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Imóveis & Decor - 4 de outubro de 2015

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MANAUS, DOMINGO, 4 DE OUTUBRO DE 2015

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Como tornar um banheiro

acessível a todos Uma das principais demandas de portadores de necessidades especiais é adaptar os banheiros. No entanto, para obter êxito nesse tipo de obra, é preciso algumas dicas

POR FRED SANTANA

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s pessoas portadoras de necessidades especiais ganham cada vez mais condições de ter uma vida autônoma com a tecnologia. Em se tratando de ambientes, um dos principais quesitos é adaptar os banheiros aos usuários que necessitem dessas mudanças. Para obter as sugestões mais precisas, a reportagem de EM TEMPO consultou três arquitetos para saber mais sobre o assunto. Um ambiente é considerado acessível se dispuser de todos os equipamentos necessários para proporcionar total autonomia aos seus usuários, considerando as diversas limitações de um indivíduo portador de necessidades especiais (PNE), independente de qual for a sua deficiência. Portanto este é um quesito essencial ao projetar espaços públicos. Essa abordagem, refere-se à acessibilidade em banheiros residenciais, onde já se sabe as reais necessidades do indivíduo. “Do ponto de vista legal, a acessibilidade é obrigatória em locais públicos e áreas comuns de condomínios residenciais. Portanto em se tratar de um imóvel privado, no qual poderiam habitar indivíduos sem qualquer limitação, o (PNE) tem a opção de buscar um imóvel que já atenda às suas necessidades, ou adaptar o imóvel escolhido a elas, tornando o proprietário isento de qualquer obrigação quanto a isto, de acordo com a lei nº 13.146, de julho de 2015 (institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência - Estatuto da Pessoa com Deficiência)”, explica a arquiteta Malu Lisboa. “Construções de imóveis residenciais (casas e apartamentos), quando financiadas pelo poder público (Minha Casa, Minha Vida, CDHU, etc) devem ter

Ao ser adaptado, o banheiro para pessoas com deficiência precisa seguir algumas normas

5% das unidades acessíveis e localizadas no pavimento térreo, quando em prédios”, completa o arquiteto urbanista Robson Gonzales. Custos Os custos para adaptar um banheiro podem variar entre R$ 2 mil e R$ 4,5 mil, de acordo com a linha e o fabricante especificados agregando os itens essenciais como bacia e assento sanitário, barras de apoio em inox, cadeira para banho e lavatório suspenso. Existem no mercado, também, equipamentos opcionais como alarmes e interfones para casos de emergência. Para elaborar um projeto arquitetônico e fazer qualquer adaptação, deve-se consultar a norma da ABNT - NBR 9050, referente a essa questão, porque é nela que ficam esclarecidos todos os parâmetros indispensáveis para uma boa execução e funcionalidade do projeto. Cuidados Como em toda construção, o mais indicado é recorrer a um profissional para a execução de qualquer projeto arquitetônico. “O ideal é que seja contratado um arquiteto especializado na área, pois vemos aqui em Manaus supostas adaptações que não atendem com qualidade a pessoa com deficiência”, alerta a arquiteta Juliana Gomes. “Ao procurar um imóvel para aluguel, as adaptações devem ser negociadas com o proprietário, mas em geral, ficam a cargo do inquilino, e que também deverá entregar o imóvel nas mesmas condições (sem adaptação), no momento do encerramento do contrato. As leis e normas de acessibilidade são aplicadas em locais de uso coletivo ou público, para locais de uso privado (residências) elas não têm validade”, explica Robson Gonzales.

