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Pódio - 14 de fevereiro de 2016

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MANAUS, DOMINGO, 14 DE FEVEREIRO DE 2016

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esportes@emtempo.com.br

Revelação baré brilha fora do AM Pódio E5

Rivalidade à

prova Neste domingo, às 18h, Nacional e Remo disputam amistoso na Arena da Amazônia Vivaldo Lima. Quem vencer, leva para casa o troféu “Leão Forte da Amazônia”. Pódio E3

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Pódio

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FUTEBOL


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Pódio

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DIEGO JANATÃ

Lauro TENTARDINI

‘O torcedor COMPROU a ideia PORQUE gosta DE VENCER’ Gaúcho de nascença, jornalista por atração e cartola do futebol por paixão, Lauro Tentardini, 28, é um dos responsáveis pelo sucesso das mulheres do Iranduba. O Hulk da Amazônia se classificou à segunda fase do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino, pela primeira vez em cinco edições disputadas, e agora busca se consolidar como uma equipe competitiva entre as grandes da modalidade no país. Ao aceitar o convite para ser diretor do Iranduba, Tentardini revelou que só veio para Manaus porque o presidente da agremiação, Amarildo Dutra, também aceitou elaborar um projeto para o time masculino. Em entrevista ao PÓDIO, o dirigente revela os projetos que pretende implantar e os desafios que planeja vencer com o Hulk

PÓDIO - Com a classificação garantida, quais são os propósitos do Iranduba para o resto da temporada? Lauro Tentardini - Com a classificação, o calendário para nós fica completamente carregado, pois agora nossa participação, na pior das hipóteses, se encerra em abril e, logo depois, tem a Copa do Brasil. Na verdade, eu quero manter 90% do elenco o ano inteiro. Também vamos disputar competições universitárias e teremos o Brasileiro sub-20 no mês de abril. Então, nós temos um calendário cheio este ano para o Iranduba. Por isso pretendo manter essa base profissional. PÓDIO - A direção do clube pretende inserir algum projeto para a prática desportiva na base visando ao profissional? LT - Temos o projeto de fazer um time universitário e escolar. Eu, em outra ocasião, já tinha adiantado

Nós viemos para fazer um sub-20 firme, capaz de ser respeitado. O intercâmbio com atletas daqui é excelente, isso porque as meninas do Iranduba sempre tiveram muita qualidade, o que elas não tinham era uma estrutura profissional, principalmente de treinos”

isso para a imprensa local. Em Santa Catarina, quando conquistamos o campeonato Sul-Americano pelo Kindermann com o time escolar, a iniciativa nos deu muita mídia, além de dar um retorno social, ou seja, como no Sul, aqui no Norte vamos tirar as meninas das ruas para a prática desportiva do futebol, evitando contato com drogas e outras coisas que não são bem vistas nem boas. Então é um forte trabalho social em que muitas meninas mudam de vida. PÓDIO - Como deve funcionar essa iniciativa? Será implantada somente na capital? LT - Nossa intenção é repeti-lo aqui no Amazonas, e claro que vamos organizar para montar um planejamento melhor do que foi o primeiro, migrando jovens com idade entre 12 e 14 no time escolar, e a outra com 15 a 17 anos no universitário. Por questões democráticas, não vou conseguir botar os escolares este ano, mas para o ano que vem eu pretendo

fazer peneiras em bairros de Manaus, no próprio município de Iranduba, para que ano que vem nossa equipe possa entrar forte nos jogos pensando futuramente em montar uma boa base para elenco principal feminino.

não deixou de comparecer. Então, particularmente, só vejo esse projeto crescer, as meninas já estão me procurando para renovar contrato, gostaram do carinho do torcedor. Com certez,a a ideia é ficar por aqui até 2020.

