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MANAUS, DOMINGO, 2 DE NOVEMBRO DE 2014
será lançado na Ponta Negra O empreendimento, localizado na avenida do Turismo, simboliza a conclusão dos projetos da marca no Amazonas
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O empreendimento será lançado no próximo dia 13 e contará com uma grande área de lazer, que chega a 16 mil metros quadrados
história da marca Alphaville começou nos anos 70, quando os arquitetos Yojiro Takaoka e Renato Albuquerque lançaram o projeto de construção de um bairro planejado em Barueri, na Grande São Paulo, com a ideia de atrair indústrias não poluidoras e sustentáveis. O projeto tornou a Alphaville uma marca de referência nacional em empreendimentos horizontais, bairros planejados e núcleos urbanos no país, presente em 21 Estados, incluindo o Amazonas. A empresa se expandiu por todo país, totalizando cerca de 108 empreendimentos lançados e mais de 74 milhões de metros quadrados urbanizados. Em 2005, chegou a Manaus o primeiro projeto da marca que se tornou um sucesso na Ponta Negra, alcançando 70% de valorização em 3 anos. Atualmente, o portfólio manauense conta com o Alphaville Manaus Comercial, Alphaville Manaus,
Alphaville Manaus 2 e Alphaville Manaus 3. Juntos os empreendimentos somam um investimento de mais de R$ 94 milhões na capital amazonense. Agora, a marca traz a Manaus mais uma fase do condomínio residencial, o Alphaville Manaus 4. Com os seus 338.442 metros quadrados, 423 unidades residenciais e mais de 105 mil metros quadrados de área verde, o condomínio simboliza a conclusão dos projetos da Alphaville próximo a orla da Ponta Negra. Segundo a diretora de produtos da Alphaville Urbanismo, Kátia Oliveira, o sucesso dos empreendimentos se deve ao padrão de qualidade construtiva empregado pela empresa. “Trata-se de um planejamento cuidadoso em diversas frentes, desde a capa asfáltica, sistemas de fiação e tubulação até o projeto das edificações e das áreas comuns. A Alphaville Urbanismo executa um conceito que engloba segurança,
praticidade, espaço e contato com a natureza, componentes difíceis de encontrar num mesmo lugar”, explica. O novo residencial terá ruas e praças valorizadas por espécies vegetais coloridas, destacando-se em meio à vegetação florestal. Os futuros moradores ainda terão a sua disposição três praças temáticas, cada uma delas com uma configuração diferente das demais. Kátia aponta que cada empreendimento da Alphaville se diferencia dos anteriores ao levar em consideração aspectos adotados em experiências pregressas na cidade. “Assim, as principais diferenças dizem respeito ao projeto do clube e às atrações de lazer. Existem outras diferenças que são decorrentes das atualizações de projetos adotados. Desde 2013, por exemplo, todos os empreendimentos da marca contam com bicicletário, além de sistemas mais modernos visando a sustentabilidade”, diz.
Condomínio com diversão O clube exclusivo conta com 16.919 metros quadrados e contempla campo de futebol, quadra poliesportiva, quadra de tênis, piscina com raia e para recreação, piscina infantil, playground, salão de festa, espaço gourmet, bar, espaço kids, fitness center, sala de jogos e spa com área de descanso. Com o Alphaville Manaus 4, a marca alcança mais de 400 metros quadrados de área verde preservada na região da Ponta Negra, local que teve aumento de 24,7% no valor do metro quadrado entre 2012 e abril de 2014, intensificados pela revitalização do ponto turístico e lançamentos como o Shopping Ponta Negra. De acordo com a diretora de produtos, o lançamento do empreendi-
mento está previsto para acontecer no dia 13 de novembro. Kátia esclarece, ainda, que apesar da conclusão do Alphaville Manaus, a marca não vai deixar de se expandir em Manaus e no Amazonas. “Muito nos orgulha olhar para trás e perceber que somos referência em todo o mercado imobiliário. É gratificante sentir o reconhecimento, por parte dos milhares de pessoas que vivem em um de nossos empreendimentos, da nossa experiência e qualidade em executar os projetos que, desde o momento do lançamento, deixa de ser apenas uma opção de imóvel para se tornar aspiração e um convite para viver com qualidade”, declara Katia.
