MANAUS, DOMINGO, 1º DE NOVEMBRO DE 2015
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DECORAÇÃO
Deixe a casa segura para a terceira idade Página 7
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Porque há poucas casas de madeira no Amazonas DIVULGAÇÃO
Em uma região quente como a Amazônica, seria mais lógico a existência de maior quantidade de imóveis de madeira
Imóveis de madeira no Amazonas geralmente são apenas apenas em forma de palafitas e barracos
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uma cena bem comum em seriados ou filmes. Em geral, ambientes requintados no subúrbio ou na periferia dos EUA ou Europa, pessoas morando em casas de madeira de alto padrão. Acredito que você também tenha: por que isso não acontece aqui? Com tanta madeira e tanto calor, parece a solução mais óbvia. No entanto, só o que vemos são as precárias palafitas. A arquiteta Gabriela Guerreiro, sócia proprietária da Guerreiro/Lisboa – Arquitetos e Interiores, concorda com essa impressão: “Este tipo de construção não é muito comum no Amazonas, contrastando com a vasta diversidade de matéria-prima que o mesmo possui, fica claro que não se trata de um produto valorizado na região quando observamos o seu uso principalmente em palafitas e barracos em comunidades de poder aquisitivo limitado”, opina. De acordo com Guerreiro, muitos lugares utilizam a ma-
deira como elemento primordial na construção de casas e outras edificações de alto padrão que provam a qualidade e resistência da madeira. Normalmente os defeitos que costumam aparecer em construções com este material se dão por deficiências de projeto, da execução da construção ou da manutenção. A arquiteta acredita que isso acontece por dois fatores: “O primeiro seria devido ao clima na região com longos períodos de chuva, e calor, exigindo maiores cuidados e manutenção do material para que esteja sempre em bom estado e aparência, acarretando custos mais elevados para o proprietário do prédio. O outro seria a
cultura local de exportar e valorizar conceitos de cidades e estados com condições climáticas e culturais diferentes das nossas. Isso fica claro quando nos deparamos com prédios históricos no centro da cidade, construídos por imigrantes europeus que buscaram retratar todo o estilo arquitetônico de seus países de origem na região. O arquiteto
Severiano Mário Porto, é um dos poucos que obteve êxito na regionalização da arquitetura no Amazonas, com prédios que visavam soluções de conforto ambiental (como aproveitamento de luz e ventilação natural) e uso de estruturas mistas a fim de obter maior custo-benefício das edifi-
cações”, explica. Em todo caso, fica a sugestão. Guerreiro afirma que existem no mercado diversos tipos e preços de madeiras, que podem ser usadas em estruturas como paredes e telhado; e
em acabamentos como forro, piso, portas e janelas. É possível fazer uma casa inteira de madeira, sendo contraindicado seu uso apenas nas áreas molhadas, onde haveria total absorção de água ocasionando constantes dilatações levando-a ao apodrecimento, e consequentemente à substituição deste material.
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MANAUS, DOMINGO, 1º DE NOVEMBRO DE 2015
Consórcio segue sendo a melhor opção de compra Com aumento nos juros para financiamento imobiliário, consórcio se torna cada vez mais opção para os brasileiros
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omprar um imóvel por meio de financiamento imobiliário está cada vez mais difícil, e para piorar, a Caixa Econômica Federal, principal instituição financeira do segmento, divulgou nesta semana que vai aumentar os juros para financiar a casa própria. Em 2015 esta é a terceira vez que o banco eleva as taxas. O anúncio prova com ainda mais veemência que o a opção de adquirir imóveis por meio de carta de crédito, ou seja, consórcio, é a mais vantajosa para quem sonha em ter um lar para chamar de seu. Prova disso é que a modalidade, na qual o cliente adquire uma carta de crédito que pode ser utilizada para compra da casa, apartamento, e terreno, além de reforma ou construção, vem, desde o início de 2015 registrando aumento. Segundo dados da Abac (Associação Brasileira de Administradores de Consórcio), as cotas para compra de imóveis registraram um aumento de 40% nas vendas e 42,6% em créditos comercializados nos seis primeiros meses do ano, com mais de um milhão de novas adesões em
