Produto tem ganhado cada vez mais adeptos e movimentado o mercado da decoração no Estado
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(92) 3090-1017
adesivos de parede
A praticidade dos
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exturas, uma infinidade de cores e desenhos personalizados, tudo pensado conforme o pedido de cada cliente. É cada vez maior o número de pessoas e empresas que optam pela aplicação de adesivos de paredes em seus ambientes, ideal para quem busca exclusividade. De acordo com o sócio proprietário da empresa Good Times Designer, André Porto, o tempo médio de aplicação do adesivo de parede é de duas horas, uma vantagem para quem precisa de agilidade. “Só nesta semana colocamos adesivos de parede em três residências”, comenta. Porto também revela que, atualmente, também atende clínicas médicas e consultórios odontológicos, por exemplo. “Tudo fica pronto em duas e sem o odor da tinta. O adesivo de parede permite que eu imprima um desenho que a pintura tradicional às vezes não consegue. O cliente traz a ideia e nós fazemos o layout do ambiente”, diz. A personalização de ambientes gera uma demanda cada vez maior de empresas especializadas em adesivos de parede em Manaus. De acordo com o sócio da empresa Mindesign Comunicação Visual, Leonardo Wallace, a procura por este tipo de serviço cresceu 40% em relação ao mesmo período do ano passado. “É um percentual altíssimo e mostra como as pessoas estão interessadas em personalizar seus ambientes. Podemos aplicar textos, fotos, texturas e alinhar tudo isso ao projeto arquitetônico do ambiente. O interessante é deixar o ambiente com o jeito do dono”. O adesivo de parede também pode ser uma alternativa para quem deseja mudança rápida do visual do ambiente. “Outra vantagem é poder trocar totalmente o ambiente sem problemas, já que o adesivo pode ser colocado por
A aplicação, segundo especialistas, demora por volta de duas horas e não tem cheiro
cima da primeira aplicação e tudo isso sem poeira, sem pedreiro”, ressalta. Ainda de acordo com Wallace, o adesivo de parede traz outra vantagem para quem tem problemas respiratórios. “O produto é impermeável, não retém mofo e nem acumula ácaros, ideal para a nossa região. Também conseguimos aplicar adesivos em móveis ou em qualquer superfície lisa como geladeiras e microondas. Temos equipamentos para isso”. O tempo médio de durabilidade do adesivo de parede é de 2 anos dependendo da manutenção do proprietário. Para ambientes como salas de estar e quartos não é permitido o uso de produtos químicos para manutenção, apenas uso de pano umedecido. O uso de produtos químicos só é permitido para adesivos laminados que são usados em banheiros e cozinhas. Aplicação Apesar de ser usado para personalizar o ambiente, o uso do papel de parede deve obedecer a critérios já que ele será mais um elemento o da decoração. Ao explicar o uso das cores em um apartamento, o arquiteto Achilles Fernandes ressalta que itens como a cor do ambiente devem ser observados. O ideal, segundo ele, é buscar orientação profissional. “O bom gosto se dá quando o adesivo faz parte do contexto em relação a cor e a proposta. Fiz, recentemente, um apartamento de um jovem solteiro cujo tema era Nova York e toda sua decoração foi baseada no preto, branco e amarelo, sendo está última a cor de destaque. Então, mandei confeccionar um adesivo da cidade com destaque para Estátua da Liberdade. Adesivo de parede é sim, uma tendência e passou a existir no momento que se pode fazer fotografia com um nível maior de resolução”, finaliza.
