MANAUS,, DOMINGO, 5 DE ABRIL DE 2015 MANAUS
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Páscoa em No domingo omingo de Páscoa, Flamengo mengo x Fluminense Flum e Nacional cional x Fast fazem clássicos regionais. O interessante ssante é que em ambos, os, o derby é de pai contra filho,, uma vez que Fla e Fast nascerem de Flu e Nacional. Pódio E5 E e E7
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Dan CÂMARA
O que ESTAMOS SUGERINDO é para ALAVANCAR o futebol Responsável por enviar recomendações à Fundação Vila Olímpica quanto a utilização dos estádios da Colina e Carlos Zamith, o secretário executivo de segurança para grandes eventos (Seasge), coronel Dan Câmara, concedeu entrevista ao PÓDIO e explicou sobre as medidas destacadas no parecer. Deixou claro que o plano foi sistematizado com base em orientações dos mais diversos órgãos federais, estaduais e municipais PÓDIO – Coronel, com base em que foi criado esse parecer sobre os estádios da Coli0na e Carlos Zamith à Fundação Vila Olímpica (FVO)? Dan Câmara - A primeira consideração que eu faço é que as recomendações encaminhadas a FVO são recomendações que sistematizam o entendimento de um colegiado. Esse colegiado é composto por diversos órgãos, da esfera do governo federal, estadual e municipal. Por exemplo, participam desse colegiado, em âmbito federal, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, em âmbito estadual a própria FVO, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros, o Detran, além de participar entes de outros poderes, como o Juizado da Infância e da Adolescência, e o Ministério Público, que também tem assento nesse colegiado. Em âmbito municipal participa a Manaustrans, o gabinete de gestão integrada do Município; do Estado, a SMTU, Sempab, DVISA, dentro outros. É importante citar isso porque, de repente, fica parecendo que o Dan Câmara é o autor das recomendações que estão sistematizadas nesse parecer. E isso não pode, em momento algum, ser dito. O parecer é decorrente de uma das reuniões entre as tantas que fizemos nesse colegiado, para as pessoas compreenderem a robustez desse parecer. PÓDIO – Quais as recomendações feitas à FVO sobre o uso desses estádios? DC - Ele cita diversos marcos regulatórias que precisam ser atendidos quanto a realização de grandes eventos, dentre eles os desportivos. Um dos marcos é o Estatuto do Torcedor, o outro é a portaria e a legislação federal que regula o emprego de segurança privada em grandes eventos, dentre eles o desportivos. Cita também o Código Penal, o Código Civil e várias outros. Isso para deixar claro que tudo foi feito com base na lei. O início dessa conversa é sempre pautado pelo marco regulatório de leis. É importante que isso seja dito. Existem laudos realizados pela Polícia Militar que indicam a necessidade de readequação desses estádios para a realização de eventos esportivos oficiais, conforme os que estão acontecendo. Existem diversas questões apontadas por órgãos de saúde, de proteção do cidadão
e de segurança. Fala sobre a segurança dos times e das delegações, fala da comitiva jornalística que está lá dentro do estádio e de todos aqueles que chamamos de atores esportivos, que estão lá dentro, com a sociedade, com os torcedores, com quem trabalha na divulgação do evento. Nós sistematizamos uma coisa que parece ser inédita e que nos surpreende por ter sido um parecer que esteja sendo recepcionado como algo que não existia. PÓDIO – É mais do que um simples parecer sobre segurança nos estádios, não é? DC - Falamos da necessidade da estrutura de segurança e saúde de todos que lá estão. Deixamos claro que é necessário a destinação de um espaço adequado ao posto médico. E quem diz isso é a própria legislação. O estatuto prevê que para “x” espectadores tem de ter “x” postos médicos. Recentemente, saiu em rede nacional, uma matéria de uma UTI móvel que estava estacionada para atender os jogadores e um jogador passou mal. Essa UTI móvel saiu movida por tração humana, o que serviu de chacota nacional. Queremos evitar isso. Diversos incidentes vêm acontecendo, não só no perímetro interno como no perímetro externo. Essa recomendação evita que esse tipo de coisa aconteça. O que estamos sugerindo é para alavancar o futebol. Promovendo a segurança no futebol nós vamos contribuir para que o telespectador tenha segurança de ir ao estádio. PÓDIO – Em termos estruturais dos estádios, o que precisa ser modificado? DC – Há algumas necessidades a serem supridas, como a altura das grades laterais, porque elas, da forma como estão, permitem a passagem de qualquer coisa, de uma arma branca ou uma arma de fogo, objetos proibidos em grandes eventos. De acordo com a Portaria conjunta 001/2015, ela é a terceira atualização de uma Portaria que visa estabelecer essas regras de acesso, de permanência, de objetos não permitidos. Ela é assinada por diversas instituições, como a Polícia Militar, Secretarias de Segurança, Polícia Federal, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros... É um marco regulatório que institui e regulamenta todas as regras, que fica fácil para a população e os promotores de evento saber o que fica permitido em grandes eventos. Temos leis federais, municipais e estaduais que norteiam o que pode ser portado dentro desses locais. Existe uma questão relativa às escadas, que precisam de ajustes. O parecer não está preso a questão de estrutura, tem haver com a estrutura para segurança
