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Pódio - 12 de abril de 2015

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ENNASBARRETO/NACIONAL FC

MANAUS,, DOMINGO, 12 DE ABRIL DE 2015 MANAUS

esportes@emtempo.com.br esportes@emtempo.com.br

Do ‘pior do mundo’

ao mais querido O polivalente Kelvin, do Nacional, antes de atuar nos gramados amazonenses desfilou seu futebol no Íbis, conhecido como o pior time do mundo. Pódio E4 e E5

Jornalistas criam revista voltada para futebol baré Pódio E3

Flamengo e Vasco duelam pelas semifinais do Carioca Pódio E7


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MANAUS, DOMINGO, 12 DE ABRIL DE 2015

Ali ASSI

‘Precisamos DE renovação’

FOTOS: RV

ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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m reestruturação. Assim pode ser definido o atual momento do basquete no Estado. Com um foco especial nas categorias de base, a Federação de Basketball Amazonense (Febam) acredita que é tempo de renovação. Em entrevista ao PÓDIO, o vice-presidente da entidade divulgou as ações em pauta para 2015, além de analisar o cenário do esporte da bola laranja.

Trazendo a comissão técnica do Vasco, que é um clube de ponta no basquetebol, vamos dar a possibilidade para os técnicos locais fazerem um curso de reciclagem”

PÓDIO - Como o senhor avalia o atual momento do basquete amazonense? Ali Assi - A gente passa por um momento de renovação. Nós resolvemos que, neste ano, dentre todas as competições que vamos fazer, iremos privilegiar as categorias de base. A gente sente a necessidade de renovação no basquetebol amazonense, tanto no masculino quanto no feminino, em especial neste último naipe, nós carecemos de boas atletas. Nós precisamos dessa reformulação. Nossa proposta para este ano, dentro desta análise, é que precisamos de renovação, com um investimento maior em categoria de base. Além disso, nós precisamos também de um incentivo maior para a prática do basquetebol. PÓDIO – E como trabalhar esse processo de renovação? AA - É necessário que a modalidade esteja presente nos bairros, é preciso que o poder público incentive a prática de basquetebol nos centros comunitários e a gente também precisa atrair a iniciativa privada. É preciso que as empresas também apóiem a modalidade, dando preferência sempre para o basquetebol de base. Nós estamos chegando num ponto que quando se passa do sub-17 a gente não tem um quantitativo de jogadores de qualidade que possam dar prosseguimento. Precisa de uma renovação boa, para isso é preciso o investimento na categoria de base. PÓDIO - O que fazer para atrair o fã de basquetebol para dentro das quadras? Existem clubes onde os interessados possam se associar para praticar e disputar competições? AA - Praticante de basque-

tebol nós temos muito, isso é fato. O que nós não temos são equipes fixas. O que acontece muito na modalidade no Amazonas, que após o sub-17 tem a categoria sub-19 e a adulto, em especial? Você junta um grupo de amigos que gosta de basquetebol, forma uma equipe, joga aquela competição e acabou. Por quê? Porque não tem estrutura, as equipes não têm apoio, é caro você manter, até porque como é esporte amador, ninguém recebe por isso. A pessoa tem que trabalhar, estudar e praticar basquetebol. Nós, infelizmente, não estamos num nível onde a pessoa possa jogar só basquetebol, ganhar por isso e não precisar ter outro trabalho. Nós temos uma quantitativo grande de atletas, mas são aqueles praticantes que gostam de basquetebol e não aquele cara que treina diariamente e se dedica àmodalidade, porque não tem como. Enquanto a gente não tiver equipes fixas organizadas, fica difícil ter uma boa quantidade de adeptos de basquetebol disputando competições em níveis elevados. PÓDIO – Não seria o caso de, quem sabe, procurar os clubes de futebol? AA - No momento nós não temos clubes de futebol que tenham basquetebol. No Pará você tem Paysandu e Remo, em Pernambuco tem o Sport, no Rio de Janeiro tem Vasco e Flamengo, e aqui em Manaus a gente não tem. Nós já até tivemos essa ideia de se aproximar dos clubes de futebol, mas a gente tem um pouco de receio, porque eles nunca nos procuraram. Mas, se eles não nos procuraram, nós vamos tentar ir atrás. É um projeto futuro, tentar atrair esses clubes de futebol, já que são clubes de massa, de torcida, para tornar o basquete um pouco mais popular. PÓDIO - Recentemente, nós tivemos uma garotada que foi ao Rio de Janeiro e passou um período treinando no Vasco. Qual foi a avaliação feita deles pelos professores do clube carioca? A A - Ano passado nós tivemos um desempenho muito bom nos Campeonatos Brasileiros de base, tanto no masculino quanto no feminino, principalmente neste último, no sub-15, onde a gente subiu para a primeira divisão. Só que o Vasco da Gama não tem basquetebol feminino.