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volume de empréstimos concedidos para a construção e aquisição de imóveis somou R$ 6,45 bilhões em fevereiro, uma queda de 27% em relação ao mesmo mês de 2014, informa a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Na comparação com janeiro deste ano, o recuo foi ainda maior, de 29,4%. Em nota, a entidade atribui a queda ao “menor número de dias úteis no mês, devido ao
Carnaval, à desaceleração da atividade imobiliária decorrente do menor dinamismo da economia doméstica e à tendência de evolução lenta do crédito, registrada pelo Banco Central”. No primeiro bimestre de 2015, foram destinados R$ 15,6 bilhões para crédito imobiliário, resultado 8,2% inferior ao de igual período em 2014. Nos últimos 12 meses, até fevereiro, o montante foi de R$ 111,5 bilhões, número 1,9% menor que o registrado nos 12 meses anteriores. Quantidade Em termos de quantidade, também houve retração. Em
fevereiro, foram financiadas aquisições e construções de 28,9 mil imóveis, 37,7% a menos que em fevereiro do ano passado. Fevereiro é um mês tradicionalmente fraco e, por isso, o resultado é o quinto melhor entre meses de fevereiro registrados na série histórica da Abecip, iniciada em 1995. No bimestre, os financiamentos imobiliários contemplaram 72,6 mil imóveis, queda de 15,9% ante o primeiro bimestre de 2014. Nos últimos 12 meses -entre março do ano passado e fevereiro deste ano- foram financiados 524,6 mil imóveis, resultado 4,8% inferior ao registrado nos 12 meses anteriores. Por Folhapress A queda, segundo a Abecip, deve-se a quantidade de dias úteis no mês de fevereiro devido o Carnaval
REPRODUÇÃO
crédito
A informação foi concedida pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, na última semana
NACIONAL
Vedacit investe na construção de fábrica A cidade de Itatiba, no interior de São Paulo, foi escolhida pela Vedacit para a instalação da sua terceira unidade fabril. O projeto será inovador e contribuirá para atender à alta demanda do mercado de mantas. A inauguração está prevista para junho de 2015 e produzirá uma grande linha de mantas asfálticas. A iniciativa faz parte da estratégia da companhia para impulsionar seus negócios e oferecer produtos com tecnologia de ponta. A capacidade produtiva do novo empreendimento será de 6 mil metros quadrados de mantas asfálticas por hora, em duas linhas de produção independentes. Para se ter uma ideia de sua capacidade, serão produzidos o equivalente a cin-
co estádios Maracanãs e meio por mês, por exemplo. A fábrica apresenta alto grau de automatização com equipamentos produtivos de última geração. Destaque para o completo sistema de controle ambiental que proporciona lavagem e incineração de gases. A escolha de construir uma nova unidade de produção na região Sudeste ocorreu em virtude da sua localização estratégica para uma logística de distribuição eficaz. A fábrica, que terá 33 mil metros quadrados, está inserida em uma área industrial de 270 mil metros quadrados e foi idealizada dentro de parâmetros sustentáveis que não prejudicam o entorno nem causam danos ao meio
ambiente. Por isso conta com um fluxograma de produção automatizado e um rigoroso controle de qualidade, que será implantado de acordo com normas nacionais e internacionais. “Como a Vedacit preza por uma responsabilidade socioambiental, cuidamos para que seja uma indústria que gera menos resíduos poluentes ao meio ambiente durante o processo fabril. Assim, para evitar desperdícios, elaboramos um projeto que contempla duas áreas de contenção de águas pluviais, que serão aproveitadas na linha de produção, além de um sistema de tratamento de água e resíduos”, esclarece Alexandre Baumgart, diretor da Vedacit. DIVULGAÇÃO
Volume de
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A empresa escolheu Itatiba, em São Paulo, para instalação de sua terceria fábrica
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri
FOTOS Arquivo EM TEMPO
REPORTAGEM Bruno Mazieri Daniel Jordano Sérgio Victor
REVISÃO Dernando Monteiro
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima
3 FOTOS: DIVULGAÇÃO
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Nosso público-alvo é a classe média, porém, nosso condomínio acaba oferecendo uma estrutura de empreendimento de luxo e assim não temos problemas para vender” Tony Bitar, coord. de vendas
Construtora Colmeia entregou a primeira fase do The Club em março e as unidades já estão todas vendidas
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Construtora Colmeia entregou no último no dia 24 de março a primeira fase do residencial The Club, a torre Seul, que fica localizado na avenida Tancredo Neves, no Parque Dez de Novembro. No total, serão cinco torres, e a segunda já está prevista para o segundo semestre deste ano. O coordenador de vendas da construtora, Tony Bitar, conversou com o EM TEMPO sobre as características sobre o diferencial e a característica das unidades. As torres têm oito andares, contando com o térreo, e oito apartamentos para cada um. As unidades são de dois a três quartos, com metragens que vão de 74,92 a 82,11 metros quadrados, além de duas vagas na garagem. A cobertura conta com três suítes, 157,40 metros quadrados e quatro vagas na garagem. De acordo com o coordenador de vendas, a torre já está 100% vendida.
