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Pódio - 26 de abril de 2015

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MANAUS,, DOMINGO, 26 DE ABRIL DE 2015 esportes@emtempo.com.br

Domingo de decisões Após sete anos, Palmeiras volta a uma final de Campeonato Paulista onde enfrenta o Santos que faz sua sétima decisão seguida. No Rio, os alvinegros Vasco e Botafogo começam a decidir quem é o melhor time do Estado. Pódio E7


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MANAUS, DOMINGO, 26 DE ABRIL DE 2015

ALY ALMEIDA

Estou DANDO A MINHA parcela de COLABORAÇÃO

FOTOS: ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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onsagrado nas piscinas por representar o Amazonas como treinador do nadador Eduardo Piccinini nos Jogos Olímpicos de 1992, em Barcelona, na Espanha, Aly Almeida agora é o responsável por gerir a Fundação Vila Olímpica (FVO) Danilo Duarte de Mattos Areosa. Em quase 10 meses a frente da instituição, Aly comemora os resultados obtidos até então. Ao PÓDIO, ele fala sobre as reformas já feitas no complexo da Vila, explica como foi feito o trabalho para trazer o futebol olímpico à Manaus e defende a Arena da Amazônia Vivaldo Lima, deixando claro que o estádio não é um “elefante branco”.

Eu fico muito chateado quando atendo a imprensa e eles vêm com esse questionamento. A Arena da Amazônia não pode ser considerada um elefante branco. Ela não é mais nossa, ela atende todo mundo

PÓDIO – Em quais condições você encontrou a Vila Olímpica? Aly Almeida - Quando eu cheguei aqui na Vila, em julho do ano passado, ela estava entregue as baratas. As dependências quebradas, o ginásio furado, a pista de atletismo quase dois anos sem atividade, causando um prejuízo muito grande para a modalidade, já que não havia local para os treinamentos. Havia muita invasão à Vila, com muito roubo, muito assalto, uma insegurança total. A Vila escura, com uma iluminação antiga, dos anos 80, com várias lâmpadas queimadas. Nós levantamos o muro lá de trás, fizemos uma parceria com a Polícia Militar, agora eles estão usando aquele espaço para treinamento em viatura e moto. Quando a polícia chega a marginalidade foge. Assim, resolvemos esse problema daquela área. A pista, mandei buscar uma nova remessa de cola na Itália, por um preço zero. Isso já foi pago antes e a cola não prestou. Assim que essa nova cola chegou a Manaus eu acionei a empresa

na Itália e eles mandaram os técnicos para assentarem a pista. Está pronta a pista, o muro lá de trás, aumentamos a segurança, o número de alunos de 850 para 2.500. PÓDIO - As modificações param por aí ou mais obras acontecerão no complexo da Vila? A A - Nós estamos tentando fazer uma revitalização no hotel e no restaurante. Vai haver também uma reforma no parque aquático da Vila, como nós fizemos na pista de atletismo. Neste ano ainda isso deve acontecer com recurso federal, faltando resolver apenas burocracias de documentação. Serão o parque aquático e o ginásio de lutas. A reforma vai custar em torno de R$ 6 milhões. Ao longo desses 16 anos a Vila estava entregue, descaso total. Nós somos técnicos, estamos vendo a Vila e temos de recuperá-la. Nós temos escolinha de vôlei, de basquete, de futebol de salão, de handebol, de atletismo, de natação, de luta livre olímpica, de judô, de boxe, de tênis de mesa. Esses professores precisam de conhecimento, precisam melhorar e não tem como fazer isso. Nós estamos fazendo uma parceria com a Alemanha, nós já fomos lá, conversamos com eles e em breve eles farão uma visita a Manaus, possivelmente em setembro e faremos um intercâmbio. A Alemanha é detentora de um dos maiores centros de fisiologia do mundo e essa parceria será muito importante. PÓDIO – Você participou das tratativas para trazer as partidas de futebol olímpico a Manaus. Como se desenrolou todo esse processo? AA – Eu não tinha nenhuma luz de como eu traria o futebol olímpico. Eu estive no Ministério do Esporte ano passado e me passaram que as sedes já tinham sido

