreram altas de 4,5% e 5,9%, respectivamente. O setor residencial também teve avanço, ainda que mais moderado, de 2,4%. De acordo com a EPE, o menor crescimento no consumo residencial pode estar vinculado a uma aquisição

menor de bens duráveis, como os eletrodomésticos, por parte das famílias. A indústria teve uma queda de 5,1% no consumo, em agosto. Apesar do resultado negativo, essa é uma taxa de redução inferior à observada em julho (-6,9%). Os setores com menor consumo são o metalúrgico, o químico e o automobilístico. O consumo de energia elétrica acumula crescimentos de 2,8% no ano e 3,1% em 12 meses, de acordo com o levantamento da EPE. Por Agência Brasil REPRODUÇÃO

A

lguns cuidados na hora de comprar um imóvel podem evitar uma enorme dor de cabeça no futuro. No intuito de não perder um bom negócio, muitas vezes o comprador abre mão de certos cuidados e pode terminar com um grande problema. O alerta é do advogado Elio Colombo Júnior. Segundo ele, os casos em que há fraude contra credores, o comprador pode ficar sem o imóvel comprado. Isso quer dizer que há certas situações em que a pessoa que está vendendo o imóvel não poderia de fato vender porque tem algum tipo de pendência, judicial ou administrativa. Mesmo que um eventual processo não tenha terminado, ela não poderia se desfazer do bem, pois caso seja condenada a pagar, vai ter que lançar mão da propriedade. “Já tivemos um caso de um cliente que comprou um imóvel que estava em processo de execução e não sabia, e perdeu tudo”, alerta Colombo Jr. O advogado explicou que a venda foi cancelada 3 anos depois, o imóvel foi penhorado. Colombo Jr. explica que o problema é mais comum do que se imagina porque a maioria das transações imobiliárias é feita

REPRODUÇÃO

Advogado afirma que é necessário “ficar de olho” na documentação necessária na hora da compra de um imóvel

A Região Norte foi a que apresentou o maior crescimento no período de agosto deste ano

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor

FOTOS Alberto César Araújo Arquivo EM TEMPO REVISÃO Dernand o Monteiro Gracycleide Drumond

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira TRATAMENTO DE FOTOS Klinger Santiago


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Sofás reclináveis e retráteis são

O modelo chaise longue é um dos mais procurados para espaços menores

tendência

Na hora de escolher a peça, o que prevalece é a cautela na busca pelos modelos e também que espaço eles irão ocupar dentro do imóvel em questão

O

sofá, Noronha recomenda o chenille, um tecido que mescla algodão e viscose, tornado-se impermeável. “Outro é o suede, um tecido de poliéster de alta resistência a fricção, com acabamento imitando pele de camurça. Esse último é considerado um dos melhores tecidos para sofás”, ressalta. Para acertar na escolha, o decorador recomenda os sofás modernos (linhas retas) como fundamentais na decoração de uma casa. “É o elemento preferido para passar bons momentos com a família e os amigos, visto que podem ser mesclados com qualquer outro tipo de móveis. Dependendo de onde estiver inserido, o sofá será o ponto focal do ambiente”. Caso se queria evitar alguns erros, Noronha aponta que é preciso prestar atenção no espaço que o móvel irá ocupar, tendo em mente o tamanho necessário do sofá que precisa ser comprado. “Os sofás chaise longue são muito utilizados hoje em dias nas salas. Para uma sala mais pequena, um sofá de três lugares ou em L é uma ótima escolha. Se

dispormos de uma sala um pouco maior, é possível pensar em um sofá de quatro lugares. Pode ser utilizado tanto junto à parede ou liberto, de forma a poder delimitar alguma área específica da sala”, explica. O profissional também aponta as funções imagina-

