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Pódio - 19 de abril de 2015

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MONTAGEM DE KLINGER SANTIAGO

MANAUS, DOMINGO, 19 DE ABRIL DE 2015

esportes@emtempo.com.br

Pode voar Campeonato Amazonense de Arrancada recebe neste domingo os carros mais r谩pidos do Estado na pista Amazon Dragway, em Iranduba, uma das mais completas do Brasil. P贸dio E5


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MANAUS, DOMINGO, 19 DE ABRIL DE 2015

João Carlos CAVALO

Estamos MUITO ATRASADOS no que diz respeito AO CONCEITO de futebol

DIVULGAÇÃO

ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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pós a demissão de Ney Júnior, João Carlos Cavalo foi o escolhido para tirar o Fast da fila de títulos que já dura mais de 40 anos. Experiência não falta ao amazonense de Lábrea. Com passagens por diversos clubes do país como jogador, ele é dono de uma carreira vitoriosa como treinador. Foi o responsável por conquistar o primeiro Estadual por uma equipe do interior – em 2005, pelo Grêmio Coariense, além de boas passagens por clubes do Acre, Rondônia, Brasília, Dubai e Minas Gerais. Ao PÓDIO, o comandante tricolor falou um pouco mais sobre sua carreira como jogador e treinador, avaliou o atual momento do futebol amazonense e mostrou confiança na conquista do Barezão 2015 pelo Fast.

Tenho certeza que quem formou essa equipe pensou única e exclusivamente na conquista do título

PÓDIO – Onde começou e por quais clubes você atuou enquanto jogador de futebol? João Carlos Cavalo - Minha carreira como atleta começou aqui mesmo, em Manaus. Joguei três anos no Atlético Rio Negro Clube, depois saí, fui para o Matsubara-PR. Passei 10 anos jogando no Paraná. Depois do Matsubara, joguei no Atlético-PR. Naquela época, tive a oportunidade de ter o Matsubara como clube revelador e que administrou boa parte da minha carreira. Saí do Rio Negro com 22 anos e parei com 33, também no Galo. Nesse meio tempo, o Matsubara me transferiu para o futebol japonês, depois voltei e tive a oportunidade de jogar no futebol paulista, pelo Ituano. Em seguida, Joinville. Sempre ali pelo Sul do país. Aos 31 anos, também com o direcionamento do Matsubara, fui jogar no futebol da Suíça. Quando voltei a Manaus recebi o convite do Rio Negro. Foi o último clube em que atuei, em 2002. PÓDIO – E a trajetória como treinador? JCC - No ano seguinte recebi o convite para ser treinador. Como eu me sentia preparado e era algo que eu imaginava para minha carreira, pelo fato também de ter passado um bom tempo fora do país, aceitei. Sempre fui um cara muito perceptivo para as coisas e lá (na Europa) tive a oportunidade de trabalhar com grandes treinadores, com uma metodologia de trabalho diferente. Comecei minha carreira como treinador aos 33 anos, muito cedo, prematuramente, mas foi um ponto crucial, que me deu muita experiência para depois para chegar ao momento em

que estou hoje. Comecei minha carreira como treinador aqui em Manaus mesmo, pelo Rio Negro. No primeiro ano já fui vice-campeão, em 2003. No ano seguinte me transferi para o futebol acriano, onde fui campeão Estadual e semifinalista da Série C. PÓDIO – E o primeiro troféu? JCC - Em 2005 aceitei o convite de trabalhar no São Raimundo e aconteceu algo inacreditável, porque nós estávamos liderando o campeonato e houve a mudança de comando. Eu saí do São Raimundo e o (Luís Carlos) Winck saiu do Grêmio de Coari. Fizemos meio que uma troca sem querer e foi aí que conquistei meu primeiro título amazonense. Naquela ocasião, nenhuma equipe do interior havia sido campeã Estadual e eu tive essa felicidade. Daí para frente, voltei ao Rio Branco, fui campeão novamente lá. Se não me engano, de 2003 a 2006, fui campeão umas quatro vezes. Em 2005, fui campeão amazonense e campeão acriano. Depois fui para a equipe da Ulbra-RO, o que considero um marco crucial para alavancar minha carreira. Lá, eu tinha uma estrutura muito rica, de profissionais capacitados na área de fisiologia do esporte. Foi um lugar onde aprendi muito e isso me deu uma visão muito boa do que é o futebol em si. Não ser somente um treinador, mas saber gerenciar um grupo, o dia a dia dos trabalhos com os atletas. PÓDIO – Por que decidiu aceitar o convite de voltar a trabalhar em Manaus, no Fast? JCC – Foram quase cinco anos sem voltar à Manaus, mas sempre acompanhei o futebol daqui. Esse ano eu recebi muito convite para voltar a trabalhar em Brasília, não chegamos a um acordo financeiro. Equipes de Goiás também me procuraram, até mesmo de Rondônia, mas acabei não chegando a um acordo financeiro. Voltei a trabalhar no Estado do Acre novamente. E aí recebi o convite para voltar a trabalhar em Manaus, onde de imediato eu aceitei pelo fato de ter acompanhado todo o desenvolver do início do campeonato e ter visto o Fast com uma boa equipe e que há muito tempo vem batendo na trave pela conquista desse título. Eu cheguei muito ambicioso para ter meu nome marcado na história, juntamente com os atletas. Vejo o futebol amazonense dando uma alavancada na sua história pelo fato de nós termos muito bons campos para trabalhar. As próprias equipes estão procurando se reestruturar e isso é importante. Eu vejo o campeonato