definidas. Eu avisei que, se lá na frente tivesse como, gostaria de ser o primeiro da fila. Depois, o general Marco Aurélio (O diretor executivo de Operações do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016) ligou avisando que teria mais uma sede. Junto a ele, começamos um trabalho. Ele foi fundamental nesse processo. Fizemos uma pequena equipe para trabalhar em cima disso. Entre tantas idas e vindas ao Rio de Janeiro, no dia da definição fomos escolhidos como sede olímpica. Depois, o aval da Fifa (Federação Internacional de Futebol Associado). Eles foram totalmente favoráveis, não colocaram nenhum tipo de empecilho. O que influenciou muito para eles foi o papel que o povo amazonense exerceu durante a Copa do Mundo, a nível de hospitalidade, saúde, segurança, mobilidade urbana e o acesso a arena, isso contou muito para a Fifa. A Copa do Mundo foi responsável em quase 50% para trazermos os Jogos Olímpicos. PÓDIO – A Arena da Amazônia Vivaldo Lima poder ser considerada um “elefante branco”? AA – Eu fico muito chateado quando atendo a imprensa e eles vêm com esse questionamento. A Arena da Amazônia não pode ser considerada um elefante branco. Ela não é mais nossa, ela atende todo mundo. Se não fosse ela, as pessoas de cidades e países próximos, como Pará, Rondônia, Roraima, Acre, Venezuela, Colômbia e outros, não teriam a oportunidade de assistir o Mundial e agora as Olimpíadas. A minha visão da arena hoje é a que eu sempre tive do teatro (Amazonas): é um patrimônio nosso. Em dez meses, nós fizemos 19 eventos na arena. Ela não pode ser um elefante branco. Se não tivesse nada, tudo bem. Os estádios na África

são elefantes brancos, não tem nada, só mato. Eu vejo a arena hoje como um patrimônio amazônico, não um patrimônio do Amazonas, porque ela oportuniza todas essas pessoas do nosso entorno de assistir uma Olimpíada e um campeonato mundial. Foi a primeira vez que fui a um Mundial na minha vida, com 63 anos, foi aqui. Por causa de que? Da arena. Se ela não existisse não estaríamos nem comentando sobre isso aqui. Temos que começar a dar outro foco na arena. PÓDIO - O que esperar da sua gestão para os próximos anos? AA - Eu acho que a gente já desenvolveu alguma coisa nesse curto período de tempo. E trabalhei a minha vida toda na abnegação do esporte. Hoje, fui convidado pelo governador a vir para cá, dar a minha parcela de contribuição, por tudo que eu passei, desenvolvi e participei. Sempre trabalhei sem nada em troca, totalmente amador, sem nenhum tipo de profissionalismo, por pura abnegação e amor ao esporte. Eu comecei no Rio Negro em 1962 e não parei. Hoje a gente senta numa cadeira para trabalhar e tentar fazer um pouquinho mais. Estou de passagem e nessa minha passagem estou dando a minha parcela de colaboração. O governador me convidou para desenvolver um trabalho, melhorar as coisas aqui dentro e olhar pelo bem público e fazer para as pessoas. Uma das providências que tomei foi aumentar o número de gente aqui. Antes, tinha uma lei aqui que só permitia jovens até os 14 anos. Eu reformulei isso e abri o espaço para jovens de todas as idade. Saímos de 855 alunos para 2.500. O esporte dá outra visão e outra dimensão as pessoas. Quero deixar aqui dentro um legado de conhecimento e trabalhar para as pessoas.

