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Pódio - 24 de janeiro de 2016

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MANAUS, DOMINGO, 24 DE JANEIRO DE 2016

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esportes@emtempo.com.br

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Kitó lembra de golaço marcado Pódio E4

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FOI EM 2009

Obcecado pelo

cinturão

Lutador amazonense José Aldo afirma que não aceita luta que não seja pelo cinturão dos pesos-penas do UFC, título que perdeu em dezembro para o irlandês Conor McGregor após mais de 10 anos de invencibilidade no mundo das lutas. Pódio E2


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José ALDO

‘Só LUTO se FOR pelo TÍTULO’

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onformado com a derrota e a perda do título dos pesos- penas para o irlandês Connor McGregor, o amazonense José Aldo, 29, já pensa na revanche. O lutador do UFC, porém, afirma que não pretende aceitar qualquer combate. Sua meta é recuperar o cinturão que esteve sob seu domínio por 25 lutas. Aldo é ex-campeão dos penas do Ultimate Fighting Championship (UFC) e do World Extreme Cagefighting (WEC). Foi eleito o melhor lutador do planeta em 2011, ano em que faturou o World. Em Manaus, de férias, José Aldo conversou com o PÓDIO sobre suas expectativas para 2016. LINDIVAN VILAÇA

PÓDIO - Há possibilidade de uma revanche? José Aldo - Sim, sempre há uma possibilidade. Já tinha avisado para a direção do evento que só luto pelo cinturão direto e estou nessa espera. Não aceito qualquer luta.

Eu estou treinando bem leve ainda. Até porque recebi uma suspensão médica até fevereiro. Só estou rolando no jiujítsu, fazendo musculação, para manter a forma. É só ‘caô’ mesmo. Não sei ainda qual será meu novo passo no UFC, quando será a minha próxima luta. Estou no aguardo dos caras. Só depois que definir isto vou poder intensificar os treinos”

PÓDIO - Recentemente, o Connor disse que pode vencê-lo de novo. Ele deve lutar com o Rafael dos Anjos e esta luta seria uma guerra civil. O que você pensa sobre isso? JA - Não sei dizer nada sobre isso e acho que não tem nada a ver uma luta contra o Rafael dos Anjos. O cara é muito grande, mas acho que isso é uma decisão da direção do evento. Tenho certeza que o Rafael pode vencer o Connor (McGregor). PÓDIO - A luta contra Rafael dos Anjos é boa para você, já que o cinturão fica vago e, provavelmente, não haverá essa revanche, segundo o UFC? JA - Não tem cinturão vago, não tem nada disso, o Rafael é ele mesmo, tem sua altura, jeito dele, então não posso falar qualquer coisa do Aldo do tipo que é o Rafael, ele está no momento dele, a onda é dele, agora é deixar ele surfar bem e sozinho. Estou feliz na minha categoria, na minha trajetória, na minha carreira, independentemente do que aconteça, sei que minha próxima luta será pelo cinturão. PÓDIO - O Connor McGregor fez muito “teatro” antes da luta e o UFC promoveu muita pirotecnia, mas o ad-

versário se mostrou competitivo no octógono. Os atletas do UFC estão cada vez mais difíceis de derrotar? JA - Acho que não, cara. Infelizmente, caí em um golpe que ele conseguiu rápido. Entrou e acertou um bom golpe, mérito dele, mas tenho certeza que a próxima luta, se Deus quiser, será diferente. PÓDIO - A direção do UFC já negou uma revanche imediata com McGregor. Nesta semana você fez novas críticas a Dana White. Não teme nenhum tipo de retaliação por parte deles? JA - Cara, eu não vivo o amanhã. Não fico pensando no que vai acontecer. Por enquanto, vou esperar o que os caras da direção do UFC vão decidir. Só que eu já deixei uma coisa bem clara e vou reafirmar isso aqui para você: eu só luto se for pelo título. Logo após minha derrota para o McGregor, o Dana White me procurou no vestiário e disse que eu enfrentaria o Frankie Edgar na próxima luta, valendo novamente o cinturão dos penas, já que o McGregor subiria para a categoria dos leves e deixaria o cinturão vago. Todos os campeões terão essa oportunidade. PÓDIO - Você já conseguiu absorver a derrota para o McGregor? Muita gente continua te apoiando, mas as críticas que você recebeu também foram duras. Teve até quem levantasse a hipótese de “luta manipulada”. Como você recebeu todas essas reações do público? JA - A derrota foi dura, fiquei realmente muito triste, pois queria seguir com o cinturão, mas tenho que seguir em fren-