DICA

Para acertar na escolha, Edgar Noronha recomenda os sofás modernos (linhas retas) como fundamentais na decoração de uma casa, podendo ser mesclado com outros móveis das para o sofá como um dos fatores influenciadores na hora da escolha. “A experiência de ler ou ver TV é influenciada pelo sofá. Se houver a necessidade de ter algum espaço extra para dormir em caso de convidados, um sofá cama é uma ótima opção”, diz. Nos espaços comerciais,

como empresas ou clínicas, a escolha pode variar bastante, dependendo de quanto será usado o sofá e em que função o móvel ocupará no ambiente. “Devemos observar o espaço que ele será inserido e no fluxo de uso, para que o trabalho com sua limpeza seja o mínimo possível. Se for um sofá que será bastante utilizado por várias pessoas diferentes constantemente, vai se sujar com maior facilidade. Há sofás mais rijos do que outros, e o ideal depende dos gostos de cada cliente. Isto tanto em relação ao assento como em relação ao encosto”, frisa. Quanto aos preços, Noronha esclarece que é possível escolher um móvel de qualidade que caiba no orçamento. Porém, é preciso pesquisar e testar cada modelo para evitar engano, além de considerar tamanho, conforto, estilo e tecido. “Há bons modelos que chegam a custar R$ 700 e outros que chegam a custar mais de R$ 20 mil. Muitas variáveis estão relacionadas à estes preços. Mas é possível sim adquirir uma peça de qualidade adequado ao orçamento menor”. FOTOS: REPRODUÇÃO

s sofás são peças importantes em um imóvel pela garantia do conforto que proporcionam, seja em uma sala de estar ou em espaços comerciais. Os modelos e os preços variam e a cautela é necessária na hora de escolher, dependendo do lugar que será ocupado pelo móvel. É possível, também, combinar o sofá com outras peças de decoração, tornando o ambiente ainda mais agradável. O arquiteto e decorador de interiores, Edgard Noronha, afirma que a tendência atual se volta para os sofás reclináveis e retráteis, devido aos espaços reduzidos que estão sendo oferecidos pelos novos modelos de apartamentos. “É preciso, então, o uso de móveis mais práticos, visto que os ambientes dos novos empreendimentos se evidenciam por estar bem menores”, opina. Logo, o profissional indica o modelo “chaise longue”, cuja parte mais longa pode se mover para dentro do sofá. Já em relação aos tecidos e materiais que compõem o

Peças decorativas ajudam

Os sofás retráteis estão em alta por oferecer conforto e, ao mesmo tempo, ocupar menos espaço

O sofá pode ser acompanhado de outros itens que ajudam na decoração da sala de estar, como as almofadas, as mesas de centro, pufes, papéis de parede e outros. A arquiteta Ana Gorette afirma que, hoje em, dia o modo de combinar os itens com o sofá mudou. “Antes as pessoas compravam dois sofás, um de três lugares e um de dois, sempre dessa forma. Atualmente, se compram poltronas, pufes, outros móveis que se diferenciam”, explica.


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Arborização está cada vez mais em alta nas cidades É

indiscutível que as árvores deixam as áreas urbanas mais bonitas e mais inspiradoras, principalmente na época de primavera, quando as flores deixam os ambientes ainda mais graciosos. Porém, a plantação de árvores vai além da beleza, trazendo também qualidade de vida, causando melhoria do ar com diminuição da poluição, mais sombreamento e frescor, o que permite uma temperatura mais agradável; as árvores também reduzem o excesso de ruídos das grandes cidades ou regiões próximas a rodovias. Mesmo assim, ninguém pode sair plantando qualquer espécie nas calçadas. Se for dentro do terreno de uma casa, o plantio de árvores é livre; em condomínios residenciais e comerciais o plantio de árvores pode ser feito se for de comum acordo dos proprietários. Nestes dois casos, o ideal é a contratação de um paisagista, que faça um projeto que se encaixe no perfil do local, nas condições de solo, insolação e outras preocupações que devem ser levadas em conta, como jardins sobre lajes de garagem e a altura das copas das árvores - que podem reduzir a claridade interna nos

apartamentos mais baixos. Já em calçadas de ruas de bairros ou cidades é necessário consultar o departamento de meio ambiente regional ou consultar as regras da prefeitura. O planejamento ornamental no plantio de árvores exige cuidado e conhecimento técnico para que elas não se tornem impróprias ao local, depois de

OPÇÕES

Um dos estilos bastante utilizados é o tropical com espécie de folhas largas e flores em boa parte do ano, onde são utilizadas palmeiras, alpinas, helicônias e philodendros crescidas. Para isso, as espécies devem ser muito bem escolhidas, pois a ausência de um plano antecipado pode ocorrer na quebra da calçada, danos à rede elétrica e no comprometimento de edificações. Caso a calçada não seja feita totalmente com cobertura vegetal e tenha pisos ou cimento, ela pode prejudicar o desenvolvimento da espécie.