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Vendas de imóveis usados caem
em junho
Assim como o mercado de imóveis novos, os usados também estão passando por uma baixa em São Paulo
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O número de locações residenciais também baixou. Houve queda de 8,95% em junho, levando a um recuo de 25,42% SP). Com esses resultados, a queda acumulada das vendas no semestre é de 28,81%. O número de locações residenciais também baixou. Houve queda de 8,95% em junho, levando a um recuo de 25,42% de janeiro a junho, segundo a pesquisa, que foi realizada em imobiliárias de 37 cidades do Estado. Para José Augusto Viana Neto, presidente do
Creci-SP, esses números são resultado de uma fase de ajustamento no mercado. “As famílias entraram pesado no crédito e no financiamento nos últimos anos e agora chegamos àquela fase em que se ajustam as expectativas à realidade do bolso, movimento que atinge todos os mercados de bens de maior valor”, afirmou, em nota.
Preços Como resultado, o índice que engloba os preços de locação e venda de casas e apartamentos usados registrou resultado negativo de 4,71% em junho. No primeiro semestre, o índice acumula queda de 10,31%. Para Viana Neto, os ganhos extras que as famílias deverão ter nos meses finais do ano, com bônus, prêmios por par-
ticipação em resultado pagos pelas empresas e o 13º salário, podem levar a uma melhora no segmento de imóveis usados no Estado. No caso dos imóveis novos, de janeiro a agosto, foram comercializadas 11.587 unidades na cidade de São Paulo, queda de 48,8% inferior ante o mesmo período do ano passado, conforme informou o Secovi-SP no
último dia 3 de outubro. Os lançamentos residenciais acumulados de janeiro a agosto totalizaram 14.448 unidades na capital paulista, uma retração de 23% ao mesmo período de 2013. Não há uma pesquisa mensal que englobe o mercado de imóveis em todo o Estado. Por Folhapress
VIDRO
Loja promove Fórum Blindex Manaus As novidades na utilização do vidro em arquitetura e decoração estão em pauta no Fórum Blindex Manaus promovido pela loja dos Espelhos, no dia 12 de novembro (quartafeira). A iniciativa idealizada pela empresária Kilze Krauss contará com palestras ministradas por especialistas da área a partir das 19h e, às 21h, um coquetel assinado por Cândida Buffet será oferecido aos arquitetos, empresá-
rios e jornalistas. Empresas O encontro terá a participação de três grandes empresas especializadas no segmento de vidros e espelhos: Blindex, Habitat e Cebrace. Os representantes de cada marca vão ministrar palestras sobre as várias formas de utilização do vidro e do espelho, bem como, a gama de novidades que o mercado oferece.
A Blindex, por exemplo, tem como temas das palestras, o requinte e a funcionalidade do vidro temperado, o sistema view de fecha sacada e o vidro laminado. A marca Habitat, uma das palestras será voltada para os vidros com proteção solar para residências e a Cebrace irá apresentar o vidro e o espelho como produtos perfeitamente afinados com a decoração contemporânea. DIVULGAÇÃO
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omo ocorre com o segmento de apartamentos novos, o mercado de imóveis usados vive um momento de baixa na capital paulista. As vendas de imóveis usados caíram 7,06% em junho em relação a maio no Estado de São Paulo, informou o Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-
A iniciativa contará com palestras ministradas por especialistas da área, a partir das 19h
EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri
FOTOS Arquivo EM TEMPO
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira e Marcelo Robert
REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor
REVISÃO Dernando Monteiro Gracicleide Drumond e João Alves
TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima
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Além da instalação de arcondicionado, a empresa conta com profissionais que trabalham com hidráulica, pintura e solda
Comodidade e eficiência
em apenas um lugar
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busca pela comodidade do cliente fez com que as empresas que prestam serviços de construção e manutenção em casas e empresas evoluíssem a ponto de oferecer diversas opções em apenas um lugar. Com uma equipe especializada em vários segmentos, a House Help, localizada na avenida Japurá, bairro Praça 14, é um desses empreendimentos. No mercado há cerca 2 anos e meio, a empresa surgiu a partir do instinto do empresário Raphael Queiroz Mesquita que percebeu uma deficiência no mercado da capital. “A ideia da empresa surgiu em 2010. Em 2012, percebi que havia uma grande demanda nos serviços de refrigeração e decidi que era o momento de empreender. Dessa forma, surgiu o