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Instale o arcondicionado da maneira certa

Malu Lisboa ressalta acessibilidade obrigatória em locais públicos e áreas comuns de condomínios residenciais

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CALOR


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Água nossa de cada dia Pequenas atitudes do dia a dia podem evitar sérios problemas de saúde na hora do consumo

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pesar da água recebida em casa ser tratada e potável, não custa redobrar os cuidados na hora do consumo. A água que bebemos todos os dias de galões, filtros e até mesmo do purificador pode conter vírus ou bactérias, mesmo estando aparentemente limpa ou sem gosto. A qualidade da água em São Paulo, por exemplo, tem sido questionada desde a crise hídri-

ca. Segundo dados do Programa Municipal de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano, a média de amostras “insatisfatórias” recolhidas passou de 3,49% - antes da crise hídrica - para 12,32% em maio deste ano, o triplo do padrão considerado ideal. O consultor Guilherme Braziel, da empresa Nautika, listou alguns cuidados fundamentais para evitar problemas de saúde.

lembrar que o filtro precisa ser trocado. A limpeza é indicada pelo fabricante. Alguns indicam higienizar com a própria água do aparelho e outros com hipoclorito. Uma dica para saber se está na hora de fazer a limpeza é observar o fluxo da água. Se estiver menor que o usual, é hora de realizar a troca o filtro. Não é recomendado consumir a água após um período muito longo com o mesmo filtro.

Limpeza dos purificadores: fique alerta Para quem tem purificador de água em casa, é importante

Solução rápida e prática As pastilhas saneantes tornam água de origem desconhecida ou duvidosa em potá-

vel, pronta para o consumo. A Clorin, por exemplo, é fácil de achar e custa em média R$ 15 reais (embalagem com 30 pastilhas). Sua base é composta por cloro orgânico e não deixa sabor ou cheiro. Cada pastilha de Clorin filtra de 500 ml a 1 litro de água. É uma alternativa utilizada para higienização dos alimentos e também por esportistas - para atividades externas como camping, ca-

minhadas, passeios na praia e parque. Filtros à moda antiga O filtro de barro ainda é muito utilizado. Ele é um item que remove somente pequenas sujeiras presentes na água potável, não removendo micro-organismos que podem causar algumas doenças. Se você costuma utilizar esse tipo de filtro, vale atenção redobrada. Ferver o líquido antes de encher o recipiente pode ser uma alternativa. A troca do filtro precisa ser feita geralmente de 6 em 6 meses.


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ARBORIZAÇÃO

ideal para amenizar o tempo seco Não importa onde – casa, condomínio ou estabelecimentos comerciais –, o plantio de árvores é sempre bem-vindo no jardim

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verão está chegando ao seu auge, e junto com ele vem o clima quente e abafado da estação mais alegres do ano. Isso significa que chegou o momento certo para o plantio e cultivo de árvores, que não apenas deixam as áreas urbanas mais bonitas e belas, mas também ajudam na saúde e bem-estar. A arborização é ideal para amenizar o clima seco e quente, melhorando a qualidade do ar, trazendo mais sombreamento e frescor, diminuindo a poluição e o excesso de ruídos causados em grandes cidades. Mesmo assim, ninguém pode sair plantando qualquer espécie nas calçadas. A arquiteta Daniela Sedo, especialista em paisagismo, explica que, se for dentro do terreno de uma casa, o plantio de árvores é livre; em condomínios residenciais e comerciais o plantio de árvores pode ser

feito se for de comum acordo dos proprietários. “Nestes dois casos, o ideal é a contratação de um paisagista, que faça um projeto que se encaixe no perfil do local, nas condições de solo, insolação e outras preocupações que devem ser levadas em conta, como jardins sobre lajes de garagem e a altura das copas das árvores - que podem reduzir a claridade interna nos apartamentos mais baixos”, indica. Já em calçadas de ruas de bairros ou cidades é necessário consultar o departamento de meio ambiente regional ou consultar as regras da prefeitura ou subprefeitura, que podem variar dependendo da localidade. Conhecimento técnico A especialista ressalta, ainda, que o planejamento ornamental no plantio de árvores exige cuidado e conhecimento técnico para que elas não se tornem impróprias ao local, depois de crescidas. “Para isso, as espécies devem ser muito bem escolhidas, pois a ausência de um plano antecipado pode ocorrer na quebra da calçada, danos à rede elétrica e no comprometimento de edificações. Caso a calça-