Os canteiros para plantio de árvores em calçadas devem ser permeáveis para um melhor desenvolvimento da planta. O espaço deixado para a raiz e o tronco se desenvolverem deve ser de pelo menos 1 x 1 m, variando de acordo com a espécie, pois geralmente canteiros menores acabam prejudicando o crescimento da planta e das raízes. A definição das espécies de um projeto paisagístico dependerá do clima da região, do tamanho do local e do objetivo da área verde. Para evitar problemas com fiações subterrâneas, são recomendados espécies com raízes menos agressivas. Algumas árvores frutíferas podem ser uma boa opção, por exemplo, a laranjeira, a pitangueira e a romãzeira. Cada jardim pode ter um estilo diferente, como o “clássico”, composto por mudas podadas, como buxinhos, murtas e azaleias, além de pinheiros como a kaizuca, mais solicitada neste tipo de paisagismo. Outro estilo muito utilizado é o “tropical”, com espécies de folhas largas e flores em boa parte do ano, onde são utilizadas palmeiras, alpinas, helicônias e philodendros.

REPRODUÇÃO

Seja em casa, em áreas comuns de condomínios ou espaços comerciais, as árvores fazem toda a diferença

Além da questão ambiental, a arborização deixa os condomínios, bairros e cidades mais bonitas

Manutenção é indispensável Mas não basta plantar, é necessário fazer uma manutenção com podas corretas mensais para conter o crescimento. Por questão de segurança, quando as copas das árvores

próximas à rede de energia estiverem sem manutenção há muito tempo, e estiverem atingindo os fios elétricos, deve-se chamar a concessionária de energia da cidade solicitando a

poda. Hoje é possível contratar um trabalho especializado de manutenção terceirizado, que cuida para que o paisagismo permaneça sempre bonito e verdinho.

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

O que fazer para reaver seu imóvel Essa é uma pergunta frequente dos proprietários de imóveis locados. O corretor tem noções de como proceder, mais o profissional qualificado para isso é o advogado e a ação judicial para o locador reaver seu imóvel é a de despejo, seja qual for o fundamento do término da locação. A falta de pagamento pelo inquilino, no vencimento, dos aluguéis e acessórios da locação, tema escolhido para a coluna de hoje, constitui o motivo mais urgente para a desocupação imediata do imóvel, ultrapassando a importância, inclusive, das demais hipóteses existentes. Equivoca-se quem pensa que a Ação de Despejo somente poderá ser proposta 30 ou 60 dias após o vencimento do aluguel, o que não é verdade. O locador, constatando a falta de pagamento do aluguel, no dia seguinte a data fixada, poderá imediatamente ingressar com a ação judicial de despejo. Deixar de pagar os aluguéis é a mais grave infração contratual, exigindo a adoção rápida, por iniciativa do locador, de uma medida judicial eficaz. Nessa hipótese, viável para o locador ingressar judicialmente com a Ação de Despejo fundada na falta de pagamento, seja de aluguel, quanto, até mesmo, se for o caso, de aluguel provisório, de diferenças de aluguéis, ou somente de quaisquer dos acessórios da locação. Aliás, para o ajuizamento de ação de despejo por falta de pagamento de aluguéis, é desnecessária a prévia notificação do locatário. Ademais, na hipótese de falta de pagamento dos aluguéis,

existe a possibilidade de se pedir, inclusive, uma liminar de desocupação imediata pelo inquilino inadimplente do imóvel, em 15 dias, desde que observados e cumpridos alguns requisitos exigidos pela legislação locatícia. O atraso no aluguel, com consequente propositura da ação de despejo, causará um prejuízo enorme ao inquilino, que além de ser obrigado a pagar os valores dos alugueis não pagos, corrigidos e com multa, também arcará com as custas processuais e com honorários de advogado. Diante desse contexto, quando a situação econômica não for a mais favorável naquele mês, pode ser mais interessante atrasar outra conta, do que o aluguel, pois as consequências podem vir mais rápido do que se imagina. Existe a possibilidade do locatário (e o fiador) evitar a rescisão da locação e elidir a liminar de desocupação. Para tanto, deverá, dentro dos 15 dias concedidos para a desocupação do imóvel e independentemente de cálculo, efetuar o pagamento do débito atualizado, mediante depósito judicial, que, inclusive, deverá contemplar os demais valores devidos, tais como: aluguéis que vencerem até a sua efetivação, multas e penalidades contratuais se exigíveis, juros de mora, custas e honorários advocatícios. É indispensável contar com assessoria especializada para análise e ingresso desse tipo de ação judicial. Para maiores esclarecimentos, consulte um(a) advogado(a) de sua confiança. Pense nisso! O seu futuro agradece.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