nosso primeiro segmento”, explica o sócio administrador da empresa. Com a ajuda do irmão e também sócio, Renan Queiroz Mesquita, os segmentos foram se expandindo e a empresa foi investindo em mão de obra especializada. Atualmente, a House Help oferece serviços de refrigeração, instalações elétricas, hidráulicas, reformas (pintura, reparos, gesso), impermeabilização (telhados, lajes, paredes) e instalações em geral (luminárias, prateleiras, quadros). “Com os negócios crescendo, fomos percebendo necessidades ainda maiores no mercado e aumentamos nosso leque de serviços ao cliente”, diz Renan Mesquita. O carro-chefe da empresa ainda são os serviços de refrigeração, que contam com três equipes especializadas, seguidos pelos serviços de pintura, reformas e acabamento. “Como começamos com o segmento de refrigeração, ele ainda é o nosso principal serviço, fazemos muitas instalações e manutenções preventivas em empresas”,
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A House Help oferece vários serviços de construção e manutenção para residenciais e empresas conta. “Mas, como oferecemos várias opções, os clientes pedem diferentes serviços de uma vez. A instalação de um ar-condicionado split, às vezes, pede a quebra de uma parede e temos como oferecer as duas coisas. O cliente pode ter essa comodidade, em vez de contratar serviços profissionais diferentes, esse é o nosso diferencial e temos poucos concorrentes nessa área”, afirma Raphael. As solicitações de serviços da House Help funcionam pelo telefone comercial (30814689) e e-mail (househelp. serviços@gmail.com). Os perfis no Facebook e Instagram também são usados para a comunicação com os clientes.
EQUIPE
A empresa possui uma frota de quatro veículos, três equipes de ar-condicionados, uma equipe de pintura, um eletricista, um hidráulico, um soldador e uma equipe para telhados e impermeabilização No momento, a empresa possui uma frota de quatro veículos, três equipes de ar condicionados, uma equipe de reformas, uma equipe de pintura, um eletricista, um hidráulico, um soldador, uma equipe para telhados e impermeabilizações. Segundo Raphael, conforme a empresa vai crescendo, é realizada uma análise de acordo com os serviços que estão sendo mais solicitados. “Dessa forma, conseguimos atender e suprir as necessidades dos clientes, sem comprometer nosso trabalho”. Os irmãos ainda pensam em expandir para outros segmentos, mas, no momento, investem nos serviços que já dispõem.
O carro-chefe da empresa ainda são os serviços de refrigeração que contam com três equipes
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MAURO NETO/SEJEL
Método construtivo reduz o consumo de água Parede de drywall dispensa o uso de água, enquanto similar de alvenaria demanda 30 litros por metro quadrado
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ocê sabia que existe um método construtivo mais moderno que ajuda a economizar água? É a construção a seco ou energitérmica sustentável, uma tecnologia consolidada nos Estados Unidos e Europa que praticamente dispensa o uso do recurso natural – é necessário apenas para moldar o concreto das fundações. Depois, nem mais uma gota. Em comparação com os sistemas tradicionais, fica bem mais fácil visualizar o tamanho da economia. Para erguer uma parede de alvenaria, por exemplo, são gastos 30 litros de água por metro quadrado. Uma parede com as mesmas dimensões e tão resistente quanto, só que feita de drywall, um dos componentes da construção a seco, não precisa de água. Aos números: uma casa de 100 metros quadrados, com poucas divisões internas (dois quartos, sala, banheiro e cozinha), pode chegar a consumir dois mil litros de água apenas durante a execução das paredes. O suficiente para encher mais de 1.300 garrafas de refrigerante de 1,5 litro. A construção a seco é um
método construtivo em que uma estrutura de perfis leves de aço (steel frame) ou de madeira (wood frame) é fechada com placas cimentícias ou estruturais (OSB), enquanto que, internamente, as paredes são feitas com chapas de drywall. Juntas, garantem rigidez, forma, sustentação e acabamento à edificação. Por dispensar o uso de água, utilizada apenas nas fundações, é chamada de construção a seco ou sistema CES (Construção Energitérmica Sustentável). Empresa A Trevo Drywall, única fabricante 100% brasileira de drywall, vai produzir este ano na sua fábrica em Juazeiro do Norte (CE) 5 milhões de metros quadrados de chapas. Logo, somente a instalação dos seus produtos evitou que fossem gastos 150 milhões de litros de água, o equivalente ao consumo diário de 750 mil brasileiros. Fundada em 2008 e pertencente ao fundo de investimentos Rio Bravo, a Trevo Drywall é uma empresa certificada pelo PSQ-Drywall. Para mais informações, acesse www.trevobrasil.com.br.
