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Imóveis & Decor - 3 de maio de 2015

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Hora da mudança Cuidados antecipados podem evitar problemas, como a quebra de objetos, por exemplo, durante todo o transporte de mobília para a casa nova

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ma mudança representa a realização de um sonho para centenas de pessoas, um momento que gera a ansiedade da “casa nova”, mas também pode representar muita dor de cabeça, caso algumas medidas não sejam tomadas. Saber escolher a empresa contratada e manter uma organização antecipada pode garantir uma mudança mais tranquila. Na internet há vários sites especializados onde é possível, inclusive, marcar online uma mudança. A publicitária Raysa Nunes, 23, morava em São Paulo e voltou para Manaus na semana passada. A principal providência, segundo ela, é buscar referências da empresa transportadora. “Eu tenho muita coisa frágil, então a preocupação era maior. A primeira coisa que eu fiz foi buscar o CNPJ da empresa e ver referências. Tudo demorou 15 dias para chegar, mas estava

dentro do prazo e deu certo”, diz. Além de ver a procedência, como fez Raysa, é preciso também verificar se empresa já fez serviços especializados, como mudança de apartamentos. De acordo com o decorador e arquiteto Edgard Noronha, o tamanho do novo imóvel deve ser observado. “Em alguns casos, o que se observa é que os apartamentos ficaram menores, os vãos de passagem e circulação também, impedindo assim a entrada de determinados utensílios ou móveis que precisam ser içados por meio de serviços especiais. É necessário que se faça um orçamento prévio com pelo menos três empresas e que se tenha informações importantes para que estas empresas possam passar seus orçamentos mediante solicitação e obstáculos que terão pela frente”, afirma. Ainda é necessário planejamento e organização na hora de separar os itens de cada cômodo, encai-

xotá-los e etiquetá-los para que tudo não se transforme em uma grande bagunça. “O planejamento e a organização são fundamentais para poder reduzir o caos antes, durante e depois do dia da mudança. O ideal é começar a embalar os objetos de um cômodo por vez, pelo menos uma semana antes da data prevista para o transporte dessa mudança. Se deixar para embalar tudo na véspera pode comprometer a organização”, explica. “Louças, cristais e demais utensílios e itens de pouco uso no dia a dia, podem ser embalados com certa antecedência. Quanto mais preparado emocionalmente e fisicamente estiver, menos desgaste sentirá e mais cedo poderá instalar-se e aproveitar a nova casa e, muitas vezes, a nova comunidade”, relata. Fragilidade Papelão, plásticos resistentes e engradados de madeiras são as embalagens mais adequadas para proteger móveis e os eletrodomésticos como microondas e máquinas de lavar. É preciso atenção aos materiais mais frágeis. “Por menor que seja o volume na mudança, sempre é bom ter materiais de apoio para embalar os objetos como caixas de papelão para acomodar livros, CDs e DVDs, utensílios de cozinha e louças. Plástico bolha deve ser usado para envolver itens como geladeira, fogão, microondas e a TV, que podem sofrer danos com

o transporte”, antecipa. Para ele, a organização das roupas deve ser feita conforme o uso. “Em ambientes como o dormitório, é necessário que se separe roupas, sapatos, bolsas, enxoval e outros, sempre dando prioridade para as peças de menos uso, deixando por último o que não consegue ficar sem até o dia da mudança. Na cozinha, a geladeira é a última a sair e a primeira a entrar na nova residência, visto que precisamos dela para gêneros de primeiro consumo’’. Perfil As mudanças em Manaus ocorrem principalmente no período de férias escolares no mês de julho e entre os meses dezembro até início de fevereiro. É o que a afirma a vice-presidente do Sindicarto dos Corretores de Imóveis do Amazonas (Sindimóveis – AM), Jane Jane Picanço. Logística e redução do custo com transporte são apontados por ela como fatores determinantes. “As mudanças sempre ocorrem com mais frequência nesse período de férias escolares e, geralmente, são pessoas que moram alugado. Os pais levam em consideração a logística e procuram imóveis perto das escolas dos filhos ou perto do trabalho. Isso também ocorre com militares que são transferidos e chegam em outubro, para procurar imóveis, e as famílias entre dezembro e fevereiro, antes do início das aulas”, finaliza.