PÓDIO - Pretende ficar em Manaus? Como o senhor avalia o apoio da torcida? LT - Quando o presidente Amarildo Dutra me convidou, a ideia era fazermos um trabalho de pelo menos 5 anos até 2020 em estágio inicial. Pretendo, sim, ficar, percebi que os torcedores e a cidade abraçaram a causa, a gente percebe isso com o público que está comparecendo. Exemplo maior foi na última partida, que, apesar da chuva, o torcedor comprou a ideia

PÓDIO - Como você avalia a participação do torcedor local, que pouco apoia o futebol local, mas abraçou as meninas do Iranduba? Elas chegam para suprir essa ausência de ídolos, digamos assim? LT - O torcedor brasileiro em geral sempre é mais carente por ídolos, sempre cito exemplos de fenômenos como Ayrton Senna na Fórmula 1, até mesmo o Guga, que influenciou pessoas a gostarem de tênis. Hoje em dia, especialmen-

te, o torcedor amazonense é carente. Nós podemos ver até mesmo os grandes clubes daqui, como o Nacional e o Fast, que não levam tantos torcedores aos estádios. Mas aqui no Iranduba é um pouco diferente, pois as meninas chegaram tendo títulos nacionais e internacionais, inclusive passagens pela seleção brasileira. Acredito que após a primeira vitória no Piauí as pessoas não acreditaram muito, tanto que passaram a ir na partida seguinte contra o Santos, para poder conferir. Acho que na verdade o torcedor comprou a ideia porque gosta de vencer, gosta daquilo que está certo. Acho que o número de espectadores é superior ao futebol masculino pelo fato de estarmos vencendo. PÓDIO - Está satisfei-

to com o desempenho da equipe? LT - Nós viemos para fazer um sub-20 firme, capaz de ser respeitado. O intercâmbio com atletas daqui é excelente, isso porque as meninas do Iranduba sempre tiveram muita qualidade, o que elas não tinham era uma estrutura profissional, principalmente de treinos. Elas treinavam em um período só, sendo que o ideal são dois turnos. Além delas terem experiência em outras competições, o que conta muito, principalmente no futebol, ainda mais para o feminino, que no psicológico conta muito. Acredito que o Iranduba possa ganhar pelo menos um dos três títulos nacionais esse ano, Brasileiro, sub-20 ou a Copa do Brasil. Um título com certeza vem pro Amazonas. REPRODUÇÃO/FACEBOOK

LINDIVAN VILAÇA

Pretendo, sim, ficar. Percebi que os torcedores e a cidade abraçaram a causa, a gente percebe isso com o público, que está comparecendo”


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MARCIO MELO

Duelo de leões na Arena da Amazônia

Dentro de casa, Nacional recebe o Remo às 18h deste domingo. Apesar de amistoso, o vencedor do confronto levará para casa o troféu “Leão Forte da Amazônia”

Sem convencer no comando técnico do Nacional, Heriberto da Cunha busca ajustar time para a Copa Verde

THIAGO FERNANDO

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truindo nesses jogos amistosos e treinamentos. Aos poucos vamos definindo. Já temos a definição na zaga. No setor ofensivo, ainda temos dúvidas e vamos fazer mudanças para definir. Precisamos observar todos os jogadores”, explicou o comandante. No final de janeiro, Cunha recebeu um presente da diretoria do Nacional. Surpreendendo a todos, os dirigentes anunciaram a contratação do atacante Wanderley, que defendeu o clube na temporada passada, mas por causa de uma grave lesão no joelho esquerdo não pode ajudar na campanha fracassada da Série D. Já treinando com o elenco há duas semanas, o jogador já será titular na partida contra o Remo. “O Wanderley é um jogador experiente, que tem muita qualidade. Ele está sentindo o

tempo que ficou parado. Foi quase um ano. Ele está recuperando e entrando em forma agora. Primeiro jogo que fará após a operação. Mas é um jogador muito determinado e disciplinado dentro de campo. Ele tem uma obediência tática muito boa. Esperamos que ele possa ir evoluindo e crescendo junto com os companheiros”, afirmou Heriberto. No último coletivo realizado pelo Nacional, o comandante testou a equipe no 4-5-1, deixando Wanderley isolado no ataque, dependendo das chegadas dos meias Álvaro, Charles e Sandrinho para armar as jogadas ofensivas do time. Contratado para ser titular, o zagueiro Vitor virou dúvida para o amistoso na sexta-feira (12), quando teve febre. O atleta fará exames, pois ha suspeita de dengue. REPORDUÇÃO