do perímetro do evento. É um parecer sistematizado pelo secretário executivo de segurança para grandes eventos. PÓDIO – Os clubes reclamaram que, caso as recomendações sejam seguidas, o prejuízo será maior do que já é com relação a quadro móvel. É possível mensurar quanto toda essa estrutura custaria? DC - Eu não sei informar, porque nós não tratamos com isso, tratamos com segurança. Eu não sei, sequer, se isso aumenta custos para o clube. É uma recomendação fechada e foi enviada a FVO. O objetivo é garantir a proteção da sociedade como um todo, do Estado, porque ele pode ser responsabilizado por alguma coisa que aconteça em ambientes como estes, dos clubes e das federações, que interagem nesse processo como um todo. Essa recomendação é preventiva. Nós não sabemos os valores desses custos, mas estamos aqui para contribuir e diminuir o máximo que der. PÓDIO - Por se tratar de um evento particular, o senhor concorda que a segurança indicada para trabalhar nos estádios seria a particular? DC - Você está afirmando o que a lei afirma. Nós classificamos em três categorias: público, todo escopo do evento é feito pelo ente público, temos a público-privada
O nosso recado para essas pessoas é que esse tempo delas está contado, no sentido da impunidade, se é que estão ficando impunes. e temos os privados. Em parte, grande maioria dos eventos desportivos são realizados através de parceria público-privado. Cabe ao município ou Estado empregar outros serviços, nesse ambiente fechado, com cobrança de ingressos. Existem leis que regulam isso. Tudo que citei, deixa claro que a contratação da segurança privada é de responsabilidade do promotor de evento. O Estatuto do Torcedor deixa claro que existe uma parcela de contribuição dos entes públicos na garantia da segurança dos eventos espor-
tivos. O Estado não se omite da sua contribuição, em relação ao perímetro interno deve atuar sempre como segunda ou terceira resposta. A segurança integrada passou a ser melhor utilizada após a Copa do Mundo. É preciso desmistificar que isso é padrão Fifa. Isso é feito com base em esquemas utilizados em grandes eventos esportivos do mundo. Daí a concepção de arena, vide os diversos acontecidos em estádios antigos. Passou a ser obrigatória a contratação da segurança privada e esse custo é do promotor do evento ou do mandante de campo. Então, é por aí que a coisa acontece. Nós temos uma parcela de participação, mas ela é em segunda ou terceira resposta. Vou citar o exemplo do incidente acontecido na arena da Amazônia no jogo entre Vasco e Flamengo. Imagine aquelas pessoas todas com vários objetos nas mãos, tacando umas nas outras? Imagina se a fiscalização não tivesse sido feito na portaria? Como aquilo não foi contido no primeiro momento, entrou a segurança pública. Tem uma hora em que um corredor ta lá, correndo, e depois passa o bastão para outro. Essa passagem de ocorrência é tratada nas nossas reuniões. Quando a segurança privada não consegue atender com qualidade a segurança, nós entramos para tentar contornar o problema. PÓDIO - Se as recomendações foram feitas com base no Estatuto do Torcedor, porque ainda temos jogos nesses dois estádios? DC - Os jogos continuam acontecendo. Nós deixamos claro na recomendação, que todo e qualquer incidente, enquanto não forem sanadas as pendências, esse sistema de segurança integrada deixa de acontecer. Após Nacional x Paysandu, que foi o primeiro jogo feito nesses moldes na Colina, nós fizemos uma vistoria, apontando diversos pontos de fragilidade. Todos os jogos, dali por diante, estão acontecendo sem que haja planejamento integrado. A interdição não é competência da Secretaria de Segurança Pública ou da Seasge. A competência disso o é de outros órgãos, mas eu não sei como eles estão vendo isso. A estrutura fica um pouco mais ampliada enquanto essas inconsistências não forem resolvidas. Se nós estamos indicando que a grande lateral não impede entrada de objetos não permitidos, nós temos que adequar uma medida mitigadora, com barreiras físicas que devem ser contratadas pelo promotor do evento. Se quanto melhor minha estrutura de segurança, menos eu vou depender de aparatos para fazer essa segurança. Nós entendemos que o poder público está dando sua parcela de contribuição para os eventos com cobrança de ingresso. A implantação de barreiras físicas móveis, a gente sabe que causa transtorno ao torcedor, mas é necessário para garantir a segurança e saúde do cidadão.