As paredes drywall economizam metada da água utilizada para erguer uma parede de alvenaria
Carlos Célio carlos@investimento.net.br
Inteligência Imobiliária Analisar dados estatísticos ajuda a entender o mercado imobiliário. As ferramentas de pesquisas e estatísticas contribuem para monitoramento do mercado imobiliário e para análise de possíveis atitudes. A falta de estatísticas claras e abrangentes acerca do setor da construção civil dificulta os gestores privados e a própria administração pública de planejarem com eficiência e segurança os desempenhos empresariais e as políticas de Estado nessa área. Tudo parece um voo cego, quando o piloto tem que tomar decisões baseadas na sua própria intuição, por absoluta falta de apoio em leituras objetivas da realidade e em dados concretos. Um outro acontecimento inevitável com a escassez de dados estatísticos confiáveis é a especulação, o “achismo”, gestores completamente desinformados, começam a emitir opiniões sem fundamentação técnica, induzindo investidores e clientes equivocadamente e muitas das vezes causando enormes prejuízos. No Sul do país, existem algumas empresas que fazem a chamada inteligência imobiliária, fruto de estudos e pesquisas que transformam dados em informações preciosas que alimentam o mercado para a tomada de decisões. Infelizmente aqui em Manaus não há nenhuma empresa realizando esse tipo de trabalho, não se tem com certeza o VGV (volume geral de vendas) do mercado, não há como se aferir as vendas de imóveis tanto usado como os novos de forma sistêmica e concreta. Não há legislação que permita essa visualização. Há uma resolução do Cofeci que dispõe sobre
os procedimentos a serem observados pelas pessoas jurídicas que exerçam atividades de promoção imobiliária ou compra e venda de imóveis, agora é mais fácil acertar na loteria do que se obter uma informação junto ao Creci. Qualquer planejamento com informações duvidosas tem grande probabilidade de provocar prejuízos de toda ordem. Alguns colegas e clientes me indagaram sobre o que vai acontecer no mercado agora com o término das eleições e na minha opinião, tradicionalmente, o ultimo trimestre do ano sempre é o melhor, e como já passou as desculpas “férias, Carnaval, Boi, Copa e por fim eleição”, só nos resta ofertar. A prioridade das incorporadoras é vender unidades já lançadas e controlar rescisões de vendas. Desde o ano passado, o distrato se tornou um problema de grandes proporções, reflexo do grande volume de obras em fase final. O Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo), o maior sindicato do mercado imobiliário da América Latina, e reconhecido como uma das mais atuantes do setor, divulgou que os distratos chegaram a 80,2% no terceiro trimestre, de acordo com os balanços das empresas de capital aberto, informação esta que aqui em Manaus não podemos mensurar. O mercado precisa se profissionalizar e sair do achismo, é preciso criar mecanismo de controle para gerenciar melhor as ações de mercado. Pense nisso! O seu futuro agradece.
Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador
A falta de estatísticas claras e abrangentes acerca do setor da construção civil dificulta os gestores privados e à própria administração pública de planejarem com eficiência e segurança aos desempenhos empresariais e as políticas de Estado nessa área”
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Arquitetando carlos@investimento.net.br
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A real diferença entre MDF e MDP
Estante Zizgzag: emprego perfeito do MDF
Dobradiça da Blum, empresa mundialmente conhecida por meio de uma trava para ferraduras que Julius Blum desenvolveu sua marca, da E-Viva Bertolini
O
maior obstáculo para o consumidor, na hora da compra de móveis planejados, ainda é o entendimento entre MDF e o MDP. Como ainda não há uma padronização da informação ao consumidor, algumas lojas dizem que o MDF é melhor que o MDP por ser “madeira maciça”, por ter esta aparência. Ledo engano. O MDP é um painel de partículas de madeira unidas por resinas especiais, em diferentes camadas, prensadas com alta pressão, e que são obtidas de madeiras de reflorestamento como o pinus, resultando em um painel de grande homogeneidade, resistência e
Tendência e praticidade: módulo com ferragem organizadora da Blum. Porta da Cinex com impressão de arquivo personalizado pelo cliente
estabilidade dimensional. O MDF, por sua vez, é feito a partir da fibra de madeira. Esses painéis são fabricados e comercializados crus (sem acabamento) ou com revestimento melamínico, também conhecido como BP (baixa pressão) que não substituiu o AP (alta pressão). Esse segundo tipo de produto, bastante conhecido comercialmente pela marca fórmica, é outra opção de revestimento, e continua no mercado. A grande diferença está no uso: MDF pode ser usinado, ou seja, ser entalhado, fazer detalhes arredondados, molduras e perfis, seu emprego está diretamente ligado a detalhes nas portas e gavetas.