da não seja feita totalmente com cobertura vegetal e tenha pisos ou cimento, ela pode prejudicar o desenvolvimento da espécie”, diz. Por conta disso, os canteiros para plantio de árvores em calçadas devem ser permeáveis para um melhor desenvolvimento da planta. O espaço deixado para raiz e tronco se desenvolverem deve ser de pelo menos 1x1 m, variando de acordo com

a espécie, pois geralmente canteiros menores acabam prejudicando o crescimento da planta e das raízes. “A definição das espécies de um projeto paisagístico dependerá do clima da região, do tamanho do local e do objetivo da área verde. Para evitar problemas c o m fiações subterrâneas, são recomendadas

espécies com raízes menos agressivas. Algumas árvores frutíferas podem ser uma boa opção, como por exemplo, a laranjeira, a mexeriqueira, a pitangueira e a romãzeira que são menores; já a macieira, o kiwizeiro ou a amoreira são mais rústicas com raízes invasivas”, aponta Daniela. Estilo Segundo a arquiteta, cada jardim pode ter um estilo diferente, como o “clássico”, composto por mudas podadas, como buxinhos, murtas e azaléias, além de pinheiros como a kaizuca, mais solicitada neste tipo de paisagismo. “Outro estilo muito utilizado é o ‘tropical’, com espécies de folhas largas e flores em boa parte do ano, onde são utilizadas palmeiras, alpinas, heliconias, philodendros, dentre muitas outras

Antes de plantar uma árvore, consulte um especialista em paisagismo para saber qual a espécie mais indicada

classes tropicais. A escolha de diferentes espécies com alturas diversas tornam o paisagismo visualmente agradável e harmonioso, inclusive em relação à arquitetura da construção”, explica Daniela Sedo. Mas não basta plantar, é necessário fazer uma manutenção com podas corretas mensais para conter o crescimento. Por questão de segurança, quando as copas das árvores próximas à rede de energia estiverem sem manutenção há muito tempo, e estiverem atingindo os fios elétricos, deve-se chamar a concessionária de energia da cidade solicitando a poda. “Hoje é possível contratar um trabalho especializado de manutenção terceirizado, que cuida para que o paisagismo permaneça sempre bonito e verdinho”, finaliza.


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Só ele Não adianta nada comprar aparelho de ar-condicionado top de linha se a instalação não for feita da maneira correta POR ASAFE OLIVEIRA

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A instalação correta permite um melhor rendimento do aparelho

as últimas semanas os termômetros na capital do Amazonas registraram temperaturas altíssimas como 38ºc, e até 41ºc. Com isso o uso de um aparelho de ar-condicionado já se tornou uma necessidade básica em escritórios, e principalmente em casas e apartamentos de Manaus. É possível lembrar de uma ocasião onde alguém reclama do calor, e da famosa frase “esse ar-condicionado não gela”. Mas para aproveitar o funcionamento pleno do condicionador de ar é preciso seguir algumas dicas que ajudam a desfrutar do conforto de um cômodo refrigerado, além da economia por ter comprado o aparelho ideal. De acordo com o eletricista Reinaldo das Chagas Lima, 43, a maior parte dos consumidores não tem um total rendimento do ar-condicionado adquirido, pois segundo ele, o erro começa na hora de escolher, e comprar o aparelho na loja. O eletricista que já soma 23 anos de experiência no ramo, conta que é preciso escolher a potência do aparelho visando o tamanho do cômodo onde o mesmo será instalado. “Na região Norte – onde as temperaturas estão ultrapassando o que já estávamos acostumados – em um cômodo de nove metros quadrados será necessário um aparelho de 12 mil BTUs”, afirmou Lima ao ressaltar que não basta apenas comprar o aparelho de potência correspondente ao tamanho do cômodo, porém o eletricista observa que, para assegurar o bom rendimento, o aparelho deve ficar cerca de 30 ou 40 centímetros abaixo do teto. Isso para o ambiente que tenha pelo menos três

