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Corinthians e Santos se enfrentam
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Nos passos
do ídolo ídolo do
Hamilton, fã confesso de Senna, tem, no GP de Cingapura, a oportunidade de igualar o ídolo em número de provas e vitórias Pódio E5
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Túnel do tempo podio@emtempo.com.br Willian D’Ângelo
O extinto Atlético Barés Clube
Colunista do PÓDIO
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Atlético Barés Clube (ABC) foi fundado em 10 de setembro de 1931 e disputou os Campeonatos Amazonenses de 1948, 1949, 1951 e 1953. O time azul e amarelo foi vice-campeão de 1948, na 32ª edição do certame local, jogando contra equipes como Nacional, Princesa Isabel, Eldorado, América, Independência, Tijuca e Fluminense da Praça 14. Em seu time figuravam alguns bons jogadores do nosso futebol, entre eles o goleiro Guilherme, Mário Matos, Dino, Gatinho, Zé Nery, Marcus Gonçalves, Júlio, Betuca, Nagib Chama e Eduardo. O ano de 1948 também ficou marcado como o da segunda edição das Olimpíadas em Londres, quando o Brasil ganhou por meio do basquete sua primeira medalha olímpica em esportes coletivos. No fim da década de 40, os atletas encontraram uma cidade marcada pelos efeitos da guerra, com várias zonas da cidade destruídas pelos alemães. Os jogos de 1948 foram disputados em meio ao trágico cenário da ressaca de uma intensa batalha na capital inglesa. Em partida disputada no dia 23 de janeiro de 1949 no saudoso Parque Amazonense, o Barés venceu o Fast Clube por 3 a 2
Atlético Barés Clube foi um time amazonense, mas que não durou muito tempo, ficando somente na memória dos amantes do futebol local
com gols de Marcos (2) e Gato, com Paulo Onety fazendo os gols do time tricolor. Guilherme, Mário Matos e Júlio; Gatinho, Gato e Betuca; Cabral, Pororoca, Marcos, Nagib e Marcílio foi a formação do ABC, com o Fast vindo de Benedito, Canhão e Edson; Waldemir, Dedé e Nêgo; Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafaiete e Rui. Waldir Oliveira foi o árbitro da partida. À época, o Parque Amazonense era o grande palco do futebol baré. Fundado em 1906 como hipódromo,
o estádio passou a servir o futebol em 1918 e foi demolido em 1973. O estádio estava localizado no bairro Nossa Senhora das Graças, o antigo Beco do Macedo, Zona Centro-Sul de Manaus, e reuniu grandes jogos do futebol amazonense. Antes do Parque Amazonense,o principal palco do futebol local era o Bosque Municipal.O Bosque ficava situado na avenida Constantino Nery, onde hoje funciona o Bosque Clube. O local foi o campo principal e oficial de
Manaus durante os anos de 1909 a 1917. Entre os belos jogos disputados no Parque Amazonense, está a vitória do Barés sobre o Fluminense-AM por 6 a 2 em 1949, com gols de Marcílio (3), Delcídio e Marcos (2). Santos e Carlito descontaram para o time da Praça 14. O Campeonato Amazonense daquele ano foi conquistado pelo o Fast Clube do técnico João Liberal, que tinha como base Raul, Canhão, Dedé, Valdemir Osório, Edison Souza, Nêgo,
Álvaro, Pereirinha, Paulo Onety, Lafayette Vieira e Rui Braga (Careca). Também jogaram Antonino Vieira, Dantas, Zequinha Doido e Renato Mestrinho. Em 1951, o Barés disputou o campeonato ao lado do América, Fast, Sul América, Eldorado, Princesa Isabel, Fluminense, União Esportiva Portuguesa e Guanabara. O Nacional não disputou o campeonato vencido pelo o América de Cláudio Coelho, técnico presente nos títulos de 1951 a 1954.