O MDP é indicado no uso das caixarias, tampos retos, divisórias, prateleiras, portas retas. Portanto, as duas matérias-primas advém do mesmo meio: madeira de reflorestamento. Se você optar por um móvel sem detalhes curvos, por exemplo, o MDP pode ser amplamente utilizado no seu móvel planejado. Não se iluda quando um vendedor quiser vender um produto todo à base de MDF, que até pode ser, mas não esqueça das ferragens, o que quer dizer dobradiças, puxadores, suporte de prateleiras, corrediças de gavetas. Para o arquiteto Achilles Fernandes, um dos fatores decisivos é equipe de montagem e o pós-venda.
Paulo Ricardo Sachs Atuante no mercado nacional de móveis e altadecoração
Aposte nas indústrias mais do que em marcenarias, pela garantia das matériasprimas e pela assistência técnica permanente”
MDF E MDP uso racional de matérias de reflorestamento, reduz e muito o custo em um projetado
Aplicação perfeita do MDP em todo móvel da Rudnick, 70 anos de tradição
Armário com detalhe de madrepérola na porta e entalhes dourados, da Florense
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Vaso sanitário
ecológico economiza mais de
50% de água Desenvolvido pela Acquamatic, o produto inovador utiliza apenas 2 litros de água frente aos gastos de 6 a 10 litros dos vasos convencionais
Projeto O projeto C.U.R.A, (Sigla para Consumo e Uso Racional da Água), idealizado pela Acquamatic, é uma concepção de Leonardo Sousa, atual diretor da empresa que, em 1994, após ler um artigo do ex-go-
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omo todos sabem, o Brasil passa por uma grande crise em relação ao abastecimento de água. Em São Paulo, o nível de armazenamento de água do Sistema Cantareira, responsável por abastecer cerca de 8,1 milhões de habitantes da capital, vem tendo seguidas quedas. Visando conter os desperdícios de água por todas as partes, a Acquamatic do Brasil, empresa fundada há 20 anos, apresenta um produto inovador para quem quer contribuir com o meio ambiente: o vaso sanitário ecológico que utiliza somente 2 litros de água por acionamento, contra 6 a 10 litros dos vasos convencionais. Idealizado por Leonardo Lopes, fundador da Acquamatic, o vaso tem como um dos segredos da economia a ausência de sifão, ou seja, um basculante que despeja os dejetos diretamente na prumada do esgoto. Tudo acontece pela própria dinâmica da água, sem uso de eletricidade. Outro diferencial é que o selo hídrico do vaso precisa de apenas 200 ml de água, só para evitar o mau cheiro, enquanto os demais utilizam quase 1 litro para o selo hídrico. Além da economia de água, a matéria-prima do vaso é o ABS, um polímero muito mais resistente em relação à louça utilizada nos vasos convencionais. Por ser produzido com este material, o vaso não polui o meio ambiente nem em sua produção nem em seu descarte. Outros pontos positivos do vaso Acquamatic são o peso – 6,8kg – cinco vezes mais leve que os de louça, e a resistência, já que aguenta até 1,5 tonelada de acordo com teste feitos pelo IPT. Outro diferencial é a maior altura, o que facilita o uso por parte de idosos e pessoas com dificuldades de locomoção. Além do vaso, a Acquamatic dispõe de torneiras, duchas, bicos ecológicos e componentes de reparo para descargas de parede ou caixa acoplada que igualmente reduzem o consumo de água, oferecendo economias de 20% a 80%, dependendo dos casos.