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Caixa muda financiamento para residências usadas nes Negócios Imobiliários, por ora, não deve afetar os demais bancos, que poderão ser uma opção para os compradores. Com a nova alteração, segundo ela, eles estarão em um patamar de igualdade competitiva com a Caixa. Mudança O Sistema Financeiro de Habitação regula a maioria dos financiamentos imobiliários no Brasil e usa recursos do FGTS ou da poupança. A mudança da Caixa vale apenas para financiamentos com recursos da poupança. O limite que o consumidor pode parcelar vai cair dos atuais 80% para 50% do. O restante do valor deverá ser pago como entrada. Para financiamentos usando recursos do FGTS, as regras não mudam. O SFH envolve operações com imóveis de até R$ 750 mil em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal; nos demais Estados, o valor é de até R$ 650 mil. O Sistema Financeiro Imobiliário rege as operações que não se enquadram no Sistema Financeiro de Habitação. Para essas operações, a Caixa irá reduzir o limite de parcelamento de 70% para 40% do valor”. Por Folhapress

As mudanças da Caixa Econômica Federal não se aplicam ao programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida

LOCAL

Planejamento pode evitar problemas Na cidade de Manaus, não são raros os casos de ruas alagadas por causa desse período chuvoso. Além dos prejuízos nas residências e comércios, as enxurradas também acabam danificando o asfalto, resultando em vias esburacadas. Por isso a necessidade de planejar empreendimentos imobiliários preparados para essas situações. O projeto dos residenciais Alphaville leva todas essas necessidades locais em consideração, pensando no bem-estar dos moradores e no meio ambiente, com uma estrutura de drenagem que

funciona em harmonia com os recursos hídricos. Ao visitar um residencial da marca, as pessoas podem verificar que não há água empossada nas ruas, muito menos buracos abertos por conta de enxurrada. Isso ocorre pela qualidade da capa asfáltica e dos materiais usados na construção e pelo minucioso planejamento de desníveis no solo, que escoam a água para a tubulação que lhe dará um destino apropriado. Tudo seguindo as normas técnicas e diretrizes municipais. Empreendimento Com mais de 40 anos de

atuação, a Alphaville leva a todo o Brasil uma proposta exclusiva de planejamento urbano, por meio do desenvolvimento de empreendimentos horizontais que conciliam preservação ambiental, infraestrutura altamente qualificada e o comprometimento com a sociedade. A marca Alphaville possui 110 empreendimentos já lançados em 22 estados do Brasil e Distrito Federal, que representam mais de 76 milhões de metros quadrados urbanizados. Em Manaus, está presente há 10 anos. REPRODUÇÃO

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partir desta segundafeira, dia 4, a Caixa Econômica Federal, responsável por cerca de 70% do crédito imobiliário do país, vai reduzir o limite para o financiamento de imóveis usados com recursos da poupança. A cota de financiamento de imóveis usados, apenas para operações com recursos da poupança, vai passar de 80% para 50% nas operações do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 70% para 40% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC). O banco admite que sua prioridade neste ano será o financiamento de imóveis novos, que serão poupados das novas regras, o que beneficia o setor de construção. A mudança, que mitiga o problema da redução de depósitos na poupança, também não vale para as operações de habitação popular, de acordo com o banco. “A Caixa Econômica Federal informa que o foco do banco este ano será o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular - operações do “Minha Casa, Minha Vida” e recursos do FGTS”. Na opinião da advogada Daniele Akamine, sócia da Akami-

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Segundo a instituição, este ano o objetivo são os financiamentos de imóveis novos, com destaque para a habitação popular

A capa asfáltica utilizada no condomínio é de alta qualidade, impedindo erosões no local

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Daniel Jordano

FOTOS Arquivo EM TEMPO Alberto César Araújo REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima


Estilo deve combinar com saúde e bem-estar

Cabeceira e lençóis devem interagir com a decoração do quarto, mas cuidados devem ser levados em consideração