aior rivalidade da Região Norte, Amazonas e Pará já duelavam desde quando formavam a Província do Grão -Pará. No futebol, não é diferente. Historicamente, quem leva vantagem é o Pará, porém, neste domingo, essa estatística pode começar a ser alterada. A Arena da Amazônia Vivaldo Lima será palco da 1ª Taça Leão Forte da Amazônia. De um lado estará o Nacional, e do outro o Remo. O jogo amistoso acontecerá às 18h (de Manaus) e promete reviver a rivalidade entre os dois Estados. Tendo no primeiro semestre de 2016 apenas a Copa do Brasil e a Copa Verde, a partida foi um pedido do treinador nacionalino, Heriberto da Cunha. O novo comandante do Leão

da Vila Municipal informou a diretória do clube que os amistosos seriam fundamentais para montar o elenco que disputará, a partir de agosto, o Campeonato Brasileiro da Série D. Prontamente atendido, o Nacional já disputou duas partidas este ano, contra o São Raimundo–PA e Fast. Ambas terminaram com vitória para o Leão da Vila Municipal. Porém, um teste mais forte era necessário para descobrir até onde esse time pode ir no ano. Consciente dessa necessidade, Heriberto afirmou ser necessário observar todos os jogadores do elenco para definir o time ideal, e ainda adiantou que promoverá mudanças na equipe que entrou diante do Fast. “Setenta por cento da equipe, você já tem. A equipe está em construção e foi toda reformulada. Estamos cons-

Amistoso servirá de teste A temporada iniciou de forma animadora para o Remo. Logo na estreia pelo Parazão, o Leão venceu por 5 a 3 o Águia de Marabá, com shows do meia Eduardo Ramos e do atacante recém contratado, Ciro. Porém, na partida seguinte, a derrota para o São Francisco por 1 a 0 fez o sinal amarelo acender no Filho da Glória e do Triunfo. Por esse motivo, o que era um simples amistoso, se tornou uma partida importante para ajudar na construção do time comandando pelo técnico Leston Júnior. Para a disputa da taça Leão Forte da Amazônia, o treinador irá entrar em campo com o que tem de melhor. Assim, a torcida azulino em Manaus pode esperar muitas alegrias do trio de ataque formado por Eduardo Ramos, Ciro e Léo Paraíba. Atual camisa 11 do leão paraense, Léo Paraíba teve boa passagem pelo Nacional na temporada 2014. Porém, na temporada seguin-

te, após não fechar com o adversário de logo mais, o atleta se transferiu para o Princesa do Solimões, onde encarrou o ex-time na final do campeonato Amazonense. Na disputa da Série D, já pelo Remo, Léo saiu de campo xingando o en-

INGRESSOS O ingresso para o duelo estará sendo vendido na bilheteria da Arena da Amazônia a partir das 14h de hoje. A entrada custa R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Crianças até 12 anos não pagam tão treinador do Nacional, Aderbal Lana, alegando que o comandante desrespeito sua equipe na semana que antecedeu a partida. Neste domingo, Léo novamente tentará mostrar ao Nacional que erraram em não fechar com ele em 2015.

Leston Júnior usará a partida contra o Nacional como preparação para o restante do Parazão. A equipe já jogou duas vezes pelo Estadual


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Túnel do tempo podio@emtempo.com.br Willian D’Ângelo

Amazonas Sporting Club de 1913

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Amazonas Sporting Club foi fundado no dia 27 de outubro de 1913, por um grupo de jovens desportistas. Suas cores eram o preto e o branco, e sua primeira sede ficava localizada na Rua Doutor Moreira, no Centro da capital amazonense. No ano de fundação do clube alvinegro, Manaus encerrava o surto da economia gomífera, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970. Durante as realizações dos campeonatos amazonense de 1914, 1915, 1916 e 1917, o Amazonas Sporting Club não participou, limitando-se a realizar jogos amistosos e participar de torneios festivos. Finalmente foi inserido pela primeira vez para debutar no Campeonato Amazonense da primeira divisão de 1918. O Nacional Futebol Clube conquistou o título de 1918 com os atletas Restolho Nery, Fidoca, Rodholfo Gonçalves, Pequenino, Cunha, Fernandes, Aureliano, Paulo Melo, Lino Dantas, Craveiro, Pará, Sebastião Bastos e Azevedo. Além do Amazonas e Nacional, participaram