“Nosso público alvo é a classe média, porém, nosso condomínio acaba oferecendo uma estrutura de um empreendimento de luxo e assim não temos problemas para vender”, diz Bitar. O The Club conta com gerador de energia para 100% do condomínio, revestimento cerâmica na parte externa, água aquecida a gás, sensor de barreira com feixes infravermelhos instalado no muro frontal e cerca elétrica instalada nos demais muros externos, circuito interno de segurança e outros itens. Acabamento “Nossos produtos têm um ótimo acabamento e isso nos diferencia. O que vimos é que houve uma safra de lançamentos que eram muito parecidos uns com os outros, onde, se mudássemos a pintura e botássemos o nome de outra construtora, não faria a menor diferença. Nós lançamos um produto com tamanho menor, porém, com uma estrutura de luxo. O cliente vai pra casa, pesa as vantagens e decide por nos escolher”, explica o coordenador de vendas. A segunda torre, de nome Barcelona, está prevista para ser entregue em julho ou agosto desse ano, e vai seguir os mesmos padrões.
diferencial
Empresa aposta no
Bitar aponta que o empreendimento apresenta os mesmos itens de lazer presentes em outros produtos, como piscina, academia e playground. No entanto, o profissional afirma que o diferencial se encontra na preservação e isolamento das áreas de lazer. “Nos outros condomínios essas áreas se misturam com tráfego de veículos e outros serviços”. Neste ano, segundo Bitar, a Colmeia vai focar na entrega das torres do The Club e a entrega das fases de próximos empreendimentos acontece apenas no ano que vem. “Ainda temos novidades a revelar sobre o Aquaville Residencial, que está em fase de construção, e tudo que podemos dizer é que estamos muito empolgados com o mercado em Manaus. Somos uma construtora que não estoca muitos produtos e que sabe enxergar oportunidades para satisfazer o cliente”, afirma. Localizado no Tarumã, espaço que possui uma grande concentração de área verde em Manaus, o Aquaville Residencial, possuirá apartamentos próximos ao rio Negro, com segurança e privacidade. Ele foi todo projetado para possuir instalações modernas, sem esquecer da funcionalidade.
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iante da forte tendência de desaceleração da economia no Brasil, a união de esforços de várias instituições ligadas ao setor comercial, especialmente ao segmento imobiliário, consolidou parcerias importantes para a criação de um cenário positivo de vendas do estoque de imóveis que o Amazonas possui. E essa união poderá ser conferida no evento Casa Nova Amazonas 2015, que será realizado de 10 a 12 abril, no Centro de Convenções do Amazonas Vasco Vasques, na avenida Constantino Nery, Alvorada. Um levantamento feito pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon) revela os valores do metro quadrado por quartos. Para imóveis de um quarto o preço médio ficou em R$ 4.652,93, o de dois quartos em R$ 4.774,93 e para quatro quartos de R$ 6.768,74, por metro quadrado. As áreas mais valorizadas de Manaus estão intimamente relacionadas com o a quantidade de serviços ofertados. Em ordem, as unidades mais caras estão no Adrianópolis, Ponta Negra, Parque 10, Nossa Senhora das Graças e Dom Pedro. O índice consolidado de Manaus é baseado
Evento fecha parcerias de
sucesso
A Casa Nova contará com os principais empreendimentos oferecidos na cidade, possibilitando geração de empregos
DIVULGAÇÃO
IGP-M
em dados fornecidos pelas 16 maiores incorporadoras do mercado local. O evento imobiliário contará com os principais empreendimentos oferecidos na cidade, o que vai possibilitar a geração de números reais e consolidados para uma pesquisa mais qualificada. Ofertas e vantagens vão envolver as principais marcas do mercado, contribuindo diretamente na liquidez dos produtos novos, ou estocados das construtoras. Para isso, paralelamente ao evento, palestras serão ministradas por especialistas do mercado nacional com a intenção de agregar valor aos processos de formação de profissionais preparados para atender a um mercado muito exigente. Detalhes O local dispõe de um espaço para cinco mil pessoas, divididos em cinco salões de 540 metros quadrados, além de salas de treinamento e reunião, mezanino e área externa com estacionamento para 250 carros. A entrada é controlada por catracas eletrônicas. Ao todo, serão montados 40 estandes de vendas com opções de gastronomia e diversão.
