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Salão imobiliário - 1º de fevereiro de 2015

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MANAUS, DOMINGO, 1º DE FEVEREIRO DE 2015

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Investimento imobiliário para a classe média local FOTOS: REPRODUÇÃO

Oscilações no preço dos imóveis afetaram o público no ano passado e cuidados são necessários na hora de comprar

O Life Cidade nova é um dos imóveis com bom preço

N

o ano passado, o mercado imobiliário cresceu lentamente devido às condições econômicas do país. A inflação e a redução do crédito incentivaram os empreendimentos de luxo, cujo público não foi tão prejudicado, e os residenciais populares, que muitas vezes são subsidiados pelo governo. A classe média acabou sendo a mais afetada com a falta de empreendimentos voltados ao nicho e com as oscilações frequentes nos preços dos imóveis. Porém, dicas são sempre indispensáveis na hora da compra. “A classe média realmente foi a mais prejudicada”, disse o corretor Roberto Dantas. Segundo o profissional, em 2014, não foram vistos muito lançamentos voltados ao público e os indicados estavam sendo encontrados em produtos já existentes, nos estoques das construtoras. “Atualmente está difícil encontrar novos condomínios residenciais que se adequem ao perfil sócioeconômico do cliente classe média”, opina o profissional. O corretor Daniel Aragão também compartilha da opinião de que não há lançamentos nesse sentido, porém, ele defende que o público ainda continua se planejando para investir nos empreendimentos.

“Há 4 anos, as incorporadoras e construtoras lançaram muitos produtos com o perfil do público mediano, que se configuram num valor de R$ 250 a 400 mil, unidades com mais 70 metros quadrados e dois ou três quartos. Cerca de três mil unidades foram lançadas no mercado, formando estoques que estão sendo vendidos ao longo dos anos”, explica. Aquisição Apesar das condições que afetaram a classe média, Aragão esclarece que o cliente tem poder aquisitivo e consegue adquirir um apartamento com segurança.“Empreendimentos como o Edifício Milano, do bairro Parque 10 de Novembro, estão vendendo unidades desde outubro até janeiro desse ano, mais de 20 apartamentos foram vendidos. Ainda é um tipo de cliente que se importa com a localização do empreendimento e com as vantagens que ele oferece. No caso do Milano, o fato de ser apenas uma torre chama a atenção”, destaca. Além do Milano, Aragão também indica produtos como Acqua, da Tecnisa, localizado na Avenida das Torres, de um a três dormitórios; o Mais Passeio Mindu, da Capital Rossi, Parque 10, com dois a três dormitórios e unidades de 67 a 81 metros quadrados; o Life,

também da Capital Rossi, no bairro Flores, com um a três dormitórios e unidades 50 a 136 metros quadrados. “Também temos o Smile, da Patrimônio, na Cidade Nova. Apesar de ser um pouco mais afastado das áreas nobres, isso mostra a gama de opções que o cliente tem no mercado”, diz. Em relação a tendência do mercado que tende para construções de empreendimentos de luxo, Daniel Aragão afirma que há grandes probabilidades de que esses produtos acumulem estoque e beneficiem o cliente em um futuro próximo. “As construtoras acabam compartilhando o mesmo tipo de pesquisa do mercado e lançam juntas uma demanda maior do que a oferta. É bem provável que daqui a alguns anos, o cliente encontre preços mais vantajosos do que aqueles oferecidos na planta”. Para 2015, Aragão acredita que os preços dos imóveis não vão sofrer grandes oscilações. “Já existe um orçamento definido e não vai haver grandes diferenças. O mercado já sabe que a matéria prima da construção civil terá aumento, assim como impostos e cargas tributárias. São itens que sempre estão aumentando. Acredito que as construtoras já estão cientes e planejam vários lançamentos para este ano”.