O que ele fez? Ele observou o desempenho de diversas equipes na competição e ele está fugindo dos grandes centros. Ele quer gente nova. Então, eles estão olhando um pouco mais para as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Da nossa região, eles tiveram boas referências de quatro atletas nossos. Eles entraram em contato com o Mauricio Bentes, que é o técnico da seleção amazonense. O mais interessante foi que eles nos procuraram, diferente das outras vezes de quando nós íamos atrás. Pediram para que nós fossemos até lá fazer esse intercâmbio. Nós fomos na última semana de março, levamos três atletas que eles solicitaram, ficamos uma semana treinando com as equipes do sub-17 e do sub-19, com preparador, academia, toda a estrutura que o Vasco tem. Os atletas foram bem avaliados. Encontramos dificuldades na questão do porte físico deles. Houve essa dificuldade, não pelo tamanho deles, mas pela questão do contato físico. Eles sentiram dificuldade. Não estão habituados. O basquetebol lá é mais forte, é mais pegado. Mas em relação a parte técnica eles foram elogiados. A questão dos fundamentos, arremessos, posicionamento em quadra... Isso nos deixou muito feliz, porque nós percebemos que estamos no caminho certo, iniciando um trabalho bom. Isso é mérito dos professores de basquetebol que nós temos aqui no Amazonas. Foi bom também pelo fato do Vasco deixar as portas abertas. Nós fizemos uma parceria com eles e já ficou acertado que essa parceria vai ser ampliada. PÓDIO - O Rubén Magnano assumiu uma seleção brasileira repleta de resultados negativos recentes, conseguiu transformar a equipe e torná-la forte e respeitada. Não seria o caso do Amazonas seguir o mesmo rumo, como forma de intercâmbio, fazendo cursos e realizando clínicas com técnicos mais experientes na modalidade? AA - A gente sente essa necessidade aqui no Amazonas, de pessoas qualificadas que trabalhem com o basquetebol. Lógico que, se você é um apaixonado pelo esporte, tem todo direito de jogar e se fazer presente. Só que nós precisamos de pessoas capacitadas, capazes de fazer os garotos

jogarem a modalidade, ensinar tanto a parte técnica quanto a parte tática. Não é só dar uma bola para o garoto, ensinar ele a fazer uma bandeja e pronto. Tem que ensinar posicionamento em quadra, sistema de jogo, sistema de defesa... E a gente tem essa carência. Nós temos bons profissionais de basquetebol, mas infelizmente a formação deles não a adequada, até porque, infelizmente o Amazonas é muito longe, a gente precisa ir aos grandes centros para fazer esses intercâmbios. Diante dessa dificuldade, a Febam vai trazer em julho um professor das categorias de base de Franca. Ele vai fazer uma clínica de uma semana aqui em Manaus, com a seleção amazonense sub-15 e sub-17, masculina e feminina, e os técnicos de basquetebol serão convidados a acompanhar essa clínica. De acordo com o treinamento, os professores vão acompanhar, tirar dúvida, perguntar, vão poder observar como se treina em São Paulo, novidades e novas técnicas. No final de novembro também já está acertado a vinda da comissão técnica do Vasco da Gama para fazer uma clínica de uma semana em Manaus. Só que essa clínica vai ser para a região Norte. Nós já entramos em contato com a federação de Rondônia e de Roraima, vamos ampliar para a federação do Pará, do Amapá e de toda região. É mais fácil você trazer a comissão técnica para dar um curso do que eu levar todos os técnicos e todos os jogadores para lá. Então, trazendo a comissão técnica do Vasco, que é um clube de ponta no basquetebol, vamos dar a possibilidade para os técnicos locais fazerem um curso de reciclagem, fazerem clínicas, se aperfeiçoarem e junto deles os atletas. PÓDIO – Qual a prioridade da Febam para este ano? AA - Nós já acertamos na Febam, que neste ano nós temos três tipos de investimento em termos de qualitativo de pessoal. Nós vamos investir na qualificação da nossa arbitragem, vamos investir na qualificação dos nossos técnicos e vamos investir na qualificação das nossas categorias de base. Se você qualifica os técnicos, consequentemente o trabalho nas categorias de base melhoram. Essa é a proposta de Febam para este ano.