muito equilibrado, justamente por essas equipes estarem se preparando e preocupados em mostrar um bom futebol, e isso ajuda no desenvolvimento do futebol local. PÓDIO – O elenco montado pelo Rolo Compressor para esta temporada tem condições de tirar o clube da fila? JCC - Eu não participei diretamente da formação dessa equipe, mas eu tenho certeza que quem a formou pensou única e exclusivamente na conquista do título. É uma equipe muito carimbada, muito experiente, com jogadores rodados, um elenco com muita opção para o treinador mudar e imprimir o sistema de jogo que ele quiser. Agora, para ser campeão depende muito de outros fatores. Não adiante sermos só uma boa equipe, um bom grupo e, de repente, faltar determinação ou vontade. Então, são prérequisitos que são importante para a conquista de uma vitória, um título. Além de todos esses pré-requisitos, eu vejo que o comportamento individual de todos eles no que diz respeito a profissionalismo exemplar, e isso ajuda também o treinador. Estou muito satisfeito. Sei da minha responsabilidade por se tratar de um clube que há muito tempo almeja a conquista desse título e eu vou procurar fazer de tudo, unir forças juntamente com os jogadores, para que nós possamos conseguir esse tão almejado troféu. PÓDIO – Com base em suas passagens por diversas partes do mundo e do Brasil, como você avalia o momento do futebol amazonense? JCC - Nosso Estado ainda peca num aspecto importante que é a valorização da base. E também na formação de grandes valores como treinador. Mas, eu acho que a chegada de muitos atletas de outros Estados, traz uma coisa importante no que diz respeito a profissionalismo. Os atletas que são de Manaus que vêm o comportamento individual dos jogadores que vem de fora ajudam muito no crescimento do futebol local. Eu vejo também que hoje nós não temos muitas referências locais para que nós pudéssemos ter uma evolução melhor dos nossos jovens. Quando eu jogava e nós íamos aos estádios, tinham jogadores locais que traziam inspiração para nós. Acho que falta ter essa inspiração para os jovens, para que nós possamos ter também um crescimento no que diz respeito ao futebol local. Eles começam a ver um bom jogador e começam a se identificar. Acho que falta essa qualidade individual no nosso atleta.

PÓDIO – Qual o tamanho da importância que teve para sua carreira atuar na Europa? JCC - Eu considero extremamente importante o tempo que passei fora. Sempre fui um cara muito perceptivo para as coisas e eu prestava muita atenção nos treinadores com quem trabalhei. Procurei absorver. Mas sempre fui um cara que procurei ser eu mesmo como treinador e não vestir a capa de ninguém. Você começa a absorver, durante 10, 15 anos de carreira, aquilo que é bom e essencial para a sua carreira e para sua formação. Com certeza, se eu não tivesse passado os dois anos que passei na Europa, eu não terei tanto conhecimento, que aproveitei e trouxe para o meu dia a dia de trabalho, e não teria todo sucesso que tive na minha carreira como treinador. PÓDIO – Sucesso meteórico, não? JCC - Com certeza. Eu tive oportunidade aqui também de dirigir o Nacional, o Rio Negro, o São Raimundo... Para um treinador local ter tido as passagens que eu tive, foi importante. Por onde eu passei, fui vitorioso. Quando eu cheguei ao Fast eu falei isso. As pessoas, quando eu chego num clube, relacionam meu nome com sucesso, com vitória. Tenho procurado colocar para os atletas que é importante nós formamos um grupo vencedor. Treinador e atleta devem caminhar juntos, tendo o mesmo pensamento. Eu, como comandante, como líder desse grupo, sempre procuro tirar o máximo dos meus atletas para que nós possamos ter sucesso juntos. PÓDIO – Após aquele acachapante 7 a 1 para a Alemanha no Mundial passado, muito se discutiu sobre o futebol brasileiro e o quanto estamos atrasados. Você acha válida a experiência com técnicos estrangeiros em grandes clubes do país? JCC – Eu acho que nós ganhamos muito. Eu assisti uma entrevista do Tite outro dia e o que me impressionou, me espantou, foi que precisou chegar o ano de 2015 para um treinador apontar situações de que quando eu era jogador em 2002, a gente já trabalhava muito isso lá na Europa. Nós estamos muito atrasados no que diz respeito ao conceito de futebol, de marcação, de evolução, de triangulação, dinâmica de jogo e transição de jogo. Eu acho que os nossos treinadores precisam se capacitar mais, principalmente os que estão à frente de grupos mais qualificados.