Mais Passeio do Mindu é um dos empreendimentos indicados pelos corretores amazonenses


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Sistema de tratamento rende prêmio para Mizuno FOTOS: DIVULGAÇÃO

Empresa é apontada como a marca mais lembrada quando se trata de sistemas que permitem reuso de água tratada

Entre os projetos, está o de descarte do esgoto sem riscos ao meio ambiente e a possibilidade de reuso da água tratada

O objetivo da Mizuno é melhorar ainda mais o meio ambiente

endo a sustentabilidade como política e objeto de atuação, a Mizumo - referência nacional em soluções para tratamento de esgoto sanitário - recebeu o Prêmio Green Building 2014 Marcas de Destaque. Com 28,26 % das indicações, a empresa foi a primeira colocada na categoria Sistema de Tratamento e Reúso de Água, o que demonstra a qualidade e os benefícios que as soluções possuem e proporcionam às instalações sanitárias e que permitem estar entre as marcas mais lembradas na área de construções verdes. A premiação tem como base pesquisa realizada com 1.228 profissionais do mercado da construção sustentável. O objetivo do levantamento - de responsabilidade da revista “Green Building” – é apontar quais as marcas são mais lembradas, com foco em sustentabilidade, e contempla as categorias Eficiência Energética, Envoltória, Interiores, Materiais de Construção, Qualidade do Ambiente Interno, Sistema de Tratamento e Reuso de Água e Serviços. A empresa atende plena-

Hoje, já são mais de 1.700 projetos instalados em todo o país, que trazem tranquilidade aos mais de 1 mil clientes, principalmente nos aspectos técnicos e ambientais, reforçando sua competência, qualidade e eficiência. Seu parque fabril está instalado num terreno de 10 mil metros quadrados, com área dedicada equivalente a 5 mil metros quadrados, localizado em Pompéia, cidade do interior de São Paulo. Conta com mais de 100 funcionários diretos, além dos departamentos de apoio corporativos, e uma estrutura comercial que atua em todos os estados brasileiros e, portanto, mais próxima dos clientes.

T

mente às exigências e necessidades das construções verdes, por meio do Sistema Integrado Mizumo (SIM), que realiza a gestão do projeto de Estações de Tratamento de Esgoto (ETE) em toda sua complexidade, incluindo concepção, execução, instalação e

PESQUISA

A premiação tem como base pesquisa realizada em 1.228 profissionais do mercado da construção sustentável. O objetivo do levantamento é apontar quais marcas são mais lembradas serviços essenciais à operação e manutenção da mesma. São projetos que preveem o descarte do esgoto sem riscos ao meio ambiente e a possibilidade de reuso da água tratada em fins não potáveis. “Além de proteger a natureza, esta prática preserva os recursos hídricos, reduz custos de captação de água potável e leva à melhoria dos

índices de saneamento. As soluções fornecidas pela marca estão em concordância com a nova realidade e é um honra sermos premiados por isso”, afirma Adriano Gagliardi Colabono, supervisor comercial da empresa. Sob medida A empresa oferece benefícios a qualquer tipo de projeto, de residências, pequenos condomínios, pousadas, hotéis, estabelecimentos comerciais, indústrias, até milhares de usuários por módulos em projetos comunitários. Os projetos baseados no SIM. são definidos a partir de uma análise detalhada da real necessidade do empreendimento, integrando todas as informações fundamentais para dimensionar e indicar a melhor solução. As soluções projetadas funcionam de maneira automatizada, possuem baixo custo operacional, fácil manutenção e estão de acordo com as exigências previstas nas leis e normas ambientais, garantindo a alta eficiência do tratamento do esgoto e o padrão de reuso ou de lançamento do efluente no ambiente. Para

melhor eficiência do sistema, o cliente pode contratar serviços essenciais no pós-venda. Perfil Criada em 2001, a Mizumo tem como propósito melhorar o ambiente em que vivemos e prover projetos e soluções tecnológicas capazes de tratar e reaproveitar efluentes para fins não potáveis. É referência nacional em projetos de estações compactas para tratamento de esgoto sanitário (ETEs) e diferencia-se por oferecer soluções dedicadas para o setor de saneamento básico, que integram tecnologias de ponta e serviços essenciais, adequados a cada tipo de cliente.

A empresa conta com o envolvimento de todos os setores da organização em torno do objetivo maior de, por meio da contínua melhoria de práticas e processos, levar aos clientes uma Proposta de Valor, que se traduz em garantia de eficiência e tranquilidade. Ao desenvolver uma ação como esta, se prepara para dispor de tecnologia de ponta e serviços essenciais, que representem a melhor relação entre custo e benefício a empreendimentos públicos e privados. Com a união de todas as etapas do processo, a Mizumo busca a excelência no atendimento aos seus clientes, o que a permite projetar um crescimento consistente para os próximos anos.

EXPEDIENTE EDIÇÃO Bruno Mazieri REPORTAGEM Bruno Mazieri Sérgio Victor

FOTOS Arquivo EM TEMPO

DIAGRAMAÇÃO Adyel Vieira

REVISÃO Dernando Monteiro

TRATAMENTO DE FOTOS Adriano Lima


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Vale a pena comprar um imóvel ainda na planta? C

omprar um imóvel diretamente na planta pode oferecer diversos benefícios ao cliente, desde a economia e a futura valorização do patrimônio, até a escolha do apartamento ou casa de preferência. No entanto, há fatores que podem se tornar uma desvantagem e acabam influenciando no resultado final do investimento. O corretor Carlos Célio afirma que, à primeira vista, o preço é definitivamente um diferencial para quem compra o empreendimento assim que é lançado. “As construtoras e incorporadoras planejam tabelas diferenciadas no lançamento, com preços mais acessíveis. Essas vendas vão ajudar no fluxo de caixa da empresa e possibilitam que a obra siga o prazo determinado para a entrega”. Célio também ressalta o planejamento financeiro como um dos pontos mais fortes do investimento na planta, já que o prazo para a entrega da obra, que fica numa média de 36 meses, proporciona tempo para que o cliente decida quando pagar parcelas maiores e menores. “A pessoa tem uma descapitalização menor do que se fosse comprar um imóvel pronto, onde ela teria que dar de 20% a 30% de entrada e financiar 80% do restante do valor total no banco. O dinheiro acaba indo mais rápido nesses casos”, aponta. A personalização e escolha da unidade de preferência são mais uma das vantagens que o cliente tem disponível. Em prédios, por exemplo, é possível decidir entre poente, andar alto, andar baixo, longe ou perto do salão de festas, com ou sem varanda e outras características. O cliente também pode determinar suas preferências para a arquitetura do apartamento, evitando reformas após a construção do empreendimento. “Poder escolher onde e como morar é um dos grandes diferenciais para os clientes”, informa o corretor. Cuidados Apesar das inúmeras vantagens, Célio lembra que todo investimento está sujeito a riscos, até um imóvel. “Um empreendimento é sempre um bom investimento, pois é um patrimônio. Porém, nem sempre a compra na planta será totalmente vantajosa. Há pessoas que compram por um preço melhor no lançamento, mas encontram esse mesmo preço alguns anos depois quando a construtora precisa vender estoques remanescentes. Nem sempre os imóveis valorizam, pois dependem de alguns fatores externos”, enfatiza o corretor. Estar atento às condições econômicas também evita surpresas em relação ao financiamento, de acordo com Carlos Célio. “Há cerca de cinco anos, a taxa SELIC era mais baixa e possibilitava mais negócios. Atualmente, ela beira 10% a 11%, então, a taxa anual de financiamento é maior. Portanto, é preciso um maior cuidado no planejamento financeiro antes de decidir pelo imóvel”, diz.

FOTOS: REPRODUÇÃO

Bom investimento e fatores como localização e histórico da construtora podem fazer toda a diferença na aquisição A localização é outro dos fatores a ser estudado pelo cliente e pode ter grande influência no futuro do empreendimento. “É necessário saber qual é a finalidade do imóvel. Se for para morar, o ideal é valorizar locais próximos ao trabalho e centros de lazer. Caso seja para investir, o certo seria pensar em apartamentos menores próximos a grandes centros de trabalho”, diz o corretor. A análise passa também pela execução de projetos urbanos da prefeitura ou do governo. “Se for a abertura de uma via principal, é positivo. Se for a transferência de um camelódromo, é negativo”, complementa. Um dos cuidados essenciais é a investigação do histórico de obras da construtora, ou incorporadora, e da legalidade do

CUIDADO

Prazos de obras que, geralmente são anunciados com uma duração de 3 anos, são utilizados como parte de estratégia de marketing das construtoras, que tem a intenção de atrair investidores empreendimento, que precisa estar registrado em cartório. “O cliente pode pesquisar quantas reclamações a empresa tem no Procon e também os prazos das obras em empreendimentos anteriores”, aconselha Carlos Célio. Os prazos de obras que, geralmente são anunciados com uma duração de 3 anos, são utilizados como parte da estratégia de marketing das construtoras que tem a intenção de atrair mais investidores, segundo o corretor. Se o empreendimento atrasa, o cliente tem direito a multas e ao congelamento do saldo devedor. “Já é comum que as construtoras atrasem seus empreendimentos. O atraso é uma quebra de contrato, portanto a multa é garantida. Já o congelamento do saldo devedor é preciso ser garantido na justiça. Pois, esse saldo fica atualizando enquanto a obra está sendo feita, o que acarreta grandes prejuízos”.

Pesquisar o histórico da construtora é sempre uma importante ação na hora de comprar


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Empresários da construção devem reduzir investimento O

s empresários da indústria da construção iniciaram 2015 com menos disposição para investir, revela pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na comparação com dezembro do ano passado, o índice que mede a intenção de investimento para os próximos seis meses caiu 0,7 ponto em janeiro, passando de 41,5 pontos para 40,8 pontos. Os dados são da edição de dezembro do ano passado da Sondagem da Indústria da Construção. O índice varia de 0 a 100 pontos e, quanto maior o índice, maior a propensão a investir. “A menor propensão é resultado do cenário adverso vivenciado pelo segmento, que tem enfrentado desaquecimento da atividade, situação financeira negativa e baixa expectativa de recuperação”, registra o documento. Conforme os dados, as empresas de grande porte estão menos inclinadas a investir. Segundo a sondagem, em dezembro último, o quadro de desaquecimento da indústria da construção ficou mais evidente, quando as quedas no nível de atividade e no número de empregados foram mais intensas. O indicador de evolução da atividade, em relação

ao usual para o mês, alcançou 38,2 pontos, nível mais baixo da série histórica, que começou em dezembro de 2009. Os números indicam que a utilização da capacidade de operação da indústria da construção caiu para 63% em dezembro, atingindo o menor percentual da série histórica iniciada em janeiro de 2012. Em novembro, o percentual foi 66%. A Sondagem da Indústria da Construção revelou, ainda, que, em dezembro, os empresários mostraram insatisfação recorde com a margem de lucro e com a situação financeira de suas empresas. As condições de acesso ao crédito também foram mal avaliadas. Os principais problemas enfrentados pela indústria da construção no quarto semestre do ano passado foram a elevada carga tributária (46,8%), falta de demanda (39,3%), taxa de juro elevada (30,8%) e falta de trabalhador qualificado (28,6%). A Sondagem da Indústria da Construção é realizada mensalmente pela CNI, com apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção. O objetivo é acompanhar a evolução da atividade. Por Agência Brasil

REPRODUÇÃO

Segundo a sondagem, em dezembro último, o quadro de desaquecimento da indústria da construção ficou mais evidente

Os principais problemas enfrentados pela indústria da construção no quarto semestre do ano passado foram demanda e mão de obra

Carlos Célio carlos@investimento.net.br

‘Minha Casa, Minha Vida’ deve salvar o mercado O programa “Minha Casa, Minha Vida” (MCMV), instituído em 2009, foi o principal responsável pelo crescimento das contratações no crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal nos últimos 4 anos. Segundo o vice-presidente de governo e habitação da Caixa, José Urbano Duarte, do ponto de vista social, o programa trouxe para o mercado um segmento que até então era classificado apenas na faixa de “carência” por imóvel porque não tinha renda para comprar a casa própria e o mercado, em contrapartida, não produzia para tal grupo. “O MCMV passou a dar um subsídio que pode chegar a mais de 90% do valor do imóvel e trouxe para o mercado um segmento social que também representa mais de 90% do déficit habitacional”, disse. Do ponto de vista econômico, o vice-presidente afirmou que o programa fez com que a construção civil enxergasse um nicho de mercado e mantivesse o ritmo de expansão, evitando que a crise econômica global de 2008 afetasse o Brasil. Onze entre dez analistas dão como certo que 2015 será um ano difícil para o Brasil como um todo. Não há nada no horizonte que represente um alívio para o segmento. Os preços reais pararam de subir, os investidores se afastaram, os estoques das incorporadoras estão elevados, os distratos seguem altos, o retorno com aluguéis está na mínima dos últimos anos e, para piorar o cenário, os juros básicos e do crédito imobiliário estão em alta. O MCMV vem servindo para turbinar os negócios de quem já tinha se especializado em habitação econômica e salvar

as empresas do vermelho. O MCMV tem três faixas de renda: até R$ 1,6 mil, entre R$ 1,6 mil e R$ 3,275 mil e de R$ 3,275 mil a R$ 5 mil. Os subsídios sobem com renda menor e na primeira faixa eles alcançam até 96%. Isso porque a parcela do financiamento não pode superar 5% da renda mensal, com as famílias pagando um mínimo de R$ 25 por dez anos. O valor do imóvel tem teto de R$ 76 mil. Na segunda, o subsídio vai até R$ 25 mil - e também leva em conta o valor da residência desejada- e na faixa de renda mais alta, não há subsídios, mas taxas de juros menores que as de mercado e prazo de até 30 anos. Em grandes municípios como São Paulo, Rio e Brasília, por exemplo, o valor vai até R$ 190 mil. A construção de moradias para baixa renda, puxadas pelo programa tem sido o motor do crescimento de empresas dedicadas ao segmento. A NV Construtora é um exemplo. Após ser a pioneira em investimentos imobiliários em Iranduba, apostou alto, mesmo antes da construção da Ponte Rio Negro. Em 2012 a empresa lançou o residencial Bela Vista dentro do MCMV e obteve sucesso e experiência para continuar acreditando nesse nicho. “Tanto é verdade que a empresa irá lançar em fevereiro o Vila Bela, o residencial será construído no quilômetro 2 da AM 070, terá aproximadamente 1 mil unidades de dois quartos, em condomínio fechado com uma area de lazer ampla. O objetivo é oferecer o melhor produto pelo melhor valor”, afirmou o diretor administrativo da construtora, Hudson Almeida.

Carlos Célio é corretor de imóveis e perito avaliador

A construção de moradias para baixa renda, puxadas pelo programa tem sido o motor do crescimento de empresas dedicas ao segmento.


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Arquitetando paulo@adoromanaus.com.br

incremento de oportunidades de visitação aos ambientes culturais da cidade.Da sala de aula a universidade. Mas o que Clio e Jandr tem em comum? Brilho próprio e luminosidade em suas obras. Um quadro para chamar de seu.

Jandr Reis: viagens para amplificar

Na hora da escolha, vale a afinidade com o quadro. Fique atento às pinceladas de cores e constrastes

Jandr Reis: “Série Orquidário” Clio Baraúna: “Conversa ao jardim”

Jandr Reis: “Grafite Amazônico”

Clio Baraúna responsável pela exposição “Flores de Clio”

Clio Baraúna: “Cores”

NACIONAL

Custo da construção acumula alta de 6,74% O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) atingiu 0,7% em janeiro, superior ao resultado de dezembro (0,25%). Foram registrados aumentos nos preços de materiais, equipamentos e serviços (de 0,27% para 0,62%), além da mão de obra (de 0,24% para 0,77%). A coleta de preços foi feita no período entre 21 de dezembro de 2014 e o último dia 20. Nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 6,74%. Em um ano, os materiais, equipamentos e serviços tiveram aumento de 5,71% e a mão de obra, de 7,68%. A pesquisa do Instituto Bra-

Nos últimos 12 meses, o índice acumula alta de 6,74%

Clio Baraúna: “Arvore”

Paulo Ricardo Sachs atuante no mercado nacional de móveis e altadecoração

sileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre–FGV) mostra que em janeiro a contratação de serviços foi um dos componentes que contribuíram para encarecer as obras da construção civil no país com alta de 0,99% ante 0,19%. Esse acréscimo foi puxado pelo vale-transporte corrigido em 5,64%. O aumento no custo também foi influenciado pelos preços nas instalações elétrica e hidráulica que passaram de 0,24% para 1,55%. No que se refere à mão de obra, o avanço foi consequência do reajuste salarial em Belo Horizonte e da antecipação

de 2,5% do reajuste salarial esperado para Porto Alegre. Das sete capitais pesquisadas, apenas Recife apresentou elevação de preços em ritmo mais lento, com variação do INCC-M em 0,34% ante 2,44%. Em Salvador, a taxa passou de 0,09% para 0,35%; em Brasília, de 0,02% para 0,23%; em Belo Horizonte, de 0,17% para 3,62%; no Rio de Janeiro, de 0,13% para 0,39%; em Porto Alegre, de 0,25% para 0,53%, e em São Paulo, de 0,13% para 0,3%. Por Agência Brasil

REPRODUÇÃO

P

inceladas, cores e estilos diferentes. Pinturas, gravuras ou fotos? Qual escolher? Quadros são elementos decorativos que além de tornar o ambiente confortável visualmente, também imprimem personalidade ao ambiente. Pinturas em especial conferem uma luminosidade diferenciada ao local. É o melhor investimento e já por si próprio, dispensa outros adereços ao ambiente quando bem escolhido. Nossa dica é conhecer um pouco melhor dois artistas fantásticos. Todo artista já nasce com o dom da arte, geralmente é auto-ditada e ao longo de sua carreira, edifica seu próprio currículo. Clio Baraúna tem trabalhos conhecidos pela sua sagacidade e altivez. Suas obras podem emoldurar qualquer espaço. Seu trabalho “Flores de Clio” é marcante. Jandr Reis também é conhecido por meio das séries “Orquidários” e “Grafite Amazônico”. Jandr comenta que, a arte precisa vir da educaçãobase, para que haja compreensão e conhecimento para todos. Dono de estilo próprio destaca-se também por sempre buscar sua vertente dentro do que produz. Determinado assim como Clio, buscou aprimoramento e amadurecimento. Ambos pensam que uma boa ideia é o

CLIO BARAÚNA E JANDR REIS/ACERVO

Selecionando obras: Clio Baraúna e Jandr Reis


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Cresce o pessimismo dos empresários da construção Maria Castelo, prevê aumento no desemprego do setor. “Depois de anos lidando com a falta de mão de obra qualificada, o empresário da construção agora vê como maior problema a demanda fraca em todos os seus segmentos. Assim, a forte retração do emprego observada no último trimestre de 2014, não deve ser compensada nos próximos meses. O maior pessimismo indica uma continuidade do movimento de redução da atividade e do emprego”, disse ela por meio de nota. O ICST é um indicador que constitui a base da pesquisa Sondagem da Construção. Essa pesquisa gera, mensalmente, um conjunto de informações usadas no monitoramento e antecipação de tendências econômicas do setor. Tendo como referência as melhores práticas internacionais para pesquisas do gênero, a Sondagem da Construção tem como um de seus principais atributos a rapidez com que é produzida e divulgada, tornando-se uma ferramenta essencial à análise de conjuntura e à tomada de decisão nos âmbitos público e privado. Por Agência Brasil

O ICST é um indicador que constitui a base da pesquisa Sondagem da Construção, que gera um conjunto de informações

BRASIL

Empreiteiras sob investigação A Polícia Federal (PF) abriu mais dez inquéritos para investigar empresas suspeitas de participar do esquema de corrupção em contratos com a Petrobras. Por determinação do delegado Eduardo Mauat, chefe da investigação da “Operação Lava Jato”, a PF vai investigar possível envolvimento de diretores e funcionários nos desvios. De acordo com a PF, se-

rão investigadas as empreiteiras Andrade Gutierrez, Setal Engenharia, MPE Montagens e Projetos Especiais, Alusa Engenharia S/A, Promon Engenharia, Techint Engenharia e Construção S/A, Skanska Brasil, GDK, Schahin Engenharia e a Carioca Christiani Nielsen Engenharia. Na última fase da Operação Lava Jato, executivos

das empreiteiras Engevix, OAS, Galvão Engenharia, Mendes Júnior, Camargo Correa e UTC Engenharia se tornaram réus em ações oriundas das investigações da PF. De acordo com depoimentos de delação premiada, as empresas são acusadas de formação de cartel em contratos com a Petrobras. Por Agência Brasil REPRODUÇÃO

O

Índice de Confiança da Construção (ICST) apresentou queda de 6,1%, em janeiro sobre dezembro último e atingiu 90,8 pontos, o mais baixo nível da série histórica iniciada em julho de 2010. A avaliação vai de 0 a 200 pontos: acima de 100 pontos indica otimismo, abaixo de 100 significa pessimismo. O levantamento, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), indica piora na avaliação dos empresários tanto em relação ao momento atual quanto aos rumos esperados na economia no curto prazo. O resultado é formado por dois índices: o da Situação Atual (ISA-CST), que recuou 7,5% em comparação com a variação, também negativa, em dezembro, de 1,8%, atingindo 81,9 pontos; e pelo de Expectativas (IE-CST), que caiu 5%, atingindo 99,6 pontos em comparação aos 104,8 pontos de dezembro. Em ambos os casos, a pontuação foi a menor da série pesquisada. Para essa pesquisa, foram ouvidos representantes de 670 empresas ente os dias 5 e 23 deste mês. A coordenadora de projetos da construção do Ibre-FGV, Ana

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O levantamento indica uma piora na avaliação dos empresários em relação ao momento atual da economia no país

A Polícia Federal está investigando empreiteiras envolvidas na operação Lava Jato


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Pousadas brasileiras no ranking do TripAdvisor E

ntre as 25 pousadas do Brasil eleitas como as melhores pelo Travellers’ Choice 2015, prêmio anual do site de viagens TripAdvisor, estão duas da cidade de Cunha, no interior paulista. A Barra do Bié (www. pousadabarradobie.com.br) aparece na 9ª posição - além de ficar com o título de primeira em destino de serra -, enquanto a Quinta da Serra (www.pousadaquintadaserra.com.br) ocupa o 15º lugar. O ranking reúne os melhores destinos, hotéis, restaurantes e atrações em todo o mundo por meio dos votos dos viajantes. No caminho para a Serra do Mar, numa área de 58 mil metros quadrados de preservação ambiental, cercada por rios, montanhas e trechos de Mata Atlântica, está a pousada Barra do Bié. Em meio ao silêncio absoluto, os hóspedes desfrutam de lazer completo, com piscina climatizada, sauna seca à lenha, sala de massagem e fitness center, além de sala de TV com mais de 600 DVDs. Para completar o clima intimista, os seis charmosos chalés possuem decoração personalizada – um deles é todo de madeira, outro conta

com uma bonita sacada, outros dois têm varanda com rede e espreguiçadeira. Em comum, todos são equipados com cama king size, lençóis térmicos para os dias frios, dois tipos de travesseiros, lareira e poltronas para leitura, além de banheira de hidromassagem. Outro mimo é o café da manhã estendido até às 14h.

DETALHES

Cunha é uma cidade de São Paulo e está localizada a 232 quilômetros da capital. Sua infraestrutura é turística é ampla e conta com dezenas de pousadas e restaurantes para todos os gostos Os hóspedes também aproveitam as receitas sofisticadas do restaurante no almoço e jantar, que variam de acordo com as estações do ano, e podem ser acompanhadas por uma variedade de bebidas finas da adega no local. Já na pousada Quinta da Serra, localizada a 1.200 metros de altitude, impera o romantismo. Exclusiva para casais, tem

DIVULGAÇÃO

Barra do Bié e Quinta da Serra, em Cunha, interior de São Paulo, foram selecionadas pelo site de viagens quatro chalés – alguns equipados com banheira de hidromassagem, de onde é possível curtir a bela paisagem serrana, graças às amplas janelas. A estrutura oferece ainda adega com diversos rótulos nacionais e importados, restaurante, de onde saem deliciosas receitas como fondues, horta orgânica e pomar. A preocupação ecológica está presente no dia a dia da pousada. Desde a construção, realizada com madeira certificada de reflorestamento, a qual privilegiou iluminação e ventilação naturais, até os equipamentos eletrônicos utilizados são de baixo consumo de energia. O jardim Il Giardino delle Farfalle, de nome italiano e inspiração francesa, é um oásis onde os hóspedes podem relaxar e contemplar a natureza. Sobre Cunha Cunha está localizada no Alto Vale do Paraíba, a 232 quilômetros de São Paulo. Estância climática tradicional, possui ampla infraestrutura turística, com dezenas de pousadas e restaurantes para todos os gostos e bolsos. Mais informações podem ser obtidas no site www.cunha.sp.gov.br.

Barra do Bié foi uma das pousadas escolhidas pelo site TripAdvisor como uma das melhores

CONSTRUÇÃO REPRODUÇÃO

ELEVAÇÃO

Comércio recuou 6,6% no ano passado, diz pesquisa vos fiscais para o setor. Além disso, Cover destacou que a indústria de construção conta com mais investimentos em casas populares, com recursos do programa Minha Casa, Minha Vida. Ele acredita em um cenário de equilíbrio na economia, com “um câmbio mais realista, e na manutenção das políticas de renda e emprego”. De janeiro a dezembro do ano passado, enquanto os materiais de acabamento tiveram queda de 4,1%, os itens básicos caíram 8,2%. No levantamento em geral, o mês de dezembro indicou recuo de 0,5% nas vendas sobre o mesmo mês de 2013. Na comparação com novembro, houve retração de 6,5%. Por Folhapress ARQUIVO EM TEMPO

O comércio atacadista de material de construção recuou 6,6% ao longo do ano passado na comparação com 2013, período em que o setor cresceu 3% em relação a 2012. A queda ficou, no entanto, ligeiramente abaixo do esperado pelo setor (7%). Segundo balanço divulgado pela Abramat (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), em 2014, a procura foi mais concentrada nos itens de acabamento. Para este ano, a previsão é crescimento de 1%. As informações são da Agência Brasil. Em nota, o presidente da Abramat, Walter Cover, justificou que essa projeção de alta está condicionada à expectativa de que o governo federal mantenha os incenti-

De acordo com a pesquisa, o maior acréscimo de preços se deu nos imóveis de apenas um dormitório, somando 4%

Aluguel residencial teve alta em SP O preço do aluguel de imóveis na capital paulista teve aumento médio de 2% no ano passado em relação a 2013, segundo pesquisa divulgada na última semana, pelo Secovi-SP, sindicato do mercado imobiliário. O reajuste ficou abaixo dos 3,69% registrados pelo IGPM (Índice Geral de PreçosMercado). A alta do aluguel em dezembro de 2014 foi

de apenas 0,2% na comparação com novembro. “Dadas as expectativas pessimistas para a economia em 2015, isto é, crescimento do PIB próximo de zero, inflação próxima do teto e contenção de gastos do governo, se não houver nenhuma medida anticíclica por parte do governo federal para reverter esse quadro, não haverá espaço para um

crescimento real nos preços do aluguel residencial”, disse Mark Turnbull, diretor de Locação do Secovi-SP. “Portanto, eles devem acompanhar o IGP-M em 2015”, completou o executivo. Aumento De acordo com a pesquisa, o maior acréscimo de preços se deu nos imóveis de apenas um dormitório:

0,4%. Nas residências de dois dormitórios, a alta foi de 0,2%. Em dezembro, a modalidade de garantia preferida dos paulistanos foi o fiador, escolhida 45% dos contratos efetuados. O depósito adiantado de até três meses de aluguel veio em seguida, aparecendo em 34% das locações. Por Folhapress

Essa expectativa foi baseada nos números do governo federal


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