PÓDIO - Mesmo com públicos pequenos nos jogos do Estadual, cenas de violência vêm se tornando rotineiras, principalmente na Colina. O que fazer para coibir esse tipo de ação por parte das torcidas organizadas? DC - Todas as recomendações que fazemos visam evitar que isso aconteça. É quase impossível evitar uma troca de socos quando duas pessoas resolvem uma socar a outra, porque você não vai ter um segurança para cada torcedor. Existe procedimento para evitar que isso aconteça. Nós participamos de diversos encontros de torcidas. Estive no encontro da Anatorg. Deixei claro para eles que estava ali como cidadão e que queria ouvir tudo vindo deles. Ouvi muita coisa, algumas que em outras situações não ouviria, consideraria um desacato. As portarias não permitiam as fanfarras entrar nós estádios. Agora, essas torcidas devem vir até a Seasge e identificar com CPF o responsável pela entrada de cada instrumento nos estádios, assim fica fácil identificar a pessoa que tacar o tambor na cabeça do outro. Devemos responsabilizar quem é o responsável por aquele instrumento. Nós realizamos reuniões com as torcidas antes de jogos, as acompanhamos quando solicitam escolta. Cito que convidamos todas as torcidas para participar de uma reunião e algumas delas não tiveram presentes. Nós somos sedes das Olimpíadas. Nós precisamos manter esse padrão, e não retroceder. Se o padrão é bom para a Copa, é bom para as Olimpíadas e é bom para os amazonenses. É assim que eu entendo. PÓDIO – Já preocupa o fato de confrontos entre torcidas estarem acontecendo com certa frequência em Manaus? DC - Com certeza preocupa. Estamos acompanhando à distância, já que não passa pela Seasge. Estamos percebendo que os confrontos estão acontecendo no interior e na parte externa do estádio. É preocupante colocar a culpa em torcedores que não são de times do Amazonas. Eu penso que esse passo a passo de aproximação com as torcidas organizadas, clubes, associações e presidência dos clubes, precisa ser ampliado. Precisamos buscar solucionar. Temos torcidas banidas dos estádios, aqui no Amazonas não é diferente. O nosso recado para essas pessoas é que esse tempo delas está contado, no sentido da impunidade, se é que estão ficando impunes. Em contrapartida, estamos fazendo o possível para que não aconteça mais esses confrontos, reunindo com o organizadores, com a torcida organizada, nós entramos em detalhes quanto a isso, nos mínimos detalhes para evitar que isso aconteça, para que você quando compre ingresso esteja num ambiente seguro e saudável. Essa preocupação existe e estamos trabalhando para evitar que isso aconteça.
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amazonenses Conheça alguns atletas que, mesmo jovens, já demonstraram que daqui a alguns anos levarão a bandeira do Amazonas aos lugares mais alto dos pódios pelo mundo a fora THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO
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eleiro de atletas campeões no mundo da luta. É assim que o Amazonas é conhecido nacionalmente e até mundialmente. Inúmeros casos comprovam isso. Lutadores como Adriano Martins, Fredson Paixão, Alan Nuguette e Bibiano Fernandes mostraram seus valores pelos tatames do mundo e marcaram seus nomes na história do esporte. Outros atletas como Ronaldo Jacaré, Antonio Braga Neto e Diego Brandão, vieram novos para o Estado e ganharam o planeta levando, com orgulho, a bandeira do Amazonas nas costas. O presente é recheado de vencedores, mas será que o futuro também vai garantir mais alegrias para os fãs amazonenses? Pelo que sem tem visto, sim. Com apenas 15 anos, o jovem Lukas Matheus confirma a tese. Atleta da academia Checkmat, o lutador garantiu, em 2015, duas medalhas inéditas para o Amazonas. Primeiro, Lukas venceu o campeonato europeu de jiujitsu, disputado em Portugal, na categoria médio (até 69 kilos) e absoluto na faixa azul. Logo em seguida, o manauense embarcou para Califórnia (EUA) onde se sagrou campeão pan-americano da modalidade. Segundo o jovem atleta, o próximo objetivo é conquistar o competitivo campeonato amazonense. A competição já servirá de preparativo para
Lukas tenta se desvencilhar de um triângulo durante treinamento na academia Checkmat
o maior objetivo do ano: conquistar o Mundial. “Graduei para a faixa azul nesse ano e já conquistei duas medalhas importantes para o Amazonas. Fiz coisas que nenhum outro atleta tinha conseguido. Fico feliz com isso. Agora, vou treinar para lutar o campeonato amazonense, o brasileiro e o mundial”, revelou. Aluno do Mestre Ivaniel Oliveira, Lukas admite que a estrutura de sua academia facilita no sucesso.
Graduei para a faixa azul nesse ano e já conquistei duas medalhas importantes para o Amazonas.