Vejo o futebol amazonense dando uma alavancada na sua história pelo fato de nós termos muito bons campos para trabalhar

Nosso Estado ainda peca num aspecto importante que é a valorização da base


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Fast busca reabilitação em duelo contra Iranduba THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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cada rodada, o Campeonato Amazonense de 2015 fica mais disputado. Neste domingo (19), a bola rola às 16h no estádio Carlos Zamith para Iranduba e Fast, que se enfrentam pela décima rodada da competição. Mesmo em posições distintas na tabela, ambas as equipes entram em campo buscando apenas um resultado: a vitória. Vindo de triunfo surpreendente fora de casa sobre o Penarol por 2 a 1, o Iranduba ainda sonha com a classificação para a fase final do Barezão. A equipe comandada pelo técnico Sérgio Duarte tem 11 pontos na competição, apenas cinco a menos que o Fast, terceiro colocado. A grande esperança do Hulk da Amazônia é o atacante Ernandes, artilheiro do time com cinco gols. Outro que também vive boa fase é o polivalente Pastor, capitão do time, porém, Sérgio Duarte não poderá contar com o atleta, porque diante do Penarol, recebeu o terceiro amarelo e cumprirá suspensão automática. Pelo lado do Fast, o treinador João Carlos Cavalo teve uma

semana complicada. Apesar de ter estreado com goleada sobre o Rio Negro por 8 a 1, o comandante viu seu time errar demais e ser envolvido pelo Princesa do Solimões na última quarta (14). A derrota por 2 a 1 tirou o Tricolor da segunda colocação do Estadual. Além disso, o clube ainda viveu clima tenso nos bastidores com a ausência do meia Rosembrick no duelo. O jogador teria faltado a um dos treinos na semana e foi punido pela direção. Um dos mais experientes jogadores do elenco fastiano, o zagueiro Ediglê fez questão de acabar com as especulações e afirmou que tudo está certo no clube. O jogador disse que o objetivo do time a partir dessa partida é marcar o máximo de pontos possíveis para se classificar. “Perdemos para nos mesmo contra o Princesa. No clássico quem erra menos acaba ganhando. Tentamos buscar, mas logo em seguida levamos o segundo gol. Nosso objetivo agora é pontuar o maximo possível para poder se classificar”, disse o atleta. Sobre a partida de logo mais, Ediglê admitiu que o Fast é favorito, porém, ressaltou a vontade dis jogadores do Iranduba e da força de seu ataque, comandado por Ernandes.

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Em busca de melhor desempenho no Campeonato Amazonense, equipes da região metropolitana duelam neste domingo

FICHA TÉCNICA IRANDUBA

Téc.: Sérgio Duarte

Paulo Galvão Salgado

Victor

Pelezinho

Lenon Rogério Pedra Kelve

Dassayeev Vidinha Ernandes

Elson Bala

Charles

Felipe Rosembrick

Michell Parintins Dinamite

Rondinelli

Ediglê

Marcio Abrahão

Jemerson

Romarinho

Zé Carlos

FAST

Téc.: João Carlos Cavalo Local: Estádio Carlos Zamith Horário: 16h Árbitro: Francisco da Conceição Costa

Zagueiro Ediglê espera que o Fast faça as pazes com vitória no confronto contra o Iranduba no estádio Carlos Zamith


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Educado pelo Aos 45 anos, professor da rede municipal disputou as duas últimas edições da corrida internacional São Silvestre, em São Paulo ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

“F

ui criado sem pai nem mãe, tive tudo para dar errado na vida”. A frase citada no começo deste texto é comum e proferida rotineiramente por pessoas que quando crianças passaram por dificuldades, superaram os obstáculos e hoje são exemplos para jovens em situações de risco. E como em tantas outras vezes, o esporte foi o principal responsável por mudar os rumos de uma história. Aos 45 anos de idade, o professor da rede municipal de ensino Júlio Marques da Silva, resolveu, desde 2009, se dedicar a corridas de curtas, médias e longas distâncias. A escolha por um esporte individual veio após seguidas decepções com a prática de modalidades coletivas. “Eu escolhi a corrida porque é uma atividade que depende exclusivamente de mim. Assim, posso avaliar a questão do meu rendimento, sempre buscando uma qualidade de vida melhor. Eu praticava futebol, mas dentro dessa atividade eu dependia muito dos companheiros e assim, como era aos sábados o jogo, finais de semana muitos iam para festas e quando eram os dias da competição muitos não estavam em boas condições. Isso, de certa forma, me preocupava na questão dos adversários estarem melhor do que nós, tanto fisicamente, quanto mentalmente”, explica Julio. Como todo corredor amador, o professor, que dá aula para turmas do 1º ao 5º ano, começou a praticar a atividade nas ruas. Sem um espaço adequado próximo à sua casa, o morador do bairro Santa Etelvina, Zona Norte de Manaus, disputou sua primeira prova em 2009 – a Corrida Pela Vida, promovida pela Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam). “Depois eu fui participando das competições que ocor-