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o todo são 48 horas por semana ou um terço da vida sobre ele. Além de ser mais um item na decoração de um quarto, o colchão pode ser sinônimo de uma vida saudável e mais confortável. No quesito decoração do quarto a cabeceira da cama é o elemento que mais interage com a decoração do quarto, como cortinas ou papel de parede. Segundo o arquiteto André Sá, o colchão em si é uma escolha pessoal, mas itens como o jogo de cama também podem colaborar com a decoração. “A escolha depende do orçamento do cliente ou de outros fatores como a necessidade de um colchão ortopédico, por exemplo, que passa por uma questão de saúde. Mas o que indicamos é a cabeceira, uma vez que ela pode interagir com a roupa de cama, com a cor da parede ou com cortina”, explica. Mas fatores como o tamanho também deve ser levados em consideração de acordo com o arquiteto. “No caso de apartamento, fatores como o tamanho do quarto deve ser observado. Ele não pode colocar um colchão grande que ocupe quase todo o espaço”, enfatiza. Mercado O mercado dos colchões possui atrativos para todos os públicos. Do mais básico, feito de espuma (R$ 300) até os mais sofisticados (R$ 26 mil). Para quem procura produtos diferenciados, é possível comprar produtos que, inclusive, fazem massagem e até mesmo terapia. É o que afirma o representante da empresa Nipponflex no

Amazonas, Matheus Arruda. De acordo com ele, o colchão deve ser encarado como investimento. “No colchão você dorme, tem sonhos, recarrega as energias para o dia seguinte. Itens como TV, rádio e eletrodomésticos evoluíram e com o colchão não é diferente. Hoje temos produtos inteligentes, que fazem massagem e desligam sozinho. Assim como as pessoas dão valor a um carro ou a uma viagem, também precisam encarar o colchão como

um investimento”, ressalta. Os valores destes tipos de colchões variam de R$ 1,5 mil a R$ 26 mil. Ainda de acordo com Arruda, existem colchões que fazem uma terapia no corpo inteiro. “Pastilhas em baixo do tecido agem no corpo fazendo uma espécie de desintoxicação. Há algumas substâncias que o corpo não consegue eliminar por completo, como o sal e esse tipo de colchão ajuda nesse sentido. O nosso produto tem 15 anos de garantia, possui 11 camadas

que se adaptam a qualquer peso fazendo o que chamamos de densidade inteligente”. Saúde Além do estilo e dos vários tipos e preços dos colchões, a atenção deve ser redobrada em relação ao modo de dormir e os cuidados com o seu colchão. Especialistas afirmam que uma noite mal dormida pode ser um alerta para verificar se o colchão é ou não adequado ao corpo. De acordo

com ortopedista Diego Cabrejos, membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, a forma como você dorme pode causar problemas na coluna. Ele aponta a melhor maneira para dormir. “A saúde da nossa coluna engloba vários cuidados. A posição mais adequada é de lado, por que conseguimos manter a coluna alinhada e sem sobrecarga. Deitar de barriga para baixo é certamente a pior posição, pois causa uma sobrecarga em toda a coluna e deve ser evitada. Se a preferência for dormir com a barriga para cima, a coluna pode ser alinhada com um pequeno travesseiro embaixo dos joelhos”. O ortopedista afirma, ainda, que não existe um colchão ideal, mas há um tempo médio de vida útil que deve ser observado. “Não pode ser muito macio e nem muito rígido. O produto apropriado deve levar em consideração o peso do usuário, de acordo com uma tabela que deve existir na loja que vende o colchão. Geralmente, ele tem validade de 5 anos, em média, dependo do seu uso e seu material de fabricação. Um colchão desnivelado pode sobrecarregar a coluna, levando a problemas a curto prazo como a lombalgia e a desgaste no longo prazo”. Cabrejos destaca que é preciso é virar o colchão uma vez por mês para distribuir a carga, além de expor ao sol uma vez por semana para evitar a proliferação de ácaros. É preciso ficar atento ainda ao travesseiro. “’O travesseiro deve ter uma altura que permita o pescoço (coluna cervical) se alinhar com o resto do corpo, seguindo o mesmo critério do colchão, nem muito rígido nem muito macio”, alerta.