Lukas Matheus, lutador de jiu-jítsu
Ele conta com professores em outros estados que o ajudam quando precisa viajar para competir. “Posso contar com a estrutura. Meus professores ajudam com hospedagem em algumas cidades e isso é importante para o intercâmbio. Acabo ganhando experiência e crescendo no esporte”, disse Lukas que, apesar desse apoio, teve que contar com os esforços de seu pai para bancar os gastos para disputar o Campeonato Europeu.
Seguindo os passos da família Barbosa mais de 200 atletas carentes. Apesar de toda dificuldade e sempre lembrando do lema: “Orar, estudar, trabalhar e treinar”, o projeto vem produzindo campeões no Estado. Prova disso é que na última Copa Fejama, sete lutadores conquistaram a medalha de ouro do campeonato. Seis foram venceram na faixa amarela: Cauã Pereira (7), Isaac da Costa (9), Elias Pedreiro (10), Adriano da Silva (10), Emile Cruz (11) e Indra Costa (12). Já Ran-
dryely Souza (13) conquistou o ouro na faixa laranja. As crianças são treinadas pelo professor Yury Narciso, faixa preta nidan. O próximo objetivo é conquistar a seletiva para o campeonato brasileiro. Segundo Rafaela Barbosa, esse patamar é pouco para a capacidade dos jovens judocas, porém, é uma etapa importante para o amadurecimento de cada um deles no esporte. “Nosso próximo degrau é a seletiva. Uma medalhinha
nacional é importante para dar experiência para eles. Temos pouco mais de um ano de projeto e já conseguimos resultados brilhantes”, disse. Para a jovem Emile Cruz, 11, o judô é mais que um esporte, é sua paixão e diversão. “Cheguei ao projeto com 10 anos. Logo, gostei das quedas do judô e decidi praticar. Acabei conhecendo a Rafaela e o Mestre Yury. Eles me ensinaram muito e não parei mais”, finalizou a medalhista de ouro. Emile e seu colega durante treino na academia de Rafaela Barbosa
DIEGO JANATÃ
Não é apenas no jiu-jitsu que o Amazonas é conhecido. Os atletas do judô também representam bem o Estado pelo mundo. Maior exemplo disso é a atleta Rafaela Barbosa, 21, que faz parte da seleção brasileira da modalidade e tem grandes chances de representar o país no próximo Jogos Olímpicos, que serão realizados em 2016 no Rio de Janeiro. Pai e Mestre de Rafaela, Antonio Barbosa comanda o Projeto Social Construindo Cidadania, que já reúne
Irmãos influenciaram Lukas Vindo de uma família de lutadores, Lukas teve seu começo no esporte influenciado pelos irmãos. O mais importante foi Ivaniel Oliveira, que se tornou professor do caçula. Segundo o lutador, era curioso ver a paixão dos irmãos pela modalidade. Isso que ajudou a criar curiosidade pelo esporte. Apesar disso, o lutador só decidiu embarcar no mundo das lutas quando ganhou de presente de seu pai um quimono. Depois desse dia, Lukas não parou mais de treinar. “Entrei no esporte por causa do Ivaniel e do Irmeson. Via os dois indo para a academia e comecei a acompanhar. Ficava apenas olhando até que ganhei meu primeiro quimono. No começo, ainda dividia meu tempo entre o vídeo game e o esporte, porém, depois da primeira conquista, me apaixonei e não parei”, lembra o campeão. Mesmo antes das conquistas na faixa azul, Lukas já tinha marcado seu nome no mundo da arte suave. Em
2013 e 2014, o lutador foi considerado o melhor faixa verde do mundo, apesar de sua pouca idade. Lukas afirma que seu maior sonho no esporte é ser campeão mundial absoluto na faixa preta. Porém, mesmo sabendo que o jiujitsu ainda não faz parte do programa olímpico, o atleta também admitiu que sonha defender as cores do país em uma Olimpíada. “Acredito que o esporte pode se tornar olímpico nos próximos anos. Tenho esse desejo. Quero disputar uma Olimpíada. Sabemos que o nível dos lutadores brasileiros é bem superior que os de fora. Acho que por esse motivo que ainda não colocaram. Tenho certeza que o Brasil ficaria sempre nas três primeiras colocações da competição”, concluiu Lukas que tem referência no esporte o próprio irmão, Ivaniel Oliveira, o bicampeão mundial na faixa preta, Marcus Almeida Bucheca, e o bicampeão mundial na faixa marrom, Lucas Leite.