rem geralmente aos domingos e vi que eu precisava de mais experiência e mais conhecimento na área da corrida. Então, eu fui a FVO (Fundação Vila Olímpica), onde fui muito bem recebido e criei vínculo com os profissionais. Lá eu fiquei o ano de 2011 todo, treinando, recebendo conhecimentos na teoria e na prática”, recorda o professor. Julio tem ciência de que não é mais nenhum garoto, mas a resistência é seu forte. Sem a explosão e a velocidade necessária para disputar corridas curtas, ele resolveu se dedicar a provas longas, as quais considera sua especialidade, já que elas exigem mais da experiência do atleta. “O maior percurso que já fiz foram duas meias maratonas daqui (de Manaus), ambas de 21 quilômetros. Inclusive, em uma obtive o terceiro lugar. Meu tempo é um tempo bom, que eu venho com o objetivo de baixar cada vez mais. Cada prova tem uma história, uma situação diferenciada e todas nos proporcionam um aprendizado”, conta Julio. São Silvestre Participante assíduo das principais provas disputadas no Amazonas, Julio fala com carinho de umas das competições mais tradicionais do Brasil. Nos últimos dois anos, o professor competiu na corrida internacional São Silvestre, disputa em todo dia 31 de dezembro. “Eu tive um bom resultado. Saí no pelotão vermelho, antes dele tem o pelotão de elite, onde largam os atletas de índice internacional. Após eles, vem o pelotão vermelho, do qual eu fiz parte e se Deus quiser final do ano eu estarei de novo nesse pelotão, já que consegui me classificar. Para mim é uma honra estar representando a Secretaria Municipal de Educação e, ao mesmo tempo, a cidade de Manaus”, ilustra o professor.

Transformação pelo desporto Com apenas seis meses de vida, Julio foi entregue pela mãe a um orfanato de Coritiba. Nascido em Guaraci, interior do Paraná, ele teve uma infância difícil. O professor era uma daquelas crianças cheias de energia, que professor nenhum gostaria de ter em sua sala de aula. “Eu fui criado sem pai nem mãe. Tive tudo para dar errado na vida. Fui criado em colégio interno, onde os professores das oficinas imploravam ao diretor para eu não ser aluno deles. Eu ia fazer educação física e aprendi diversas modalidades: vôlei, basquete, futebol, correr, nadar, tênis de mesa... A prática dessas atividades me canalizava para não fazer coisas erradas. É lógico que nesse meio eu presenciei muitos jovens se perdendo no mundo das drogas e da marginalidade”, descreve o professor-atleta.

Hoje, Julio é grato ao esporte por ter tido sucesso na vida. Formado em pedagogia, acabou se especializando em gestão escolar e é um dos defensores da prática esportiva dentro dos colégios, como ferramenta de transformação e desenvolvimento físico, mental e social das crianças e dos adolescentes. “O esporte e o lazer na vida de qualquer cidadão proporcionam uma melhor qualidade de vida para o indivíduo e para a sociedade. Contribui para a aprendizagem do aluno e na sua socialização dentro da escola. É importante para o crescimento físico e mental da criança e do adolescente, estreita e constroi relações de amizade entre as pessoas de diferentes classes sociais, crença, sexo ou raça, evitando desde cedo o preconceito e a discriminação entre as pessoas”, finaliza.

Enquanto treina, Júlio contempla as belezas da cidade de Manaus

ALBERTO CÉSAR ARAÚJO


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Ronco de motor... e

HUDSON FONSECA

Opalas são sempre uma atração nos torneios de arrancada

cheiro de pneu queimado O campeonato amazonense de arrancada de 2015 terá sua primeira etapa realizada neste domingo na pista Amazon Dragway THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

O

s motores vão roncar, os pneus irão queimar e o cheiro do metanol vai tomar conta das arquibancadas da Amazonas Dragway neste domingo (19). A primeira etapa do campeonato amazonense de arrancadas acontecerá na reformada pista que se localiza no quilômetro seis da estrada Carlos Braga, região metropolitana de Manaus. Com 20 categorias e mais de 75 pilotos confirmados, o torneio é considerado um dos principais do Brasil. Pela primeira vez, a competição será organizada pela Manaus Motor Clube. Vale lembrar que a pista do Amazonas foi escolhida a melhor do Brasil em 2014 e recebeu o troféu Race Master. Presidente do clube, Luciano Bento, admite que a expectativa que cerca a competição é grande. No último ano, a pista de arrancada teve media de quatro mil pessoas por etapa. Neste ano, Juliano acredita que pode melhorar.