todo o país. Se levarmos em conta apenas o mês de julho, as vendas de novas cotas de consórcios neste segmento somam mais de 50% em relação ao mesmo período de 2014. No Consórcio Luiza, que pertence ao grupo Magazine Luiza, esse número foi ainda maior. A empresa registrou um aumento de 55,2% em novas cotas e 90,9% em créditos entre janeiro e junho. Em julho, o crescimento também foi expressivo, com 52,6% em novas cotas e 85,2% em créditos vendidos. No último mês, agosto, comparado ao mesmo período do ano anterior, a quantidade de cotas aumentou 35% e o volume de créditos em 50,4%. Segundo Edna Maria Honorato, diretora do Consórcio Luiza, esse resultado deve-se à mudança no padrão de escolha do consumidor, que está mais consciente e quer fazer compras mais planejadas neste momento de recessão econômica. “O consórcio não é atingido pela elevação dos juros, e em época em que uma das principais instituições financeiras do país no segmento de financiamento de imóveis anuncia, pela terceira vez em menos de um ano, aumento nas taxas, as pessoas pas-
sam a buscar alternativas mais acessíveis”, afirma. Mercado de Luxo O mercado de luxo no Brasil continua firme e caminha na contramão da crise. Seguindo a mesma tendência, os imóveis de alto padrão continuam procurados pelos consumidores. O VivaReal, portal de imóveis líder no Brasil, realizou um estudo para analisar a busca pelos imóveis acima de R$ 1 milhão. No 3º trimestre de 2015, a demanda por imóveis de R$ 1 milhão ou mais cresceu 32%, quando comparado com o mesmo período de 2014. “Historicamente transações de imóveis de alto padrão dependem menos de financiamento imobiliário. Os compradores fazem uso de recursos próprios para pagar grande parte do valor negociado. Vale pontuar que em algumas capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, não é possível comprar imóveis de luxo com um R$ 1 milhão”, comenta Lucas Vargas, Vice-Presidente Executivo do VivaReal.
Vendas de novas cotas de consórcios neste segmento somam mais de 50% em relação ao mesmo período de 2014
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Proteja-se de cláusulas abusivas em contratos
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Veja como negociar cláusulas inadequadas. E ainda: síndicos podem responder por perdão de dívidas de condomínio
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á cláusulas abusivas que ainda hoje são frequentemente encontradas nos contratos imobiliários. Diferentemente da maioria dos contratos de consumo (seguros, contratos bancários etc.), muitas vezes é possível negociar a alteração de algumas cláusulas antes da assinatura de um contrato de compra e venda de imóvel. Há cláusulas abusivas que ainda hoje são frequentemente encontradas nos contratos imobiliários. Diferentemente da maioria dos contratos de consumo (seguros, contratos bancários etc.), muitas vezes é possível negociar a alteração de algumas cláusulas antes da assinatura de um contrato de compra e venda de imóvel. Por isso recomendamos ao consumidor que constatar a existência de uma das cláusulas abusivas listadas abaixo, que exija sua alteração antes de fechar o negócio. Entretanto, se isso não for possível, o consumidor poderá recorrer futuramente à Justiça, visando a declaração de nulidade dessas disposições. Vejamos a seguir algumas dessas cláusulas: 1) Cláusula que prevê a perda total das prestações pagas ou imponha multa contratual superior a 20% na hipótese de desistência ou inadimplência do consumidor; 2) Cláusula que permite ao vendedor alterar unilateralmente o valor do imóvel ou das prestações. É o caso, por exemplo, da cláusula que estabelece que o índice a ser utilizado na correção das parcelas será aquele que registrar a maior variação mensal, dentre diversos índices citados; 3) Cláusula que impeça a liquidação antecipada do débito, total ou parcial, mediante o desconto proporcional dos
juros e demais encargos; 4) Cláusula que, na hipótese de atraso no pagamento da prestação, impõe multa de mora superior a 2% do valor da parcela. Responsabilidade Um dos assuntos mais polêmicos nos condomínios é a inadimplência. Moradores se irritam com vizinhos que não pagam o aluguel e continuam usando áreas de lazer, como piscina e quadras de esportes, além de a falta de pagamento prejudicar a manutenção e as benfeitorias no prédio. A questão se agrava ainda mais quando o corpo diretivo “perdoa” o atraso, livrando os condôminos em atraso de multas e juros cabíveis. A atitude, entretanto, não é aconselhável e os administradores podem ser responsabilizados. O fato é que esses síndicos podem ser responsabilizados por “perdão” a condôminos inadimplentes. “Esse perdão só pode ocorrer salvo casos especialíssimos e mediante aprovação em assembleia geral. Caso contrário, o ato, além de descumprir a convenção condominial, implicará em tratamento desigual em relação aos condôminos que pagam em dia suas taxas”, afirma o advogado Daphnis Citti de Lauro, especialista em Direito Imobiliário. Sugestão de leitura O tema é abordado no recém-lançado “Problemas em Condomínios”, de autoria de Daphnis de Lauro e publicado pela editora Mundo Jurídico. “No caso de inadimplência, o acordo que pode ser feito é o parcelamento do débito integral, com multa, juros, correção monetária e outros encargos”.