ALBERTO CÉSAR ARAÚJO
O futuro dos tatames
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Clássico Pai-Filho agita Colina neste domingo Duelo no domingo da Páscoa, coloca frente a frente os dois melhores times do Campeonato Amazonense de 2015
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estádio da Colina na noite da última quinta-feira (2) para assistir a partida entre Nacional e Bahia, válida pela primeira fase da Copa do Brasil. Questionado sobre a possibilidade de encarar um time cansado nesta tarde, o comandante
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HISTÓRIA
O Fast nasceu em 1930 por um grupo de dissidentes do Nacional FC, que se rebelaram contra o presidente à época. O Tricolor tem as cores azul, vermelho e branco em homenagem à bandeira do Amazonas tricolor se esquivou. “Sabemos que futebol é 11 contra 11. O Nacional teve um jogo importante na quinta, sabemos que no domingo contra eles vai ser mais um jogo difícil, independente do Nacional estar cansado ou não. Eles sabem que é um jogo decisivo para eles também, já que se trata de um clássico no Estadual, então vai ser mais um jogo difícil”, alerta Ney Júnior. Quem também conhece bem o Nacional é o volante Rober-
to Dinamite. Com passagens pelo clube em 2007, 2008 e 2013, o jogador destaca o fato de estar jogando ao lado de atletas com que atuou no rival. “Jogamos juntos. Tivemos êxito na passagem que tivemos por lá em 2013. Na Copa do Brasil fizemos história. Nós estamos um pouco entrosados também. Espero que esse entrosamento possa entrar em campo para sairmos com a vitória”, avisa. Em termos de escalação, o técnico Ney Júnior deve mandar a campo aquele time que já está na cabeça do torcedor. A equipe titular deve formar com Zé Carlos; Amaral, Ediglê, Márcio Abrahão, Rodrigo Ítalo; Rondinelle, Roberto Dinamite, Michell Parintins, Rosembrick; Felipe e Charles.
Zagueirio Ediglê, do Fast, já atuou com a camisa do Nacional
DIEGO JANATÃ
e você acha que neste domingo de Páscoa a bola vai parar de rolar no Barezão, está completamente enganado. O estádio Ismael Benigno – Colina - recebe, às 16h, um dos maiores clássicos do futebol local. Conhecido como Pai-Filho, Nacional e Fast prometem fazer um duelo de tirar o fôlego. O confronto marca o encontro do líder – Nacional – contra o vice-líder da competição – Fast. Com 13 pontos ganhos, o Rolo Compressor conta com nove peças do time considerado titular com passagens pelo rival – Amaral, Ediglê, Márcio Abrahão, Rdrigo Ítalo, Rondinelle, Roberto Dinamite, Michell Parintins, Felipe e Charles. Atuar em clássico não vai ser surpresa para nenhum desses jogadores, mas terá um gostinho especial para um deles. Campeão Amazonense no ano passado pelo Leão da Vila Municipal, Amaral enfrentará pela primeira vez o seu extime. O lateral-direito encara com naturalidade o fato de estar do outro lado. “É tranquilo. A gente está acostumado com isso aí. Isso já aconteceu várias vezes com a maioria dos jogadores daqui. A gente sabe que na nossa profissão isso acontece direto, uma hora a gente está num time e depois estamos no outro. Não tem essa”, explica. Diferente do rival, o Fast não teve jogo no meio de semana. Disputando apenas o Campeonato Amazonense, o técnico Ney Júnior foi ao
Artilheiro está fora de combate Após torcer o joelho aos 30 minutos do primeiro tempo da partida diante do Bahia, o atacante Wanderley está fora do clássico deste domingo. Artilheiro da competição com sete gols, o jogador deve fazer falta ao Leão da Vila Municipal. Sem ele, a equipe perde em poder de fogo e fica sem sua principal referência em campo. “A gente fica muito triste com a situação do Wanderley, pela informação que a gente teve foi uma torção de joelho, isso é muito complicado para um atleta como o Wanderley, que já tem certa idade, um cara experiente e é difícil recuperar, mas a gente torce para que ele possa voltar o mais rápido possível”, lamenta o arqueiro azulino. “Perder ele tem um peso. Até porque é o artilheiro
da competição e impõe respeito contra qualquer adversário. A gente deseja muita sorte a ele, se Deus quiser não vai ser nada grave e logo logo ele estará conosco. Esperamos que o jogador que entrar no lugar do Wanderley possa dar o seu melhor. A equipe tem um elenco reduzido, mas qualificado e tem peças que podem suprir a saída do Wanderley”, argumenta. Sem o artilheiro do Barezão, o técnico Aderbal Lana deve promover a volta de Leonardo ao time titular. O lateral-esquerdo André Luiz, voltando de contusão, poderá iniciar a partida. “Eu acho que é um jogo muito difícil. Mas a equipe está bem, está subindo fisicamente, já aguentou um jogo muito duro contra o Bahia”, ilustra o comandante azulino.