“A expectativa é muito grande. Esperamos um número bom de carros e competidores. Vai ser bem legal tanto de carros quanto de público. No ano passado, as arquibancadas chegavam a ficar lotadas nas arrancadas finais. No total, acreditamos que mais de cinco mil pessoas vão circular pela pista no final de semana”, disse Bento que ainda confirmou que atletas de outros estados confirmaram presença nessa etapa. Atualmente no Brasil, apenas duas pistas estão liberadas pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). Para Bento isso ajuda a cada dia aumentar mais ainda a popularidade do esporte no Amazonas. “A adrenalina é muito grande tanto para os pilotos, quanto para os torcedores. O ronco do motor é contagiante. Em 2006, surgiu o sonho de construir um local para competir. Minha família e eu come-

çamos isso. Isso aqui é o parque de diversão para os amantes da velocidade”, revelou o Juliano que também é piloto. Nesse final de semana, ele competirá na categoria dragster. O grande diferencial dessa temporada será a estréia da categoria Desafio dos Importados”, com a participação de carros como Camaro, BMW, Mercedes Benz, Nissan GT-R, Mitsubishi Lancer entre outros. Para Carlos Osga, um dos organizadores do evento, esse novo desafio ia ajudar a conquistar e expandir o esporte no amazonas. “Esses carros participavam de um evento menor. Eles correm na pista de 201 metros. Será a primeira vez deles na pista de 402 metros. Já temos 20 carros confirmados, totalmente preparados para a competição”, afirmou Osga.

Arrancada é uma diversão cara Luciano Bento se declara apaixonado pelo esporte. Segundo um dos idealizadores da pista Amazonas Dragway, tudo começou através de seu irmão, Juliano Bento. No começo, Luciano admite que participava de arrancadas que aconteciam no bairro do Distrito Industrial, porém, para diminuir o perigo e profissionalizar a brincadeira, decidiram construir um local apropriado. “Minha paixão começou através de meu irmão. Logo que chegamos a Manaus em 98 já começamos a participar de arrancadas no Distrito. Era uma coisa muito amadora, mas era o que tinha na época”, revelou o piloto que ainda admitiu que para quase todos os envolvidos, a arrancada, hoje, ainda é um hobby. Luciano admite que são os pilotos que bancam, praticamente todas as despesas. “A arrancada, hoje

em dia no Brasil, é diversão e hobby. Para os pilotos é hobby, mas para os preparadores é trabalho e paixão. Muitos dependem disso para sobreviver Para os pilotos o retorno não existe. Não existe patrocinador forte para bancar. Mas isso é um vicio pela adrenalina da arrancada. Esse é a minha paixão”, citou.

REPAGINADA

Para receber as máquinas do Campeonato Amazonense de Arrancada, a pista Amazon Dragway, em Iranduba, passou por raspagem do asfalto e recebeu produto para melhorar a aderência dos pneus Brincadeira cara Para participar das competições, os interessados devem procurar a organizadora Manaus Motor Clube para buscar mais informações. Questionado sobre os gastos para preparar um

carro para participar das arrancadas, Luciano revelou que para as categorias de acesso, um competidor irá investir no mínimo, cerca de R$15 mil. Porém, esse valor pode ganhar a companhia de alguns zeros se forem montar carros para as categorias mais rápidas. “Dependendo das cateorias, você consegue montar um carro com R$ 15 mil. Essas nas de acesso. Apesar disso, você pode gastar muito mais se for para outras competições. Um carro de dragster pode custar cerca de meio milhão de dólares”, disse Luciano que ainda confirmou que hoje, a arrancada não é mais vista como esporte de marginais ou baderneiros. Para o piloto, a modalidade é muito mais familiar que outros esportes. “Famílias vem e fazem churrasco. Esposas correndo, os filhos ficam presentes e passando tempo com as famílias. A arrancada não é um esporte banalizado como antigamente. Hoje é visto positivamente pela sociedade”, finalizou. JOEL ROSA

Cheiro de pneu queimado é um atrativa do torneio

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A rainha quer manter a majestade

BERT S: AL SA O CÉ AÚ R AR JO

A lutadora Mayana Kellem confirma que voltará ao octógono do Rei da Selva para defender o seu cinturão, conquistado na última edição do evento de MMA THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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enômeno do MMA amazonense com o cartel de duas vitórias em duas lutas, a lutadora Mayana Kellem rapidamente se destacou na modalidade no Estado e recebeu o convite para disputar o cinturão do tradicional evento, Rei da Selva. Sem ter medo de desafios, Mayana aceitou a luta contra a talentosa Karol Queiroz. Em dois rounds, a lutadora mostrou sua qualidade e saiu do octógono com mais um nocaute anotado e, de quebra, o cinturão da organização. Muitas noticias circularam sobre seu futuro. Para acabar com os rumores, Mayana revelou que sua próxima luta será em junho, na quinta edição do Rei da Selva. No evento, a atleta colocará

em disputa o seu cinturão. A adversária ainda é uma surpresa para Mayana, porém, já sabe que será uma atleta de outro estado.