Quando eu cheguei aqui na Vila, em julho do ano passado, ela estava entregue as baratas

Nós estamos fazendo uma parceria com a Alemanha, nós já fomos lá, conversamos com eles e em breve eles farão uma visita a Manaus


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A força que vem do interior De Coari para o mundo, amazonense Andreia Serdeira se prepara para deixar o jiu-jítsu e migrar para o muay thai

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era no mundo da luta sem perder o charme e a beleza de ser mulher. Esta é a coariense peso leve e estudante de direito, Andreia Serdeira, 26, que no último final de semana se consagrou pela quarta vez seguida campeã amazonense de jiu-jítsu. Com nível internacional, a faixa-roxa foca agora em novas competições. Desta vez o Muay Thai. Apoiada pelo Governo do Amazonas, através da Secretaria de Estado da Juventude, Esporte e Lazer, Andreia defende o brasão da Ribeiro Jiu-Jítsu onde treina as d u a s artes mar-

Andreia aprimorando seus chutes

ciais. E no que depender dela, não troca por nada. “Aqui é a minha segunda casa”, frisa a lutadora que tem ainda o apoio da Academia Cagin e também da SCSoncreation Marketing e Eventos. Os quatro anos de sucesso na arte-suave foram, segundo a própria lutadora, devido as idas na academia ainda quando morava em Coari (município localizado a 370 quilômetros de Manaus). “Quando morava lá, ia deixar meu primo em casa e sempre achei interessante o Jiu-Jítsu. Como não sou de beber nem de andar em festa, procurei viver o esporte. E hoje estou aqui”, contou a lutadora para explicar em seguida como treina 16 horas por semana. “Treino seis horas pela manhã divididos em duas vezes por semana e dez horas pela noite dividida em treinos de duas horas. Abri mão de muita coisa para me dedicar especificamente à luta”, disse a determinada representante de Coari. Segundo o treinador de jiu-jítsu da fera, Almerio Augusto, Andreia está pronta no que diz respeito a luta de chão. “Ela é muito diferencia-

da. Hoje ela tem um nível internacional acima da média. Responde bem aos treinos e principalmente, tem o físico favorecido para a categoria”, explica o faixa-preta. Exemplo dentro da academia pela determinação diária nos treinos, a lutadora não esconde gratidão ao esporte. “O esporte mudou minha vida de uma maneira geral. Por isso, quero ser uma lutadora de alto nível. É como uma gratidão por tudo que vivo”, disse a lutadora que no mês de fevereiro recebeu o certificado de ‘Melhor do Ano’, da Federação de Jiu-Jítsu do Amazonas (FJJAM). Muay thai Os anos na capital amazonense aprimoraram o jogo de chão da lutadora. Campeã de tudo que disputou nos últimos quatro anos, fez com que a talentosa Andreia procurasse maiores ambições no mundo das lutas marciais. Por isso, agora, após o sucesso no regional, ela procura o sucesso na luta em pé. “Atualmente os treinos estão focados para o Pan-Americano de Muay Thai, que acontece no Rio de Janeiro no final do mês de maio, pois quero aprimorar a luta em pé”, afirmou.


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FOTOS? ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

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Lutador aprimorando sua trocação para voltar “voando” para os Estados Unidos, onde fará luta de MMA

Promessa amazonense se prepara para luta nos EUA Guilherme Farias acelera a preparação para fazer sua terceira luta no evento STFC, nos Estados Unidos THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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eleiro de lutadores campeões. Assim que o Amazonas é conhecido mundialmente. Atletas como Adriano Martins, Ronaldo Jacaré e Bibiano Fernandes já conquistaram o respeito no meio do MMA, e estão escrevendo seus nomes na história. A cada dia, o esporte evolui e se renova. Novos atletas aparecem e buscam chegar ao auge do mundo das lutas. Exemplo disso é o jovem Guilherme Farias. Aos 23 anos, o manauense fará no próximo dia 12 de junho sua terceira luta pelo evento South Texas Fighting Championships (STFC), no Arizona. Em caso de vitória, Guilherme disputará o cinturão do evento, que é um dos principais do Sul dos Estados Unidos. “Vou lutar no próximo dia 12 de junho contra o americano Jeremy Charffs. Ele é o primeiro do ranking do evento e vem de sete vitórias consecutivas. É um atleta experiente. Vai ser duro, mas estou empolgado. Venho de três vitórias dentro da organização. Estou motivado e confiante para a luta”, disse Farias. Para o combate, o lutador iniciou sua preparação ainda em Manaus. Guilherme está morando nos Estados Unidos há um ano. A mudança foi estratégica e, segundo o atleta, para chegar no topo, você tem que está próximo. Fora isso, na Terra do Tio Sam ele conta com uma maior estrutura para treinar. “Estou em Manaus há duas semanas. Vim para rever minha família e amigos. Mas volto para os Estados Unidos no começo de maio para continuar a preparação. Lá fico mais próximo dos organizadores e acabo evoluindo. No Amazonas, somos ricos de material