metros de altura. Outra dica importantíssima para usufruir do que o aparelho de ar-condicionado split tem a oferecer de melhor, é o tipo de fiação a ser usada. O eletricista explica que os condicionadores de ar precisam de uma fiação própria para uma ligação 220v. “Cada aparelho tem sua determinada potência, cada potência tem um determinado cabo. É preciso ter atenção na hora da instalação da máquina, e fazer sua ligação com muita segurança. Para não causar esses incêndios como o do centro da cidade, a fiação tem que ser compatível com

INVENTOR Os aparelhos de arcondicionado atuais provêm de uma criação do engenheiro norte-americano Willis Carrier. No ano de 1902, ele inventou um processo mecânico para condicionar o ar, tornando realidade o almejado controle climático em ambientes fechados a carga”, observou. Lima conta que ao decorrer dos anos de experiência que adquiriu no ramo, percebeu que as inovações tecnológicas vêm ajudando o consumidor a escolher, de uma melhor maneira, o aparelho ideal para o uso do dia a dia. Ele afirma ainda, que uma dessas inovações tem sido os aparelhos com tecnologia inverter, pois de acordo com ele, são mais eficientes e consomem menos energia que os aparelhos convencionais, possibilitando assim um maior conforto e satisfação. Outra dica do eletricista é no tempo em

que o condicionador de ar fica ligado. “Usar demasiadamente todos e quaisquer equipamento estraga. As famílias devem apenas usar o necessário para que a vida útil do aparelho se estenda”, explicou Reinaldo Lima. Dicas preciosas Alguns passos importantes devem ser observados e seguidos no processo de instalação do aparelho. De acordo com o subgerente da empresa “Paku Refrigeração”, Matheus Oliveira, 22, ao instalar os condicionadores de ar tipo Split é necessário fazer o cálculo de carga térmica do ambiente. Segundo ele, é preciso, também, medir distâncias entre a unidade condensadora (unidade externa) e evaporadora (unidade interna), verificando a quantidade de tubo de cobre, isolante de tubo, cabos e tubo de dreno. Oliveira afirmou ainda, que o ponto de alimentação do equipamento deve ser 220v, e é necessário ficar atento a hidráulica (drenagem da água) do equipamento. Além de todo esse processo, Oliveira conta que é bom ficar atento a cuidados na hora de instalar a unidade externa do aparelho. As dicas do especialista são: não instalar ao lado oeste do cômodo; não instalar próximo a fontes de calor, exaustores ou gases inflamáveis; não instalar em locais com ventos predominantes ou expostos a poeira; não instalar em locais sujeitos a chuvas fortes, em locais com umidade, irregulares ou desnivelados, em locais isolados do ambiente externo; e não instalar com distância e desnível maior que a capacidade que a máquina suporta.


salva! Tecnologia que ajuda a economizar Por falar em economizar com a tecnologia inverter, a empresa LG eletronics do Brasil lançou, na última terça-feira (22), o simulador de capacidade para condicionadores de ar, que poderá ajudar o consumidor a economizar até 60% na conta de energia. A inovação veio com intuito de driblar a crise econômica e aproximar o consumidor do produto inverter. Segundo o especialista de

ar condicionado residencial, Carlos Estevam, essa ferramenta existe em três lugares diferentes, disponível para quem quiser usufruir. “Para aparelhos do sistema Android poderá ser encontrada na Google Play, para computadores poderá ser acessado na página da LG, e para os aparelhos de sistema iOS estará à disponibilidade na página da LG na versão web mobile”, explicou Estevam.

O simulador de capacidade ajuda a escolher o aparelho de ar ideal para cada residência, escritório, e até grandes espaços. Carlos explica que na ferramenta do simulador o consumidor entra com os dados do ambiente que ele deseja condicionar – informa comprimento do local, tipo de iluminação, e período que o sol invade o ambiente, além de quantidade de pessoas e

aparelhos que geram calor, como computador, televisores, e frigobar ou geladeira -, então lhe será indicado o produto recomendado. “A diferença dessa ferramenta é que além de indicar o equipamento recomendado, no ar condicionado que for de tecnologia inverter, será indicado, também, o quanto será economizado em energia elétrica” observou o especialista.