Colunista do PÓDIO

Vestindo preto e branco, o Amazonas Sporting Club encerrou suas atividades profissionais em 1923, 10 anos depois de ser fundado

do certame as equipes do Rio Negro, Manáos, União Sportiva, Luso Futebol Clube, Monte Cristo, América, Paysandu e Brasil Sport. No Campeonato Amazonense da primeira divisão de 1919, o Amazonas sofreu alguns reveses para o Manáos Sporting (6x0) e Nacional (3x2), mas também alguns bons resultados em cima do União Sportiva (3x0) e Monte

Cristo (2x0). O Rio Negro não disputou a competição, alegando um complô armado contra a sua equipe para favorecer o Leão da Vila Municipal. No Campeonato Amazonense da primeira divisão de 1920, o Amazonas foi confirmado para participar pela terceira vez. Entre seus principais jogos perdeu do Nacional por 4x1 e do Manáos Sporting por 3x0. Derrotou

o Luso por 2x0 e o Euterpe por 5x1 (os gols foram assinalados por Jeovalino (2) Albano, Hugolino e Diomedes). Participaram do campeonato de 1920 as equipes do Nacional, Rio Negro, Manáos Sporting, Monte Cristo, Euterpe, LusoBrasileiro, União Esportiva e Amazonas. O Amazonas não participou do Campeonato Amazonense da primeira divisão

de 1922, só voltando a disputar novamente o certame de 1923, na qual não conquistou o título que ficou com o Nacional. Esse foi o último campeonato que os alvinegros participaram. Após a disputa do campeonato de 1923, o Amazonas ainda disputou amistosos e participou de alguns torneios, mas logo depois acabou extinto.

No ano de fundação do clube alvinegro, Manaus encerrava o surto da economia gomífera, em virtude da perda do mercado mundial para a borracha asiática, fazendo com que a cidade retornasse a um novo período de isolamento até o advento da Zona Franca de Manaus, em 1970”

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DANIEL PRESTES

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er jogador de futebol profissional é o sonho de todo garoto que é apaixonado pelo esporte bretão. Apesar do talento e força de vontade, poucos conseguem alcançar o que tanto desejam. Íntimo da bola desde pequeno, Ronaldo Cardoso Filho, chamado carinhosamente de “Naldo”, desponta como uma das maiores promessas do futebol amazonense dos últimos anos. Aos 16 anos, o jovem jogador que atua na posição de volante e acumula passagens por gigantes do futebol brasileiro, como Vasco e São Paulo, assinou seu primeiro contrato como jogador profissional com o Grêmio. “Eu cheguei no Vasco por meio do Paulinho Nascimento, que é bastante conhecido em Manaus. Eu jogava futsal em Manaus e ele me viu jogando. Ele conversou comigo e com meus pais, para saber se eu tinha interesse de jogar no Vasco, que ele me daria essa oportunidade. Foi por meio do futsal e do Paulinho Nascimento que eu cheguei ao Vasco. Eu saí de casa e de Manaus com 10 anos em 2010”, recorda Nado. Há 6 anos, Paulinho Nascimento viu futuro no futebol do garoto, que já apresentava um porte físico muito superior ao das outras crianças que tinham sua mesma idade. O olheiro decidiu conversar com o atleta e a família para oferecer a oportunidade de “Naldo” jogar no Rio de Janeiro. “Ele já se destacava nas quadras quando jogava pela Martha Falcão e tem tudo para se dar bem na carreira”, aponta. Com 10 anos de idade e sem experiência alguma no esporte, “Naldo” admite que foi difícil sua adaptação em um novo Estado, além da responsabilidade em defender as cores de uma das mais tradicionais equipes