te. Logo após a luta vi milhões de pessoas me apoiando. Foi algo instantâneo e eu sinceramente não tinha a noção de quanto carinho as pessoas tinham por mim. Isso me deu muita força naquele momento. Quanto às criticas, sei que isso sempre vai acontecer com quem perde. Tem gente que acha que a história de um atleta se apaga com uma derrota. É normal. Acho até que aqueles que mais me criticaram, na verdade, queriam um dia chegar onde eu cheguei. Eles são uma minoria. Os verdadeiros fãs que me acompanham sempre estão do meu lado, e posso te garantir que por onde eu passei desde a derrota as pessoas me pararam para cumprimentar, me dar um apoio, um carinho. Ninguém gosta de perder, mas essa admiração e o respeito que recebo me deixam feliz demais. Esse é o meu gás para seguir lutando e recuperar o cinturão. PÓDIO - Depois da derrota você preferiu ficar isolado no canto do vestiário. Você já chegou a pensar em algum momento no impacto dessa luta? JA - Bom, só eu sei o que passei naquele momento. Passam mil coisas pela cabeça, mas uma derrota tem um grande sabor amargo, principalmente para quem estava mais do que acostumado a ganhar. É lógico que você se prepara dando seu melhor na academia e chega a hora não é o resultado que era o esperado ainda mais pelo lado da derrota. PÓDIO - Você ainda está no período de suspensão médica, mas voltou aos treinos. Já está visando a sua

próxima luta? JA - Eu estou treinando bem leve ainda. Até porque recebi uma suspensão médica até fevereiro. Só estou rolando no jiu-jítsu, fazendo musculação, para manter a forma. É só “caô” mesmo. Não sei ainda qual será meu novo passo no UFC, quando será a minha próxima luta. Estou no aguardo dos caras. Só depois que definir isto vou poder intensificar os treinos. PÓDIO - Você planeja vir a Manaus neste período em que aguarda sua próxima luta? JA - Hoje eu moro no Rio de Janeiro, construí boa parte da minha carreira aqui, mas jamais esqueci de onde eu vim. Nunca neguei minhas raízes de amazonense, amo a minha terra. Levanto a bandeira do Estado mundo afora. Antes, algumas pessoas talvez tivessem vergonha de dizer que eram amazonenses, por conta de todo o preconceito que rolava em outros Estados. Mas hoje em dia, sei que estas mesmas pessoas têm orgulho de dizer que são “da terra do José Aldo”. Sempre tive orgulho de representar o Amazonas em cada lugar por onde passei. E sou grato demais ao carinho que recebo das pessoas no Estado, seja quando estou por aí ou pelas mensagens que recebo pela internet. Como forma de agradecimento, estou organizando um segundo jogo de futebol beneficente no próximo mês. No mesmo estilo daquele “Amigos do Aldo x Amigos do Delmo” que fizemos no ano passado na Arena da Amazônia. Espero rever os amigos, minha família, relaxar e curtir bastante nessas próximas semanas.

A derrota foi dura, fiquei realmente muito triste, pois queria seguir com o cinturão, mas tenho que seguir em frente. Logo após a luta vi milhões de pessoas me apoiando. Foi algo instantâneo e eu sinceramente não tinha a noção de quanto carinho as pessoas tinham por mim. Isso me deu muita força naquele momento”


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Túnel do tempo podio@emtempo.com.br Willian D’Ângelo