É necessário que a modalidade esteja presente nos bairros, é preciso que o poder público incentive a prática de basquetebol nos centros comunitários e a gente também precisa atrair a iniciativa privada”

No momento, nós não temos clubes de futebol que tenham basquetebol. No Pará você tem Paysandu e Remo, em Pernambuco tem o Sport, no Rio de Janeiro tem Vasco e Flamengo, e aqui em Manaus a gente não tem”


Imagens do esporte serão valorizadas nas edições da revista

Futebol amazonense ganha revista exclusiva ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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fã de futebol amazonense acaba de ganhar uma nova ferramenta para acompanhar o melhor do esporte bretão baré. Com conteúdos voltados exclusivamente para o público local, a “Revista D’Aqui – O Almanaque do Futebol Baré” teve sua primeira edição lançada no último mês de março. De acordo com Cícero Júnior, vicepresidente da publicação, o objetivo é mostrar o lado da modalidade no Estado. “Nós pensamos num veículo que pudesse cobrir com conteúdo 100% voltado para o futebol local em diversas esferas, mostrando o que há de melhor no futebol amazonense, porque problemas nós temos, dificuldades nós temos, erros nós temos, mas no nosso futebol temos excelentes coisas, qualidades infinitas, que quando a gente contrasta com as dificuldades, elas se sobrepõem”, explica Cícero. A ideia inicial era batizar a publicação somente como “O Almanaque do Futebol Baré”. Mas, o nome “D’Aqui” surgiu em uma das conversas do grupo formado por ele, William D’Ângelo, Pedro Batista e acabou pegando. “O nome D’Aqui é uma forma bem sugestiva de expressar ao leitor o conteúdo interno da revista. Quando ele se depara com o nome D’Aqui, já tem uma noção de que estará lendo uma revista com conteúdo 100% local. O Almanaque do Futebol Baré consolida essa visão. É um nome mais fácil de pegar, mais fácil de ficar na memória

PAULO ROGÉRIO VEIGA

“Revista D’Aqui – O Almanaque do Futebol Baré” chega com um conteúdo voltado para o esporte bretão local e, quem sabe, é o nome que ajudará as pessoas a melhorarem sua percepção sobre o que nós temos aqui, que é um excelente conteúdo. Mesmo com problemas e dificuldades, o futebol amazonense tem muita coisa boa para se mostrar”, afirma o vice-presidente da revista. A intenção inicial, segundo Cícero, era fazer o “Almanaque do Futebol Baré” em modelo físico. Mas, por conta de imprevistos, o material ganhou nova cara e se transformou numa espécie de revista digital, podendo ser solicitada por qualquer pessoa por meio do fanpage do periódico. Envolvimento Apesar de não ser jornalista por formação, Cícero Júnior é conhecido por participar de transmissões de jogos do Estadual na rádio Em Tempo, além de fazer parte da “defesa menos vazada da comunicação amazonense”, sendo um dos apresentadores do programa “Liga Em Tempo”. Aos 35 anos, ele está concluindo a licenciatura em língua inglesa e já pensa em enveredar o caminho da comunicação, muito por conta do amor que o toma quando o assunto é futebol amazonense. “Esse envolvimento surgiu da vontade de contribuir com o futebol amazonense, não ser apenas um coadjuvante, mas ajudar a construir a história do futebol local. A revista “D’Aqui” veio como consolidação dessa contribuição que queremos dar ao futebol amazonense. Pretendo me especializar no jornalismo esportivo para continuar ajudando o futebol baré”, disse o apaixonado torcedor do São Raimundo.

William D’Ângelo e Cícero Júnior, idealizadores da revista

Caderno PÓDIO serviu como laboratório Gratidão. Essa é a palavra que define o sentimento de Cícero Júnior e William D’Ângelo ao caderno de esportes do jornal Amazonas EM TEMPO. Os dois colaboram com o Pódio, principalmente com matérias especiais, publicadas aos domingos. A experiência foi boa e eles viram que

seria possível criar uma nova ferramenta voltada para divulgar somente o futebol amazonense. “Uma das coisas que me deixou muito feliz em escrever para o caderno é que o Pódio é uma equipe coesa, que procura dar esse espaço para o futebol amazonense, tanto

é que nós tivemos cadernos com quase 100% de conteúdo voltado para o futebol local. A experiência foi muito estimulante também, pelo fato de as pessoas estarem dispostas a abrir esse espaço para a gente escrever matérias”, destaca Cícero. “O Pódio nos mostrou

que é possível ter um bom alcance de leitores que amam o futebol amazonense. O caderno recebeu muito elogios e a gente via isso. O Pódio mora no nosso coração e vamos continuar contribuindo com esse trabalho, que é formidável”, finaliza o vice-presidente da “Revista D’Aqui”.

ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

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ENNAS BARRETO/NACIONAL FC

E4 Kelvin tem se tornado peça importante no time de Aderbal Lana

Do Íbis para Kelvin passou pelo folclórico time antes de engrenar no futebol brasileiro. Atualmente, o polivalente jogador é titular no Nacional comandado por Lana THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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uando os amantes da bola se reúnem para conversar, uma pergunta geralmente aparece: Qual o melhor time do mundo? Essa resposta é muito individual. Alguns podem falar que é o Real Madrid, porque conta com a estrela Cristiano Ronaldo em seu elenco. Outros podem apontar que o tiki-take do Barcelona é superior, e terceiros podem citar que o forte Bayern de Munique é superior, pois conta com a base da Alemanha, última seleção que foi campeã do Mundo. Porém, se a pergunta for: Quem é o pior time do mundo? A resposta será apenas uma: o Íbis. O time pernambucano ficou 55 jogos sem vencer e por isso, acabou ganhando essa fama. O folclore é tão grande que a marca entrou no Guinness Book, o famoso Livro dos Recordes. Apesar disso, nos últimos anos, o Pássaro Negro vem reagindo no futebol local e por pouco não conseguiu o inédito acesso para a primeira divisão de Pernambuco em 2013. Naquele ano, um dos principais jogadores da equipe foi o zagueiro/volante Kelvin, atual titular no

Nacional, comandado pelo treinador Aderbal Lana. Diferente do que pode parecer, o atleta mostra em todas as partidas muita qualidade e segurança à frente da defesa do Leão da Vila Municipal. Kelvin tem 23 anos e chegou cercado de desconfiança, porque vinha de um clube sem expressão no futebol nacional, o Tiradentes (CE), diferente

POR QUE PIOR?

O Íbis Sport Club foi fundado em 15 de novembro de 1938 e ganhou notoriedade após ficar exatos três anos e nove meses sem comemorar uma vitória no final da década de 70

do que aconteceu com seus companheiros de posição Robinho e Mauricio Leal. Porém, mostrando muita vontade nos treinamentos e aproveitando a oportunidade que teve após Aderbal Lana assumir o time, o atleta caiu nas graças da torcida nacionalina. Pelo ‘pior time do mundo’, Kelvin disputou apenas oito partidas. Nesse período, o

atleta ainda fazia parte das categorias de base do Botafogo (PE). Sem campeonato para disputar no segundo semestre, o jogador aceitou o convite feito pelo treinador Paulo Junior para atuar pelo Íbis. Porém, Kelvin só assinou após acertar parceria com a Fundação Estadual da Saúde do Sergipe (Funesa), porque ela que pagaria seu salário. “Estava saindo da base e aceitei o convite do professor Paulo Junior. Foi uma experiência boa. Foram oito partidas e consegui mostrar toda a minha qualidade. Fiz dois gols e de lá já fui jogar no Sousa (PB)”, disse o zagueiro que afirma brincar com o folclore que cerca o time pernambucano. Segundo Kelvin, até o seu pai começou a tirar sarro quando soube da sua transferência, porém, logo entendeu que isso o ajudaria no começo da carreira. “Fui para o clube porque não queria ficar parado e precisava ganhar experiência. O Íbis entrou na competição com o objetivo de subir, então, topei o desafio e fiz o meu melhor. Hoje, tenho um carinho pelo clube e guardo a camisa do time. Meu pai tem a dele e usa sempre que pode. Vai ser uma história que contarei para sempre”, finalizou o atleta.


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Encontro com torcedor do Íbis Desconfiado, Kelvin não acreditou quando, de longe, viu o jornalista Anwar Assi chegando ao Centro de Treinamento do Nacional com a camisa do Íbis. O jogador afirmou que pensou ser alguma brincadeira, porém, logo se surpreendeu quando descobriu que Anwar realmente é torcedor da equipe pernambucana. “Nunca esperava encontrar um torcedor do Íbis em Manaus. Admito que só encontrei em Paulista, cidade do time. Foi legal isso”, revelou o jogador. Já o jornalista afirmou ficar feliz com o sucesso do ex-atleta de sua equipe no futebol. Para o torcedor, essa oportunidade de encontrar alguém que passou por lá é única. “Foi difícil até encontrar a camisa do Íbis. Encontrei em Fortaleza quando estava passando férias. O ambulante passou ofereceu camisas. Brinquei falando que só compraria se tivesse do Íbis. O cara ficou procurando no monte até achar. Tive que comprar. Então, fico feliz em conhecer um jogador que passou pelo clube e se destacou. O time é muito conhecido pelo folclórico, porém, nos últimos anos o Íbis está melhorando e quem sabe não acaba subin-