O conforto é essencial para uma boa noite de sono

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Crise não afeta mercado de alto padrão manauense O

mercado imobiliário de alto padrão representa uma exceção à regra neste momento em que o país começa a sentir os efeitos da crise econômica. De acordo com o último índice FipeZap de Preços de Imóveis Anunciados, imóveis focados no público com maior poder aquisitivo continuarão com a procura alta em 2015. Confiante neste cenário, a SKN Incorporadora investe em empreendimentos classe A em Manaus como os residenciais Soberane e Ilha Bella Condominium Club. De acordo com o diretor executivo da SKN, Eduardo Han, o foco no público de alto padrão se dá devido ao aumento do poder aquisitivo da população de Manaus nos últimos anos. “Apesar de vivermos um momento de economia retraída, os manauenses hoje têm um poder de compra maior e prezam muito pela qualidade nos empreendimentos”, explicou. Outro ponto citado pelo diretor executivo, foi a valorização dos empreendimentos na capital. “Imóveis continuam sendo uma ótima opção para investir em Manaus. O Soberane, por exemplo, já valorizou cerca de 15% sobre seu valor real desde seu lan-

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Na capital do Amazonas, a SKN Incorporadora afirma estar confiante e segue investindo em empreendimentos ditos classe A çamento, no final de 2013”, completou Eduardo Han. Atualmente, o residencial de luxo, que em um único complexo une residencial, office e mall, conta com um índice de comercialização de 55%. “Com as obras avançadas, a qualidade no acabamento e o conforto oferecido é o grande diferencial do Soberane. Isso

LUXO

De acordo com Eduardo Han, diretorexecutivo da SKN, o foco no público de alto padrão é devido ao aumento do poder aquisitivo da população de Manaus nos últimos anos cria uma grande aceitação do público”, explica. O empreendimento situado na rua Salvador, no bairro Adrianópolis, uma das regiões mais valorizadas de Manaus, está em fase de obras, com mais de 50% da sua fundação concluída. Também de alto padrão, o Ilha Bella Condominium Club é localizado na área mais alta da Ponta Negra.

O Soberane, empreendimento da SKN, é um dos projetos que não têm sofrido com a crise que vem se alastrando pelo país

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ALUGUEL

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

Financiamento caro e para poucos

A pesquisa do Ibre mostra as variações de preços verificadas entre 21 de março e 20 de abril

Índice de reajuste chega a 1,17% O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) encerrou abril com alta acumulada em 12 meses de 3,55%. Essa variação é a que serve de base de cálculo em contratos de aluguel. Na virada de março para abril, o índice subiu de 0,98% para 1,17%. Também houve elevação com maior intensidade sobre o mesmo mês do ano passado quando, a taxa oscilou 0,78%. A pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) mostra as variações de preços verificadas entre entre 21 de março e 20 de abril. Dois dos três componentes do IGP-M avançaram em abril: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) que passou de 0,92% para

1,41% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) com alta equivalente a quase o dobro do constatado em março (de 0,36% para 0,65%). O impacto do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) foi menor do que no mês anterior, com aumento de 0,75%. Em março o IPC teve um aumento de 1,42%. No que se refere ao IPA, foram feitas correções em relação a março no segmento de bens finais puxados, principalmente, pelo subgrupo alimentos processados que na apuração passada permaneceu estável. Em abril, o subgrupo teve alta de 2,03%. Também pesou o aumento de preços no grupo dos bens intermediários com maior influência do reajuste

médio de materiais e componentes para a manufatura (de 0,40% para 1,82%). Em compensação, perderam força alguns preços das commodities – produtos primários com cotação no mercado internacional. No caso da soja, por exemplo, os preços subiram com menos intensidade do que em março passando de 8,30% para 2,43%. A cotação do milho em grão caiu 0,10% após ter subido 3,75% e a das aves passou de 3,11% para -0,36%. No mesmo período, houve elevação do café em grão (de -3,23% para 3,59%); dos bovinos (de 0,15% para 2,10%) e do minério de ferro (de 1,19% para 2,05%). Por Agência Brasil