Santos, campeão amazonense de 1958 DIVULGAÇÃO

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undado em 1º de maio de 1952, o Santos Futebol Clube participou de oito Campeonatos Amazonenses, sendo os certames de 1955, 1956, 1957, 1958, 1959, 1960, 1961 e 1962. Tempo suficiente para deixar seu nome na história do futebol local com o título Amazonense de 1958. O Santos foi fundado por Eugênio Sicilli Ribeiro. Torcedor do Santos Futebol Clube de São Paulo, ele decidiu criar um time com o mesmo nome, mas com outras cores para dar originalidade. O clube, após criado, ficou parado quase o resto do ano todo, uma vez que o Campeonato Amazonense daquele ano já havia se iniciado. Somente em dezembro o time entrou em campo pela primeira vez. Fez um jogo beneficente contra a seleção da cidade e empatou por 1 a 1. As campanhas estaduais de 1956 foram melhores, mas ainda sem títulos. Entretanto, o time ingressou, naquele ano, num campeonato chamado Taça Magna de Manaus, que envolvia alguns clubes profissionais, mas a maioria era de amadores. O Santos foi campeão invicto, com o atacante Fábio Andrade na artilharia. No Campeonato Amazonense de 1958, o Santos foi campeão tendo como base a for-

Colunista do PÓDIO

Foto oficial do Santos Amazonas, time que foi campeão Amazonense de 1958, mesmo ano em que o Brasil se sagrou campeão mundial

mação com Chico Bóia, Gurgel, Silvino, Roberto, Paulo, Melo, Tucupi, Pretinho, Gesnê, Pinguim e Cacheado.Também jogaram Raimundinho, Zuldimar, Ariosto e Osimar, com Marcos Gonçalves e Sabá como técnicos. O certame local contou com várias equipes, como Nacional, Fast, Internacional,

América, São Raimundo, Sul América, Clipper, Princesa Isabel, Auto Esporte, Guanabara, Educandos e Labor. Pelo o mundo, o grande destaque de 1952, ano da fundação do Santos Futebol Clube, foi o fundista tchecoslovaco Emil Zátopek. Depois de vencer os 10 mil metros em Londres,

ele ganhou todas as provas de fundo. E era a primeira vez que ele corria a maratona. No ano seguinte, Zátopek venceu a São Silvestre, em São Paulo e, em 1968, ele foi obrigado a trabalhar em uma mina de urânio por ter apoiado a Primavera de Praga. A polêmica entrada da União

Soviética (contestada pelos EUA e seus aliados) nos Jogos de 1952 fez com que fossem construídas duas vilas olímpicas em Helsinque, sendo uma delas de uso exclusivo dos soviéticos e seus aliados; no quadro de medalhas, a União Soviética ficou em segundo lugar, atrás apenas dos EUA.

O Santos foi fundado por Eugênio Sicilli Ribeiro. Torcedor do Santos Futebol Clube de São Paulo, ele decidiu criar um time com o mesmo nome, mas com outras cores para dar originalidade. O clube, após criado, ficou parado quase o resto do ano todo, uma vez que o Campeonato Amazonense daquele ano já havia se iniciado”


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FOTOS: REPRODUÇÃO

Ele já foi famoso por marcar um gol bonito Amazonense Kitó ganhou fama ao marcar um golaço durante o Campeonato Amazonense de 2009, bem antes de Wendell Lira ganhar os noticiários mundo afora LUIS HENRIQUE OLIVEIRA

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oi com a voz embargada e com lágrimas nos olhos que o brasileiro, Wendell Lira, 26, recebeu o título de gol mais bonito do mundo do ano de 2015, por meio do prêmio Puskas, durante a premiação dos melhores do ano, realizada em Zurique, na Suíça. A conquista deu ao ex-jogador do Goianésia-GO, atualmente no Vila Nova-GO, uma fama repentina. Aqui no Amazonas, um caso parecido com o de Wendell Lira aconteceu com o atacante Walminey Olivera, o Kitó, 30. Em 2009, ele ganhou fama ao ser escolhido como autor do gol mais bonito do quadro Bola Cheia, do Fantástico, da Rede Globo. Ele pegou a bola no campo defensivo, driblou vários jogadores, invadiu a área, deixou o goleiro “na saudade” e empurrou para as redes. Estratégia À época, Kitó atuava no Penarol de Itacoatiara e era centroavante. Neste ano, o agora ponta direita vai atuar no Princesa do Solimões, de Manacapuru, time que disputará a Copa do Brasil. Morando com uma tia em Itacoatiara, (município distante 176 quilômetros de Manaus), o jogador revelou ao PÓDIO alguns segredos para se marcar um gol bonito, digno de receber uma premiação.