É recomendável ao consumidor constatar a existência de cláusulas abusivas nos contratos. O ideal é exigir sua alteração antes de fechar o negócio
A atitude de alguns síndicos, de perdoar dívidas de condomínio, não é aconselhável. Administradores podem ser responsabilizados pelo perdão
EXPEDIENTE EDIÇÃO Mellanie Hasimoto mellzis@gmail.com
REPORTAGEM Fred Santana
FOTOS Arquivo EM TEMPO
REVISÃO Dernando Monteiro e João Alves
DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira
TRATAMENTO DE FOTOS Kleuton Silva
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Taxa de corretagem pode ser reembolsada DIVULGAÇÃO
Saiba como reaver o pagamento, que corresponde de 5% a 6% do valor do imóvel e é de obrigação da construtora
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uitos consumidores vêm comprando seu imóvel, mas, no momento em que estão para assinar ou após firmar o contrato de compra e venda, verificam que existem valores pagos que não estão incluídos nele. Nesta hora, descobre que pagou corretagem sem saber. A Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) vem recebendo, constantemente, reclamações de pessoas que se sentem lesadas pelas construtoras. Presidente da instituição, Lúcio Delfino afirma que este ônus é da construtora e não do mutuário. “Todo consumidor que adquiriu imóvel na planta e pagou a corretagem, sem o seu conhecimento, causando depreciação do preço final do bem, tem direito à devolução em dobro do valor pago”, garante o especialista. Delfino explica que as construtoras, quando fazem o lançamento de um novo empreendimento, geralmente contratam corretoras com a finalidade de acelerar as vendas dos imóveis. “Se o valor da corretagem for colocado de forma clara para o comprador e ele aceitar o
ônus, não há problema legal. Caso contrário, a prática não lesa somente o consumidor, mas também o Fisco”, adverte o presidente da ABMH. Convocação para ações coletivas – O comprador de imóvel na planta que pagou a taxa de corretagem sem o seu consentimento, deve recorrer ao Poder Judiciário para ter a quantia devolvi-
DELFINO “Todo consumidor que adquiriu imóvel na planta e pagou a corretagem, sem o seu conhecimento, causando depreciação do preço final do bem, tem direito à devolução em dobro do valor pago” da. Para tanto, Delfino orienta que os mutuários/consumidores lesados optem por uma ação coletiva, de forma a agilizar o processo na Justiça. E a ABMH pode intermediar este processo, apesar de a ação
individual também resolver a situação. Como questionar O presidente da ABMH explica, ainda, que a ação coletiva é um tipo de processo pelo qual o grupo de consumidores lesados por uma empresa entra com uma única ação – no caso, por meio da Associação -, para questionar as cláusulas contratuais abusivas ou para cobrar as indenizações cabíveis. “Basta que os consumidores reúnam documentos e provas dos fatos e se associem à ABMH”, informa. Ele diz, ainda, que a ação coletiva é livre de custas e
ainda colabora com a celeridade do Judiciário, pois uma única ação pode representar 200, 300 proprietários de imóveis no mesmo prédio. Antes de comprar um imóvel, o ideal é se informar, como orienta Lúcio Delfino. Para ajudar o futuro mutuário da habitação, o Instituto disponibiliza orientações gratuitas pelo site www.abmh. com.br e pelo e-mail abmh@ abmh.com.br. Sobre a ABMH – Idealizada 1999 e mantida por mutuários, a Asso-
ciação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) é uma entidade civil sem fins lucrativos que tem como objetivo difundir as formas de defesa de quem compra imóveis, em juízo ou
fora dele, com o efetivo cumprimento dos dispositivos legais. Atualmente, a Associação possui representações em 13 estados, além do Distrito Federal e presta consultoria jurídica gratuita.