do”, disse Anwar que começou a torcer pelo Pássaro Negro por protesto a violência no futebol. Vindo de uma família de esportista, o jornalista afirma não tolerar as confusões que acontecem nos estádios e clubes brasileiros. “Quando era mais novo, torcia por um clube carioca. Sempre gostei muito do esporte. Era de jogar, ouvir e ver partidas. Quando fui fazer faculdade em São Paulo, fiz parte de uma equipe que resolveu fazer um jornal. Acabei caindo na editoria de esporte. Nesse momento, resolvi escrever uma matéria sobre

o Íbis. No mesmo momento, aconteciam muitas confusões envolvendo torcidas e jogadores. Isso me revoltou, porque o futebol é alegria. Para não me envolver também, resolvi começar a torcer pelo Íbis, o famoso ‘Pior’ time do mundo”, finalizou Anwar. Curiosidade Anwar demorou a encontrar a camisa do seu time. Uma vez em João Pessoa (PB), o torcedor entrou em uma loja de esporte atrás do tal desejado item, porém, o então dono do estabelecimento quase o expulsou do local achando que ele estava brincando.

Jogador ficou surpreso com a visita do torcedor do Íbis

Jornalista adotou “Pior time do mundo” para torcer

FOTOS: RV

a o futebol amazonense


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DIEGO JANATÃ

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Naça e Princesa duelam Tubarão do Norte encara o Leão na tarde deste domingo em busca de diminuir a diferença entre as equipes THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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nvolvendo os dois primeiros colocados do Campeonato Amazonense, Nacional e Princesa do Solimões se enfrentam hoje às 18h (de Manaus) no estádio Ismael Benigno. A partida vai ser válida pela nona rodada da competição. Líder invicto do certame, o Nacional tem 10 pontos de vantagem para o Princesa, segundo colocado. Para o confronto de logo mais, o treinador Aderbal Lana adiantou que fará algumas modificações no time devido à sequência de jogos neste começo de temporada. No lado esquerdo, o lateral Andrezinho ganhará a posição de João Rodrigo. No meio campo, o comandante poupará o volante Bruno Potiguar. No seu lugar, quem deve ganhar mais uma oportunidade é o meia Railson. Pelo lado do Tubarão da terra da ciranda, o treinador Zé Marco não poderá contar mais com o meia Josy. Na última quarta-feira (08), o atleta rescindiu contrato com a equipe. Agora, o comandante só tem os meias Carlinhos e Douglas. A partida terá um confronto curioso dentro das quatro linhas. Cérebros de suas equipes, o meia Fininho e o ata-

Fininho que jogava no Princesa em 2014, agora veste o azul do Nacional

FICHA TÉCNICA NACIONAL

Téc.: Aderbal Lana Rodrigo Ramos Maurício Leal Peter

Robinho Andrezinho

Dênis Raílson

Kelvn

Fininho

Lidio

Hyantony Nando Canutama

Leo Paraíba

Douglas Amaral

Baé Emerson

Mauryan Deurick

Gilson

Rascifran

PRINCESA

Téc.: Zé Marco

DIVULGAÇÃO

Local: Ismael Benigno, Colina. donça, Horário: 18h (de Manaus) Árbitro: Luizinho de Souza Lima

Atacante Tety faz dupla de ataque com Kitó no Penarol

cante Léo Paraíba estarão pela primeira vez em lados opostos da partida. Em 2014, Léo foi um dos responsáveis pela conquista estadual do Nacional. Nessa temporada, o atleta teve seu nome fortemente ligado ao clube da Vila Municipal, porém, acabou não acertando sua volta. Questionado sobre a possibilidade de voltar ao clube, o atacante afirmou não pensar nisso nesse momento. “Tenho um carinho grande pelo clube e os torcedores. As pessoas de lá me acolheram muito bem, mas agora estou em outra equipe e tenho que honrar a camisa. Estou no Princesa e vou entrar em campo buscando fazer o meu melhor”, afirmou o atacante. Fininho formou junto com Michell Parintins o meiocampo do Princesa do Solimões em 2014. O jogador foi um dos únicos que saiu com a moral elevada após o fracasso no Campeonato Brasileiro da Série D. O camisa 8 nacionalino se diz ansioso para encarar sua ex-equipe e amigos que deixou no clube. “Fico um pouco ansioso para enfrentar o Princesa, mas eu e o time estamos prontos. Respeitamos o time e a torcida. Tenho amigos no clube que converso todos os dias. Lá, fiz muitas amizades. Espero que seja um grande jogo e que o melhor saia vitorioso”, disse o meia que lembra que os atletas são profissionais e a amizade acaba quando a bola começa a rolar. “Tem que ser profissional no futebol. E do esporte que tiramos o pau de cada dia. Cada jogador vai honrar sua camisa e depois do jogo a amizade continua”, finalizou.