humano para treinar, mas lá a estrutura ainda é melhor. Lá é mais profissional. Temos mais apoio e material”, explicou o atleta que está treinando na academia X-Fight com os professores Dindô e Alan Midiã. Guilherme não esconde que sonha alto. O lutador amazonense revelou que seu objetivo é chegar ao principal evento de MMA do mundo, o UFC. Para isso, ele sabe que conquistar o cinturão do STFC é fundamental devido o peso do evento nos Estados Unidos. “O plano é entrar no UFC. Ganhando o cinturão do evento STFC, dou um passo grande para me aproximar desse objetivo devido o peso do evento. Espero até o ano que vem, alcançar meu sonho”, citou o lutador. Apoio da família Para chegar ao topo, Guilherme sabe que sacrifícios são necessários. Por esse motivo, o atleta admitiu que esse tempo que passa em Manaus é fundamental para recarregar as energias. Fora isso, Guilherme ainda revela a importância de seus amigos e, principalmente, familiares nesse momento de preparação. “Estou fora há muito tempo. Isso pesa. Vim para minha terra e rever meus amigos é muito bom. Passar tempo com meus familiares, treinar com amigos que me viram crescer e comer o que gosto, é diferente. Após o treino, conversamos e brincamos. Lá não acontece isso. Aqui é minha casa”, argumentou Guilherme que admite pensar em sua família todas as vezes que entra no octógono. “São oito anos de treinamento. Toda vez que entro na luta, penso na minha família e no apoio que me dão. Sonho em chegar mais alto para ajudá-los. Eles são tudo para mim. Luto por eles”, citou.

Início no esporte foi para perder peso Diferente de outros atletas que entraram no mundo das lutas por gostar ou ter curiosidade sobre o esporte, Guilherme lembra que começou a praticar boxe por motivo estético. O lutador revela que o sobrepeso da adolescência o incomodava. Por esse motivo, influenciado por seu tio, acabou começando a praticar a modalidade. “Na época, tinha 15 anos e era meio gordinho. Estava na escola e as meninas não

Em Manaus, Guilherme não deixa os treinamentos de lado e reúne os amigos nos tatames

me olhavam direito. Desde lá, não parei mais. Treinava de manhã, de tarde e de noite. Passei a competir campeonatos amadores até ver que isso seria meu futuro”, relembrou Farias que é especialista em luta em pé. Fora o boxe, Guilherme treinou muay thai . Apesar disso, o atleta lembra que todo lutador de MMA tem que ser completo. Guilherme já prática jiu-jítsu há quatro anos e confirma, como bom amazonense, que se sente

em casa quando a luta vai para o solo. “Prefiro a luta em pé, porque foi a onde comecei. Porém, minha transição para o jiu-jítsu foi muito rápida. Treino todos os dias a luta agarrada e não vejo problema quando o combate vai para o chão”, concluiu. Patrocínios Como a grande maioria dos atletas locais, Guilherme também não conta

com o apoio dos empresários e governo do Estado. Apesar disso, o lutador se diz sortudo por ter conseguido fechar patrocínios fora do Amazonas. “Infelizmente, aqui não consigo ajuda. Os patrocínios que tenho não são do Amazonas. Lá fora, tenho patrocínio de tudo. Já entrei em contato com a secretária, mas não resultou em nada. Espero que esse reconhecimento venha um dia”, finalizou Guilherme.