Carlos Célio carlos@investimento.net.br
Taxas cartoriais podem ter descontos
O resultado refere-se à coleta de preços feita entre 21 de fevereiro e 20 de março deste ano
Índice base acumula alta de 3,16% O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) encerrou o mês de março com alta de 0,98%. A variação ficou acima da registrada em fevereiro (0,27%) e abaixo da registrada no mesmo período do ano passado (1,67%). Nos últimos 12 meses, a taxa acumula alta de 3,16%, que é o índice utilizado como base de cálculo em renovações de contrato de aluguel. O resultado refere-se à coleta de preços feita entre 21 de fevereiro e 20 de março. Dois componentes do IGP-M tiveram elevações com taxas acima das registradas em fevereiro: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), qe subiu de 0,09% para 0,92%, e o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que passou de
1,14% para 1,42%. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou decréscimo, ao passar de 0,5% para 0,36%. Entre os itens do IPA que mais influenciaram o avanço estão as commodities (produtos primários com cotações no mercado internacional). Em média, as matérias-primas brutas aumentaram 2,02% revertendo o movimento de queda registrado em fevereiro (-1,32%). As maiores altas ocorreram nos seguintes produtos: soja em grão (de -6,39% para 8,30%); minério de ferro (de -3,52% para 1,19%) e milho em grão (de -1,08% para 3,75%). Em compensação, caíram os preços da mandioca (de
10,94% para -1,31%) e do café em grão (de 1,50% para -3,23%). A inflação do algodão em caroço diminuiu a intensidade de alta (de 6,41% para 0,49%). Em relação ao IPC, três dos oito grupos pesquisados apresentaram elevações, com destaque para habitação (de 1,19% para 2,93%), influenciado pela tarifa de eletricidade residencial (de 3,68% para 16,84%). Quanto ao INCC, a maior pressão foi exercida pelo aumento médio da mão de obra (de 0,26% para 0,31%). Os preços dos materiais, equipamentos e serviços perderam força, com alta de 0,41%, taxa menor do que a registrada em fevereiro (0,77%). Por Agência Brasil
Um benefício que existe há mais de 40 anos e muitos ainda não conhecem, é a lei que dá direito a 50% de desconto nos registros e na escritura do primeiro imóvel no cartório. O objetivo da lei é a regularização imobiliária. É a Lei nº 6.015/1973 (Lei de Registros Públicos), através do artigo 290, com redação alterada pela Lei nº 6.941/1981 quem determina isso nos seguintes termos: “Os emolumentos devidos pelos atos relacionados com a primeira aquisição imobiliária para fins residenciais, financiada pelo Sistema Financeiro da Habitação, serão reduzidos em 50%.” O brasileiro, quase sempre, quer ganhar vantagem em tudo, e quando se trata de taxa ou imposto foge, como o diabo da cruz. As taxas cartoriais na minha opinião é um assalto a mão armada e, muitos preferem fazer contrato de “gaveta”e não registra no cartório a transação, o que não é recomendável. O objetivo do desconto é possibilitar às pessoas que não deixem de realizar o registro da propriedade imobiliária, assegurando o direito pleno ao uso do bem, minimizando os riscos de discussões criadas por terceiros interessados no imóvel. Apesar de ser uma lei antiga, a maioria dos clientes do primeiro imóvel não possui conhecimento sobre essa possibilidade e deixam de solicitar ao cartório o desconto legalmente assegurado. Esse desconto é exclusivo para o pagamento dos emolumentos ou taxas de cartório, não atingindo o valor referente ao ITBI perante o Município onde o imóvel está localizado, bem
como outros impostos eventualmente incidentes conforme a legislação municipal. Mas há limitações nas concessões. A primeira exigência da Lei é que o imóvel seja o primeiro da pessoa. Além disso, o imóvel precisa ser necessariamente para fins residenciais e deve estar financiado pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que é a modalidade de crédito que conta com juros mais baixos no mercado. O comprador do primeiro imóvel que esteja enquadrado nas regras do programa do Governo Federal chamado “Minha Casa, Minha Vida” tem direito a desconto ainda maior, podendo variar entre 80% (oitenta por cento) a 90% (noventa por cento) sobre os emolumentos de cartório. E se a renda familiar mensal do comprador for inferior a três salários mínimos o registro da escritura (Contrato de Financiamento bancário) será realizado pelo cartório gratuitamente, conforme determina o caput, do artigo 43 da Lei nº 11.977/2009. Os limites para financiamento imobiliário pelas regras do SFH mudam de tempos em tempos e por isso o comprador deve consultar o limite vigente quando da compra do imóvel. O comprador que solicitar o desconto, desde que preenchidos os requisitos legais e não for atendido pelo cartório, poderá ainda registrar a situação perante a Corregedoria Geral de Justiça e se não der resultado, o comprador poderá ingressar com medida judicial para obrigar o cartório na concessão do desconto. Pense nisso! O seu futuro agradece.