O atraso no aluguel, com consequente propositura da ação de despejo, causará um prejuízo enorme ao inquilino, que além de ser obrigado a pagar os valores dos aluguéis não pagos, corrigidos e com multa, também arcará com as custas processuais e honorários do advogado”


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Crédito imobiliário atingiu o valor de R$ 9,2 bilhões E

m agosto de 2014, o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis somou R$ 9,2 bilhões, recuo de 12% em relação a julho e de 12,9% em relação a agosto de 2013 (quando atingiu R$ 10,5 bilhões). Apesar da redução, agosto deste ano foi o segundo melhor resultado entre os meses de agosto na história do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). E agosto do ano passado havia sido o segundo melhor resultado mensal da história do crédito imobiliário. Já os números relativos aos primeiros oito meses do ano continuam no campo positivo em relação a igual período do ano passado: foram financiados R$ 72,8 bilhões para aquisição e construção de imóveis, 3,8% mais do que em 2013. Resultado Ainda mais expressivos são os resultados dos últimos 12 meses, até agosto, mostrando que o volume de empréstimos imobiliários com recursos das cadernetas de poupança do SBPE alcançou R$ 111,8 bilhões, superando

REPRODUÇÃO

Já os números relativos aos primeiros oito meses do ano continuam no campo positivo em relação a igual período de 2013 em 10,5% o apurado nos 12 meses precedentes. Financiamentos Foram financiadas, em agosto, aquisições e construções de 44 mil imóveis, redução de 12,3% em relação a julho e de 12,4% comparativamente a agosto do ano passado. Entre janeiro e agosto de

RANKING

Apesar da redução, agosto deste ano foi o segundo melhor resultado entre os meses de agosto na história do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) 2014, foram financiados 351 mil imóveis, volume 2,3% superior ao registrado em igual período de 2013. E nos últimos 12 meses, compreendidos entre setembro de 2013 e agosto de 2014, foram financiados 537,8 mil imóveis, número que superou em 7,2% as 501,5 mil unidades contratadas nos 12 meses anteriores.

Foram financiadas, em agosto, aquisições e construções de 44 mil imóveis, redução de 12,3% em relação a julho deste ano


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Feirões são nincho para empresas especializadas D

epois dos estandes de venda de imóvel com mil atrações para o cliente – degustação, brindes, massagens, brincadeiras para as crianças entre outros – agora as construtoras estão apostando nos feirões para queimar os estoques de imóveis. Quase todas as grandes empresas já realizaram pelo menos um feirão este ano e vários outros estão programados. “Além dos descontos atraentes, o feirão precisa ser estrategicamente organizado para que possa ajudar de fato à construtora bater as metas de vendas”, disse Fabíola Aguiar, diretora do Grupo Onni, contratado para fazer recentemente o feirão da PDG. Segundo a especialista, o olhar estratégico começa com a escolha do lugar, as atrações para o cliente – em especial as famílias –, as áreas de atendimento para os corretores e toda a logística operacional para o fechamento dos contrados durante o evento. No feirão da PDG, cerca de 2.100 pessoas foram até o Shopping Eldorado, em São Paulo, para saber mais a respeito dos imóveis à disposição. Paralelamente, a Potencial Pesquisas, braço de pesquisas