EM CASA

Penarol enfrenta o Iranduba Após perder a invencibilidade jogando em casa na última rodada atuando diante do Nacional, o Penarol terá a oportunidade de se reabilitar neste domingo, às 16h, no estádio Floro de Mendonça, em Itacoatiara (AM). O adversário é o Iranduba, equipe que atualmente ocupa a sétima colocação na tabela de classificação do Campeonato Amazonense 2015. Mas se engana quem pensa que a diferença na tabela anima o time penarolense. Para o atacante Kitó, a equipe da casa terá de estar em seu melhor nível se quiser sair de campo com os três pontos. “Sabemos que o Iranduba está na parte debaixo (da tabela), mas isso não quer dizer nada, dentro de campo é 11 contra 11. Estaremos jogando dentro de casa, temos de impor nosso ritmo e fazer nosso trabalho, que é ganhar dentro de casa”, resume. Apesar do pouco tempo de preparação, já que atuou com o Nacional na última quarta-feira e acabou sendo

derrotado por 1 a 0, Kitó acredita num bom desempenho da equipe neste domingo. “A expectativa é grande. Estamos sabendo que o jogo não vai ser fácil, não tem time fraco neste campeonato. O time deles é bom, mas a expectativa é de sair com a

RECUPERAÇÃO

Até então invicto no estádio Floro de Mendonça, o Penarol viu sua sequência de bons resultados em casa ruir após perder do líder Nacional por 1 a 0. Contra o Iranduba o objetivo é se recuperar vitória”, afirma. Otimismo Pelo lado do Iranduba o clima é de otimismo. Com o empate conquistado na última rodada, fora de casa diante do Princesa do Solimões, a expectativa do téc-

nico Sérgio Duarte é de que a equipe possa ter um bom desempenho novamente, e, principalmente, consiga converter as oportunidades criadas em gol. “Esperamos manter a regularidade do futebol apresentado e que nas finalizações sejamos mais felizes e mais competentes, que é o que está faltando para ganhar os jogos. Aproveitar melhor as oportunidades que nós criamos. Agora é um jogo difícil em Itacoatiara. O time está bem, os jogadores estão cumprindo com o estabelecido. Nós vamos fazer um bom jogo e tentar ser mais eficazes na finalização”, projeta o técnico do Hulk. Para Duarte, o fato de ter perdido a invencibilidade no Floro Mendonça não deixa o jogo desta tarde mais fácil para o Iranduba. “Eu me preocupo com o Penarol que é uma grande equipe e vem fazendo um grande campeonato. O fato de ter perdido em casa não significa que não seja uma boa equipe”, esclarece.

FICHA TÉCNICA PENAROL

Téc.: Marquinho Piter

Robson Maceió

Endy

Piru Rafael Vieira

Fernando Thompson

Célio Adrianinho Kitó

Tety Ernanes

Vidinha

Rafael Oliveira

Rogério Pedra Dassayeev

Emerson

Klivan Salgado

Pastor

Pelezinho

Rafael

IRANDUBA

Téc.: Sérgio Duarte Local: estádio Floro de Mendonça, em Itacoatiara (AM) Horário: 16h Árbitro: Walter Francisco N. dos Santos


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Flamengo e Vasco no Maracanã Rivais se enfrentam pela semifinal do Campeonato Carioca. RubroNegro tem a vantagem do empate