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Classe C não sabe que tem crédito para financiamento Estudo mostra que falta de informação sobre modalidades de programa habitacional é barreira para consumidor

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em só de notícias ruins vive o mercado imobiliário e o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Essa é a ideia central de um estudo divulgado no último dia 25, durante a 15ª Conferência Internacional de Real Estate, na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. A autora mostra que duas modalidades (faixa 2 e 3) dentro do programa habitacional seguem competitivas. “A principal peculiaridade do trabalho com público que pode comprar imóveis do faixa 2 e 3 do MCMV, cujo teto é de R$ 190 mil, é a necessidade de informá-lo de que há crédito e que possível adquirir um imóvel agora. O programa do governo federal é uma oportunidade única para esse fim”, explica Cecília Cavazani, autora do estudo “Estratégias para a Classe C: considerações sobre marketing e vendas para a nova classe média”. Cecília, além de pesquisadora, é advogada e trabalha na construtora de sua família, a Cavazani Construtora, especializada em imóveis para a classe C que atua em Guarulhos, na Grande São Paulo. Ela afirma, no entanto, que dentro do cenário atual é preciso driblar o volume imenso de informações negativas e chegar até o cliente potencial, que se afasta do sonho de comprar a casa própria porque não sabe que há crédito direcionado e suficiente. Em números De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, mais da metade da população brasileira hoje pertence à classe C. A renda mensal familiar desse

estrato social varia entre R$ 1.064 e R$ 4.591, o que resulta em cerca de 108 milhões de pessoas. Cecília explica que há crédito para essas duas modalidades porque os recursos não dependem de governo, são do FGTS. O faixa 2 é voltado para famílias com renda de até R$ 2.700, com taxas de juros de 6% ao ano. Já para as famílias com renda de até R$ 3.600, os juros são de 7% a.a.. Para os imóveis da faixa 3, famílias com até R$ 6.500 tem os juros anuais 8%. O teto por unidade é R$ 190 mil, mas deve ter atualizações para cima, segundo informou no dia 10 de setembro o Ministério das Cidades. “Vemos apenas notícias ruins sobre o programa do governo e a venda de imóveis. Mas tem duas modalidades do programa vendendo de forma satisfatória. Os nossos estoques estão em torno de 15% e estamos lançando um novo empreendimento com 500 unidades neste ano”. Outro dado que Cecília destaca é a taxa de inadimplência no programa. “No faixa 1 (voltado para a baixa renda, com mais de 90% financiados pelo governo federal), a inadimplência é de 22%, enquanto nos fixa 2 e 3 é atualmente de 2%”, aponta. Mas é importante destacar que o modelo de negócios da construtora de Cecília utiliza capital próprio e não depende de financiamento. “Crédito está bem escasso

para empresas, usamos os próprios ganhos para reinvestir. O comprometimento com a liquidez é o que tem feito empresas quebrarem. As pequenas empresas de construção não deveriam ter de depender de crédito”, completa a especialista. Financiamentos Dados do Canal FGTS confirmam o que diz o estudo: até o dia 3 de setembro, R$ 33,8 bilhões do FGTS foram utilizados para financiar 351.697 unidades habitacionais populares no País. O número é superior aos R$ 30,2 bilhões em empréstimos para construção, com esses recursos, de 320.185 unidades em todo o ano de 2014. “Falta crédito para o faixa 1, cujos recursos são do caixa do governo”, detalha Cecília. O FGTS fechou 2014 com um volume de ativos que totalizaram R$ 410,4 bilhões, além de patrimônio líquido que alcançou R$ 77,5 bilhões. A contratação de subsídios chegou a R$ 7,89 bilhões, sendo a maior parte destinada aos trabalhadores com conta vinculada.