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do futebol brasileiro. “Foi um pouco difícil me acostumar no início, ficar longe da família e dos amigos, de tudo de Manaus, sair com 10 anos não era fácil. Mas depois fui me adaptando. Fui recebido muito bem lá no Vasco”, cita. Longe dos amigos, “Naldo” faz questão de destacar a importância da sua família em todo seu processo de crescimento e amadurecimento, tanto pessoal como profissional. “A importância da minha família em todo esse processo foi fundamental. Meu pai e minha mãe sempre me acompanham, para onde eu vou eles vão. Eu vim para o Rio e eles vieram comigo. Agora vamos para Porto Alegre. Meu pai já está lá e minha mãe está indo em breve”, comenta. Passagem pelo Vasco Na chegada ao Vasco, “Naldo” começou a atuar como zagueiro. Com o passar do tempo foi colocado na posição de volante, além de ter atuado na lateraldireita algumas vezes e até ter pegado a braçadeira de capitão em alguns jogos do time nas categorias de base. A primeira experiência jogando fora do Estado já foi uma situação muito impactante para o jovem amazonense, mas depois de ter recebido a chance de atuar em um torneio na Europa pelo time carioca, sua ficha caiu. “No futebol vivenciamos coisas boas e ruins a todo momento. E uma história boa foi quando eu fui jogar pelo Vasco em Portugal foi minha primeira viagem para jogar fora do Brasil. Gostei muito, ganhei bastante experiência. Infelizmente nas semifinais perdemos para o Atlético de Madri num jogo em que começamos ganhando por 2 a 0 e o arbitro acabou expulsando três jogadores nossos e tomamos a virada. Mas foi uma experiência única na minha vida”, avalia Naldo.

Naldo assinou seu primeiro contrato profissional com o Grêmio, após 5 anos no Vasco

Currículo

de gente grande Com apenas 16 anos, o volante amazonense “Naldo” desponta como uma das principais promessas do futebol baré dos últimos anos

No Vasco, “Naldo” atuou como zagueiro e algumas vezes lateral-direito, e chegou a ser capitão do time

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Curta passagem pelo São Paulo “Naldo” saiu do Vasco em 2015 e foi para o São Paulo, onde passou apenas dois meses. Porém, depois de inúmeros problemas, não conseguiu se adaptar e acabou assinando com o Grêmio, que segundo o jovem, apresentou uma proposta melhor que a da equipe paulista. “Eu fiquei 5 anos no Vasco e aconteceram algumas situações que eu

não estava gostando, não estava de acordo, então eu preferi sair. Antes de eu ir para o Grêmio, tive uma passagem pelo São Paulo. Passei apenas dois meses lá. Foi quando recebi uma proposta melhor para jogar no Grêmio e decidi ir para lá. Eu também não tive uma boa adaptação no São Paulo. Quando cheguei no Grêmio, fui recebido muito bem. Sem palavras para o

acolhimento do pessoal da cidade, todos muito educados”, explica Naldo. Questionado sobre sua evolução na base, o jovem amazonense exaltou a importância de todos os treinadores que já teve em sua curta carreira no futebol. “Sempre tive excelentes treinadores, todos me ajudaram bastante, aprendi muito e todos foram importantes”, conclui.

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Corinthians e São Paulo duelam pelo Paulistão

Com a cabeça na Libertadores, times paulistas deverão mandar a campo uma equipe alternativa para preservar jogadores ANTONIO CÍCERO/FRAME PHOTO

LEANDRO MARTINS/FRAMEPHOTO

Misterioso, Bauza ainda não sabe quantos jogadores titulares mandará a campo hoje

Tite deve mandar a campo uma equipe com algumas mudanças e promover a estreia de André