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io de Janeiro (RJ) – O Flamengo empatou com o Nova Iguaçu na ultima rodada do primeiro turno e perdeu a chance de conquistar a Taça Guanabara e ter a vantagem de jogar por empates para levantar o caneco de Campeão Carioca. O deslize encaminhou o Rubro-Negro para enfrentar o maior rival, Vasco da Gama, na semifinal do Estadual. As duas equipes se enfrentam neste domingo (12), às 15h (de Manaus) no Maracanã para definir que vai à final do campeonato. Na outra semifinal, Botafogo e Fluminense medem forças para irem à decisão. No Cruz-Maltino, que foi terceiro colocado na fase classificatória, a preparação para o clássico foi marcada por mistério. Por determinação do presidente Eurico Miranda, o técnico Doriva fechou todos os treinos da equipe à imprensa. Apesar do clima de mistério, o Vasco já está definido. Doriva não terá o zagueiro Rodrigo, que sofreu um estiramento de grau 1 no músculo posterior da coxa esquerda e está fora, inclusive, do segundo jogo com o Rubro-Negro. Assim, Anderson Salles permanece como companheiro de Luan. Já o

Marcelo Cirino é o artilheiro do Fla no estadual

atacante Dagoberto, lutando contra contusão óssea no pé esquerdo, segue em tratamento. Para este domingo, está descartado, mas pode ter a chance de voltar no próximo fim de semana. Sendo assim, o time vai a campo com: Martín Silva, Madson, Luan, Anderson Salles e Christiano; Pablo Guiñazu, Serginho, Julio dos Santos e Jhon Cley; Yago e Gilberto. Reforços O Flamengo tem motivos de sobra para comemorar. O técnico Vanderlei Luxemburgo volta a comandar a equipe em campo e cinco jogadores podem retornar à equipe. Everton, Canteros, Arthur Maia e Paulinho participaram da atividade com bola. A presença do atacante no duelo, porém, ainda será reavaliada pelos médicos até a partida. Além disso, o treinador poderá contar com a volta dos suspensos Márcio Araújo e Bressan, que levaram o terceiro amarelo no clássico contra o Fluminense, e ficaram fora da última rodada da Taça Guanabara. Desta forma, o Rubro-Negro deve ir à campo com: Paulo Victor, Pará, Bressan, Wallace, Anderson Pico, Jonas, Marcio Araújo, Canteros, Gabriel, Marcelo Cirino e Alecssandro.

Luan é um dos destaques da boa defesa do Vasco

COM NOVIDADES DIVULGAÇÃO

ÀS 10H

Palmeiras duela com Botafogo-SP por todo o andamento. Nós nos preparamos para aquela situação. Os jogadores foram conscientes, todo nosso estafe entrou em ação e procuramos adequar os horários e as refeições. Correu tudo bem”, afirmou o treinador, que completou. “A não ser que haja uma alta inesperada da temperatura, porque naquela oportunidade estava até amena, acredito que não vai interferir para Palmeiras e Botafogo. Estamos vendo que pode chegar no máximo aos 24 graus”, acrescentou. Durante os treinos da semana, o técnico Oswaldo de Oliveira confirmou que

os meias Valdivia e Cleiton Xavier ficarão à disposição no banco de reservas. Contratado em fevereiro, Cleiton Xavier será inscrito pelo Palmeiras, assim como Kelvin, para o mata-mata. Neste domingo, a tendência é que a equipe que vem atuando nas últimas rodadas tenha uma única mudança: Tobio, com problemas musculares, dará lugar a Victor Ramos. O time deve enfrentar o Botafogo, domingo, às 10h, na arena, com Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto; Arouca e Gabriel; Rafael Marques, Robinho e Dudu; Cristaldo. MARCELOD’SANTS/FRAME

São Paulo (SP) – Em mais um jogo matutino no Campeonato Paulista, o Palmeiras recebe o Botafogo-SP, no Allianz Parque, às 10h (de Manaus), deste domingo (12), pelas quartas de final do estadual. O horário inusitado para os padrões brasileiros foi aprovado pelo técnico Oswaldo de Oliveira. Segundo ele, a situação traz boas recordações, uma vez que o Verdão venceu o XV de Piracicaba, em 15 de março, quando a partida também foi realizada pela manhã. ““Nossa primeira experiência às 11h (10h de Manaus) foi muito boa, não só pelo resultado do jogo, mas

Atacante argentino Cristaldo será a referência ofensiva do Palmeiras na partida

Em boa fase, Ricardo Oliveira é a esperança de gols santista no duelo de quartas de final

Santos enfrenta o XV de Piracicaba Santos (SP) - Acostumado a fazer mistério nas escalações, o técnico do Santos, Marcelo Fernandes, adotou postura diferente nos treinamentos da semana e revelou o time que vai enfrentar o XV de Piraricaba, neste domingo (12), na Vila Belmiro, às 15h (de Manaus), pelas quartas de final do Paulistão. Sem condição de jogo devido à uma torção no tornozelo esquerdo, Renato será baixa novamente e dará lugar a Leandrinho. Outra mudança, esta já previsível, será a entrada do zagueiro Gustavo