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
O comprador do primeiro imóvel que esteja enquadrado nas regras do programa do Governo Federal chamado “Minha Casa, Minha Vida” tem direito a desconto ainda maior”
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ARQUITETANDO
paulo@adoromanaus.com.br
Oswaldo Santana: Hotel Casa Theatro
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arquiteto Oswaldo Santana define seu trabalho como um instrumento dentro da necessidade de um cliente. Apreciador do estilo contemporâneo, dentre as suas principais preocupações é o respeito ao meio ambiente que, segundo ele, é fundamental e de suma importância na arquitetura. Tem admiração e inspiração por projetos de arquitetos japoneses, por considerá-los ousados e visionários. Entre eles destaca Shigure Ban, também conhecido por suas construções de baixo impacto, utilizando estruturas leves, materiais descartáveis e com baixo custo de execução, apresentando sempre o novo e proporcionando reflexões sobre as formas convencionais. Ao ser perguntado sobre seu estilo, Santana responde que toda pessoa naturalmente deve ter suas preferências, porém quando se trata de um cliente, a primeira análise deve ser para descobrir qual é o estilo que ele se identifica. Segundo ele, a sustentabilidade veio para ficar, mas poucas empresas usam ou oferecem produtos sustentáveis no dia a dia. Sobre bom gosto e mau gosto o arquiteto percebe que tudo é relativo; o bom e o mau estão inseridos na vivência, na
Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e altadecoração
Arquiteto Oswaldo Santanna
Lounge estilo pergolado
época de cada pessoa, na educação e, até mesmo, no fator financeiro, poder aquisitivo. É possível gastar pouco buscando a sustentabilidade com o reaproveitamento de objetos em desuso, pintando integrando, transformando. Estar antenado, com novidades, feiras e produtos, sempre revelam novas perspectivas. Conhecer culturas e lugares diferentes, torna-se fonte de inspiração. Peças de decoração são adornos que podem trazer elegância ao ambiente, porém excessos prejudicam o resultado. Quanto a importância na concepção de um projeto arquitetônico de um hotel, é fundamental que a concepção de interiores tenha conforto, elegância e charme, procurando sempre respeitaro padrão e o hóspede.