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ão Paulo (SP) – O clássico entre Corinthians e São Paulo será a principal atração da quarta rodada do Campeonato Paulista. Neste domingo, as equipes se reencontram menos de três meses após o último confronto na Arena do Timão, mas ambos apresentarão muitas mudanças: O time de Tite está passando por uma grande reformulação no seu elenco, enquanto o Tricolor também teve alterações na equipe, sendo a principal delas a troca de comandante. Tite já esboçou a escalação do Corinthians que pretende mandar a campo nesta tarde. Preocupado em evitar que os seus jogadores se lesionem antes da estreia na Copa Libertadores da América – contra o Cobresal, na quarta-feira (17), no Chile –, ele só ficou com duas dúvidas para o clássico. “O Cássio joga, o Fagner joga, o Yago joga, o Bruno Henrique joga… O Arana? Falei o nome dele? Não falei, mas joga. O Rodrigo tam-

bém joga. O Elias depende do departamento médico. O Lucca joga. Não vou definir o Giovanni Augusto porque tomou uma pancada e não treinou na sexta”, comentou Tite, na véspera do duelo, bem-humorado para ajudar a elucidar o mistério em relação à formação corintiana. O volante Elias não participou da vitória por 2 a 1 sobre o Capivariano (o lateral-direito Fagner, o zagueiro Yago, os meio-campistas Bruno Henrique e Rodriguinho e o atacante Lucca foram preservados ao menos de parte do jogo) na noite de quinta-feira (11), em Itaquera, porque reclamou de dores na perna esquerda. O problema é decorrente de um choque que ele sofreu no triunfo por 1 a 0 sobre o Grêmio Osasco Audax, na semana passada. Já Giovanni Augusto fez a sua estreia no decorrer do confronto com o Capivariano e agradou pela disposição. O meia-atacante chegou para suprir a baixa do meia Jadson

e está sendo preparado para competir pela posição do paraguaio Ángel Romero, em boa fase, na ponta direita. Dos reforços contratados para amenizar os efeitos do desmanche do Corinthians, quem ainda não estreou foi o centroavante André. Tite pretendia deixá-lo também no banco na quinta-feira (11), porém recebeu a orientação de preservá-lo para o jogo de hoje. Como o atleta ainda não está em perfeitas condições físicas, existe a possibilidade de Guilherme exercer a função (como fez contra o Audax) no princípio do confronto com o São Paulo. As definições para o clássico ajudarão Tite a escolher a sua formação ideal para iniciar campanha na Libertadores. O esboço que Tite tem em mente para o Majestoso é o seguinte: Cássio; Fagner, Felipe, Yago e Guilherme Arana; Bruno Henrique, Maycon (Elias), Giovanni Augusto (Romero), Rodriguinho e Lucca; Guilherme (André).

Bauza não define time titular Pelo lado do São Paulo, o técnico Edgardo Bauza parece ter abdicado da ideia de escalar os reservas são– paulinos no clássico contra o Corinthians. Questionado sobre a possibilidade de antecipar a “equipe mista” que tinha em mente, o treinador afirmou que “o único jogador que está descartado é o Breno”. Com uma tendinite no joelho direito, o defensor faz tratamento no Reffis e não tem prazo para voltar a campo. “Todos os demais têm possibilidades (de jogar)”, acrescentou o comandante. Bauza cogitava a escalação dos suplentes para preservar os titulares que venceram nessa semana os peruanos do César Vallejo por 1 a 0, no Pacaembu, e enfrentarão o The Strongest-BOL na próxima quarta-feira (17), também no

estádio municipal, pela fase de grupos da Copa Libertadores. Os principais jogadores são-paulinos fizeram apenas atividades regenerativas nos dois treinos que

PRIORIDADE Sem dar pistas sobre qual time mandará a campo, o argentino Edgardo Bauza deixou claro que priorizará o duelo de quarta-feira pela Libertadores diante do The Strongest, da Bolívia se seguiram ao duelo com o César Vallejo e só voltaram às atividades normais ontem pela manhã. “Estão relacionados 22 jogadores para a concentra-

ção. Necessitamos que os 11 titulares estejam bem fisicamente, porque teremos uma partida muito dura pela frente”, afirmou Bauza. Entre os escolhidos do argentino estará o atacante Kelvin, que foi regularizado pela diretoria e terá a oportunidade de atuar pela primeira vez com a camisa do São Paulo. “Kelvin está habilitado e concentrado para a partida”, disse o técnico. O atacante foi o quinto reforço contratado pelo Tricolor e participou das atividades táticas com os reservas na última sexta-feira. Com uma amigdalite aguda, Alan Kardec ficou de fora dos trabalhos no campo e tem poucas chances de ir ao clássico. O meia Daniel, lesionado, e o ídolo Lugano, em recondicionamento físico, também estão vetados.