A empresa Acquamatic está no mercado brasileiro há 20 anos
vernador de São Paulo, Franco Montoro, sobre a importância da água, se viu desafiado a criar uma empresa comprometida com o meio ambiente e a desenvolver produtos ecologicamente corretos. A lista de clientes do projeto é grande e tem nomes como Mercedes Benz, Johnson&Johnson, Porto Seguro, PUC, VIVO, Shoppings Centers de várias redes, entre outros. Empresa A Acquamatic do Brasil é uma empresa que há quase duas décadas trabalha desenvolvendo soluções sustentáveis e inteligentes para o consumo e uso racional da água. Essa preocupação está fundamentada no fato da agua ser um recurso finito, cujo desperdício poderá nos trazer consequências desastrosas ainda este século. Com o projeto C.U.R.A, parte integrante da Acquamatic, empresas, prédios comerciais, hotéis, shopping centers e outros grandes empreendimentos que possuem significativos gastos com água, ganham um gerenciamento ambiental focado no binômio redução de custos e meio ambiente.
O vaso Acquamatic é cinco vezes mais leve, pesando assim apenas 6,8 quilos e são necessários somente 200ml para o selo hídrico
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Aluguel de imóvel só acompanha a inflação O
preço do aluguel de imóveis residenciais na cidade de São Paulo está em desaceleração, como reflexo do desaquecimento no mercado imobiliário. Com isso, o inquilino ganha força para negociar, principalmente no segmento de casas e apartamentos de dois e três dormitórios. Considerando os valores negociados nos novos contratos de aluguel em geral, a alta em setembro foi de 3,5% em 12 meses, segundo pesquisa do Sindicato do Mercado Imobiliário (Secovi-SP) com cerca de 100 imobiliárias. Com a desaceleração nos valores cobrados, a variação do aluguel em setembro de 2014 somente acompanhou a inflação medida pelo o IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado), que também registrou alta de 3,5% em 12 meses. “Na negociação, os proprietários estão entendendo que é melhor alugar recebendo um pouco menos do que ficar com o imóvel pa-
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Com a desaceleração nos valores cobrados, a variação do aluguel em setembro de 2014 somente acompanhou a inflação
Dormitório Ao procurar um imóvel, o locatário terá mais chances de conseguir um preço mais baixo por metro quadrado se centrar sua busca em casas ou apartamentos de dois e três dormitórios. Isso porque a variação dos preços foi de 2,0% e 0,1%, respectivamente. Já o imóvel de um dormitório apresenta elevação de 4% na mesma base de comparação. Por Folhapress
rado”, diz Mark Turnbull, diretor de gestão patrimonial e locação do Secovi-SP. Turnbull acrescenta que o momento é propício para o inquilino pesquisar bem as unidades em oferta, já que a chance de conseguir descontos é maior. “O preço da locação acompanha o valor do imóvel. Se os preços na venda estão desacele-
NACIONAL
PREÇO
de 2013, deveu-se principalmente à menor atividade do segmento imobiliário, em consequência da desaceleração da atividade econômica como um todo”. No Estado de São Paulo, o indicador apresentou leve queda de 0,03% em setembro ante o mês anterior, com o saldo entre demissões e contratações ficando negativo em 235 postos de trabalho. Com o resultado, o número de empregados na construção civil no estado ao final de agosto
somava 864,5 mil pessoas com carteira assinada. Das dez regiões pesquisadas, seis (Santo André, Campinas, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto e Presidente Prudente) apresentaram queda no período. Entre janeiro e setembro, o indicador registrou alta de 0,06%, com 557 contratações. Na comparação com setembro de 2013, quando o estado registrava 882 mil trabalhadores, o levantamento apresentou declínio de 1,99%. REPRODUÇÃO
mo mês do ano anterior, quando o setor empregava 3,571 milhões, a pesquisa indica queda de 1,22%. Entre janeiro e setembro de 2014, o índice apresentou alta de 0,41%, com a criação de 14,5 mil vagas. Entre as cinco regiões do país, apenas o Centro-Oeste apresentou resultado negativo no período. Segundo o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, “a queda do nível de emprego na construção, na comparação com setembro
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Emprego na construção civil sobe O nível de emprego na construção civil cresceu 0,28% na comparação com o mês anterior. As contratações com carteira assinada chegaram a cerca de 10 mil. Os dados são de pesquisa elaborada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com isso, ao final de setembro o número de trabalhadores do setor somava 3,528 milhões. Na comparação com o mes-
rando, a locação vai acompanhar essa desaceleração”, completa Fernando Sita, diretor-geral de terceiros (imóveis usados) da imobiliária Coelho da Fonseca.