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Empresa usa prática de esporte como ‘hora extra’ Laboratório Sabin incentiva servidores a praticarem esportes e colhem melhores resultados no ambiente de trabalho

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prática de exercícios físicos tem sido uma bandeira cada vez mais levantada no ambiente corporativo, por melhorar a qualidade de vida dos funcionários e, consequentemente, aumentar a produtividade no local de trabalho. O ‘Laboratório Sabin’ faz parte da lista de empresas que desenvolvem projetos neste sentido. Em 2001, a empresa de análises clínicas deu início ao “Bem Viver Sabin”, que incentiva hábitos saudáveis, como exercícios físicos, alimentação balanceada e o

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equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. O projeto foi multiplicado em todas as unidades do laboratório no país e conta atualmente com aproximadamente 630 participantes, dentre colaboradores e familiares. Na capital amazonense (onde já estão instaladas nove unidades do grupo), a equipe de esportes foi montada em julho de 2014 e possui 30 voluntários. O “Bem Viver Sabin” engloba academia custeada pela empresa, gincanas, ginástica laboral, jogos esportivos e participação em diversas corridas

de rua, com inscrições custeadas pelo próprio laboratório. A média de inscrições em 2014 foi de 218 colaboradores por evento, sendo investidos um total de R$ 174,86 mil. A Multiplicadora de relacionamento do Laboratório Sabin, Anne Marcela é uma das atletas do grupo. Ela comenta que hesitou ao receber o convite para entrar na equipe, mas o medo passou depois da primeira participação em uma corrida. “Além de me tirar do sedentarismo é uma diversão. Hoje, tenho melhor desempenho esportivo, me sinto motivada e mais

disposta”, pontuou. Dentre as corridas que Anne já participou estão “Arena Run”, “Corrida por um Mundo Azul”, “II Corrida da Mulher Amazônica”, “Corrida Move a Amazônia”, “Meia Maratona do Amazonas” e a mais recente “XXXII Corrida Tiradentes”, realizada no último dia 21. Na Ponta Negra O grupo de esportes do Sabin organiza os dias e horários para os treinos. De acordo com Anne, os treinamentos coletivos acontecem na Ponta Negra as quartas e aos sábados, in-

cluindo diversas atividades, como funcional na areia e passeio de bicicleta. “É motivador treinar com os colegas de trabalho porque um incentiva o outro”, afirmou, ressaltando que um profissional que se sente bem no ambiente de trabalho produz muito mais. Foi com este pensamento que o Laboratório Sabin deu iniciou ao projeto, de acordo com a diretora administrativa e de pessoas do Laboratório Sabin, Marly Vidal. Ela assevera que, para a empresa, o colaborador é uma prioridade, e investir neste

serviço tem impacto positivo em sua qualidade de vida, em seu bem-estar e em sua performance profissional. “Com este cuidado, valorizamos o colaborador, trabalhamos sua autoestima, confiança e demonstramos a importância do cuidado com sua saúde. Em contrapartida, temos colaboradores mais dispostos, saudáveis, com mais vontade de contribuir e se comprometer com a empresa e sua missão. O Sabin acredita que ambientes saudáveis desenvolvem profissionais mais produtivos e engajados”, comentou.

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Muito mais que brincadeira Família se reúne para andar de patins e ter um momento de comunhão

de criança No Parque dos Bilhares, é comum ver praticantes do esporte fazendo manobras radicais

Atraindo cada vez mais adeptos, a patinação Atraindo ganha espaço em Manaus. O esporte é uma boa alternativa para quem quer sair do sedentarismo THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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uscando sair da rotina, muitos adultos estão voltando a praticar um esporte que é comum se aprender na infância: a patinação. Diferente do que muitos acreditam, andar de patins não é uma simples brincadeira de infância. A modalidade ajuda no gasto de energia e trabalha a musculatura da região lombar, glúteos, coxas e panturrilhas. Uma hora de exercício queima de 800 a 1000 calorias. Em Manaus, o esporte está sendo muito praticado na Ponta Negra, principalmente quando a pista principal da avenida é liberada