Entre os belos jogos disputados no Parque Amazonense, está a vitória do Barés sobre o Fluminense-AM por 6 a 2 em 1949, com gols de Marcílio (3), Delcídio e Marcos (2). Santos e Carlito descontaram para o time da Praça 14. O Campeonato Amazonense daquele ano foi conquistado pelo o Fast Clube, do técnico João Liberal”
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Parceria busca talentos do esporte no Estado ninni (natação), e nada mais produtivo do que massificar o esporte com as escolas, trazer os estudantes e lapidá-los aqui na Vila Olímpica”, destacou o diretor-presidente da FVO, Aly Almeida. As aulas ocorrem sempre no horário das 11h20 às 12h20, com uma novidade: a introdução do badminton, um esporte muito parecido com o tênis. Há a possibilidade também de a natação ser incluída no processo, logo que a reforma do parque aquático seja concluído e o local seja reaberto para a prática esportiva. “Somos pioneiros. A única escola que trabalha com o esporte diferenciado no Amazonas, e nosso próximo passo é estender as aulas para o sábado, para termos mais tempo de trabalhar o fundamento dessas modalidades com nossos alunos”, informou o coordenador do programa pela escola, Nelson Lima. Primeiros resultados Os seis primeiros meses de atividade escolar da educação física dentro da Vila Olímpica já trouxeram alguns bons resultados para os adolescentes. Em
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prática da educação física no pátio ou na quadra de um colégio começa a ser coisa do passado, pelo menos para os alunos da escola estadual Francisca Botinelly, no Dom Pedro, na Zona Centro-Oeste de Manaus. Desde o início do ano, eles passaram a cursar a disciplina dentro da Vila Olímpica com aulas diárias e sob a orientação de profissionais qualificados, que trabalham desde a teoria aos fundamentos de cada modalidade. O programa reúne, aproximadamente, 600 estudantes num trabalho direcionado com o objetivo de descobrir novos talentos e formar futuros campeões para o esporte amazonense. Desse total, pelo menos 97 já foram selecionados para fazer parte do nível A, considerado o mais alto e que visa transformar os alunos em atletas de ponta. Dezesseis estão no basquete, 20 no handebol, outros 20 no atletismo e 41 no futsal, nas categorias infantil (Sub-15) e juvenil (Sub-17), masculino e feminino. “Precisamos de novos Delmo (futebol), novos José Aldo (MMA), novos Eduardo Pici-
agosto, os meninos foram campeões de um torneio de futebol realizado no Centro de Treinamento do Nacional, organizado pela 22ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom). Luan Barbosa, o “Panelinha”, de apenas 10 anos, foi a revelação. “Ele é a principal descoberta do programa até agora”, destacou Nelson Lima. Aluno do 6º ano, “Panelinha”, como boa parte da garotada, quer ser jogador de futebol. O espelho para isso é nada menos do que um dos maiores jogadores do planeta. “Quero ser um Cristiano Ronaldo”, disse o garoto.
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Alunos da escola estadual Francisca Botinelly praticam aulas de educação física na Vila Olímpica, com técnicas para lapidar atletas
Participação nos JEAs Outra participação destacada foi registrada nos Jogos Escolares do Amazonas (JEAs) de 2015, quando conquistaram a medalha de prata no atletismo infantil, mais precisamente no revezamento 4x75, além do quarto lugar na contagem geral. Outros que integram essa nova safra de atletas produzida por meio da parceria entre a FVO e a escola Francisca Botinelly são o goleiro de handebol Luís Felipe Gomes, 13; o ala da mesma modali-
Alunos se divertem participando das atividades esportivas na Vila
“Panelinha” é a principal revelação do programa de educação física na FVO
dade Dayson Nascimento, 13; e Vinícius Jacaúna, 14, que é atleta da seleção amazonense infantil de basquete. Entre as mulheres, os nomes principais estão no futebol feminino, com Dyanne Montenegro, Kimilly Silva e Polyana Torres, todas com 14 de idade. “No juvenil masculino podemos citar como referência o goleiro James Carlos, o ala esquerda João Victor e o fixo Gabriel Coutinho, com 15 anos os três”, disse Nelson Lima, que é amazonense, mas já trabalhou nas categorias de base do Goiás, em Goiânia, e no São Raimundo de Manaus. Além de Nelson Lima, o programa conta com os professores Jander Cardoso, que é atleta do lançamento de dardo, recordista amazonense e quarto no ranking brasileiro, e o professor Fernando Miguel. Todos têm o apoio da diretora da instituição, professora Vânia Machado Soares. “Sem a sensibilidade dela em relação ao esporte, e os baluartes do trabalho Aly almeida e Igor Menezes (diretortécnico da FVO), não teríamos como fazer esse programa”, observou Nelson Lima.