Pódio E7 Em São Januário, Vasco duela com o Flamengo

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S Em boa fase, Guerrero é a aposta do Flamengo para voltar a vencer o rival pelo Carioca

ão Paulo (SP) - Vasco e Flamengo são as principais atrações da quarta rodada do Campeonato Carioca. Os arquirrivais fazem o primeiro clássico da temporada neste domingo (14), às 15h, em São Januário. Com nove pontos, o Vasco do técnico Jorginho tem 100% de aproveitamento e é lider isolado do Grupo A. Comandado por Muricy Ramalho, o Flamengo tem 7 e é vice-líder do Grupo B, atrás apenas do Botafogo. Em busca do bicampeonato estadual após amargar o terceiro rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro, o Vasco sabe que uma vitória no clássico vai elevar a confiança do grupo cruz-maltino. “Eu defendi os dois lados deste clássico e sei da rivalidade. Em campo, equipes que possuem duas das maiores torcidas do país. É uma partida que mexe muito com todo mundo”, disse Jorginho, que confirmou a manutenção de Julio dos Santos como volante. Com o Maracanã e o estádio Nilton Santos fechados por conta da preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, que começam em agosto, São Januário foi definido pelo Vasco como o estádio para o clássico de hoje, o que gerou algumas reclamações pelo lado rubro-negro. Cientes da importância de jogar em casa um clássico, os vascaínos decidiram sair em defesa do seu estádio. O goleiro uruguaio Martin Silva, um dos mais experientes do elenco, comentou a situação. “Não vejo problemas para não ter o jogo em São Januário,

pois já jogamos grandes partidas aqui dentro e nunca existiu nenhum incidente. Portanto, indicaria o estádio sem maiores dúvidas”, explicou Martin Silva. Em termos de escalação o Vasco terá que mexer na equipe. O zagueiro Luan, expulso na vitória de 2 a 0 sobre o Volta Redonda, cumpre suspensão e cede seu posto a Rafael Vaz. Sentindo dores na coxa direita, o atacante Eder Luis está praticamente vetado e deverá ceder lugar a Thalles. Assim, o esboço de time para domingo teria: Martín Silva, Madson, Rafael Vaz, Rodrigo e Julio Cesar; Julio dos Santos, Andrezinho, Jorge Henrique e Nenê; Eder Luis (Thalles) e Duvier Riascos. Do lado rubro-negro, Muricy não faz mistério e já confirmou a equipe titular de domingo. Será o mesmo time que goleou a Portuguesa-RJ por 5 a 0 na última rodada. E mesmo sem treinar com os demais atletas, Emerson Sheik está garantido no ataque. “Não tem mistério, o time é o mesmo que vem jogando. O Emerson é um jogador que se dedica muito dentro de campo, corre demais e luta até o fim. É natural que tenha uma recuperação diferente dos demais, mas não é problema para o clássico”, declarou Muricy. O comandante rubro-negro praticamente descartou promover a estreia do volante colombiano Gustavo Cuéllar. O jogador tem contrato até o início de 2018 e já foi regularizado no Boletim Informativo Diário (BID). Com a decisão do comandante de repetir a escalação do meio de semana, o Flamengo vai enfrentar o Vasco com a seguinte formação: Paulo Victor, Rodinei, Juan, Wallace e Jorge; Márcio Araújo, Willian Arão e Federico Mancuello; Marcelo Cirino, Paolo Guerrero e Emerson Sheik.

PAULO FERNANDES/VASCO.COM.BR

GILVAN DE SOUZA/FLAMENGO

Com o Maracanã fechado, clássico carioca voltará a ser disputado no estádio cruz-maltino

Com três gols em três jogos, Nenê vive bom momento com a camisa do time cruz-maltino


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