para os pedestres, e no Parque dos Bilhares, localizado na Avenida Constantino Nery. No local, o praticante encontra um espaço reservado para a patinação, o que gera segurança. Por esse motivo, o supervisor Helder Ferreira, 50, escolheu o parque para levar o seu filho João Helder, 9, e suas amigas Victoria Adreans, 13, e Gabriela Aguiar, 13. Segundo Helder, “Ele viu a pratica do esporte em Recife (PE) e quando chegamos a Manaus, pediu para praticar o esporte. Comprei o patins e trouxe para o Parque dos Bilhares para ele praticar. Desde então, ele sempre cobra para trazê-lo aqui. Tivemos a preocupação de procurar mais sobre o esporte e seus benefícios. Fomos a uma loja especializada e encontramos todos os itens de segurança, como luva e joelheira. Trouxemos para cá, porque é um local seguro e reservado para

a patinação”, afirmou o pai. Depois que começou a praticar o esporte, Helder revela que seu filho passou a interragir mais com as pessoas. Segundo o pai do jovem João, o garoto perdeu a vergonha que tinha de conversar com as pessoas e fez amizades. Fora isso, João ainda convidou os colegas da escola para praticar o esporte. “Ele envolveu os amigos. Quando aviso que vamos vim para o parque, ele já liga para os amigos chamando para virem também. Faço questão de passar e pegar todos. Gosto do esporte e estimulo bastante a prática. A patinação só gera benefícios para os praticantes. Infelizmente, não temos muitos espaços em Manaus para o esporte. O Parque dos Bilhares é o melhor para o publico”, concluiu o pai que começou a praticar a modalidade graças ao filho.

Esporte praticado pela família Outro jovem que começou a praticar o esporte no local foi o estudante Ewerton Brasil, 16. Influenciado por sua prima, o garoto pratica a modalidade há cinco meses e revela que no começo o que mais atrapalhou foi o medo, porém, após os primeiros minutos em cima das rodas, o temor deu lugar a adrenalina. “Vim com minha prima e observei o pessoal praticando a modalidade. Me encan-

tei e passei a andar todos os dias. Fui perdendo o medo e rapidamente passei a andar bem e me apaixonei. Me sinto leve em cima dos patins. Esqueço dos problemas e relaxo”, disse o garoto que faz parte do Morcegos Patins Clube, uma equipe de apaixonados pelos “tênis com rodas”. Segundo Ewerton, o mais legal de praticar o esporte é a facilidade de interragir com os outros adeptos. Apesar de ser um esporte individual, ele lembra que ninguém aprende sozinho. Por isso, convida a todos que queiram conhecer a patinação a visitar o espaço no parque. “O mais legal é que, quando as pessoas

percebem que você está aprendendo, elas chegam para te ajudar e ensinar. Você acaba fazendo amizades e isso te estimula a sempre aprender e andar mais. A patinação é para todas as idades. Vemos de crianças a idosos praticando. Tem um senhor que sempre pratica no parque que tem 78 anos”, citou Ewerton. Opções para iniciante Para começar a praticar o esporte, é preciso ter a disposição os patins e os itens de segurança básico. Segundo o microempresário, Eliú Aquino, 36, o equipamento para o esporte custa de R$200 a R$ 350 o básico para iniciantes. Porém, a pessoa que quer conhecer a modalidade tem uma opção boa no Parque dos Bilhares. No local, o praticante pode alugar o equipamento na Toca do Patins.

FOTOS: DIEGO JANATÃ

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Vasco e Botafogo fazem

final no Rio de Janeiro PAULO FERNANDES/VASCO

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io de Janeiro (RJ) – Eles têm a mesma cor e são os mais “amigos” entre todos os times do Rio de Janeiro. Essa é a relação entre Vasco e Botafogo. Porém, a amizade fora de campo ficará exatamente além das quatro linhas porque dentro delas a rivalidade prometer tomar conta do confronto deste domingo (26), às 15h (de Manaus) no Maracanã, pela primeira partida da final do Campeonato Carioca de 2015. Dono da melhor campanha do estadual, o Botafogo joga por dois empates para levantar o