Vou me preparar muito bem, porque esse título é meu e ninguém vai tirar. Esse cinturão é o meu bebê

Mayana Kellem, lutadora de MMA

“Quero agradecer o Sammy (Dias) pelo convite. Sei que vou enfrentar uma guria de fora. Conhecendo os organizadores do evento, ela deve ter muita

qualidade. Vou me preparar muito bem, porque esse título é meu e ninguém vai tirar. Esse cinturão é o meu bebê”, revelou a lutadora. Para manter o posto de ‘Rainha da Selva’, Mayana não perdeu tempo. Mesmo antes de acertar seu próximo combate, a lutadora já estava se preparando para manter o bom ritmo de luta que encantou os fãs de MMA do Amazonas. “A preparação começa forte e termina forte. Já começamos a baixa do peso. Quem é profissional não pode parar de treinar. Tenho que está preparada. Meus professores já viram a minha última luta e perceberam o que tenho que melhorar”, afirmou a atleta que continua treinando jiujitsu com o Mestre Cristiano Carioca. Para Mayana, a arte suave ainda é seu ponto mais fraco, apesar de ter evoluído

no último ano. “Para essa terceira luta venho mais preparada. Sei que a luta vai se desenvolver na hora, mas estou pegando pesado no jiu-jitsu. Quero afiá-lo cada vez mais. Sabemos que a tendência dos atletas do Norte é levar para o chão. Isso só aconteceu na minha segunda luta e rapidamente terminei a luta. Sei que tenho que evoluir sempre para continuar crescendo”, admitiu a atleta que representa a academia Top Life.

Preparação diferenciada para evoluir Apesar de se manter na mesma equipe, Mayana dessa vez terá uma ajuda extra para melhorar o condicionamento físico. Para reforçar o seu treinamento, a lutadora contará com a ajuda do preparador Igor Nascimento. O intuito é chegar voando no dia do combate pelo Rei da Selva 5. “Tenho a melhor academia e equipe ao meu lado. Preciso honrar isso na hora da luta. Tenho que mostrar que todo

o trabalho vale a pena. Graças a Deus, meu título abriu portas e com isso, consegui alguns patrocínios. Isso é muito importante para o atleta. Consigo viver apenas para treinar. Só tenho que agradecer a cada um, porque isso é fundamental para o meu desenvolvimento”, concluiu Mayana. Novo integrante da equipe de Mayana, o preparador físico Igor Nascimento fez questão de lembrar da im-

portância de uma preparação qualificada para ajudar a atleta na hora do combate. Ele afirmou que o objetivo é desenvolver o condicionamento de Mayana para que ela não se machuque e aguente a forte rotina de treinamentos. “Vamos buscar vídeos da adversária para poder ver seu estilo de luta. A Mayana é muito focada e estamos procurando sempre melhorar seu trabalho. Sabemos que não podemos exagerar.

Estamos vendo até no próprio UFC que vários atletas estão se machucando. Não vamos sobrecarregar. Temos que manter o mesmo nível de treinamento para que ela chegue 100% no dia da luta. Tenho a certeza que ela subirá no octógono no ápice”, citou Igor.

Promissora, atleta sonha com UFC Mayana não está apenas conquistando fãs no Amazonas. A atleta revelou em primeira mão que no próximo mês pode fechar com um grande evento do Brasil, porém, isso não mudaria o seu principal objetivo: defender as cores do Estado e do país no UFC. “Com essa luta no Rei da Selva, ficarei com três duelos na carreira. Se vencer por nocaute, terei o requisito básico para entrar no TUF. Não é segredo para ninguém que sonho alto. Estou planejando com os meus treinadores sempre crescer. Recebi convite de um evento grande. Não posso divulgar o nome, porque ainda vamos negociar. Estarei viajando para ouvir a proposta. Não aceitarei qualquer coisa, porque sempre disse que vou me valorizar. Esse evento pode ser uma escada para chegar ao UFC. Esse é o meu objetivo”, finalizou.