no ponto de venda do Grupo Onni, tanto no feirão da PDG quanto nos demais, foi responsável pela recepção dos clientes e pela pesquisa para identificar o perfil do público presente. “O cliente quer saber sempre o que levou o visitante até o estande de vendas e o que ele está buscando no mercado imobiliário”, explicou Fernando Barros, diretor da Potencial Pesquisas. Os dados orientam as futuras ações da empresa. O Grupo Onni é resultado de uma associação de empresas das áreas de pesquisa de mercado e organização de eventos. O novo grupo empresarial já nasceu em julho deste ano com um faturamento anual da ordem de R$ 5 milhões e projeta um crescimento de 30% para o primeiro ano. A empresa concentra, a princípio quatro empresas, nas áreas de pesquisa de mercado (Potencial Pesquisas), organização de eventos (Bazza), decoração de eventos customizada (Bonic Decor) e comunicação via mobile (ComunicaMobi). Por enquanto, o Grupo Onni vai ter presença nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, mas planeja abrir unidades em Belo Horizonte, Curitiba e Brasilia. Informações em www.grupoonni.com.br.

REPRODUÇÃO

Construtoras querem liquidar estoque e o formato do evento é determinante para alcançar as metas de vendas

Segundo especialista, o olhar estratégico começa com a escolha do lugar, as atrações para o cliente e áreas de atendimento


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Bahia

DIVULGAÇÃO

Deleite à beira-mar da

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atureza exuberante e conforto à disposição dos hóspedes, de um jeito despojado e chique. “Estar em casa, longe de casa”. É assim que se sente o hóspede do B Blue Beachouses, que como o nome em inglês já anuncia, trata-se de casas de praia que funcionam com serviço de hotel. O encanto se dá já no hall de entrada, em que os hóspedes enxergam de um lado, na linha do horizonte, a junção do azul do céu com o mar formando uma pintura única e do outro o contraste do verde da Mata Atlântica. Tudo isso localizado há 48 quilômetros do aeroporto de Salvador, entre Praia do Forte e Guarajuba. O B Blue Beachouses é formado exclusivas casas, separadas por uma convidativa piscina de 200 metros quadrados. As unidades têm uma arquitetura contemporânea inspirada nas beach houses da Europa e instaladas à beira mar. O projeto do escritório Quattro Arquitetura, permite que todos os cômodos tenham vista exuberante e limpa para o mar. Para isso, enormes paredes de vidro separam os ambientes. No club house se encontram as áreas de convivência, com espaço fitness de aparelhagem moderna, sala de massagem e sauna na parte superior. Na parte inferior, lounge e salão de jogos. Dois ambientes estão entre os mais disputados pelos

hóspedes: o restaurante e a varanda gourmet. No primeiro, um chef especializado em cozinha contemporânea promete delícias com ingredientes de várias partes do mundo, mas sem esquecer as iguarias locais. No segundo, uma mesa de quase 10 metros quadrados dá o tom aos encontros de amigos e aos eventos comemorativos que são realizados no local. Ainda na área externa, no B Blue Beachbar, drinks de verão são colocados à disposição dos hóspedes. E para aqueles que preferem manter a boa forma com esportes de baixo impacto a opção é praticar uma das modalidades esportivas na quadra de areia. Os hóspedes contam ainda com passeios feitos com os B Bluebuggy - os veículos estilizados que fazem sucesso no resort – na praia exclusiva para os hóspedes do B Blue Beachouses. Arquitetura Fugir dos padrões convencionais de uma casa de praia. Essa foi a orientação no projeto do B Blue Beachouses e que foi captada e executada pelos jovens arquitetos da Quattro Arquitetura. A intenção era colocar a natureza sempre como protagonista da experiência ao vivenciar o B Blue Beachouses. Não tinha como ser diferente, pois o lugar é cercado de coqueiros, manguezais e mata atlântica. “Isso explica o porquê

FOTOS: LUCAS SILVA/DIVULGAÇÃO

Resort B Blue Beachouses é destaque em conceito inovador de casas de praia, em Itacimirim

O empreendimento foi projetado pela Quatro Arquitetura, formada por jovens profissionais do ramo

de uma arquitetura minimalista, limpa e sem excessos, com uso de cores neutras, pinceladas de cores marcantes e materiais de construção modernos”, explica o arquiteto André Drumond, que junto com os sócios Bruno Machado e Victor Hugo Gonzales, assinam o projeto arquitetônico e de interior. No minimalismo é notável a ausência de detalhes desnecessários, onde a luz tem um papel de grande importância,