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Hamilton
pode igualar ídolo Senna em Cingapura Britânico chegará aos mesmos 141 GPs de Ayrton e terá a chance de alcançar a 41ª vitória da carreira, empatando com o ídolo
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arina Bay (Cingapura) - Lewis Hamilton nunca escondeu a idolatria e o desejo de igualar as marcas do tricampeão mundial Ayrton Senna. Neste domingo (20), às 8h (de Manaus), no GP de Cingapura, o britânico fará sua 161ª largada na Fórmula 1, alcançando o total de provas do brasileiro, e terá também a primeira oportunidade para conquistar a 41ª vitória. Na Itália, há duas semanas, ele alcançou seu 40º triunfo da carreira. O próximo representará uma expressiva marca, também atingida em 2015 pelo tetracampeão Sebastian Vettel no GP da Hungria. Desde o GP da Austrália de 1993, apenas dois pilotos foram capazes de superar Senna: Vettel e Michael Schumacher. Contudo, esta não é a única marca de Senna que ele pode atingir. Na verdade, Hamilton tem a oportunidade de empatar com Senna em um recorde: o de poles consecutivas. Foram oito as poles seguidas de Ayrton entre o GP da Espanha de 1988 e o GP dos Estados Unidos de 1989. No momento, Hamilton está estacionado nas sete. Alain Prost e Michael Schumacher também chegaram a conseguir sete
seguidas, mas pararam por aí, bem como Senna entre os GPs da Espanha de 1990 e de Mônaco de 1991. E, convenhamos, o britânico é de longe o favorito para a vitória em Cingapura. Também tem a confiança nas alturas. “Estou voando”, afirmou. Em uma pista onde somente campeões venceram, ele subiu ao alto do pódio em 2009, com a McLaren, e em 2014, com a Mercedes. Ele tem um carro que sabidamente é ótimo em um circuito como o de Marina Bay e gosta deste tipo de traçado. O principal rival, deve ser Nico Rosberg Rosberg voltará a contar com uma versão atualizada do motor Mercedes, que teve instalada em seu carro em Monza, mas apresentou problemas nos treinos livres. Na corrida, ele usou a versão antiga, que não resistiu e quebrou nas voltas finais. Seu abandono permitiu que Hamilton abrisse
53 pontos de vantagem no Mundial de Pilotos. Na prova, as Ferrari uma vez mais, podem representar ameaças, especialmente dependendo do que ocorrer na largada. Vettel venceu em Cingapura em 2011, 2012 e 2013. Concorrentes Já a performance da Williams será uma incógnita. Felipe Massa reconheceu que Cingapura será a pista “mais complicada” dentre as sete que restam na temporada 2015. Por outro lado, Rob Smedley pensa que será possível mudar a sina do time em circuitos lentos. Em Mônaco e na Hungria, Massa e Valtteri Bottas sequer pontuaram, mas um pacote de atualizações deve permitir um desempenho melhor. “Apenas precisamos reagir, continuar trazendo o que pudermos em todas as áreas, não podemos ficar parados. Estou esperando que, com as
mudanças que vamos fazer, vamos voltar a estar no mesmo nível deles em Cingapura”, disse o engenheiro, a respeito da Ferrari. Só que é bom ficar de olho na Red Bull, que conquistou na Hungria seu único pódio do ano. Lá, Daniil Kvyat foi segundo e Daniel Ricciardo chegou em terceiro. Além de ser a maior vencedora do GP de Cingapura, a equipe ainda conta com um carro que tem um chassi bem melhor do que o motor, fazendo assim a diferença em traçados com mais curvas de baixa velocidade. As características do traçado de Marina Bay dão razão também para Fernando Alonso e Jenson Button serem otimistas. São muitas curvas de baixa, poucos trechos de alta velocidade, e o motor Honda pode não sofrer tanto. Mas isso será o bastante para o time voltar aos pontos? Pouco prová-
vel. Só, mesmo, com uma prova maluca como a F1 viu na Inglaterra ou na Hungria. O time inglês deve seguir caçando os demais carros do pelotão intermediário. A Toro Rosso, que também se anima em pistas de baixa, a Lotus, a Force India e a Sauber. Max Verstappen, no STR10, foi o quarto colocado na Hungria. A Sauber de Felipe Nasr vem, enfim, com um pacote de atualizações aerodinâmicas, já visando a temporada 2016. O brasileiro não pontua desde o GP de Mônaco e ocupa a 13ª posição no campeonato. Britânico está cada vez mais perto do tricampeonato da Fórmula 1 neste ano
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“Pelada”
Grupo de amigos há 16 anos bate bola às 5h de domingo. O encontro foi batizado de Galo da Madrugada e hoje tem diretoria e cobra taxa de adesão dos “atletas” POR STENIO URBANO