“O jogador tem que pensar rápido. Quem pensa que entramos em campo apenas com o corpo está enganado. Quando você entra no gramado, você já está pensando nas possibilidades que você tem que fazer para que a bola chegue na rede. Afinal, atacante vive de gol. Não adianta ter sorte apenas, tem que mostrar qualidade na jogada”, declarou. Puskas Criado em 2009 pela Federação Internacional de Fute-

FINAL Kitó também saiu vencedor do gol mais bonito da rodada, promovido por jornal, e derrotou o atacante Ronaldo, que jogava no Corinthians, e Robinho, que estava no Machester City bol (Fifa), o prêmio Puskas é resultado da votação de jogadores de futebol de todo o mundo. Além de bonito, o gol deve não deve ser o resultado da sorte ou de erros da equipe adversária; o jogador não deve ter se comportado mal durante o jogo; e deve ter sido marcado entre novembro do ano anterior e outubro. Após isso, os gols que atenderem aos critérios anteriores entrarão no prêmio do ano se-

guinte. Assim como Wendell Lira, Cristiano Ronaldo e o brasileiro Neymar Júnior já ganharam a premiação. Questionado sobre a relação do gol com a beleza que se deve ter, Kitó lembrou que a meta, em si, é resultado positivo de cada partida. “Cada passe é consequência de uma linha de raciocínio pensada durante a jogada. Quando a bola bate no seu pé, você só tem que pensar em uma coisa: o gol. Agora se você estiver livre e tiver a oportunidade de brincar com a bola, você pode fazer um gol forte e diferente. Para mim, é preciso ter sempre domínio da bola. Um gol bonito, um gol de placa, é o que balança a rede e levanta a torcida”, brincou. No entanto, para um desempenho e uma jogada de qualidade, é preciso muito treino, seja na academia ou no próprio gramado, segundo revelou Kitó. Ele explicou ainda detalhes da sua característica pessoal durante uma partida. Além disso, já atuou em diferentes posições, como lateral, ala e meia. “Sou de velocidade. Gosto de arracancar com a bola. Essa é minha característica, justamente para ganhar tempo e assim, me destacar dentre os demais. Atualmente estou treinando em apenas um período do dia, mas é muito importante se dedicar aos treinos e nunca parar, seja em academias ou em gramados”, lembrou.

Kitó quase jogou na Ponte Preta Apesar da fama momentânea, o ditado que diz que “tudo que é bom dura pouco” foi uma realidade na vida do amazonense. Ainda em 2009, após aparecer em programas de grande repercussão, Kitó informou que problemas pessoais não o deixaram se dedicar o tempo necessário à carreira. Flamenguista de coração e com a carreira esportiva tendo iniciado aos 18 anos no Nacional Fast Clube, de Manaus, o jogador lembra que a notoriedade nacional fez com que ele fosse sondado por vários times, inclusive a Ponte Preta, de São Paulo. “Sempre sonhei em ser jogador. Quando fui sondado para fora (outros times), não pude aceitar por problemas pessoais. O que eu quero agora é desempenhar um bom trabalho onde eu estiver. Vivendo um dia

de cada vez, assim como pretendo terminar meus estudos para me formar em educação física, e que Deus possa me mostrar sempre o caminho certo”, finalizou. Sempre sonhei em ser jogador. Quando fui sondado para fora (outros times), não pude aceitar por problemas pessoais. O que eu quero agora é desempenhar um bom trabalho onde eu estiver Kitó Jogador de futebol

Opinião delas A ideia de que futebol é coisa de homem já ficou para trás há muito tempo. Tanto que no âmbito local, o time feminino do Iranduba dá mais orgulhoso aos seus torcedores do que os times

masculinos de maior tradição, como Nacional, Rio Negro, Fast... Apaixonada por futebol, Priscila Souza da Silva, 31, já foi goleira de um time amador. Para ela, o gol mais bonito, sem dúvidas, é o de bicicleta. A explicação pela preferência, se dá por conta da necessidade de técnica e de poucas chances de atuação. “O gol de bicicleta é o mais bonito na minha opinião. Pois é uma jogada difícil, que exige bastante técnica e chance para desempenhar durante a partida. Conheci meu esposo no trabalho e ele jogava como atacante e fazia gols de bicicleta. Fui goleira por 5 anos, viajei para o Rio Grande de Sul e Acre para jogar pelos jogos industriais do meu trabalho e só parei porque engravidei”, conta a mãe da pequena Laiz Eduarda de apenas 1 ano.