Corredor para as escadas
Sala de espera mix do rústico e contemporâneo
Hall das escadas
Espaço de circulação de hóspedes
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FGV
As expectativas de curto prazo apresentaram queda de 7,3% e no mês anterior foi 4,7%
Confiança atinge menor patamar O Índice de Confiança da Construção recuou 8% em março, na comparação com fevereiro, atingindo 76,3 pontos, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Essa é a quarta queda consecutiva e o menor nível já registrado pela série, que teve início em 2010. As expectativas de curto prazo apresentaram queda de 7,3%. No mês anterior foi registrado 4,7%. O Índice da Situação Atual caiu 8,9% no
mês. Em fevereiro, a queda foi 9,9%. Os índices chegaram aos menores níveis da série. O item que mede as expectativas em relação à evolução da demanda nos três meses seguintes passou de 88,4 pontos para 83,8 pontos no mesmo período, representando uma queda de 5,2%. Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção da FGV, avalia que o nível de atividade do setor está caindo rapidamente. “O
Espelho de boas vindas na recepção
elemento inesperado está vindo do segmento de infraestrutura, porque, nesse caso, as dificuldades não estão relacionadas ao término de obras como no setor imobiliário, mas às obras que estão sendo paralisadas independentemente do estágio, o que tende a gerar um impacto ainda mais forte. E a percepção dos empresários é de que esse quadro tende a se agravar nos próximos meses”. Por Agência Brasil
O arquiteto considera a sensibilidade um dos dons mais importantes em seu trabalho, tempero que traduz em emoção e tenacidade”
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Rendimento de imóvel é baixo em 2015
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A expectativa é que a valorização dos imóveis acompanhe a inflação
O índice usado para reajustar os contratos de locação, o IGP-M, tem subido abaixo da inflação
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uem tiver dinheiro na mão para comprar um imóvel para morar pode fazer um bom negócio aproveitando o desaquecimento do mercado. Por outro lado, quem pretende investir em um segundo imóvel com o objetivo de ganhar com a valorização ou com a renda de aluguel dificilmente conseguirá ganhar muito além da inflação, afirmam especialistas. O índice geralmente usado para reajustar os contratos de locação, o IGP-M, tem subido abaixo da inflação oficial, medida pelo IPCA. Em São Paulo, há imóveis que estão alugados por preço inferior ao da última locação, afirmam consultores do setor. A expectativa dos especialistas é que a valorização dos imóveis, tanto novos quanto antigos, acompanhe a inflação, o que significa ganho real (acima da inflação) baixo para o investidor. “Não é um bom momento para a pessoa comprar esperando a valorização para ganhar na diferença de preço”, disse Marcelo Prata, presidente do Canal do Crédito, site de comparação de produtos financeiros. O aluguel perde até para a poupança entre alternativas de investimento pelos próximos 12 meses após desconto de Imposto de Renda (veja quadro acima). Já para quem pretende comprar para morar - e, portanto, não vê como prioridade retorno financeiro imediato na aquisição - há oportunidades de compra em três frentes principais, diz Celso Amaral, diretor da Geoimovel, empresa de monitoramento imobiliário. De construtoras com estoques cada vez maiores, precisando vender, de pessoas que compraram unidades na planta e não terão condições de arcar com o financiamento, e de proprietários querendo vender para fazer caixa. “Se o comprador tem o dinheiro na mão,
consegue fazer um bom negócio na compra da moradia, com desconto de 30% a 35% em imóveis novos”, disse. A assessora Priscila Silva, 40, pretende aproveitar a oportunidade para se mudar. Com um imóvel quitado na Chácara Santo Antônio (zona Sul de São Paulo), ela busca um apartamento maior ou uma casa de vila. “Meu marido e eu estamos olhando oportunidades e tentando conseguir um desconto”, diz. Já para quem tem só o dinheiro da entrada é melhor continuar no aluguel pelo menos até 2016. Isso porque o cenário para 2015 é de elevação dos juros, o que deve aumentar os custos. O planejador financeiro Ricardo Gomes da Silva diz que, em tempos de juros altos, deixar o dinheiro bem aplicado pode cobrir com folga o gasto com o aluguel e ainda inteirar o valor da entrada, ou mesmo do pagamento à vista de um imóvel no futuro. “Compensa ficar no aluguel e aplicar a diferença entre aluguel e a parcela de um eventual financiamento”, diz. “Com isso, é possível comprar o imóvel à vista em menos da metade dos 30 anos de um financiamento tradicional”. “Os imóveis vagos são muitos e o aluguel está pressionado para baixo. Isso só reforça a visão de que vale a pena ficar no imóvel alugado com o objetivo de comprar outro”, acrescenta. Por Folhapress
PESQUISA
REDUÇÃO
Custo cai em março e fica abaixo do mês passado
Atividade tem o menor nível dos 50 pontos, revelam queda na atividade e no emprego. Quanto mais distante da linha divisória, maior a queda. O indicador do número de empregados encerrou o mês passado em 36,4 pontos, com recuo de 10,1 pontos em relação a fevereiro de 2014, no índice mais baixo desde janeiro de 2011. Segundo a CNI, o desaquecimento está cada vez mais intenso e disseminado em todos os setores da indústria da construção e em empresas
de todo porte. A utilização da capacidade instalada ficou em 60%, nove pontos percentuais a menos que em fevereiro de 2014. A expectativa para os próximos meses continua negativa. Todos os indicadores para os próximos seis meses ficaram abaixo de 50 pontos, linha que separa o otimismo do pessimismo. O indicador de nível de atividade, que mede a intenção de ampliar a produção, chegou a 42,3 pontos.