caneco. O time de René Simões sofreu uma baixa inesperada de última hora. Jobson foi suspenso por quatro anos pela Fifa por ter se recusado a fazer um exame antidoping. A boa notícia é o retorno do atacante Bill. Ele deve ser titular da equipe ao lado de Rodrigo Pimpão. Para a vaga do lesionado Elvis, o técnico René Simões novamente se mostrou convicto com a escolha de Gegê. Gilberto, que chegou a ser dúvida, não preocupa segundo o departamento médico. “Vamos ter pela frente um adversário muito perigoso, com jogadores capazes de desequilibrar o confronto. O Vasco pode se aproveitar de qualquer erro nosso para construir o resultado, e não podemos vacilar. Muitos gols que levamos no Campeonato Carioca, e até mesmo na Copa do Brasil, foram cedidos ao adversário. Estamos conseguindo contornar, mas não podemos vacilar em

um jogo tão decisivo”, alertou o volante Marcelo Mattos. A provável escalação do Botafogo para a partida é: Renan; Gilberto, Roger Carvalho, Renan Fonseca e Thiago Carleto; Marcelo Mattos, Willian Arão, Fernandes e Gegê; Rodrigo Pimpão e Bill. Vasco O Vasco trabalha visando a final do Campeonato Carioca, contra o Botafogo. A primeira partida será neste domingo, no Maracanã. Enquanto os cruz-maltinos estão com força máxima para a decisão, os alvinegros não contam com o goleiro Jefferson. O zagueiro Rodrigo lamentou a ausência do adversário, mas não vê vantagem para os vascaínos. O defensor fez questão de elogiar Renan, seu substituto e que foi o herói da classificação botafoguense na semifinal. “O Jefferson é um grande goleiro e lamentamos a sua ausência, pois é um jogador de

Meio-campista Bernardo em treinamento em São Januário

VITOR SILVA/SSPRESS

Alvinegros duelam no Maracanã pelo Campeonato Estadual. Por ter feito melhor campanha, o Fogão tem vantagem do empate Seleção Brasileira e engrandece qualquer final. No entanto, não temos nenhuma vantagem com isso, pois o Renan está muito bem. Vi a partida contra o Fluminense e ele foi muito bem”, disse. Dentro de campo, o técnico Doriva fechou novamente o treino cruzmaltino, mas deve manter a escalação que iniciou o confronto contra o Flamengo no fim de semana. Assim, Marcinho segue como titular, enquanto que Dagoberto continua como opção no banco de reservas.

Diego Jardel no Estádio Nilton Santos, em preparação para a final do Carioca

Volante Arouca afirmou que dará o sangue para conquistar o título do Paulistão

ANDERSONRO DRIGUES/FRAME

ALAN MORICI/FRAME

PAULISTÃO

Com astros machucados, Palmeiras e Santos duelam São Paulo (SP) – Palmeiras e Santos começam, neste domingo (26), às 15h (de Manaus), no Allianz Parque, a decidir quem será o campeão paulista de 2015. E em igualdade, pelo menos no quesito desfalque. Valdivia pelo lado alviverde e Robinho, pelo lado alvinegro, não vão à campo neste primeiro duelo da final por conta de lesões. Diante deste cenário, os técnicos têm mantido mistério no que diz respeito a escalação. No Santos, Werley se recupera de dengue e Gustavo Henrique, seu provável substituto, tem edema na coxa esquerda, mas ninguém confirma Paulo Ricardo na zaga, assim como não há detalhes sobre a situação do volante Valencia, em tratamento de lesão na panturrilha esquerda. Em treino com portões fechados durante a semana, o técnico Marcelo Fernandes testou duas formações. Cicinho no lugar de Robinho. Com isso, Victor Ferraz seria deslocado para a lateral esquerda, e Chiquinho jogaria no meio-campo, na posição de Robinho, atuando aberto na esquerda. A segunda opção é o meia Marquinhos Gabriel na vaga de Robinho, como já ocorreu diante do Marília na fase de grupos do