Esse aumento é consequência do reajuste dos materiais
Construção fica mais cara em sete capitais Construir ou reformar ficou mais caro neste mês de outubro em Brasília, no Recife, Rio de Janeiro, em Porto Alegre e São Paulo, segundo o levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Os preços também subiram, mas com menor intensidade, em Salvador e Belo Horizonte. Na média, o Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) apresentou variação de 0,20% ante 0,16%, em setembro. Esse aumento é consequência do reajuste de preços dos materiais, equipamentos e serviços, de 0,34% para 0,43%. Desde janeiro, esse subcomponente subiu 6,14% e, nos últimos 12 meses, 6,66%. Já a taxa relativa à mão de obra não teve alte-
Segundo o presidente do SindusCon-SP, a queda em setembro é devida à menor atividade do mercado imobiliário
ração. Ainda assim, no acumulado dos dez primeiros meses do ano, é a que mais tem pesado na construção, com alta de 7,44%. Sobre o valor pago há um ano, houve correção de 7,93%. Serviço Entre os itens de materiais e equipamentos que mais encareceram estão os materiais para instalação, com reajuste de 0,78% ante 0,38%. Em compensação, os serviços tiveram uma queda de 0,22% para 0,05%.Em Salvador, o INCC-M teve variação de 0,17% ante 0,18%; em Brasília passou de 0,03%, para 0,14%; em Belo Horizonte, de 0,19% para 0,09%; no Recife, de 0,02% para 0,3%; no Rio de Janeiro, de 0,06% para 0,19%; em Porto alegre, de 0,04% para 0,16%; e, em São Paulo, de 0,25% para 0,26%.
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Confiança apresenta queda Segundo os economistas, os empresários da construção estão chegando à conclusão de que o fator limitante para a melhoria da atividade setorial é a demanda insuficiente. A partir do resultado, avalia-se que a demanda está fraca O ICST é um indicador que constitui a base da pesquisa Sondagem da Construção. A sondagem é uma pesquisa que gera, mensalmente, um conjunto de informações usadas no monitoramento e antecipação de tendências econômicas do setor. Tendo como referência as melhores práticas internacionais para pesquisas do gênero, a Sondagem da Construção tem como um de seus principais atributos a rapidez com que é produzida e divulgada, tor-
nando-se uma ferramenta essencial à análise de conjuntura e à tomada de decisão nos âmbitos público e privado. Quatro quesitos compõem o Índice de Confiança da Construção (ICST): volume de demanda atual, situação atual dos negócios, expectativa para ao volume de demanda (três meses) e para a situação dos negócios (seis meses). A cobertura setorial da pesquisa é similar ao
da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC), do IBGE, abrangendo todos os setores da Construção. Os resultados são divulgados para o setor construção como um todo e para seis subgrupos selecionados. Segundo os economistas da FGV, os empresários da construção estão chegando à conclusão que o fator limitante para a melhoria da atividade setorial é
a demanda insuficiente. A partir dos resultados, avalia-se que a demanda está fraca tanto nos segmentos que dependem das decisões privadas quanto nos segmentos de infraestrutura. A piora no ICST decorre tanto do indicador que mede a situação atual dos negócios quanto do que mede as expectativas para os próximos meses. O
Índice da Situação Atual (ISA) ficou variou -18,5% em relação a outubro do ano passado. Na avaliação dos últimos três meses, o ISA passou de -9,7% no trimestre findo em setembro para -12,9% em outubro. O Índice de Expectativas (IE), por sua vez, variou -21% em outubro em relação ao mesmo período de 2013.
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Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas (FGV), apresentou queda de 19,9% em outubro na comparação com igual período do ano passado. O resultado é o pior da série histórica. Em setembro, a variação ficou em -16,1%. Na avaliação do último trimestre (agosto a outubro), o indicador também está em baixa, com taxa de -14,8%, em relação ao mesmo período de 2013.