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Arquitetando
contato@arquitetandomanaus.com.br www.arquitetandomanaus.com.br
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osmopolita e concebido arquitetonicamente, pelo escritório André Sá & Francisco Mota Arquitetos, o shopping Ponta Negra foi inaugurado em Agosto de 2013. É admnistrado pela JHSF que opera outros importantes empreendimentos no país como o Shopping Cidade Jardim e recentemente inaugurado Catarina Fashion Outleet em SP. O Ponta Negra está localizado no bairro Ponta Negra, local de forte apelo turistico e com grande crescimento do segmento imobiliário. Com arquitetura limpa, clean e descolada o Shopping tem mostrado sinais de crescimento e reformulação no mix para melhor. Atualmente seu diferencial está em possuir marcas exclusivas nacionais e internacionais . Sào exclusivas lojas como Richards, Zara, New Balance, Água de Coco, Osklen, Swavarovski, John John, Jorge Bischoff Diesel; a recém encantadora inagurada Rosa Chá e a Pet&Repet; diga-se de
passagem loja com arquitetura contemporânea, bastante diferenciada. Para quem curte pets, o Ponta negra permite a circulação de pets no shopping com exceção da praça de alimentação. Diga-se de passagem é uma das melhores praças de alimentação da cidade falando em shopping e em termos de arquitetura e conforto visual. Retilínea, sem curvas, pé direito alto e iluminação aconchegante tornam a praça de alimentação um espaço singular, além de contar com restaurantes diferenciados. Ainda possui restaurantes e bar como a Tratoria Porto Fino e a Cacharia do Dedé no pavimento de entrada. Os mimos não parão por ai o serviço de concierge, oferece carrinhos infantis, cadeira de rodas para quem possui dificuldade em locomação entre outros serviços. Um dos pontos fortes do PN é capacidade do estacionamento, tanto coberto como o externo. Ainda este ano desembarcam
Caminhando pelo shopping, este passa uma imagem clean, lojas sofisticadas, e a grande preocupação com o Natal, que já está em andamento a decoração.
Um grande trunfo: A Zara
grandes marcas que chegam para trazer o diferente para nossa Manaus, entre elas estão a Nike Factory Store, a chic Lança Perfume grife de roupas femininas, internacional. E as novidades não param por aí: Até o final do ano consolida-se a abertura da academia Fórmula, e a grande novidade será uma loja Americanas como
uma das âncoras do shopping. O shopping ainda conta com uma intensa agenda de eventos e um grande diferencial que é a sala VIP do cinema Cinepolis, um verdadeiro luxo e bem estar para os clientes mais exigentes. Entre novidades chegando: Pissani Massas Gourmet, já em obras, Adidas, que também está em obras.
O gerente comercial e marketing do PN: Rafael Fiedler
Ainda a praça de alimentação: amplitude A recém e chic inaugurada Leu Creuset: luxo e bom gosto, inovação
A recente e charmosa Rosá Chá
Lugar para Pets, a Pet&Rpet: conveniência
A diferenciada e bacana Richards
Água de Coco: exclusividade
Heroes Play: lugar para diversão kids e adolescentes
Praça de alimentação: unidade
Atuante no mercado nacional e internacional de mobiliário e alta decoração
FOTOS : PAULO RICARDO SACHS
O cosmopolita Shopping Ponta Negra
Paulo Ricardo Sachs
A marcante e luxuosa marca Swarovski
Sala VIP do Cinépolis: luxo
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Saiba como cuidar bem do seu terrário em casa Bióloga e especialista em educação ambiental e paisagismo revela alguns cuidados que você deve ter com as plantas
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á é comprovado que ter um jardim faz bem para saúde. Cuidar bem das plantas pode ajudar na luta contra o estresse, depressão e também de doenças mentais. No entanto, para quem sofre com a falta de espaço ou até mesmo com o clima da cidade onde vive, o terrário se tornou a solução ideal para o ambiente da casa ficar mais decorado e leve. Mas como cuidar das plantas? Será que dá muito trabalho ter seu próprio mini-jardim? Lilian Ribeiro, bióloga, especialista em educação ambiental e paisagismo, dá algumas dicas importantes para você cuidar do seu próprio terrário. Sol Caso seu mini-jardim for de plantas suculentas e estiverem pouco brilhantes ou se as folhas estiverem crescendo tortas ou com um grande espaço entre uma e outra, significa que está faltando sol. A luz solar é importante para nós e também para as plantas. Para seu terrário ficar saudável, coloque-o pelo menos 4 horas do dia se bronzeando com a luz do sol.