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Pista de kart é garantia de muita diversão e adrenalina

Diversão total para última semana de férias escolares LINDIVAN VILAÇA

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érias escolares representam uma boa oportunidade para estimular o hábito da prática de esportes nas crianças e adolescentes. Nada em ritmo de competição, mas sim de lazer e diversão. Em Manaus, há espaços de sobra para atividades como o ciclismo, skate, patins, futebol, corrida, kart e basquete, sem que os pais precisem “sacrificar” o bolso. Basta avaliar as opções e combinar com o filhão a atividade em que ele mais gostará de gastar as energias. A empresária Fátima Lira, 35, já acertou com o filho Thiago, de 11 anos, algumas horas para ele experimentar as emoções da velocidade. Reservou uma vaga neste final de janeiro na Pista de Kart do Amazonas Shopping. A ideia é testar as habilidades do filho no automobilismo. O desejo é que o filho experimente diversão mais “verdadeira” e não meramente virtual, como a maioria das crianças brincam atualmente. “No prédio tem várias crianças, mas todas têm brinquedos muito modernos, não conhecem as brincadeiras simples da minha época de infância. Elas não sabem o quão bom é pular amarelinha, regar uma plantinha ou tomar banho de bacia. São coisas tão importantes, mas que se perderam com o

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passar do tempo”, disse Fátima. “O Thiago adorou. Nunca tinha feito essas coisas”, comentou, ao revelar que o filho já conheceu essas brincadeiras. Fátima também pôs o filho em uma colônia de férias para desenvolver o espírito de integração com outras crianças. “Senti a necessidade de ter um espaço saudável para ele brincar, mas Manaus não tem muitas opções. Só shoppings, que são tão lotados e barulhentos. Nada como colocar os pés no chão, brincar com areia e tinta. Isso é infância”, definiu a empresária. Ainda no Amazonas Shopping, a criançada tem a opção do Mar de Bolinhas, um espaço com milhares de bolas de plástico. Escorregadores e um tobogã integram as atrações do local. A criançada se diverte, mas os pais pagam o estacionamento. Adolescentes também podem praticar atividades físicas, seja em colônia de férias ou em lugares públicos na cidade. No caso das colônias, a do Balneário do Sesc oferece não só esporte, mas também ações culturais e gincanas para crianças a partir dos 6 anos até os 14. Há turmas na faixa etária de 11 a 15 e de 18 a 22 anos, no horário das 8h às 17h. “Temos gincanas aquática e terrestre, programa de auditório, passeios externos, cinema, duathlon (natação e

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PÓDIO apresenta as principais opções de diversão esportiva para os manauenses nestes últimos dias de folga dos alunos corrida) e o parque aquático”, informou Nilton Montenegro, responsável pela recreação do balneário. Doze monitores cuidarão dos cem participantes já inscritos em cada período. Temos uma equipe multidisciplinar, com enfermeiros e salva–vidas disponível para a criançada”, disse. Serviço Os shoppings funcionam das 10h às 22h. No caso do serviço de kart, o carrinho pode ser alugado de domingo a domingo no horário de funcionamento do shopping. A pista funciona das 10h às 22h. Não tem faixa etária dos participantes; é exigida apenas uma estatura mínima que é 1,30 metro, específica para este período de colônia de férias Malhação Para os fãs do skate, a pista no Parque Turístico Ponta Negra e do Centro de Convivência do Idoso Madalena Arce Daou, no Santo Antônio, Zona Oeste de Manaus, são ótimas opções. As pistas permitem manobras simples e radicais. A prática do skate queima muitas calorias, pois exige equilíbrio, preparo físico e técnica para executar os movimentos básicos e avançados. É pura diversão, mas é recomendável andar sobre a prancha com rodinhas bem equipado. A Ponta Negra também tem