Wanderley se machucou no jogo contra o Bahia, pela Copa do Brasil
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São Raimundo e Iranduba duelam no Carlos Zamith
DUELO DO INTERIOR
Princesa e Borbense se enfrentam em Manaquiri
THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO
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uerendo entrar de vez na briga por uma vaga no G-4 do Campeonato Amazonense , o São Raimundo enfrenta o Iranduba, neste domingo (5), no estádio Carlos Zamith, às 16h. Ambas as equipes vem de vitória no Estadual, porém, o Hulk goleou o Operário por 5 a1. Já o Tufão venceu o Rio Negro pelo placar mínimo. Para o confronto, o Alviceleste deve ter o meia Neto. O experiente jogador vai entrar na vaga de Adonias, que machucado, ficará fora de combate por 15 dias. Durante a semana, a torcida do alviceleste foi pega de surpresa. O diretor de futebol, Josildo Oliveira anunciou que os meias Diego Mipibú e Max, e o atacante Mata-Boi não fazem mais parte do elenco do clube. Pelo Iranduba, a grande esperança da torcida é o atacante Ernandes. O jogador assumiu o comando do ataque alviverde após a saída de Kastor. Desde lá, o camisa 9 já balançou as redes duas vezes no campeonato. Para o treinador Sergio Duarte, o Iranduba pode surpreender o São Raimundo. “O campeonato amazonense está bem nivelado. As equipes são muito iguais.
ALBERTO CÉSAR ARAÚJO
Com 10 pontos e na quinta colocação, Tufão da Colina sonha em entrar no G-4 do Campeonato Amazonense nesta rodada e para isso precisa vencer Nosso time vem mostrando qualidade. Sabemos que o São Raimundo é um time forte e de tradição, mas não podemos deixar isso nos assustar. Vamos entrar em campo atrás da vitória”, disse Duarte.
FICHA TÉCNICA IRANDUBA
Téc.: Sérgio Duarte Alex Pastor Pelezinho
Diogo Elenilton
Rogério Pedra
Emerson
Dassayeev Vidinha
Ernandes
Rafael Oliveira
Thomas
Ramon
Neto
Claúilson Carlos
Joaldo
Vamberto
Getúlio
Fernando Junior
Uílton
Leandro
SÃO RAIMUNDO
Téc.: Eduardo Clara
Local: Estádio Carlos ZamithHorário: 16h Árbitro: Ivan da Silva Guimarães Junior Lateral-direito Getúlio é uma das armas ofensivas do Tufão
Princesa do Solimões e Nacional Borbense se enfrentam na tarde deste domingo (5) no estádio Valdizao, em Manaquiri, pelo Campeonato Amazonense. A curiosidade do duelo é a posição das equipes na competição. Enquanto uma vitória pode colocar o Princesa na vice-liderança do Estadual, o resultado positivo pode retirar o Nacional Borbense da zona de degola do Barezão. Vindo de vitória na última rodada, o Tubarão do Norte tem 13 pontos na competição e está em terceiro. Na última quarta-feira (1), o Princesa perdeu para o Figueirense-SC fora de casa por 2 a 1 e acabou sendo eliminado da Copa do Brasil. Apesar disso, o time comandado está motivado para a partida diante do camaleão de Borba. Segundo o atacante Léo Paraíba, o foco da equipe mudou para o Estadual. “Agora só vamos disputar o campeonato amazonense, então, temos a obrigação de focar na competição. Vamos entrar em campo focados e esperamos fazer uma boa partida. Se tudo der certo, sairemos com mais três pontos após o apito do juiz”, afirmou o jogador que ainda fez questão de lembrar que o Nacional Borbense tem uma boa equipe e merece respeito de todos. Após fazer boa partida
diante do Nacional, o Camaleão de Borba entrará em campo mais motivado para encarar o Princesa do Solimões. Para o treinador Robson Sá, sua equipe consegue desenvolver um melhor ritmo de partida quando enfrenta um adversário mais forte, porque acaba sobrando mais espaço para a velocidade e talento de seus jogadores.