O índice de novos serviços e empreendimentos caiu para 42 pontos. O indicador de número de empregados caiu para 41,7 pontos. O índice de intenção de investimento caiu pelo sexto mês seguido, alcançando 34,6 pontos, o menor dos últimos dois anos. A pesquisa foi realizada entre 2 e 11 de março com 600 empresas. Desse total, 191 são de pequeno porte, 267 médias e 142 grandes. Por Agência Brasil REPRODUÇÃO
A indústria da construção teve, em fevereiro, o menor nível de atividade nos últimos 5 anos, revelou a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador de atividade do setor atingiu 33,2 pontos no mês passado, queda de 11,7 pontos em relação a fevereiro de 2014. De acordo com a CNI, o indicador aponta retração acentuada na indústria da construção. Os valores da pesquisa variam de 0 a 100 pontos. Quando ficam abaixo
De acordo com a Confederação Nacional da Indústria, o indicador aponta retração acentuada na indústria da construção
O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) apresentou variação de 0,36% em março, ficando abaixo do aumento registrado em fevereiro (0,50%). Esse decréscimo ocorreu por causa dos materiais, equipamentos e serviços que passaram de uma alta de 0,77%, em fevereiro, para 0,41%. O valor pago pela mão de obra teve elevação média de 0,31%, acima do registrado no mês passado (0,26%). Nos últimos 12 meses, o índice teve alta de 6,95%. Nesse período, os materiais, equipamentos e serviços ficaram 5,76% mais caros e a mão de obra subiu 8,06%. Os dados são do levantamento mensal feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Das sete capitais onde é feita a pesquisa, quatro apresentaram índices de alta menores do que em fevereiro e em três ocorreram avanços nos preços. Salvador foi a capital que liderou os aumentos, com alta de 1,82%, o que representa mais que o dobro do índice de fevereiro (0,69% ). O motivo foi o reajuste salarial. O custo da construção do mercado também superou o do mês passado em Brasília, de 0,26% para 0,4%. No Recife, a variação foi 0,3% para 0,33%. Em Belo Horizonte, os preços subiram 0,25%, menos do que em fevereiro, que foi
0,42%. No Rio de Janeiro, o índice ficou em 0,16%, abaixo do registrado no mês passado, de 0,41%. Em Porto Alegre, a taxa passou de 1,15% para 0,54% e em São Paulo, de 0,43% para 0,06%. O resultado de março foi calculado com base nas variações de preços coletadas de 21 de fevereiro a 20 de março. Os cinco itens de maior influência de alta foram: ajudante especializado (de 0,15% para 0,40%), elevador (de 0,39% para 0,89%), servente (de
DETALHES
Das sete capitais onde é feita a pesquisa, quatro apresentaram índices de alta menores do que em fevereiro e em trës ocorreram avanços nos preços. Salvador liderou os aumentos 0,41% para 0,28%), esquadrias de alumínio (de 2,21% para 1,40%) e pedreiro (de 0,25% para 0,34%). Entre os cinco itens em baixa estão o cimento portland comum (de 0,09% para -0,70%), os condutores elétricos (de 0,16% para -1,28%), vergalhões e arames de aço ao carbono (de 0,25% para -0,07%), tubos e conexões de PVC (de 0,25% para -0,09%) e eletrodutos de PVC (de 2,34% para -0,29%). Por Agência Brasil
7 FOTOS: REPRODUÇÃO
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Otimização do uso do ar em
projetos A arquiteta Eliane Mesquita usa todo seu conhecimento para dar algumas dicas estratégicas de como usar o produto
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preciso bom humor para falar sobre ar condicionado. Vilão e mocinho, ele é o motivo de conversas acaloradas no ambiente corporativo. Se usado com sabedoria e ajustado às necessidades do projeto, a brisa suave e refrescante pode agradar a gregos e a troianos, todos os dias. A arquiteta Eliane Mesquita, referência na elaboração de projetos corporativos – de pequeno à grande porte - usa todo seu conhecimento, da elaboração do projeto ao acompanhamento de obra, para dar algumas dicas estratégicas de