A intenção desde o início do projeto era colocar o hóspede em contato direto com a natureza

principalmente na fachada, pois o jogo de sombra dá destaque à volumetria. “O minimalismo não se refere ao pouco e sim a essência de ampliar o que é realmente importante”, arremata Bruno Machado. Os móveis são compactos e multifuncionais. Destaque para o painel de madeira na sala de estar, conferindo aconchego ao ambiente. “A natureza do local é a grane protagonista. Quanto menos interferência melhor, para que os

hóspedes possam se encantar do mar, do canto dos pássaros e da brisa”, avisa o arquiteto Victor Hugo Gonzalez. Para mais informações, os interessados podem entrar em contato por meio dos números (71) 9648-2736 ou 36262429. Além disso, podem entrar no site (bbluebeachouses. com.br) ou encaminhar e-mail para o endereço eletrônico: contato@bbluebeachouses. com.br.

Os móveis disponíveis no local são compactados e multifuncionais, proporcionando conforto


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Novos revestimentos para as áreas externas C

om a chegada do verão, os projetos de arquitetura para áreas externas ganham destaque. Pensando nisso, a Lepri - Finas Cerâmicas Rústicas, pioneira na produção de pisos e revestimentos cerâmicos sustentáveis, fez uma seleção exclusiva de produtos antiderrapantes e atérmicos, além de ecologicamente corretos, para quem está construindo ou reformando. As ecopastilhas paper conta com novas cores em seu portfólio como verde antigo, kiwi, laqua, turmalina, saara, jeans, gialetto e orquídea. O produto é ideal para pisos e paredes de áreas internas e externas, piscinas, banheiros, saunas e fachadas, em locais de destaque ou detalhes. Já o invecchiatto é uma cerâmica que, por ser fabricada com materiais naturais e possuir acabamento envelhecido e bordas arredondadas, proporciona uma agradável sensação térmica, tanto no verão quanto no inverno, e também ao tato. Pode ser aplicada em pisos e paredes de áreas internas e externas. Ideal para área externa de piscina, garagens e calçadas. O mosaico invechiatto é revestimento composto por diversos formatos de cerâmica

envelhecida. É fabricado com materiais naturais e tem acabamento envelhecido e bordas arredondadas, que proporcionam uma agradável sensação térmica, tanto no verão quanto no inverno, e também ao tato. Sua aplicação pode ser feita em pisos e paredes de áreas internas e externas. Ideal para pisos e paredes de

CRIAÇÃO

A empresa Lepri existe há 19 anos no mercado realizando a fabricação de pisos e revestimentos cerâmicos sustentáveis, processo que teve início em 2005 com a linha Eco Mediterrânea ambientes internos e externos que necessitam de um produto resistente, atérmico e de fácil manutenção, o invecchiatto cottone conta com um toque personalizado. Possui bordas arredondadas e tonalidade off white e está disponível nos formatos 11x11 centímetros e 23x23 centímetros. A cerâmica também pode ser encontrada nas linhas Quebratto, peça de

REPRODUÇÃO

Há 19 anos no mercado, a empresa Lepri é pioneira na produção de pisos e revestimentos cerâmicos sustentáveis cerâmica com formas irregulares no formato 3 x 3 cm comercializada telada, e mosaico invechiatto, composto por cerâmicas envelhecidas de pequenos formatos, ideal para áreas externas e ao redor da piscina, por ser atérmico. O quebratto é um revestimento composto por peças teladas de cerâmica com formatos irregulares, indicado para pisos e paredes de áreas internas e externas. E, para finalizar, o toscano possui nuances que dão movimento, o revestimento é indicado para pisos de áreas externas, principalmente por não precisar de argamassa nem rejunte. Seu assentamento é feito sobre uma camada de areia, apenas encostando as peças umas nas outras, e possui sistema drenante, se assentado com pedriscos e areia. Empresa Há 19 anos no mercado, a Lepri é pioneira na produção de pisos e revestimentos cerâmicos sustentáveis, processo que teve início em 2005 com a linha Eco Mediterrânea, quando a empresa foi a primeira que passou a reutilizar vidros de lâmpadas fluorescentes reciclados na fabricação de seus produtos.

O quebratto é um revestimento composto por peças teladas de cerâmicas com formato irregular


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Salão imobiliário - 5 de outubro de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu