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Pódio - 27 de setembro de 2015

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CHOQUE REI

São Paulo e Palmeiras fazem clássico

Pódio E6

Pódio MANAUS, DOMINGO, 27 DE SETEMBRO DE 2015

E1

3090-1075

esportes@emtempo.com.br

Brincadeira profissional

O futebol de mesa, também chamado de botão, é uma brincadeira antiga, mas que em Manaus é levada a sério por mais de 60 jogadores profissionais. Uma equipe participou, recentemente, de um campeonato em São Paulo. Pódio E4 e E5


Pódio

MANAUS, DOMINGO, 27 DE SETEMBRO DE 2015

FOTOS: DIEGO JANATÃ

E2

BOTINHO

‘A dificuldade DE PATROCÍNIO é o principal VILÃO’

O presidente da Federação Amazonense de Desportos Aquáticos (Fada), Victor Hugo Façanha, ou Botinho, como é carinhosamente conhecido no meio, 59, iniciou sua história com a natação ainda aos 10 anos de idade. Apesar de ter que interromper os treinos por conta de uma cirurgia, a paixão pelo esporte falou mais alto e levou o menino novamente para dentro das piscinas. Na caminhada, o nadador conquistou inúmeras vitórias. Foi campeão em 1978 e 1997. Vice-campeão na travessia Almirante Tamandaré em 1974 e campeão na travessia do rio Negro, aos 40 anos de idade. Em 1977, tornou-se professor e passou por diversos clubes como Olímpico, Caco Nadador, Aquática Nobre e La Salle, onde trabalha há 13 anos. Em 1987, tornou-se técnico. É treinador da seleção estudantil há mais de 14 anos e, em 2010, começou a responder pela presidência da Fada. Ao PÓDIO, Botinho falou sobre o cenário do esporte no Amazonas, lembrou grandes feitos do passado e o que espera da natação para o futuro. PÓDIO - Como você avalia o atual cenário da natação no Estado? Botinho - A gente sempre está no pódio brasileiro. Nossa natação sempre foi forte nos campeonatos brasileiros e não está sendo diferente neste ano de 2015. As pessoas às vezes cobram mais, acham que não é suficiente, mas é, até porque a natação é um esporte muito competitivo. PÓDIO - Caio Vasconcelos, Estefani Rodrigues, Mariana Goulart, Luiza Marilac, Caio Graça, entre outros, todos estão entre 15 e 16 anos. Apesar da pouca idade, eles são os principais atletas do Amazonas na atualidade? Botinho - Este grupo que disputa pela categoria juvenil já conquistou o Campeonato Nor-

te/Nordeste de 2014. Neste ano, em João Pessoa, a competição ocorreu em maio, e os 30 atletas amazonenses conquistaram o vice-campeonato geral. Perdemos para Recife, mas fomos campeões na categoria juvenil. PÓDIO - Além do juvenil, que são atletas com idade entre 15 e 16 anos, em que categorias estão os maiores rendimentos da natação amazonense? Botinho - Os maiores rendimentos do Estado estão também nas categorias, infantil, de 13 a 14 anos de idade, e júnior sênior, de 17 a 20 anos de idade. PÓDIO - Com os bons resultados conquistados pelos nadadores, ainda é difícil conseguir patrocínio? Botinho - Patrocínio é difícil.

O investimento tem que existir, o poder público tem que aparecer mais, e o privado nem se fala, é o pior que tem. Vejo atleta no sinaleiro pedindo dinheiro para comprar passagem para competir fora. Se fizer planejamento, tem condição. PÓDIO - É verdade que pela dificuldade de patrocínio, a equipe da categoria juvenil corre o risco de ficar de fora da competição programada para 12 a 16 de novembro em Londrina (PR)? Botinho - Apesar de classificado, o grupo ainda não conseguiu patrocínio para as passagens. Agora, só viaja com passagem dada pelo governo quem for de escola pública. Quem estuda em escola particular ou o colégio paga, ou o pai paga. Resultado? Infelizmente, vai pouca gente.

PÓDIO - Então há grande dificuldade de fomentar uma geração de atletas de alto rendimento, por conta da ausência de grandes investimentos? Botinho - Temos estrutura para treinar cedida pela FVO (Fundação Vila Olímpica). Mas é preciso de um corpo multidisciplinar com médico, fisioterapeuta, preparador físico, nutricionista, psicólogo, massoterapeuta. Para trabalhar equipe de alto rendimento, competitiva a nível nacional tem que ter esse apoio. Já pensou um pai pagar tudo isso? Se não tiver dinheiro, o atleta só treina, não tem dieta diferenciada, suplemento e todo o resto. PÓDIO - A dificuldade de patrocínio é o principal vilão responsável por abreviar a carreira dos nadadores amazonenses. Isto explica porque no cenário nacional é difícil encontrar atletas do Amazonas com mais idade, que representem pela categoria máster? Botinho - Normalmente o nadador tem condição, mas tem que optar entre treinar, trabalhar ou estudar. Aí, acaba o treino, porque viver do esporte não tem como. É difícil patrocínio. Enquanto tem o apoio do pai, tem o “paitrocinador”. PÓDIO - Como foi sua chegada na Fada? Botinho - Nunca tive interesse em ser presidente, mas o Cláudio Nobre decidiu se afastar para integrar no futebol, então fizemos reunião e fui eleito. Sempre trabalhei como um incentivador da natação. PÓDIO - Nos últimos anos é evidente o aumento da participação dos nadadores nos eventos promovidos pela

Fada. Como o senhor avalia este progresso? Botinho - Conseguimos massificar em 6 anos a quantidade de cadastrados. Hoje, são 850 federados. Antes, nossos eventos reuniam 80 competidores, agora são uma média de 300. A federação realiza 20 eventos por ano, entre torneios, circuitos e campeonatos estaduais. As competições atraem nadadores a partir dos 5 anos de idade, nas categorias mini A, mini B, Mirim, Petis, Infantil, Juvenil, Junior Senior e Master. PÓDIO - Qual o apoio concedido aos atletas de alto rendimento? Botinho - Não podemos deixar de citar que as dependências da FVO sempre contribuíram para essa evolução. Sempre cederam espaço para treinamento e não cobram nada da federação. Há espaço para os treinos na FVO das17h às 21h, durante a semana. PÓDIO - Quais novidades para 2016? Botinho - Vamos implantar duas clínicas para identificar e incentivar novos talentos. Nossa natação é forte, somos aqui um grande celeiro de talentos. Só é necessário maior patrocínio. PÓDIO - Como você iniciou no esporte? Botinho - Gosto muito de nadar. Fui aluno do professor Aly Almeida. Sou da segunda geração da natação no Amazonas, junto com Alfredo Jacaúna, Luis Armando Fartollino, Atylla Rayol e Eduardo Braga. PÓDIO - O que representa a natação para você? Botinho - A natação é um esporte que faz bem para a vida, além de ser um esporte competitivo, também serve como terapia e é muito importante para melhorar qualidade de vida.

Patrocínio é difícil. O investimento tem que existir, o poder público tem que aparecer mais e o privado nem se fala, é o pior que tem. Vejo atleta no sinaleiro pedindo dinheiro para comprar passagem para competir fora. Se fizer planejamento tem condição”


Pódio E3

MANAUS, DOMINGO, 27 DE SETEMBRO DE 2015

Túnel do tempo podio@emtempo.com.br Willian D’Ângelo

1942, goleada no clássico Pai e Filho DIVULGAÇÃO

No dia 14 de junho de 1942, no campo do Luso, em partida válida pelo primeiro turno do Campeonato Amazonense, o Nacional aplicou uma goleada histórica no Fast Clube por 10 a 0. A goleada foi construída com gols de Onety (2), Emanuel (2), Oliveira (2), Pedro Sena (2), Benjamim e Raspada, com o Leão da Vila Municipal jogando com Joel, Zeca Periquito, Luís Onety, Lupércio, Pedro Sena, Mariozinho, Oliveira, Emanuel, Paulo Onety, Benjamim Onety e Raspada. Luís, Paulo e Benjamim eram irmãos, todos revelados pelo futebol do município de Itacoatiara. Lupércio Pena do Nascimento foi outro itacoatiarense campeão pelo o time da Vila Municipal. O jogador apareceu jogando pelo Brasil e depois teve uma passagem pelo Penarol. Veio direto para o Nacional, que sempre abrigou os craques da velha Serpa. Em 1939, tornava-se campeão pela primeira vez defendendo o Naça ao lado do técnico Praxíteles Antony e de companheiros como Beré, Otílio Farias, Dôda, Casquinha, Garibaldi e Didi. Foi campeão ainda em 1950, invicto. O prefeito de Manaus era Adhemar de Andrade Thury, que governou de 1941 a 1942, em substituição ao irmão do interventor Álvaro Maia, o Antô-

Colunista do Pódio

Foto tirada antes do início da partida em que o Nacional fez 10 a 0 no Fast Clube, no dia 14 de junho de 1942, pelo Campeonato Amazonense

nio Botelho Maria, em época da implantação do Estado Novo pelo governo do presidente Getúlio Vargas e em plena Segunda Guerra Mundial (1939 a 1945). No final do século XIX, o campo do Luso foi palco dos primeiros jogos na capital baré. Em 1942, o governo brasileiro fez um acordo com o governo dos Estados Unidos (Acordos de Washington), que

desencadeou uma operação em larga escala de extração de látex na Amazônia - operação que ficou conhecida como a Batalha da Borracha. Desta, a Amazônia viveria outra vez o ciclo da borracha durante a Segunda Guerra Mundial, extração e comercialização que promoveu grande expansão na colonização da Região Norte. No certame de 1942, o time

azulino foi campeão e aplicou outras sonoras goleadas, como o 11 a 1 diante do Tijuca do goleiro Limongi, e o 13 a 0 sobre o Independência. Além da dupla Pai e Filho, participaram da competição o Independência, Rio Negro, Tijuca, União Esportiva e Olímpico, que só disputou um turno. A goleada do Naça sobre o time tricolor foi preliminar de União Esportiva

3 a 2 Olímpico. No ano anterior, o time nacionalino também conquistou o certame regional, tendo como base a formação com Joel, Beré, Luís Onety, Lupércio, Pedro Sena, Mariozinho, Caiado, Emanuel, Paulo Onety, Barrote e Raspada. Também jogaram na temporada de 1941 os atletas Zeca Periquito, Ariosto, Caçador e Esmeraldo.

No certame de 1942, o time azulino foi campeão e aplicou outras sonoras goleadas, como o 11 a 1 diante do Tijuca do goleiro Limongi, e o 13 a 0 sobre o Independência. Além da dupla Pai e Filho, participaram da competição o Independência, Rio Negro, Tijuca, União Esportiva e Olímpico, que só disputou um turno”


E4

Pódio

MANAUS, DOMINGO, 27 DE SETEMBRO DE 2015

Botão, profissionali Futebol de mesa vai muito além de brincadeira de criança. Em Manaus, há profissionais do esporte que disputam campeonatos fora da cidade e colecionadores de “times” POR STÊNIO URBANO

E

ngana-se quem pensa que o futebol de botão é apenas brincadeira de criança. Em Manaus, à prática resiste ao tempo. Atualmente, cerca de 60 atletas profissionais estão ligados a Associação Manauara de Futebol de Mesa (AMFM), que se reúne de 15 em 15 dias na Arena Amadeu Teixeira, Zona Centro-Sul de Manaus, para a prática do botonismo. Praticante da atividade desde 2008, Marcos Oliveira é filiado à AMFM e afirma que o esporte passa por um processo de amadurecimento profissional na capital amazonense. “Recentemente jogamos um campeonato em São Paulo e tivemos bons resultados, inclusive atletas de Manaus que conseguiram excelentes colocações. Foi um grande aprendizado para nós. Aos poucos estamos disseminando as técnicas, as regras, e estamos fazendo essa transferência de conhecimento”, avalia o jogador. Há dois domingos atrás (19), na Arena Amadeu Teixeira, a associação selecionou quatro atletas para uma seletiva que irá escolher os melhores competidores para representar o Estado em um campeonato em São Paulo.

A AMFM afirma que os campeonatos estão cada vez mais trazendo novos adeptos para a associação. Quando a entidade começou eram apenas seis competidores, hoje o número ultrapassa os sessenta. Segundo o funcionário público Marlon Maior, a prática começou a ser disputada em Manaus ainda na década de 1980, quando o futebol de mesa era forte na capital. Porém, após a saída do presidente da federação de futebol de botão à época, José Carlos, a prática do botão declinou, voltando apenas nos anos 90. “Em 2007, por meio de um grupo de garotos do colégio Marechal Hermes começou um movimento de resgate do esporte em Manaus. Hoje, os atletas são representados pela a AMFM, que possui um calendário anual de torneios, com encontros de 15 em 15 dias, na Arena Amadeu Teixeira”, afirma Marlon. O desportista diz ainda que o futebol de mesa que se joga hoje é muito diferente daqueles que se jogava quando ele era criança, com caixas de fósforos, ou com botões que os pais compravam em lojinhas de R$ 1,99. “Hoje jogamos com botões acrílicos que nem de longe se parecem com os botões que jogávamos quando éramos crianças.

Com apenas cinco minutos de prática, é possível controlar a bola, que é redonda e feita de microfibra”. As peças para um time de botão profissional variam entre R$ 150 e R$ 500 reais. Regras As regras do esporte são divididas em divisões e subdivisões por clube e por atleta nos campeonatos realizados em Manaus. Como se fossem as séries A, B, e C, do Campeonato Brasileiro, na capital amazonense as divisões são de ouro, prata e a platina, que equivalem á principal categoria do campeonato do país. As regras do futebol de mesa profissional estão ancorados a quatro principais normas. Segundo Marlon, são elas: a prática com apenas um toque; três toques; com dadinho; e a de 12 toques, que é a mais difundida no Brasil e no mundo, e a que se joga em Manaus. Segundo a AMFM, os botões são identificados pelo nome e número dos jogadores da equipe. E tal como na realidade, os jogadores (ou botões) treinam, lesionam-se, assinam contratos, transferem-se para outras equipes, falam com a imprensa e vivenciam outras situações rotineiras do futebol.


Pódio E5

MANAUS, DOMINGO, 27 DE SETEMBRO DE 2015

FOTOS: IONE MORENO

ismo e saudosismo Amor que passou de pai para filho O advogado Leonardo Valente, 29, é um apaixonado pelos botõezinhos de acrílico. Léo garante que sua coleção, de aproximadamente 150 times do mundo inteiro, é uma das maiores do mundo. Avaliada em mais de R$ 5 mil reais, segundo o colecionador, a coletânea de times varia entre clubes do Amazonas, dos diversos Estados do Brasil, além de seleções de todo o Mundo. O colecionador, que garante ser torcedor do Olímpi-

co, em Manaus, tem o botão do time que já está extinto. Equipes que já não figuram mais no cenário local como Cliper, Libermorro e CDC Manicoré, ainda existem na coleção de Léo. Existem até seleções imaginárias, como a do Vaticano. Apaixonado pelo Flamengo, Leonardo tem em seu time peças raras, como o Flamengo de Zico, e do time centenário de 1995. Com o esporte no sangue, o advogado garante que a

paixão herdou do pai, quando os dois jogavam juntos em mesas improvisadas no chão de casa, ou nas salas do jantar. “Na verdade eu comecei a colecionar futebol de botão em 1994. Sempre gostei de futebol e desde 1994 sempre comecei a colecionar os times de botão. Aqui no bairro, Vieiralves, sempre brincávamos e realizávamos torneios, assim me tornei hexacampeão de futebol de botão do bairro”, garante Leonardo.

Advogado Leo Valente mostra sua coleção de times de botão

Peças de futebol de mesa podem chegar a custar R$ 500 e são confeccionadas com acrílico


Pódio

MANAUS, DOMINGO, 27 DE SETEMBRO DE 2015

CARNIEL/FRAME

LEANDRO MARTINS/FRAME

E6

São Paulo e Palmeiras duelam no Morumbi de olho no grupo dos quatro primeiros do Brasileirão

S Meia Michel Bastos está confirmado no time titular

ão Paulo (SP) – O clássico São Paulo e Palmeiras por si só já é um atrativo a mais para torcedor se empolgar e ir ao estádio. No duelo deste domingo (27), às 15h (de Manaus), no Morumbi, há um ingrediente a mais que promete apimentar a partida. Ambos lutam por uma vaga no grupo dos quatro primeiros colocados do Campeonato Brasileiro e quem vencer conseguirá chegar ao objetivo. O Alviverde é o quarto com 44 pontos e o Tricolor vem logo atrás, na quinta posição, com 42 pontos somados. O São Paulo vai para o jogo empolgado após vencer o Vasco por 3 a 0 no meio de semana pela Copa do Brasil. Mesmo com o triunfo, o ambiente tricolor segue pesado, principalmente pela desconfiança de parte da diretoria com o trabalho do técnico Juan Carlos Osorio. Para a partida, o treinador não poderá contar com o atacante Luis Fabiano, lesionado. O substituto do Fabuloso, por sinal, é a única dúvida para o derby. Wilder e Rogério brigam pela vaga. Outra possibilidade é adiantar o lateral-esquerdo Carlinhos para a ponta direita e colocar Matheus Reis em seu lugar. Diante deste cenário, o Tricolor pau-

lista deve ir a campo para o clássico com: Rogério Ceni, Bruno, Lucão, Rodrigo Caio, Carlinhos, Breno, Thiago Mendes, Michel Bastos, Ganso, Wilder e Alexandre Pato. “No primeiro jogo fui expulso no intervalo e aconteceram outros eventos que mudaram o jogo. Reconheço as forças do Palmeiras. Tenho dúvidas se joga Egídio ou Zé Roberto... Mas queremos que nossa torcida apoie o time como no jogo anterior. Foi muito importante para nós”, disse Osorio.

Veterano Zé Roberto volta ao time no meio de campo

Palmeiras Consciente de que precisa vencer para fincar os pés no G-4, o técnico Marcelo Oliveira não mudará a postura ofensiva da equipe. Com as ausências de Arouca, suspenso, e Dudu, que cumpre último jogo de suspensão imposta pelo STJD, a tendência é que o veterano Zé Roberto, poupado no meio de semana, volte ao meio de campo do Alviverde. Ele deve formar trinca de meias com Thiago Santos e Robinho. O Palmeiras deve entrar em campo com: Fernando Prass, Lucas, Jackson, Vitor Hugo, Egídio, Thiago Santos, Zé Roberto, Robinho, Rafael Marques, Gabriel Jesus e Lucas Barrios.

FOTOS: DIVULGAÇÃO

CLÁSSICO DOS MILHÕES

Vasco testa boa fase contra Fla Rio de Janeiro (RJ) – Há quatro jogos sem perder no Campeonato Brasileiro, o Vasco conseguiu sair da lanterna na última rodada e reavivou o sonho de escapar do rebaixamento. Para continuar sua peregrinação rumo ao milagre de permanecer na elite do futebol brasileiro, o Cruz-Maltino terá pela frente, neste domingo (27), às 15h (de Manaus), no Maracanã, o Flamengo. Mesmo com o rival lutando na parte de cima da tabela, a autoestima vascaína está em alta para o duelo. Neste ano, o time de São Januário ainda não perdeu uma partida oficial para o Rubro-Negro. Com 23 pontos somados, o Vasco está a oito de sair da incômoda zona da degola Para o Clássico dos Milhões, o técnico Jorginho contará

com o retorno do atacante Leandrão, que não participou da derrota para o São Paulo no meio de semana. Jorge Henrique também pode retornar, mas ainda é dúvida, pois ainda se recupera de lesão. O “talismã” Rafael Silva também deve ganhar nova chance no setor ofensivo. Diante deste cenário, o Gigante da Colina deve ir a campo com: Martín Silva, Madson, Luan, Rodrigo, Julio Cesar, Rafael Vaz, Serginho, Nenê, Andrezinho, Rafael Silva e Leandrão. Flamengo Após seis vitórias seguidas no Brasileirão que o colocou como postulante ao G-4, o Flamengo perdeu seus dois últimos compromissos e deixou a zona de classificação para a próxima Libertadores

da América. Com 41 pontos, mesmo que vença, o RubroNegro não voltará ao grupo dos quatro melhores times da competição, visto que São Paulo (42) e Palmeiras (44) se enfrentam e, mesmo que empatem, o time carioca não os alcançará. Para o clássico, o técnico Oswaldo de Oliveira terá os retornos do atacante Emerson Shiek e do zagueiro Wallace. O lateral-esquerdo Jorge, que ficou ausente na derrota para o Atlético-MG, também retorna ao time. A baixa é meia-atacante Everton, suspenso. Paulinho será o substituto. O Fla entrará em campo com: Paulo Victor, Pará, Wallace, Samir, Jorge, Canteros, Márcio Araújo, Alan Patrick, Paulinho, Emerson Shiek e Paolo Guerrero.

X Emerson Sheik e Jorge Henrique voltam aos seus clubes após lesão

LÍDER

Corinthians enfrenta o Figueirense Florianópolis (SC) – Líder do Campeonato Brasileiro com 57 pontos, o Corinthians enfrenta o Figueirense neste domingo (27), às 15h (de Manaus), no Orlando Scarpelli, pela 28ª rodada da competição. O time catarinense figura na zona de rebaixamento com apenas 28 pontos somados. Com o jovem Yago mantido na lateral-esquerda, o técnico Tite confirmou o time que entrará em campo no Sul do país. A baixa será o volante reserva Cristian, que machucado, nem viajou para a capital de Santa Catarina. O Timão deve ir a campo com: Cássio, Fagner, Gil, Felipe, Yago, Ralf, Elias, Jadson, Renato Augusto, Malcom e Vagner Love.


Hora de se recuperar e vencer

Pela primeira vez fora do pódio em Cingapura, Mercdes quer voltar a vencer

Após péssima atuação no GP de Cingapura, a Mercedes tem que voltar a vencer se quiser continuar com folga na liderança

S

uzuka (Japão) - “Secar” a Mercedes virou quase que um esporte para os fãs de F-1 nos últimos 20 meses — exceto, é claro, para os torcedores do time alemão e de seus pilotos, Lewis Hamilton e Nico Rosberg. Mas nem o mais otimista dos secadores poderia esperar o que aconteceu no GP de Cingapura. De repente, a Mercedes não só tinha que se preocupar com a chegada da Ferrari para incomodá-la e quem sabe tirar Lewis ou Nico da primeira fila. Na verdade, as Flechas de Prata precisaram se esforçar para garantir lugar na terceira fila do grid. Na corrida, não passou de um quarto lugar com Rosberg, enquanto Hamilton abandonou. Para o GP do Japão, neste domingo (27) à 1h (de Manaus), a

estatégia é crer que o GP de Cingapura foi uma exceção à regra. Suzuka, para os padrões da F1 atual, é um circuito único. Difícil apontar outro circuito como o que abriga a 14ª etapa do campeonato. Longo, com sequências de várias curvas e punitivo ao erro do piloto. Um deslize e a volta lançada já era. Levando em conta que é um traçado onde pressão aerodinâmica é importante, mas que também tem grandes retas para o motor Mercedes falar mais alto, o favoritismo volta a Hamilton e Rosberg. No entanto, Ferrari e Red Bull podem surpreender novamente. A equipe italiana vem de seu melhor fim de semana em mais de 2 anos e tem em Sebastian Vettel um piloto que se dá muito bem em Suzuka. E esse histórico

do alemão tem quatro vitórias em seis oportunidades. A Williams, que em Cingapura ao menos não foi mal como em Mônaco ou Budapeste, vai brigar para defender o posto de terceira força. A tendência é que, das pistas que restam até o fim do ano, esta seja a última em que a Red Bull lhe represente uma grande ameaça. Valtteri Bottas, quinto colocado no domingo, falou: “Cingapura seria a pista mais difícil do resto do calendário, então pensamos que podemos ser mais competitivos aqui do que no ano passado”.

Toro Rosso pode surpreender no Japão É uma corrida para também se ficar de olho na Toro Rosso. O STR10 pode se dar bem no traçado japonês, e os jovens Max Verstappen e Carlos Sainz têm surpreendido em pistas consideradas difíceis. Max arrepiou em Mônaco, por exemplo, ao ficar em segundo em um treino livre.

Assim, o time é forte candidato a entrar no Q3 e a pontuar, brigando no pelotão intermediário com Force India e Lotus. Na Force India, Nico Hülkenberg tem uma punição de três posições no grid pelo toque com Felipe Massa no GP de Cingapura. Um pouco mais atrás, Sauber e McLaren.

FRANCOIS FLAMANDDPPI/FRAME

Pódio E7

MANAUS, DOMINGO, 27 DE SETEMBRO DE 2015


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P贸dio

MANAUS, DOMINGO, 20 DE SETEMBRO DE 2015


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