Campeonato Paulista. “O Robinho não jogando, é uma referencial para o time do outro lado, é uma arma a menos. Mas o Santos está bem preparado, treinamos duas formações. Quem entrar, dará conta do recado”, afirmou o treinador. Palmeiras Osvaldo de Oliveira também adotou a tática do mistério. Sem dar pistas do time que irá a campo, o comandante se esquivou das perguntas dizendo que o único titular confirmado é o goleiro Fernando Prass. “Só revelo isso”, brincou. Após ser confirmada a lesão no joelho esquerdo de Valdivia, a principal dúvida é se Zé Roberto terá condições de começar a partida na lateral esquerda. Em alguns treinamentos durante a semana, Oswaldo sacou Lucas da lateral direita, utilizou o volante Gabriel adaptado na função, recuou Robinho e escalou Cleiton Xavier no meio-campo. O Palmeiras deve entrar em campo da seguinte maneira: Fernando Prass; Gabriel, Victor Ramos, Jackson e Victor Luís; Robinho e Arouca; Gabriel Jesus, Cleiton Xavier e Dudu; Rafael Marques.

Ricardo Oliveira é a grande esperança de gols do Santos na partida


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‘Final dos sonhos’ para o adeus de Fofão

Aos 44 anos, levantadora do Rio de Janeiro Rexona/Ades fará sua última partida como jogadora de vôlei na final da Superliga contra o Osasco Nestlé

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Levantadora Fofão fará sua despedida das quadras neste domingo

io de Janeiro (RJ) - O voleibol brasileiro vai se despedir neste domingo (26) de um dos maiores nomes de sua história. A levantadora Fofão, 44, dona de quatro títulos nacionais (98/99, 01/02, 12/13 e 13/14) e de ouro olímpico (Pequim-2008), vai deixar definitivamente as quadras depois de representar o Rio de Janeiro Rexona/Ades na decisão da Superliga 2014/2015, contra o Osasco Molico/Nestlé, na HSBC Arena, no Rio de Janeiro. Se ela pudesse escolher, dificilmente o roteiro fugiria disso. “Acho que a final dos sonhos já está acontecendo. Independentemente de qualquer coisa, tenho um respeito muito grande pela outra equipe. Ali ninguém vai dar nada de graça, e a gente sabe que está todo mundo querendo atrapalhar a festa. A gente vai ter de lutar, lutar o tempo todo, e o que eu quero é vencer”, disse Fofão na última sexta-feira (24), depois de treinar no palco de sua última apresentação como atleta. Há vários aspectos que

corroboram a análise de Fofão sobre a relevância do confronto. A começar pelo histórico: Rio de Janeiro e Osasco fizeram dez das últimas 11 decisões da Superliga feminina. Contra sucessora O jogo deste domingo ainda será contra a equipe de Dani Lins, sucessora de Fofão na seleção brasileira, e acontecerá na HSBC Arena, ginásio que jamais recebeu um jogo de Superliga e que deve estar lotado. Há várias razões para ser um dia especial. Ainda assim, contudo, o tom da levantadora do Rio de Janeiro é de serenidade. “Eu abri mão da minha família, mas é uma coisa que sempre foi muito clara com eles: a prioridade seria o voleibol. Então, o resto ficou um pouco esquecido de alguma forma. Agora eu quero recuperar esse tempo. Acho que eu não posso deixar passar mais tempo porque o voleibol... ou você faz totalmente e se entrega ou você não faz. Eu não me arrependo de tudo que eu

fiz e de tudo que eu passei, mas agora é hora de curtir um pouquinho e dar atenção para as pessoas que sempre me incentivaram”, afirmou a atleta. O técnico Bernardinho, comandante de Fofão no Rio de Janeiro também evitou dar ênfase ao momento emotivo pelo desfecho da carreira da levantadora: “A Fofão vive um momento de muita felicidade. Você não vê nela tristeza, angústia. Ela para num momento em que é absolutamente certo, correto: jogando bem, chegando a uma final. Claro que ganhar seria fantástico para coroar uma carreira belíssima com uma vitória a mais, mas independentemente do que acontecer no domingo a carreira dela tem um brilho incomparável. Então, acho que ela não passa nenhum tipo de tristeza para ninguém. A gente vai sentir falta dela, das brincadeiras, do sorriso, desse astral sempre positivo. Isso a gente vai sentir. Mas hoje, em relação a esse fato, o momento é de muita descontração”, disse.

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Pódio - 26 de abril de 2015 by Amazonas Em Tempo - Issuu