jardim a cada 15 dias. Mas se você mora em uma região mais quente, entre 25 e 35, uma vez por semana está de bom tamanho. E lembre-se: regue pouco. Para controlar melhor, você pode utilizar uma seringa, um conta-gotas ou até mesmo usar um recipiente com o bico dosador (como aqueles de bisnagas catchup). Limpeza Um terrário pode durar meses ou até anos, caso seja bem cuidado. Para isso, limpar é fundamental. Cortar as porções que estão murchas e ressecadas e tirar as folhas secas e mortas são modos de fazer isso. Entretanto, é preciso tomar cuidado com quais instrumentos você vai realizar a limpeza. A sugestão é esterilizar tesouras e facas com álcool já que, se estiverem sujas, você pode contaminar as plantas. Atenção É preciso prestar atenção nelas. Observar regularmente como as plantas estão é de extrema importância. Algumas plantas podem estar morrendo e atrair infecções de mofo e bolor. Caso aconteça isso, remova a planta o mais rápido possível para que o ambiente permaneça sadio. DIVULGAÇÃO
Água Assim como o sol, a água é essencial para a vida das
plantas. Se o terrário for de suculentas ou cactos, regue somente quando o solo estiver completamente seco ao toque ou com pouquíssima água. Não se preocupe que, por serem plantas do deserto, essas plantas gostam da terra seca. Nesse caso, a dica principal é borrifar no interior do terrário (na parede de vidro ou nos pedriscos), evitando molhar as folhas. Se as suculentas estiverem murchas é sinal de que estão desidratadas, então as hidrate um pouco por muitos dias. Já se o terrário for daqueles fechados com plantas tropicais, é mais fácil observar pela umidade na parede do vidro. Caso ele esteja com algumas gotículas, o minijardim está saudável. Mas se estiver escorrendo água, abra a tampa e faça com que o excesso evapore. E se estiver seco demais, borrife água. Quando o terrário estiver em perfeito equilíbrio, o ciclo da água será natural e ele poderá ficar meses sem ser necessário regar. O mais importante é saber que não se deve regar até encharcar toda a terra. Por ser um terrário, o seu ambiente vai preservar a umidade por vários dias. Caso você more em uma região que faça entre 15 e 25 graus, regue seu mini-
Cuidar bem das plantas ajuda na luta contra o estresse, depressão e também de doenças mentais, diz bióloga
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Como deixar a sua casa segura para os idosos
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Designers de interiores revelam cuidados que devem ser tomados para adaptar ambientes para a terceira idade
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claro que a terceira idade precisa de atenções especiais. A longevidade da vida das pessoas está muito atrelada a cuidar de si mesmo – e viver em um ambiente agradável faz toda a diferença na qualidade de vida. O lar dos idosos precisam de adaptações, ao mesmo tempo em que não se deve deixar de lado a beleza e o estilo dos ambientes. Para a Designer de interiores Adriana Lyra, do escritório A Design de Interiores (adesigndeinteriores.com.br), um lar confortável que reflita o estilo de vida dos moradores faz toda a diferença, e um profissional torna tudo isso mais fácil e eficaz. “Contratar um especialista pode ajudar em muitas tarefas que talvez passe despercebida pelo cliente, como fazer um cronograma de
projeto, a escolha de um piso anti-derrapante no box e mudar a posição da entrada dele, tornando-o mais confortável e diminuindo os riscos de um acidente”, afirma. Dessa maneira, sua sócia, Thais Merçon também revela algumas dicas para deixar a casa mais segura para a terceira idade. “É preciso prestar atenção nos espaços onde as pessoas circulam dentro da casa. Eles não devem ter nada que dificulte ou cause algum dano durante a passagem pela área. Um tapete num lugar errado pode levar a tropeçar”, conta. Mas não se deve pensar somente no piso. “Os móveis geralmente são problemas na vida das pessoas idosas, pois qualquer esbarrão ou passo em falso, podem se machucar e gerar algum tipo de hema-
tomas. Para evitar esse tipo de acidente o ideal é que os móveis tenham cantos arredondados e quando possível estofados”, diz Adriana. Thais também afirma que sofás, poltronas e cadeiras não devem ter o assento muito baixo nem espumas muito macias para não forçar a coluna na hora de levantar. “É claro também que tudo isso não deve ser planejado sem pensar na escolha das cores e da iluminação, para que o ambiente fique mais leve mais alegre e claro”. Além disso, alguns acessórios podem ser utilizados para que os idosos se sintam melhor. “A composição de tecidos e estampas, quadros bem emoldurados e até mesmo símbolos que remetam boas lembranças podem melhorar o dia de alguém”, conclui,
Lar dos idosos precisa de adaptações ao mesmo tempo em que não se deve deixar de lado a beleza e o estilo
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MANAUS, DOMINGO, 11 DE OUTUBRO DE 2015