Boliche é um esporte, mas vários amazonenses praticam essa modalidade como forma de distração

a Faixa Liberada, projeto da Prefeitura de Manaus que libera trecho da avenida Coronel Jorge Teixeira para a prática de corridas e caminhadas. O Centro Social do Parque 10 e o Parque dos Bilhares são outras opções para se gastar a sola do tênis. Nesse caso, os pais pagam o custo zero para proporcionar ao filho um ambiente em que ele pode se divertir até cansar. Boliche Uma das opções mais divertidas da cidade, sem dúvidas, é o boliche. O jogo, que exige que

o participante tem mira para com uma bola derrube os pinos, é uma febre entre os jovens da cidade. Para potencializar a prática do esporte, o Amazon Bowling criou a promoção “Terça Universitária”, onde o aluguel por hora da pista sairá por R$ 19,99 e da mesa de sinuca por R$ 14,99. A promoção é válida por tempo limitado, nas unidades do Amazon Bowling em Adrianópolis e no Studio 5. Na promoção ainda tem chopp de 300 ml por - R$ 2,99, porção de fritas de 300 g por R$ 4,99. A promoção é válida às terçasfeiras, por tempo limitado, nas

unidades do Amazon Bowling em Adrianópolis e no Studio 5. Não é acumulativa com outras promoções da casa. O Amazon Bowling do Adrianópolis está localizado na rua Belo Horizonte, nº 97, de terça a sexta, a partir de 17h e sábado, domingo e feriado, a partir de 15h. Mais informações pelos fones pelo fone 3631 0036. Já o Amazon Bowling do Studio 5 fica situado na avenida Rodrigo Otávio, 3555, bairro Japiim, e funciona de segunda a sexta, a partir de 16h, e sábado, domingo e feriados, a partir de 15h.

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O sonho olímpico não acabou, apenas mudou R

menta Danilo. Conhece bem mesmo. Foi no Rio de Janeiro que Danilo Nogueira ganhou as medalhas de bronze na barra fixa e prata por equipes. Quatro anos antes, também ganhou a prata por equipes. “No Rio foi o momento mais marcante da minha carreira. O ginásio estava lotado de brasileiros e acabei ganhando duas medalhas. Agora vai ser como voluntário, mas com

AMIZADE Danilo tem bom relacionamento com o também ginasta Diego Hypólito, seu ex-colega de seleção brasileira. Ele ainda encontra com Hypolito em competições, quando participa como árbitro certeza eu vou sentir ainda mais o clima, a torcida vai ser mais calorosa ainda por ser Olimpíada”, acredita Danilo. Danilo participará de evento-teste de ginástica, que acontece em abril na Arena Olímpica do Rio, e já prática o inglês para poder ajudar brasileiros e estrangeiros na Rio-2016. “Tem pouca gente na ginástica. Eu ainda não

Danilo (esquerda) com a medalha de bronze conquistada no Pan do Rio de Janeiro, em 2007

sei em que estarei ajudando, mas eu vou poder ajudar. Em abril vai ter evento-teste e aí é que vai ser tudo preparado. A gente também ganhou um curso de inglês de quatro meses online. Eu comecei a fazer agora que eu estou tranquilo, mas sempre quis fazer. Quando eu era ginasta eu viajava muito, mas nunca fiz inglês”, conta.

Lesão atrapalhou Naquela Olimpíada de 2004 o Brasil conseguiu classificar de forma inédita dois atletas. Eram eles Mosiah Rodrigues e Danilo Nogueira, mas o país tinha apenas uma vaga e o primeiro estava na frente nos critérios olímpicos. Danilo, no entanto, também iria para Atenas,

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io de Janeiro (RJ) O sonho da maioria dos atletas é disputar uma Olimpíada. Com Danilo Nogueira não era diferente. Três vezes medalhista dos Jogos Pan– Americanos, o ex-ginasta da seleção brasileira vai realizar o desejo olímpico 12 anos depois de ter a chance mais próxima como atleta, em Atenas-2004. Será na Rio-2016 e não como atleta, mas como voluntário. Danilo Nogueira tem 32 anos, hoje é funcionário público e dá aula de ginástica artística para a equipe de Santos, no litoral de São Paulo. O ex-ginasta da seleção realizará o sonho olímpico em casa e ainda junto à equipe que um dia fez parte. “Eu fui para todas as competições da ginastica: Mundial, Copa do Mundo, menos Olimpíada. Essa é no Brasil e ainda participar de um evento que não participei como atleta. Veio a oportunidade e logo me inscrevi. Foi um amigo da ginástica que me indicou. Eu fiz todo o processo e me chamaram. Não vai ser a mesma coisa de estar como atleta, mas eu vou estar no evento. É um sonho realizado. A ginástica vai ser onde foi o Pan-2007 então eu conheço bem”, co-