No último artigo, havia informado que o financiamento imobiliário da Caixa havia ficado mais caro. Para a minha surpresa, na última terça-feira, dia 28, a empresa soltou uma nota informando que o foco do banco, este ano, seria o financiamento de imóveis novos, com destaque para a habitação popular - operações do “Minha Casa, Minha Vida” e recursos do FGTS. A Caixa reforçou que estas operações de habitação popular não tiveram nenhuma alteração. Esclareceu ainda que a cota de financiamento de imóveis usados, apenas para operações com recursos da poupança (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), vai passar de 80% para 50% nas operações do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e de 70% para 40% para imóveis no Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), pelo Sistema de Amortização Constante (SAC). A alteração só entrará em vigor no próximo dia 04 de maio. Isso causou um grande debate entre os operadores do mercado imobiliário. Se as negociações imobiliárias já estavam fracas, a projeção para o futuro ficou nublada. Nada que não havíamos informados em nossas humildes analises anteriores. A discussão sobre o tema foi tão acalorada, que colegas corretores se desentenderam, uns reclamavam, outros protestavam contra o governo e havia opiniões que a classe deveria fazer um grande protesto e exigir os percentuais anteriores. Como diz uma colega, aí eu te pergunto: quantas vezes os grandes empresários desse país pediram para diminuir a taxa Selic? Você já soube de algum

banco que diminuiu suas taxas em virtudes de protestos de clientes? Quanta ingenuidade, para não dizer outra palavra. Há três pontos que precisam ser observados para entender essa ação do governo. Primeiro, o monstro da inflação voltou, e ele precisa ser controlado a qualquer custo. O remédio é o de sempre, restringir o crédito na praça. Sem crédito para comprar, diminuem as vendas, aumentando os estoques das incorporadoras e empatam o lançamento de novos empreendimentos. Segundo, com a crise econômica, as pessoas estão sacando o dinheiro da poupança para pagar dividas. A caderneta de poupança registrou uma saída líquida recorde (retiradas menos depósitos) de R$ 11,43 bilhões em março, a maior fuga de recursos da aplicação para todos os meses. Ou seja, entrando pouco dinheiro na poupança, os recursos para empréstimos ficam mais escassos. E por fim, o terceiro ponto é que alguns poupadores descobriram que investir no Tesouro é seguro e em média três pontos percentuais a mais que a poupança. Mais nem tudo está perdido. Esse é o melhor momento para se comprar a vista, há investidores realizando grandes negócios. O mercado irá expelir naturalmente os corretores despreparados, que só reclamam e transferem para outros o seu insucesso. Esses corretores aventureiros terão que se transformar ou serão engolidos pelos verdadeiros profissionais que enxergam na crise uma excelente oportunidade para criar novos métodos, e explorar novos nichos de mercados.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

O remédio é o de sempre, restringir o crédito na praça. Sem crédito para comprar, diminuem as vendas, aumentando os estoques das incorporadoras e empatam o lançamento de novos empreendimentos”


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ARQUITETANDO

Diesel: Coleção Living Home, uma grande marca

Theka Mendes: o azul, presente de forma lúdica neste closet

Kartell: Releitura da poltrona mademoiselle em cores e texturas descoladas

Natuzzi: os estofados em couro se fizeram presentes

FOTOS: PAULO RICARDO SACHS/ THEKA MENDES/LEILA BARAKAT/MYLENA BONFIM paulo@adoromanaus.com.br

Missoni Home: de malhas para vestir a revestimentos e mobiliário exclusivo

Barcelona Design: Versace: o luxo presente em presente com peças marca de tradição diferenciadas

Feira de Milão revisita o passado e o aconchego Abril de 2015, Salone Internazionale del Mobile. A coluna foi a Milão trazer informações para nossos leitores do que é tendência no mobiliário e no design. O azul jeans, marinho e petróleo são destaque como cor, assim como os vermelhos e os amarelos que continuam intensos. Os acabamentos: todos em madeira natural e lacas. As formas revisitam o passado, fazem releituras com composições em formas que variam entre a inovação e a tradição. Selecionamos também alguns registros de profissionais como Theka

Mendes, Leila Barakat e Mylena Bonfim presentes na feira para ilustrar a coluna. O evento revisita ao passado coletando o melhor de cada época. O aconchego está presente por meio das formas mais arredondadas. O “receber bem” está exposto de forma objetiva e remetendo a sonhar com o conforto. Uma árdua tarefa dos profissionais de mobiliário e design nacional, profissionais da área em transformar toda esta informação em possibilidades usáveis no cotidiano.