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omingo é dia de descanso e dormir até tarde, certo? Errado. Ao menos para um grupo de amigos que há 16 anos que se reúne a partir das 5h do primeiro dia da semana para uma pelada batizada de Galo da Madrugada. A brincadeira acontece no bairro Cidade Nova, na Zona Norte de Manaus. Os corajosos que mostram suas habilidades futebolísticas nas manhãs dominicais, contam que o Galo surgiu em meados de 2000 como uma forma de reunir a “velha guarda” no campo do Osvaldo Frota, também no bairro Cidade Nova. “Tivemos a ideia quando o campo foi inaugurado e não tínhamos o espaço para jogar entre os mais jovens nos meios de semana. Então resolvemos juntar um grupo de amigos para bater a nossa pelada na madrugada”, garante Agamenon Paes, 48, um dos fundadores do Galo. A ideia de jogar bola nas madrugadas foi pelo fato de que, no início da pelada, a procura pelos jogos foi muito grande, então os organiza-
dores resolveram começar cada dia mais cedo para que todos pudessem participar das partidas. “Os jogos acontecem por ordem de chegada. O time que chega mais cedo é o primeiro a jogar. Hoje, a iluminação não é mais liberada, mas se tivéssemos luz começávamos às 4h30, ou menos”, assegura Agamenon. Com a popularização do Galo, hoje, “atletas” de diversos bairros, também participam da famosa pelada. “São só amigos, mas hoje em dia nós abrimos para nova geração, para os filhos da gente e colegas de outros bairros. O Galo não é somente os quarentões e cinquentões, é uma mistura de gente de todas as idades”, revela Agamenon. A cada quatro meses existe uma eleição para escolher uma nova diretoria em que é cobrado R$ 13 de cada jogador para a realização de uma festa entre os familiares dos atletas. “Nunca houve confusão em nossos jogos. Se alguém resolver bagunçar pega três jogos de suspensão. Temos regras”, garante Mário Jorge, 46, um dos integrantes da diretoria.
Também atuando há 13 anos no Galo da Madrugada, Mário Jorge diz que já foi presidente, jogador, assumiu cargos na diretoria, mas garante que tudo é apenas uma grande brincadeira. “Temos a nova geração que participa. Nossos filhos vêm assumindo o nosso lugar. É um incentivo para essa nova geração. Hoje sabemos que é fundamental tirar os jovens do mundo das drogas e vivemos em uma cidade muito violenta”, observa. Os atletas garantem que não dá tempo para o café da manhã em casa. “Acordamos cedo e muitas vezes nem dá para tomar café da manhã, mas hoje já existem vendedores à beira do campo”, conta. Galo campeão O time dos coroas do Galo da Madrugada já chegou ao oitavo lugar em uma grande competição amadora de Manaus. “Fizemos um time que deu tão certo que hoje vêm atletas de fora querendo jogar, representar o Galo, mas não fazem parte da nossa geração”, finaliza Agamenon.
ao som do canto do galo
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Clássico matinal Corinthians e Santos se enfrentam às 10h, em Itaquera, no principal jogo da 27ª rodada do Campeonato Brasileiro
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Volante Ralf terá mais uma chance no time titular do Corinthians nesta rodada
INCONSTANTE
São Paulo vai ao Sul duelar contra o Avaí Florianópolis (SP) – Após empatar em casa sem gols com a Chapecoense e, mesmo assim, retornar ao G-4, o São Paulo enfrenta, neste domingo (20), às 15h (de Manaus), outro time catarinense. Desta vez, o adversário será o Avaí, na Ressacada. Para o Tricolor, o duelo vale a manutenção no grupo dos quatro primeiro colocados do Campeonato Brasileiro. Já para os mandantes, a possibilidade de se afastar da zona de rebaixamento. Os paulistas estão na quarta colocação com 41 pontos e os avaianos figuram em 16ª na tabela com 29 pontos somados. Para a partida, o técnico Juan Carlos Osorio não terá o meia Michel Bastos
e o atacante Luis Fabiano, suspensos. Ganso, que sentiu dores no joelho e ficou fora da partida do meio de semana segue como dúvida. Como o treinador sãopaulino troca constantemente o time titular e os jogadores de posição, não dá para se afirmar qual equipe deve começar jogando. Avaí Embalado após vencer o clássico contra o Figueirense, o Avaí recebe o São Paulo em busca da terceira vitória seguida no Brasileirão. O Avaí deve ir a campo com: Vagner, Everton Silva, Antonio Carlos, Emerson, Romário, Adriano, Eduardo Neto, Rudnei, Anderson Lopes, Renan Oliveira e Léo Gamalho.