Mayana mostra garra e determinação durante os treinamentos sem deixar a vaidade de lado, característica das mulheres. Ele já é apontada como musa do esporte


Replay decisivo no ‘Maraca’ Após empatarem sem gols no primeiro jogo da semifinal, Flamengo e Vasco se enfrentam novamente neste domingo no Maracanã para ver quem vai à final o clássico. Caso seja vetado, Everton pode ser escalado mais adiantado em campo. Sem Paulinho e com Everton avançado ao lado de Alecsandro, o técnico pode escalar Jonas ou Arthur Maia no meio. A tendência é que Luxemburgo só confirme a escalação momentos antes da partida de domingo. Para cima Precisando vencer para chegar à decisão do Carioca, o Vasco será ofensivo contra o Flamengo. A ideia é repetir a boa atuação do último confronto, mas, desta vez, caprichar mais nas finalizações. Um dos destaques da equipe, o lateral-diteito Madson afirmou que o Vasco precisa estar focado para buscar a vitória. O lateral ressaltou que o elenco tem que buscar união para se ajudar dentro de campo. “A gente tem que entrar focado no objetivo que é vencer. Não podemos deixar nada influenciar a gente. Sabemos que é o maior clássico do Rio de Janeiro. Temos jogadores experientes pra dar apoio aos mais jovens e tirar o nervosismo por ser uma decisão de um campeonato importante, que é o Carioca. Vamos buscar a classificação”, declarou.

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NA VILA

Gabriel tinha apenas três anos na última vez que o São Paulo eliminou o Santos em mata-mata

Clássico San-São define finalista São Paulo (SP) – Números não entram em campo, mas sempre são usados como incentivo para jogadores e torcida. Se depender deste quesito, o Santos já pode começar a comemorar. Diante do São Paulo, adversário deste domingo (19), às 17h30 (de Manaus), na Vila Belmiro, pela semifinal do Campeonato Paulista de 2015, o alvinegro praiano não perde um mata-mata para o rival desde 2000, na decisão do estadual. À época, o atacante santista Gabriel tinha apenas três anos de idade.

Robinho, que ficaria conhecido pelas pedaladas com a bola nos pés, na época ainda era um desconhecido nas categorias de base alvinegras. Marcelo Fernandes, que jogou no Peixe nos anos 90, atuava como zagueiro no futebol catarinense. Já o ídolo são-paulino Rogério Ceni, atualmente com 42 anos, tinha apenas 27 e ajudou sua equipe a vencer o Santos e levantar o troféu estadual. O goleiro, inclusive, anotou um dos gols no empate decisivo por 2 a 2 no Paulistão de 2000. De lá para cá foram seis confrontos, todos com vitó-

ria dos santistas. Para o duelo deste domingo, a equipe de Marcelo Fernandes deve ter a baixa do volante Valencia. No Tricolor Paulista, o técnico Milton Cruz tem todos os jogadores a disposição e deve mandar a campo o mesmo time que venceu o Danúbio, na quarta-feira, pela Libertadores. A provável escalação para enfrentar o Santos é a seguinte: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Dória e Reinaldo; Denilson, Hudson e Wesley; Michel Bastos, Ganso e Alexandre Pato.

SEMIFINAL

Corinthians e Palmeiras duelam São Paulo (SP) – O um dos maiores clássicos do planeta acontece neste domingo (19), às 15h (de Manaus), em São Paulo, mais precisamente na Arena de Itaquera, quando Corinthians e Palmeiras iniciarem o duelo que decidirá quem chega à decisão do Campeonato Paulista de 2015. O Corinthians tem a seu favor jogar em seu estádio, mas por estar disputando simultaneamente a Copa Libertadores, a equipe de Tite, atuou na última quinta-feira (16) contra o San Lorenzo-ARG e chega mais desgastado para clássico. Esse é justamente o trunfo palmeirense que teve uma semana livre somente para treinanar. Bem por isso, o técnico do Oswaldo de Oliveira não entrou no jogo de esconder a equipe e já confirmou os titulares que entrarão em campo para o derby. Sem poder contar com o zagueiro Tóbio – que tem problemas musculares, e com o

provável retorno de Valdivia, o time deve ser formado por: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Jackson e Zé Roberto (Wellington); Gabriel e Arouca; Robinho, Valdivia (Cristaldo) e Dudu; Rafael Marques. “O Valdivia vem progredindo. Já fez três jogos e, gradativamente, vem aumentando sua participação nos jogos. Como tivemos uma semana com bastante tempo para treinar, ele evoluiu muito bem. Estou realmente satisfeito com a evolução dele para ser titular”, prosseguiu o técnico, ressaltando, contudo, que não quer o jogador mais caro do elenco como titular se não tiver condições físicas de suportar o clássico integralmente. Pelo lado do Alvinegro, Mais do que Tite, quem vai definir a escalação do Corinthians para o clássico são os preparadores e fisiologistas do clube. A princípio, pode soar estranho. No entanto,

a dura sequência de partidas da semana desgastou boa parte do elenco – todos os titulares atuaram no empate sem gols contra o San Lorenzo, quinta-feira, pela Taça Libertadores. “Estou me sentindo igual uma criança que diz que o pai manda em casa. Aí ele diz que é a mãe quem manda. Eles dois que decidem, eles que mandam”, disse o técnico. Alguns jogadores preocupam mais, casos de Elias e Renato Augusto, que tiveram desgaste maior no jogo contra o San Lorenzo. Na sexta-feira, todos os titulares ficaram na academia, numa atividade regenerativa. Diante deste cenário, a equipe só deve ser confirmada pouco antes do início da partida. Se todos os titulares forem liberados, o Timão deve ser escalado com: Cássio, Fagner, Felipe, Gil, Wendell; Ralf, Elias, Renato Augusto, Jadson, Emerson Sheik e Vagner Love. FRAME