La Cividina: nova forma no estofado, azul presente Mylena Bonfim: descontraída peça da designer RossanaOrlandi

Leila Barakat e MoodiTapetes:Vermelho presente com apresentação surreal

Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e alta decoração

O charme dos anos 1970 emprestou sua essência para criações que de antigas não têm nada”


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Empresa oferece ‘ajuda’ na hora de comprar imóvel FOTOS: ALBERTO CÉSAR ARAÚJO/DIVULGAÇÃO

A Manaós Imóveis indica a melhor aquisição, levando em consideração a distância da escola e do local de trabalho

Madalena Przybysz afirma que consulta é essencial na hora da compra do imóvel

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m trabalho pautado na realização de um desejo de muitos brasileiros: a compra da casa própria. Atuando há 3 anos no mercado, a empresa Manaós Imóveis presta assessoria para quem quer comprar ou locar um imóvel em Manaus. De acordo com a administradora da empresa, Madalena Przybysz, uma consulta é feita para saber a melhor localização do imóvel, levando-se em consideração as necessidades de cada cliente. Além da Caixa Econômica, a empresa viabiliza o financiamento por outros bancos. “A consultoria imobiliária é feita por meio do atendimento ao cliente, na sede da empresa, nos estandes de vendas, nas empresas ou na sua residência”, explica. De acordo com a necessidade do comprador, a empresa analisa seu perfil, onde quer morar, o desejo da quantidade de dormitórios, escola em que os filhos estudam, onde é o trabalho, forma de financiamento e, desta forma, apresentam a melhor opção em apartamento, casa ou terreno. “Caso opte por financiamento bancário, viabilizamos como correspondente o trâmite no banco”, afirma. A empresa atua na venda, locação e administração de imóveis de terceiros, além de ter terrenos, áreas para incorporação, fazenda, sítios, chácaras, apartamentos, casas, sobrados, prédios e galpões para indústrias e salas comerciais. Ao todo são mais de 3.200 imobiliárias, 20 mil corretores em todo Brasil com divulgação e abrangência em mais de 50 portais. “A Manáos foi criada para atender a grande demanda do mercado imobiliário no Amazonas, juntamente com as melhores construtoras e incorporadoras”. Ainda de acordo com Madalena, a empresa também presta assessoria para quem quer investir

no setor imobiliário. “Os nossos gerentes e corretores de imóveis prestam um serviço de consultoria, apresentando ao cliente a melhor opção do mercado em imóveis. Dessa forma, a parceria com as maiores incorporadoras e construtoras do Amazonas, auxilia clientes na concretização de suas ideias, ajudando na concepção e viabilização de novos conceitos imobiliários, assessorando em excelentes oportunidades de negócios, tornando-se a melhor referência no mercado em imóveis para comprar, alugar ou investir”, ressalta. Lançamentos A Manaós possui, segundo a administradora, parcerias com todas as incorporadoras locais e nacionais, ampliando as opções para quem pretende sair do aluguel ou comprar o imóvel próprio ainda neste ano. “Teremos vários lançamentos no ano de 2015. Os imóveis que entram no programa “Minha Casa, Minha Vida”, financiado pelo governo federal, estão previstos para o Feirão da Caixa. O lançamento é da RD Engenharia, um residencial em condomínio fechado”, enfatiza. A assessoria mantém parceria também com a Platinum Construções, que lançou o empreendimento Jardim de Torres. No segmento alto padrão, possui parceria com a Colméia Construtora, que traz para Manaus o Aqua Ville Tarumã. Para Madalena, o mercado imobiliário de Manaus deverá manter o crescimento, mesmo com as oscilações da economia. “Há uma demanda em todos os segmentos. O grande déficit habitacional, o Distrito Industrial, a beleza e o encanto da nossa Amazônia fazem com que os negócios continuem em expansão. Os negócios não pararam. Seja quem está no aluguel ou quem pretende sair da casa dos pais, todos querem o seu imóvel”, disse.