Estratégias de marketing Segundo o estudo, como as margens de empreendimentos para a classe C são muito justas, para manter os custos dentro do valor do imóvel, do terreno, dos insumos, as estratégias de marketing não podem ser luxuosas como a das outras faixas de preço. “Precisamos focar em mostrar as notícias boas para nosso público sobre como comprar, como obter crédito. Além disso, precisamos gerar o sentimento de pertencimento. Por exemplo, no apartamento

que temos em exposição na nossa central de vendas eu não tenho uma TV curva porque a classe C não é o público para ela.” Outras armas da propaganda para esse tipo de empreendimento, explica Cecília, é a utilização de transmissão de informações via dispositivos móveis como smartphones e tablets e site responsivos e contato online pelas redes sociais. “Temos uma loja da construtora, que funciona como uma central de vendas no bairro de Bomsucesso. Lá,

nossos clientes podem ver como são as unidades. O segmento econômico não consegue ter um decorado – a não ser que seja uma grande empresa, como a MRV, Rossi, que têm grandes orçamentos para investir nas vendas – por isso, usamos a loja como um centro popular, onde temos unidades ilustrativas, com 45 metros quadrados, o layout da planta, a sacadinha. A classe C é o melhor público atualmente e há crédito dentro do MCMV para essa faixa de renda”, garante Cecília.


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Arquitetando XA

Paulo Ricardo Sachs

Necessariamente, não necessitamos pagar caro por produtos de valor agregado: a Importadora Luanjo é um achado em Manaus”

Atuante no mercado nacional de móveis e alta decoração

FOTOS: PAULO RICARDO SACHS

Importadora Luanjo: decorando com baixo custo

pauloricardo@pauloricardosachs.

Tapetes e capachos: luxo acessivel

Luís Eduardo Brandão: empresário jovem e astuto

Importadora Luanjo: a fachada

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Lustres: uma pechincha

Tintas: ponto forte e atrativo da Luanjo

Timão: várias opções no segmento naval

Importadora Luanjo foi fundada em 1972 por Luiz e Joaquim Achisio, resultando na grande marca que iniciou seu negócio no ramo de material de construção no Educandos. Vendas diretas na década 80 para o interior, através de embarcações com vendedores especializados foram um marco nesta trajetória. No decorrer dos meados 80 para 90, adquiriram mais três lojas nos arredores, perfazendo uma trajetetória continua e linear. Mas foi no ano de 2000 que marcou o retorno ao Brasil do filho e sobrinho, Luiz Eduardo Brandão, jovem com MBA Internacional em Comércio Exterior, que passou a assumir um importante papel no negócio da família. Neste dado momento do projeto, Luís Eduardo revelou a importância do desenvolvimento do branding da marca. Visualizou o desenvolvimento de um grande CD no Educandos, onde funcionava o antigo C.O. Iniciou-se um número maior de importações com foco em produtos navais, prezando sempre, produtos de qualidade a preços extremamente competitivos e acessíveis. Um marco no crescimento do faturamento e expansão dos negócios, dando ênfase sempre a valorização do bairro de Educandos, o que é considerado um fator de respeito a cidadania manauense. O grande job de Luis Eduardo Brandão tomou-se um conceito constante em busca da inovação. Frequentafor assíduo de feiras em Cantao, na China, mudou seu olhar sobre o mix de produtos que a Importadora Luanjo poderia oferecer a seus clientes. Luís Eduardo comenta que nesta época, as ferramentas chinesas eram um grande boom do momento, e talvez, uma grande oportunidade. Ledo engano. Pecou na qualidade. Erradamente, confessa. Aprendeu a selecionar sua aposta nas ferramentas e ser mais metódico em suas escolhas. Visitas constantes às fábricas começaram a vislumbrar outras oportunidades,