e como usar de forma inteligente, aproveitando todos os benefícios dessa invenção maravilhosa. O profissional de arquitetura deverá avaliar bem o local e suas necessidades, para então, decidir o melhor aparelho. Independente do modelo escolhido - individual, parede, janela, central etc - é preciso pensar na disposição das mesas que os colaboradores irão ocupar. Não seria nada agradável passar o dia com o ar gelado nas costas ou no rosto. O projeto deve contemplar desde o estético e funcional, até o bem-
estar e a saúde de todos que usarão o espaço. Para garantir o conforto, a temperatura média deve ser de 24ºC para pequenos ambientes. Em espaços amplos, o indicado é deixar em torno dos 25ºC. Fique atento. O uso inadequado da regulagem de temperatura do ar condicionado pode gerar diversos problemas como sobrecarga de circuitos elétricos e nas linhas de distribuição de energia, diminuição da vida útil do aparelho, desligamento dos disjuntores de proteção das instalações do consumidor e de transformadores da rede elétrica.
REPRODUÇÃO
INVESTIMENTO
Após 1 ano na poupança, o ideal é procurar outros tipos de aplicação como o LCI e o DI
Entrada deve ficar em aplicação O dinheiro reservado ao pagamento da entrada de um imóvel deve ser mantido em aplicações de baixo risco, afirmam consultores. A poupança, que teve perda real de 0,64% em fevereiro - ou seja, perdeu para a inflação -, é uma opção a ser considerada se o horizonte de tempo for de até 1 ano, diz o planejador financeiro Ricardo Gomes da Silva. Acima desse prazo, o ideal é buscar outras aplicações conservadoras, em especial as que seguem os juros do governo (taxa Selic) como as LCI (Letras de Crédito Imobiliário, isentas de Imposto de Renda), fundos DI com taxa
baixa de administração e os CDB (Certificados de Depósitos Bancários) pós-fixados. Há ainda a versão prefixada (com taxa de retorno determinada no momento da compra) desses investimentos, que costumam ter taxas maiores para compensar o risco de alta dos juros. Ainda na renda fixa, os títulos públicos são uma alternativa que tem dado bom retorno, afirma o planejador Ricardo Gomes da Silva. “O investidor pode montar um planejamento em cima do Tesouro Direto. As NTN-B (Nota do Tesouro Nacional Série B), que são remuneradas por juros mais correção pelo IPCA
(índice oficial de inflação), são indicadas no atual momento de aumento do custo de vida”, diz. Já a renda variável deve ser evitada, a não ser em casos em que o horizonte de tempo do investidor seja acima de cinco anos. Nesse caso, uma opção para diversificar é aplicar em ETF (fundo com cota negociada na Bolsa), que replica um índice setorial, como de bancos e infraestrutura. Produtos atrelados ao setor imobiliário, como fundos imobiliários, devem ser evitados. A razão é que uma desaceleração do mercado pode provocar uma desvalorização desses ativos. Por Folhapress
Observações estruturais É importante avaliar também, possíveis mudanças estruturais como: alterações na fachada do prédio, capacidade da estrutura elétrica, oqual será ligado o ar condicionado, posicionamento adequado e dimensionamento correto da potência, BTU. Para que o aparelho não tenha o seu desempenho comprometido, o indicado é deixá-lo em locais com boa circulação de ar longe dos raios solares e de qualquer obstáculo que possa atrapalhar a circulação do fluxo de ar.
Outra dica importantíssima, acidentes com vazamentos de água costumam acontecer, portanto, não posicione o ar condicionado acima de equipamentos eletrônicos. É possível conciliar normas de segurança, de instalação com um projeto sofisticado e moderno; que atenda a todos os pontos solicitados pelo cliente. De todas as dicas, a mais importante é, sem dúvidas, o uso racional do ar condicionado. Devemos respeitar os recursos naturais. Por Eliane Mesquita
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MANAUS, DOMINGO, 5 DE ABRIL DE 2015