Quem for até o escritório da Manaós poderá conferir detalhes sobre o Vitta Club Condomínio, localizado na Ponta Negra

A empresa busca atender seus clientes da melhor maneira possível, auxiliando na hora da compra

O Ilha Bella também é parceiro


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Cresce número de placas de ‘aluga-se’ em São Paulo

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uem passa pela Melo Alves, rua que tangencia o “burburinho das compras” no bairro paulistano dos Jardins, encontra dez imóveis comerciais com placas de aluguel em um único quarteirão. A Oscar Freire, via que ancora o consumismo da região, tem mais uma dezena de vitrines cobertas. Na paralela Lorena, encontram-se avisos de “alugo” em imóveis vizinhos. Algumas ainda conservam anúncios de “50% de desconto”, da queima de estoque que costuma anteceder o fechamento. Meia dúzia de portas fechadas pode ser vista na praça Vilaboim, outro endereço badalado por bares no bairro de Higienópolis. As placas de “aluga-se” e “passo o ponto” proliferam em áreas tradicionais do varejo na capital, cenário que especialistas no setor já interpretam como resultado do esfriamento econômico. É também o caso da Rebouças. Embora não exiba todas as placas, a avenida tem hoje 22 imóveis disponíveis para locação num trecho de menos de quatro quilômetros, segundo levantamento da Amaral d’Avila, empresa especializada em estudos de investimentos e avaliações imobiliárias. “Os aluguéis comerciais em São Paulo subiram a um patamar alto na última década. Recentemente, as empresas locadoras vinham operando no limite do viável. Quando o faturamento baixou um pouco, não deu mais para pagar os custos”, diz Celso Amaral,

diretor da Amaral d’Avila. Concessionárias O varejo de automóveis começou antes, segundo Marcos Hirai, sócio-diretor da BG&H Real Estate, especializado em expansões de redes de varejo. Desde o ano passado, o fechamento de concessionárias na avenida Sumaré já prenunciava uma tempestade que viria a alcançar outros segmentos do varejo. O aperto no crédito e a redução nas vendas já haviam começado a atingir as pequenas

DETALHES

A rua Oscar Freire, via que ancora o consumismo da região, tem uma dezena de vitrines cobertas. Na paralela Lorena, encontra-se avisos de “alugo” em imóveis vizinhos revendas há três anos. Para Hirai, a correlação total entre queda no consumo e fechamento de lojas ainda não aconteceu. “No segundo semestre, vamos perceber um pouco melhor. Acredito que, por enquanto, seja pelo fato de que, neste momento de crise, os lojistas prefiram não renovar os contratos. Não é tanto porque as vendas estavam ruins que fechou”, diz Hirai, ao estimar uma tendência de baixa nos preços de aluguéis. “Não significa que esses lo-

FOTOS: REPRODUÇÃO

Ruas badaladas estão com pontos comerciais para alugar, dentre elas a Oscar Freire, point de quem gosta de fazer compras

cais não sejam bons. É que o próprio sucesso dos últimos anos elevou os aluguéis. Agora, sufoca o varejista. Depois, os lojistas retornam porque muitos proprietários são famílias que usam o aluguel como fonte de renda e vão preferir baixar”, afirma Hirai. Ele estima que tal reacomodação de preços virá em cerca de 2 anos. Fundo do poço “O fundo do poço vai chegar em julho. Tudo tem uma inércia, e os efeitos vêm a médio prazo. Alta de juros, aliada a aumento da inflação, com perda de renda, tudo isso ocasiona alterações fortes no mercado”, afirma Amaral. Para ele, a pressão nos preços de locação já causou achatamento de 10%, em média, em relação aos valores praticados há um ano. “Em locais onde o fluxo e o comércio são muito intensos, como uma 25 de Março, esse impacto é muito menor. Mas o efeito da vacância é um reflexo geral”, diz Amaral. Simone Santos, diretora da Herzog, empresa do setor imobiliário, diz que já há exemplos de locadores oferecendo descontos de até 20% na assinatura dos contratos. “No impulso de diversificar investimentos, nos últimos cinco anos, houve muito projeto mal planejado, lojas de vinho sem estacionamento, sorveterias em locais sem apelo com a atividade. Ao mesmo tempo, os proprietários pressionaram para subir os preços. Agora isso vai se ajustar”, diz. Por Folhapress

Ao contrário da maioria, a rua 25 de Março não parece ter sofrido com a crise nacional


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