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Ex-ginasta Danilo Nogueira participará dos Jogos Olímpicos do Rio como voluntário. Ele quase representou o Brasil em Atenas-2004

Visão aéra do Clube Hebraica, um dos mais tradicionais de São Paulo, que vai receber delegações nas Olimpíadas

como reserva do compatriota, veria de perto a emoção dos Jogos Olímpicos, o que acabou não acontecendo por conta de uma lesão sofrida dois meses antes da competição. “Em 2004, ainda no Campeonato Brasileiro, eu rompi o ligamento do pé. Acabou que não pude estar em Atenas. Na época eu fiquei cha-

teado, mas não pensei nisso muito na hora. Isso acontece muito com atleta”, relembrou Danilo, que passou por seis cirurgias em sua carreira. Sem condições físicas de participar, a seleção brasileira não pode levar ninguém para o caso de lesão do atleta principal. Mosiah Rodrigues acabou em 33º no individual geral.

JOGOS OLÍMPICOS

São Paulo será base de delegações A cidade de São Paulo receberá mais duas delegações no processo de aclimatação para os Jogos Olímpicos de 2016. Os Comitês Olímpicos do Japão e de Israel fecharam um acordo com a Hebraica para que seus atletas utilizem as instalações do clube antes de partirem para o Rio de Janeiro para a disputa da Olimpíada. Na semana passada, o Pinheiros já havia confirmado acerto com a China. Porém, diferentemente do vizinho que receberá cerca de 350 chineses, a Hebraica - clube da comunidade judaica - servirá de base de treinos para um contingente menor de competidores. O Comitê Olímpico do Japão, por exemplo, só mandará a São Paulo seus nadadores. Entre o dia 19 de julho e 3 de agosto, são esperados 40

deles, além de 15 membros da comissão técnica. O principal destaque é Kosuke Kitajima, dono de quatro medalhas de ouro em Olimpíadas.

EM CASA Por conta dos costumes judaicos mantidos nas dependências do Clube Hebraica, a delegação de Israel ficará no local durante os jogos, por se sentir mais próximo de seu país A natação, aliás, deverá ser o grande carro-chefe dos japoneses ao lado do judô na briga por medalhas na Rio-2016. Há quatro anos, em Londres, o Japão faturou 11 medalhas na

modalidades. No total, o país obteve 38 pódios, e terminou na 11ª colocação no quadro geral. Já Israel enviará atletas de natação, judô e atletismo. São esperados 16 competidores, além de oito membros da comissão técnica. Nadadores e judocas ficarão no clube entre 24 de julho e 3 de agosto. Já os representantes do atletismo chegarão no dia 4 de agosto. Nenhuma das delegações fez exigências para que o clube altere a estrutura, mas ambos os países terão liberdade para escolher horários de treinos. “Desde o ano passado negociamos com o Japão. Membros do Comitê e patrocinadores já vieram aqui conhecer a nossa estrutura. Vamos disponibilizar duas piscinas semiolímpicas cobertas e uma olímpica coberta”, disse Carlos Inglez, gerente geral de esportes da Hebraica.


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Juventus e Roma marcam rodada do Italiano DIVULGAÇÃO

Em momentos opostos, em que a equipe de Turim vem de dez vitórias seguidas e o time da capital não vence há 11 jogos

No primeiro turno do Calcio, equipe da capital venceu em casa por 1 a 0, em jogo emocionante

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No meio de semana, a Juve confirmou a boa fase, justamente em confronto com rival da capital, a Lazio, vencendo por 1 a 0, graças a gol do lateral suíço Stephan Lichtsteiner e alcançando as semifinais da Copa da Itália. A Roma, por sua vez, não vence desde 20 de dezembro, quando passou pelo Genoa por 2 a 0. Nos últimos dois meses, a equipe só conquistou nove dos 24 pontos disputados, por isso, agora aparece no quinto posto da tabela de classificação, com 35 pontos. O jogo deste domingo será o segundo do técnico Luciano Spaletti, sucessor do francês Rudi Garcia. Na estreia, o ex-Zenit São Petersburgo comandou a equipe no empate com o lanterna Verona em 1 a