FICHA TÉCNICA PRINCESA
Téc.: Zé Marco Raiscifran Gilson
Deurick
Emerson
Jaime Baé
Amaral Josy
Leo Paraíba
Canutama
Nando Canhoto
Jefferson Luiz Gustavo
Felipe Graça
Márcio Ribeiro
Beto Ruan
Guilherme Araújo
Adalto
Douglas
NACIONAL BORBENSE
Téc.: Robson Sá
Local: Estádio Valdomiro Gusmão (Valdizão) Horário: 15h30 Árbitro: Carlos Alberto Pereira do Nascimento Junior
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Flamengo e Fluminense
fazem clássico da rodada R
io de Janeiro (RJ) O clássico mais charmoso do futebol brasileiro tem ingredientes interessantes que devem apimentar o duelo dentro das quatro linhas. Neste domingo (5), Flamengo e Fluminense se enfrentam às 17h30 (de Manaus), no Maracanã, pela penúltima rodada da fase de classificação do
Campeonato Carioca. O Rubro-Negro lidera a competição com 32 pontos e uma vitória deixa os comandados de Vanderlei Luxemburgo com vaga garantida nas semifinais do Estadual. Porém, do lado tricolor as coisas não vão tão bem assim. Em quinto lugar na tabela de classificação com 28 pontos, o Fluminense tem a obrigação de vencer, caso contrário, dificilmente chegará a fase mata-mata da competição. Além da pressão pelo triunfo, o jogo marcará a estreia do técnico Ricardo Drubscky. “Temos muito respeito pelos nossos adversários, principalmente pelo Flamengo. A semana de trabalho está sendo boa, com o grupo assimilando o que está sendo passado nos treinos. Espero que o Fluminense entre firme e humildade e que se imponha quando tiver de ser ofensivo. Seremos
contundentes e objetivos para alcançarmos o que queremos. Tomara que o Maracanã esteja lotado, pois será um jogo interessante”, disse. Desde que assumiu a equipe, o treinador adotou um sistema de manutenção da equipe titular e, mais uma vez, mandará à campo os mesmos jogadores que venceram as duas últimas partidas. Diego Cavalieri; Wellington Silva, Gum, Marlon Santos e Giovanni; Edson, Jean, Gerson e Wagner; Kenedy e Fred. Tem que vencer Ciente da necessidade da vitória e da grandiosidade do clássico, o volante Edson puxou a responsabilidade para a equipe e disse que o grupo vive um clima de final de campeonato. Para ele, os jogadores nem sequer pensam em um
RUDY TRINDADE/FRAME
Rubro-Negro lidera o Campeonato Carioca. Já o Tricolor, fora da zona de classificação, precisa da vitória empate e lembrou que o adversário também temem os Tricolores. “A equipe deles é muito boa, mas acho que eles estão pre-
ocupados com a gente também. Temos totais condições e precisamos demais destes três pontos. Estamos a dois pontos da zona de classificação. Um ponto não interessa. Vamos fazer um jogo com compactação, organização e acho que vamos sair vencedores”, afirmou o camisa 5.
Jonas e Anderson Pico voltam ao time
Jádson reencontrou o bom futebol sob comando de Tite
boca durante a entrevista coletiva. A atitude logo ganhou apoio dos torcedores nas redes sociais com a #FechadoComLuxa “O direito do povo brasileiro foi conquistado através de lutas para quebramos a ditadura, direito de se expressar sem repressão. Não pode, em 2015, em um órgão importante do Rio de Janeiro, voltarmos a viver um momento de ditadura. Começamos lá atrás com a queda de um presidente e está na constituição o direito de liberdade de ir e
vir, que não pode ser quebrado. Me senti violentado e agredido como cidadão. Já fiz muitas coisa que mereci ser punido. O que fiz foi buscar o melhor para o povo brasileiro”, desabafou. Antes, porém, o treinador comandou o treino do Flamengo. Recuperados de lesão, o lateral-esquerdo Anderson Pico e o volante Jonas estão de volta ao time titular. Pará, que seguia improvisado na esquerda, deve retornar para a posição de origem. Já Lucas Mugni, que vinha atuando como volante, e Luiz
Antônio, na lateral direita, voltam para o banco. Machucado, o argentino Canteros não deve jogar o clássico deste domingo. A equipe titular do Rubro-negro deve ser: Paulo Victor, Pará, Bressan, Wallace e Anderson Pico; Jonas, Márcio Araújo e Gabriel; Marcelo Cirino, Alecsandro e Paulinho.
Robinho, que estava com a seleção, volta ao time titular
PAULISTÃO
Com time titular, Corinthians recebe Santos em Itaquera São Paulo (SP) – Os dois melhores times, em pontos somados, do Campeonato Paulista entram em campo neste domingo (5). Corinthians, com 35 pontos no grupo B, e Santos com 30, na chave D, duelam às 15h (de Manaus), no estádio de Itaquera, pela 14ª rodada da competição regional. Jogando o melhor futebol do país na atualidade e com 100% de aproveitamento na Copa Libertadores e invicto no Paulistão, o Corinthians vai mandar a campo o que tem de melhor. O técnico Tite, mesmo ciente, da classificação alvinegra para a próxima fase, quer vencer o clássico para dar mais moral à equipe para a sequência da temporada. Do time que goleou o DanubioURU, na quarta-feira (1), por 4 a 0, a única dúvida é o zagueiro Felipe, com incomodo no ombro esquerdo. Se ele não jogar, a vaga será do ex-santista Edu Dracena. Assim o time será: Cássio; Fagner, Felipe (Edu Dracena), Gil e Uendel; Ralf; Jadson, Elias, Renato Augusto e Emerson; Guerrero. “Clássico é um campeonato à parte. São as duas melhores campanhas do Paulista, tem qualidade dos dois lados. Temos que manter essa sequência de desempenho. O
Jovem Gérson está confirmado no meio campo Tricolor
jogo tem um grau de importância maior, sim”, avaliou Tite, que terá as ausências do lateral-esquerdo Fábio Santos, do meia Danilo, e do lateral-direito Edílson, suspenso. Santos preocupado Mesmo com uma campanha acima do esperado, o técnico do Santos, Marcelo Fernandes, sabe que o Corinthians é a equipe a ser batida na competição. Por isso, o treinador revelou que irá fazer mudanças na equipe santistas, mas adotou o mistério e decidiu não informar quem entra e quem sai da equipe titular. O elenco santista trabalhou sem a presença da imprensa na quintafeira e, na sexta, Marcelo Fernandes voltou a fechar a atividade. Quando os jornalistas tiveram acesso ao CT Rei Pelé, os titulares nem estavam mais no campo. “A respeito da escalação, não vou falar nada agora, vamos ter calma, é um clássico”, pediu o comandante. No entanto, Geuvânio deve perder a vaga de titular. Marquinhos Gabriel e Elano são os favoritos a ficar com a vaga. A intenção é povoar o meio de campo e não expor a equipe para o perigoso contra-ataque corintiano.