jogo, mas deve começar a partida entre os suplentes. Ralf será mantido entre os titulares. O Corinthians deve entrar em campo com: Cássio, Fagner, Gil, Felipe, Guilherme Arana (Yago), Ralf, Elias, Jadson, Renato Augusto, Malcom e Vagner Love. Santos Vivendo lua de mel com a torcida, o Santos vem embalado para pegar o Corinthians após golear o vice-líder no meio de semana. Além de querer vencer o clássico, o confronto deste domingo vale acesso ao G-4 do Brasileirão. Na sétima colocação, o Peixe está a dois pontos do São Paulo. Ainda sem Geuvânio, machucado, o Santos deve ir a campo com: Vanderlei, Victor Ferraz, David Braz, Gustavo Henrique, Zeca, Thiago Maia, Renato, Lucas Lima; Gabriel, Ricardo Oliveira e Marquinhos Gabriel.
EMPOLGADO
Reforço Para a partida, a novidade no Vasco é o retorno do atacante Leandrão. Ele não atuou no meio de semana por conta de um edema na coxa direita. No entanto, o goleiro Martín Silva e o atacante Jorge Henrique
Lucas Lima terá a missão de organizar as jogadas do Santos no clássico deste domingo
MISSÃO DIFÍCIL
Vasco quer vencer o Sport e sonha deixar a lanterna Rio de Janeiro (RJ) – Há três jogo sem perder e com uma melhora significativa na parte técnica e tática, o Vasco encara o Sport neste domingo (20), às 15h (de Manaus), no Maracanã, querendo vencer e deixar a última colocação do Campeonato Brasileiro. Para isso acontecer, o Cruz-Maltino precisa triunfar e torcer para o Joinville perder do Goiás no Serra Dourada. O Gigante da Colina segue na lanterna do Brasileirão com apenas 20 pontos em 26 jogos, já o Sport com 37 aparece na décima posição.
IBUN RICARDO SA
S
ão Paulo (SP) – O Corinthians é líder com 54 pontos, e o Santos, com 40, sonha chegar ao G-4 do Campeonato Brasileiro. Esses ingredientes são mais do que suficientes para afirmar que o clássico alvinegro às 10h (de Manaus) deste domingo (19), na Arena de Itaquera, será o melhor jogo 27ª rodada do Brasileirão. O Timão tem a equipe mais bem arrumada da competição e o Peixe possui o melhor ataque. O duelo será preponderante para as ambições de ambos no torneio nacional. O Santos vem de goleada sobre o Atlético-MG no meio de semana e está a um ponto do grupo dos quatro melhores. Já o Corinthians perdeu para o Internacional na última quarta-feira e viu a diferença para Grêmio e Atlético-MG cair. Logo, vencer é o objetivo de ambos. Sem muito mistério, o técnico Tite praticamente confirmou o time que entrará em campo. Sem poder contar com o lateral-esquerdo Uendel e o polivalente Edílson, o comandante espera a recuperação física do jovem Guilherme Arana para assumir o posto. Se ele for vetado, o zagueiro Yago será improvisado no setor. Recuperado de edema ósseo no joelho esquerdo, o volante Bruno Henrique já apresenta condições de
REENCONTRO Criado nas categorias de base do Vasco, o meia-atacante Marlone, hoje no Sport, enfrentará seu ex-clube. O atleta demonstrou gratidão ao CruzMaltino, mas, se fizer gol, confirmou que irá comemorar seguem fora de combate. O zagueiro Rodrigo e o meia Julio dos Santos, suspensos, também não jogam. Na zaga, Rafael Vaz fará dupla com Luan e no meio, a tendência é que Andrezinho fique com a vaga. Sendo assim, o Vasco entrará em campo com: Jordi, Madson, Rafael Vaz, Luan, Júlio Cesar, Serginho, Bruno Gallo, Andrezinho, Nenê, Rafael Silva e Leandrão (Herrera).