1, em pleno estádio Olímpico. Como o confronto entre primeiro e segundo colocado das edições 2013/2014 e 2014/2015 do Campeonato Italiano fechará a rodada, pode definir que time será líder no fim da rodada. Isso porque o Napoli entrará em campo também neste domingo, só que mais cedo, às 10h (de Manaus) para visitar a Sampdoria, 14ª colocada. A equipe do Sul da Itália, no entanto, esteve no centro de polêmica no meio de semana, depois que o técnico Maurizio Sarri foi suspenso pela federação local por causa de ofensas homofóbicas contra o comandante da Inter de Milão, Roberto Mancini. Os “Nerazzurri”, por outro lado, receberão o Carpi, an-

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oma (Itália) - Juventus e Roma, campeão e vice, respectivamente, das duas últimas edições do Campeonato Italiano, farão neste domingo (24), às 15h45 (de Manaus), no Juventus Stadium, em Turim, o principal duelo da 21ª rodada, em que os anfitriões tentarão alcançar o líder Napoli e os visitantes buscarão se aproximar do primeiro pelotão da competição. Os “Biaconeros” atravessam grande fase e ao superar no último compromisso a Udinese, fora de casa, por 4 a 0, atingiram a marca de dez vitórias consecutivas. Com o resultado, o time chegou aos 42 pontos, saltando para a segunda colocação, dois pontos atrás do ponteiro.

Conhecido como “Foquinha”, atacante vai jogar no Vila Nova-MG

tepenúltimo colocado, também no domingo. O time de Miranda, Juan Jesus, Alex Telles e Felipe Melo está com 40 pontos e precisa do resultado positivo para não ficar distante da disputa pelo título. Na quarta posição, com 38 pontos, a Fiorentina tentará se reabilitar de derrota para o Milan, em duelo com o Torino, na cidade de Florença. A equipe grená de Turim é 11ª colocada na tabela, com 26 pontos.

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LEMBRA DELE?

Kerlon fala de ‘sumiço’ do futebol Belo Horizonte (MG) - O atacante Kerlon surgiu em 2005 pelo Cruzeiro com uma jogada que causou sensação mundial: o “drible da foca”, no qual colocava a bola sobre a cabeça e passava pelos adversários. No entanto, da mesma forma que o lance provocava frisson, gerou expectativas elevadas sobre o jogador. E ele mesmo admite que o fato atrapalhou seu desenvolvimento no início da carreira. “Tinha uma certa soberba acima dos outros. Ter 18, 19 anos e ser reconhecido

por uma jogada”, contou o jogador, em entrevista publicada na última sexta-feira (22) pelo jornal Lance!. A soberba, segundo ele, abriu portas a ele fora de campo e acabou atrapalhando. “Você começa a ganhar dinheiro, se sente com poder a mais que tem. Tudo isso eu vejo hoje como uma futilidade, aquilo não vale nada. Eu saía, como todo jogador saía. Tinha várias mulheres, eram muito fáceis. Droga, nunca me meti. É um tipo de situação que você precisa hoje dormir bem, descansar,

ter o músculo bom. Perdi muito tempo tirando o foco, que era jogar futebol. Todo jogador fazia, eu também fiz. Não sei se consegui acordar a tempo”, completou. Depois de atuar pelo Cruzeiro, Kerlon foi para o futebol italiano, jogando por Chievo e Inter de Milão. De lá, passou por Ajax (Holanda), Paraná Clube e Nacional-MG. Tudo isso entre 2008 e 2012. Mais tarde, passou por clubes de Japão, Estados Unidos e Malta, sofrendo para recuperar a forma física. “Preciso de alguém que

diga: ‘Eu vou ajudá-lo, vou prepará-lo de novo’”, afirmou o jogador, que diz não ter virado craque “por causa das lesões”. “As lesões que tive foram todas ligamentárias. Claro que, depois que você recupera uma lesão de ligamento, tem lesões musculares porque o músculo não está respondendo à altura. Eu fui abençoado por Deus por passar por isso. Acredito que são lesões que todo jogador que está aí está sujeito a passar”, disse Kerlon, que jogará o Campeonato Mineiro pelo Villa Nova.


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Pódio - 24 de janeiro de 2016 by Amazonas Em Tempo - Issuu