Henrique no lugar de David Braz, que teve de operar o metacarpo da mão esquerda. Já na frente, Lucas Lima e Geuvânio, que haviam cumprido suspensão contra o Rio Claro, retornam à equipe. “Não tem surpresas. O time que vai a campo é esse mesmo, com o Gustavo Henrique na vaga do David Braz. O Geuvânio e o Lucas Lima voltam e o Renato, infelizmente, não vai ter condição de jogo”, disse o treinador após o treinamento de sexta-feira, na Vila Belmiro. Marcelo Fernandes ain-

da disse esperar um duelo difícil contra o XV, embora o time do interior tenha ficado 16 pontos atrás do Peixe na primeira fase. “Não tem nada a ver, não tem mais forte ou fraco. Pegaremos os classificados. Jogo dificílimo, temos que respeitar. É uma equipe bem treinada. Estamos vendo os vídeos deles”,comentou. Desta forma, o time deve ir a campo com: Vladimir; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Werley e Chiquinho; Valencia, Leandrinho e Lucas Lima; Geuvânio, Robinho e Ricardo Oliveira.


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Hegemonia ou concorrência? Após vitória da Ferrari no GP da Malásia, prova da China vai definir se Mercedes continuará reinando em 2015

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angai (China) – Na temporada de 2014 da Fórmula 1, a Mercedes reinou absoluta. Conquistou o título de construtores e viu Lewis Hamilton e Nico Rosberg, serem, respectivamente, campeão e vice do Mundial. Com um carro veloz e bem superior que os demais, 2015 começou igual como terminou 2014: com vitória do britânico e o carro voando. Porém, no último Grande Prêmio, realizado na Malásia, Sebastian Vettel superou os favoritos e intrometeu a Ferrari entre as Mercedes. Especialistas afirmam que a alta temperatura da pista em Sepang ajudou os pneus

ferraristas e atrapalhou os concorrentes. Porém, a boa atuação da escuderia vermelha durante os treinos classificatórios demonstram cada vez mais que o ano promete ser disputado entre as equipes. O próprio Lewis Hamilton admitiu que atualmente, Mercedes e Ferrari estão muito próximas. “A coisa esteve bastante próxima entre nós e a Ferrari”, admitiu o britânico. “Pareciam rápidos como foram na última vez (na corrida da Malásia), e Nico (Rosberg) foi muito rápido também, então temos uma corrida pela frente”, completou após os treinos de sexta-feira (10). Hamilton disse que há me-

lhorias para serem feitas na sua Mercedes e que ainda vai comparar o desempenho dos pneus médios e macios obtido nos treinos com o das outras equipes, mesmo que tenha considerado a evolução do carro em relação à corrida na Malásia. “Foi bom liderar as duas sessões e isso me coloca em uma posição mais forte”, comentou o piloto, elogiando a performance da Mercedes na pista chinesa. “Quanto ao equilíbrio do carro, esteve bem melhor do que na última corrida e, no geral, me senti bem de verdade”, concluiu. O Grande Prêmio de Xangai, na China, acontece às 2h (de Manaus) deste domingo (12).

Felipe Nasr acredita em pontos A Sauber, Felipe Nasr corre com motores Ferrari, conhecidos por sua potencia. Durante a semana, o brasileiro vislumbrou uma boa corrida na China, uma vez que a pista de Xangai tem vários “retões”. Após os treinos, o brasiliense ficou satisfeito com o rendimento de seu carro e projetou pontos neste domingo.

“Foi um bom dia. Estou satisfeito porque acho que arrumamos os problemas que tivemos na Malásia. As atualizações que trouxemos parecem funcionar bem. Precisamos garantir um bom trabalho no classificatório e um bom acerto para a corrida. Penso que temos uma boa chance de marcar pontos novamen-

te”, afirmou Nasr. O piloto brasileiro ocupa a sexta colocação do Campeonato Mundial de Fórmula 1 com os dez pontos conquistados no GP da Austrália, prova inaugural do calendário, em que foi o quinto colocado. Na Malásia, teve fim de semana complicado e foi o 12º da corrida.

Mercedes e Ferrari farão um duelo particular no GP de Xangai, na China

STUDIO COLOMBO/PIRELLI

MANAUS, DOMINGO, 12 DE ABRIL DE 2015


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Pódio - 12 de abril de 2015 by Amazonas Em Tempo - Issuu