fechando desta forma, parcerias com empresas chinesas e coreanas. Seus olhar um tanto clínico, imprimiu uma linha de produtos de acabamentos e decoração tais como: lustres de cristal, louças sanitárias diferenciadas e metais com preços absurdamente acessíveis. Repito: absurdamente acessíves e de alta qualidade. Dentro de sua inquietude Luis Eduardo procurou inovar mais uma vez abrindo então a atual loja mãe, em 2014, em uma área de 4500 m2, uma grande loja de varejo, agregando um novo mix como: utensílios, decoração e artigos navais técnicamente inovadores e lowfare como: sinalizadores para embarcações que funcionam a luz solar, não necessitando fiações e toda mão de obra que um item necessário como este poderia trazer. Hoje o Grupo Luanjo emprega diretamente quase 100 funcionários, atendendo todos os bairros da capital, incluindo uma forte presença no interior do Amazonas através de uma ampla equipe externa bem treinada por Luis Eduardo. Tintas, produtos navais, revestimentos cerâmicos, materiais elétricos, lâmpadas, ar-condicionados, ventiladores, abat-jours, ferramentas, telhas, constituem um vasto mix de materiais de contrução e acabamentos que uma obra necessita, que conta hoje com mais de 10.000 itens. A Importadora Luanjo localiza-se na Avenida Leopoldo Peres, 305 – Educandos, fone 3624.4588. Possui o serviço de entrega grátis. Dentro dos próximos passos, está prevista a ampliação das atuais instalações, expansão das conveniências e novidades no mix de iluminação. Fica a dica, preços competitivos, produtos bacanas para sua obra estão lá. Vale a pena conferir.

Vasos sanitários cerâmicos coloridos: inovação globalizada

Ferrmentas: linha desenvolvida na China com a marca própria Lutools Cerâmicas: opções variadas e centradas a baixo custo

Cadeiras Thifany: preços acessíveis

Sinalizadores para barcos: movidos à luz solar


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Cuidado especial com as roupas de cama e banho As peças precisam de tratamento especial na lavagem para garantir a higienização correta e vida útil prolongada

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odo mundo quer deitar na cama e se surpreender por aquele cheirinho gostoso de limpeza, ou se enrolar naquela toalha perfumada depois do banho. Essas peças, porém, precisam de um tratamento especial na hora da lavagem. Por conta disso, fique atento às dicas para ajudar a cuidar das suas roupas de cama e banho.

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Não deixe as peças de molho por mais de duas horas, esse é o tempo ideal para a retirada das manchas mais profundas sem danificar o tecido.

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Lave peças de acordo com a cor e tipo de tecido, como algodão, linho ou seda. A mistura de cores

pode manchar as roupas, o ideal é separar as brancas das coloridas. Por outro lado, a mistura de tecido pode acabar estragando as fibras mais delicadas, como seda e linho.

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Antes de lavar peças mais pesadas, como edredons, mantas, colchas ou cobertores, é necessário certificar-se que a máquina de lavar suporta o tamanho e peso. Acomode a peça com cuidado para evitar rasgos no tecido e embolamento durante o processo de lavagem.

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Na hora da secagem, o indicado é que as roupas estejam na sombra e em local arejado, pois a exposição ao sol pode colaborar para aquele

desbotamento indesejável.

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Evite guardar as roupas úmidas, pois isso pode facilitar o aparecimento de mofo.

Para manter seus lençóis e fronhas ainda mais cheirosos e protegidos, guarde-os em saquinhos. Já para edredons, mantas, cobertores e colchas a sugestão é embalar a vácuo, porque permitem um perfeito estado de conservação.

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Ter cuidado na hora de lavar e secar as roupas de cama é fundamental para obter os melhores resultados da lavagem, garantindo a perfumação de suas peças e muitos momentos gostosos para você e sua família.

Separe as peças por tipo de tecido e cor, a fim de evitar manchas e outras surpresas desagradáveis

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri

REPORTAGEM Asafe Oliveira Fred Santana

FOTOS Arquivo EM TEMPO

REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva

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