DIVULGAÇÃO
THIAGO BERNARDES/FRAM
Alecssandro formará trio de ataque com Cirino e Paulinho
A obrigação de vencer é do Fluminense, mas pelos lados da Gávea a semana que antecedeu o Fla x Flu foi quente. O técnico Vanderlei Luxemburgo foi absolvido de uma suspensão na quartafeira, mas na quinta soube que ela foi mantida. Na sexta-feira, após o treinamento que definiu a equipe que entra em campo logo mais, o comandante Rubro-Negro protestou contra a decisão do STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportivo) de puni-lo colocando uma mordaça na
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Tandara e seus sonhos Oposto da seleção brasileira de vôlei terá seu primeiro filho em setembro e quer voltar a tempo de disputar os jogos olímpicos
Oposto tem sido a melhor pontuadora da Superliga Feminina de Vôlei, mas deixará as quadras para cuidar do bebê
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ão Paulo (SP) - Todos os atletas brasileiros estão na contagem regressiva para o início da Olimpíada em casa. Uma delas, em especial, está ansiosa por outra data especial no meio do caminho antes de entrar em quadra para defender o ouro de Londres-2012. Tandara, 26, já anotou no calendário: 17 de setembro de 2015. Pode ser uma semana antes ou uma depois, mas o plano é que neste dia vá nascer o primeiro filho (ou filha) da oposto da seleção brasileira de vôlei. Grávida de 16 semanas, a campeã segue defendendo as cores do Praia Clube na superliga feminina e não tem tido dificuldade em soltar, correr e dar pancadas, mesmo com um “peso a mais” no corpo. “Estou superbem, com acompanhamento nutricional e de obstetra. Há momentos em que nem sequer sinto que estou grávida e, em outros, sinto um pouco de cansaço”, diz. Maior pontuadora da Superliga nas duas últimas temporadas e terceira após a fase de classificação deste ano (com 353 pontos), Tandara é considerada a mais potente atacante do país e não mudou o estilo mesmo após descobrir, em janeiro, que estava grávida do namorado Cleber, também jogador de volei. Ele é ponta do Montes Claros. “Não sinto enjôo, nem inchaço, nada. O que mudou mesmo foi o jeito de cair na hora de fazer uma defesa. Tento não cair de barriga nem de bunda, mas é instintivo”.
Surpresa O bebê não estava nos planos para este ano. Nem dela, nem de Cleber, nem do técnico da seleção brasileira, José Roberto Guimarães. “Não era o momento mais adequado. O melhor seria depois dos Jogos Olímpicos. Agora vai depender muito dela, dos cuidados que tiver durante a gestação e depois”, comentou Zé Roberto. “Quero estar na Olimpíada. Tenho condição”, afirma a jogadora que atua na seleção desde 2011. Tandara diz que em um papo com o treinador já havia acertado tudo. Ela pretende voltar a jogar em novembro, dois meses após o parto (que planeja que seja normal). Um dos cuidados que ela está tomando desde já é com o peso. Com 1,84 kg, a oposta diz que desde o fim do ano pesa 95 kg e conseguiu mantê-los até o momento. Como Cleber (que já tem um filho de 15 anos) também é dos mais fortes atletas da Superliga, com 2 m de altura e 105 kg, o herdeiro promete ser dos grandes. “A gente já está esperando um monstrinho. Vai ser maior que as outras crianças, com certeza”, brinca Tandara, que conta estar ganhando vários presentes dos fãs. E ela ainda compartilha o momento especial na vida e em quadra com a levantadora do time Karine Guerra, também grávida, mas com três semanas a mais. Contagens regressivas que começam em Minas Gerais e que só vão acabar no Rio.
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MANAUS, DOMINGO, 5 DE ABRIL DE 2015