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io de Janeiro (RJ) – O clássico dos milhões vai decidir, neste domingo (19), a partir das 15h (de Manaus), quem fará a final do Campeonato Carioca de 2015. Flamengo e Vasco se enfrentam após empatarem sem gols no último final de semana. O Rubro-Negro tem a vantagem de jogar pelo empate e teve a semana inteira livre para treinar, enquanto que o adversário fez um jogo duro contra o Rio Branco-AC, na quarta-feira, pela Copa do Brasil. O técnico Vanderlei Luxemburgo teve tempo para trabalhar o elenco do Flamengo. Mesmo assim, o comandante rubro-negro mantém o mistério na escalação da equipe. Após tirar o volante Jonas ainda no primeiro tempo do duelo de ida, por conta do nervosismo do jogador, Luxemburgo pôde colocar Everton como titular desde o início da partida. O meia se recuperou de lesão e afirmou estar preparado para jogar o clássico. Além disso, Luxemburgo ganhou outra dor de cabeça. O atacante Paulinho sentiu dores na coxa e deixou o treino de quinta-feira. Com isso, o jogador virou dúvida para

Clássico dos milhões vai lotar o Maracanã e decirá o finalista do Estadual

Meio-campista Valdivia será titular, pela primeira vez na temporada, contra o Timão

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MANAUS, DOMINGO, 19 DE ABRIL DE 2015


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MANAUS, DOMINGO, 19 DE ABRIL DE 2015

STUDIOCOLOMBO/PIRELLI

Duelo Mercedes e Ferrari S marca GP Bahrein akhir (Bahrein) - No início da temporada 2015 da Fórmula 1 poucos apostavam que a Ferrari poderia fazer frente à Mercedes de Lewis Hamilton e Nico Rosberg. Nos três primeiros grandes prêmios do ano, é certo que a escuderia alemã segue na ponta, no entanto, a velocidade do carro vermelho tem chamado atenção e a vitória de Sebastian Vettel no GP da Malásia de uma esperança aos ferraristas. Neste domingo, no Bahrein,o cenário é de mais uma boa disputada entre as equipes. Na primeira sessão de treinos livres Kimi Raikkonen liderou, no entanto, na sessão realizada em seguida, na parte de noite, que é o horário da prova, a Mercedes voltou a dominar, desta vez com Rosberg na dianteira e Hamilton 115 milésimos atrás. A chave deste quarto grande prêmio do ano, que terá início às 11h (de Manaus), será, mais u ma vez, os pneus. Com a temperatura mais amena e usando pneus médios, a Mercedes ficou na frente, mas acompanhada de perto da Ferrari. Com pneus macios, Lewis e Nico tiveram poucas ameaças. E esse deve ser a tônica da corrida neste domingo. O fator temperatura também ajudará a Williams que ao que tudo indica estará mais próxima da Ferrari do que na China. Briga caseira O grande prêmio do Bahrein terá o duelo à parte entre Lewis Hamilton e Nico Rosberg que, após o GP da China, trocaram farpas. O germânico acusou o britânico de diminuir o ritmo o que quase causou a perda da segunda colocação de Rosberg para Vettel. Espectador de luxo enquanto os companheiros trocavam farpas na coletiva de imprensa após o GP da China, Sebastian

Durante treinos, escuderia italiana mostrou que é capaz de bater de frente com os carros prateados neste domingo

Vettel não acredita que a tensão entre os companheiros de Mercedes acabe lhe beneficiando. O alemão da Ferrari, segundo colocado no campeonato da Fórmula 1, acredita que os dois vão resolver suas diferenças – quer a imprensa queira, quer não. “Para nós, é irrelevante, temos de focar em nós mesmos. Se eles tiverem problemas e tirarem um o outro da corrida, isso beneficia a todos, não apenas nós. Mas não esperamos isso, porque eles são profissionais”, declarou. Após três etapas, Hamilton lidera com 68 pontos, contra 55 de Vettel e 51 de Rosberg. Massa é o quarto, com 30, e Nasr é o sétimo, com 14.


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Pódio - 19 de abril de 2015 by Amazonas Em Tempo - Issuu