Flamengo e Atlético-MG se enfrentam em Minas Belo Horizonte (MG) – A invencibilidade do Flamengo no returno do Campeonato Brasileiro caiu no meio de semana. Diante do maior público do ano, ao Rubro-Negro foi derrotado pelo Coritiba por 2 a 0. Derrota também teve o Atlético-MG na quarta-feira. O time mineiro foi ao litoral paulista e foi goleado por 4 a 0 pelo Santos na Vila Belmiro. Vindo de derrotas, ambos os times se enfrentam neste domingo, às 15h (de Manaus), no estádio Independência, em Belo Horizonte, pela 27ª rodada do Brasileirão. O Galo é o vice-líder da competição com 49 pontos e segue no encalço do Corinthians, que soma 54. Já o Rubro-Negro, com 41 pontos, quer vencer para tentar voltar ao G-4. Para isso, precisará torcer contra o São Paulo que enfrenta o
Avaí na Ressacada. Para o confronto, Oswaldo de Oliveira contará com o retorno do atacante Guerrero. Porém, não poderá escalar o zagueiro Wallace e o atacante Emerson Sheik, machucados e o zagueiro César Martins suspenso. O Fla deve entrar em campo com: Paulo Victor, Pará, Samir, Marcelo, Jorge, Canteros, Márcio Araújo, Alan Patrick, Everton, Paulinho e Paolo Guerrero. Galo Pelo lado atleticano, o técnico Levir Culpi não contará com o meia Giovanni Augusto, suspenso. O Galo deve entrar em campo com: Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Jamerson, Douglas Santos, Rafael Carioca, Dátolo, Leandro Donizete, Luan, Carlos e Lucas Pratto.
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Vasco já foi vítima do ‘poderio’ de Pablo Escobar O
seriado “Narcos” tem tido bastante repercussão por colocar novamente em evidência a vida do narcotraficante colombiano Pablo Escobar. A atração, que pode ser assistida pelo Netflix, é dirigida pelo cineasta brasileiro José Padilha, e o criminoso é vivido pelo ator Wagner Moura. Durante anos, muito já foi dito e noticiado sobre ex-traficante, morto em 1993, como seu histórico de subornos para alavancar o crime. Apaixonado por futebol, o antigo milionário era “patrão” do Nacional de Medellín. E, entre os rumores não comprovados de aliciamento para que seu clube de coração fosse campeão, está um que envolve um suposto jogo armado em que o Vasco foi prejudicado. A partida teve que ser jogada de novo após o árbitro admitir que foi pressionado. O ápice do Nacional na “era Escobar” foi o título da Libertadores de 89. Na campanha daquele ano, o time venceu o Danubio, do Uruguai, por 6 a 0 nas semifinais. Alguns anos depois, o assistente argentino Juan Bava revelou à imprensa que capangas armados foram até o hotel onde estava o trio de arbitragem e ofereceram dinheiro. Bava diz que não aceitou e que a goleada imposta pelo Nacional salvou sua vida por méritos do time colombiano. Mas revelou
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Na Libertadores de 1990, clube carioca jogou em Medelín contra o Nacional e supostamente foi prejudicado pela arbitragem também que ele disse ao árbitro da partida, Carlos Esposito, que faria ele mesmo um gol caso a partida estivesse terminando sem o clube colombiano à frente no placar. Vasco é vítima Na Libertadores do ano seguinte, foi a vez de um clube brasileiro sofrer as consequências de jogar na Colômbia naqueles tempos. O Vasco enfrentou o Nacional pelas quartas de final da competição e, depois de empatar no Rio por 0 a 0, perdeu por 2 a 0 em Medellín. Só que o árbitro da partida, o uruguaio Daniel Cordelino, disse à Conmebol que sofreu ameaças antes da partida. Eurico Miranda, já dirigente do Vasco na época, pressionou a entidade e um novo jogo foi marcado para Santiago, no Chile. O time carioca foi derrotado novamente, agora por 1 a 0, mas alguns jogadores lembram bem do clima pouco amistoso da partida na Colômbia. “Já no aquecimento em campo deu para sentir a pressão, com policiais com cachorros ao nosso lado”, disse o ex-lateral Luiz Carlos Winck, que jogou naquela noite. “Não houve um lance capital com influência dele, mas ele estava alterado, vinha para cima da gente sempre. Dava para perceber a pressão pelo resultado favorável ao Nacional”, lembra.
Narcotraficante era um apaixonado por futebol